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  • Proposta pelo fim da escala 6×1 racha Congresso; metade se diz contra

    Proposta pelo fim da escala 6×1 racha Congresso; metade se diz contra

    A proposta de emenda à Constituição (PEC) pelo fim da escala 6×1 tem dividido o Congresso, conforme levantamento do Painel do Poder, pesquisa realizada pelo Congresso em Foco com dados colhidos entre os dias 27 de março e 25 de abril de 2025. Foram ouvidos 69 parlamentares, entre deputados e senadores.

    Deputada Erika Hilton

    Deputada Erika HiltonKayo Magalhães/Câmara dos Deputados

    De autoria da deputada Erika Hilton (Psol-SP), a matéria teve concordância média de 3,11 em uma escala de 1 a 5, sendo 1 “discordo totalmente” e 5 “concordo totalmente”. A PEC, no entanto, demonstra muita polarização no Congresso, ou seja, a maioria dos parlamentares se posicionaram nos extremos.

    Polarização

    Conforme a pesquisa, 39,39% dos parlamentares entrevistados disseram discordar totalmente da proposta, enquanto 43,93% afirmaram concordar totalmente com o texto. Apenas três congressistas entrevistados não responderam ou responderam que não sabem.

    Por este motivo, o levantamento também realizou a avaliação da proposta excluindo as maiores e menores notas. Após o procedimento, ainda foi constatado um grau de concordância mediano. “Essa perspectiva também se confirma pelo fato de que a subtração das piores notas das melhores notas também resulta em um valor positivo”, diz trecho da pesquisa.

    O item divide o Congresso devido à resistência da oposição. O Painel do Poder revelou que entre parlamentares oposicionistas, o grau de concordância com a PEC da escala 6×1 foi de 1,58. Os congressistas da base entrevistados, por sua vez, registraram grau de concordância de 4,29 na escala de 1 a 5. Enquanto deputados e senadores considerados independentes obtiveram a média de 3,09.

    A pesquisa também demonstrou que houve concordância maior entre os senadores do que entre deputados. A mediana dos membros do Senado, isto é a resposta que mais apareceu, foi 5, que corresponde a “concordo totalmente”. Já na Câmara dos Deputados a maior parte das respostas foi 3, que diz “indiferente”.

    Tramitação da PEC

    Na última quarta-feira (7), a Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados instalou uma subcomissão para avaliar a proposta de emenda à Constituição (PEC) 8/25, que propõe o fim da escala de trabalho 6×1. A presidência ficará a encargo da deputada Erika Hilton, autora da proposta, e a relatoria, do deputado Luiz Gastão (PSD-CE).

    A PEC da deputada pretende acabar com a escala 6×1, aquela em que se trabalha seis dias para folgar um. O texto prevê a instituição de uma jornada semanal de 36 horas. Atualmente, o limite é de 44 horas semanais, respeitada a carga horária diária de 8 horas de trabalho.

    A maioria dos parlamentares presentes na reunião demonstrou concordância com a redução da jornada de trabalho, considerada ultrapassada e prejudicial aos trabalhadores. Contudo, reconhecem a necessidade de ajustes para atender às demandas empresariais.

    A deputada Erika Hilton, por sua vez, destacou pesquisas que indicam a aprovação de quase 70% da população brasileira à redução da jornada. Ela defendeu a construção de um consenso que atenda aos diferentes setores.

  • Ao vivo: CPI das Bets ouve Rico Melquiades, vencedor de “A Fazenda”

    Ao vivo: CPI das Bets ouve Rico Melquiades, vencedor de “A Fazenda”

    Rico Melquíades teve bens bloqueados pela Justiça de Alagoas durante operação policial

    Rico Melquíades teve bens bloqueados pela Justiça de Alagoas durante operação policialReprodução/Instagram

    A CPI das Bets ouve nesta quarta-feira (14) o influenciador digital Rico Melquiades, campeão do reality “A Fazenda 13”, da Record. Rico é um dos investigados na Operação Game Over 2, conduzida pela Polícia Civil de Alagoas, que apura o envolvimento de influenciadores na promoção irregular de jogos de azar online.

    No início do ano, a Justiça alagoana autorizou o bloqueio de mais de R$ 15 milhões em bens de 15 pessoas, incluindo influenciadores digitais, por envolvimento em atividades financeiras relacionadas a jogos de azar ilegais.

    A operação, batizada de Gamer Over 2, apurava a promoção de plataformas de apostas online não autorizadas no Brasil. Rico Melquiades e outros dois influenciadores alagoanos foram alvos de buscas e apreensões e tiveram bens bloqueados. Também foram apreendidos veículos de luxo e dinheiro em espécie. A investigação revelou que as apostas divulgadas pelos influenciadores eram, na verdade, feitas em contas de demonstração, com o objetivo de induzir os seguidores ao erro.

    Nessa terça-feira (13), a CPI ouviu a influenciadora digital Virgínia Fonseca, que, durante quatro horas de depoimento, negou receber comissão em troca de prejuízo de apostadores.

  • Rico Melquiades à CPI das Bets: “Recebi como qualquer outra publi”

    Rico Melquiades à CPI das Bets: “Recebi como qualquer outra publi”

    O influenciador digital Rico Melquiades negou, nesta quarta-feira (14), envolvimento com atividades ilegais de apostas. Em depoimento à CPI das Bets, no Senado, o vencedor do reality A Fazenda, da Record, afirmou que sua relação com as empresas se restringiu a campanhas publicitárias.

    Rico Melquíades depõe à CPI das Bets

    Rico Melquíades depõe à CPI das BetsReprodução/Youtube

    “Minha relação foi só como influenciador. Fiz campanhas publicitárias contratadas, como qualquer outra publi. E tudo foi documentado de forma legal, dentro do que era permitido na época”, declarou. “Nunca tive envolvimento direto com as empresas, nunca participei de nada ilegal, nem fui além da minha função de divulgar, como influenciador digital”, acrescentou.

    Assista à fala inicial de Rico na CPI das Bets:

    No início de sua fala, Rico afirmou que responderia a todos os questionamentos dos senadores, exceto aqueles relacionados ao processo que tramita na 17ª Vara Criminal da Justiça de Alagoas, derivado da Operação Game Over 2, da Polícia Civil do estado. Segundo ele, toda a investigação corre sob segredo de Justiça. “Isso não tem nada a ver com falta de vontade de colaborar ou com a intenção de esconder informações desta comissão. É uma questão legal”, alegou. “Responderei tudo que não esteja sendo tratado no processo judicial que tramita em segredo de Justiça”, reforçou.

    Ele conseguiu no Supremo Tribunal Federal uma liminar para não responder a perguntas que possam incriminá-lo.

    Rico é um dos investigados na Operação Game Over 2, que apura o envolvimento de influenciadores na promoção irregular de jogos de azar online. No início do ano, a Justiça alagoana autorizou o bloqueio de mais de R$ 15 milhões em bens de 15 pessoas, incluindo influenciadores digitais, por envolvimento em atividades financeiras relacionadas a jogos de azar ilegais.

    A operação investigava a promoção de plataformas de apostas online não autorizadas no Brasil. Rico Melquiades e outros dois influenciadores alagoanos foram alvos de mandados de busca e apreensão. Também foram apreendidos veículos de luxo e dinheiro em espécie. A investigação revelou que as apostas divulgadas pelos influenciadores eram, na verdade, realizadas em contas de demonstração, com o objetivo de induzir os seguidores ao erro.

    Nessa terça-feira (13), a CPI ouviu a influenciadora digital Virgínia Fonseca, que, durante quatro horas de depoimento, negou ter recebido comissão em troca do prejuízo de apostadores.

  • Bolsonaro diz que discutiu estado de sítio porque TSE “fechou a porta”

    Bolsonaro diz que discutiu estado de sítio porque TSE “fechou a porta”

    O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (14) que começou a discussão sobre estado de sítio com comandantes militares por causa de decisões desfavoráveis do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo Bolsonaro, uma multa imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao PL, partido do ex-presidente, mostrou que a corte eleitoral “fechou a porta”.

    A declaração foi feita em entrevista aos jornalistas Carla Araújo e Josias de Sousa ao portal Uol. O ex-presidente sustenta que não poderia entrar com recurso contra a multa, ou correria o risco de receber uma penalidade maior.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro sustenta que discussão sobre estado de sítio veio porque o TSE o deixou sem opções.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro sustenta que discussão sobre estado de sítio veio porque o TSE o deixou sem opções.Gabriela Biló/Folhapress

    “Não podia recorrer da decisão do Alexandre de Moraes da multa de R$ 22 milhões”, afirmou Bolsonaro. “Eu não tinha mais alternativa”.

    Na época, Moraes havia aplicado a multa de R$ 22,9 milhões à coligação de Bolsonaro nas eleições após o PL entrar com um recurso contra o resultado das eleições de 2022, quando Bolsonaro foi derrotado pelo atual presidente Lula. O ministro, que também era presidente do TSE, considerou que o partido incorreu em litigância de má fé.

    Segundo Bolsonaro, o risco de uma nova multa o impedia de recorrer novamente à corte e, por isso, ele começou a discutir outras opções “dentro das quatro linhas da Constituição”, onde, segundo ele, se inclui a possibilidade de estado de sítio e de estado de defesa.

    Bolsonaro diz ainda que a conversa foi com os comandantes militares porque ele próprio também é militar, e pessoas ligadas às Forças Armadas que são do seu “círculo de amizade”.

    O ex-presidente, hoje, é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por supostamente liderar um esquema de tentativa de golpe de Estado que o mantivesse no poder após perder as eleições. O relatório da Procuradoria-Geral da República (PGR) indica que Bolsonaro teria mostrado aos comandantes das Forças Armadas um documento, a chamada “minuta do golpe”, com os instrumentos que possibilitariam o golpe. Bolsonaro nega.

  • CPI das Bets: Rico se cala após pergunta sobre confissão de crimes

    CPI das Bets: Rico se cala após pergunta sobre confissão de crimes

    O senador Izalci Lucas (PL-DF) confrontou o influenciador digital Rico Melquiades durante depoimento à CPI das Bets, no Senado. Izalci questionou o vencedor do reality “A Fazenda”, da Record, sobre uma confissão assinada por ele para encerrar o processo judicial que responde na Justiça de Alagoas, no âmbito da Operação Game Over 2, que apura o envolvimento de influenciadores com jogos de azar.

    Assista ao trecho:

    O presidente da CPI, senador Hiran Gonçalves, e o depoente, Rico Melquíades

    O presidente da CPI, senador Hiran Gonçalves, e o depoente, Rico MelquíadesReprodução/Youtube

    “Eu me reservo no direito de ficar calado”, respondeu Rico, ao invocar a prerrogativa assegurada pelo Supremo Tribunal Federal de não responder a perguntas que possam incriminá-lo.

    “Em abril de 2025, o senhor confessou formalmente sua participação nos crimes de associação criminosa e falsidade ideológica no contexto da promoção do jogo do tigrinho. Essa confissão resultou na homologação de um acordo de não persecução penal. Esse acordo foi firmado com o Ministério Público de Alagoas e incluiu o pagamento de uma multa de R$ 1 milhão”, afirmou o senador.

    “Pelo que tenho aqui, essa confissão formal é um documento público, parte de um acordo judicial homologado. Portanto, é público. O senhor poderia detalhar a esta comissão as circunstâncias e os atos específicos que o levaram a confessar esses crimes tipificados no artigo 288, no âmbito da promoção do jogo do tigrinho?”, indagou Izalci.

    Em resposta, Rico Melquiades afirmou que realiza campanhas de jogos porque o Congresso Nacional aprovou legislação que autoriza esse tipo de publicidade. “Se eu divulgo hoje, é porque o Congresso aprovou. Esse pensamento devia vir de vocês também. Estou fazendo meu trabalho. Não obrigo ninguém a jogar. Deixo muito claro que, se você tem problema com vício, não entre na plataforma. Sempre digo que é um jogo. E desde que o mundo é mundo, num jogo, ou você ganha ou você perde”, disse.

    O influenciador, que soma mais de 10 milhões de seguidores nas redes sociais, afirmou ainda que joga para aliviar a ansiedade. “É diversão e entretenimento. Eu jogo pra mim mesmo”, explicou.

    O presidente da CPI, Hiran Gonçalves (PP-RR), afirmou que o acordo de não persecução penal firmado por Melquiades “vazou” e não é de domínio público. “Não foi esta comissão que vazou”, rebateu Izalci. A relatora da CPI, senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), também questionou o influenciador sobre a eventual confissão de culpa. Mais uma vez, ele se recusou a responder.

  • Bolsonaro evita pergunta sobre 2026: “Não posso bater martelo”

    Bolsonaro evita pergunta sobre 2026: “Não posso bater martelo”

    O ex-presidente Jair Bolsonaro evitou uma pergunta sobre quem poderia apoiar nas eleições presidenciais de 2026 e admitiu que, se sinalizasse apoio a algum nome, ele próprio se desvalorizaria. “Essa hipótese, se existir, é até bom que não seja revelada”, afirmou.

    Bolsonaro com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, nome cotado para concorrer em 2026.

    Bolsonaro com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, nome cotado para concorrer em 2026.Danilo Verpa/Folhapress

    A declaração foi feita em conversa com os jornalistas Carla Araújo e Josias de Sousa nesta quarta-feira (14), do portal Uol. Na conversa, o presidente foi questionado sobre um possível apoio ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e sobre a possibilidade de lançar algum familiar na eleição.

    O ex-presidente não respondeu diretamente, mas também não descartou nenhum dos cenários. Sobre Tarcísio, disse que, no momento, o governador tem dito em buscar a reeleição para o cargo que já tem. Questionado sobre a chance de que lançar a sua esposa Michelle Bolsonaro como candidata, disse que ela “é uma mulher, fala bem, é evangélica” e tem carinho dos eleitores. “Pode ser candidata? Não sei”, completou.

    Questionado sobre qual estratégia adotará, respondeu: “Você não vai tirar essa informação de mim”. Mais adiante, comentou: “Tem muito tempo até lá. Eu não posso bater o martelo agora. […] Certas coisas, se você externar, eu vou deixar de ser uma pessoa procurada, [porque] já está definido”.

  • Damares diz que advogado de Virgínia errou em deixá-la tão à vontade

    Damares diz que advogado de Virgínia errou em deixá-la tão à vontade

    A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou nesta quarta-feira (14), durante audiência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Bets, que o advogado da influenciadora Virgínia Fonseca “errou” em deixá-la à vontade na sessão de terça-feira (13). Nesta sessão, o colegiado ouve o influenciador Rico Melquiades, vencedor do reality show A Fazenda.

    A parlamentar iniciou a declaração parabenizando a relatora Soraya Thronicke (Podemos-MS) e o presidente da CPI, Dr. Hiran (PP-RR), pela condução dos trabalhos no dia anterior. Ela também ressaltou que, mesmo sem perceber, Virgínia trouxe informações valiosas sobre o impacto dos influenciadores na popularização de sites de apostas online.

    “Presidente, relatora. Apesar de tudo que aconteceu ontem, parabéns pela audiência. Porque muitas perguntas foram respondidas. A Virgínia não tem noção de que trouxe informações muito preciosas”, disse a senadora.

    Damares complementou que “só quem está na parte técnica, quem está investigando, sabe que têm informações preciosas”. A senadora também considerou que a abordagem do advogado da influenciadora foi equivocada. “O advogado dela errou em deixá-la tão à vontade ontem. Mas a gente encontrou ali elementos”.

    Outro ponto que a senadora destacou foi a capitalização de Virgínia em cima da audiência. Damares disse que a influenciadora vai vender copos e moletons, destacando que tudo foi “muito pensado”. Virgínia Fonseca foi ao Senado vestindo um moletom com o rosto da filha Maria Flor e confundiu microfone da tribuna com o canudo de sua garrafa. O momento rendeu memes nas redes sociais.

  • Rico Melquiades nega uso de contas demo para divulgação

    Rico Melquiades nega uso de contas demo para divulgação

    O influenciador Rico Melquiades negou, nesta quarta-feira (14), que utilize contas manipuladas – conhecidas como demo – para mostrar ganhos em casas de apostas.

    Ao ser questionado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF) durante a CPI das Bets, Rico Melquiades explicou que as contas são reais e fornecidas pela plataforma de apostas com login e senha, para que os influenciadores possam divulgar.

    O senador questionou a autenticidade das plataformas. “Quando é apresentado pelos influenciadores, ele aperta lá o joguinho e ganha na hora”.

    O presidente da CPI, Dr. Hiran (PP-RR), finalizou questionando se havia qualquer alteração no algoritmo da plataforma. “Se você for fazer uma demonstração numa conta normal, você não vai ganhar com a frequência que ganha na conta demo, não é?”, perguntou o senador.

    O influenciador respondeu dizendo que não pode falar sobre algo que nunca fez e que a conta utilizada por ele para publicidade não era alterada. “Eu não sei como funciona a conta demo. Eu posso falar o que eu divulgava, que eu perdia e ganhava também”, afirmou Rico.

    Veja o vídeo:

  • “Quem aprovou foram vocês”, diz Rico sobre divulgação de jogos

    “Quem aprovou foram vocês”, diz Rico sobre divulgação de jogos

    Ao ser questionado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF) sobre o impacto social da divulgação de casas de apostas, o influenciador Rico Melquiades afirmou que se hoje divulga foi porque o Congresso aprovou.

    Izalci afirmou que Rico incentiva as classes populares a jogar e questionou a consciência do influenciador quanto ao efeito negativo que as apostas causam nas finanças de pessoas de classes populares. “Houve alguma preocupação de sua parte ou da equipe?”, perguntou o senador.

    Rico afirmou que se é autorizado a divulgar é porque o Congresso aprovou e rebateu a pergunta dizendo que a preocupação também deveria vir da Comissão. “Eu tô fazendo meu trabalho, não obrigo ninguém a jogar e deixo claro que se tiver problemas com vício, para não entrar na plataforma”, completou.

    O senador ressaltou o prejuízo de milhares de beneficiários do Bolsa Família, que utilizam o valor para apostar. “Deixam de comer para jogar. Foram mais de 3 milhões e 500 mil pessoas fazendo isso. Nós temos hoje mais de 1 milhão e 300 mil pessoas endividadas, suicidando. Essa análise não foi feita, obviamente”, finalizou o parlamentar.

    Rico contestou afirmando que do mesmo jeito que pessoas se endividam para jogar, também se endividam para beber. “Tem vícios de várias formas. As pessoas podem pegar o dinheiro todinho do Bolsa Família e gastar em cachaça”, afirmou o influenciador.

    Veja o vídeo:

  • CPI das Bets: Soraya pede e Rico Melquiades joga no tigrinho

    CPI das Bets: Soraya pede e Rico Melquiades joga no tigrinho

    Durante o depoimento do influenciador Rico Melquiades para a CPI das Bets, a relatora, senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), pediu ao depoente que exibisse aos parlamentares uma partida do jogo de aposta conhecido como “jogo do tigrinho”, um dos mais populares entre usuários. Melquiades resistiu no primeiro momento, mas acabou cedendo.

    Melquiades perdeu as primeiras partidas, até ganhar em uma aposta e receber R$ 125,00. Com o resultado alcançado, encerrou o jogo. A senadora pediu que retomasse, mas o influenciador manteve a recusa.

    Veja o vídeo:

    Vencedor da 13ª edição do reality show “A Fazenda”, Rico é um dos investigados na Operação Game Over 2, conduzida pela Polícia Civil de Alagoas, que apura o envolvimento de influenciadores na promoção irregular de jogos de azar online. Ele foi convocado pela CPI das Bets no esforço do colegiado para apurar o impacto da atuação de influenciadores digitais na propagação de jogos de azar.