Categoria: CONCURSOS

  • Covid-19: instituições oferecem assessoria e capacitação para empreendedores

    Os impactos sociais e econômicos causados pela pandemia do novo Coronavírus são incalculáveis, mas as respostas para contorná-los precisam ser ágeis. Pensando em minimizar os efeitos desse período para sindicatos e empresários do comércio de bens, serviços e turismo, a Fecomércio de Minas Gerais está oferecendo assessorias, capacitações e serviços de forma gratuita.

    As ações serão feitas por meio do projeto “Fecomércio em Conexão”, com a contribuição de empresas parceiras e, também, com a participação de setores da Federação. As áreas Jurídica, de Estudos Econômicos e de Negócios Internacionais da Federação colocarão sua expertise em prática, dando suporte a empresários e sindicatos por meio de assessorias. 

    Para a presidente interina da Fecomércio MG, Maria Luiza Maia Oliveira, união é essencial:

    “Precisamos nos unir e propor soluções que minimizem os impactos da paralisação das atividades devido ao Covid-19. Além da atuação da Federação frente ao governo estadual e federal, entendemos que o empenho dos setores da entidade na oferta gratuita de produtos e serviços é uma forma de contribuir com todos”, explica. .

    No projeto serão disponibilizados webinars, cursos em EAD, lives e e-books elaborados com profissionais altamente qualificados das empresas Brasil na Web, Anymarket e Senac.

    Braço de capacitação profissional do Sistema Comércio, do qual a Federação integra, o Senac EAD também está oferecendo uma série de cursos de extensão universitária, nas áreas de Educação e Gestão em Saúde, além de cursos livres e videoaulas. Todos os participantes receberão certificados com validade para todo território nacional. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas no site do Senac EAD.

    Cursos e universidades realizam mutirão de auxílio a pequenos e médios empresários
    (Foto: Pixabay)

    Professores da UFRGS lançam projeto de auxílio a pequenas e médias empresas

    Professores da Escola de Administração da UFRGS, do Centro de Estudos e Pesquisas em Administração (CEPA) e do Parque Científico e Tecnológico Zenit da UFRGS montaram uma força-tarefa para auxiliar empresas (em especial pequenas e médias) a enfrentar os impactos da pandemia.

    O grupo está fazendo um levantamento dos problemas e mapeamento das demandas, inicialmente, através de um formulário aberto à comunidade.

    A partir das respostas, serão definidas frentes de atendimentos com times de professores e alunos voluntários da UFRGS. Os empresários serão atendidos por meio de assessorias via webconferência ou via cases para aplicação em disciplinas quando reiniciarem as aulas.

    A equipe do projeto também está aberta a ideias de como utilizar o conhecimento do corpo docente e dos estudantes para gerar um impacto positivo na sociedade.

    Para se inscrever e ser voluntário do projeto, basta acessar o site e completar todos os requisitos. Já para o cadastro de empresas, basta acessar o link e preencher o formulário.

  • Coronavírus: 2,5 mil vagas temporárias abertas em todo o Brasil

    Com a pandemia causada pelo novo Coronavírus, empresas em todo o território nacional estão ampliando seus quadros de pessoal para reforçar o combate à Covid-19. O resultado são mais de 2,5 mil vagas temporárias abertas por todo o Brasil.

    As oportunidades abrangem cargos de vários níveis de escolaridade e áreas de atuação. Mas o destaque vai para as funções de técnico de enfermagem, enfermeiro e médico. Em alguns casos, os ganhos podem chegar a R$13 mil. 

    Veja como funcionam as contratações temporárias nas empresas

    Confira as empresas com vagas temporárias em aberto:

    Rede D’or tem 400 vagas no Rio e em São Paulo

    Entre as empresas que estão recrutando pessoal para combater a pandemia do novo Coronavírus está a A Rede D’or. São aproximadamente 400 vagas divididas para o Rio de Janeiro e São Paulo. 

    A maior parte das oportunidades são para técnicos de enfermagem e enfermeiros com salários que chegam a R$5 mil. As inscrições são aceitas pelo site da Luandre, empresa de soluções em RH.

    Saiba mais sobre as vagas da Rede D’or

    Hospital Albert Einstein

    Por conta da Covid-19, o Hospital Israelita Albert Einstein anunciou a contratação de 1.426 temporários para atuação na cidade de São Paulo. Desses, 509 são para o hospital de campanha no Pacaembu e 195 para unidades de parcerias públicas com a prefeitura.

    As inscrições podem ser feitas na página de carreiras do hospital. Entre o cargos oferecidos estão médicos, técnicos de enfermagem, camareiros, farmacêuticos e outros.

    Saiba mais sobre as vagas do Hospital Albert Einstein

    DIA Brasil 

    A rede de supermercados DIA Brasil abriu cerca de 450 vagas temporárias para o cargo de operador de loja. As oportunidades são para trabalhar nos estados Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais.

    Para participar, é preciso ter o ensino médio completo. As inscrições, cujo prazo de encerramento foi deixado em aberto, devem ser feitas pelo site da 99 jobs. Os temporários terão direito a vale-transporte e vale-alimentação.

    Saiba mais sobre as vagas da DIA Brasil

    Sírio Libanês, em São Paulo
    Milhares de vagas temporárias na Saúde de SP
    (Foto: Divulgação)

    Sírio-Libanês

    Mais um hospital com vagas temporárias abertas é o complexo hospitalar Sírio-Libanês, sediado em São Paulo e com atuação em Brasília. A oferta é de 60 vagas em diversas funções da área da saúde. 

    Os interessados podem se inscrever na área de ‘trabalho conosco’ do site do Sírio-Libanês. Não há prazo para encerramento. Os selecionados poderão receber vale-alimentação, assistência médica e odontológica, auxílio-creche e seguro de vida..

    Saiba mais sobre as vagas do Sírio-Libanês

    Iges DF 

    O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal tem vagas temporárias nos níveis técnico e superior, todas na área da Saúde. Os salários variam de R$ 2.566,27 a R$13.495, a depender do cargo.

    Os interessados devem encaminhar o currículo pelo e-mail (selecao@igesdf.org.br). Não foi divulgada uma data limite para se candidatar.

    Saiba mais sobre as vagas do Iges DF

    Hospital Espanhol BA

    O Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS) abriu vagas temporárias para o Hospital Espanhol, em Salvador, capital da Bahia. O número de vagas que será preenchido não foi informado. 

    Mas os cargos são nas áreas de Saúde e Administrativa, entre eles almoxarife, auxiliar administrativo, auxiliar de farmácia, maqueiro, motorista, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta e outros. As inscrições são pelo site do INTS.

    Saiba mais sobre as vagas do Hospital Espanhol

    Pepsico

    A transnacional Pepsico também está oferecendo vagas temporárias. São 500 oportunidades para profissionais com o ensino médio completo e disponibilidade para início imediato.

    As funções são nas áreas de Operações, Vendas e Finanças. As lotações estão distribuídas por todo o território nacional. Os interessados devem enviar o currículo por meio do site da Manpower. O processo seletivo já está em andamento e é totalmente online. 

    Saiba mais sobre as vagas da Pepsico

  • PNAD: sobe para 12,3 milhões de brasileiros desempregados

    De acordo com o IBGE, a taxa de desemprego subiu para 11,6% no trimestre encerrado em fevereiro, o que representa 12,3 milhões de brasileiros sem emprego. Os números foram divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) nesta terça-feira, 31. 

    No trimestre encerrado em novembro de 2019, a taxa era de 11,2%, o que aponta para o crescimento de 0,5 ponto percentual  em relação à última pesquisa. 

    Para a analista da pesquisa, Adriana Beringuy, é normal que no início do ano ocorra essa interrupção, porque já vínhamos numa trajetória de taxas declinantes no fim do ano de 2019: 

    “Não tínhamos visto essa reversão em janeiro, no entanto, ela veio agora no mês de fevereiro, provocada por uma queda na quantidade de pessoas ocupadas e um aumento na procura por trabalho.” 

    Apesar de a taxa de desemprego do trimestre encerrada em fevereiro de 2020 ser alta, os números são mais satisfatórios que o mesmo período do ano passado, onde o percentual de desocupação era de 12,4%.

    taxa de desocupados
    (Fonte: IBGE)

    “O trimestre encerrado em fevereiro deste ano se apresenta com uma taxa inferior ao do mesmo período do ano passado. Essa queda foi causada pelo crescimento no número de pessoas ocupadas (1,8 milhão), o que impediu a taxa de crescer nessa comparação”, explica a pesquisadora.

    Adriana ressalta que o aumento da desocupação não veio do comércio, setor que, tradicionalmente, costuma demitir, no início do ano, os profissionais contratados temporariamente para o Natal. Desta vez, os setores da construção, administração pública e os serviços domésticos foram responsáveis pela alta na taxa, totalizando -4,4%, -2,3% e -2,4%, respectivamente. 

    Coronavírus: 2,5 mil vagas temporárias abertas em todo o Brasil

    “A construção não sustentou o movimento de recuperação que ela vinha apresentando no fim do ano passado. Já a administração pública tem uma sazonalidade, pois ela dispensa pessoas no fim e no início do ano em função de términos nos contratos temporários das prefeituras, nas áreas de educação e saúde, retomando as contratações a partir de março, após a aprovação dos orçamentos municipais”, disse Adriana ao ressaltar que o serviço doméstico está muito ligado ao período de férias das famílias, as dispensas das diaristas, já que muitas famílias viajam, interrompendo a demanda por esse serviço.

    Carteira de trabalho
    Taxa de desemprego sobe de 11,2% para 11,6% no trimestre encerrado em fevereiro
    (Foto: Agência Brasil) 

    Informalidade atinge 38 milhões de brasileiros 

    No trimestre encerrado em novembro de 2019, a taxa de informalidade era de 41,1%. Para este último trimestre, encerrado em fevereiro de 2020, o número caiu para 40,6%, totalizando 38 milhões de informais. 

    Fazem parte desse grupo os trabalhadores sem carteira assinada, trabalhadores domésticos sem carteira assinada, empregadores sem CNPJ, os que trabalham por conta própria sem CNPJ e os trabalhadores familiares auxiliares. 

    Covid-19: instituições oferecem assessoria e capacitação para empreendedores

    Para Adriana, a queda da informalidade está concentrada na redução de contingentes de trabalhadores por conta própria sem CNPJ e também de trabalhadores empregados sem carteira. 

    “A gente ainda vive sob a influência do mês de dezembro, em que tivemos um desempenho muito bom das contratações com carteira de trabalho. Muitas pessoas foram contratadas via carteira de trabalho no comércio, o que deu um pouco mais de consistência aos dados de formalidade. Isso pode estar contribuindo para a queda na quantidade de informais.”

    Outra consequência da queda da informalidade foi o aumento do rendimento, que subiu para R$2.375, alta de 1,8% no trimestre encerrado em fevereiro, se levado em consideração os R$2.373 dos meses de setembro a novembro de 2019. 

    Coronavírus: projeto de auxílio emergencial é aprovado no Senado

    Vale ressaltar que, em relação ao mesmo trimestre do ano passado, a alta no rendimento foi mais intensa, de 3,9%, atingindo R$2.381.

    “Na medida em que se tem um contingente menor de trabalhadores na informalidade, permanecem no mercado pessoas em atividades mais formalizadas e com melhores remunerações, em setores como a indústria e alguns segmentos do comércio. Não vimos isso nas últimas PNADs, até porque a informalidade estava em trajetória de crescimento”, finaliza.

      

  • #PagaLogoBolsonaro: internautas cobram sanção do coronavoucher

    Após a aprovação do ‘coronavoucher’ pelo Senado Federal, internautas cobram agilidade do presidente Jair Bolsonaro na sanção do auxílio emergencial de R$600. A hashtag #PagaLogoBolsonaro ficou entre os tópicos mais comentados no Twitter nessa segunda-feira, 30.

    O próprio presidente do Senado, Davi Alcolumbre, recorreu à rede social para cobrar de Bolsonaro rapidez na sanção.

    “Em nome dos brasileiros que passam dificuldades financeiras neste momento de pandemia do Covid-19, solicito ao presidente da República @jairbolsonaro a sanção imediata do projeto de lei, que garante auxílio de R$600 aos trabalhadores autônomos, aprovado há pouco pelo @SenadoFederal”, disse Alcolumbre.

    De acordo com o texto aprovado pelo Congresso, um auxílio (apelidado de ‘coronavoucher’) será pago a trabalhadores informais como forma de amenizar os impactos econômicos do novo Coronavírus. A concessão emergencial será por três meses, podendo ser prorrogada.

    O valor poderá chegar a até R$1.200 para mães que são chefe de família. Neste caso, será permitido o recebimento de suas cotas de R$600 cada. Além da sanção do projeto, Bolsonaro deve editar um decreto para definir como o pagamento será feito.

    Bolsonaro deve aprovar, em breve, auxílio emergencial para 
    trabalhadores informais (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

     

    A Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado estima que 30,5 milhões de brasileiros poderão receber o valor. Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a preocupação momentânea é com a logística.

    Isto é, fazer com que o auxílio chegue às mãos dos beneficiários. “Estaremos vigilantes para que isso ocorra com a brevidade necessária. Os mais necessitados têm pressa”, destacou o parlamentar em sua rede social.

    Coronavírus: projeto de auxílio emergencial é aprovado no Senado

    Quem terá direito ao auxílio emergencial?

    Conforme o projeto aprovado pelo Congresso, terão direito ao ‘coronavoucher’ os trabalhadores informais, autônomos, desempregados e microempreendedores individuais (MEIs).

    Para receber o valor, será necessário ter mais de 18 anos, não ter emprego formal e renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$3.135) ou até meio salário mínimo (R$522,50) por pessoa.

    Será possível também que duas pessoas de uma mesma família acumulem os benefícios. Desde que um seja do auxílio emergencial e outro do Bolsa Família. Se o auxílio for maior que o valor do Bolsa Família, a pessoa poderá fazer a escolha pelo primeiro.

    Para verificar a renda, o governo utilizará o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). Caso o beneficiário não seja inscrito, a renda média será verificada por meio de autodeclaração em plataforma digital.

    Nesse caso, serão incluídos todos os rendimentos obtidos pelos membros que moram na mesma residência, com exceção do dinheiro do Bolsa Família.

    Coronavírus: 2,5 mil vagas temporárias abertas em todo o Brasil

    Como será feito o saque do ‘coronavoucher’?

    O auxílio emergencial, conforme o projeto de lei, será concedido por bancos públicos federais. O pagamento será feito por meio de uma conta do tipo poupança social digital que será aberta automaticamente em nome dos beneficiários.

    Os usuários estarão isentos de tarifas de manutenção e poderão realizar, sem custos, uma transferência eletrônica de dinheiro por mês para qualquer banco.

    Para os beneficiários que já recebem recursos de programas sociais governamentais, a conta para recebimento do auxílio pode ser a mesma. O usuário, entretanto, não poderá permitir a emissão de cartão físico, cheques ou ordens de pagamento para sua movimentação.

    Caso a pessoa deixe de cumprir as condições estipuladas, o auxílio será cortado. Os órgãos federais atualizarão de forma constante os dados em suas bases para fazer as verificações necessárias.

  • Senado quer incluir mais categorias profissionais no coronavoucher

    O Senado Federal aprovou na tarde dessa segunda-feira, 30,o pagamento do coronavoucher, um auxílio emergencial de três meses, para trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa. Porém, mais categorias profissionais poderão ser incluídas na medida. 

    Uma segunda proposta pretende incluir outras atividades que não entraram na primeira. Entre elas, estão motoristas de aplicativo e pescadores sazonais, além das comunidades indígenas e, possivelmente, músicos.

    A nova proposta poderá ser votada ainda nesta terça-feira, 31. O presidente em exercício do Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG), explicou que as novas categorias não foram incluídas no projeto inicial enviado pelo governo para evitar a volta dele à Câmara dos Deputados, onde teria que ser reanalisado. 

    Fazendo desta forma, elaborando um novo projeto, os senadores conseguiriam votar e aprovar o texto de forma mais rápida, já que há urgência na aplicação da medida.Em entrevista coletiva na segunda-feira, Anastasia falou a respeito:

    “Percebem-se vários casos que, na visão de muitos, não foram acobertados nesse projeto e merecem ser. Como qualquer questão de mérito voltaria [à Câmara], adotou-se essa metodologia, que pareceu a todos a matéria mais adequada.”

    O novo projeto vai reunir as propostas de vários senadores e será relatado por Esperidião Amin (PP-SC).

    Senado Federal (Foto: Agência Senado)
    Senado quer conceder coronavoucher a mais categorias
    (Foto: Agência Senado)

    Coronavoucher vai conceder R$600 a autônomos e informais

    O Projeto de Lei aprovado na segunda-feira, 30, prevê o pagamento do auxílio emergencial por três meses, no valor de R$600, a trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa. A duração ainda poderá ser prorrogada. 

    Para os trabalhadores receberem o benefício, ainda será necessária a sanção do presidente Jair Bolsonaro e a regulamentação do PL pelo Poder Executivo. A expectativa é que todos esses trâmites sejam realizados o mais rápido possível.

    Fake News: governo desmente cadastramento do ‘coronavoucher’

    Os pagamentos serão feitos pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal em, pelo menos, três parcelas mensais. Os beneficiários receberão o valor em contas criadas especialmente para este fim.

    Para abrir a conta não será necessária a apresentação de documentos, nem haverá cobrança de taxas de manutenção. Será possível fazer uma movimentação gratuita por mês para qualquer outra conta bancária.

    A verificação dos requisitos de renda para receber o coronavoucher será feita pelo Cadastro Único do Governo Federal. Quem não estava inscrito no CadÚnico antes do dia 20 de março poderá participar por meio de autodeclaração.

    #PagaLogoBolsonaro: internautas cobram sanção do coronavoucher

    Quem terá direito ao coronavoucher

    O benefício emergencial do coronavoucher será destinado a cidadãos maiores de idade que estão na condição de trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI) ou contribuintes da Previdência Social. 

    Para receber o auxílio, além de pertencer a este grupo, é necessário ter renda familiar mensal inferior a meio salário mínimo por pessoa ou de até três salários mínimos no total e não ser beneficiário de outros programas sociais ou do seguro-desemprego.

    Para cada família, a concessão do coronavoucher será limitada a dois membros. Ou seja, cada grupo familiar só poderá receber até R$1.200. 

    Trabalhadores em contratos intermitentes também poderão receber o auxílio, enquanto durar essa condição. E mães solteiras receberão, automaticamente, duas cotas do benefício (R$1.200).

  • Cursos online gratuitos podem ajudar empreendedores a frear a crise

    O Sebrae, em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), está disponibilizando um série de cursos online gratuitos destinados a empreendedores do ramo de alimentação fora do lar. 

    O objetivo dos cursos é conter a crise econômica no segmento – devido ao período de quarentena. Dentre as opções disponíveis na plataforma estão: Como aumentar minhas vendas usando canais de delivery; Qualidade e Segurança de Alimentos; Gerenciamento de Fornecedores; e Marketing Digital.

    Os alunos receberão ebooks (livros em formato digital) e contarão com videoaulas explicativas. Os cursos dão direito a certificados de conclusão, para isso os empreendedores precisam realizar testes avaliativos.

    Para participar das qualificações, os interessados devem preencher um breve cadastro na página da Abrasel. Após a avaliação dos dados, o conteúdo estará disponível e poderá ser assistido em qualquer horário. Confira os quatro cursos especiais:

    “Neste momento, o Sebrae articula diferentes ações para fortalecer a atuação de donos de micro e pequenos negócios. Empreendedores podem contar, inclusive, com atendimento online em todos os Estados”, pontua Carlos Melles, presidente do Sebrae.

    + Coronavírus: Sebrae trabalha para reduzir efeitos em pequenos negócios

    Além desses cursos voltados para o momento de crise, no site da Abrasel é possível encontrar outros 26 temas direcionados à área de alimentação. Paralelamente, o Sebrae também oferece outras opções de cursos aos diversos segmentos dos pequenos negócios.

    Sebrae oferece cursos para empresários do ramo de alimentação fora do lar
    (Foto: Divulgação)

    Governo libera empréstimo para custear salários em pequenas empresas

    O governo federal anunciou na última sexta-feira, 27, uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas e que vai auxiliar no pagamento dos salários dos funcionários pelo período de dois meses.

    Anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o programa vai disponibilizar no máximo R$20 bilhões por mês, ou seja, R$40 bilhões em dois meses.

    Feito no Palácio do Planalto, o anúncio ocorreu após o aumento da pressão sobre Bolsonaro para que adote medidas semelhantes a outros países para facilitar medidas como o isolamento recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para reduzir o crescimento no número de doentes pela covid-19.

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    No Rio, microempresários recebem crédito para enfrentar crise

    No Rio de Janeiro, o Governo do Estado liberou R$320 milhões em linha de crédito através da Agência de Fomento do Rio de Janeiro (AgeRio). Esse crédito emergencial visa auxiliar empreendedores fluminenses que estão enfrentando dificuldades por conta da pandemia da Covid-19.

    O objetivo desse crédito emergencial é financiar o fechamento temporário ou redução de atividades de estabelecimentos. Os microempreendedores individuais (MEIs) poderão solicitar até R$ 21 mil, com taxa de juros a partir de 0,25% ao mês, carência de até 1 ano e prazo para pagamento de até 2 anos.

    Para as micro, pequenas e médias empresas, o valor a ser solicitado pode ser de até R$500 mil. A taxa de juros é a partir de 0,74% ao mês, a carência de até 2 anos e o pagamento pode ser feito em até 5 anos.

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  • ‘Coronavoucher’: saiba quem tem direito e como receber os R$600

    Nesta segunda-feira, 30, o Senado aprovou o projeto de lei que prevê o pagamento do auxílio emergencial – apelidado de coronavoucher – por três meses, no valor de R$600, a trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa. 

    Para entrar em vigor, o projeto ainda depende da sanção do presidente Jair Bolsonaro e da regulamentação do Poder Executivo. A expectativa é que todos esses trâmites sejam realizados o mais rápido possível.

    Fake News: governo desmente cadastramento do ‘coronavoucher’

    A fim de evitar atrasos no pagamento do auxílio, os senadores aprovaram o projeto sem emendas – pois as mesmas precisariam voltar à Câmara para aprovação. Nesta terça-feira, 31, a Casa discute sobre a inclusão de outras categorias no benefício.

    Inicialmente, o governo Bolsonaro anunciou a proposta de conceder R$200 por trabalhador autônomo. No entanto, os parlamentares defenderam um benefício maior. Antes do projeto ser aprovado na Câmara, o Palácio do Planalto concordou em aumentar o valor do auxílio para R$600.

    O governo prevê que o auxílio atenda mais de 24 milhões de pessoas, o que representará um gasto de ao menos R$14,4 bilhões por mês. Já a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado estima atendimento de mais de 30 milhões de pessoas, sendo gasto cerca de R$ 60 bilhões durante três meses.

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, contou que o governo deve gastar até 5% do PIB em função da pandemia do Coronavírus.

     “Para o empresário, dizemos: Calma, não demita. Nenhum brasileiro será deixado para trás. Vamos liberar todos os recursos necessários e não deixaremos faltar liquidez na economia”, disse.

    “Serão cerca de R$ 750 bilhões injetados nos próximos três meses para ajudarmos todos os setores que irão precisar”, completa o ministro. Dentre as medidas realizadas com esse dinheiro, o governo pretende injetar mais de R$50 bilhões para complementar a folha de pagamento das empresas.

    Essa medida ainda não está pronta, mas deve sair nos próximos dias. Além disso, o Banco Central também anunciou uma linha de crédito de R$40 bilhões para financiar a folha de pagamento das pequenas e médias companhias.

    + Governo libera empréstimo para custear salários em pequenas empresas

     

    Quem terá direito ao coronavoucher?

    auxílio é destinado a trabalhadores informais, autônomos, desempregados e MEIs (microempreendedores individuais). Para ter acesso ao benefício, a pessoa deve cumprir aos seguintes requisitos:

    • Ter mais 18 anos;
    • Não ter emprego formal;
    • Não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família;
    • Renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo (R$522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135,00); e
    • Não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70.

     

    Como será verificada a renda?

    Para verificação de renda, será considerado o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). Caso o beneficiário não seja inscrito no Cadastro, a renda média será verificada por meio de autodeclaração em plataforma digital.

    Nesse cálculo, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, com exceção do dinheiro do Bolsa Família.

    De acordo com o deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), autor do projeto de lei que foi adaptado para criação da renda básica emergencial, o governo federal tem ferramentas para cruzar dados e checar se a renda do solicitante se enquadra nos limites do programa.

     

    Informais, desempregados e MEIs têm direito ao auxílio de R$600
    (Foto: Pixabay)

     

    Como serão pagos os auxílios?

    De acordo com o projeto, o auxílio emergencial será pago por bancos públicos federais por meio de uma conta do tipo poupança social digital, que será aberta automaticamente em nome dos beneficiários.

    “Segundo a lei, o pagamento será pelos bancos federais: Banco do Brasil, Caixa, BASA (Banco da Amazônia) e BNB (Banco do Nordeste). Estamos trabalhando com as melhores redes, que é Caixa-lotéricas, Banco do Brasil e Correios. Será a maior rede possível para o dinheiro chegar com agilidade para o cidadão”, explica Onyx Lorenzoni, ministro da Cidadania.

    Os usuários serão isentos de tarifas de manutenção e poderão realizar, sem custos, uma transferência eletrônica de dinheiro por mês para qualquer banco. 

    Para quem já recebe recursos de programas sociais governamentais, como FGTS, a conta para recebimento do auxílio pode ser a mesma. No entanto, o usuário não pode permitir a emissão de cartão físico, cheques ou ordens de pagamento para sua movimentação.

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    Qual limite do auxílio por família?

    De acordo com o texto do projeto, é previsto que até duas pessoas por família poderão receber o benefício, limitando o auxílio a R$1.200 por núcleo familiar. A exceção é para mães que sustentam suas famílias sozinhas – que poderão acumular individualmente dois benefícios.

     

    Por quanto tempo vai durar o benefício?

    O projeto de lei estabelece duração inicial de três meses, mas há a possibilidade de o governo prorrogar por mais três meses durante o período de enfrentamento da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

  • Inscrições para o ENEM 2020 começam em maio

    Foram publicados nesta terça-feira, 31, os editais do Enem 2020. As inscrições serão realizadas de 11 a 22 de maio e as provas estão marcadas para os meses de outubro e novembro.

    Este ano, o Exame Nacional do Ensino Médio terá duas versões: a impressa e a digital. Por isso foram divulgados dois editais. Confira:

    Edital do Enem 2020 Impresso:

    Edital do Enem 2020 Digital:

    Inscrições para o Enem 2020 serão realizadas em maio

    O prazo para realizar inscrição no Enem 2020, tanto impresso quanto digital, será de 11 a 22 de maio, no Sistema Enem. O acesso pode ser feito por meio da Página do Participante ou do Aplicativo do exame. 

    O valor da taxa de inscrição é o mesmo de 2019: R$85. O pagamento deverá ser realizado até 28 de maio, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU).

    A escolha por realizar a prova impressa ou a digital será feita pelo candidato no ato do cadastro, sendo permitido optar por apenas uma delas. Após concluir o processo, não será possível alterar a opção.

    Este ano é obrigatória a inclusão de uma foto atual do candidato no sistema de inscrição. Ela será utilizada para procedimento de identificação no momento da prova. Durante o processo, o participante também deverá selecionar uma opção de língua estrangeira (inglês ou espanhol) para a prova.

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    Pedidos de isenção começam em abril

    A partir do dia 6 de abril começa o prazo para pedir isenção da taxa de inscrição no Enem 2020. Os requerimentos e também as justificativas de ausência na edição anterior devem ser feitas pela Página do Participante, no site do Inep.

    Terão direito à isenção da taxa os candidatos que:

    • Estão cursando a última série do ensino médio, em 2020, em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar;
    • Cursaram todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada, além de ter renda, por pessoa, igual ou menor que um salário mínimo e meio;
    • Estão em situação de vulnerabilidade socioeconômica por ser membro de família de baixa renda, devendo informar o Número de Identificação Social (NIS), único e válido, além de ter renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

    Quem solicitou a isenção no exame de 2019, mas não realizou os dois dias de prova e quer solicitar nova isenção este ano, deve fazer a justificativa de ausência. O resultado dos pedidos de isenção estão previstos para serem divulgados em 24 de abril. 

    Entre 27 de abril e 1º de maio ficará aberto o prazo para apresentação de recursos e os resultados finais saem em 7 de maio. As regras valem tanto para o Enem impresso quanto para o Enem digital.

    Atenção: a aprovação da justificativa de ausência no Enem 2019 e da solicitação de isenção da taxa de inscrição para o Enem 2020 não significa que a inscrição foi realizada. Portanto, os participantes deverão acessar o Sistema Enem novamente em maio para efetivar a participação no exame.

    Enem 2020
    Inscrições para o Enem 2020 começam em maio
    (Foto: Arquivo/Agência Brasil)

    Exames nacionais serão aplicados em outubro e novembro

    A estrutura de avaliação do Enem 2020 seguirá o esquema do ano anterior: quatro provas objetivas, cada uma com 45 questões, e uma redação em língua portuguesa. A versão digital será nos dias 11 e 18 de outubro. Já a impressa, será em 1º e 8 de novembro. 

    Confira o cronograma das provas:

    Enem 2020 digital 

    • 11 de outubro – provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; redação; e Ciências Humanas e suas Tecnologias;
    • 18 de outubro – provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e Matemática e suas Tecnologias.

    Enem 2020 impresso

    • 1º de novembro – provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; redação; e Ciências Humanas e suas Tecnologias;
    • 8 de novembro – provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e Matemática e suas Tecnologias.

    Os resultados individuais dos candidatos serão divulgados em janeiro de 2021, em data que ainda será definida. 

    Enem digital terá 100 mil vagas

    Os candidatos interessados em participar do Enem pela versão digital devem ficar atentos aos prazos. Acontece que serão apenas 100 mil vagas para essas provas, preenchidas pelos primeiros participantes que optarem pela edição digital na inscrição.

    Este é o primeiro ano que o governo vai realizar o Enem Digital e a implantação do novo modelo de exame será feita de forma progressiva. Mas, a previsão é que a consolidação do modelo seja feita até 2026. A estrutura do exame será igual à da versão impressa.

    O Inep informa que, por se tratar de fase piloto de implantação, neste primeiro ano, o Enem Digital não estará disponível para “treineiros” e não promoverá atendimento especializado.

  • Plataforma oferece dicas para trabalho remoto durante quarentena

    Mesmo com as medidas de isolamento social, como estratégia de prevenção ao Coronavírus, muitas pessoas ainda continuam a trabalhar de casa. Para ajudar a população na manutenção de suas atividades, o Governo Federal lançou a plataforma Todos por Todos

    Nela, empresas, entidades e associações, além dos órgãos públicos, podem oferecer serviços e produtos gratuitos ou em caráter de emergência. O objetivo da página é concentrar em uma única rede serviços voltados aos cidadãos atingidos pela pandemia de Coronavírus. A ferramenta está disponível para enfermos, familiares ou comunidades com algum tipo de necessidade específica.

    Para os profissionais que estão trabalhando em home office, por exemplo, o site conta com dicas de serviços de internet mais acessíveis e ferramentas de trabalho remoto. Além de cursos de capacitação à distância. 

    Para quem aderiu ao trabalho remoto, há uma lista de ferramentas que podem facilitar a organização do trabalho e a comunicação com os colegas e explicações sobre como usar cada uma.

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    Ferramentas gratuitas podem ajudar profissionais no home office
    (Foto: Pixabay)

    Plataforma pretende ajudar na redução dos impactos negativos da pandemia

    Para o secretário de Governo Digital do Ministério da Economia, Luis Felipe Monteiro, a gravidade do Coronavírus exigiu por parte do governo medidas ágeis e eficientes:  

    “Buscamos formas de aproximar todos aqueles que possam oferecer produtos e serviços a quem mais precisa neste momento. O mundo digital garante formas seguras de nos aproximarmos hoje. As restrições impostas pelo Coronavírus abrem espaço para canais como este, de ajuda e solidariedade a toda população brasileira”, ressalta Monteiro.

    A plataforma tem como objetivo reduzir ao máximo os impactos negativos, sejam sociais ou econômicos, causados pelo Coronavírus. Também são oferecidas opções de entretenimento em casa e informações atualizadas em tempo real sobre a pandemia – todos os serviços são dos próprios órgãos do Governo Federal.

    Além dos órgãos do setor público, na nova plataforma, associações, empresas e entidades também podem oferecer gratuitamente ou liberar emergencialmente produtos e serviços. Para isso, as empresas devem preencher um formulário com suas propostas. 

    De acordo com o Ministério da Economia, a plataforma também é um espaço para que a população possa conhecer e utilizar os 1,8 mil serviços digitais do governo existentes no país.

    Ao todo, 54% dos serviços já estão transformados em digitais e podem ser solicitados de casa, sem a necessidade de deslocamentos aos órgãos públicos, como aposentadoria por tempo de contribuição, a carteira de trabalho digital e a carteira digital de trânsito.

     

  • Prova do vestibular Cederj 2020.2 é adiada por conta da pandemia

    A Fundação Cecierj  – Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro adiou a aplicação das provas do vestibular Cederj 2020.2 que estavam marcadas para o próximo dia 14 de junho. De acordo com o comunicado divulgado nesta quinta-feira, 4, o adiamento se dá por conta do Decreto Estadual nº 47.102, de 1º de junho de 2020, que dispõe sobre as medidas de isolamento social no Estado do Rio de Janeiro. 

    A nova data da aplicação do exame ainda não foi divulgada. Ainda de acordo com o comunicado, um novo cronograma com as fases restantes da seleção será divulgado em breve, após deliberação dos órgãos competentes. A divulgação do novo calendário será feita através do site do Instituto Selecon, organizador, e no site da Fundação Cecierj. 

    O vestibular Cederj 2020.2 oferece oportunidades para os cursos de Licenciaturas em Ciências Biológicas (916 vagas), Física (375), Geografia (320), História (200), Letras (300), Matemática (830), Pedagogia (1.125), Química (338) e Turismo (335).

    Também há vagas para bacharelado em Administração (761 vagas), Administração Pública (400), Ciências Contábeis (480), Engenharia Meteorológica (50), Engenharia de Produção (400). Além de cursos de Tecnologia em Sistemas de Computação (529), Gestão de Turismo (250) e Segurança Pública (350).

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    As vagas para o curso de Segurança Pública são destinadas somente aos profissionais da ativa da Segurança Pública, como agentes penitenciários, guardas municipais, policiais civis e militares do Rio de Janeiro, policiais federais e militares.

    Os cursos acontecem em regime semipresencial nos 34 polos regionais instalados em todo o Estado do Rio de Janeiro. A oferta é feita pelas universidades públicas Cefet-RJ, Uenf, Uerj, UFF, UFRJ, UFRRJ e UniRio.

    Provas do vestibular Cederj 2020.2 são adiadas
    (Foto: Divulgação)​​​

    Como é feita a avaliação dos candidatos no vestibular Cederj 

    De acordo com o edital, os candidatos são avaliados por meio de provas objetiva e discursiva. A avaliação é composta por 60 questões de múltipla escolha e abrange conteúdos relacionados às seguintes disciplinas, de acordo com o curso escolhido: 

    • Língua Portuguesa e Literatura Brasileira;
    • Língua Estrangeira (Espanhol ou Inglês);
    • Biologia;
    • Física;
    • Matemática;
    • Química;
    • Geografia; e
    • História.

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    Há, ainda, uma prova de Redação, com a proposta de produção de texto dissertativo em prosa. Nessa etapa, serão considerados os seguintes critérios: 

    • Aspectos formais da Língua Portuguesa: texto adequado à modalidade escrita culta, observando-se as normas de pontuação, de ortografia (conforme o acordo ortográfico em vigor), de concordância nominal e verbal, de regência nominal e verbal, de flexão nominal e verbal e de emprego de pronomes;
    • Aspectos textuais: estruturação de períodos e de parágrafos, observando-se a unidade lógica e a coerência das ideias entre as partes do texto; e adequação ao tema proposto e ao modo de organização do discurso: descrição, narração, dissertação/argumentação; e
    • Aspectos discursivos: coesão textual; coerência interna e externa; concisão e clareza das ideias; aprofundamento dos argumentos utilizados; adequação semântica.

    Serão eliminados da seleção aqueles que obtiverem zero na prova de múltipla escolha de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira e nas questões das disciplinas específicas do curso escolhido. Para ter a prova de redação corrigida, o candidato precisa obter no mínimo 50% dos pontos da prova de múltipla escolha. 
     

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