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  • UFPB abre seleção para 14 vagas de professor substituto

    UFPB abre seleção para 14 vagas de professor substituto

    A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) está com inscrições abertas para um novo processo seletivo que visa o preenchimento de 14 vagas para professor substituto, destinadas a candidatos com formação de nível superior.

    As oportunidades estão distribuídas entre os campi da instituição, sendo elas: Campus I João Pessoa nas áreas de Letras Clássicas, Língua Espanhola Aplicada às Negociações Internacionais, Hematologia e Hemoterapia/Internato, Pneumologia, Gestão Educacional, Microbiologia, Fisiologia, Saúde Funcional e Contexto Hospitalar, e Arquitetura de Computadores e Sistemas Operacionais.

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    Já no Campus III Bananeiras em Produção Vegetal e Ciência de Alimentos/Tecnologia de Alimentos/Engenharia de Alimentos/Engenharia Agrícola/Nutrição; Campus IV Rio Tinto em Teoria, História e Práticas do Design e Letras Língua Inglesa; e Campus IV Mamanguape em Ciências Contábeis.

    Os candidatos selecionados terão uma carga horária semanal que varia de 20 a 40 horas, com salários entre R$ 3.090,40 e R$ 4.326,60, além de possíveis acréscimos de até R$ 3.731,69 por titulação.

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    Saiba como se candidatar

    As inscrições devem ser realizadas entre os dias 2 e 11 de junho nos respectivos campi. As taxas de inscrição variam de R$ 60 a R$ 85, e pedidos de isenção podem ser feitos pessoalmente entre 28 e 29 de maio.

    O processo de seleção será composto por prova didática e prova de títulos. O contrato dos aprovados terá duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação conforme estipulado pela Lei nº 8.745/93.

    A validade do processo seletivo é de um ano, a partir da publicação do resultado no Diário Oficial da União, podendo ser prorrogado por mais um ano, conforme decisão da Administração Pública.

  • Reforma Administrativa volta à pauta e acende alerta entre servidores

    Reforma Administrativa volta à pauta e acende alerta entre servidores

    Entidades do funcionalismo têm retorno da PEC 32 e denunciam riscos à estabilidade, à qualidade do serviço público e ao modelo de Estado

    A proposta de Reforma Administrativa voltou a ganhar fôlego no Congresso Nacional e reacendeu o alerta entre os servidores públicos. A expectativa é que, nas próximas semanas, seja instalada uma comissão especial na Câmara dos Deputados para discutir o tema. A entrega mobiliza as entidades do funcionalismo, que veem na retomada das discussões o risco da volta de pontos da PEC 32/2020 — apresentada ainda no governo Bolsonaro, mas que acabou travada após forte protesto das categorias.

    Segundo os apoiadores da reforma, o objetivo da PEC é modernizar o Estado, tornando a máquina pública mais ágil e eficiente. Mas representantes de servidores e especialistas têm que, na prática, as mudanças resultam em maior precarização das relações de trabalho, enfraquecimento da estabilidade e abertura para restringir políticas em cargas técnicas.

    — O que estamos vendo é uma tentativa de retornar com uma agenda que enfraquece o serviço público, restringir direitos dos servidores e abrir espaço para privatizações — afirma João Paulo Ribeiro, dirigente nacional da Confederação dos Trabalhadores do Brasil (CTB): — A lógica de transformar tudo em mercadorias ainda está presente. Isso ameaça o SUS, a educação pública, o saneamento e até a assistência social. Não se trata apenas da carreira do servidor, mas do modelo de Estado que se quer.

     

    Estabilidade restrita?

    Entre os principais pontos de preocupação está a proposta de restrições à estabilidade para apenas algumas carreiras. Para Rudinei Marques, presidente do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), isso compromete a autonomia do servidor.

    — A estabilidade é frequentemente tratada como privilégio, mas, na verdade, é uma proteção ao servidor para que ele atue com independência, em defesa do interesse público, sem sofrer pressões políticas. Ao limitar esse direito, a PEC 32 deixa a maior parte dos servidores vulneráveis a perseguições e demissões arbitrárias.

    A proposta também prevê mudanças nas formas de contratação. A possibilidade de contratos temporários de até dez anos, sem a exigência de concurso público, preocupa especialistas.

    — Isso abre brechas para o clientelismo e o aparelhamento político. Além disso, pode gerar insegurança jurídica e sobrecarregar o Judiciário com disputas trabalhistas — avalia o advogado Alexandre Prado, especialista em Direito Administrativo.

     

    Parcerias

    Outro ponto crítico é a ampliação de parcerias com o setor privado para a execução de serviços públicos. Para os entrevistados, isso pode afetar a qualidade e a universalidade do atendimento à população.

    — A entrega de funções essenciais como saúde, educação e segurança à iniciativa privada coloca em xeque o princípio da impessoalidade e da continuidade das políticas públicas — diz Prado.

    O presidente do Fonacate também alerta para o impacto sobre a estrutura das carreiras públicas. Segundo ele, a rotatividade e a perda de memória técnica comprometem o planejamento e a execução de políticas de longo prazo.

    — Sem estabilidade e com vínculos precários, a administração pública perde qualidade e eficiência — afirma Marques.

     

    Aspectos positivos

    Apesar das críticas, há quem veja os aspectos positivos da proposta, como a valorização do desempenho do servidor. Para Alexandre Prado, avaliações bem estruturadas podem ajudar a premiar o bom servidor e incentivar a qualificação.

    — O problema é que, sem critérios objetivos e com pouca transparência, isso pode virar ferramenta de perseguição — ressalta.

     

    Falta de diálogo

    A falta de diálogo é outro ponto comum nas críticas de representantes do funcionalismo. Segundo eles, a proposta está sendo debatida sem escuta das categorias envolvidas e sem transparência sobre o conteúdo.

    — Nada é apresentado para quem executa o serviço público. O debate está sendo feito entre empresários, gestores e políticos sem acúmulo técnico sobre o tema — afirma João Paulo Ribeiro, em referência ao deputado Zé Trovão (PL-SC), cotado para presidir a comissão especial.

    João Domingos, presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), destaca que a Reforma Administrativa faz parte de um processo mais amplo, de transformação do Estado. Ele defende que esse debate não pode ser feito de forma ideológica ou apressada.

    — O Estado sem servidor público é uma utopia jurídica. É o servidor que materializa a presença do Estado na vida das pessoas. O debate precisa ser técnico e plural, com participação da sociedade civil e dos trabalhadores. A Reforma Administrativa não pode ser tratada como pauta de governo e sim de país.

     

    Mobilização entre Poderes

    A CSPB, que representa servidores das três esferas e dos três poderes, vem frequentar espaços de negociação com o governo federal e centros sindicais. A entidade defende a criação de mecanismos de valorização das carreiras e melhoria da gestão, mas com diálogo e responsabilidade social.

    Diante do avanço das articulações no Congresso, as entidades se preparam para retomar a mobilização que barrou a PEC 32 em 2021. A estratégia inclui a atuação em assembleias legislativas, câmaras municipais e junto à população.

    — Vamos repetir a mobilização à exaustão. O que está em jogo é o modelo de Estado que o Brasil quer. Nosso foco conversará diretamente com o cidadão, que depende dos serviços públicos e financeiros do Estado com seus impostos — afirma João Domingos.

    Procurado para falar sobre a reforma, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos não se manifestou.

     

    Extra

  • MP promove audiência pública em Ingá para ouvir a comunidade e reajustar TAC

    MP promove audiência pública em Ingá para ouvir a comunidade e reajustar TAC

    O Ministério Público da Paraíba promoveu, na última quinta-feira (15/05), uma audiência pública para ouvir autoridades municipais, representantes de diversos segmentos e a sociedade civil de Ingá em relação ao funcionamento da Praça Antenor Navarro, no centro da cidade. O objetivo é, a partir do que foi discutido na audiência, promover um readequação no termo de ajustamento de conduta (TAC), firmado em 2016, com novo regramento para utilização do espaço público que reflita a realidade atual do município.

    A audiência, realizada no auditório do Tribunal de Júri, foi presidida pelo 1º promotor de Justiça de Ingá, José Antônio Neves Neto, e teve a participação do prefeito de Ingá, Janderson de Oliveira Chaves; do comandante da 3ª da CIA do 8º Batalhão da Polícia Militar, capitão Iury Agostini; do pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Ingá Severino da Silva Souza; representantes da Câmara de Vereadores (presidente da Câmara, Rosa Nunes; e as vereadoras Walbenia Félix e Daniela Oliveira); dos secretários municipais de Controle Interno e da Infraestrutura, respectivamente, Herculano Belarmino Cavalcanti e Martizalem de Oliveira Silva; beneficiários dos quiosques, responsáveis por brinquedos recreativos infantis; comerciantes diretamente interessados e membros da sociedade civil.

    Na audiência, o promotor José Antônio Neves Neto promoveu o livre pronunciamento dos presentes, com espaço para críticas e sugestões, desde que mantido o respeito. Ele também esclareceu que o Ministério Público não substitui a gestão pública, mas atua como indutor de políticas públicas e do diálogo, sendo um garantidor da ordem jurídica.

    Durante a audiência, a prefeitura de Ingá apresentou dois projetos com vistas à readequação da Praça, visando atender às necessidades dos comerciantes e da comunidade, respeitando as normas urbanísticas.

    Os representantes dos diversos segmentos presentes na audiência pública ressaltaram a importância do diálogo como ferramenta fundamental para a construção de soluções que beneficiem toda a coletividade, bem como apresentaram suas respectivas reivindicações.

    Ao final, o promotor José Neto esclareceu o papel do Ministério Público na defesa dos interesses coletivos e reafirmou o compromisso de buscar soluções que respeitem os direitos fundamentais dos cidadãos. Ele destacou ainda que o Ministério Público está aberto para a população nos assuntos da coletividade, ao diálogo, e que o antigo TAC será reavaliado, conforme os anseios e necessidades apuradas na audiência. “Uma das mais importantes funções do Ministério Público é exercer o papel ombudsman, isto é, ouvidor da comunidade”, concluiu o promotor.

  • Conciliar é Legal: juiz do TJPB recebe prêmio do CNJ por projeto com indígenas

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    Juiz Kildere recebendo o prémio do CNJ

    Na tarde desta segunda-feira (19), no Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, o juiz do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), Judson Kildere Nascimento Faheina, foi um dos premiados da XV edição do Prêmio Conciliar é Legal. O magistrado foi vencedor, na modalidade Boas Práticas, categoria Juiz Individual, com o projeto ‘Integração de Conciliadores Extrajudiciais Indígenas como Voluntários – Semana Nacional da Conciliação’. 

    O Prêmio Conciliar é Legal é uma iniciativa do CNJ que promove a resolução consensual de conflitos, demonstrando o poder da conciliação e da mediação. A iniciativa do juiz Kildere, titular da Vara Única da Comarca de Rio Tinto e diretor do Fórum, capacitou, em outubro do ano passado, 46 indígenas. Eles atuam como agentes de diálogo e da conciliação extrajudicial em 32 aldeias dos municípios de Rio Tinto, Marcação e Baía da Traição.  

    O magistrado destacou que o projeto valoriza a população indígena da comarca, além de propiciar celeridade na tramitação dos processos relacionados ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc Indígena). 

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    O juiz Kildere com os caciques que atuam no projeto

    Ele pontuou, ainda, que a partir das próprias aldeias, os indígenas já podem iniciar o trabalho de conciliação, sendo concluído no Cejusc Indígena, com a homologação dos acordos que são realizados ou com o encaminhamento das demandas para o juizado especial ou para outra instância da Justiça comum estadual.

    “O prêmio chega no momento em que buscamos fazer a aproximação do Poder Judiciário das comunidades indígenas, sendo o projeto pioneiro na América Latina. É uma satisfação muito grande essa premiação, porque representa a coroação de um trabalho que iniciamos há 11 anos na Comarca e que agora atinge o seu auge, com reconhecimento em nível nacional do nosso trabalho”, exaltou o juiz Judson Kildere.

    Também participaram do projeto a servidora da Comarca de Rio Tinto, Jaílza Hortencio da Silva, a instrutora Celma Laurinda Freitas Costa, com a coautoria da professora Sirlene Faria.

    Foram a Brasília junto com o juiz Judson Kildere, acompanhar a cerimônia da premiação, Sandro Gomes Barbosa (Cacique Geral do Povo Potiguara/Pb), Elias Gerônimo de Lima (Cacique da Aldeia Tramataia,Marcação) e os advogados  Erilson Cláudio Rodrigues e Gabriel Marques dos Anjos. 

    “Nós, Potiguaras, só temos a agradecer a iniciativa da Justiça em Rio Tinto, de levar esse projeto para dentro de nossas aldeias, que está servindo para nos ajudar a conciliar e a resolver os problemas da nossa comunidade”, ressaltou o Cacique Sandro Gomes 

    Por Lila Santos com informações da Agência CNJ de Notícias

    Fotos: CNJ

     

  • Projeto ‘Gestão em Movimento’ realiza terceira etapa na Comarca de Patos, sede da 3ª Circunscrição

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    Presidente Fred Coutinho fez a abertura do evento

    A terceira etapa do projeto Gestão em Movimento foi realizada na manhã dessa segunda-feira (19), na sede da 3ª Circunscrição, no Fórum Miguel Sátyro, na Comarca de Patos. Na ocasião, o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho, reuniu-se com juízes(as) e servidores(as) no auditório do Tribunal do Júri. Na semana anterior, a iniciativa passou pelas unidades de Sousa e Cajazeiras.

    Além de Patos, a 3ª Circunscrição abrange as Comarcas de Água Branca, Coremas, Itaporanga, Piancó, Princesa Isabel, Santa Luzia, Taperoá e Teixeira. A agenda do projeto continua nesta terça-feira (20), às 9h, em Campina Grande, e segue nos dias 26, em Guarabira, e 27, em João Pessoa.

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    Magistrados e servidores da região prestigiaram o evento

    Focado no diálogo e na busca por soluções que fortaleçam o Judiciário estadual, o projeto Gestão em Movimento integra o planejamento estratégico da atual gestão. A proposta prevê visitas às seis comarcas-sede de circunscrição do Estado, com a participação da Mesa Diretora, juízes auxiliares da Presidência, diretores e gerentes de áreas estratégicas.

    De acordo com o presidente, são muitas as dificuldades, mas também há uma grande vontade de acertar e superar esses desafios. “Sabemos que temos falhas, sim, mas temos, acima de tudo, o desejo de mudar, de tornar o Judiciário cada vez mais próximo da sociedade, para que, por meio das nossas decisões, possamos fazer a verdadeira justiça em prol do cidadão”, disse.

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    O vice-presidente João Batista também falou ao presentes

    O desembargador João Batista destacou que o projeto representa mais um passo no longo percurso da gestão, sendo uma iniciativa cuidadosamente planejada e agora concretizada. “Eu estou certo que estamos caminhando por largos passos e que atingiremos durante a sua gestão do desembargador Fred Coutinho tudo que foi devidamente planejado”, comentou. 

    A diretora do Fórum de Patos, juíza Joscileide Ferreira de Lira, parabenizou a Mesa Diretora do TJPB pela iniciativa e concretização do projeto, que vem escutar servidores(as) e magistrados(as) para receber sugestões e encaminhamentos relativos às demandas locais. 

    “É importante também destacar o fato de se começar essa discussão pelo interior do Estado, ratificando o compromisso do Tribunal de Justiça com nossa região, independente da distância da Capital. A nossa certeza é de que nossas sugestões podem estar, sim, contempladas na construção dos orçamentos para os próximos anos”, afirmou a magistrada.

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    Representando os(as) servidores(as), Edcarlos Morais Ribeiro

    Representando os(as) servidores(as), Edcarlos Morais Ribeiro afirmou que a gestão tem garantido que os projetos cheguem à sua etapa final, e que já é possível perceber isso em diversos setores. “A gente enxerga isso com muito bons olhos, não só porque traz a inclusão do servidor na hora da distribuição desse orçamento, de solução das demandas. Mas também porque ele é uma via democrática de aplicação dos recursos do Tribunal de Justiça e em todos os setores”, enfatizou. 

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    A dinâmica proporcionou interatividade entre os servidores

    Durante a programação, magistrados(as) e servidores(as) participaram da dinâmica ‘Presidente por um Dia’. A atividade buscou estimular o pensamento estratégico, promover empatia em relação aos desafios enfrentados pela alta administração e contribuir para a definição de prioridades institucionais a partir da perspectiva dos próprios servidores.

    A dinâmica foi estruturada em cinco etapas: introdução e ambientação; definição da missão do grupo; apresentação dos discursos; votação e premiação do melhor discurso; e momento de reflexão. Divididos em equipes, os participantes indicaram as prioridades que adotariam se estivessem na presidência do TJPB. Em seguida, um representante de cada grupo apresentou as metas definidas.

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    Servidores dirigiram perguntas à magistrados e diretores do TJPB

    Os(as) ‘Presidentes por um Dia’ na 3ª Circunscrição foram os(as) servidores(as): Severino Neto (Patos), Rubiano Lucena (Água Branca), Rayane Mamede (Patos), Valone Dias (Teixeira) e Vitória Medeiros (Santa Luzia).

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    O diretor Bruno Oliveira destacou o compromisso da gestão

    O diretor de Governança e Gestão Estratégica, Bruno Oliveira, ressaltou o compromisso da gestão em, ao final das seis jornadas, trazer respostas para todas as unidades no menor tempo possível. “A primeira semana, graças a Deus, foi um sucesso. Sucesso no sentido de que tivemos o engajamento efetivo de servidores e magistrados das circunscrições de Sousa e Cajazeiras. E esperamos repetir esse êxito na segunda semana, começando hoje aqui em Patos e amanhã em Campina Grande. Já podemos perceber que a adesão foi maciça em Patos”, disse.

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    Juízes e diretores também falaram aos presentes

    Durante o evento, diretores do TJPB também responderam a perguntas enviadas previamente por servidores e magistrados. Os questionamentos foram reunidos pela Diretoria de Governança e Gestão Estratégica, com base nas principais demandas levantadas na 5ª Circunscrição.

    Participaram da reunião os juízes auxiliares da Presidência, Fábio Araújo e Aparecida Gadelha, e a presidente da Aemp, Nalva Coutinho. Também estiveram presentes os diretores Robson Cananéa (Especial), Izabel Nóbrega (Finanças), Fernando Antério (Administrativo), Einstein Roosevelt (Gestão de Pessoas), Eduardo Faustino (Processo Administrativo) e Daniel Melo (Tecnologia da Informação), além de gerentes das áreas envolvidas no projeto. 

    Por Marcus Vinícius

     

     

     

  • Semana do Meio Ambiente acontece em junho com ações educativas e trilha ecológica

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    O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio do Núcleo de Gestão Socioambiental (NGSA), vai realizar, no período de 2 a 5 de junho, a Semana do Meio Ambiente 2025. A programação inclui atividades de conscientização sobre resíduos e sustentabilidade, lançamento de material educativo pelo TJPB, além de uma trilha ecológica, que será realizada no dia 4 de junho no Jardim Botânico da Capital, com o objetivo de estimular uma nova percepção sobre a relação entre o ser humano e o meio ambiente. 

    As inscrições para participar da trilha seguem até o dia 29 de maio e podem ser realizadas AQUI. A atividade é gratuita e aberta a todos os servidores, sendo necessária a inscrição prévia, devido ao número limitado de vagas. 

    A iniciativa faz alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, e tem como objetivo promover a conscientização socioambiental no âmbito do Judiciário paraibano, reforçando o compromisso institucional com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

    As atividades da semana contarão com ações integradas e parcerias estratégicas com a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e a Escola Superior da Magistratura (Esma). A programação é voltada para os servidores do Tribunal e público externo, visando proporcionar uma experiência de reconexão com a natureza.

    De acordo com a professora Viviane dos Santos Sousa, que integra o Núcleo de Gestão Socioambiental, o evento busca proporcionar aos servidores do TJPB uma vivência significativa de conexão com o meio ambiente, despertando a consciência ecológica por meio de experiências práticas e reflexivas.

    “Trata-se de um momento de mobilização institucional em torno de desafios ambientais contemporâneos, promovendo práticas sustentáveis que fazem parte do cotidiano do Poder Judiciário paraibano”, explicou.

    Programação – A programação reforça o compromisso do TJPB com práticas sustentáveis e é coordenada pelo Núcleo de Gestão Socioambiental, com o apoio da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável (PLS), Esma, Diretoria de Governança, Gerência de Planejamento e Sudema.

    Na manhã do dia 2 de junho, em parceria com a Sudema, haverá a ação ‘Do Descarte à Transformação’, com atividades educativas e de conscientização sobre resíduos e sustentabilidade. O evento ocorrerá no Jardim Botânico de João Pessoa.
     

    No dia 4 de junho, será realizada a trilha ecológica. Já no dia 5, será lançado no Portal da Sustentabilidade do TJPB, a publicação de um conteúdo educativo voltado à sustentabilidade institucional.

    Trilha: integração entre saúde, bem-estar e educação ambiental

    Para estimular o contato com a natureza, promover o bem-estar e fortalecer a conscientização ambiental, no dia 4 de junho, os servidores da região metropolitana de João Pessoa poderão participar de uma atividade especial: uma trilha ecológica no Jardim Botânico da Capital.

    A programação começa com a saída do grupo às 8h, do Instituto João XXIII. Às 9h, os participantes embarcam em uma trilha ecológica leve, com duração aproximada de 40 minutos, explorando a biodiversidade e a beleza natural do Jardim Botânico.

    Às 10h, haverá uma roda de conversa conduzida por Tânia Maria de Andrade, com o tema ‘Meio Ambiente, Naturezas e Reconectividades’. O encerramento está previsto para o meio-dia (12h), com um coffee breack. 

    Caso necessário, será possível solicitar uma declaração de participação junto ao Núcleo de Gestão Socioambiental.

    Por Gabriela Parente

     

  • Conciliar é Legal: juiz do TJPB recebe prêmio do CNJ

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    Juiz Kildere recebendo o prémio do CNJ

    Na tarde desta segunda-feira (19), no Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, o juiz do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), Judson Kildere Nascimento Faheina, foi um dos premiados da XV edição do Prêmio Conciliar é Legal. O magistrado foi vencedor, na modalidade Boas Práticas, categoria Juiz Individual, com o projeto ‘Integração de Conciliadores Extrajudiciais Indígenas como Voluntários – Semana Nacional da Conciliação’. 

    O Prêmio Conciliar é Legal é uma iniciativa do CNJ que promove a resolução consensual de conflitos, demonstrando o poder da conciliação e da mediação. A iniciativa do juiz Kildere, titular da Vara Única da Comarca de Rio Tinto e diretor do Fórum, capacitou, em outubro do ano passado, 46 indígenas. Eles atuam como agentes de diálogo e da conciliação extrajudicial em 32 aldeias dos municípios de Rio Tinto, Marcação e Baía da Traição.  

    O magistrado destacou que o projeto valoriza a população indígena da comarca, além de propiciar celeridade na tramitação dos processos relacionados ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc Indígena). 

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    O juiz Kildere com os caciques que atuam no projeto

    Ele pontuou, ainda, que a partir das próprias aldeias, os indígenas já podem iniciar o trabalho de conciliação, sendo concluído no Cejusc Indígena, com a homologação dos acordos que são realizados ou com o encaminhamento das demandas para o juizado especial ou para outra instância da Justiça comum estadual.

    “O prêmio chega no momento em que buscamos fazer a aproximação do Poder Judiciário das comunidades indígenas, sendo o projeto pioneiro na América Latina. É uma satisfação muito grande essa premiação, porque representa a coroação de um trabalho que iniciamos há 11 anos na Comarca e que agora atinge o seu auge, com reconhecimento em nível nacional do nosso trabalho”, exaltou o juiz Judson Kildere.

    Também participaram do projeto a servidora da Comarca de Rio Tinto, Jaílza Hortencio da Silva, a instrutora Celma Laurinda Freitas Costa, com a coautoria da professora Sirlene Faria.

    Foram a Brasília junto com o juiz Judson Kildere, acompanhar a cerimônia da premiação, Sandro Gomes Barbosa (Cacique Geral do Povo Potiguara/Pb), Elias Gerônimo de Lima (Cacique da Aldeia Tramataia,Marcação) e os advogados  Erilson Cláudio Rodrigues e Gabriel Marques dos Anjos. 

    “Nós, Potiguaras, só temos a agradecer a iniciativa da Justiça em Rio Tinto, de levar esse projeto para dentro de nossas aldeias, que está servindo para nos ajudar a conciliar e a resolver os problemas da nossa comunidade”, ressaltou o Cacique Sandro Gomes 

    Por Lila Santos com informações da Agência CNJ de Notícias

    Fotos: CNJ

     

  • Comissão do TJPB debate fortalecimento da segurança nos fóruns do estado 

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    Des. Ricardo Vital conduziu a reunião da Comissão de Segurança

    O incremento na segurança dos prédios do Poder Judiciário estadual foi aprovado pela Comissão Permanente de Segurança do Tribunal de Justiça da Paraíba. Em reunião realizada na última sexta-feira (15), o colegiado deliberou de forma favorável à aquisição de equipamentos que vão reforçar a proteção aos fóruns do estado e às pessoas que por eles transitam.

    A Comissão de Segurança do TJPB tem como presidente o desembargador Ricardo Vital de Almeida, que conduziu a reunião. Na ocasião, os membros presentes aprovaram a aquisição de portais fixos detectores de metais para os fóruns de todas as comarcas, além catracas e leitores faciais com os respectivos suportes.

    As medidas de segurança integram o Projeto Acesso Seguro do TJPB, cujas inspeções técnicas também terão continuidade nas comarcas, em conformidade com decisão da Comissão. As próximas inspeções ocorrerão em São Bento, Catolé do Rocha, Santa Luzia e Pombal, com datas a serem definidas.

    Nas inspeções do Acesso Seguro, são promovidos treinamentos sobre procedimentos de segurança e utilização do sistema de controle de acesso às dependências do Judiciário (‘Visit’), bem como orientações técnicas aos agentes que se encarregam dessa atividade em cada unidade.

    “A atual Comissão de Segurança do TJPB vem buscando seguir a continuação do trabalho laborioso e construtor do desembargador Joás de Brito, implantando a consciência para  uma cultura ampla de segurança à magistratura paraibana, sempre irmanada à Presidência de nosso Tribunal. A aquisição de equipamentos indistintamente a todas as comarcas do Estado, o treinamento e a atualização de técnicas comportamentais, a valorização crescente da atenção a servidoras/es e juízas/juízes, entre incontáveis outras realizações é o cotidiano de nosso labor”, asseverou o desembargador Ricardo Vital.

    Além das matérias citadas, foram discutidos também outros temas atinentes à segurança das unidades judiciárias e dos magistrados/servidores.

    Também participaram da reunião as juízas Ana Christina Soares Penazzi e Andréa Arcoverde Cavalcanti Vaz; os juízes Fabrício Meira Macedo e Rodrigo Augusto Gomes Vital da Costa; o gerente de Segurança Institucional do TJPB, coronel Gilberto Moura Santos; o tenente coronel Álvaro Cavalcante Filho, coordenador do Núcleo de Inteligência do TJPB e 1º tenente Petrônio de Amorim Pereira.

    Por Gabriela Parente

     

     

     

  • Em Genebra, Brasil protagoniza apresentação de proposta para adaptar o setor saúde às mudanças climáticas

    A apresentação da proposta do Plano de Ação de Belém para a Adaptação do Setor Saúde às Mudanças Climáticas ganhou destaque na 78ª Assembleia Mundial da Saúde (AMS/OMS), que acontecerá até dia 27 de maio em Genebra, na Suíça. Liderado pelo Brasil, o evento realizado nesta segunda-feira (19) teve como objetivo avançar na integração entre as agendas de saúde e clima rumo à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que ocorrerá em Belém (PA), em novembro deste ano.

    O plano traz três linhas de ações, entre as quais destacam-se, por exemplo, o fortalecimento da preparação e dos estoques estratégicos de suprimentos, vacinas e medicamentos; e a criação de uma lista de ameaças climáticas, doenças, condições, vulnerabilidades e riscos à saúde associados às mudanças climáticas com base em evidências científicas e referências nacionais e internacionais.

    “Neste ano, o Brasil sediará a COP30, em Belém, a primeira conferência climática a ser realizada em uma cidade da Amazônia. Cabe a nós trabalhar, ao longo de 2025, para juntos construirmos sistemas de saúde resilientes, sustentáveis e equitativos”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ele acrescentou que “a inação seria uma irresponsabilidade e deixaria as populações expostas à própria sorte frente aos impactos climáticos, especialmente as mais vulneráveis”.

    Convite para mutirão global foco nas populações mais vulneráveis

    Em nome do presidente Lula, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, convidou os países a se unirem em um mutirão global pela adaptação dos sistemas de saúde, com foco nas populações mais vulneráveis e nos países em desenvolvimento.

    “Estamos nos aproximando rapidamente de um ponto de não retorno no aumento da temperatura global e na degradação ambiental, cujos efeitos já se manifestam nos episódios climáticos cada vez mais frequentes. As consequências para a saúde pública não devem ser subestimadas. Por isso, essa mobilização conjunta mostrará que o multilateralismo está mais vivo do que nunca”, destacou.

    Plano baseado em evidências científicas

    No evento, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão, apresentou os principais eixos do plano brasileiro, que incluem o fortalecimento da vigilância em saúde informada pelo clima, capacitação de profissionais, infraestrutura resiliente e promoção de políticas integradas de saúde e meio ambiente.

    “A existência de um plano de ação baseado em evidências facilita o acompanhamento e o monitoramento dos avanços e desafios enfrentados por cada país, além de contribuir para o estabelecimento de mecanismos de financiamento voltados ao setor. Trata-se de uma estratégia que amplia as opções de políticas públicas de saúde no enfrentamento às mudanças climáticas”, explicou a secretária.

    Elaborado em diálogo com sociedade civil, academia, Estados-membros da OMS e organizações internacionais, o Plano será discutido ao longo de 2025 para sua adoção formal durante a COP30, em Belém (PA). Ele, também, servirá como base para os debates da Conferência Global de Clima e Saúde, prevista para ocorrer em julho, em Brasília, como um evento preparatório para a COP30.

    União de esforços para que a saúde seja uma questão central

    Intitulado “Avançando as Discussões sobre Saúde e Clima Rumo à COP30: Um Diálogo com a Coalizão de Continuidade de Baku”, o evento organizado pelo Brasil reuniu Reino Unido, Emirados Árabes Unidos, Egito e Azerbaijão, países que presidiram as últimas Conferências das Partes e integram a Coalizão de Continuidade de Baku, aliança entre presidências passadas e futuras da COP, criada para assegurar coerência e continuidade nas ações climáticas.

    Para finalizar, Alexandre Padilha reafirmou o compromisso do Brasil com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a Aliança para Ação Transformadora em Clima e Saúde (ATACH) e a Coalizão de Continuidade das Presidências da COP. “Unamos forças rumo à COP30, trabalhando para consolidar o consenso sobre a urgente necessidade de tratar a saúde como uma questão central e a adaptação deste setor como uma prioridade na nossa agenda de implementação e ação climática”, concluiu.

    Brasil se posiciona a favor do Acordo de Pandemias

    O Brasil também apresentou, nesta segunda-feira (19), posicionamento favorável à adoção do Acordo de Pandemias. Coube à secretária Mariângela Simão a leitura do voto. O Acordo, cuja votação está prevista acontecer nesta terça-feira (20), durante a sessão plenária da 78ª Assembleia Mundial da Saúde, é uma proposta de tratado global para coordenar respostas mais equitativas e eficazes em futuras pandemias, após os aprendizados da COVID-19.

    Em dezembro de 2021, no contexto da pandemia de COVID-19, os Estados-Membros da OMS criaram o Órgão de Negociação Intergovernamental (INB) para elaborar um instrumento internacional que fortaleça a prevenção, a preparação e a resposta a pandemias. O Brasil participou ativamente de todo o processo, especialmente o embaixador Tovar da Silva Nunes, vice-presidente do INB e representante permanente em Genebra, que teve papel fundamental na construção de consensos.

    Prêmio Tabaco pelos esforços do país no controle do tabagismo

    Durante a abertura da 78ª AMS, o Brasil foi premiado pela OPAS/OMS pelos avanços do Brasil no controle da epidemia do tabagismo. O reconhecimento foi conferido aos Ministérios da Saúde e da Fazenda, com destaque para a inclusão na Reforma Tributária dos impostos saudáveis, aqueles que incidem sobre produtos não saudáveis, a exemplo do tabaco.

    Ministério da Saúde

  • ALPB concede Medalha Epitácio Pessoa ao empresário Roberto Cavalcanti de Morais

    Notícias

    Publicado em 19 de maio de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta segunda-feira (19), sessão solene para concessão da Medalha Epitácio Pessoa, a maior honraria do Poder Legislativo paraibano, ao empresário Roberto Cavalcanti de Morais. A homenagem, proposta pelo deputado Wallber Virgolino, foi aprovada por unanimidade pelo plenário da ALPB, como forma de reconhecer os relevantes serviços prestados pelo homenageado aos paraibanos.

    O deputado Wallber Virgolino ressaltou que o empresário tem uma vasta e ilibada história de prestação de serviços. Nascido em João Pessoa, Roberto Cavalcanti tem a sua trajetória de vida marcada pelo empreendedorismo e compromisso com o desenvolvimento econômico e social da Paraíba.

    “Ele sempre demonstrou uma visão empreendedora e uma capacidade singular de transformar desafios em oportunidades. Roberto iniciou sua carreira no campo, plantando cana-de-açúcar e banana, e, com ousadia e dedicação, expandiu sua atuação para o cultivo de abacaxi e mamão em terras paraibanas. Ele tem um olhar visionário e a busca constante por inovação, o que impulsionou o setor agrícola da região. A fundação e o crescimento do grupo Frutas Doce Mel são testemunhos do impacto dele na economia da Paraíba. Por isso, ele é merecedor e fico muito feliz com essa homenagem”, disse o deputado.

    Emocionado, o empresário Roberto Cavalcanti agradeceu pela homenagem e revelou que o sentimento é de orgulho e gratidão. “O sentimento não poderia ser outro a não ser o de muito orgulho e agradecimento a Deus e a todos os parlamentares que votaram pela concessão dessa comenda e, principalmente, ao deputado Wallber Virgolino que me honrou com essa medalha. A gente tenta fazer o melhor para contribuir com o desenvolvimento do Estado”, declarou o homenageado.

    Sobre o homenageado – Ao exportar frutas para diversos países, incluindo Portugal, Espanha, Itália, França, Alemanha e Argentina, e ao importar de três continentes, Roberto Cavalcanti de Morais não apenas colocou a Paraíba no mapa do comércio internacional de frutas, mas também gerou empregos, fomentou a agricultura local e promoveu a sustentabilidade no setor. Sua empresa é hoje um exemplo de sucesso e de gestão familiar, contribuindo para o fortalecimento da economia regional e para o reconhecimento da Paraíba no mercado global.

    Também participaram da solenidade o deputado Félix Araújo Filho; o promotor de Justiça, Leonardo Quintans; a presidente da Associação dos Procuradores da Paraíba (Aspas), Sanny Japiassu; o presidente da Federação de Agricultura e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, Mário Borba; o vice-presidente da Asplan, Pedro Campos Neto; e a Ouvidora da Mulher da OAB-PB, Renata Quintans.

     

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