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  • Presidente e vice do TJPB participam de Grupo de Trabalho em congresso do STJ

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    Superior Tribunal de Justiça

    Os desembargadores, Fred Coutinho e João Batista Barbosa, presidente e vice, respectivamente, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), vão participar do 1º Congresso do STJ da 2ª Instância Federal e Estadual, organizado pelo Superior Tribunal de Justiça. Durante o evento, os desembargadores integrarão o Grupo de Trabalho responsável pela análise dos enunciados que serão propostos, durante o evento.

    O congresso será realizado, entre os dias 09 e 10/06/2025, em Brasília. A finalidade do encontro é ampliar a integração e a cooperação, em matéria institucional e jurisdicional, entre o STJ e os Tribunais Regionais Federais e de Justiça dos estados.

    O presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, destacou que o Congresso é uma oportunidade para discutir desafios emergentes, e lembrou que os mesmos impactam o funcionamento da Justiça de segundo grau. “Vamos apresentar e estimular a adoção de experiências institucionais bem-sucedidas, visando o aperfeiçoamento da estrutura e da eficiência dos tribunais brasileiros”, ressaltou. Durante o evento serão debatidos temas jurídicos relacionados ao direito público, privado e penal.

    As propostas de enunciados já submetidos podem ser acompanhadas por este link.

    Por Lila Santos com informações e foto do STJ

     

  • Órgão Especial do TJPB destaca nomeação de advogado para compor o TRE-PB

    A nomeação do advogado Rodrigo Clemente de Brito Pereira, pelo presidente Lula, para integrar o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), na categoria jurista, foi saudada pelo desembargador José Ricardo Porto na sessão desta quarta-feira (7) do Órgão Especial do Tribunal de Justiça da Paraíba.

    Segundo o desembargador, a presença de Rodrigo Clemente de Brito Pereira no TRE representa um importante reforço para a Corte Eleitoral, dada sua qualificação e atuação ética ao longo da carreira.

    O desembargador José Ricardo Porto também apresentou voto de congratulação ao médico cardiologista Fulvio Petrucci.

    A sessão do Órgão Especial foi conduzida pelo vice-presidente do TJPB, desembargador João Batista Barbosa.

    Gecom-TJPB

     

  • Justiça concede progressão de regime e determina tornozeleira eletrônica para Ruan Macário

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    Fórum da Comarca de Catolé do Rocha

    A juíza titular da 1ª Vara Mista da Comarca de Catolé do Rocha, com competência na área de Execução Penal, Juliana Accioly Uchôa, reconheceu ao apenado Ruan Ferreira de Oliveira, conhecido como ‘Ruan Macário’, o direito de progressão para o regime semiaberto. Ruan foi condenado pelo 2º Tribunal do Júri da Comarca de João Pessoa, por atropelar e matar o motoboy Kelton Marques de Sousa, fato ocorrido no dia 11 de setembro de 2021, no cruzamento da avenida Governador Flávio Ribeiro Coutinho e avenida Esperança, no Bairro Manaíra.

    Com a ausência de estabelecimento prisional adequado na Comarca de Catolé do Rocha, o regime semiaberto deverá ser cumprido mediante monitoração eletrônica, nos termos do artigo 146-C, inciso VI, da Lei de Execução Penal e artigo 3º, inciso V, da Resolução n. 412/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), observadas as condições impostas pelo Juízo da Execução Penal.

    Apesar de ter sido condenado à pena privativa de liberdade de 13 anos e quatro meses de reclusão, em regime inicial fechado, em razão da prática do crime de homicídio qualificado, após o julgamento da apelação pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, houve o provimento parcial ao recurso da defesa, para reduzir a reprimenda para oito anos e quatro meses de reclusão, tendo em vista a “incompatibilidade” entre o dolo eventual com o recurso que impossibilita a defesa da vítima (surpresa), prevista no artigo 121, parágrafo 2º, inciso IV, do Código Penal.

    Nesse contexto, após a manifestação da defesa técnica e parecer favorável do Ministério Público, a magistrada destacou que a exclusão da qualificadora, por meio do julgamento da Apelação Criminal nº 0818610-65.2021.8.15.2002, altera de forma substancial o cumprimento da pena. “Isso porque o crime passou a ser o de homicídio simples, previsto no artigo 121, caput, do Código Penal, o qual não se encontra previsto no rol taxativo de crimes hediondos e, por conseguinte, altera a fração legal necessária para a progressão de regime de 40% para 25%, nos termos do artigo 112, incisos III e V, da Lei de Execução Penal”, diz parte da decisão da juíza.

    A magistrada expressamente destaca que “de acordo com o artigo 112 da Lei de Execução Penal, a pena privativa de liberdade será executada em forma progressiva com a transferência para regime menos rigoroso, a ser determinada pelo juiz, desde que observados os requisitos objetivo (temporal) e subjetivo (boa conduta carcerária)”.

    De acordo com o caso concreto, ‘Ruan Macário’ foi preso, preventivamente, no dia 29 de julho de 2022, marco temporal considerado como data-base para os benefícios penais, tendo em vista que não houve liberdade provisória durante o processo de conhecimento. “Houve, portanto, o cumprimento efetivo de dois anos, nove meses e sete dias de pena. Além disso, houve a declaração de remição de 559 dias de pena, equivalente a um ano, seis meses e 14 dias. Desse modo, depreende-se o cumprimento total de pena de, aproximadamente, quatro anos, três meses e 21 vinte dias, o que equivale a mais de 50% da pena imposta, após o julgamento da apelação”, explica a magistrada Juliana Accioly Uchôa.

    A remição é o direito legalmente assegurado à pessoa presa – provisória ou definitivamente – para reduzir o tempo de cumprimento da pena, por meio de estudo ou trabalho, nas seguintes proporções: um dia de pena a cada 12 horas de estudo; um dia de pena a cada três dias de trabalho, nos termos da Lei de Execução Penal. 

    Segundo a juíza, ao âmbito da Comarca de Catolé do Rocha, desde 2021, é desenvolvido o Projeto ‘Cidadania é Liberdade’, regulamentado pela Portaria nº 05/2021, que oferece ao condenado a oportunidade de trabalhar com costura de bolas, a título de remição.

    Conforme a magistrada, no caso concreto houve a comprovação nos autos de que o apenado trabalhou diariamente, no período entre novembro de 2022 a janeiro de 2025; realizou a leitura de 12 livros, em 2024; e de sete livros, em 2023; realizou estudo do curso superior de administração à distância, no Centro Universitário Maurício de Nassau, equivalente a 763 horas-aula; e realizou a costura de 60 bolas, considerada como exercício de trabalho, de acordo com o projeto carcerário.

    Desse modo, a magistrada destacou que “observado o requisito objetivo de forma inequívoca, houve a comprovação do bom comportamento carcerário, de acordo com a certidão emitida pela Direção do Presídio Padrão de Catolé do Rocha”. Além disso, em consulta aos sistemas do Processo Judicial Eletrônico (PJe) e Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP 3.0), não foram localizadas novos procedimentos/processos criminais, tampouco mandado(s) de prisão em desfavor do apenado, o que demonstra a ausência de prática de falta grave e, por conseguinte, comprova o requisito subjetivo”.

    Por esses motivos, a juíza reconheceu que, “observados os requisitos objetivos e subjetivos do artigo 112 da Lei de Execução Penal, revela-se imperiosa a imediata progressão para o regime semiaberto”.

    Condições do regime semiaberto – Durante o cumprimento da pena no regime semiaberto, o apenado deverá cumprir as condições previstas na Portaria nº 002/2025 da Comarca de Catolé do Rocha, de acordo com as diretrizes legais: morar no endereço declarado nos autos, localizado na Comarca de Catolé do Rocha; não alterar o endereço, sem prévia autorização do Juízo da Execução Penal; e não viajar para outra Comarca, sem prévia autorização do Juízo da Execução Penal.

    Além disso, o réu também terá sempre que portar documentos pessoais e, quando for o caso, autorização de viagem e autorização de prorrogação de horário; de segunda a sexta, permanecer recolhido, em sua própria residência, a partir das 19h, somente podendo sair às 5h do dia seguinte, sob pena de regressão de regime; nos finais de semana, permanecer recolhido, em sua própria residência, a partir das 14h do sábado, somente podendo sair às 5h da segunda-feira seguinte, sob pena de regressão de regime; nos feriados nacional, estadual ou municipal, permanecer recolhido, em sua própria residência, a partir das 19h horas do dia anterior ao feriado, devendo ser liberado às 5h horas do dia útil posterior; não ingerir bebidas alcoólicas, drogas e afins; e não frequentar bares, festas públicas, casas de show e similares.

    O descumprimento de quaisquer das condições, bem como a prática de novo crime, poderá ensejar a regressão cautelar para o regime fechado e configurar falta grave, o que impacta negativamente no período de pena restante a cumprir, bem como na concessão de outros benefícios penais.

    Por Fernando Patriota

     

  • 17 municípios participam de evento sobre Acolhimento Familiar

    17 municípios participam de evento sobre Acolhimento Familiar

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB), o Tribunal de Justiça (TJPB) e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh) promoveram, na manhã dessa quarta-feira (07/05), mais um evento para fortalecer o serviço de acolhimento familiar de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Desta vez, a capacitação aconteceu na Câmara de Vereadores de Esperança e envolveu os 17 municípios que integram o 3º Polo Regional do Serviço “Família Acolhedora”: Queimadas, Caturité, Fagundes, Boqueirão, Alcantil, Barra de Santana, Barra de São Miguel, Cabaceiras, Riacho de Santo Antônio, São Domingos do Cariri, Esperança, Algodão de Jandaíra, Areial, Matinhas, Montadas, Remígio e São Sebastião de Lagoa de Roça.

    Participaram as promotoras de Justiça, Gláucia Xavier (que atua na Promotoria de Justiça de Esperança), Carolina Soares Honorato de Macedo (promotorias de Queimadas e Boqueirão) e Fábia Cristina Pereira Dantas (coordenadora do Centro de Apoio Operacional às promotorias de Justiça de defesa da Criança e do Adolescente); os juizes Hugo Zaer (coordenador da Infância e Juventude do TJPB) e Juliana Dantas (que atua em Remígio e está substituindo em Esperança); profissionais da gerência do serviço de Alta Complexidade da Sedh, conselheiros tutelares, gestores municipais, secretários de Assistência Social, profissionais dos Centros de Referência em Assistência Social (Cras/Creas) e técnicos do serviço de Família Acolhedora. 

    Conforme explicou a promotora de Justiça Fábia Dantas, o evento teve como objetivo discutir estratégias para a captação de famílias acolhedoras nesses municípios, que não dispõem, atualmente, de nenhuma família cadastrada para receber crianças ou adolescentes que precisam de acolhimento. “Houve uma apresentação pelo Polo do Serviço de Família Acolhedora sobre as estratégias de captação e explicações de como é o Serviço de Família Acolhedora. Já o CAO CAE falou sobre a obrigatoriedade dos prefeitos de terem em seus municípios o serviço de Família Acolhedora, da participação direta deles, inclusive com destinação orçamentária”, acrescentou. 

    Matéria relacionada

    MPPB, TJ e Sedh promovem evento para fortalecer acolhimento familiar em 9 cidades

  • ALPB concede Título de Cidadania Paraibana a Fabiana Lobo, Marcelo Assunção e Marcelo Bispo

    ALPB concede Título de Cidadania Paraibana a Fabiana Lobo, Marcelo Assunção e Marcelo Bispo

    Notícias

    Publicado em 7 de maio de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) concedeu, nesta quarta-feira (7), título de cidadania paraibana a promotora Fabiana Maria Lobo

    da Silva, ao advogado Marcelo Dias Assunção e ao professor universitário Marcelo de Souza Bispo. A solenidade, proposta pela deputada Cida Ramos, aconteceu no plenário da Casa de Epitácio Pessoa, e contou com a presença de estudantes, amigos e familiares dos homenageados.

    A deputada Cida Ramos fez questão de destacar a relevância dos homenageados para o fortalecimento da democracia. A parlamentar ressaltou que eles merecem o justo reconhecimento por dedicarem suas vidas a serviços relevantes para o estado.

    “Concedemos esta homenagem, com o Título de Cidadania, a essas pessoas que já são, há muitos e muitos anos, cidadã e cidadãos paraibanos, pois contribuem muito com a Paraíba. São profissionais que diariamente procuram fazer do seu exercício profissional, da sua vida, uma contribuição por melhores dias. Nada mais justo que essa homenagem”, ressaltou Cida Ramos.

    A homenageada Fabiana Lobo nasceu em Recife e ingressou no Ministério Público da Paraíba em março de 2001. Ela destacou a satisfação em receber a honraria. “Já me considero paraibana de coração, morando aqui há 24 anos. A Paraíba já é o meu lugar, e esse reconhecimento agora de forma oficial só vem a me honrar ainda mais. muito gratificante mesmo receber este título”, disse.

    O outro homenageado, Marcelo Dias Assunção, também é natural de Recife. Ele é advogado do Sindicato dos Bancários da Paraíba. Com mais de 10 anos de serviços jurídicos prestados a classe bancária, com atuação em diversas cidades de nosso Estado, propondo mais de 180 ações coletivas e 1000 ações individuais, o homenageado se tornou uma referência na área, tendo um papel de destaque na defesa dos direitos da classe trabalhadora.

    “É muito importante para mim esse título. Eu me sinto muito honrado, inclusive por esta homenagem ter sido concedida através da deputada Cida Ramos, que tem sua atuação voltada para o trabalhador. Eu como advogado de vários sindicatos, inclusive do Sindicato dos Bancários da Paraíba, me sinto muito privilegiado com esta honraria”, destacou.

    Já o professor doutor da Universidade Federal da Paraíba, Marcelo Bispo, é natural de São Paulo, mas reside na Paraíba há 14 anos. Ele tem experiência profissional nas áreas de Administração, Educação e Sociologia.

    “Para mim é um orgulho, porque desde que aqui cheguei fui muito bem acolhido por todo o povo da Paraíba. Fico feliz em poder ser reconhecido em um lugar que não é onde nasci, mas é onde fui bem recebido e onde tenho construído a minha vida”, disse.

    Também estavam presentes na solenidade a promotora de justiça, Liana Carvalho; a defensora pública Fernanda Peres da Silva; a pró-reitora de Extensão da UFPB, Bernardina Freire; o presidente do Sindicato dos Bancários, Lindon Johnson; e o procurador-geral de justiça, Hortêncio Rocha Neto.

    É possível acompanhar todas as matérias apresentadas na ALPB, assim como, sessões, visitas técnicas, reuniões, solenidades e debates através da TV Assembleia, pelo canal 8.2, e também pelo canal TV Assembleia PB no Youtube.

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  • TRF5 realiza oficina “Rota das Emoções” Última atualização: 07/05/2025 às 15:24:00

    Quando o assunto é assédio e discriminação, é comum que a vítima seja tomada pelo medo e pela insegurança para denunciar. A ideia de que poderá haver uma punição ou qualquer tipo de retaliação, muitas vezes, é uma barreira difícil de ser quebrada. Nesta quarta-feira (7/05), o Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, através da Comissão de Prevenção ao Assédio e à Discriminação (CPAMAS), deu mais um passo importante para a mudança, com a realização da oficina “Rota das Emoções”. A ação, que integra a programação da Semana de Combate ao Assédio e à Discriminação, reuniu terceirizadas e terceirizados da Corte, para um momento de reflexão, esclarecimento, escuta, acolhimento e, principalmente, de incentivo às pessoas para não se calarem diante de atos abusivos. 

    Antes do início da dinâmica, a diretora da Divisão de Desenvolvimento Humano do TRF5, Isaura Rodrigues, recebeu os(as) participantes e explicou o propósito da oficina. “É uma alegria estar aqui, hoje. Essa ação, em especial, tem como público-alvo os colaboradores terceirizados da casa. Esse é mais um espaço de escuta, só que com essa proposta de priorizar a fala e a escuta de vocês (terceirizados), que são muito importantes para o que estamos desenvolvendo no Tribunal”. 

    A abertura também contou com a participação da presidente da CPAMAS, desembargadora federal Cibele Benevides, que falou da satisfação em proporcionar a atividade para o público presente. “Isso é uma demanda no Brasil inteiro, em todo o Poder Judiciário, vinda do Conselho nacional de Justiça (CNJ), e o nosso Tribunal não podia ficar de fora. Essa oficina é para que a gente possa se conhecer, conhecer os limites, desenvolver habilidades e conseguir detectar casos em que não devemos aceitar o desrespeito”.  

    A magistrada, explicou, ainda, o porquê da preocupação com o tema. “Sabemos que, no Judiciário como um todo, existem cargos e tarefas diferentes, cada um tem sua atribuição; umas exigem mais atividade intelectual, outras atividade física, mas todas são importantes e a nossa Constituição diz que todo mundo é igual perante a lei. Então, ninguém aqui é superior a ninguém, todas as pessoas têm dignidade e merecem respeito. A premissa no serviço público é essa: ninguém pode ser desrespeitado”.  

    A dignidade e a igualdade de tratamento entre as pessoas foi o ponto abordado pela servidora Flávia Ferrario, que também integra a CPAMAS. Ela falou sobre a criação da Comissão, bem como sobre a atuação dos membros da equipe, a importância de procurar a CPAMAS e sobre a necessidade do respeito no ambiente de trabalho. Citando o filósofo alemão Immanuel Kant, a servidora disse que “As coisas têm um preço; os seres humanos têm dignidade. Todos nós somos iguais perante a lei, cada um com seus valores e seus princípios. Foi por isso que a CPAMAS foi criada. Se sintam acolhidos e protegidos”. 

    Rota das Emoções 

    A oficina “Rota das Emoções” foi realizada de forma lúdica, coordenada pela psicóloga e supervisora da Seção de Saúde e Qualidade de Vida da Justiça Federal no Rio Grande do Norte (JFRN), Shirley Magnólia Baumgartner.  Fazendo jus ao nome, a atividade foi um verdadeiro mergulho em sentimentos distintos, que, apesar de se mostrarem diferentes para cada pessoa, terminam no mesmo caminho: o da empatia, da escuta ativa e do respeito.  

    A atividade deu a oportunidade de todas as pessoas presentes se manifestarem sobre suas emoções, não somente no âmbito profissional, mas, também, pessoal. A dinâmica teve o objetivo de abrir caminho para o diálogo seguro, mesmo diante de questões complexas, como o assédio e a discriminação.  

    Para coordenadora da atividade, o assédio e a discriminação são temas que precisam ser falados, debatidos. “Temos que quebrar esse medo, temos que começar, para que possamos construir um ambiente mais saudável para se trabalhar”, avaliou Shirley.  

    Origem da oficina 

    A “Rota das Emoções” é um projeto da JFRN, criado em 2024. A atividade é baseada em um jogo, com perguntas voltadas à motivação, satisfação, reconhecimento, desenvolvimento pessoal, carga de trabalho, relacionamento com a equipe, entre outras. A ideia é proporcionar um ambiente leve e seguro, para facilitar a abordagem a temas complexos, com o alinhamento emocional entre os (as) participantes.  

    CPAMAS 

    Quer saber mais sobre a CPAMAS? Basta acessar a área da Comissão no portal do TRF5, onde estão disponíveis os contatos, cartilhas, atos normativos e a lista dos(as) integrantes da Comissão. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Pleno do TRF5 aprova moção de pesar pelo falecimento da Procuradora Aldirla Albuquerque Última atualização: 07/05/2025 às 16:04:00

    O Pleno do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 aprovou, na Sessão desta quarta-feira (07/05), uma moção de pesar em virtude do falecimento da Procuradora da República Aldirla Pereira de Albuquerque, ocorrido no dia 14/04, em Aracaju (SE). Ela estava hospitalizada e não resistiu a uma infecção generalizada. Aldirla, atualmente, exercia o cargo de procuradora regional eleitoral.

     

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5


  • Caravana Virtual dos Centros de Inteligência debate litigiosidade anômala em Natal (RN) Última atualização: 07/05/2025 às 16:48:00

    A Justiça Federal no Rio Grande do Norte irá sediar, no próximo dia 13/05 (segunda-feira) a Caravana Virtual dos Centros de Inteligência. O evento acontece em Natal (RN), a partir das 9h, com transmissão ao vivo pelo YouTube, e traz como tema “Experiência da Justiça Potiguar no Enfrentamento da Litigiosidade Anômala”.

    A programação será dividida em quatro painéis temáticos: Descontos associativos e sindicais consignados em benefícios previdenciários”; “Aplicação da Recomendação CNJ nº 159/2024 nas decisões do TJRN”; “Painel de Inteligência para Identificação de Demandas Anômalas”; e “Transferência de Eleitores”. 

    Abertura do encontro ficará a cargo da juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça Federal, Vanila Cardoso André de Moraes, e da Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Daniela Pereira Andrade.

    Entre os palestrantes estão a juíza federal Madja de Sousa Moura Siqueira e os juízes federais Marco Bruno Miranda Clementino e Eduardo Sousa Dantas (JFRN); a juíza de Direito Marina Melo Martins Almeida e o juiz de Direito Paulo Luciano Maia Marques (TJRN); a juíza do Trabalho Simone Medeiros Jalil e os servidores Thiago Uchoa Cavalcante e Juliana Katherine (TRT21); além do juiz Federal e membro do TRE-RN Fabio Luiz de Oliveira Bezerra e do secretário Judiciário João Paulo de Araújo (TRE-RN). 

    Inscrições: https://forms.office.com/r/HPvj4bSkUK

    Transmissão online: https://www.youtube.com/live/JZs7Zkg6YSw

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5


  • MPPB ajuíza ação para obrigar Município de Pocinhos a sanar irregularidades em escolas

    MPPB ajuíza ação para obrigar Município de Pocinhos a sanar irregularidades em escolas

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizou uma ação civil pública de obrigação de fazer em face do Município de Pocinhos, requerendo a concessão de tutela provisória de urgência para que todas as irregularidades constatadas pelo Corpo de Bombeiros Militar em 18 escolas da rede municipal de ensino sejam sanadas. 

    A Ação 0800446-31.2025.8.15.0541 foi proposta ao Juízo da Vara Única da Comarca de Pocinhos pela promotora de Justiça Fabiana Alves Mueller. Ela é um desdobramento do Procedimento 026.2022.000611, instaurado pela promotora para acompanhar o cumprimento do princípio constitucional da garantia de qualidade do ensino pelas escolas municipais de Pocinhos.

    Segundo Mueller, as 20 unidades de ensino da rede foram vistoriadas pelo Conselho Municipal de Educação, por meio de um Termo de Cooperação celebrado com a Promotoria de Justiça em setembro de 2022. As escolas também foram inspecionadas pelo Corpo de Bombeiros, a pedido do MPPB. 

    A partir desse trabalho, foram elaborados relatórios de fiscalizações, que apontaram que diversas escolas não apresentavam projetos de proteção contra incêndio, explosão e controle de pânico, não tinham extintores e sinalizadores de saída de emergência, nem certificado de aprovação perante o sistema “Bravo”, do Corpo de Bombeiros. 

    A promotora de Justiça explicou que a Secretaria Municipal de Educação foi instada a regularizar a situação, mas que as irregularidades apontadas não foram sanadas, tendo sido verificado, em nova vistoria realizada em março deste ano, que 18 escolas ainda permanecem com laudos dos Bombeiros vencidos. 

    No mês passado, foi proposto ao gestor a celebração de Termo de Ajustamento de Conduta para resolver o problema de forma extrajudicial, o que não foi aceito pelo Município e por isso, foi preciso acionar o Poder Judiciário. 

    A promotora de Justiça destacou que o objetivo do MPPB é garantir o direito à educação de qualidade a todos os alunos. “Esse direito recebe tratamento de destaque na Constituição Federal de 1988; tem status de direito fundamental, e é tido como instrumento indispensável para a formação plena da pessoa humana, estando inserido no rol de direitos sociais. Compete ao Estado (União, Estado, Distrito Federal e Municípios) propiciar ensino obrigatório e gratuito, devendo ser garantido padrão de qualidade, que não compreende apenas o caráter formal, mas igualmente o aspecto material. Ou seja, urge a necessidade de fornecimento de bons materiais didáticos, boa estrutura física da escola, comida/merenda de qualidade. A falta de qualquer desses itens é capaz de baixar o nível do ensino e do aprendizado”, argumentou. 

    Pedidos

    Além da concessão da tutela de urgência para que o Município providencie os projetos de proteção contra incêndio, explosão e controle de pânico e apresente os autos de vistorias válidos perante do Corpo de Bombeiros das 18 escolas que estão irregulares, o MPPB requer a juntada aos autos de toda a documentação que comprove o cumprimento da obrigação, sob pena de aplicação de multa diária não inferior a R$ 5 mil por dia, em caso de atraso superior a 30 dias, o bloqueio de bens em valores suficientes ao cumprimento da obrigação e a proibição de despesas com festividades locais, publicidade e propaganda, até que sobrevenha o cumprimento da tutela de urgência. Pede ainda a condenação do Município nas obrigações de fazer requeridas liminarmente, incluindo as imputações de multa. 

    Confira as 18 escolas municipais irregulares:

    ESCOLA MUNICIPAL ANSELMO TOMÉ 
    ESCOLA MUNICIPAL ELIZETE PEREIRA DE ARAÚJO (CRECHE) 
    ESCOLA MUNICIPAL ELIZETE PEREIRA DE ARAÚJO (ANEXO) 
    ESCOLA MUNICIPAL FRANCISCO ROSA 
    ESCOLA MUNICIPAL IRMÃ SANTANA 
    ESCOLA MUNICIPAL JOÃO XXIII  
    ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ AVELINO DA SILVA 
    ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ TOMÉ 
    ESCOLA MUNICIPAL JUSCINEIDE AFONSO 
    ESCOLA MUNICIPAL MANOEL AGOSTINHO DA SILVA 
    ESCOLA MUNICIPAL MARIA DA GUIA SALES HERMÍNIO (SEDE) 
    ESCOLA MUNICIPAL MARIA DA GUIA SALES HERMÍNIO (CASARÃO) 
    ESCOLA MUNICIPAL MARIA DA GUIA SALES HERMÍNIO (CRECHE) 
    ESCOLA MUNICIPAL OSMAN CAVALCANTE LEAL 
    ESCOLA MUNICIPAL RUI BARBOSA 
    ESCOLA MUNICIPAL SANTA TEREZINHA 
    COLÉGIO PADRE GALVÃO 
    ESCOLA MUNICIPAL CASTRO ALVES

    Imagem ilustrativa retirada de AkshayaPatra Foundation por Pixabay

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    MPPB intervém e garante regularização de 87% das escolas municipais de Puxinanã

  • Inscrições para webinar sobre ANPP com enfoque nas vítimas se encerram nesta quinta

    Inscrições para webinar sobre ANPP com enfoque nas vítimas se encerram nesta quinta

    Terminam, às 16h desta quinta-feira (08/05), as inscrições para o webinar “Peculiaridades do ANPP sob o Enfoque de Valorização dos Direitos das Vítimas”, que será realizado na sexta-feira (09/05), a partir das 9h. Mais de 370 pessoas já se inscreveram para participar do evento que será realizado via Google Meet. O formulário está em disponível em https://forms.gle/sTVGHwds5oJjk71i6.

    O webinar é promovido pelo Núcleo de Apoio às Vítimas do Ministério Público da Paraíba (Navic) e pelo Centro de Apoio Operacional Criminal, com o apoio do Ceaf, e é voltado aos membros, servidores e assessores do MPPB e de outros Estados da Federação. 

    A programação do evento contará com duas palestras. A primeira abordará o ANPP como instrumentalização de um MP centrado na vítima e será ministrada pela promotora de Justiça e coordenadora do Núcleo de Atendimento à Vítima de Violência do Ministério Público de São Paulo, Silvia Chakian. A segunda palestra terá como tema as peculiaridades do ANPP sob a visão dos Tribunais Superiores e será proferida pelo promotor de Justiça do MPDFT e doutor em Direito, Antônio Suxberger. A mediação será do promotor de Justiça do MPPB, Bruno Dantas.

    A promotora Silvia Chakian realçou a responsabilidade do Ministério Público em relação ao acordo de não persecução penal. “O ANPP, como um dos principais mecanismos da Justiça Penal Consensual, tem, na sua essência, para além da alternativa à estigmatização do autor do crime, fundamentalmente, a preocupação com o reposicionamento da vítima no centro da solução do conflito. Nesse ponto, o Ministério Público tem aumento significativo de sua responsabilidade, proposicional à expansão de seus poderes discricionários. É preciso discutir até que ponto estamos, de fato, preparados, para garantir à vítima, no processo penal, o status de sujeito de direito, com todas as suas implicações. E entender como corrigir os erros do passado, cometidos, por exemplo, com a aplicação da transação penal. Isso passa por pensar como equacionar nossas atribuições ministeriais com as expectativas por justiça e a reparação integral que a vítima legitimamente deposita no Sistema de Justiça, quando a violência é praticada“.

    O promotor Antônio Suxberger ressaltou que o acordo de não persecução penal materializa, no processo penal, uma alternativa que evita a judicialização do caso. “Em uma situação assim, quando tratamos de alternativas penais, é tão mais relevante, ou eu diria, imprescindível, que construamos figuras processuais que atendam efetivamente à vítima, minimamente como a ela é atendida com a persecução penal formalizada em processo, desejadamente que nós atendamos de maneira melhor, mais eficaz, célere e, sobretudo, de maneira específica, quando nós construímos isso por meio da figura do acordo. A atenção vitimária é o mais importante desafio de implementação do acordo de não persecução penal e os distintos problemas práticos que advêm dessa figura que já completa quase um quinquênio derivam justamente dessas questões”. 

    O palestrante ainda parabenizou o MPPB pela realização do webinar. “Esse evento do Ministério Público da Paraíba é tão relevante, justamente por autorizar a abordagem desse instituto sobre esse viés. É um equacionamento de uma alternativa que apresenta verdadeiramente uma solução estruturante ao sistema de justiça criminal. Então, para além do que sejam as críticas doutrinárias e dogmáticas sobre o instituto, é a prática do instituto que vai evidenciar o acerto ou o desacerto da maneira pela qual nós trabalhamos com ele. Então, só mesmo parabenizar o Ministério Público da Paraíba por dar esse enfoque ao tema que, de fato, parece-me ser o enfoque mais relevante na atualidade”, concluiu o promotor.