Categoria: CONCURSOS

  • Pesquisa aponta crescimento na busca de emprego na internet. Veja vantagens!

    Muita gente já saiu de casa com um envelope cheio de currículo para uma saga sem fim: entregá-lo na maior quantidade de empresas possíveis. No entanto, esse cenário tem mudado e a busca de emprego na internet tem crescido de forma considerável.

    Uma Pesquisa dos Profissionais Brasileiros de 2019 realizada pela Catho indica que, atualmente, a busca de empregos através de plataformas digitai tem sido o método mais utilizado atualmente. Esse número é de quase 80% dos interessados.

    A empresa entrevistou mais de 6,2 mil pessoas e constatou que 78% procuram empregos em site de vagas e não mais pelo método tradicional. A internet trouxe uma proximidade entre as empresas e os concorrentes

    “A tecnologia é capaz de ‘aprender’ interesses de candidatos e recrutadores a partir de suas ações, buscas na internet, comportamentos e dados informados, ambas ferramentas facilitadoras para a contratação. A Catho é pioneira quando o assunto é busca por emprego na internet, utilizando em favor do profissional cada recurso tecnológico, seja via desktop ou mobile, O último, tem ganhado mais força ao longo dos últimos anos, promovendo uma busca na palma de mão: fácil, ágil e personalizada”, ponderou gerente sênior da Catho, Tábitha Laurino.

    (Foto: Pixabay)
    Busca de empregos na internet cresce e ajuda a otimizar o tempo
    (Foto: Pixabay)

     

    Busca de emprego na internet diminui o custo financeiro

    A busca de emprego na internet traz muitas vantagens para os candidatos às vagas. Uma delas é a economia financeira, que é comprovada com o tamanho do gasto que era feito anteriormente no modo mais tradicional.

    De acordo com a Catho, as pessoas que buscam empregos indo até as empresas gastam, em média, cerca de R$300 por mês. O cálculo realizado pela empresa leva em conta vários fatores, como:

    • Transporte;
    • Alimentação;
    • Impressão de currículos;
    • Internet móvel

    Dessa forma, o uso da internet e das plataformas digitais para a busca de empregos é fundamental e auxilia também a economizar, principalmente para quem está desempregado e precisando de uma renda extra, qualquer valor faz diferença.

    Internet traz retorno mais rápido e otimização de tempo

    Não é segredo para ninguém que a internet encurtou a distância entre as pessoas e trouxe mais rapidez em diversos fatores, principalmente na comunicação. Isso afetou entretenimento, compras online, estudos e, também, a busca por emprego.

    Um dos maiores traumas e medos dos candidatos que entregavam seus currículos presencialmente era a falta de retorno, sem saber, muita das vezes, o que houve de errado. Com a internet, essa resposta pode ser feita muito mais rápida e com um acompanhamento virtual das etapas do processo seletivo.

    Houve a otimização de tempo e recurso. Além disso, a agilidade, também, no ato da admissão, pois a entrega da documentação pode ser antecipada e feita apenas para comprovar as informações já preenchidas em uma ficha preliminar.

    O âmbito digital, segundo a Catho, trouxe mais habilidade e otimizou o processo. A busca de emprego na internet deve crescer ainda mais, pois a efetividade tem sido uma garantia perceptível por recrutadores e concorrentes. Foi constatado que 53% já conseguiram agendamento por meio de site de empregos.

    “Trabalhando palavras-chave específicas da área de atuação e, muitas das vezes presentes na descrição de vaga, aumentam-se as chances do “match” acontecer. Ao final, todos ganham, pois com menos tempo perdido e currículos mais aderentes às vagas, a chance de encontrar o candidato e o emprego ideal, são muito maiores”, pontuou Laurino.

  • Itáu Unibanco tem 124 vagas de emprego abertas em várias cidades

    O Itaú Unibanco está com 124 vagas de trabalho abertas para diferentes áreas de atuação. As oportunidades são para diversas cidades do país e estão disponibilizadas na página de serviços do Itaú, no site Vagas.com.

    O maior número de vagas é para a cidade de São Paulo, que contabiliza 53 oportunidades. Logo depois, vem o Rio de Janeiro (seis), Belo Horizonte (três), Bauru-SP (duas), Brasília-DF (duas), Curitiba-PR (duas), Magé-RJ (duas) e Petrópolis-RJ (duas).

    Há, ainda, empregos nas cidades de São Pedro-SP, Varinha-MG, Arapiraca-AL, Campinas-SP, Cascavel-PR, Cuiabá-MT, Duque de Caxias-RJ, Feira de Santana-BA, entre outras.

    Lacta oferece mais de 4 mil vagas de emprego para Páscoa

    As chances são para os níveis de trainee, sênior, pleno, auxiliar/operacional, estágio, supervisão/coordenação, gerência e técnico. Além disso, há 15 vagas exclusivas para candidatos portadores de deficiência

    Destacam-se as oportunidades para agente comercial, consultor comercial de seguros, analista de engenharia TI Júnior, assistente administrativo, executivo NCC4, gerente de relacionamento Itaú Uniclass e outras. 

    ♦ Confira todas as oportunidades ofertadas pelo Itaú Unibanco ♦

    Banco Itaú
    Itaú Unibanco oferta 124 vagas de trabalho em vários níveis
    (Foto: Divulgação)

     

    Itaú Unibanco também oferece oportunidade para jovem aprendiz

    Para quem está concluindo ou tem o nível médio completo ou para aqueles que estejam cursando o ensino superior, o destaque é para o cargo de jovem aprendiz. As oportunidades do Programa Jovem Aprendiz do Itaú possibilita a atuação tanto na rede de agências como na administração central. 

    Na rede de agências, o aprendiz atua no hall ou próximo aos caixas eletrônicos, interagindo com o cliente para indicar o canal mais adequado à sua solicitação. 

    Já na administração central, o jovem atua dando suporte às atividades administrativas das mais diversas áreas do banco. 

    Em parceria com o Senai, Energisa oferta vagas para jovem aprendiz

    77% dos microempreendedores nunca fizeram capacitação em finanças

    O Itaú Unibanco não informou a remuneração oferecida para os cargos. No entanto, sabe-se que além do salário, os profissionais receberão os seguintes benefícios: 

    • Assistência médica;
    • Assistência odontológica;
    • Auxílio-academia;
    • Auxílio-creche;
    • Convênio com empresas parceiras;
    • Seguro de vida;
    • Vale-transporte;
    • Vale-refeição;
    • Vale-alimentação; e
    • Previdência privada.

    Para se candidatar a qualquer um dos empregos ofertados é necessário cadastrar o currículo com informações pessoais e experiência profissional no site Vagas.com. Havendo compatibilidade entre o perfil do candidato e a vaga, é feito o encaminhamento para a entrevista e demais etapas do processo seletivo.

    Pizzaria Domino’s tem vagas de emprego no Rio, São Paulo e Minas

    A pizzaria Domino’s está com vagas abertas para três Estados: Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Ao todo, são 25 oportunidades para diversos cargos em níveis médio e superior. 

    As chances são para atendente de loja, gerente de loja, analista de performance, entregador ciclista e gerente trainee. 

    Além das vagas abertas, a pizzaria também aceita currículos no banco de talentos. Os interessados podem se candidatar para as oportunidades futuras nas seguintes modalidades: 

    • Escritórios;
    • Jovem aprendiz;
    • Fábricas; e
    • Lojas. 

    Saiba mais sobre as vagas abertas na Pizzaria Domino’s

  • ‘Essa cadeira é minha’: movimento busca equidade de gênero no trabalho

    No último domingo, 8, foi celebrado o Dia Internacional da Mulher – a data marca a luta pela igualdade de gênero. No mercado de trabalho, mesmo desempenhando as mesmas funções, mulheres recebem 20,5% a menos do que homens, segundo o IBGE.

    Se esse recorte for feito por raça, a desigualdade é ainda maior. Ainda de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mulheres negras recebem menos da metade do salário de homens brancos (44%).

    E mesmo sendo maioria da população, no Brasil, apenas 26% dos cargos de alta liderança são ocupados por mulheres. Para acender o debate sobre a equidade de gênero, a Catho, site de classificados de empregos, lançou o movimento ‘Essa Cadeira É Minha‘.

    A ação se posiciona em favor das mulheres e busca promover o diálogo em relação ao assunto. Segundo pesquisa realizada pela Catho, mesmo com mais qualificação profissional, não há equidade salarial em nenhum grau de formação.

    + Sebrae lança projeto para fomentar empreendedorismo feminino

    Os dados levantados pela Catho mostram que mulheres ganham menos que homens em todos os níveis de escolaridade. Profissionais com pós-graduação ou especializações, por exemplo, chegam a ganhar 49% a menos em relação aos homens.

    A pesquisa ainda revela que as mulheres possuem maior grau de escolaridade, como no mestrado e doutorado, por exemplo, e mesmo assim profissionais do gênero masculino com as mesmas habilidades técnicas chegam a ganhar cerca de 40% a mais.

    “A formação profissional é um dos principais fatores para o desenvolvimento na carreira e, consequentemente, na promoção de melhores salários e demais benefícios. No entanto, os dados apontam o contrário, ou seja, apenas formação, qualificação e experiência profissional ainda são insuficientes para igualá-las”, afirma Tábitha Laurino, gerente sênior da Catho.

    Legenda’Essa cadeira é minha’: movimento visa promover equidade de gênero no trabalho
    (Foto: Pixabay)

     

    Representatividade nos cargos de gestão é baixa

    Segundo dados do Great Place to Work (GPTW) de 2019, apesar das mulheres serem maioria no mercado de trabalho (cerca de 56%), em cargos de alta gestão, essas profissionais são minoria.

    De acordo com o levantamento, 45% estão nas médias lideranças (gerente/coordenadora), 26% na alta liderança (diretora, gerente sênior) e apenas 16,4% nas cadeiras de presidência/CEO.

    “Por meio de uma breve análise, observamos que a discrepância não diminuiu em relação ao ano passado, muito pelo contrário, ela aumentou cerca de 4%. Isso significa que ainda que, insistentemente, seja falado sobre a falta de equidade salarial, ainda estamos distante do ideal”, avalia a gerente da Catho. 

    A falta de equidade de gênero no mercado de trabalho pode ser observada nos dados apresentados. Há escassez de representação feminina nos grandes cargos de uma empresa, além da diferença salarial. 

    “De modo geral, os dados refletem a urgência das empresas em proporcionarem equiparação entre homens e mulheres. Quando uma mulher cresce profissionalmente, todos crescem”, acrescenta.

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    Sem poder de negociação salarial

    Segundo a Pesquisa dos Profissionais Brasileiros da Catho, em 2019, 89% das mulheres aceitaram a primeira proposta oferecida por uma empresa, enquanto entre os homens, esse valor é de 75%.

    O levantamento também mostra que o poder de negociação não é tão igual assim: 25% dos homens negociam a remuneração salarial antes de aceitar uma proposta de emprego, entre as mulheres esse valor é de 11%.

    “Há uma série de pressões externas que desencorajam as mulheres a pedirem o que desejam no momento de negociação. Muitas das vezes, elas não identificam que podem, sim, pedir um aumento salarial ou benefício. A negociação deve ser vista como uma ferramenta que está também ao alcance das mulheres”, ressalta a gerente.

  • Seu novo emprego pode estar nas redes sociais. Saiba porquê!

    As redes sociais são o principal destino dos brasileiros quando estão navegando na internet. Cada pessoa gasta, em média, 1 hora e 22 minutos em sites e aplicativos, como Facebook, WhatsApp e Twitter, por exemplo.

    Entre os mais jovens, o Instagram está entre os principais destinos. Segundo dados do Social Media Week, a rede social é usada por 88% da geração Z, composta por pessoas com idade entre 18 e 24 anos.

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    Entretanto, o uso das redes sociais vai para além do entretenimento. Muitas pessoas já utilizam esses canais de comunicação como ferramentas de negócios, devido à popularidade desses canais,  para divulgar trabalhos, fazer ações de marketing e até se comunicar com clientes.

    Algumas empresas também já perceberam o potencial das redes sociais para divulgação de vagas e atração de talentos. Grupos de Facebook e WhatsApp abrem espaço para a divulgação de oportunidades, o que, muitas vezes, acaba sendo mais efetivo do que os métodos tradicionais.

    E para quem procura emprego também não é diferente, pois as pessoas perceberam que essas ferramentas podem ser o caminho para o novo emprego. Como é o caso da estudante de jornalismo Melissa Carvalho, 26 anos, que está na busca por emprego. 

    “Eu particularmente uso mais os grupos de Facebook para vagas de estágio ou vagas comuns mesmo, fora da área que estudo. Vou olhando, das mais antigas, de 1 ou 2 meses atrás, até as mais recentes “, conta.

    Além do Facebook, ela diz que também olha vagas no Twitter, “que sempre tem uns perfis mais ‘famosinhos’ que postam [as vagas], e, conforme tem os compartilhamentos, eu vou procurando”.

    Redes sociais podem ajudar a conquistar um novo emprego
    (Foto: Pixabay)

     

     

    Rede social profissional

    O LinkedIn ainda é a principal rede social para busca de vagas, pois tem como finalidade os relacionamentos profissionais. No Brasil, a plataforma reúne mais de 45 milhões de profissionais cadastrados, o que faz dela um dos principais canais para o tão sonhado networking eficiente.

    A estudante fala que utiliza o LinkedIn também em sua procura por vagas: “Eu curto e sigo os veículos de comunicação e os jornalistas também – que publicam, quando tem algum processo seletivo”.

    Na plataforma, uma empresa que quer atrair os melhores candidatos precisam publicar rotinas e conquistas da organização, perfis de colaboradores e opinião dos líderes para facilitar a contratação de pessoas que tenham cultura similar com a organização.

    Para o candidato, o LinkedIn atua como um currículo online, portanto é importante mantê-lo sempre atualizado, divulgar conquistas e se aproximar das empresas que deseja trabalhar.

    Como se manter atraente para o mercado de trabalho década após década

    Outras redes também funcionam

    As outras redes não só ajudam na busca por emprego, como têm investido no mesmo objetivo. O Facebook, por exemplo, criou uma funcionalidade destinada à divulgação de vagas. Nela, os candidatos se inscrevem facilmente e as empresas conseguem realizar avaliações e agendar entrevistas pela própria rede.

    Além disso, com o uso dos grupos é possível se conectar com interesses em comum para também fazer o tal do networking. Melissa conta que as pessoas se unem na rede e por isso prefere buscar emprego por lá.

    “Eles vão se ajudando, quando a gente pergunta sobre alguma vagas, eles vão disponibilizando e-mail ou telefone para entrar em contato. Uma rede grande que acaba também ajudando a gente”, explica Melissa. 

    Desemprego cai, mas ainda atinge 11,9 milhões de pessoas

    As redes sociais ampliam as oportunidades, uma vez que, a maioria desses canais são gratuitos e qualquer pessoa com acesso à internet consegue participar. E foi através delas que Jorge Barbosa, 23 anos, conseguiu um estágio profissional.

    Jorge afirma que procurava estágio pelas redes sociais entrando em grupos segmentados. Para o estudante, a internet ajuda não só na busca pelas vagas, mas para se preparar quando é convocado para alguma entrevista.

    “Quando sou chamado para alguma entrevista, procuro nas redes sociais da empresa o nome da companhia e faço uma pesquisa para saber sobre os perfis dos funcionários da empresa”, afirma.

    Por fim, vale ressaltar que o uso das redes também é vantajoso para as empresas, pois acabam tendo a possibilidade de atingir um alto número de pessoas, otimizando o trabalho operacional da captação de candidatos.

  • Mais de 43% das mulheres sofrem assédio moral nas empresas

    Ser mulher no mercado de trabalho é uma tarefa desafiadora e inclui driblar comentários sexistas como: “Tá de TPM?”, “Quer chorar?”, “Você tá sensível hoje!”, “Um filho vai atrapalhar seu crescimento profissional”. 

    Pesquisa realizada pela Catho com mais de 7 mil respondentes, mapeou a frequência com que as frases são escutadas nas organizações.

    Segundo Tábitha Laurino, gerente sênior da Catho, o levantamento reforça a presença de alguns estereótipos dados às mulheres. De acordo com a profissional, “a reprodução contínua dessas frases deslegitimam as diversas potencialidades da mulher”.

    “Em muitos casos, profissionais em cargos de gestão, por exemplo, quando se posicionam com firmeza ou são enfáticas no exercer de suas funções, precisam administrar esses comentários. É como se ser ‘firme’ soasse como ‘estresse’, logo, associado à TPM. Por outro lado, um homem com o mesmo posicionamento é visto como ‘obstinado’ ou ‘líder’”, explica.

     

    ‘Essa cadeira é minha’: Movimento busca equidade de gênero no mercado de trabalho

    Obstáculos durante o processo seletivo

    Para as mulheres, os obstáculos começam bem antes, ainda durante o processo seletivo. Ao serem entrevistadas, 39% afirmam que são impactadas com alguns questionamentos, como “com quem deixa os filhos enquanto trabalha”. Entre os homens esse número é de 18%.

    “A grande dificuldade enfrentada pelo mercado de trabalho atual é compreender que ser mãe permite que uma mulher continue sendo uma excelente profissional. Logo, esse não deveria ser um critério de avaliação durante um processo seletivo ou uma entrevista de emprego”, pondera Laurino.

     

    Mulheres sofrem discriminação no mercado de trabalho
    Mulheres sofrem discriminação no mercado de trabalho
    (Foto: Pixbay)

     

    Entenda o que é assédio moral

    A partir do ingresso da mulher no mercado de trabalho, vários aspectos da discriminação pela questão de gênero têm se manifestado. Dois exemplos da discriminação e da violência, no ambiente de trabalho são o assédio moral e sexual, infelizmente recorrentes, no Brasil e no mundo, ambos com implicações psicológicas, sociais e laborais profundas, sendo as mulheres as principais vítimas destes tipos de violência. 

    Segundo dados da Central de Atendimento à Mulher, da Secretaria de Políticas para Mulheres, dos 3.478 relatos de violência sexual registrados em 2015, 6,24% aconteceram no ambiente de trabalho. Para estes casos, a Lei Nº 10.224 de 15 de maio de 2001 incorporou ao Código Penal que:

    “Constranger alguém no intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual prevalecendo-se o agente da sua condição se superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício, emprego, cargo ou função, a pena prevista é de detenção de 1 a 2 anos.”  

    As mulheres são as principais vítimas dos dois tipos de violência, sendo que muitas vezes uma precede a outra. Não raro, os dois tipos acontecem simultaneamente, sendo que, ameaças com demissão por não cederem às investidas sexuais, são bastante frequentes.

    Desigualdades impactam na saúde da mulher no ambiente de trabalho

    Nem sempre os atos de assédio moral são claros, mas há pontos em comum no perfil do assediador, entre eles o recorrente recurso à ameaça com demissão ou perda do emprego, desmoralização em público, pedir a repetição da mesma atividade com o objetivo de desestabilizar emocionalmente a subordinada, sobrecarga de tarefas sem a devida orientação de como realizá-las, dentre outros.

    Segundo o site Guia Trabalhista, com as mulheres, os controles são diversificados e visam intimidar, submeter, proibir a fala, interditar a fisiologia, controlando tempo e frequência de permanência nos banheiros. 

  • 1º trimestre de 2020 registra mais trabalhadores por conta própria

    O número de trabalhadores por conta própria chegou a 24,6 milhões de pessoas e ficou estável em relação ao trimestre móvel anterior. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta foi de 3,1%.

    Conforme os dados, são mais de 745 mil pessoas nessa condição em relação ao trimestre anterior. Os números revelam que, cada vez mais, brasileiros estão deixando a carteira assinada de lado e trabalhando por conta própria.

    Exemplo disso é o número de Microempreendedores Individuais, os chamados MEI’s. Em comparação a 2019, fevereiro teve mais de 1 milhão de microempreendedores em 2020. Foram 9.749.416 novos empreendedores este ano contra 8.029.241 no mesmo mês do ano passado, segundo o Portal do Empreendedor.

    A alta e a busca pelo próprio negócio é reflexo da situação econômica do país e da Reforma Trabalhista. No primeiro caso, são mais de 11% de desempregados no Brasil (dados do trimestre encerrado em dezembro de 2019), atingindo 11,9 milhões de pessoas.

    Sem uma ocupação, muitos buscaram o negócio próprio como saída para obter uma renda. Por outro lado, o aumento no número de microempreendedores também está relacionado à Reforma Trabalhista, que possibilitou a contratação de serviços por meio do contrato como pessoa jurídica

    Desta forma, os empregadores podem reduzir os gastos com a folha de pagamento dos funcionários. No entanto, há vantagens e desvantagens em trabalhar por conta própria. Confira abaixo!

    Cresce número de trabalhadores por conta própria (Foto: Pixabay)
    2020 registra mais trabalhadores por conta própria
    (Foto: Pixabay)

     

     

    Vantagens e desvantagens de trabalhar por conta própria

    O primeiro passo que todo profissional que deseja trabalhar por conta própria deve tomar é a formalização. Neste caso, tornar-se um microempreendedor individual é uma das principais alternativas. Neste modelo, o profissional é enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais (imposto de renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL).

    Por outro lado, como qualquer empreendimento, ter um negócio próprio tem seus pontos positivos e negativos. Em comparação ao regime celetista (carteira assinada), o  MEI tem como principal vantagem a flexibilidade de horário e a possibilidade de prestar serviço para mais de um contratante.

    Além disso, benefícios que são assegurados na carteira assinada também são oferecidos ao MEI, como: auxílio-maternidade; direito ao afastamento remunerado por problemas de saúde; aposentadoria (com exceção da por tempo de serviço); crédito com juros mais baratos; e cobertura previdenciária para si e seus dependentes.

    Por outro lado, há desvantagens de trabalhar por conta própria. Na CLT, os profissionais contam com a possibilidade de se aposentar por tempo de serviço, férias, 13º salário, adicionais noturno, de insalubridade e de periculosidade (quando houver), Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), abono salarial do PIS, vale-transporte e aviso prévio.

    Além disso, o microempreendedor individual precisa estar atento às suas finanças, para que tenha como tirar férias e até uma reserva, em caso de ausência de trabalho. Caso esteja prestando serviço para uma empresa, o MEI também precisa ficar atento a elementos que caracterizam uma relação de emprego, são eles:

    • Relação de trabalho remunerado (valor fixo e mensal);
    • Submissão hierárquica; e
    • Horário estabelecido pelo empregador.

    Por fim, não há impedimento de um empregado, com carteira assinada, exercer atividade econômica como MEI nas horas vagas. Além disso, é possível que o microempreendedor individual tenha direito ao seguro desemprego, desde que não tenha renda mensal igual ou superior a um salário mínimo no período de pagamento do benefício.

  • Mercado de trabalho: especialização é diferencial para quem quer se destacar

    Com um número tão alto de desempregados, para conquistar a tão sonhada vaga de emprego, além da formação, é preciso se destacar. Mas como se destacar? Se especializar em uma área tem sido a alternativa para muitos. 

    Nos últimos quatro anos, o número de alunos que frequentam cursos de especialização subiu 74%. Essa informação é do levantamento feito pelo Instituto Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior), divulgado em dezembro de 2019.

    68% dos alunos de especialização frequentam cursos na modalidade presencial. Porém, o ensino a distância (EAD) vem crescendo: entre 2016 e 2018, o número de alunos aumentou 125% e, em 2018, um a cada três alunos já optava pela pós a distância.

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    O coordenador de cursos de pós-graduação do Centro Universitário IBMR, Eduardo Neves, conta que a instituição oferece 28 cursos de especialização, todos escolhidos a partir de um estudo no mercado:

    “Os novos cursos foram escolhidos do portfólio de especialização da Rede Laureate que conta com mais de 120 opções. Esses cursos são nacionais o que dá mobilidade para os alunos, pois podem começar no Rio e finalizar em outro Estado que tenha uma instituição de ensino que integre a Rede”.

     

    Nos últimos quatro anos, número de alunos em especialização cresceu 74%
    (Foto: Pixabay)

     

     

    Universidade oferece especializações em diversas áreas

    Entre as 28 opções de pós-graduação oferecidas pela instituição, está a especialização em Cosmetologia Estética. O coordenador da área de Saúde da pós, Felipe Tsuruta, explica que através da cosmetologia o profissional da estética consegue atingir a excelência no atendimento, pois está presente em todos os campos da estética.

    “A prescrição do Home Care é tão importante quanto o atendimento em consultório para obtenção dos resultados desejados”, explica. Além disso, o curso possui uma grade curricular que desenvolve competências relacionadas à técnicas inovadoras, pois a estética é uma área que necessita de constante atualização.

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    Outro curso é a especialização em Imagenologia Clínica – que visa capacitar o profissional para aplicar técnicas para o processamento, aquisição e análise de imagens radiológicas, completando sua formação acadêmica.

    “Além da formação técnica e inovadora, os cursos de pós-graduação da saúde do IBMR promovem o desenvolvimento de competências imprescindíveis ao profissional de saúde, como tomada de decisão, liderança, gestão e comunicação”, ressalta Felipe Tsura.

    A universidade também criou o curso de MBA em Gestão de Pessoas para aqueles que buscam conhecimentos necessários para gerir pessoas de forma estratégica, dentro do ambiente competitivo contemporâneo.

    Ainda há cursos em Gastronomia e Gestão de Alimentos e Bebidas, Aprendizagem e Inovação, Business Intelligence e Analytics e diversos outros. Todos as especializações estão disponíveis no site do IBMR.

     

  • Vivo abre 20 vagas de emprego em diversas cidades pelo país

    A Vivo, empresa de telefonia, internet e TV por assinatura do Brasil, está com 20 vagas abertas para diferentes cargos e cidades do país. As oportunidades estão disponíveis na página de serviços da Vivo, no site Vagas.com.

    As chances de emprego são divididas pelos seguintes níveis: auxiliar/operacional, pleno e júnior/trainee. Algumas vagas são exclusivas para pessoas com deficiência. 

    +Itaú Unibanco tem 124 vagas de emprego abertas em várias cidades

    Há oportunidades para os Estados do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro nas seguintes cidades: 

    • Maringá (três);
    • São Paulo (três);
    • Caxias do Sul (duas);
    • Belo Horizonte (uma);
    • Campinas (uma);
    • Curitiba (uma);
    • Foz do Iguaçu (uma);
    • Ribeirão Preto (uma); 
    • Rio de Janeiro (uma);
    • Santa Maria (uma); e
    • São José dos Pinhais (uma). 

     

    Com exceção dos cargos de supervisor de atendimento call center, VP B2C – analista gestão de vendas, analista pleno de indicadores e gerente de contas II, que exigem nível superior completo, todas as demais oportunidades são para profissionais com ensino médio completo. 

    Confira todas as vagas ofertadas pela Vivo 

    A remuneração dos cargos ofertados não foi divulgada. No entanto, além do salário, os profissionais que forem contratados receberão benefícios como vale refeição, vale alimentação, assistência médica e odontológica, benefício de academia, seguro de vida, entre outros. 

    Para se candidatar a qualquer um dos empregos ofertados, é necessário cadastrar o currículo com informações pessoais e experiência profissional no site Vagas.com. Havendo compatibilidade entre o perfil do candidato e a vaga é feito o encaminhamento para a entrevista e demais etapas do processo seletivo. 

    Logo da Vivo, empresa de telefonia brasileira
    Vivo abre 20 vagas de emprego em diferentes cidades do país
    (Foto: Divulgação)

     

    Rede Globo tem mais de 140 vagas abertas em diversas áreas

    A Rede Globo, maior emissora de televisão do país, está com 149 vagas de emprego abertas. As oportunidades são para diversas áreas, principalmente tecnologia, e têm lotação nas cidades de Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. 

    Em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, as vagas são para Big Data & AI, Agile Coach e Desenvolvedor de Software Full Stack. Já na capital de Pernambuco, as chances são para Gestor de Desenvolvimento, Gestor de Tecnologia, Product Owner e Desenvolvedor em diversas áreas. 

    Habib’s e Ragazzo abrem vagas de emprego em diversas áreas

    A maior parte das vagas está no Rio de Janeiro, cidade sede da emissora. Há vagas para Product Owner, Analista de Segurança (em diferentes áreas), Analista Funcional, Produtor Assistente, Gestor de Desenvolvimento, Desenvolvedor em diversas áreas, Engenheiro de Dados, entre outras. 

    Em São Paulo, as oportunidades são para Cientista de Dados, Engenheiro de Dados, DevSecOps, UX Researcher, além de desenvolvedor em diversas áreas, como Big Data e Java, por exemplo. 

    Saiba mais sobre as oportunidades de emprego na Rede Globo

  • Programa Verde e Amarelo sofre críticas e passa por alterações. Veja!

    O Programa Verde e Amarelo, iniciativa do governo que pretende ampliar a oferta de empregos no país, foi criticado pelo deputado Orlando Silva, do PCdoB de São Paulo, durante sessão plenária realizada na Câmara dos Deputados na última quarta-feira, dia 11. Segundo o deputado, a medida não beneficiará a geração de novos empregos no Brasil.

    Ao contrário, Orlando defendeu que esta nova medida pode agravar a situação dos trabalhadores. Para o parlamentar, o que gera emprego é o desenvolvimento econômico. 

    O deputado aproveitou a ocasião para criticar a política econômica do governo de Jair Bolsonaro, que, segundo ele, é a da paralisia. Orlando reforçou seu posicionamento dizendo que só no início de março, o Brasil teve o equivalente ao ano de 2019 inteiro de retirada de investimentos estrangeiros no Brasil.

    A fala contraria uma estimativa divulgada pelo Ministério da Economia publicada no fim do ano passado. De acordo com o relatório divulgado, o programa deve gerar 270 mil empregos até 2022.

    O Programa Verde e Amarelo já havia sido tema de discussão em sessão plenária realizada na semana anterior. No dia 4 de março, o relator do projeto, deputado Christino Aureo (PP-RJ), apresentou alguns aperfeiçoamentos em trechos do texto original do relatório. 

    A primeira modificação é referente à contribuição previdenciária dos desempregados que recebem seguro-desemprego, que se tornou opcional. Caso opte pela contribuição, o segurado terá o tempo contado para aposentadoria.

    O texto original estabelecia que o pagamento seria obrigatório. O valor arrecadado seria usado para custear o Contrato de Trabalho Verde e Amarelo.

    “Estamos deixando claro que o desempregado terá que manifestar vontade de contribuir para o Regime Geral de Previdência Social no momento em que for requerer o seguro-desemprego. Na versão anterior, a cobrança seria feita a menos que houvesse manifestação em contrário”, disse Christino.

    O deputado defendeu que a perda de arrecadação, por conta do caráter facultativo da mudança, não comprometerá a execução do programa. Isso porque já há uma reserva orçamentária de R$1,5 bilhão destinada a essa finalidade.

    “Durante a discussão do orçamento de 2021, ou nós confirmamos a origem [contribuição obrigatória sobre o seguro-desemprego] ou vamos buscar outras fontes”, explicou o relator.

    A alíquota registrada na versão anterior do texto poderia variar entre 7,5% e 14%, considerando a renda do trabalhador. Com a alteração, a alíquota será fixada em 7,5%.

    + Programa Verde e Amarelo pode atender maiores de 55 anos

    Empregador não poderá dispensar e readmitir funcionário para reduzir custos

    Foi retomado o ponto que especifica que o empregador não pode dispensar e readmitir o mesmo funcionário na modalidade Verde e Amarelo, dentro de 180 dias. “Essa trava é para que não haja qualquer tipo de esperteza [do empregador], com vistas a promover a substituição de mão de obra”, ressaltou Christino Aureo.

    Tal especificação havia sido retirada do texto com o intuito de aumentar as chances de readmissão de trabalhadores demitidos. No entanto, o relator voltou atrás e recolocou a medida para evitar que as empresas usem isso como estratégia para pagar menos.

    Porém, a proposta prevê estratégias para incentivar admissões. Entre elas:

    • Incentivos tributários, que reduzem o custo da contratação – redução na alíquota de contribuição para o FGTS (de 8% para 2%); 
    • Redução de 40% para 20% da multa em caso de demissão; e 
    • Isenção da contribuição previdenciária patronal e do salário-educação.

     

    Acidentes a caminho do trabalho serão assegurados

    Mais um detalhe destacado pelo relator é que o trabalhador que sofrer um acidente durante o trajeto de casa para o trabalho será amparado pela Previdência Social, apesar de o acidente não ser mais considerado “acidente de trabalho”. Só será classificado como acidente de trabalho o que ocorrer em transporte fornecido pela empresa.

    “Mesmo desenquadrando o trajeto da figura tradicional do acidente de trabalho, ele passa a contar – diferentemente do que estava no texto da medida provisória – com toda a cobertura previdenciária. Então, o acidentado no trajeto conta com o auxílio-doença e uma eventual aposentadoria por invalidez como se fosse um acidente classificado no modelo anterior. Ou seja, não há perda pecuniária de nenhuma espécie para o acidentado nessa circunstância.”

    Jovens
    Programa quer incentivar contratação formal de jovens
    (Foto: Divulgação)

     

    Entenda os principais pontos do Programa Verde e Amarelo

    O programa Verde e Amarelo, em vigor desde janeiro por meio da MP 905/2019, cria uma nova modalidade de contrato de trabalho visando estimular contratações de jovens em início de carreira (entre 18 e 29 anos). Pessoas com mais de 55 anos também podem se beneficiar desde que estejam sem vínculo formal de trabalho há mais de 12 meses.

    O principal objetivo do programa é a formalização do emprego, especialmente para aqueles que encontram mais dificuldade em ingressar no trabalho formal. Nesse novo modelo, o trabalhador terá acesso a benefícios trabalhistas, como INSS, 13° salário, entre outros, ainda que reduzidos.

    Dentre os principais pontos sugeridos pelo Programa estão:

    • Pelas regras, as empresas somente poderão usufruir de seus benefícios para contratações feitas até 2022 para contratos que valham, no máximo, dois anos. Mensalmente, os funcionários desse tipo de contrato receberão proporcionais de férias e de 13º salário;
    • As empresas poderão contratar na nova modalidade até o final de 2022;
    • Os contratos deverão ser de, no máximo, dois anos; 
    • A modalidade deverá provocar uma redução estimada de 30% a 34% do custo de mão de obra, que terá desoneração da folha de pagamento;
    • A contribuição para o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) cai de 8% para 2% e a multa em caso de demissão sem justa causa é cortada pela metade, de 40% para 20%, desde que haja acordo ente o empregado e empregador no momento da contratação.
  • Empresa de tecnologia oferece 270 vagas de emprego e estágio

    A desenvolvedora de soluções Alterdata Software abriu 270 oportunidades para diversas cidades em todas as regiões do país. Segundo a Alterdata, a oferta de um número alto de vagas é justificado pelo crescimento exponencial da empresa, e do setor de TI como um todo.

    Os diversos postos de trabalho abrangem desde os níveis iniciais até os gerenciais. No Estado de São Paulo43 vagas para a capital e para as cidades de Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos e região do ABC. Confira: 

    • São Paulo: técnico de suporte contábil (4 vagas), auxiliar de serviços gerais (1), consultor comercial imobiliário (1), consultor comercial empresarial (5), consultor comercial contábil (3;
    • Presidente Prudente: gerente de filial (1 vaga), consultor comercial contábil (2);
    • Ribeirão Preto: gerente de filial (1 vaga), consultor comercial contábil (2), consultor comercial empresarial (1);
    • Santos: consultor comercial em gestão de restaurantes (2 vagas), consultor comercial imobiliário (1),  consultor comercial contábil (1), consultor comercial empresarial (2);
    • ABC: consultor comercial empresarial (2 vagas), consultor comercial contábil (2), consultor comercial em gestão de restaurantes (3), consultor comercial imobiliário (3);
    • Bauru: consultor comercial contábil (1 vaga).

    1º trimestre de 2020 registra mais trabalhadores por conta própria

    No Rio de Janeiro está a maior oferta. São 133 vagas espalhadas entre a sede, em Teresópolis, municípios do interior e a capital do Estado. As oportunidades estão distribuídas da seguinte maneira:

    • Teresópolis: estagiário (2 vagas), agendador (4), desenvolvedor Delphi (2), desenvolvedor WEB (2), recrutador (1), analista de RH (8), aprendiz (2), técnico de suporte DP/Fiscal (32), técnico de suporte contábil (58);
    • Rio de Janeiro: promotor de marca (1 vaga), consultor comercial contábil (3), consultor comercial empresarial (1), consultor comercial em gestão de restaurantes (2), consultor comercial imobiliário (3), técnico de suporte empresarial (1), consultor comercial contábil (1);
    • Cabo Frio: técnico de suporte contábil (1 vaga);
    • Macaé: consultor comercial em gestão de restaurantes (1 vaga);
    • Petrópolis: consultor comercial contábil/gestão de restaurantes (1 vaga).

    Ainda há vagas nas cidades de Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Feira de Santana, Fortaleza, Goiânia, Itabuna, Londrina, Teresina, Manaus, Porto Alegre, Recife, Salvador, Uberaba e Vitória. 

    Programa Verde e Amarelo sofre críticas e passa por alterações. Veja!

    Para os cargos de técnico de suporte, o profissional deve possuir conhecimento avançado em informática, instalação e implantação de software, além de facilidade em transmitir conhecimento. Os programadores precisam ter o curso superior completo ou cursando Análise de Desenvolvimento ou correlatos.

    Já para a função de consultor comercial, é necessário estar cursando ou ter nível superior completo nas áreas de Administração, Marketing, Análise de Sistemas, Ciências Contábeis, Informática ou correlatos. Algumas vagas vão exigir do candidato conhecimento intermediário em Informática e cursos técnicos.

    Alterdata Software abre 270 vagas de emprego em todo o país
    (Foto: Alterdata/Divulgação)

     

    Como se inscrever?

    Os interessados podem se inscrever no site de recrutamento da Alterdata Software. Não há prazo para término das inscrições, portanto as vagas ficarão abertas até serem preenchidas e novas oportunidades também podem surgir.

    O processo seletivo será composto por etapas de análise curricular, entrevista e testes. Segundo a empresa, a contratação será imediata e os salários são compatíveis ao praticado no mercado com benefícios.

    A jornada de trabalho é de segunda a sexta-feira, 8 horas por dia. Após a contratação, a empresa oferece treinamento através de sua universidade corporativa, e as chances de crescimento ocorrem por meio de processos seletivos internos.

    Para obter outras informações sobre as vagas, os candidatos podem enviar e-mail para: rh@alterdata.com.br

    Sobre a Alterdata Software

    Fundada em 1989, a Alterdata Software é uma desenvolvedora de soluções para gestão industrial, empresarial, moda e varejo, contábil e imobiliário, sendo a sexta maior empresa brasileira de software. 

    A empresa tem atuação nacional e é a maior de TI do Estado do Rio de Janeiro, possui 96 unidades de negócios, cerca de 1.600 colaboradores, 400 mil sistemas implantados, 1 milhão usuários e 50 mil clientes em todo o país.

    Nos anos de 2012, 2015 e 2017 esteve no ranking de ‘Melhores Empresas para Trabalhar’, realizado pelo Great Place To Work.