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  • Estratégia jurídica para negócios acelerados

    Estratégia jurídica para negócios acelerados

    O que empresas em rápido crescimento esperam do jurídico estratégico?

    Estratégia jurídica para negócios acelerados enfrentam forte pressão para escalar o negócio, tomar decisões ágeis e, simultaneamente, contar com um respaldo jurídico sólido. Nesse cenário, o jurídico não deve atuar apenas como suporte reativo ou obstáculo—ele precisa ser uma peça estratégica, identificando gargalos e oferecendo soluções que acompanhem o ritmo do negócio.

    Jurídico como parceiro de estratégia empresarial

    Empreendedores modernos não querem ser limitados pelo que é permitido ou proibido: buscam um parceiro que entenda o modelo de negócio, antecipe riscos e construa caminhos juridicamente viáveis para o crescimento sustentável.

    Bases societárias flexíveis e escaláveis

    Negócios em expansão exigem uma estrutura societária pensada desde o início. A atuação preventiva do jurídico estratégico evita entraves em fases cruciais como investimentos, aquisições ou expansão internacional.

    Compliance de dados integrado ao negócio

    Com regulamentações como LGPD e GDPR, a gestão de dados é prioridade. Um erro de conformidade pode comprometer operações e reputação. Por isso, o jurídico deve atuar integrado com produto e tecnologia, promovendo inovação com segurança jurídica.

    Contratos automatizados e inteligência jurídica

    Empresas dinâmicas exigem processos inteligentes. A automação de fluxos contratuais — com cláusulas padronizadas e integração a sistemas — garante eficiência sem perder o rigor jurídico.

    Atuação preditiva e visão de futuro

    É essencial que o jurídico atue com antecedência: antecipando mudanças regulatórias, mapeando riscos e sugerindo adaptações antes que qualquer entrave interrompa uma negociação estratégica.

    Comunicação eficiente com investidores

    Durante captações ou IPOs, o advogado precisa falar a linguagem do mercado financeiro. Transparência e objetividade são diferenciais na interlocução com investidores e compliance nos processos de due diligence.

    Equilíbrio entre pragmatismo e rigor técnico

    Nem todo risco precisa ser evitado. O advogado estratégico sabe calibrar exposições jurídicas de acordo com o momento e os objetivos do negócio, tornando-se um conselheiro confiável.

    Atualização constante como ferramenta estratégica

    O ambiente regulatório está em rápida transformação. Um jurídico que não se atualiza pode colocar em risco o crescimento do negócio — por isso, a vigilância contínua é essencial, seja em compliance, tributário ou governança.

    Agilidade com segurança jurídica

    Mais do que rapidez, empresas em expansão precisam de agilidade com qualidade: processos eficientes e seguros, que acompanhem o dinamismo do negócio sem comprometer a integridade jurídica.

    Visão estratégica e crescimento compartilhado

    O jurídico ideal enxerga o crescimento do cliente como um projeto conjunto. Não se trata de demandas pontuais, mas de construir um negócio sustentável e preparado para os desafios do futuro. Esse é o diferencial que empresas em expansão valorizam — e necessitam — de seus advogados.

  • Projeto Empodera inscreve para próxima etapa, em João Pessoa

    Projeto Empodera inscreve para próxima etapa, em João Pessoa

    O Ministério Público da Paraíba, em parceria com o Ministério Público Federal, Tribunal de Contas da Paraíba, Controladoria-Geral da União e Ministério Público de Contas realizam mais uma etapa do projeto Empodera, desta vez, em João Pessoa. Será na próxima terça-feira  (19/08), às 9h da manhã,  no auditório do Centro Administrativo, que fica no térreo do Centro de Tecnologia da UFPB. 

    Lançado em março deste ano, o projeto capacita cidadãos para o exercício do controle social ativo, apresentando as ferramentas tecnológicas que possibilitam acompanhar os gastos públicos, além de apresentar noções de ética e cidadania. 

    O Empodera  já percorreu 15 dos 18 maiores municípios na Paraíba, capacitando mais de 1.000 agentes de controle social, entre estudantes, professores, jornalistas, vereadores, integrantes de conselhos de direitos e outros formadores de opinião previamente selecionados para participar dos cursos. Cabedelo, Santa Rita, Conde, Bayeux e Monteiro foram algumas das cidades pelas quais o projeto já passou. A capacitação é feita em módulos presenciais e, ao fim, os novos “agentes de controle social” recebem um diploma. 

    O coordenador do Centro de Apoio Operacional do Patrimônio Público do MPPB, promotor Carlos Davi Lopes Correia Lima, executor do projeto idealizado pelos promotores Octávio Paulo Neto e Reynaldo Serpa, destacou a importância da aproximação das instituições com a sociedade. Ele lembrou que o Brasil vem caindo nos rankings internacionais de percepção da corrupção, como o da Transparência Internacional. Em 2024, o país ficou na 107ª posição, entre 180 países nesse ranking, a pior colocação desde o início da série histórica em 2012. Segundo o promotor, para combater a corrupção, além da punição dos infratores, é necessário ter mais ações preventivas e educativas e mais engajamento da população. E o Empodera faz isso, porque capacita cidadãos para formalizar denúncias e representações (punição) e difunde noções de controle social e ético (prevenção e educação).

    “Por onde passamos estamos contando com uma excelente acolhida da população local. O último encontro foi em Sapé. Nós tivemos 160 pessoas que registraram presença e todos muito atentos, querendo aprender e compreender as ferramentas tecnológicas já disponíveis aos cidadãos, tanto do portal do Tribunal de contas do estado quanto do portal federal. Ferramentas essas, que possibilitam ao cidadão acompanhar a gestão pública de seu município. Para que encerremos o projeto Empodera, ainda faltam João Pessoa, que será agora no dia 19 de agosto, Santa Rita, dia 21 e Bayeux, em 26 de agosto. Então aproveito essa oportunidade para reiterar o convite a população interessada, que participem”, finalizou Carlos Davi.

    As inscrições para o Empodera em João Pessoa podem ser feitas no link abaixo:

    https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd3nf2IBecrqvhuiD-r39bh8iCCS_29vMVpuavLrV5lyNfcwg/viewform?usp=sharing

  • Sessão Solene homenageia os cursos de Direito da UFPB 

    Sessão Solene homenageia os cursos de Direito da UFPB 

    Notícias

    Publicado em 14 de agosto de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quinta-feira (14), uma sessão especial conjunta com a Câmara Municipal de João Pessoa e a Câmara Municipal de Santa Rita para celebrar datas significativas para o ensino jurídico no estado: os 76 anos do curso de Direito da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), os 36 anos do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ/UFPB) e os 16 anos do curso de Direito em Santa Rita. A iniciativa foi proposta pela deputada Cida Ramos e pelo vereador da Capital, Odon Bezerra.

    A sessão foi um momento de reconhecimento à excelência acadêmica e à contribuição dos cursos de Direito para a formação de profissionais e para o desenvolvimento da sociedade paraibana.

    A deputada Cida Ramos ressaltou a importância da UFPB na formação de juristas. “É motivo de grande satisfação constatar o destaque da UFPB na formação de juristas, um feito que merece ser reconhecido e celebrado. Como membro da comunidade universitária, oriundo da própria instituição, sou testemunha da valiosa contribuição da UFPB para a minha formação. A presença da Universidade em momentos como este, juntamente com a Câmara de Vereadores, fortalece os laços com a sociedade e permite homenagear o curso de Direito por sua notável trajetória”, disse.

    Já o vereador de João Pessoa, Odon Bezerra, destacou a relevância da celebração e a importância dos profissionais do Direito. “A celebração se torna ainda mais especial por ocorrer em um mês significativo, no qual comemoramos o Dia do Jurista, em 11 de agosto. É fundamental que reconheçamos a importância e a relevância dos cursos de Direito para o desenvolvimento do Brasil. A Universidade Federal da Paraíba, assim como outras instituições de ensino superior do estado, tem um papel fundamental na formação de renomados profissionais do Direito”, frisou.

    Representando o Centro de Ciências Jurídicas da UFPB, a diretora Ane Augusta Alencar celebrou os resultados alcançados pelo curso. “É motivo de celebração o sucesso do curso na formação de profissionais para o mercado de trabalho, com excelentes resultados. Agradecemos a oportunidade de celebrar este momento festivo no Poder Legislativo da Paraíba e do Município de João Pessoa”, ressaltou.

    A sessão conjunta reforçou a parceria entre as casas legislativas e a UFPB, reafirmando o compromisso com a educação de qualidade e o reconhecimento das instituições.

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  • Informativo do MP reforça obrigatoriedade do julgamento com perspectiva de gênero

    Informativo do MP reforça obrigatoriedade do julgamento com perspectiva de gênero

    Proteção Integral: MPPB salienta dever de todos os atores do sistema de justiça na prevenção à revitimização de vítimas

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB), por meio de uma ação conjunta do Núcleo de Apoio às Vítimas de Crimes (Navic) e do Núcleo de Gênero, Diversidade e Igualdade Racial (Gedir), publicou um informativo para todos os membros, reforçando a necessidade da aplicação obrigatória do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero em processos criminais. A medida, alinhada à recente orientação do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), busca transformar a cultura do sistema de justiça, garantindo que vítimas de violência, especialmente mulheres, sejam tratadas como sujeitos de direito e não como meros objetos de prova.

    O informativo é assinado pelos promotores de Justiça Ricardo Alex Almeida Lins, Coordenador do Navic, Rodrigo Silva Pires de Sá, Coordenador Auxiliar do Navic, e Liana Espínola Pereira de Carvalho, Coordenadora do Gedir, com a colaboração dos assessores Márcia Trindade Crispim e Maurício Acioli Gomes Ferreira Filho. O documento detalha como a Resolução nº 492/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Lei nº 14.245/2021, conhecida como Lei Mari Ferrer, impõem uma mudança de paradigma. Além disso, o informativo sustenta que a aplicação do protocolo não é uma faculdade, mas uma obrigação legal.

    Imposição normativa

    O coordenador do Navic, promotor de Justiça Ricardo Lins, destaca que a nova diretriz transcende a fase da sentença e deve permear todo o processo. “O documento não é mera orientação facultativa, mas uma imposição normativa”, afirma. Segundo ele, “sempre que o processo envolver questões relacionadas à desigualdade, à discriminação ou à violência de gênero, o magistrado deve obrigatoriamente observar essa perspectiva em todos os atos processuais. Isso inclui despachos, decisões interlocutórias, audiências, análise de provas e qualquer outra manifestação no curso processual”. 

    Essa nova rotina processual visa combater a chamada “revitimização”, que ocorre quando a vítima, ao buscar justiça, é submetida a novas humilhações e constrangimentos. O informativo esclarece que a responsabilidade de zelar pela integridade física e psicológica da vítima e das testemunhas é compartilhada entre todos os sujeitos do processo, incluindo promotores, juízes, advogados e defensores.

    Papel proativo

    A coordenadora do Gedir, promotora Liana Espínola, ressalta o papel proativo que o Ministério Público deve assumir. “Considerando a Resolução CNJ nº 492/2023 e a Lei nº 14.245/2021 (Lei Mari Ferrer), o(a) promotor(a) de Justiça possui o dever jurídico de atuar, de forma proativa, na defesa da integridade física e psicológica da vítima e das testemunhas, sobretudo em casos de violência doméstica e crimes contra a dignidade sexual”, explica a promotora. Ela acrescenta que os membros e as membras do MPPB devem intervir ativamente, para impedir perguntas ou manifestações que atentem contra a dignidade da vítima, durante as audiências. 

    Aprimoramento

    O documento também se ampara em uma decisão histórica do Supremo Tribunal Federal (STF), que, na ADPF 1107, declarou inconstitucional a prática de questionar a vida sexual ou o modo de vida da mulher na apuração e no julgamento de crimes de violência. Tal prática, segundo o STF, perpetua a discriminação, configura dupla vitimização e representa uma expressão do machismo estrutural que não será mais tolerada pelo Poder Judiciário. 

    Com a ampla divulgação do informativo, o Ministério Público da Paraíba reafirma seu compromisso com a evolução da legislação e da jurisprudência, enviando uma mensagem clara à sociedade: o sistema de justiça está se aprimorando, para garantir que as vítimas de crimes tenham sua dignidade e seus direitos plenamente respeitados em todas as fases da persecução penal.

    CLIQUE AQUI para acessar a íntegra do Informativo.

  • Projetos arquitetônicos de Policlínicas do PAC Saúde recebem aval da Anvisa e aceleram a execução das obras

    Projetos arquitetônicos de Policlínicas do PAC Saúde recebem aval da Anvisa e aceleram a execução das obras

    O Ministério da Saúde avança na construção de um Sistema Único de Saúde (SUS) mais robusto e moderno. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o projeto arquitetônico de referência para a construção de Policlínicas, uma das modalidades do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A decisão, que é resultado de uma força-tarefa entre o Ministério e a Anvisa, junto ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), visa acelerar a execução das obras e garantir que as novas unidades sejam construídas com alto padrão de qualidade e segurança sanitária.

    A aprovação do projeto de referência para as Policlínicas é um marco importante, pois permite que estados, municípios e o Distrito Federal tenham um modelo seguro e já validado para a construção dessas unidades. A análise da Anvisa assegura que o projeto cumpre todas as resoluções e normas sanitárias da Anvisa, especialmente a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 50/2002. Com isso, as autoridades sanitárias municipais, estaduais e do Distrito Federal passam a ter mais segurança na análise final, o que facilitará a execução das obras e a oferta de serviços pelo SUS, economizando tempo e recursos.

    “A Policlínica é um novo serviço na rede de atenção à saúde, e há muito tempo não tínhamos projetos referenciados para esse tipo de estabelecimento. É um projeto que atende às diretrizes da atual Política Nacional da Atenção Especializada, sendo um importante componente para o Programa Agora tem Especialistas, com uma configuração do espaço físico que agiliza o atendimento. O trabalho com a Anvisa foi fundamental, pois a agência validou esse projeto inovador nas normas técnicas e de biossegurança, dando segurança para as vigilâncias locais fazerem suas análises”, afirmou Mirela Pilon Pessatti, arquiteta responsável pelos projetos do PAC da Saúde.

    Benefícios para a população e a gestão

    A utilização dos projetos de referência do PAC Saúde traz vantagens significativas. Eles facilitam a celeridade nas licitações e agilizam a aprovação junto aos órgãos competentes, garantindo que as novas Policlínicas cheguem mais rapidamente à população. Essas unidades, com infraestrutura adequada e alinhada à Política de Saúde, beneficiam tanto os profissionais de saúde quanto os usuários do SUS.

    O conjunto de arquivos e documentos, que está sendo disponibilizado pelo Ministério da Saúde, inclui projetos de arquitetura e engenharia, memoriais, relatórios técnicos e planilhas orçamentárias. Todos os projetos foram desenvolvidos na metodologia BIM (Building Information Modeling), que utiliza modelos 3D para otimizar o planejamento e a execução das obras, resultando em mais qualidade e agilidade em todo o processo de construção.

    A Anvisa já havia aprovado, em 2024, os projetos de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e reafirmou seu compromisso de continuar apoiando o Ministério da Saúde na avaliação técnica preliminar das demais modalidades do PAC Saúde. 

    Acesse os projetos

    Veja o Ofício da ANVISA

    Ministério da Saúde

  • ALPB realiza Sessão Especial em homenagem às famílias Bezerra Cavalcanti e Gabínio

    ALPB realiza Sessão Especial em homenagem às famílias Bezerra Cavalcanti e Gabínio

    Notícias

    Publicado em 13 de agosto de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, na tarde desta quarta-feira (13), uma sessão especial para homenagear as famílias paraibanas Bezerra Cavalcanti e Gabínio. A solenidade, proposta pelo deputado Hervázio Bezerra, celebrou o legado e as contribuições dessas famílias para o desenvolvimento do estado.

    O deputado Hervázio Bezerra justificou a homenagem ressaltando o profundo apreço pelo legado familiar. “A justificativa para esta homenagem reside no profundo apreço por uma família que, com seu legado, contribuiu significativamente para o desenvolvimento do estado. Com grande satisfação, reconheço que nossa família, ao longo de décadas, tem oferecido valiosas contribuições ao Brasil, à Paraíba e, especialmente, a esta Casa”, ressaltou.

    O vice-prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra, expressou a honra de participar do evento. “Fico feliz em estar presente nesta homenagem à família Bezerra, bem como aos familiares de Gabínio. A presença numerosa e a atuação em diversas esferas de nossa sociedade, incluindo o âmbito social, estadual e executivo, demonstram a importância desta família para a Paraíba. Sou imensamente grato por fazer parte deste momento histórico, reconhecendo o legado de crescimento e a história da família Bezerra, Cavalcante e Gabínio”, disse.

    O vereador Odon Bezerra enfatizou a importância de tais iniciativas para a preservação da memória familiar. “Acredito que todos deveriam realizar iniciativas semelhantes com suas famílias, pois o tempo pode levar ao esquecimento. Este evento ficará marcado na história e servirá para que as futuras gerações reconheçam os laços, não apenas sanguíneos, mas também de amizade, que unem as famílias”, afirmou.

    Também representando a família a desembargadora Fátima Bezerra emocionou os presentes ao traçar um paralelo entre as famílias e a natureza. “Considero que todos nós somos como um jardim, somos rosas de um mesmo jardim, cada uma com suas pétalas e com caule e raízes. Essa é a história de toda a família da Paraíba, do Nordeste, do Brasil e do mundo”. Ela destacou a união entre as famílias Bezerra, Cavalcante e Gabínio com outros importantes sobrenomes, como Moraes, Dantas, Maia e Castro, formando uma linhagem de pessoas ilustres e batalhadoras. “São gerações nas quais devemos nos espelhar, para que nossos filhos e netos saibam que lutar com dignidade e decência vale a pena”, finalizou.

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  • Gestão de crises em redes de franquias

    Gestão de crises em redes de franquias

    Como franqueadores podem transformar conflitos em oportunidades

    Conflitos entre franqueados e franqueadores são inevitáveis em qualquer rede de franquias bem estruturada. Afinal, reunir dezenas, centenas ou até milhares de unidades — cada uma gerida por empreendedores com histórias, perfis e expectativas diferentes — gera desafios naturais. Nesse contexto, o que diferencia um bom franqueador não é a ausência de crises, mas sim a forma como ele as reconhece, administra e resolve. Dessa maneira, é possível preservar tanto a reputação da marca quanto a saúde da rede.

    Por que conflitos surgem entre franqueador e franqueado

    A relação franqueador-franqueado é única: trata-se de um contrato empresarial sustentado por pessoas. Por isso, conflitos entre franqueados e franqueadores são inevitáveis, mesmo em redes de franquias bem estruturadas. Afinal, muitos franqueados investem suas economias e depositam altas expectativas no negócio. Essa interdependência, aliada a contratos de longa duração e à intensa interação diária, torna o relacionamento propenso a atritos. Se esses conflitos não forem bem gerenciados, podem escalar rapidamente, comprometendo a saúde da rede como um todo.

     

    Principais causas de crises em redes de franquias

    1. Desalinhamento de expectativas na entrada
      Franqueados podem imaginar um modelo de “gestão assistida” ou “semi-automático”, o que raramente condiz com a realidade do franchising. Uma comunicação clara, que inclua desafios e não apenas projeções otimistas, é essencial — prática conhecida como “anti-venda”.
    1. Quebra de padrões operacionais
      Alterar cardápios, coleções, comunicação visual ou processos sem autorização pode prejudicar a identidade da marca. O franqueador deve equilibrar padronização e sensibilidade às particularidades regionais.
    1. Problemas de suporte e supervisão
      A falta de preparo dos supervisores ou a ausência de canais de escuta eficientes pode aumentar insatisfações. Treinamento e comunicação empática são fundamentais.
    2. Falhas no fornecimento de produtos
      Quando a rede depende exclusivamente de itens da marca, atrasos ou erros na logística têm impacto direto no desempenho das unidades.
    3. Canibalização de território
      Sobreposição de unidades franqueadas e próprias exige atenção estratégica para evitar concorrência interna.
    4. Problemas financeiros do franqueado
      Dificuldades pessoais podem afetar diretamente o negócio, demandando ações rápidas de suporte.
    5. Amplificação de conflitos pela mídia e redes sociais
      Uma crise pontual pode se espalhar pela rede, gerando um “efeito contágio” que engaja franqueados não diretamente afetados.

    Estratégias para uma gestão eficaz de conflitos em Redes de Franquias

    • Treinamento contínuo: manter franqueados e equipes alinhados às melhores práticas.
    • Clusters de atendimento: suporte personalizado, como “berçários de operação” para iniciantes e núcleos de recuperação para unidades em dificuldade (“UTI de franqueados”).
    • Canais institucionais de escuta: promover convenções e espaços de diálogo genuíno.
    • Preparação jurídica: manter documentação, registros de suporte e histórico de não conformidades para eventuais litígios.

    Conclusão

    A gestão de crises em franquias não se baseia em evitá-las a qualquer custo, mas em estruturar sistemas capazes de identificá-las cedo e solucioná-las com técnica, empatia e transparência. Redes que lidam bem com conflitos fortalecem vínculos internos, preservam a reputação da marca e garantem um crescimento sustentável para franqueador e franqueados.

  • Prefeitura de Congo PB abre concurso com 32 vagas

    Prefeitura de Congo PB abre concurso com 32 vagas

    A Prefeitura de Congo, na Paraíba, lançou um novo concurso público visando a contratação de profissionais de nível médio e superior.

    O concurso oferece um total de 32 vagas para diversos cargos, incluindo Assistente Social, Digitador, Enfermeiro, Farmacêutico, Fiscal de Tributos, Médico, Monitor de Creche, Motorista, Nutricionista, Odontólogo, Pedagogo, Professores em diversas licenciaturas, Psicólogo, Recepcionista e Técnico em Enfermagem.

    No Qconcursos, todo mundo pode ir mais longe com o plano que cabe na sua jornada. Acesse e confira o seu!

    Os salários variam entre R$ 1.518 e R$ 12.000, com jornadas de trabalho entre 20 e 40 horas semanais. Para se candidatar, é necessário possuir a escolaridade exigida para cada função, que pode ser nível médio completo, nível superior completo ou licenciatura plena, além de outros requisitos como registro no conselho de classe e CNH categoria ‘D’.

    VEJA O EDITAL

    Saiba como se candidatar

    As inscrições estarão abertas de 13 de agosto a 13 de setembro e devem ser realizadas através do site da FACET Concursos. A taxa de inscrição está entre R$ 95 e R$ 115, podendo ser solicitada isenção nos dias 13 e 14 de agosto.

    O processo seletivo será composto por prova objetiva, agendada para 19 de outubro, além de prova prática e avaliação de títulos. O conteúdo das provas incluirá questões de língua portuguesa, matemática, conhecimentos gerais e específicos.

    O concurso terá validade de dois anos, com possibilidade de prorrogação por mais dois anos.

  • Para aumentar uso de preservativos no país, Ministério da Saúde diversifica oferta de camisinhas no SUS

    Para aumentar uso de preservativos no país, Ministério da Saúde diversifica oferta de camisinhas no SUS

    O Ministério da Saúde iniciou a distribuição gratuita de dois novos modelos de camisinha. Além da tradicional, estarão disponíveis no SUS as versões texturizadas e fina. A novidade busca aumentar a adesão ao uso de preservativos, especialmente entre jovens, e reforçar a prevenção contra o HIV, hepatites virais, sífilis e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). O uso de preservativos também evita gestações não planejadas.

    A diversificação da oferta visa estimular o uso contínuo e correto do preservativo, tornando-o mais atraente e atendendo às diferentes preferências da população. Essa ação responde a desafios identificados nos últimos anos: a queda no uso de preservativos, sobretudo entre jovens — apontada por dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/IBGE 2019) e por relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS/2024) — e a baixa solicitação desses insumos por estados e municípios após a pandemia de Covid-19.

    Ambas as versões têm embalagens modernas, mantendo a mesma eficácia de proteção dos modelos anteriores. A expectativa é de distribuição de 400 milhões de unidades neste ano. Até então o SUS oferecia dois tipos de camisinha: a externa, feita de látex, e a interna, de látex ou borracha nitrílica.

    A ação integra a estratégia de Prevenção Combinada, que associa diferentes métodos para ampliar a proteção contra o HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis. Entre eles estão: uso de preservativos, gel lubrificante, profilaxias pré e pós-exposição (PrEP e PEP), diagnóstico e tratamento do HIV e de outras IST’s, vacinação e ações de promoção da saúde sexual e reprodutiva.

    Os preservativos são distribuídos gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde, sem exigência de documentos de identificação e sem restrições de quantidade, facilitando o acesso de todas as pessoas.

    59% das pessoas com mais de 18 anos dizem não usar preservativo

    Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), entre pessoas com 18 anos ou mais que tiveram relação sexual nos 12 meses anteriores à data da entrevista, 22,8% relataram usar preservativo em todas as relações sexuais. Outras 17,1% afirmaram usar às vezes, e 59% dos entrevistados relataram não usar nenhuma vez. O estudo foi feito em 2019.

    As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos, sendo transmitidas, principalmente, por meio de relações sexuais sem o uso de preservativo, caso um dos parceiros esteja infectado.

    O uso da camisinha em todas as relações sexuais é o método mais eficaz para a proteção contra o HIV e outras IST. O Ministério da Saúde reforça que preservativos podem ser retirados gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde.

    Amanda Milan
    Ministério da Saúde

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    Gestão de Crises em Redes de Franquias

    Mais importante do que evitar conflitos é saber resolvê-los com maturidade e estratégia.

    Quando Conflitos São Normais

    Conflitos em redes de franquias não indicam falhas gerenciais. Redes que englobam dezenas ou milhares de unidades, cada uma com perfil, expectativa e contexto diferentes, inevitavelmente enfrentam divergências. A relação de franquia é humana — o franqueado investe suas economias e expectativas pessoais, o que torna a relação, principalmente, entre pessoas. Portanto, a maturidade da rede está em como os conflitos são identificados e resolvidos.

    Franqueador e Franqueado: Parceria Complementar

    Franqueador e franqueado são legalmente independentes, porém interdependentes. É uma parceria onde um não prospera sem o outro. Contratos de longo prazo e envolvimento diário tornam essa relação suscetível a atritos — se mal gerenciados, podem comprometer toda a reputação da rede.

    Causas Frequentes de Crises em Redes de Franquias
    • Desalinhamento inicial de expectativas: franqueados que esperam “gestão assistida” ou enxergam a franquia como “pré-aposentadoria” falham desde o início. Estratégia: adotar uma abordagem de “anti‑venda”, apresentando desafios e não apenas resultados.
    • Desvios operacionais: alterações não autorizadas afetam a marca. Franqueadoras devem equilibrar identidade da rede e sensibilidade regional (ex.: produtos inadequados ao clima local).
    • Falhas de suporte: supervisão ineficaz agrava conflitos. A comunicação alinhada é essencial para evitar frustrações.
    • Quantidade e logística de produtos: falhas no abastecimento comprometem operações, especialmente quando produtos são exclusivos da marca franqueada.
    • Canibalização territorial e problemas pessoais dos franqueados: exigem resposta rápida e personalizada.
    Conflitos Amplificados pela Mídia

    A mídia e redes sociais podem amplificar insatisfações, gerando uma atm osfera de contágio. Franqueados emocionalmente carregados podem ser impactados pelo espaço coletivo de reclamações — requer atenção redobrada das franqueadoras.

    Estratégias para Evitar Crises e Proteger a Marca
    1. Treinamentos contínuos e alinhamento de expectativas desde a seleção e ao longo da relação.

    2. Suporte segmentado por perfil ou fase de vida do franqueado.

    3. Clusters de atendimento: segmentos como “berçários de operação” e “UTI de franqueados” para redes grandes.

    4. Canais de escuta e diálogo real: convenções, feedbacks e comunicação bidirecional.

    5. Preparação jurídica: documentação organizada, histórico de suporte e não conformidades para defender a franqueadora em eventuais litígios.

    Conclusão

    A gestão eficaz de crises em redes de franquias vai além de evitar conflitos: é saber identificá-los cedo, tratá-los com empatia e técnica, e proteger a reputação da marca e da rede com transparência, beneficiando franqueadores e franqueados.