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  • Ministério da Saúde realiza encontro com Países da Comunidade de Língua Portuguesa e Fundação Gates

    Ministério da Saúde realiza encontro com Países da Comunidade de Língua Portuguesa e Fundação Gates

    O Ministério da Saúde promoveu na sede da Fiocruz em Brasília, no dia 06/10, o Encontro com Países da Comunidade de Língua Portuguesa e Fundação Gates, reunindo representantes de sete países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) — Brasil, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste — além de representantes da Fundação Bill & Melinda Gates. A iniciativa teve como objetivo fortalecer a cooperação internacional na preparação e resposta a emergências em saúde pública.

    A reunião contou com a presença da secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão; do diretor do Departamento de Emergências em Saúde Pública, Edenilo Baltazar; e do chefe da Divisão de Cooperação Bilateral em Saúde da pasta, Rawlinson Dias Rodrigues, além de representantes da Fundação Gates e da Agência Brasileira de Cooperação (ABC).

    Durante o encontro, a secretária Mariângela Simão ressaltou a relevância do Sistema Único de Saúde (SUS) como base estruturante da resposta brasileira às emergências sanitárias e destacou os aprendizados da pandemia de Covid-19. “O que mais nos impactou naquela crise foi a iniquidade no acesso a vacinas e medicamentos. Esse cenário reforçou a necessidade de ampliar a cooperação internacional e de garantir que políticas públicas sejam sempre baseadas nas melhores evidências científicas”, disse a secretária.

    A secretária citou ainda o trabalho intersetorial coordenado pelo Ministério da Saúde diante da suspeita de intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas em São Paulo, como exemplo de resposta integrada entre esferas de governo. “Essas crises exigem integração entre ministérios, forças policiais, laboratórios e vigilâncias estaduais e municipais. O sistema precisa funcionar em rede, com mecanismos claros para identificação e resposta rápida”, pontuou.

    Edenilo Baltazar apresentou o panorama das ações desenvolvidas pelo Departamento de Emergências em Saúde Pública no âmbito da CPLP. Ele destacou a realização de simulados de campo em São Tomé e Príncipe, capacitações em Moçambique e Cabo Verde, e o treinamento de profissionais estrangeiros no Brasil por meio do Programa Avançado de Epidemiologia de Campo (EpiSUS-Avançado).

    “Temos avançado na cooperação técnica e na formação de especialistas. O Brasil coloca à disposição sua experiência em vigilância e resposta, e seguimos abertos a fortalecer essa rede de colaboração entre nossos países”, afirmou.

    O encontro reforçou o compromisso do Brasil, da Fundação Gates e dos países da CPLP com o fortalecimento das políticas públicas em saúde, a integração entre as agendas sobre preparação e respostas de Emergências em Saúde Pública e a consolidação de mecanismos de cooperação e resposta conjunta a emergências globais. 

    João Moraes
    Ministério da Saúde

  • TRF5 mantém validade provisória de curso de Medicina da UFPE voltado a beneficiários do PRONERA Última atualização: 08/10/2025 às 15:21:00

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 suspendeu os efeitos da decisão que impedia o prosseguimento da seleção para o curso de Medicina voltado a beneficiários do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA), promovido pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Caruaru (PE).

    A decisão foi concedida em recurso de Agravo de Instrumento e permanecerá em vigor até o julgamento definitivo do caso pela Quarta Turma do TRF5.

    Ao analisar o recurso, o desembargador federal Fernando Braga entendeu que estavam presentes os requisitos para o deferimento da medida liminar, na medida em que, de um lado, a paralisação da seleção geraria prejuízos expressivos, e, de outro, havia um prognóstico favorável à legitimação da política pública questionada, que já contou com o aval do Judiciário em relação a diversas outras turmas em cursos superiores, inclusive do Superior Tribunal de Justiça.

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • TRF5 promove treinamento para uso do desfibrilador externo automático Última atualização: 08/10/2025 às 16:50:00

    Um grupo de 23 servidores(as) e terceirizados(as) das áreas de saúde e de segurança institucional do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 participou, na tarde desta quarta-feira (08/10), de um treinamento para uso do desfibrilador externo automático (DEA). O equipamento serve para restabelecer o ritmo cardíaco em casos de parada cardiorrespiratória, aplicando um choque elétrico controlado. A capacitação aconteceu no auditório da Escola de Magistratura Federal da 5ª Região (Esmafe).

    O Tribunal, que já possuía um aparelho no Núcleo de Assistência à Saúde (NAS), acaba de adquirir um novo desfibrilador mais moderno. O responsável pelo treinamento foi o enfermeiro Mateus Brito, representante da empresa fornecedora do produto. Ele explicou que a ideia do equipamento é ser simples, prático, leve, fácil de ser manuseado e intuitivo. “Com apenas um botão é possível ligar, desligar e efetuar o choque. A chance de erro com esse equipamento diminui drasticamente. Diferentemente do que muitas pessoas pensam, esse não é um equipamento para ser usado apenas por médicos(as), mas por qualquer pessoa, mesmo com o mínimo de treinamento”, destacou Brito.

    De acordo com a médica cardiologista do NAS, Maria Catarina Dias Guerra, o DEA é o equipamento adequado para uso em ambientes não hospitalares, por sua facilidade de uso, possibilitando o manuseio por qualquer leigo rapidamente treinado. “É de suma importância que as pessoas no Tribunal estejam treinadas para uma reanimação cardiopulmonar de qualidade, porque o mais importante para o sucesso do procedimento e reanimação sem lesão neurológica significativa é a rapidez com que essas manobras são iniciadas, com auxílio do desfibrilador. O novo equipamento tem vantagens adicionais em relação ao DEA convencional, pois inclui um aparelho que monitora a qualidade das compressões”, explicou a cardiologista.

    O novo desfibrilador permanecerá à disposição no hall de entrada do edifício-sede do TRF5. A ideia, porém, é que a partir do próximo ano, sejam adquiridos novos aparelhos, para que o recurso esteja disponível, de forma mais ampla, em todos os pavimentos do Tribunal.

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • CNJ convida sociedade a opinar sobre prioridades da Justiça no ciclo 2027–2032 Última atualização: 08/10/2025 às 17:11:00

    O ingresso de uma juíza negra na magistratura, a instalação de placas solares nos tribunais e a instalação de um ponto de inclusão digital na Ilha de Marajó exemplificam o atendimento dos tribunais brasileiros à Estratégia Nacional do Poder Judiciário 2021–2026. Para aprimorar essa atuação no próximo ciclo, de 2027 a 2032, os macrodesafios que norteiam a estratégia estão em consulta pública a partir desta quarta-feira (8/10). Isso quer dizer que toda cidadã e todo cidadão pode opinar sobre o grau de importância dos enunciados propostos.

    Os interessados devem acessar o formulário da consulta pública e conferir cada um dos 13 itens indicados. Entre as alterações previstas para o ciclo 2027–2032, está a inclusão do macrodesafio “Aperfeiçoamento da Comunicação Institucional e Combate à Desinformação”. A intenção é aprimorar a comunicação do Judiciário e reforçar o enfrentamento à desinformação, assegurando à sociedade informações confiáveis e precisas.

    Também há mudanças no escopo de macrodesafios já implementados, como o macrodesafio “Garantia dos Direitos Fundamentais”, que ganhou o acréscimo para “e dos Direitos Humanos”. Além de assegurar a efetividade dos direitos fundamentais previstos na Constituição, a mudança evidencia os direitos humanos reconhecidos no plano internacional.

     

     

     

    Por: Agência CNJ de Notícias


  • STJ promove 1º Congresso da Primeira Instância Federal e Estadual em dezembro Última atualização: 08/10/2025 às 17:59:00

    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) promoverá, de 15 a 17 de dezembro, em Brasília, o 1º Congresso STJ da Primeira Instância Federal e Estadual, com o objetivo de ampliar a integração e a cooperação entre o tribunal e os magistrados federais e estaduais de primeiro grau de jurisdição.

    Segundo o presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, o evento inédito será uma oportunidade para discutir desafios emergentes que impactam o funcionamento da Justiça de primeiro grau, bem como para apresentar, prestigiar e fomentar a adoção de experiências bem-sucedidas de gestão.

    Durante o encontro, ministros, juízes, professores e outros operadores do direito discutirão Enunciados sobre temas como cultura de precedentes, alternativas eficazes para a redução do acervo processual, uso de inteligência artificial e outras ferramentas capazes de aprimorar a prestação jurisdicional.

    Propostas de Enunciado devem ser apresentadas por formulário eletrônico

    As propostas de Enunciado poderão ser submetidas por magistrados, professores universitários, membros da Defensoria Pública e do Ministério Público e integrantes da advocacia pública e privada. Os autores de proposta de Enunciado poderão fazer sustentação oral antes do debate, facultado a todos os participantes, juízes ou não. A votação será restrita aos juízes presentes.

    O envio será feito exclusivamente por meio eletrônico. Clique aqui para acessar o formulário.

    O conteúdo deve ser apresentado de forma objetiva, com indicação do dispositivo da Constituição Federal ou de legislação correlata, e acompanhado de curta justificativa. As propostas de Enunciado se agrupam em cinco Eixos temáticos principais: institucional, direito público, direito privado, direito penal e processo penal, e processo civil.

    Uma banca científica a ser composta por magistrados federais e estaduais terá a atribuição de analisar, selecionar e aperfeiçoar as propostas de Enunciado, as quais serão depois submetidas à deliberação do congresso.

    Leia a Portaria STJ/GP 669/2025 com os detalhes sobre a realização do evento.

    Confira, a seguir, um resumo do cronograma previsto.

    Submissão das propostas de Enunciado: de 19 de setembro até as 23h59 do dia 17 de outubro de 2025.

    Análise preliminar da banca científica: de 10 a 31 de outubro.

    Avaliação final pela banca científica: de 5 a 11 de novembro.

    Publicação dos Enunciados admitidos: 14 de novembro.

    Apresentação, discussão e votação das propostas de Enunciado admitidas: 15, 16 e 17 de dezembro, durante o evento no STJ.

    Experiência exitosa recente no Congresso da 2ª Instância

    O evento é um desdobramento da recente experiência exitosa do 1º Congresso STJ da Segunda Instância Federal e Estadual, realizado nos dias 8 e 9 de setembro, que contou com 223 participantes, entre desembargadores, juízes de primeiro grau, professores e outros profissionais do direito – evidenciando o potencial do diálogo institucional.

    Ao todo, foram aprovados no evento 131 Enunciados dedicados ao aprimoramento da jurisdição na segunda instância.

    Por: Ascom STJ


  • Certificação marcará atuação de indígenas como conciliadores 

    Foto da reunião com os indígenas
    Capacitação de indígenas

    Entre aulas práticas e teóricas, conciliando litígios em casos reais e promovendo acordos consignatórios em processos judiciais, essa foi a rotina de aproximadamente 42 cursistas, dos quais 36 são indígenas da Baía da Traição, que participaram, durante o mês de agosto, do 2º Curso Teórico-Prático em Conciliação Extrajudicial. A cerimônia de entrega dos certificados de conclusão acontecerá nesta quinta-feira (9), a partir das 9h, no Brizola’s Hall, localizado no distrito de Salema, no município de Rio Tinto. 

    A formação, voltada à resolução de conflitos por meios pacíficos, capacitou os participantes para atuarem como conciliadores nas aldeias onde vivem, promovendo o acesso à justiça de forma respeitosa às tradições e à autonomia das comunidades indígenas. Os trabalhos foram coordenados pelo Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania Indígena (Cejusc Indígena) da Comarca de Rio Tinto. 

    Os acordos, resultantes dos casos que foram resolvidos com a aplicação dos métodos conciliatórios com a atuação dos indígenas, foram homologados pelo diretor do Fórum de Rio Tinto e coordenador do Cejusc Indígena, Judson Kildere Faheina. 

    Foto do juiz Kildere com o cacique Gomes
    Juiz Kildere com o cacique Gomes

    “O objetivo é aperfeiçoar, na prática, a aplicação das técnicas negociais no desenvolvimento do procedimento da conciliação e/ou da mediação, reforçando a importância da construção positiva do diálogo para solução de conflitos, respeitadas as interações e as experiências singulares e ancestrais de pacificação na resolução de conflitos do povo indígena potiguara”, realçou o magistrado Judson Kildere. 

    Os participantes foram acompanhados pelos tutores Celma Laurinda Freitas Costa, Sirlene Dias de Faria Lopes e pelo magistrado, com participação do professor convidado Daniel Valério Martins. Houve também a colaboração das servidoras Jailza Hortêncio da Silva, Maria Inês Mendonça e Iole Fernandes César. Os trabalhos foram apoiados pela Escola Superior da Magistratura (Esma), parceira da Comarca de Rio Tinto na iniciativa. 

    Em outubro de 2024, o Cejusc Indígena entregou os certificados a mais de 45 indígenas que haviam participado, em julho, do primeiro Curso de Conciliação Extrajudicial para Povo Indígena. Rio Tinto foi a primeira comarca da região Nordeste a instalar um Centro de Conciliação Indígena. 

    Por Lila Santos

     

  • Semana Nacional da Sustentabilidade segue com inscrições abertas 

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    Seguem abertas as inscrições para a participação na I Semana Nacional de Sustentabilidade do Poder Judiciário – Região Nordeste. A capital paraibana, João Pessoa, sediará o evento, que acontecerá nos dias 16 e 17 de outubro. Na ocasião, serão debatidas as ações do Judiciário voltadas à cultura da sustentabilidade. 

    Os interessados podem se inscrever acessando aqui

    A iniciativa é uma promoção do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com os principais tribunais do Estado: o TRT da Paraíba (13ª Região), sede do evento; o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB); o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) e a Justiça Federal.

    A finalidade é integrar práticas sustentáveis à rotina institucional, promovendo a troca de experiências entre os tribunais nordestinos, fortalecendo a cooperação regional. Empresas, ONGs, universidades, movimentos sociais, representantes de empresas estão convidados a participar e contribuir com experiências e soluções inovadoras que conectem o setor privado, público e o terceiro setor à agenda da sustentabilidade.

    A sede do TRT da Paraíba será palco da abertura do evento, no dia 16 de outubro, a partir das 15h. A programação é ampla e inclui diversas atividades voltadas à promoção da responsabilidade socioambiental. 

    Um dos destaques será o plantio de mudas de árvores, com a participação de autoridades, simbolizando o compromisso do Judiciário com práticas sustentáveis e com a preservação do meio ambiente. Além da realização de audiência pública e palestras proferidas pelos tribunais da Paraíba. 

    Já a abertura oficial dos trabalhos está prevista para 17h, no auditório principal do Fórum Maximiano Figueiredo do TRT, localizado na Rua Aviador Mário Vieira de Melo, 1440, bairro João Agripino.

    Agenda 2030 – A iniciativa está alinhada à Agenda 2030 da ONU e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), reforçando o papel do Judiciário como agente de transformação social. A Semana também cumpre as diretrizes da Resolução CNJ n.º 400/2021 e da Portaria n.º 134/2025, que instituem a Rede de Sustentabilidade do Poder Judiciário.

    O evento será inventariado quanto às emissões de gases de efeito estufa, ou seja, serão computadas todas as emissões provocadas pelo uso de gasolina, álcool, diesel, gás de cozinha, gás de ar condicionado e gás de extintores de incêndio (caso use), além da energia elétrica utilizada na Semana e os deslocamentos aéreos. 

    Por Lila Santos (com informações da Ascom do TRT 13)

     

     

     

  • ALPB debate ações e aprova projetos em prol dos municípios sertanejos durante sessão itinerante em São Bento

    Notícias

    Publicado em 8 de outubro de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quarta-feira (8), Sessão Ordinária Itinerante, qno município de São Bento, Sertão paraibano. A solenidade contou com a presença de prefeitos e vereadores da região, oportunidade em que Poder Legislativo ouviu demandas da população, através do Caminhão de Serviços de Suporte Jurídico e ações de Educação Ambiental, debateu a execução de ações e aprovou políticas públicas que irão melhorar a qualidade de vida nos municípios sertanejos.

    O presidente da ALPB, deputado Adriano Galdino, reafirmou a importância das sessões itinerantes, que segundo ele, representa a oportunidade para que a população do Sertão possa acompanhar de perto os trabalhos legislativos da Casa Epitácio Pessoa. “Esse nosso projeto aproxima o Poder Legislativo dos cidadãos paraibanos, ampliando o diálogo e a participação popular nas decisões políticas”, destacou.

    Em São Bento, os deputados aprovaram por unanimidade os Projetos de Lei 2.074/2024 e 1.086/2024 que inclui no Calendário Oficial de Eventos da Paraíba o aniversário da cidade de São Bento, comemorado no dia 29 de abril, e o São Bento Motofest, que ocorre no mesmo mês. Os projetos apresentados pelo deputado Galego Souza, que é do município, ressalta que a cidade, além de ser um polo industrial têxtil conhecido nacionalmente como ‘Terra das Redes’, é palco de inúmeros eventos culturais, religiosos e de aventura.

    Para o parlamentar, as inclusões do aniversário de emancipação política do município e do São Bento Motofest no Calendário Oficial de Eventos da Paraíba irão contribuir com a aquisição de recursos, fortalecendo o turismo e, consequentemente, a economia da região. Galego acrescentou ainda que ambos os eventos representam uma excelente oportunidade de divulgação, promoção, comercialização de produtos e serviços, além de gerar emprego e renda durante os festejos.

    “O São Bento Motofest é um evento tradicional em nossa região e traz motociclista de todas as partes do país. E estas pessoas que vêm de fora também procuram ver nosso potencial têxtil, o que torna São Bento a capital mundial das redes. Já a inclusão do nosso aniversário de emancipação no Calendário do Estado, é um orgulho. Nós, de São Bento, abraçamos a cultura, abraçamos o desenvolvimento e o trabalho desta querida cidade”, declarou o deputado Galego Sousa.

    A população de São Bento presente à sessão ordinária também acompanhou a aprovação dos Requerimentos 25.465/2025 e 25.467/2025, ambos de autoria da deputada Dra. Paula, solicitando ao governador João Azevêdo que, através da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Sustentabilidade, sejam adotadas política pública contra as queimadas no Município de São Bento, assim como, o plantio de árvores nativas da região para uma melhor adequação da flora no município.

    Os paraibanos podem acompanhar todas as matérias apresentadas na ALPB, assim como, sessões ordinárias, visitas técnicas, reuniões de comissões, solenidades e debates através da TV Assembleia, pelo canal 8.2, e também pelo canal TV Assembleia PB no Youtube.

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  • Ministério da Saúde fortalece atuação e valorização dos agentes comunitários e de combate às endemias

    Ministério da Saúde fortalece atuação e valorização dos agentes comunitários e de combate às endemias

    A presença dos agentes de saúde é essencial para aproximar o Sistema Único de Saúde (SUS) de cada comunidade no Brasil. Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes de Combate às Endemias (ACE) desempenham funções complementares e estratégicas, estabelecem vínculos com a população local e fortalecem o acesso à saúde.

    Enquanto os ACSs focam no contato diário com as famílias com visitas domiciliares, promovendo saúde com ações educativas, além de contribuírem para um atendimento mais eficaz nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

    Já os ACEs são essenciais no combate ao mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão de doenças como dengue, Zika e chikungunya. Em muitos casos, os criadouros desse mosquito estão dentro residências, o que reforça o protagonismo dos agentes na conscientização e prevenção junto à população. 

    Essa complementariedade ganha força quando as ações são integradas, como recomenda a Diretriz Nacional para Atuação Integrada dos ACE e ACS que articula a atenção primária e a vigilância em saúde.

    Foto: divulgação/MS

    Valorização

    Em 2023, o governo federal destinou R$ 2,1 bilhões para garantir o piso salarial dos ACEs. No ano passado, o Ministério da Saúde atualizou o valor do incentivo financeiro federal de custeio mensal dos agentes comunitários. A previsão é garantir repasses de mais de R$ 2 bilhões até 2026.

    Formação

    O Ministério da Saúde também reforçou a política de capacitação com o programa Mais Saúde com Agente que já formou mais de 176 mil agentes. O curso procura qualificar os profissionais para enfrentar os desafios das comunidades e contribuir para melhores indicadores de saúde e maior resolutividade dos serviços.

    Atualmente, o Brasil conta com mais de 105 mil agentes de combate às endemias cadastrados e mais de 140 mil agentes comunitários já formados pelo programa. A expectativa é chegar em 370 mil profissionais capacitados até 2026.

    Janaína Oliveira
    Ministério da Saúde

  • O papel dos agentes comunitários e de combate às endemias na rede pública de saúde

    O papel dos agentes comunitários e de combate às endemias na rede pública de saúde

    Nos bairros, vielas, conjuntos habitacionais e nas ruas mais movimentadas do país, há sempre alguém batendo à porta com um olhar atento e disposição para ouvir e cuidar. Eles são os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes de Combate às Endemias (ACE), profissionais que constroem relações de confiança e transformam a saúde em algo vivo, próximo e cotidiano.

    Agentes Comunitários de Saúde: a porta de entrada do SUS

    Nas visitas domiciliares, os ACSs identificam necessidades de saúde, incentivam hábitos preventivos e orientam populações vulneráveis. São eles que percebem sinais precoces, encaminham as pessoas aos serviços de saúde e ajudam a garantir que ninguém fique sem acompanhamento.

    Cíntia Fernanda de Lima atua em Ponta Negra, Natal (RN), e explica que essa proximidade vai além dos deveres da profissão. “O contato direto com as famílias nos faz criar vínculos muito importantes, já que o usuário passa a confiar em você e na equipe, nos tratando muitas vezes como alguém da família”.

    Os anos de experiência mostraram para Cíntia como sua profissão é importante. Para ela, esse vínculo é o que permite derrubar barreiras e aproximar ainda mais a comunidade do SUS. “Ao entrar nos lares encontramos espaços de acolhimento e construímos relações sólidas com as famílias. Somos elo, chegamos na casa das pessoas e eles nos abrem as portas de suas vidas.”, relata.

    Para Cíntia, acompanhar de perto o território é o encontro entre conhecimento técnico e escuta ativa, onde nascem as mudanças reais no cotidiano das pessoas.  “É só assim que conseguimos saber onde estão as potências desta comunidade e suas fragilidades, e dessa forma realizar a promoção e prevenção a saúde adequadamente”.

    Foto: arquivo pessoal
    Foto: arquivo pessoal

    Agentes de Combate às Endemias: prevenção que salva

    Os ACEs são profissionais dedicados à vigilância ambiental, à prevenção e ao controle de doenças endêmicas, como a dengue, a zika e a chikungunya. No dia a dia, eles vistoriam imóveis, identificam possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, orientam moradores e coletam informações que ajudam no planejamento das ações de saúde.

    Em Santa Cruz Cabrália, no sul da Bahia, Rutheneia Silva Barreto percorre ruas e quintais todos os dias com um olhar atento. Como agente de combate às endemias, sua rotina combina técnica, escuta e presença constante no território.

    Em cada visita, ela conversa com os moradores e reforça cuidados simples que fazem toda a diferença no controle das doenças. “Oriento os moradores sobre como eliminar criadouros e manter os reservatórios limpos e tampados”, explica. Esse cuidado é acompanhado de retornos periódicos e contínuo das ações.

    Para Rutheneia, o sucesso do trabalho é coletivo e depende diretamente da colaboração da comunidade. Sem a participação ativa das pessoas, os esforços dos agentes teriam um alcance limitado. “A comunidade é essencial no processo, porque a responsabilidade do imóvel é do próprio morador. Faço um levantamento de imóveis e terrenos baldios, que me possibilita mapear os locais com mais incidências de focos do mosquito e onde pode haver uma infestação de arboviroses”.

    Além das visitas domiciliares, Rutheneia também participa de campanhas de saúde, ações coletivas e atividades educativas que ajudam a fortalecer a consciência social sobre a importância de manter os cuidados de forma permanente. É nesse diálogo constante com a população que seu trabalho ganha força e impacto real.

    Foto: divulgação/MS
    Foto: arquivo pessoal

    As trajetórias de Cíntia e Rutheneia mostram que os agentes de saúde não são apenas profissionais a serviço do SUS, são presenças afetivas, técnicas e transformadoras dentro das comunidades. Elas representam o cuidado onde os desafios se apresentam e as soluções são construídas coletivamente.

    De casa em casa, esses agentes fortalecem o vínculo entre população e sistema de saúde, levando informação, prevenção e esperança. São, ao mesmo tempo, o rosto, a escuta e a ação do SUS nas comunidades.

    Janaína Oliveira
    Ministério da Saúde