Categoria: CONCURSOS

  • Em pronunciamento, Bolsonaro fala sobre empregos e muda o tom sobre coronavírus

    O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), admitiu durante seu pronunciamento na TV, nesta terça-feira, 31, que o vírus é uma “realidade”. Antes tratado por Bolsonaro como uma “gripezinha”, o vírus passou a ser visto como “maior desafio da nossa geração”.

    Presidente Jair Bolsonaro faz novo pronunciamento sobre Coronavírus
    Presidente Jair Bolsonaro faz novo pronunciamento sobre Coronavírus
    (Foto: Divulgação)

    Bolsonaro voltou a utilizar apenas um trecho da fala do presidente da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, sobre a necessidade de assistência às pessoas sem renda.

    “Todos nós temos que evitar ao máximo qualquer perda de vida humana. Como disse o diretor-geral da OMS: ‘todo indivíduo importa’. Ao mesmo tempo, devemos evitar a destruição de empregos, que já vem trazendo muito sofrimento para os trabalhadores brasileiros”, disse.

    Contudo, mais uma vez, Bolsonaro omitiu que o posicionamento da entidade é favorável ao isolamento social.

    O presidente falou ainda da preocupação que tem com o emprego dos brasileiros em época de pandemia.

    “Por um lado, temos que ter cautela e precaução com todos, principalmente com mais idosos e portadores de doenças. Por outro, temos que combater o desemprego, que cresce rapidamente em especial entre os mais pobres.” Afirmou.

    ‘Coronavoucher’: saiba quem tem direito e como receber os R$600

    Covid-19: Alerj vota projeto sobre auxílio para trabalhador informal

    Continua pressão para sanção do ‘coronavoucher’

    Após a aprovação do ‘coronavoucher’ pelo Senado Federal, internautas cobram agilidade do presidente Jair Bolsonaro na sanção do auxílio emergencial de R$600. A hashtag #PagaLogoBolsonaro ficou entre os tópicos mais comentados no Twitter nessa segunda-feira, 30.

    O próprio presidente do Senado, Davi Alcolumbre, recorreu à rede social para cobrar de Bolsonaro rapidez na sanção.

    “Em nome dos brasileiros que passam dificuldades financeiras neste momento de pandemia do Covid-19, solicito ao presidente da República @jairbolsonaro a sanção imediata do projeto de lei, que garante auxílio de R$600 aos trabalhadores autônomos, aprovado há pouco pelo @SenadoFederal”, disse Alcolumbre.

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  • Coronavírus: projeto de auxílio emergencial é aprovado no Senado

    Com a aprovação, o projeto vai à sanção do presidente Jair Bolsonaro. Em pronunciamento na manhã desta quarta-feira, 1º, no Palácio do Planalto, o presidente disse que vai anunciar ainda hoje a sanção da lei que cria o chamado ‘coronavoucher’. O auxílio tem como foco socorrer trabalhadores que tiveram a renda afetada com as medidas de isolamento social.

    O ‘coronavoucher‘, projeto de renda básica emergencial, foi aprovado pelo Senado, em sessão remota, na última segunda-feira, 30. Assim como na Câmara dos Deputados, a votação teve aprovação unânime.

    Quem presidiu a sessão foi o vice-presidente do Senado, Antonio Anastasia (PSD-MG). O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, continua se recuperando após ser diagnosticado com o novo Coronavírus (Covid-19).

    Os senadores decidiram por postergar as emendas ao projeto, uma vez que essas alterações precisariam voltar à Câmara – o que atrasaria ainda mais os pagamentos às famílias que precisam desse auxílio.

    “A combinação feita com a unanimidade dos líderes é no sentido de que ele [o projeto] terá somente emendas de redação. Não mudam o mérito e o projeto não voltará à Câmara, parte para sanção presidencial. Por outro lado, como existem várias ideias de senadores no mérito, ficou acordado que essas ideias serão todas coligadas em um projeto que será apresentado e discutido na sessão de amanhã”, disse Anastasia.

    O combinado entre os senadores foi de que as emendas ao projeto fossem discutidas e votadas nesta terça-feira, 31. Algumas delas pretendem incluir outras categorias para recebimento do auxílio. 

    Quem pode receber o auxílio?

    O projeto garante o auxílio de R$600, podendo chegar a R$1.200, para trabalhadores informais, autônomos, desempregados e MEIs (microempreendedores individuais). A renda emergencial será paga por três meses, podendo ser prorrogada.

    Para receber o auxílio, o trabalhador precisa ter mais de 18 anos, não ter emprego formal e renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$ 3.135) ou até meio salário mínimo (R$522,50) por pessoa.

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    Será permitido a duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios: um do auxílio emergencial e um do Bolsa Família. Caso o auxílio seja maior que o valor do Bolsa Família, a pessoa poderá fazer a opção pelo primeiro.

    No caso das mães que são chefe de família, é permitido o recebimento de duas cotas do auxílio (R$1.200).

    Para verificação de renda, será considerado o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). Caso o beneficiário não seja inscrito no Cadastro, a renda média será verificada por meio de autodeclaração em plataforma digital.

    Nesse cálculo, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, com exceção do dinheiro do Bolsa Família.

     

    Senado Federal
    Coronavoucher: Senado aprova projeto de renda básica emergencial
    (Jane de Araújo/Agência Senado)

     

    Como serão pagos os auxílios?

    De acordo com o projeto, o auxílio emergencial será pago por bancos públicos federais por meio de uma conta do tipo poupança social digital, que será aberta automaticamente em nome dos beneficiários.

    Os usuários serão isentos de tarifas de manutenção e poderão realizar, sem custos, uma transferência eletrônica de dinheiro por mês para qualquer banco.

    Para quem já recebe recursos de programas sociais governamentais, como FGTS, a conta para recebimento do auxílio pode ser a mesma. No entanto, o usuário não pode permitir a emissão de cartão físico, cheques ou ordens de pagamento para sua movimentação.

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    Se a pessoa deixar de cumprir as condições estipuladas, o auxílio será cortado. Os órgãos federais atualizarão constantemente as informações em suas bases de dados a fim de fazer as verificações necessárias.

  • Senado aprova dispensa de atestado médico na falta ao trabalho

    O Senado Federal anunciou nessa terça-feira, 31, a aprovação do Projeto de Lei (PL) que dispensa a apresentação de atestado médico para justificar falta ao trabalho.  A medida será válida para empregados infectados pelo Coronavírus ou que tiveram contato com doentes.

    O texto propõe alteração na Lei 605, de 1949, que dispõe sobre o repouso semanal remunerado e o pagamento de salário nos feriados.  De acordo com o projeto, o empregado terá direito a um afastamento de sete dias, dispensando a apresentação de atestado médico.

    No entanto, o funcionário deve notificar, imediatamente, o empregador sobre o afastamento. O texto, já aprovado no Senado, vai agora para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

    + Em pronunciamento, Bolsonaro fala sobre empregos e muda o tom sobre Coronavírus

    Em casos de imposição de quarentena, o empregado poderá apresentar a partir do oitavo dia um atestado emitido em unidade de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) ou documento eletrônico, desde que este seja regulamentado pelo Ministério da Saúde.

    Após sanção, a nova regra permanecerá válida enquanto durar o estado de calamidade pública e a emergência de saúde pública internacional por conta da Covid-19. 

    O deputado federal Alexandre Padilha, um dos nove parlamentares que compõe a comissão que estuda medidas contra a pandemia, explicou que a proposta segue o exemplo da Inglaterra. Segundo ele, no país foi adotada uma política para proteção da sociedade e dos trabalhadores.

    “Urge a necessidade de aprovação deste projeto de lei de modo a garantir instrumentos que são cruciais para o combate à pandemia do novo Coronavírus”, disse Alexandre na justificativa da proposta.

    Projeto depende de sanção do presidente para entrar em vigor
    (Foto: Agência Brasil)

    Confira medidas já adotadas no mercado de trabalho durante a pandemia

    Alguns setores, como o da Saúde, Transporte, Segurança e Comércio (os considerados essenciais), não pararam suas atividades nos postos de atendimento comuns. No entanto, muitas empresas optaram pelo home office para dar continuidade aos seus serviços, durante o período de isolamento social.

    A novidade pode trazer inseguranças para alguns profissionais, que não estão acostumados com esse modelo de trabalho. Contudo, algumas dicas, como estabelecer uma rotina dentro de casa e criar uma lista de tarefas, podem ajudar.

    A especialista em produtividade Tathiane Deândhela listou dicas sobre como manter o foco e a produtividade trabalhando em casa. Confira:

    ⇒ Empresas adotam home office como medida preventiva ao coronavírus

    Além do home office, outras alternativas podem ser adotadas pelos empregadores, conforme descrito na Medida Provisória 927. O intuito é reduzir o desemprego durante a pandemia.

    Dentre as medidas que podem ser adotadas, estão: antecipação das férias individuais, concessão de férias coletivas, utilização de banco de horas, antecipação de feriados, entre outras. Veja a lista completa:

    ⇒ Coronavírus: quais impactos estão sujeitos o trabalhador com a MP 927?

  • 1º Exame de Qualificação da Uerj é suspenso devido ao Coronavírus

    O ingresso em cursos de nível superior e de qualificação é uma excelente oportunidade para quem busca melhores oportunidades de emprego. Todo ano, universidades públicas e privadas abrem vagas para ingresso ao curso de graduação com oportunidades para diferentes cursos, classes sociais e faixas etárias.  

    A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), por exemplo, é uma das instituições que oferece, todos os anos, vagas para seus cursos de graduação através do vestibular. No entanto, a instituição informou que o 1º Exame de Qualificação está suspenso devido à pandemia do Coronavírus

    Plataforma oferece dicas para trabalho remoto durante quarentena

    O anúncio foi feito pela pró-reitoria de graduação da instituição, por meio do Departamento de Seleção Acadêmica. Por nota, a Uerj informou que o 1º Exame está adiado:

    “Enquanto durar a suspensão das atividades presenciais da universidade (ou a vigência dos decretos do Governo do Estado preconizando o afastamento social)”. 

    De acordo com a Uerj, todos os eventos relacionados ao vestibular também se encontram suspensos e um novo calendário será divulgado quando os decretos governamentais sustarem o isolamento social. 

    Universidade do Estado do Rio de Janeiro
    Uerj suspende 1º Exame de Qualificação devido à pandemia
    (Foto: Divulgação)

    Outras oportunidades de qualificação profissional através do ensino superior 

    Assim como a Uerj, o Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cederj) também oferta vagas para cursos de graduação. A boa notícia é que as inscrições para o vestibular Cederj 2020 já estão abertas. 

    Ao todo, são oferecidas 8.109 oportunidades distribuídas por 17 cursos na modalidade de Ensino Superior à Distância. As chances são para os cursos de Licenciaturas em Ciências Biológicas (916), Física (375), Geografia (320), História (200), Letras (300), Matemática (830), Pedagogia (1.125), Química (338) e Turismo (335). 

    Também há vagas para bacharelado em Administração (761), Administração Pública (400), Ciências Contábeis (480), Engenharia Meteorológica (50), Engenharia de Produção (400). Além de cursos de Tecnologia em Sistemas de Computação (529), Gestão de Turismo (250) e Segurança Pública (350).

    Em pronunciamento, Bolsonaro fala sobre empregos e muda o tom sobre Coronavírus

    As vagas para o curso de segurança Pública são destinadas aos profissionais da ativa da Segurança Pública, que buscam se qualificar ainda mais para o exercício da profissão. São incluídos nessa modalidade os agentes penitenciários, guardas municipais, policiais civis e militares do Rio de Janeiro, policiais federias e militares. 

    As inscrições para o vestibular do Cederj vão até o dia 14 de maio e podem ser feitas no site do Instituto Selecon. A taxa é no valor de R$69 e deverá ser paga até o dia 15 de maio. 

    Saiba mais sobre o vestibular do Cederj

    Enem divulga editais para seleção de 2020

    O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) também é uma ótima oportunidade para ingressar no ensino superior, se qualificar e alcançar melhores condições de trabalho. A avaliação é porta de entrada para diversas universidades públicas e privadas do país, através do Sisu e do Prouni. 

    PL visa desconto de 30% em instituições de ensino durante pandemia

    Os editais do Enem 2020 foram divulgados na última terça-feira, 31, e trouxeram novidades. Neste ano, o exame terá duas versões: a impressa e a digital, com provas marcadas para os meses de outubro e novembro. 

    O prazo de inscrição será de 11 a 22 de maio, no Sistema Enem. O acesso pode ser feito por meio da Página do Participante ou do Aplicativo do exame. O valor da taxa é de R$85 e o pagamento pode ser feito até o dia 28 de maio, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU). 

    Saiba mais sobre o Enem 2020

  • Saint Paul, Estácio e Uninassau oferecem cursos gratuitos e online

    O período de quarentena, medida adotada para prevenir a disseminação do Coronavírus, pode ser uma excelente oportunidade para se qualificar através de cursos online oferecidos por algumas instituições de ensino. 

    Pensando na possibilidade de democratizar a educação durante o período de isolamento social proposto pelo governo, o LIT, plataforma digital de educação executiva da Saint Paul Escola de Negócios, liberou o acesso de 100% dos seus cursos de forma gratuita.

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    A plataforma conta com 25 mil horas de conteúdo e 8 mil livros e oferece conteúdo nas áreas de negócios, Liderança, Digital, Finanças, Marketing, Gestão e Inovação, todos com certificação da Saint Paul Escola de Negócios. 

    Para ter acesso aos cursos gratuitamente, os interessados devem se inscrever até o dia 30 de abril, no site da plataforma. O acesso é feito com o preenchimento de endereço de e-mail e dados pessoais. 

    teclado de computador
    Instituições de ensino ofertam cursos gratuitos durante
    pandemia do Coronavírus (Foto: Pixabay)

    Outras opções de cursos gratuitos para fazer durante a quarentena 

    Estácio

    A Universidade Estácio de Sá também liberou diversos cursos gratuitos para quem deseja aproveitar o período de quarentena e turbinar o currículo. Os cursos podem ser feitos pelo computador, celular ou tablet e foram divididos em quatro áreas de interesse: Administração, Gestão e Engenharia; Educação; Gastronomia; e Programação. O material didático foi produzido pela própria instituição, entre eles, vídeos, e-books e testes de conhecimentos. 

    “Sabemos que o isolamento social pode ser um grande desafio. Para tornar esses dias mais proveitosos e cheios de conhecimento, estamos disponibilizando gratuitamente cursos para esse período de quarentena. Fizemos uma seleção de cursos on-line em diferentes áreas, para quem deseja conhecer algo novo e se qualificar ainda mais”, explica Alexandre Aguieiras, vice-presidente de Conteúdo Digital. 

    Para Marcel Desco, vice-presidente de Mercado, é importante dividirmos informação e conhecimento com o todas as pessoas, principalmente nesse momento tão delicado que estamos vivendo.

    + Coronavírus: projeto de auxílio emergencial é aprovado no Senado

    Para se inscrever aos cursos gratuitos pela Estácio, é preciso se cadastrar na página da Universidade. Dentre as opções de para cada área ofertada, estão: 

    Administração, gestão e engenharia

    • Introdução a Administração – A teoria geral da Administração;
    • Planejamento de carreira;
    • Engenharia de produto;
    • Engenharia da qualidade; e
    • Contabilidade básica.

    Educação

    • História da educação;
    • Língua Portuguesa: Estrutura Básica;
    • Didática;
    • Fundamentos teóricos e metodológicos da infância; e
    • Língua Portuguesa.

    Gastronomia

    • Cozinha brasileira – Norte & Nordeste;
    • Cozinha brasileira – Centro-Oeste, Sul & Sudeste; e
    • Técnicas de cozinha.

    Programação

    • Paradigmas de linguagem de programação;
    • Computação em nuvem;
    • Análise de dados; e
    • Projeto assistido por um computador.

    Centro Universitário Maurício de Nassau (Uninassau)

    A Uninassau também está oferecendo cursos online gratuitos em diversas áreas, em parceria com a GoKursos Educação Continuada. A gratuidade dos cursos segue até o dia 4 de abril. Há opções de capacitação com duração mínima de 30h e máxima de 60h e, após a inscrição, as aulas ficam disponíveis durante 15 dias. Para se inscrever, é preciso acessar o site do GoKursos. 

    Ao término de cada qualificação, os participantes receberão um certificado de conclusão do curso. Entre as opções estão:

    • Marketing digital;
    • Análise estatística de dados;
    • Língua inglesa;
    • Cozinha francesa;
    • Arquitetura de software;
    • Fundamentos em inteligência artificial;
    • Direito aplicado ao empreendedorismo digital; entre outros. 

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    Para Joaldo Diniz, diretor executivo de Inovação e Serviços do grupo Ser Educacional, mantenedor da Uninassau, a iniciativa oferece uma grande oportunidade de aprendizado para os profissionais que estão em quarentena. 

    “Neste momento difícil, de confinamento geral, é uma ocasião para se qualificar e aprender coisas novas. Os usuários poderão aprender técnicas de Marketing Digital, por exemplo, um curso fundamental nos dias atuais e que muita gente não tem tempo de fazer”, destaca.

    notícias de empregos

     

  • Saque-aniversário do FGTS já pode ser retirado por trabalhadores

    O saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) está liberado a partir desta quarta-feira, 1º de abril, para os trabalhadores nascidos nos meses de janeiro e fevereiro. O dinheiro ficará disponível para retirada até o dia 30 de junho. 

    Só poderão retirar esse dinheiro os profissionais que aderiram ao saque-aniversário do FGTS. Nestes casos, é permitida a retirada de parte do saldo de qualquer conta ativa ou inativa do fundo a cada ano, no mês de aniversário. Em troca, caso o profissional seja demitido sem justa causa, não poderá receber do que tem direito.

    A liberação do valor varia de acordo com o saldo de cada conta em nome do trabalhador. No entanto, além de um percentual, o profissional receberá um adicional fixo, conforme o total na conta. Dessa forma, o valor do saque varia de 50% do saldo sem parcela adicional, para contas de até R$500, a 5% do saldo e adicional de R$2,9 mil para contas com mais de R$20 mil. 

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    Caso seja demitido sem justa causa, os trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário não receberão o valor depositado pela empresa, já o pagamento da multa de 40% será mantido. Vale ressaltar que não são afetadas pelo saque-aniversário o uso do FGTS para os seguintes fins: 

    • Compra de imóveis;
    • Aposentadorias; e
    • Doenças graves. 
    Aplicativo do FGTS
    Saque-aniversário do FGTS está disponível para aniversariantes
    de janeiro e fevereiro (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

    Saque pode ser feito pelo aplicativo do FGTS 

    Por conta da pandemia do Coronavírus, uma das orientações do governo é que a população evite sair de casa. A medida tem como objetivo diminuir a aglomeração de pessoas, evitando a disseminação do vírus Covid-19. 

    Dessa forma, para os trabalhadores que desejam fazer o saque, a Caixa orienta o resgate por meio do aplicativo FGTS, disponível para tablets e smartphones com sistema operacional Android e iOS. A transferência do dinheiro pode ser feita para qualquer conta no nome do profissional, independente do banco, sem a cobrança de tarifas. 

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    O saque também pode ser feito nas casas lotéricas, caso esses estabelecimentos estejam abertos, e terminais de autoatendimento para quem tem senha do Cartão Cidadão. Quem tem o Cartão Cidadão e senha também pode sacar o valor nos correspondentes Caixa Aqui, caso esses estabelecimentos estejam autorizados a abrir durante o período de quarentena. 

    Projeto de auxílio emergencial é aprovado no Senado

    O projeto que garante o auxílio de R$600, podendo chegar a R$1.200, para trabalhadores informais, autônomos, desempregados e MEIs (microempreendedores individuais) foi aprovado no Senado e deve ir à sanção do presidente, Jair Bolsonaro, ainda nesta quarta, 1º de abril. 

    A renda emergencial será paga por três meses, podendo ser prorrogada. Para receber o auxílio, o trabalhador precisa ter mais de 18 ano, não ter emprego formal e renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$3.135) ou até meio salário mínimo (R$522,50) por pessoa. 

    Será permitido a duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios: um do auxílio emergencial e um do Bolsa Família. Caso o auxílio seja maior que o valor do Bolsa Família, a pessoa poderá fazer a opção pelo primeiro.

    No caso de mães que são chefe de família, é permitido o recebimento de duas cotas do auxílio, equivalente a R$1.200. 

    Saiba mais sobre o auxílio emergencial aprovado no Senado 
     

     

  • Para pagar ‘coronavoucher’, Maia diz que governo pode editar MP

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o governo tem condições de pagar os R$600 de auxílio emergencial por meio de medida provisória (MP). O ministro da Economia, Paulo Guedes, havia informado que a liberação do auxílio depende da aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC).

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    Rodrigo Maia afirmou que, se Guedes estiver certo, o governo “mentiu” ao acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para afastar a aplicação de artigos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

    “Com o encaminhamento desse pleito, o governo garantiu por liminar o afastamento desses artigos. Isso garante ao governo a possibilidade, a certeza da edição de uma medida provisória de crédito para pagar os R$ 600 que todos os brasileiros aguardam a sanção do presidente da República”, disse Maia.

    Maia disse que sua fala não representa nenhuma crítica, mas é contrária à transferência de responsabilidade a terceiros. “Não estou aqui pra transferir responsabilidade para ninguém, mas para construir com deputados e o governo as posições. Se ele estiver certo hoje, o governo mentiu na ação que impetrou no Supremo”, afirmou.

     

    Rodrigo Maia
    Rodrigo Maia disse que governo pode pagar R$600 por MP
    (Marcos Camargo/Agência Brasil)

     

    Bolsonaro ainda não sancionou auxílio de R$600

    Apesar da pressão para a sanção do auxílio emergencial, o presidente Jair Bolsonaro ainda não sancionou o projeto de lei. O governo ainda não sabe quanto vai custar o pagamento desse benefício.

    Inicialmente, a previsão era de que 25 milhões de pessoas teriam direito a receber os R$ 600. No final da tarde dessa terça-feira, 31, esse número previsto já era de 31 milhões de pessoas.

    De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 38 milhões de brasileiros estão na informalidade. O custo final do auxílio deve constar no ato de sanção da lei pelo presidente Jair Bolsonaro.

    Desde segunda-feira, o projeto está na mesa do presidente aguardando a assinatura dele para virar lei. Em pronunciamento no Palácio do Planalto, o presidente afirmou que anunciará a sanção da lei ainda nesta quarta-feira, 1.

    Na terça, 31, o presidente havia dito que ainda não sancionou o projeto porque fará vetos ao texto.“Estão correndo atrás porque tem vetos que precisam ser justificados. Não é só colocar um xis lá. Tem que justificar”, explica Bolsonaro – que não disse quais pontos serão vetados.

    Segundo o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), “muito provavelmente” o pagamento do auxílio será realizado no dia 16 de abril. A previsão foi criticada por Rodrigo Maia, que afirmou que já que o auxílio é “emergencial”, o pagamento deveria ser feito antes. 

    “Acho que o governo tem toda a condição, num trabalho com mutirão, juntando outras estruturas, mesmo de forma remota, que consiga organizar o pagamento dos brasileiros antes de 16 de abril”, acrescentou o presidente da Câmara.

     

  • Confira as vagas de emprego disponíveis na Coca-Cola

    A Coca-Cola é uma das empresas que mais emprega. Com isso, vagas são abertas regularmente em diversos segmentos e funções. Confira abaixo algumas das vagas de emprego abertas na companhia.

    O nível de escolaridade é bastante variável e depende do cargo pretendido. Algumas vagas são temporárias e outras destinadas a pessoas com deficiência (PcD).

    No total, estão abertas 48 vagas para ingresso na Coca-Cola, com o processo seletivo sendo realizado pelo site do Vagas.com. Confira a lista das funções disponíveis:

    • Ajudante operacional;
    • Técnico enfermagem (vaga temporária);
    • Técnico manutenção elétrica;
    • Técnico processo Jr;
    • Auxiliar de enfermagem/Técnico de enfermagem;
    • Vendedor;
    • Assistente administrativo;
    • Auxiliar de enfermagem;
    • Motorista;
    • Ajudante operacional;
    • Promotor;
    • Técnico de manutenção Jr – Refrigeração;
    • Operador de produção (temporário);
    • Supervisor distribuição;
    • Analista de controle de distribuição;
    • Analista de marketing;
    • Analista de contas a receber Sr (PcD);
    • Analista de contas a receber Sr
    • Executivo de vendas;
    • Desenvolvedor de cerveja;
    • Supervisor distribuição;
    • Analista de planejamento de produção (temporário);
    • Supervisor de segurança viária;
    • Analista materiais PI;
    • Supervisor de manutenção;
    • Analista materiais Jr;
    • Promotor de vendas (com carro próprio);
    • Vendedor;
    • Vendedor externo;
    • Vendedor IV;
    • Promotor;
    • Ajudante de entregas;
    • Motorista de caminhão;
    • Ajudante operacional;
    • Promotor;
    • Analista de custos pleno;
    • Analista de gastos pleno;
    • Analista custos pleno (PcD);
    • Analista gastos pleno (PcD);
    • Promotor de vendas;
    • Analista contábil sênior;
    • Analista contábil sênior PcD);
    • Coordenador de contas – On Premise (canal conveniência e entretenimento); 
    • Auditor interno;
    • Auditor interno (PcD);
    • Promotor de vendas com carro próprio; e
    • Vendedor com carro próprio.
    Coca-Cola abre mais de 40 vagas de emprego (Foto: Divulgação)
    Coca-Cola abre mais de 40 vagas de emprego (Foto: Divulgação)

    Coca-Cola: inscrições para assistente até esta sexta, 3

    Algumas oportunidades da Coca-Cola estão com inscrições abertas durante todo o mês de abril, enquanto outras já estão perto do fim. Esse é o caso da vaga para assistente administrativo.

    Os interessados poderão se inscrever até sexta-feira, 3, sendo para a região de Santo Ângelo, no Estado do Rio Grande do Sul. É preciso ter disponibilidade de horário e o salário está como ‘a combinar’.

    A chance em questão pede escolaridade de nível médio, sendo desejável o nível superior cursando. Além disso, pede Excel de intermediário para avançado e conhecimento no sistema SAP será um diferencial.

    Empregos

    Entre as principais atividades da função, estão:

    Controlar os estoques de materiais de limpeza e escritório;
    Condução de inventários;
    Criar solicitações de compra de materiais;
    Digitalizar e arquivar notas fiscais e documentos;
    Realizar entrada de notas fiscais de materiais;
    Apoiar no controle e gestão das despesas da UO;
    Criar planilhas em Excel para controle e conferência dos lançamentos.

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    Benefícios oferecidos pela Coca-Cola

    Muitas pessoas procuram as oportunidades da Coca-Cola não somente por ser uma empresa renomada, mas também pelos atrativos. Os salários costumam ser compatíveis com a função e, além disso, são oferecidos inúmeros benefícios, como:

    • Assistência médica
    • Assistência odontológica
    • Auxílio farmácia
    • Cesta de natal
    • Cooperativa de crédito
    • Desconto em produtos
    • Participação nos Lucros ou Resultados
    • Seguro de vida
    • Vale-refeição
    • Vale-transporte
  • Coronavoucher: quais programas sociais estão vinculados ao CadÚnico?

    O ‘coronavoucher’, auxílio de R$600 do governo para os trabalhadores informais durante a pandemia da Covid-19, usará o CadÚnico como uma das formas de comprovação de renda. Apenas profissionais sem emprego formal e microempreendedores individuais (MEI) terão direito ao benefício.

    De acordo com o projeto de lei, o valor poderá ser concedido a quem tem mais de 18 anos e renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$3.135) ou meio salário (R$522,50) por pessoa. Para verificação de renda, o governo usará o Cadastro Único para Programa Sociais, o CadÚnico.

    Mas, você sabe como funciona esse cadastro e quais programas sociais estão vinculados a ele? FOLHA DIRIGIDA reuniu essas informações. O Cadastro Único, segundo a Caixa Econômica Federal, é um conjunto de dados do Governo Federal sobre as famílias brasileiras em situação de pobreza.

    Essas informações são usadas para implementação de políticas capazes de promover a melhoria da vida dos indivíduos. Deve ser inscrito no CadÚnico quem ganhar até meio salário mínimo por pessoa ou até três salários mínimos na renda mensal total da família.

    Cadastro Único
    CadÚnico é base para seleção de diversos programas sociais
    no Brasil (Foto: Prefeitura Rio de Janeiro)

     

    ​Ou, ainda, família composta por pessoas em situação de rua. Mais de dez programas e benefícios sociais do Governo Federal utilizam o Cadastro Único como base para seleção. São eles:

    • ​​Programa Bolsa Família;
    • Programa Minha Casa, Minha Vida;
    • Bolsa Verde – Programa de Apoio à Conservação Ambiental;
    • Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – PETI​;
    • Fomento – Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais;
    • Carteira do Idoso;
    • Aposentadoria para pessoa de baixa renda;
    • Programa Brasil Carinhoso;
    • Programa de Cisternas;
    • Telefone Popular;
    • Carta Social;
    • Pro Jovem Adolescente;
    • Tarifa Social de Energia Elétrica;
    • Passe Livre para pessoas com deficiência;
    • Isenção de Taxas em Concursos Públicos.

    Os estados e municípios também usam os dados do CadÚnico como base para seus programas sociais.​ Em muitos concursos públicos, os inscritos no cadastro também podem solicitar a isenção das taxas de inscrição.

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    Como funciona a inscrição no CadÚnico?

    Para quem se encaixa nos requisitos do ‘coronavoucher’, mas não está inscrito no CadÚnico, a verificação de renda será feita por meio de autodeclaração em plataforma digital. Porém, ao aderir ao cadastro, é possível ser vinculado a diversos programas (como os citados acima).

    A família que se enquadra nas rendas pode procurar um Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) no município e solicitar o cadastramento. Se não souber onde fica o local de cadastramento, procure orientação no site do Ministério do Desenvolvimento Social. Para ser cadastrado é importante:

    >> Ter uma pessoa responsável pela família para responder às perguntas do cadastro. Essa pessoa deve fazer parte da família, morar na mesma casa e ter pelo menos 16 anos.

    >> Para o responsável pela família, de preferência uma mulher, é necessário o CPF ou Título de Eleitor.

    >> Exceção: no caso de responsável por famílias indígenas e quilombolas, pode ser apresentado qualquer um dos documentos abaixo. Não precisa ser o CPF ou o Título de Eleitor.

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    No ato do cadastro, será necessário apresentar pelo menos um documento de todas as pessoas da família: Certidão de Nascimento; Certidão de Casamento; CPF; Carteira de Identidade (RG); Certidão Administrativa de Nascimento do Indígena (RANI); Carteira de Trabalho ou Título de Eleitor.

    Também é recomendado levar um comprovante de endereço, que pode ser conta de água ou luz. Não é obrigatório apresentar, mas ajuda no preenchimento do endereço.

    A Caixa Econômica Federal atenta para manter os dados sempre atualizados. Sempre que mudar algo na família, como nascimento de um filho, mudança de casa ou de trabalho ou quando alguém deixar de morar na residência, o responsável familiar deve procurar o CRAS e efetuar a atualização dos dados da família.

  • ‘Coronavoucher’: Bolsonaro sanciona auxílio emergencial de R$600

    O presidente Jair Bolsonaro sancionou o ‘Coronavoucher’ – auxílio emergencial de R$600 para trabalhadores informais, desempregados e MEIs (microempreendedores individuais), nesta quarta-feira, 1º, dois dias após o projeto ser aprovado no Senado. 

    A expectativa é que o benefício comece a ser pago já na próxima semana. Por isso, o Governo Federal está trabalhando para regulamentar a lei o quanto antes. Segundo o governo, os primeiros a receberem o auxílio serão os beneficiários do Bolsa Família, seguidos pelos trabalhadores informais do CadÚnico.

    Entretanto, as pessoas que têm direito ao ‘coronavoucher’ não devem ir às agências pagadoras, uma vez que, o sistema para pagamento ainda será montado pelo governo.

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    Inicialmente, o governo Bolsonaro anunciou a proposta de conceder R$200 por trabalhador autônomo. No entanto, os parlamentares defenderam um benefício maior. Antes do projeto ser aprovado na Câmara, o Palácio do Planalto concordou em aumentar o valor do auxílio para R$600.

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    Bolsonaro sancionou projeto de auxílio emergencial
    (Foto: Marcos Corrêa/PR/Agência Senado)

     

    Entenda como funciona o benefício

    Para receber o auxílio, o trabalhador precisa ter mais de 18 anos, não ter emprego formal e renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$ 3.135) ou até meio salário mínimo (R$522,50) por pessoa.

    Será permitido a duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios: um do auxílio emergencial e um do Bolsa Família. Caso o auxílio seja maior que o valor do Bolsa Família, a pessoa poderá fazer a opção pelo primeiro.

    No caso das mães que são chefe de família, é permitido o recebimento de duas cotas do auxílio (R$1.200).

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    Para verificação de renda, será considerado o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). Caso o beneficiário não seja inscrito no Cadastro, a renda média será verificada por meio de autodeclaração em plataforma digital.

    Nesse cálculo, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, com exceção do dinheiro do Bolsa Família.

    Como serão feitos os pagamentos?

    De acordo com o projeto, o auxílio emergencial será pago por bancos públicos federais por meio de uma conta do tipo poupança social digital, que será aberta automaticamente em nome dos beneficiários.

    Os usuários serão isentos de tarifas de manutenção e poderão realizar, sem custos, uma transferência eletrônica de dinheiro por mês para qualquer banco.

    Para quem já recebe recursos de programas sociais governamentais, como FGTS, a conta para recebimento do auxílio pode ser a mesma. No entanto, o usuário não pode permitir a emissão de cartão físico, cheques ou ordens de pagamento para sua movimentação.

    Se a pessoa deixar de cumprir as condições estipuladas, o auxílio será cortado. Os órgãos federais atualizarão constantemente as informações em suas bases de dados, a fim de fazer as verificações necessárias.