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  • TRF5 institui Comitê Regional para acompanhamento do Pacto do Judiciário pela Equidade Racial Última atualização: 07/11/2025 às 12:55:00

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 instituiu, por meio de Resolução Pleno nº 30, o Comitê Regional para Acompanhamento do Pacto Nacional do Judiciário pela Equidade Racial. O novo colegiado tem como objetivo propor, executar e coordenar ações voltadas à promoção da diversidade e à construção de um ambiente institucional mais inclusivo e igualitário.

    A criação do Comitê decorre da adesão formal do TRF5 ao Pacto pela Equidade Racial, estabelecido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e regulamentado pela Resolução CNJ nº 490/2023, que instituiu o Fórum Nacional do Poder Judiciário para a Equidade Racial (FONAER).

    O Comitê será composto por um(a) desembargador(a) federal coordenador(a), seis juízes(as) federais — um(a) de cada Seção Judiciária da 5ª Região —, dois servidores(as) indicados pelo(a) coordenador(a) e pelo(a) diretor(a) de Desenvolvimento Humano do TRF5. Também poderão ser convidados representantes de outros setores do Tribunal e de instituições parceiras para colaborar nas atividades do colegiado.

    Entre as atribuições do Comitê estão: acompanhar e apoiar a implementação do Pacto Nacional na 5ª Região; propor medidas administrativas e de gestão voltadas à valorização da diversidade e à prevenção de práticas discriminatórias; sugerir ações de capacitação e sensibilização sobre igualdade racial para magistrados(as), servidores(as) e colaboradores(as); colaborar com o CNJ no monitoramento e na avaliação das iniciativas relacionadas ao Pacto; promover o intercâmbio de boas práticas com outros tribunais e instituições; e elaborar relatórios periódicos com resultados e avanços alcançados.

    O normativo também determina que as Seções Judiciárias vinculadas criem seus Comitês Seccionais de Acompanhamento do Pacto, com composição e atribuições alinhadas às diretrizes do CNJ e do Comitê Regional. Esses grupos atuarão de forma coordenada, garantindo cooperação e uniformidade das ações em toda a 5ª Região.

    A Resolução, aprovada no mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra (20/11), reforça o compromisso do TRF5 com os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade ou quaisquer outras formas de discriminação, previstos nos artigos 1º e 3º da Constituição Federal.

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Criança com Transtorno do Espectro Autista tem BPC assegurado pelo TRF5 Última atualização: 07/11/2025 às 13:15:00

    Uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) teve o Benefício de Prestação Continuada (BPC) assegurado pela Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. A decisão confirmou a sentença do Juízo da Vara Única da Comarca de Canindé de São Francisco (SE), que determinou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a implementação do benefício, no prazo de 30 dias, contados a partir do requerimento administrativo. 

    O INSS recorreu da sentença, alegando que os pais do menino omitiram informações sobre a renda, pois a mãe teria exercido atividades remuneradas recentes e o pai mantém vínculo ativo com o Município de Nossa Senhora do Socorro (SE), recebendo cerca de R$ 1.900 mensais. A autarquia federal, que indeferiu administrativamente o pedido, sustentou que a família não preenche o requisito de miserabilidade, pois teria renda per capita superior a 1/4 do salário mínimo. 

    A defesa da criança argumentou que as rendas de seus pais são esporádicas e insuficientes, pois os vínculos trabalhistas são temporários. Além disso, afirmou que os custos com tratamentos médicos particulares dele e de sua irmã, também diagnosticada com TEA, comprometiam a renda familiar. Além disso, a defesa demonstrou que a perícia social comprovou a situação de vulnerabilidade.

    A relatora do processo, desembargadora federal Cibele Benevides, entendeu que houve comprovação dos requisitos necessários à concessão do benefício assistencial. Segundo a magistrada, o salário recebido pelo pai do menino se mostra insuficiente à subsistência digna do núcleo familiar. 

    “A alegação do INSS quanto à existência de vínculos empregatícios dos genitores não afasta a configuração da vulnerabilidade socioeconômica, uma vez que a renda auferida é inconstante, inferior a um salário mínimo e insuficiente para cobrir as necessidades básicas da família”, afirmou Benevides. 

    Na decisão, a Quinta Turma firmou a tese de que a renda familiar per capita superior ao patamar de 1/4 do salário mínimo, por si só, não afasta a situação de hipossuficiência, que pode ser comprovada com base em outros elementos probatórios, nos termos do entendimento pacificado no Supremo Tribunal Federal (Tema 27) e no Superior Tribunal de Justiça (Tema 185).

    PROCESSO Nº: 0806993-73.2025.4.05.0000

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Membros do TRF5 participam do IV FONAJUS em Fortaleza Última atualização: 07/11/2025 às 14:13:00

    A desembargadora federal Germana de Oliveira Moraes e os desembargadores federais Edilson Nobre, Cid Marconi e Leonardo Carvalho, membros do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, estão participando do IV Congresso do Fórum Nacional do Judiciário para a Saúde (FONAJUS). Promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o evento acontece em Fortaleza (CE) e termina na tarde desta sexta-feira (07/11). 

    O encontro reúne magistrados(as), profissionais da saúde pública e suplementar, representantes do Sistema de Justiça e da área da saúde, além de outros interessados no tema. Entre as autoridades que participam do evento estão o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin; a presidente do Tribunal Superior eleitoral (TSE), ministra do STF, Carmen Lúcia; o ministro do STF Dias Toffoli; e a conselheira do CNJ e supervisora do FONAJUS, Daiane Nogueira de Lira.

    A programação conta com painéis, oficinas e debates sobre temas como: as Súmulas Vinculantes 60 e 61 do STF; o futuro da saúde suplementar; a avaliação econômica de tecnologias em saúde; o Tema 1234; mediação e conciliação em saúde; e ações judiciais relacionadas ao autismo, além da entrega do III Prêmio Justiça e Saúde.

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • TJPB, Esma e OAB-PB promovem Semana Nacional da Consciência Negra com debates e apresentações

    O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), a Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB) e a Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional da Paraíba (OAB-PB), vão promover a Semana Nacional da Consciência Negra, em alusão ao Dia da Consciência Negra (20 de novembro). As atividades acontecerão no dia 18 de novembro, no Auditório do edifício-sede da OAB-PB, com o tema ‘Cultura Afro-Brasileira – Direito ao reconhecimento, à proteção e à educação’. 

    Os(as) servidores(as) do Poder Judiciário estadual e o público em geral podem se inscrever até o dia 17 por meio do link: https://forms.gle/QCd9XsEjPBVvXFof7.

    A programação terá início às 9h, com a cerimônia de abertura, seguida por uma apresentação cultural do grupo Mulheres do Islã. Ao longo do evento, serão realizados dois painéis: ‘Protocolo para Julgamento com Perspectiva Racial do CNJ (novembro de 2024)’ e ‘Religiões de Matriz Africana’. A programação inclui ainda a palestra ‘A aplicabilidade da Lei de Injúria Racial (Lei nº 14.532/2023)’, que abordará os avanços legais no combate ao racismo e à discriminação.

    O presidente do Comitê Permanente de Promoção da Equidade Racial do TJPB, desembargador João Benedito da Silva, ressaltou que o evento será a coroação de das atividades do Comitê este mês, dedicadas à consciência negra. “É um espaço fundamental para aprofundarmos nosso compromisso com a luta pela igualdade de oportunidades para todas as pessoas que vivem neste País. A presença de cada um fortalece nossa luta e enriquece nosso aprendizado”, disse.

    O Dia da Consciência Negra é comemorado no dia 20 de novembro, data escolhida por ser o dia da morte de Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, em 1695. A data é um feriado nacional no Brasil, que foi instituído pela Lei nº 12.519/2011 e se tornou um feriado em todo o país pela primeira vez em 2024. A celebração busca resgatar e valorizar a história e a luta do povo negro contra a escravidão e o racismo. 

    Por Marcus Vinícius
     

  • Missa tradicional da primeira sexta-feira de novembro acontece na Capela do TJPB

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    João Benedito: “Revigorando a nossa fé no Cristo”

    A tradicional missa da primeira sexta-feira de cada mês aconteceu na manhã desta sexta-feira (07) na capela do Tribunal de Justiça da Paraíba, celebrada pelo padre Francisco Abel Pereira Martins, da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes. “É muito importante essa missa celebrada no Tribunal de Justiça. É muito importante essa vivência espiritual, que é sempre um auxílio para todos”, disse o padre.

    O desembargador João Benedito da Silva representou o presidente do TJPB, desembargador  Fred Coutinho. “Assistir à missa é importante, é evento religioso e nós estamos revigorando a nossa fé no Cristo, no nosso Criador, naquele que nos protege, que nos faz com que a gente possa alimentar a fé a cada dia”, disse o magistrado.

    Por Kubitscheck Pinheiro

  • Debates técnicos e sensíveis marcam Fórum Nacional do Judiciário para a Saúde

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    Luciana Celle, Anna Carla e Renan do Valle

    Ricos debates, tanto de ordem técnica quanto sensível, marcaram as discussões sobre o direito fundamental à saúde durante o IV Fórum Nacional do Judiciário para a Saúde (Fonajus), realizado na quinta e sexta-feira (7). A avaliação é da presidente do Comitê Estadual de Saúde do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na Paraíba, desembargadora Anna Carla Lopes Correia Lima de Freitas, que destacou a profundidade e a relevância das temáticas abordadas.

    O evento é promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE). Pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), também participaram a juíza Luciana Celle Gomes de Morais Rodrigues e o juiz Renan do Valle Melo Marques.

    A iniciativa tem como objetivo promover o debate interinstitucional sobre temas relacionados à saúde pública e privada, analisando as jurisprudências mais recentes, os desafios da judicialização, o embasamento das decisões judiciais a partir de evidências científicas, entre outros pontos centrais.

    “Os painéis e discussões evidenciam o papel essencial do Poder Judiciário na garantia do acesso universal e equânime aos serviços de saúde, ao mesmo tempo em que reforçam a necessidade de uma atuação cooperativa, orientada pela racionalidade e pela efetividade”, avaliou a desembargadora Anna Carla.

    Para a magistrada, o Fonajus demonstra que o enfrentamento aos desafios da judicialização da saúde exige diálogo permanente entre os diversos atores institucionais e a construção coletiva de estratégias que promovam uma Justiça cada vez mais humanizada e resolutiva.

    Abertura e programação do IV Fonajus

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    Dias Toffoli fez a abertura do evento em Fortaleza (CE)

    A abertura contou com a presença do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, que ressaltou a relevância constitucional do direito à saúde e a magnitude do Sistema Único de Saúde (SUS), instituído pela Constituição Federal de 1988.

    “O SUS é o maior sistema público de saúde do mundo, gratuito e acessível a todos os brasileiros, do mais rico ao mais pobre”, afirmou. Ele também ressaltou o papel do CNJ, igualmente instituído pela Constituição, na organização e na sistematização das políticas públicas no âmbito do Judiciário. 

    A conselheira do CNJ e supervisora do Fonajus, reforçou a importância do debate, especialmente diante das dificuldades enfrentadas por populações vulneráveis no acesso aos serviços de saúde.

    Desde sua primeira edição, em 2022, o Fonajus tem abordado temas centrais como ética médica, doenças raras, incorporação de novas tecnologias e os impactos das decisões judiciais sobre o sistema de saúde. Nesta quarta edição, os debates se aprofundam com oficinas temáticas, análise de jurisprudências recentes, discussões baseadas em evidências científicas e reflexões sobre regulação de serviços e políticas públicas de saúde.

    Por Gabriela Parente
     

  • Prorrogado o atendimento do Censo Previdenciário 2025 na CGJ até o dia 12 de novembro

    O Censo Previdenciário está ocorrendo na sede da Corregedoria

    Devido à grande procura de magistrados(as) e servidores(as) do Poder Judiciário estadual para participação no Censo Cadastral Previdenciário 2025 dos segurados da Paraíba Previdência (PBPrev), a Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ) solicitou a prorrogação do prazo de atendimento, pedido que foi atendido pela PBPrev. Assim, o serviço continuará sendo realizado na sede da CGJ, em João Pessoa, até a próxima quarta-feira (12).

    A diretora da CGJ, Waléria Queiroga, destacou que o atendimento tem sido bastante movimentado, com a presença constante de magistrados(as) e servidores(as) nos dois turnos. O cronograma inicial previa o encerramento das atividades nesta sexta-feira (7).

    O recadastramento na CGJ foi solicitado pelo desembargador Leandro dos Santos, corregedor-geral de Justiça, visando atender aqueles que não conseguiram realizar o procedimento nos postos do Fórum Cível e do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).

    O Censo Previdenciário 2025 tem como finalidade atualizar os dados cadastrais, funcionais e financeiros dos segurados, incluindo servidores públicos civis e militares, ativos, inativos e pensionistas. A iniciativa também abrange dependentes, aposentados(as) e pensionistas vinculados ao Regime Próprio de Previdência Social do Estado da Paraíba (RPPS/PB), bem como os militares estaduais ativos, da reserva remunerada, reformados, dependentes e pensionistas vinculados ao Sistema de Proteção Social dos Militares (SPSM/PB). Em todo o Estado, o Censo será concluído em 28 de novembro

    Documentação exigida

    Os documentos entregues devem ser originais ou cópias legíveis. Confira, abaixo, a relação de documentos necessários para o recenseamento:
    https://www.tjpb.jus.br/sites/default/files/anexos/2025/11/RELACAO_DE_DOCUMENTOS_PARA_O_RECENSEAMENTO.pdf

    Por Marcus Vinícius

  • Gerenciar o estresse no ambiente de trabalho foi tema de debate em webinário nesta sexta-feira

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    O estresse no ambiente de trabalho é uma das principais causas de adoecimento físico e mental entre profissionais de diferentes áreas. A pressão por resultados, os prazos apertados e a sobrecarga de atividades podem comprometer o desempenho e afetar a qualidade de vida dos trabalhadores. Diante desse cenário, a Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB) promoveu, nesta sexta-feira (7), um webinário voltado à adoção de estratégias para gerenciar o estresse no ambiente profissional, reconhecendo a importância crescente do tema dentro das instituições.

    O evento foi ministrado pelas psicólogas Camila Alencar Pereira e Silnara Araújo Galdino, e contou com a mediação do psicólogo Éverton Procópio de Souza. O webinário foi transmitido pelo canal da Esma-PB no YouTube e pela plataforma Zoom.

    Na abertura, Éverton Procópio destacou que o webinário encerra um ciclo iniciado em setembro, voltado à promoção da saúde mental e do bem-estar. Ele ressaltou que o ambiente profissional tem exigido cada vez mais produtividade, desempenho e entrega, fatores que se intensificam com a proximidade do fim do ano, gerando sobrecarga e cansaço.

    “As palestrantes vêm compartilhar seus conhecimentos e estratégias de como lidar com esse estresse. Será que todo estresse é ruim ou patológico? É isso que vamos refletir hoje, com sugestões e dicas que certamente vão contribuir para o nosso bem-estar”, disse.

    Para a psicóloga Silnara Galdino, que abordou os impactos do estresse na saúde mental e na produtividade, discutir o tema é falar sobre uma realidade cada vez mais presente na vida das pessoas. Ela destacou que 72% dos brasileiros enfrentam estresse no ambiente de trabalho, segundo dados recentes, o que demonstra a urgência em tratar do assunto dentro das instituições.

    Ao direcionar o olhar para o contexto da Justiça, Silnara Galdino observou que o Poder Judiciário é um dos setores mais suscetíveis ao estresse, por operar sob alta carga cognitiva, grande responsabilidade decisória, demandas contínuas e constante pressão temporal. “Vocês precisam cumprir prazos, lidar com a questão do tempo, e o tempo é algo que está sempre muito presente. Decisões, prazos, cobranças, tudo isso acaba sobrecarregando o trabalhador”, destacou a psicóloga.

    “Essa é uma pauta tão relevante e atual”, foi com essa afirmação que a psicóloga Camila Alencar iniciou sua explanação. Ele trouxe uma perspectiva prática sobre como amenizar situações que afetam diretamente o bem-estar e o desempenho dos profissionais, além de detalhar as fases do estresse, estratégias de defesa contra o sofrimento e os tipos de sofrimentos patológicos.

    Segundo Camila, o estresse não é, por si só, negativo, podendo inclusive atuar como um agente motivador. “No entanto, quando é alimentado ou superdimensionado, torna-se prejudicial à saúde”, disse. A psicóloga observou, ainda, que o estresse pode se manifestar de formas distintas, desde fadiga e dificuldade para descansar até insônia, agitação ou euforia.

    Por Marcus Vinícius
     

  • Desembargador Ricardo Porto apresenta Voto de Aplauso ao ministro Reynaldo Soares

    Foto do desembargador Ricardo Porto
    Desembargador Ricardo Porto

    A eleição do ministro Reynaldo Soares da Fonseca, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para exercer a função de Ouvidor do STJ foi destacada pelo desembargador Ricardo Porto, que apresentou ‘Voto de Aplauso’ ao ministro. O voto foi aprovado, à unanimidade, pelo Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão realizada nesta sexta-feira (7). 

    O desembargador Ricardo Porto, ao apresentar o voto, ressaltou que a  indicação do ministro acontece “em reconhecimento à trajetória exemplar” do ministro Reynaldo Soares da Fonseca . Ele acrescentou que o magistrado do STJ tem uma trajetória retilínea, exemplar, marcada pela ética e compromisso com a Justiça.

    “O ministro Reynaldo Soares da Fonseca foi indicado pelo Órgão Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para exercer a função de Ouvidor da Corte, em reconhecimento à sua trajetória exemplar, marcada pela ética, humanismo e compromisso com a Justiça. Respeitado por sua atuação firme na defesa dos direitos fundamentais e pela busca de uma Justiça transparente e próxima  do cidadão, sua escolha é vista como justa e merecida, fortalecendo os valores democráticos e o prestígio do STF”, declarou o desembargador Ricardo Porto, ao justificar a propositura. 

    Eleição  – A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) elegeu, no dia 5 de outubro de 2025, o ministro Reynaldo Soares da Fonseca como novo ouvidor do Tribunal. Ele sucederá o ministro Gurgel de Faria, que deixará o cargo no próximo dia 23.

    Por Valter Nogueira 

  • TJPB promove ensino sobre cultura da paz a alunos da Escola João Gadelha, em Mangabeira

    Semana da Conciliação
    Magistrada e equipe do Cejusc visitaram escola em Magabeira

    O que acontecerá com o mundo quando todos conseguirem somar diálogo e respeito? Paz! Para os alunos da Escola Municipal Ativa Integral Professor João Gadelha de Oliveira Filho, em Mangabeira, na Capital, esse será o resultado dessa adição. Nesta sexta-feira (07), crianças de lá receberam a visita da equipe do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania Cível e Família (Cejusc/Fesp), do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), ocasião em que foi plantada em cada uma a semente da cultura da paz.  

    Semana da Conciliação
    João Gabriel

    Mas, e se o coleguinha fizer algo que o deixe chateado? Perguntamos a João Gabriel, 10 anos. O garoto respondeu dando uma verdadeira lição de conciliação. “Eu prefiro conversar com ele ou fazer assim: Não, licença, eu não quero brigar com você! É importante manter a paz, porque se a pessoa for brigar, a pessoa vai está errada”.

    A fala tão inocente e, ao mesmo tempo, consciente de João Gabriel é uma aula de protagonismo infantil, tema que, aliás, fez parte da conversa durante a atividade realizada pelo ‘Cejusc em Movimento’. “Na Semana Nacional, quando pensamos em levar a conciliação, a mediação, nós pensamos na cidadania, porque é na escola que a gente vai plantar a sementinha da cultura de paz que tanto buscamos. Esse protagonismo que nós estamos trabalhando”, explicou Silvana Vasconcelos, coordenadora acadêmica do Cejusc Cível e Família. 

    Semana da Conciliação
    Robério Gabriel

    Pela empolgação de Robério Gabriel, também de 10 anos, a leitura sobre protagonismo infantil na perpetuação da cultura da paz ficou bem compreendida. “Respeito, dedicação e nunca bater, humilhar, nunca ficar falando mal dos outros”, resumiu. 

    Lição que também marcou o dia de Maria Eduarda, de 9 anos, e que certamente ela levará para a vida inteira. “Eu aprendi a respeitar os colegas do mesmo jeito que quero o respeito deles”, falou.

    Semana da Conciliação – A ação na unidade educacional do município fez parte da programação de encerramento da Semana Nacional de Conciliação, iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com presença ativa do TJPB, que abrange as comarcas de todo o Estado e foi aberta no dia 3.

    Semana da Conciliação
    Juíza Ana Amélia

    “Estamos transbordando de alegria nessa ação educativa que promove a cidadania e a cultura da paz. Passamos para as crianças que as vivências, os valores, eles se constroem cotidianamente desde a base, com a educação para a paz. E com a oficina de pintura geramos uma conexão entre pais e filhos e ensinamos sobre os valores da empatia e do respeito”, celebrou a juíza Ana Amélia Alecrim Câmara, coordenadora dos Cejuscs V e VI, que levou o projeto Cejusc em Movimento para a escola.

    Semana da Conciliação
    Professora Rosângela Silva

    Para Rosângela dos Santos Silva, coordenadora pedagógica da escola, um momento importante e marcante onde o Poder Judiciário vai até o cidadão. “Estamos muito felizes com essa parceria, principalmente com esse trabalho feito em relação à comunicação não violenta e a resolução de conflitos”, falou.

    Por Nice Almeida
    Fotos: Ednaldo Araújo