Blog

  • Use a caixinha de perguntas como forma de guiar a sua copy | Pixeld News – Notícias do Marketing Digital

    Use a caixinha de perguntas como forma de guiar a sua copy | Pixeld News – Notícias do Marketing Digital

    Copy é clareza, e sua caixinha de perguntas pode melhorar sua copy, melhorar a persona, melhorar seu conteúdo e também melhorar as suas vendas. Você já imaginou que sua caixinha poderia fazer tanto por você?

    Se você, depois de todas essas afirmações, ainda estiver se perguntando “como?”, o Pixeld te responde: tudo o que você precisa saber — e a caixinha de perguntas pode te dar — está disponível, desde que você siga estes 5 mandamentos. Preparado?

     

    1º mandamento: Entenda a sua persona

    Seja mestre em entender sua persona.

    Você precisa entender que a caixinha pela caixinha pode até aumentar seu engajamento, mas não vai fazer nada muito além disso.

    Engajamento sem vendas (seja do seu produto, seja fazendo publicidade para terceiro) não paga as contas.

    É por isso que o mandamento nº1 da caixinha é saber extrair o mais puro néctar da sua persona: dificuldades, objeções, desejos, medos, sonhos, dúvidas, gírias, forma de se expressar, o que gera curiosidade.

    Não é só ficar feliz ao receber várias respostas, é buscar padrões e ter atenção ao que e como as respostas aparecem.

    Isso nos leva ao 2º mandamento.

     

    2º mandamento: melhore sempre sua copy

    Use copy para melhorar sua copy.

    Uma das habilidades mais importantes que você pode desenvolver, não só no marketing, mas na vida, é saber perguntar para ter a resposta que você precisa.

    Pensando nisso, a copy pode ser usada de 2 formas principais:

    • Contextualizar a audiência sobre o assunto ou a situação que você quer chamar a atenção. Automaticamente, as perguntas virão influenciadas por esse contexto.

    Aqui, normalmente, a copy vem em uma sequência de stories antes da abertura da caixinha e traz uma história, um aprendizado ou uma curiosidade.

    • Aproveitar uma pergunta e elaborar uma resposta super completa e útil para, a partir dela, instigar que mais pessoas queiram saber sobre o tema.

    Em qualquer uma dessas 2 formas de usar, você vai precisar ter um bom nível de entendimento do seu público, caso contrário sua caixinha ficará às moscas.

    Ainda sim, você consegue melhorar sua copy, já que se ficar às moscas, você vai ter entendido que aquele conteúdo não se conectou à sua audiência.

    Nesse momento, é hora de analisar onde está o erro: se é no tema, na falta de clareza, na narrativa “água com açúcar”, na pergunta mal elaborada ou na copy que foi completamente fora das dores e desejos da persona.

    Agora, se sua caixinha bombar, é simples: volte ao 1º mandamento e use todo néctar que conseguir extrair para melhorar mais ainda seu texto.

     

    3º mandamento: Sim ou não? Há outras opções

    Não se limite ao sim ou não.

    Se você está usando a caixinha de forma estratégica, não dá para limitar suas respostas a algo tão direto.

    Ali é o lugar onde você pode responder e dar uma explicação do por que sim/não, por que é certo/errado, por que você escolheria A ou B.

    Aproveite para mostrar seus valores, sua forma de pensar e analise as reações do público com cada resposta.

    Tem resposta curta e direta? Claro, mas no momento certo.

    Veja os exemplos, os criadores de conteúdo Priscila Zillo, Valeska Bruzzi, Bettina Rudolph e Ícaro de Carvalho são mestres em abusar dos argumentos nas caixinhas, independentemente do assunto.

    Veja que as respostas dessas perguntas poderiam ser bem mais curtas, Valeska, por exemplo, não precisaria explicar em vídeo sobre equipe de vendas e suporte.

    Mas porque desperdiçar esse espaço e a oportunidade de ser realmente útil e ajudar? “Sim” ou “não” raramente são suficientes para ajudar alguém.

    Existe ainda mais um motivo para você não economizar nas respostas.

    Pense como se fosse o seu test drive para a copy de vendas, ou seja, aproveite para testar seus argumentos, sua forma de falar e interagir antes de ir com os 2 pés no acelerador no momento da venda.

     

    4º mandamento: Estratégia

    E-S-T-R-A-T-É-G-I-A.

    • Não responda tudo o que aparecer. Selecione as perguntas certas para responder e guiar a audiência.

    Só uma criança tem a necessidade de responder tudo. E, definitivamente, você não precisa disso.

    • Assuntos muito polêmicos, muito pessoais e que em nada vão agregar para a sua audiência, sua autoridade ou para a conexão de vocês, não devem ser mencionados.
    • Selecione dúvidas que tenham relação com aquilo que você quer destacar.
    • Caso seu lançamento esteja se aproximando, aproveite caixinhas para enfatizar a principal dor e o principal desejo que você vai tratar ao longo do evento (o test drive de copy que foi mencionado ali em cima).

    Use essa atmosfera de dor e desejo para mostrar que seu produto é a solução e também chamar o público para se inscrever no evento.

    Veja como Bettina coloca essa estratégia em ação de forma leve e natural, sem ser a chata que implora por cada lead:

    Esses stories não foram sequenciais e não foram postados no mesmo dia.

    • Faça perguntas para você mesmo.

    Sim, faça. Use essa carta na manga para despertar a curiosidade sobre algum tema que você queira falar ou sobre algo que seu público precisa saber, mas ninguém perguntou.

    Por exemplo: essa pergunta “Seu treinamento está aberto?” poderia ter sido feita pela própria Bettina para levantar o assunto do lançamento, falar que ele é gratuito e que vai acontecer na data tal.

    Também faça perguntas para “ensinar” o público que você é solícito e interagir pela caixinha é uma bela oportunidade dele tirar qualquer dúvida com você — isso é importante, principalmente, se vai começar a usar a caixinha no seu perfil.

     

    5º mandamento: não seja “só” conteúdo

    Se for só conteúdo, vai ficar chato.

    Interaja, peça opinião, poste meme, faça piada, use alívio cômico, mostre futilidades, conte histórias.

    O segredo é deixar a audiência apaixonada por você.

    E, convenhamos, ninguém se apaixona pela fórmula de Bhaskara.

    Você pode se apaixonar pelos resultados que consegue a partir dela, pelas aulas de um ótimo professor do colégio, pelo o que você projeta no futuro ao pensar nas possibilidades de trabalho e tudo o que pode conquistar por saber matemática.

    A teoria é importante, mas ela fica atraente quando vem junto de um contexto.

    Ainda aproveitando esse exemplo: a matemática pela matemática não é escalável nem prende a atenção por muito tempo, entende?

    Excluindo as raríssimas exceções que gostam só de teoria em cima de teoria (por isso não é escalável), o dinheiro, as vendas e seus fãs estão ali entre as pessoas que querem aprender, mas querem se identificar e rir com você.

     

    Como tudo isso aumenta suas vendas?

    Voltemos ao início deste artigo, porque sabendo usar a caixinha de perguntas você melhora o copy, melhora a persona, melhora seu conteúdo.

    A consequência natural disso é aumentar suas vendas, já que, quanto mais você conhece seu público, mais pode trabalhar seus desejos e oferecer exatamente o que ele quer, sem nem precisar vender.

    Como assim?

    Quanto mais você conhece aqueles que compram seu produtos, mais você vai entender como eles pensam, o que acham sobre o que você diz, o que eles querem, a vida que querem.

     

    O poder está na copy

    Com cada vez mais elementos sobre a sua persona, você terá cada vez mais elementos para trabalhar sua copy.

    Dessa forma, ficará fácil encaixar a solução de dores ou despertar desejos usando assuntos que parecem aleatórios, mas que estão conversando diretamente com o que essa persona mais quer.

    Ou seja, você não precisará falar de evento gratuito ou do seu produto para provocar o interesse por aquilo que você vende: a audiência já estará convencida que você tem a solução que ela precisa.

    Lembre-se “copy é clareza” tanto para quem escreve quanto para quem lê, por isso, abuse do seu test drive e use a caixinha sem moderação.

    O seu maior resultado pode estar a essa nova estratégia de distância.

  • Carta de Warren Buffet escrita em 1972 mostra que ele é um p*ta marketeiro | Pixeld News – Notícias do Marketing Digital

    Carta de Warren Buffet escrita em 1972 mostra que ele é um p*ta marketeiro | Pixeld News – Notícias do Marketing Digital

    Quando a maioria de nós pensamos em Warren Buffet, lembramos dele como um mega investidor, um bilionário — e se você já leu biografias e artigos sobre ele, pode pensar nele também como um ávido comedor do McDonald’s e Coca-Cola.

    Mas, óbvio: a maioria das pessoas não pensa nele como um marketeiro (ou, em um termo mais adequado e com menos preconceito, um “profissional de marketing”).

    Acontece que ele é o que o pessoal do setor financeiro chamaria de “investidor com valor agregado”. Ele ajuda as empresas que investe muito mais do que com dinheiro. Ele as ajuda com o marketing!

    E isso faz todo sentido! Afinal, se marketing e vendas é o coração de um negócio, nada melhor para aumentar os retornos do investimento do que vender mais.

    Warren deixa muito evidente suas habilidades de marketing em uma carta que ele escreveu ao presidente da See’s Candy Shops em… dezembro de 1972, logo após comprar a empresa de doces.

    Ou seja, enquanto a maior parte de nós nem era nascido, o (hoje) velhinho já dominava a arte de impressionar os clientes e vender mais.

    Vale a pena ressaltar também que naquela época a ideia de “marketing” como ciência, que conhecemos hoje, estava engatinhando. Para você ter noção, Kotler, o “pai do marketing moderno”, tinha lançado seu primeiro livro a pouco tempo.

    Nesta carta, Warren Buffet delineou 3 iniciativas de marketing que a See’s Candy Shops precisava tomar para crescer.

    A carta original encontra-se neste link aqui, mas vou descrever estes pontos para você. Apenas observe, caro leitor marketeiro, o quão atuais são essas dicas, mesmo 50 anos depois!

     

    1. Posicionamento e o poder das embalagens de luxo

    Você já comprou algo com uma embalagem tão bonita que sentiu vontade de postar? Pois sabia que Warren já entendia, lá em 1972, a importância de cuidar da apresentação dos produtos. Veja o que ele escreve:

    As pessoas são afetadas não apenas pelo sabor de nossos doces, mas, obviamente, pelo que ouvem de outras pessoas, bem como pelo ‘ambiente de varejo’ em que aparecem.

    O último inclui a fachada da loja, o método de embalagem, a condição em que a mercadoria se encontra, e também seu redor. Assim como a The New Yorker (revista) cria um ‘ambiente editorial’ diferente para um anúncio da Lord & Taylor do que para o Village Voice (outra revista), o ambiente em que nossos doces são oferecidos afeta a impressão mental — e até gastronômica — dos clientes em potencial sobre nossa qualidade…

    Caraca! Lá em 1972 o cara já pensava em como apresentação do produto afeta a impressão mental do cliente… e pensar que agora em 2024 tem gente que quer cobrar R$ 5.000 em um curso para te ensinar “técnicas secretas de psicologia nas vendas”.

    Ele segue dando um puxão de orelha nos gerentes das lojas:

    … [as lojas] pegam várias de nossas caixas e as colocaram em um balcão com 25 outras ofertas de doces baratos a granel e outros produtos comuns.

    Aqui ele mostra o lado comerciante dele. Ele alerta que as lojas tem colocado doces premium ao lado de doces baratos, em enormes caixas feias, desvalorizando os doces!

    Vale a pena refletir: com o que você está associando seu produto? Isso valoriza ou desvaloriza sua marca? Você tem cuidado das suas redes sociais? Sua página de vendas parece vender algo premium ou algo barato?

    sees

     

    2. A importância de educar seu público

    Será que Buffet já tinha estudado sobre inbound marketing? Acho que não. Afinal, o termo foi popularizado bem mais tarde, quando já existia internet.

    Mas, mesmo assim, lá em 72 ele já entendia a importância de educar seu público-alvo sobre o seu produto. Na carta, ele escreve:

    Talvez pudéssemos ter um livrinho chamado ‘A Cozinha Mais Famosa do Mundo’, ou algo do tipo.

    A Coor’s (cerveja americana) ganha muito com o fato de que toda a sua cerveja vem de uma cervejaria, e eu acho que há uma certa mística ligada aos produtos com uma singularidade geográfica.

    Talvez as uvas de um pequeno vinhedo de oitenta acres na França sejam realmente as melhores do mundo, mas sempre desconfiei que cerca de 99% delas está na conta e cerca de 1% está na bebida.

    Buffet sabia que o papel do marketing era educar os clientes. Afinal, valor não existe, valor é criado. E ele também sabia que nada melhor para criar valor do que aquilo que hoje nós conhecemos como storytelling. Veja só:

    Podemos contar uma história e tanto sobre a pequena cozinha na Califórnia que se tornou a cozinha conhecida em todo o mundo.

    Se prepararmos algo nessa linha, deve ser extremamente bem feito e deve formar a base da lenda do nosso produto, que irá permear o país. Tal livreto, junto com uma exibição realmente elegante… poderia muito bem melhorar nossa imagem em vez de diminuí-la…

    Vale a pena refletir: como você tem educado seu cliente? Se você não educar, outras marcas irão educá-los (e vender para eles). Como você pode melhorar o storytelling da sua marca? Como pode contá-la?

    Por exemplo, se você tem uma loja que vende sapatos online, talvez seja legal adicionar um pequeno folheto impresso na caixa que você envia aos clientes, mostrando o processo exato de como seu produto é feito, com fotos mostrando o cuidado e o amor que você e seu negócio coloca em seus sapatos.

    Se você tem um SaaS, talvez seja bacana enviar um e-mail para as pessoas no momento em que elas se inscreverem, contando a história de como o founder teve a ideia!

    Why Warren Buffett's Dream Business Is See's Candies

     

    3. Usando o gatilho da escassez

    Buffet segue a carta com uma teoria de que, se a Sees limitasse a quantidade de lojas e as tivesse apenas em lugares exclusivos, isso aumentaria o valor percebido da marca… afinal as lojas seriam limitadas!

    Na carta ele diz

    …devemos colocar limitações territoriais na franquia… Isso tornará mais difícil de obter os produtos, tornando-os aparentemente limitados.

    Ele também tinha um parágrafo inteiro sobre não colocar lojas em cidades onde seus concorrentes já tem… e essa é uma lição vital de marketing!

    Ele está dizendo que, se a Sees quer vender doces como doces de luxo, não basta melhorar as embalagens, parar de vender outros doces nas lojas e educar os clientes com a “mística” de como os produtos são feitos… mas que é necessário fazer os doces parecerem exclusivos!

    Vale a pena refletir: você tem tornado seu produto exclusivo? Ou ele é arroz de festa? O que você tem feito para isso?

     

    De louco e marketeiro, todo mundo tem que ter um pouco

    Ao ler essa carta, essas dicas de Warren, fiquei pensando no nosso mercado. Quantos “gurus” tem lançando jeitos “inéditos” de vender, uma nova fórmula, um novo método como se, de fato, o marketing fosse algo novo e místico. Não é.

    A essência do marketing é entender seu público-alvo e saber como mostrar seu produto pelo ângulo correto.

    Warren Buffet mostra que não é preciso reinventar a roda. É preciso fazer o básico bem feito. É preciso olhar para o seu negócio e desenhar estratégias específicas para ele, e não apenas copiar “o que funciona com os outros”.

    Em 1972 Buffet deu esse sacode nos marketeiros da Sees. E esse sacode, vale para nós, em pleno 2024.

     

  • O Afiliado é a extensão do seu time! 5 motivos para ter afiliados – por Brunna Siqueira | Pixeld News – Notícias do Marketing Digital

    O Afiliado é a extensão do seu time! 5 motivos para ter afiliados – por Brunna Siqueira | Pixeld News – Notícias do Marketing Digital

    Você já se pegou perguntando se seria vantajoso para o seu negócio contratar afiliados ou se daria mais trabalho do que vantagens? Pois Brunna Siqueira, infoprodutora com mais de 150 mil alunos e mais de 200 mil afiliados cadastrados, mostra cinco motivos do porquê que afiliados não são problema, e sim solução!

    Brunna começou em 2020 como afiliada e, depois de fazer mais de 100 mil reais vendendo o produto de outras pessoas, ela começou a criar a sua própria esteira de produtos, já sabendo que deveria ter afiliados, afinal, entendeu a importância deles.

    Hoje, com um exército de afiliados aos seus produtos, ela já faturou mais de 25 milhões de reais, sendo mais de 10 milhões pagos a essas pessoas que a ajudaram a chegar onde está hoje.

    Brunna Siqueira
    Brunna Siqueira com suas placas da Hotmart 

     

    5 motivos para você ter afiliação nos seus produtos

    De acordo com Brunna, muitos infoprodutores pensam que para trabalhar com afiliado é necessária uma grande estrutura, resolver vários problemas e gastar sua margem de lucro.

    No entanto, no momento que você estiver em uma boa plataforma, souber treinar bem seus afiliados, fornecer materiais de divulgação e deixar claras as regras que eles não podem quebrar, você terá um exército de vendedores.

    A infoprodutora ainda afirma:

    A primeira coisa que todo infoprodutor precisa entender: afiliado não é problema, afiliado é solução!

    Dessa forma, Brunna Siqueira elencou cinco motivos para você abrir pra já a afiliação do seu produto.

     

    1. Um afiliado chega a lugares que você jamais chegaria

    Nada como a velha propaganda boca a boca ou até mesmo um público diferente. O afiliado leva o seu produto a novas pessoas, ou por meio da propaganda com as pessoas que o rodeiam ou com um novo público de anúncios.

    A verdade é que os afiliados alcançam pessoas que você jamais alcançaria – nem mesmo com tráfego pago.

     

    2. Quando não se tem afiliados, você é o único vendedor do seu produto

    Afiliados são uma extensão do seu time, são vendedores que não têm vínculo empregatício com a sua empresa e ganham por comissões de forma autônoma, além de serem pagos pela própria plataforma.

    Ou seja, são uma ótima estratégia de vendas!

    Não há por que ser o único vendedor do seu produto, se você pode alcançar mais pessoas tendo um time de vendedores com você.

     

    3. Você estará mudando a vida de outras pessoas

    10 milhões dos mais de 25 milhões que Brunna conquistou nos dois anos de sua carreira foram para os afiliados, ou seja, muitas vidas foram mudadas por meio disso.

    É um troca-troca. Vocês crescem juntos, auxiliando uns aos outros e ganhando dinheiro.

     

    4. Quem não é visto, não é lembrado

    Você precisa se esforçar para ser visto pelo mundo, pelo máximo de pessoas que você consegue ser visto.

    Já imaginou um exército de pessoas divulgando a sua imagem e a imagem do seu produto? Pois é! É isso que você ganha com a afiliação.

     

    5. Você fatura a qualquer hora e em qualquer lugar

    A partir do momento que você tem um exército de afiliados, como a própria Brunna Siqueira tem hoje, é possível estar de folga, não estar rodando campanha, estar dormindo e, ainda assim, ganhar dinheiro.

    Isso porque existe uma extensão do seu time que está vendendo o seu produto a todo momento e que está ganhando dinheiro para isso.

    A empresa de Brunna roda hoje com 72 mil afiliados ativos e apenas uma pessoa para cuidar dessa área. Parece pouco, mas a infoprodutora deixa claro que se você montar a sua equipe de afiliados, treiná-los, pagar uma boa comissão e deixar as regras do jogo bem claras, você não precisará de muito para ir longe junto com essa galera.

    Então talvez seja a hora de rever as suas estratégias e encaixar a afiliação dos seus produtos nos objetivos dos seus negócios.

    Conheça mais o trabalho de Brunna Siqueira no Instagram:

  • Como “El Professor da Oratória” saiu de 10k para 200k de seguidores no Instagram em 1 mês | Pixeld News – Notícias do Marketing Digital

    Como “El Professor da Oratória” saiu de 10k para 200k de seguidores no Instagram em 1 mês | Pixeld News – Notícias do Marketing Digital

    200 mil novos seguidores em apenas um mês. E nas semanas seguintes? Outros 100 mil. Parece impossível? O caso de Giovanni Begossi, conhecido como “El Professor da Oratória”, mostra não apenas que é, sim, possível ter um crescimento impressionante em pouco tempo, mas também que pensar de maneira estratégica pode te ajudar a viralizar nas redes sociais, e com isso obter grandes resultados.

    O aparente crescimento “do dia para a noite” na verdade é fruto de um background sólido construído nos últimos anos, e várias estratégias aplicadas. Giovanni Begossi, conhecido no Instagram como @elprofessordaoratoria, é advogado, mentor de oratória de grandes influencers e empresários, e também já conquistou mais de 20 prêmios de oratória e debates em três línguas diferentes.

    Além disso, ele foi o único brasileiro a ter sido juiz-chefe de dois campeonatos mundiais de debate (Lisboa e Madrid), foi bicampeão brasileiro de oratória, ganhou 200 mil seguidores em um mês e recebeu o prêmio de orador do ano pela revista Caras.

     

    De 10.000 a 200.000 seguidores em um mês

    O mês de agosto começou como os anteriores para Giovanni: muito estudo sobre oratória, produção de conteúdo em seu Instagram, e interação com sua base de pouco mais de 10 mil seguidores. Mas, aquele mês terminaria diferente de todos os outros: agenda lotada, convites para podcasts, entrevistas e palestras.

    E mais do que isso. Em apenas um mês, El Professor da Oratória ganhou mais de 200 mil seguidores no Instagram e no TikTok, tornando-se um dos maiores perfis de oratória do do Brasil, com mais de 20 milhões de visualizações orgânicas em cada rede social.

    E ele não somente ganhou esses seguidores, mas também soube manter o ritmo e aumentar o número de pessoas que o acompanham, estando hoje com mais de um milhão seguidores no Instagram.

    Procurado pelo Pixeld News, Begossi topou compartilhar os pontos-chave que o levaram a esse crescimento e viralização. Ele atribui o sucesso ao que ele chama de seis joias do infinito, que são capazes de crescer qualquer perfil nas redes sociais.

    Postagem oficial do El Professor da Oratória de comemoração ao marco de 1,4 milhão de seguidores no Instagram.

     

    As seis Joias do Infinito para um crescimento exponencial nas redes sociais 💎

    Se você trabalha com redes sociais, sabe que o crescimento de seguidores não vem em um estalar de dedos. Mas, e se você pudesse reunir estratégias-chaves para acelerar seu crescimento? É isso que El Profesor da Oratória compartilha a seguir, com exclusividade, para o Pixeld News.

     

    Joia número 1: Constância

    Giovanni conta que começou a produzir conteúdo na internet em abril de 2021. No início era de maneira irregular e até mesmo errou o nicho dele.

    Em dezembro do mesmo ano, ele reposicionou seu nicho para oratória. Contudo, ainda assim, não era constante na produção de conteúdo, o que dificultava o crescimento de seguidores.

    Porém, em maio de 2022, Giovanni decidiu focar naquilo que ele define como a Joia Número Um: Constância.

    Assim, passou a ser mais constante na produção e também postar cortes do único podcast que tinha participado até então. Porém, com a limitação da falta de material, Begossi conta que podia postar apenas um corte a cada dois dias, e isso afetava seu crescimento.

    Buscando obter mais material, conseguiu ser convidado para um novo podcast. Agora que ele tinha mais material, não perdeu tempo e começou a postar todos os dias. Giovanni conta que no início não foi fácil, mas ele persistiu até que se tornasse algo mais simples de fazer.

    Em agosto de 2022, alguns meses após começar esta estratégia, ele viu o fruto dos seus esforços: seus vídeos começaram a viralizar e isso atraiu milhares de seguidores. E você pensa que ele parou por aí? Não. Com a viralização, ele passou a postar quatro vezes ao dia, o que nos leva à segunda joia do infinito.

     

    Joia número 2: Intensidade

    Constância é muito importante, mas se você quiser maximizar seu resultado, é necessário intensidade – Giovanni Begossi.

    Quando Begossi viralizou, as redes sociais dele chegaram a ganhar mais de 1.000 seguidores por hora.  Ainda assim, ele não se acomodou. Ele tinha a opção de manter o ritmo, mas preferiu se esforçar para ir além, afinal, aquele era um presente que estava ganhando.

    Eu sei o que é não ter audiência, eu já fiz lançamento de zero venda, eu já fiz live para zero pessoas, então, quando eu recebi o presente da audiência, eu falei: é agora!

    Comecei a acordar cedo, colocava a música do Rocky, o lutador, para dar uma animada e fazia os cortes de podcast. No início era eu mesmo que fazia os cortes, adicionava no formato de reels, fazia a headline e postava quatro vídeos em quatro redes sociais diferentes, sozinho, eu, no meio do meu dia a dia, era um compromisso inegociável — diz o especialista.

    Giovanni postava seus vídeos no Instagram, no TikTok, nos Shorts e no Kwai. Com o tempo ele abandonou a última e focou nas outras três.

     

    Jóia número 3: Comunicação de alto nível

    O El Professor da Oratória teve a viralização facilitada pelo fato de se comunicar muito bem.

    Seus estudos ao longo dos últimos anos foram fundamentais para que ele dominasse os conceitos de gatilhos mentais, arquétipos, e construir uma linguagem viciante no digital. Além disso, Begossi conta que ele foca em utilizar os três canais de acesso: visual, auditivo e sinestésico.

    Tudo isso faz com que as pessoas fiquem mais presas ao vídeo. Logo, uma comunicação de alto nível é extremamente importante. De acordo com ele:

    Como seu perfil irá crescer se você não sabe engajar as pessoas em uma live? Se não consegue fazer stories que engajam? Se você é um expert e está no digital, você precisa melhorar a sua comunicação para ontem.

    De acordo com ele, não adianta nem mesmo seguir todo o método se você não tem uma comunicação de alto nível. Afinal, ela é essencial para crescer nas redes. A prova dessa importância, foi sua participação no Programa Pânico, em que Giovanni roubou a atenção de mais de 100.000 pessoas ao vivo, e isso só foi possível graças a uma comunicação magnética.

    Giovanni Begossi no Programa Pânico (Captura de tela: Pânico Jovem Pan)

     

    Joia número 4: Branding

    Giovanni enfatiza que as pessoas negligenciam muito o branding e a importância que ele tem nas redes sociais.

    Ele aplica o Primal Branding tanto para ele quanto para os seus alunos.

    O que é Primal Branding? É um conceito cunhado por Patrick Hanlon, cujo o objetivo é gerar conexão entre uma marca e seus clientes, baseado nos estudos feitos em grandes movimentos e religiões de milhares de anos, como rituais, histórias e ícones. O Primal Branding traz sete passos para que você crie uma marca muito forte, baseado em nestes conceitos milenares.

    Por exemplo, o termo “El Professor da Oratória” surgiu em 2021, quando ele começou a utilizar a máscara da série La Casa de Papel nos eventos de marketing que participava.

    Essa âncora no personagem facilitou com que a marca pessoal de Begossi se fixasse e atraísse as pessoas. E, de lá para cá, ele e sua equipe vieram aprimorando o branding ao longo do caminho.

    Giovanni Begossi com a máscara da Casa de Papel, parte do Branding dele.

    Assim começou o movimento à resistência; a tribo dos soldados da resistência, que têm os três princípios: gratidão, ambição e conhecimento; há também o nome para os haters: soldados da ignorância; as cores e as frases, como “o sábio não nega conhecimento”, ideologia do criador.

    Você não vai ter o branding mais lindo da noite pro dia. Na verdade o branding é uma construção, você vai fazendo aos poucos, você vai vendo o que faz sentido, o que você gosta de fazer, o que sua audiência responde bem e você vai lapidando — diz Giovanni.

    O branding precisa existir e precisa ser lapidado, por isso ele indica fortemente o estudo do Primal Branding.

     

    Joia número 5: Conteúdo de qualidade

    Do que adianta você ter constância, intensidade, comunicação de alto nível, branding, se o seu conteúdo é ruim, se você não gera transformação nas pessoas, se você não sabe o que está falando, se você não é profundo?

    Giovanni enfatiza que você tem que dedicar tempo para ficar cada vez melhor na sua área de atuação. Você tem que fornecer um conteúdo transformador, que melhore as vidas das pessoas, que gere valor. Senão, como você viralizará e manterá essa viralização?

    Quando o El Professor viralizou, ele atraiu leads qualificados, que vieram por meio de um conteúdo bom sobre oratória e desenvolvimento pessoal. Não foi somente entretenimento.

    Inclusive, ele aponta que querer viralizar por meio de entretenimento é um erro das pessoas, pois elas acabam postando conteúdo de dancinhas ou conteúdo de pets para viralizar a qualquer custo, o que atrai pessoas que não estão interessadas no que você quer vender.

    Logo, opte sempre por viralizar com conteúdo de qualidade.

     

    Joia número 6: Divirta-se no processo

    De acordo com Giovanni:

    O digital, assim como a vida, é uma maratona, não é uma corrida de 100 metros.

    Se você está focado só em resultados rápidos, se você não está alinhado com o seu propósito, dificilmente você vai ter sucesso, porque isso não vai te sustentar; Você precisa estar feliz no processo e alinhado com o seu propósito para você aguentar os dias ruins.

    Begossi alerta que há dias em que você não verá tantos resultados. Não dá para condicionar a sua felicidade ao resultado final de muitos seguidores ou muitas vendas. As pessoas falham porque ficam muito tensas, muito estressadas. Se esse processo gera muita tensão, você não conseguirá sustentar a longo prazo.

    Você só vai ser excelente em algo que você libere dopamina, não em algo que você libere cortisol — afirma ele.

    Ele dá um exemplo: se uma pessoa produz conteúdo de oratória e, para ela, isso é extremamente estressante, logo ela irá ser ultrapassada por outra pessoa que produz um conteúdo semelhante e gosta do que faz.

    Giovanni  explica que cada pessoa precisa descobrir o que é para ela e o que não é.

    Como exemplo, ele conta que antes queria ser o cara do carrossel, ter feed lindo, cheio de carrosséis, como o do Paulo Cuenca.

    Porém, isso era custoso para ele, demorava um dia inteiro para uma postagem ficar pronta, era cansativo. Dessa forma, ele foi atrás de descobrir o que funcionava para ele: cortes de podcast.

    Com isso, o El Professor da Oratória garante que, ao seguir as estratégias das seis jóias do infinito, qualquer perfil pode crescer.

    Para conhecer melhor o trabalho de Giovanni, é só segui-lo nas redes sociais.

    YouTube video

     

  • Alternar grandes lançamentos com pequenos lançamentos pode ser a chave para seu negócio | Pixeld News – Notícias do Marketing Digital

    Alternar grandes lançamentos com pequenos lançamentos pode ser a chave para seu negócio | Pixeld News – Notícias do Marketing Digital

    “Lançamento bom é lançamento grande, com mega investimento e superprodução.” Se já passou pela sua mente a ideia de que seus lançamentos dependem de uma produção hollywoodiana para, aí sim, darem certo… é hora de rever isso.

    Há pouco tempo, era comum ver os big players fazendo somente 3 ou 4 super lançamentos no ano e manterem a empresa em cima dessa estratégia.

    Demandava esforço, energia e (muito) dinheiro, mas o tão querido ROI (retorno sobre o investimento) compensava.

    Só que hoje as coisas mudaram um pouco.

    Hoje em dia, vários especialistas em marketing digital defender que ter um celular é a única coisa necessária para começar e lançar. Com certeza você já ouviu isso por aí.

    Em 2013-2014, quem fez lançamentos by the book com as ferramentas mais simples possíveis, ganhou muito dinheiro e relativamente rápido. Com isso, os lançamentos foram ficando mais elaborados, maiores e cinematográficos.

    E o público se acostumou com essa grandiosidade, era um evento que realmente paravam para assistir.

    Existiam os lançamentos mais simples, mas o que enchia os olhos eram aqueles super produzidos.

    Um dos discursos mais ouvidos de Erico Rocha é que ter um celular é a única coisa necessária para começar e lançar.
    Um dos discursos mais ouvidos de Erico Rocha é que ter um celular é a única coisa necessária para começar e lançar. Imagem: Erico Rocha

     

    A culpa é da audiência

    O combo pandemia + entrada massiva de pessoas no marketing digital e nas redes sociais, obrigou uma reformulação do trajeto.

    Por meses nós mal saíamos de casa, quem dirá reunir a equipe em um espaço fechado para realizar um super lançamento. Veio, então, a “era de ouro das lives”: quem queria lançar, tinha que fazer isso com as poucas ferramentas disponíveis.

    Era ligar uma live no celular, arrumar um cantinho da casa para montar um cenário, deixar a iluminação com a luz natural da janela ou improvisar um ring light e lets go.

    Você chegou a lançar dessa forma?

    O ponto é que a audiência começou a gostar dessa forma mais natural, não só no quesito lançamentos, mas também com relação aos conteúdos das redes sociais. A pandemia passou (ainda bem), os eventos voltaram, algumas coisas se mantiveram e outras pioraram.

     

    Big lançamentos e lançamentos simples

    Custo por lead (CPL) cada vez mais alto, ROI cada vez mais sofrido, custos cada vez maiores e a “marca da maçã” dificultando as campanhas de captação.

    Além da audiência ter gostado de um estilo mais espontâneo e menos montado, o mercado pós-pandemia tornou quase impossível fazer um negócio faturar (e consequentemente se manter) baseado na estratégia de poucos grandes lançamentos ao ano.

     

    Alternar lançamentos

    Existe uma questão própria do ser humano que, hora ou outra, faria as superproduções perderem a tração.

    Por exemplo: Se você dirigisse uma Ferrari todo dia, em pouco tempo aquilo se tornaria normal, perderia o encanto e você ficaria mal acostumado se algum dia voltasse a dirigir um carro um pouco mais popular.

    Você já deve ter comprado um tênis, roupa ou item de decoração mais luxuoso e, depois de um tempo, aquilo já não fazia seus olhos brilharem tanto enquanto era uma novidade.

    O efeito UAU uma hora acaba.

    Por isso, por mais dinheiro que você tenha, não deixe seu público ficar mal acostumado a andar de Ferrari todo dia, ou seja, não faça uma super produção em todo lançamento.

    Comece a reparar, a esmagadora maioria de big players não se limita mais a 3 grandes lançamentos no ano. Valeska Bruzzi e Pedro Sobral são ótimos exemplos.

     

    A hora dos grandes lançamentos

    Se esse for o momento da sua empresa começar a fazer grandes lançamentos, faça, mas faça direito.

    Aqui vão alguns detalhes que você não pode deixar de lado.

     

    1. Quanto maior a altura, maior o tombo

    Uma superprodução vai demandar um grande investimento, não tem como fugir disso.

    E, para quem quer dinheiro no bolso, grandes investimentos devem significar não apenas um grande retorno, mas um grande retorno sobre o investimento.

    Investir 3 milhões e ter o retorno de 1 milhão não vai te resolver a vida.

     

    2. Só o dinheiro não vale nada

    Você precisa de estratégia. Além de dinheiro, lançamento é tempo e desgaste.

    Quanto maior o evento, maiores os detalhes, o risco, a organização e maior a necessidade de energia e inteligência emocional para aguentar o ritmo pesado — além dos imprevistos.

     

    3. Dê um tiro certo

    Antes de investir tempo, dinheiro e energia em uma superprodução, tenha certeza de que:

    Como mencionei no começo dessa conversa, não faça apenas grandes lançamentos, mas quando o fizer, separe uma data especial e uma oferta especial para trazer a esse momento o efeito UAU.

     

    A hora dos lançamentos mais simples

    Com a difusão das estratégias de diversos lançamentos mais rápidos e simples de serem executados, além da possibilidade de ter produtos no perpétuo, ouso dizer que toda hora é hora de vender.

    • Lançamento orgânico voltado para público quente;
    • Lançamento meteórico para grupos de WhatsApp;
    • Carta de vendas por e-mail;
    • Reabertura relâmpago de carrinho;
    • Downsell;
    • Upsell;
    • Perpétuo.

    Para isso, é importante pensar na sua esteira de produtos e organizar vários funis de captação e vendas.

    O que você jamais pode perder de vista é que os eventos gravados na sala de casa ou em um grande espaço com um belo telão de LED, a qualidade dos seus produtos e do seu evento devem sempre ser ímpares.

     

    Jogo de longo prazo + faturamento

    Se você chegou até aqui, é porque não está de brincadeira no mundo dos lançamentos. Logo, você está em busca de crescer, faturar e construir um nome de respeito nesse meio.

    Por isso, o único caminho para você é jogar com o longo prazo.

    Sendo assim, você já deve ter entendido que só as superproduções não vão manter seu negócio e faturar quanto deveria.

    Deixe o UAU para um momento especial — até rimou rs.

    Da mesma forma, ao fazer só pequenos lançamentos (cresça passo a passo, não coloque o carro na frente dos bois), você pode estar deixando dinheiro na mesa.

    O segredo é mesclar e dividir o risco de cada lançamento em vários eventos ao longo do ano, em vez de apostar todas as fichas em 3 produções hollywoodianas.

     

    Nunca se esqueça disso

    Lembre-se que, independentemente do tipo de lançamento escolhido, é indispensável ter:

    1. Antecipação, curiosidade e uma promessa impossível de se ignorar;
    2. Público qualificado e captação acertada (paga ou orgânica);
    3. Pegar pesado em resolver dores e aguçar desejos;
    4. Dar conteúdo de verdade no evento, contar histórias e apresentar o especialista como autoridade;
    5. Mostrar a lógica entre a transformação e seu produto;
    6. Depoimentos reais – ainda que seja o seu próprio;
    7. Uma bela oferta com gatilhos da escassez e urgência;
    8. Um belo produto que resolva o problema da audiência.

    Agora as cartas estão nas suas mãos, decida como jogá-las.

  • Novas Regras para Transferências entre Estabelecimentos do Mesmo Titular

    Novas Regras para Transferências entre Estabelecimentos do Mesmo Titular

    O Convênio ICMS nº 109/2024 traz uma nova regulamentação para as transferências interestaduais de mercadorias entre estabelecimentos de mesma titularidade, oferecendo aos contribuintes maior flexibilidade no tratamento tributário dessas operações. Ele substitui o Convênio nº 178/2023 e alinha as normas às mudanças da Lei Kandir, permitindo optar pela tributação ou não dessas transferências e estabelecendo novas regras para a transferência de créditos de ICMS.

    Descubra as principais mudanças, como funcionará a transferência de créditos e o impacto dessa decisão para empresas em nosso informativo. Para dúvidas ou mais informações, nosso time Tributário está à disposição pelo e-mail: tax.bluz@baptistaluz.com.br.

     

  • Principais pontos do “PL DE IA”

    Principais pontos do “PL DE IA”

    O Projeto de Lei n. 2.338/2023 (“PL de IA”), de autoria do Senador Eduardo Gomes (PL-TO), visa regular o uso e o desenvolvimento da Inteligência Artificial no Brasil. A Comissão Temporária sobre Inteligência Artificial no Brasil (CTIA) elaborou a primeira versão do texto, que passou por diversas alterações no Senado durante 2024. Aprovado em 10 de dezembro, o projeto segue agora para análise na Câmara dos Deputados.  

     A nova versão do PL possui mudanças em relação ao texto anterior, conforme destacado a seguir. O texto será novamente votado na Câmara dos Deputados.   

    • Necessidade de avaliação preliminar:  a avaliação preliminar de sistema de IA (na qual o agente realiza uma autoavaliação para determinar o nível de risco) tornou-se opcional antes do lançamento no mercado, permanecendo obrigatória apenas para sistemas generativos e de propósito geral. No entanto, realizar a autoavaliação pode beneficiar a empresa caso ela enfrente futuras sanções administrativas relacionadas à IA. 
    • Direitos autorais: os desenvolvedores de IA deverão divulgar os conteúdos protegidos por direitos autorais utilizados no desenvolvimento de seus sistemas. Além disso, o treinamento de sistemas de IA com obras protegidas por direitos autorais requer autorização prévia. E, quando obras forem utilizadas, o titular do conteúdo deverá ser remunerado. Ele também tem o direito de solicitar “opt-out”, impedindo que sua obra seja utilizada para treinamento de determinada base de IA. 
    • Risco excessivo: certos sistemas de IA são expressamente proibidos, como aqueles que empregam técnicas subliminares ou exploram vulnerabilidades de pessoas e grupos para induzir comportamentos prejudiciais à saúde e à segurança. O uso de câmeras para identificação de pessoas em tempo real em espaços públicos também é considerado de risco excessivo, sendo permitido somente em situações específicas. 
    • Alto risco: o texto apresenta uma lista não taxativa de IAs classificadas como de alto risco, às quais se aplica a maioria das obrigações previstas no PL. Entre os exemplos estão: veículos autônomos, seleção de estudantes para acesso à educação e progressão acadêmica, tomada de decisões sobre recrutamento, avaliação, promoção e demissão de trabalhadores, diagnósticos médicos e reconhecimento de emoções por identificação biométrica.  
    • Avaliação de impacto algorítmico: para sistemas de IA considerados de alto risco, será exigida uma avaliação que analise diversos aspectos, como os riscos aos direitos fundamentais, as medidas de transparência e mitigação, entre outros fatores. Os resultados dessas avaliações serão armazenados em um banco de dados público sob a gestão da autoridade competente. 
    • Identificador: conteúdos sintéticos — incluindo textos, imagens, vídeos e áudios gerados ou alterados por IA — deverão apresentar um identificador, passível de ser disponibilizado como metadados, a fim de permitir a verificação de sua autenticidade e origem. Os critérios para identificação e rotulagem desses materiais será objeto de regulamentação.  
    • Responsabilidade: a responsabilidade civil por danos causados por IA será regida pelo Código Civil ou pelo Código de Defesa do Consumidor, dependendo do caso. As penalidades incluem multa de até R$ 50 milhões ou 2% do faturamento bruto do grupo ou conglomerado por infração. 
  • Guia Orientativo sobre a Atuação do Encarregado pelo Tratamento de Dados

    Guia Orientativo sobre a Atuação do Encarregado pelo Tratamento de Dados

    A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) publicou, em 19 de dezembro, o Guia Orientativo – Atuação do Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais, que apresenta orientações detalhadas sobre as funções do encarregado e a interpretação das regras do Regulamento sobre a Atuação do Encarregado (Resolução CD/ANPD nº 18/2024).

    O Guia inclui exemplos práticos e aprofundamento sobre tópicos importantes relacionados à atuação do encarregado, como:

    1. necessidade e forma de indicação
    2. principais atribuições e responsabilidades
    3. conflito de interesse
    4. deveres do agente de tratamento
    5. boas práticas sugeridas

    Para facilitar a compreensão, criamos um infográfico exclusivo, apresentando de forma clara e objetiva os pontos mais relevantes do Guia.

    *Access the english version by clicking here.

  • Trilha do Processo Administrativo Guia 09: Medidas Corretivas e de Adequação dentro da Estrutura do Agente de Tratamento

    Trilha do Processo Administrativo Guia 09: Medidas Corretivas e de Adequação dentro da Estrutura do Agente de Tratamento

    Disponibilizamos o nono e último guia da nossa série sobre o processo administrativo da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Este guia aborda as medidas corretivas aplicadas pela ANPD, explorando sua discricionariedade e apresentando estudos de casos recentes que ilustram como essas medidas têm sido aplicadas na prática.

    No nono guia você encontrará:

    1. Medidas Corretivas: Como a ANPD aplica e define ações para reconduzir infratores à conformidade com a LGPD.
    2. Discricionariedade da ANPD: Limites e critérios na imposição das medidas corretivas, sempre alinhados aos princípios da Administração Pública.
    3. Estudos de Casos: Exemplos práticos de como as medidas corretivas têm sido aplicadas.

    Esse guia finaliza a coletânea cujo objetivo é auxiliar profissionais e organizações a compreenderem as nuances do processo administrativo sancionador da ANPD e a importância da conformidade com a LGPD.

    Se ainda não viu os guias anteriores, acesse:

    Guia 01: Estrutura da ANPD

    Guia 02: Processo de Fiscalização

    Guia 03: Processo Preparatório

    Guia 04: Instauração e Instrução do Processo

    Guia 05: Decisão e Aplicação de Sanções

    Guia 06: Análise de Casos

    Guia 07: Recursos

    Guia 08: Cumprimento de Decisão e Revisão

    *Access the english version by clicking here.

  • Principais mudanças tributárias do final de 2024 que impactam 2025

    Principais mudanças tributárias do final de 2024 que impactam 2025

    As últimas semanas de 2024 trouxeram importantes alterações na legislação tributária brasileira, que entrarão em vigor já em 2025. Essas mudanças abrangem desde novos critérios para classificação de maiores contribuintes até ajustes alinhados às normas internacionais, como o adicional de CSLL seguindo diretrizes da OCDE.

    Neste artigo, reunimos os 5 pontos mais relevantes para que você compreenda as implicações dessas atualizações e esteja preparado para os desafios do próximo ano, seja como pessoa física ou jurídica.

    Confira os detalhes e saiba como essas mudanças podem impactar sua vida ou sua empresa.

    (i) Portaria RFB nº 505/2024 – Novas Regras para Classificação de Maiores Contribuintes

    A Portaria redefiniu os critérios para a classificação de maiores contribuintes, abrangendo tanto pessoas físicas quanto jurídicas:

    • Para pessoas físicas, o enquadramento considera o valor dos bens e direitos declarados, rendimentos, e operações no mercado de renda variável. Houve redução nos limites de enquadramento, conforme demonstrado no quadro abaixo:

    Para pessoas jurídicas, os valores de referência foram mantidos:

    • Receita bruta: R$ 340 milhões.
    • Operações de exportação/importação: R$ 340 milhões.
    • Débitos declarados: R$ 80 milhões.

    Os contribuintes classificados como “maiores” passarão a receber monitoramento mais próximo pela Receita Federal, visando a assegurar maior conformidade tributária.

    (ii) Regulamentação das regras de transfer price nas operações com commodities

    A Instrução Normativa nº 2.246/2024 regulamenta as regras para preços de transferência em operações internacionais envolvendo commodities realizadas entre partes relacionadas. Uma das principais novidades é a obrigatoriedade de envio de informações específicas sobre essas operações por meio de um sistema exclusivo disponível no e-CAC denominado de Registro de Transações com Commodities (“RTC”).

    (iii) Lei nº 15.079/2024 – cobrança de adicional de CSLL em linha com a OCDE

    A Lei nº 15.079/2024 institui um adicional de 15% da CSLL como parte da adaptação do Brasil às Regras Globais Contra a Erosão da Base Tributária (Pilar 2 do BEPS). Principais pontos:

    Aplicação: o adicional será aplicado às multinacionais com receita consolidada global superior a 750 milhões de euros em pelo menos 2 dos últimos 4 anos fiscais.

    Cálculo: grupos multinacionais que estiverem sujeitos à observância dessa regra deverão verificar se a alíquota efetiva de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (“IRPJ/CSLL”) do período atinge o mínimo de 15%. Caso contrário, será devido o Adicional de CSLL correspondente à diferença apurada.

    Vigência: as regras serão aplicáveis a partir de 1º.01.2025, com o primeiro recolhimento previsto para 2026.

    Essa medida objetiva combater a erosão da base tributária, garantindo uma tributação mínima global justa e alinhada às práticas internacionais.

    (iv) Redução Gradual do IOF em Compras com Cartão de Crédito no Exterior

    Desde janeiro de 2023, a alíquota de IOF incidente sobre compras realizadas em moeda estrangeira no cartão de crédito vem sendo reduzida anualmente. Em 2 de janeiro de 2025, a alíquota será reduzida para 3,38%, conforme cronograma de diminuição gradual.

    (v) Envio de informações de operações financeiras à Receita Federal por operadoras de cartão e IPs

    Desde 01/01/2025, operadoras de cartão de crédito e instituições de pagamento estão obrigadas a apresentar à Receita Federal informações relacionadas à operações financeiras, como PIX, aplicações financeiras, entre outras, por meio do sistema e-Financeira, considerando os seguintes valores mínimos:

    • R$ 5.000,00, no caso de pessoas físicas;
    • R$ 15.000,00, no caso de pessoas jurídicas.

    Essa obrigação já era aplicada às instituições financeiras, sendo agora estendida às operadoras de cartão de crédito e instituições de pagamento, ampliando o alcance das informações fiscais.

    As informações devem ser enviadas semestralmente, nos meses de fevereiro e agosto. Assim, os dados relativos ao período de janeiro a julho de 2025 deverão ser apresentados até agosto de 2025.