A Stone, fintech de serviços financeiros e de pagamentos, abriu novas vagas de emprego. As oportunidades são para as áreas Comercial e de Atendimento, em Teresópolis e Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Os trabalhos são uma ótima oportunidade para quem busca uma recolocação durante a crise provocada pela pandemia do novo Coronavírus.
As vagas podem ser acessadas na página de recrutamento da Stone, no site Jobs.Kenoby. Não há prazo para término das inscrições. Portanto, as oportunidades podem ficar indisponíveis assim que forem preenchidas, sem aviso prévio.
Para a área Comercial, os salários variam a partir de R$3.254 (fixo + variável), relacionado ao cumprimento de metas. Além disso, a empresa oferece vale-alimentação e refeição, vale transporte, seguro saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio creche e auxílio academia.
Por conta da crise provocada pela pandemia, o processo seletivo está sendo conduzido de forma online. O novo processo de contratação inclui testes online e entrevistas por videoconferência, por exemplo, e não haverá a etapa presencial para conhecer as instalações da empresa.
Para Augusto Lins, presidente da Stone, o Rio de Janeiro é um polo estratégico para a companhia. Por isso, a empresa está investindo em oportunidades de emprego na região com o objetivo de continuar crescendo e atendendo bem os seus clientes.
“Nosso modelo de atuação é diferenciado, pois sabemos que o Brasil vai muito além dos grandes centros. Somos movidos por empreendedores espalhados por todo o país. Precisamos reforçar ainda mais nossos times locais para atender com excelência nossos clientes da região.”
Stone abre novas vagas de emprego para cidades
do Rio de Janeiro (Foto: Divulgação)
Stone também oferta vagas home office na área de tecnologia
A Stone também está com inscrições abertas para empregos na área de tecnologia. A novidade é que as vagas são para trabalho home office, modalidade que deixou de ser um benefício e se tornou a rotina de muitos profissionais durante a pandemia do Coronavírus.
De acordo com a instituição, são mais de dez vagas disponíveis. Os interessados podem optar pelo trabalho remoto de qualquer cidade do país. Quem não quiser exercer a função em home office, poderá trabalhar presencialmente nos escritórios do Rio de Janeiro ou São Paulo. Todas as contratações serão pelo regime CLT.
As oportunidades estão relacionadas à construção da Conta Stone, uma conta de pagamento feita para empreendedores e estão disponíveis para os seguintes cargos:
Com a crise provocada pela pandemia do novo Coronavírus, é esperado um aumento significativo no número de desemprego. Um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) aponta que, no cenário mais pessimista, é possível ter até 12,6 milhões desempregados.
A taxa atual de desemprego já é de 11,6% e, nessa nova realidade, a taxa se elevaria a 23,8%. Em um cenário mais factível, os pesquisadores 6 milhões de novos desempregados, encerrando o ano com uma taxa de desemprego de 17,8% e, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), o PIB (Produto Interno Bruto) deverá encolher 5,3%.
Apesar das medidas já anunciadas pelo governo federal para conter a crise econômica, haverá impactos nos empregos e até na renda média dos trabalhadores. Para Ladmir Carvalho, CEO da Alterdata, o varejo será um dos setores que mais sentirá com os efeitos dessa crise, “pois é altamente dependente do fluxo de pessoas pelas ruas, nos shoppings e nas calçadas”.
“As vendas online destas mesmas empresas, por mais que sejam ferramentas importantes, não substituirão o faturamento perdido”, explica o CEO. E com essa nova realidade, Ladmir acredita que também haverá mudanças no perfil dos funcionários que o mercado vai buscar, e a capacidade de produção em home office será uma característica importante.
“Os profissionais que conseguirem entregar o que se propõem trabalhando remotamente terão mais valor. A Alterdata possui cerca de 1.800 colaboradores, e todos estão em home office, o que já dá para notar aqueles que estão trabalhando normalmente, e os que perderam produtividade”, conta.
O CEO explica que essa “perda de produtividade” tem ligação com “foco e concentração”. Ele conta que muitos funcionários acabam dependendo de um líder para cobrar produção e que, quando estão em casa, sem a figura desse líder, muitos acabam não tendo o mesmo rendimento que tinham na empresa.
“O profissional que tiver mais capacidade de fazer o que tem que ser feito com menos cobrança de uma supervisão terá mais valor neste novo cenário”, destaca.
Para Ladmir, um exemplo de profissional que terá mudança no perfil exigido pelo mercado é o vendedor. Serão valorizados “os vendedores com capacidade de vender sem estar fisicamente ao lado dos clientes”.
Segundo ele, “o tipo de argumentação, demonstração e transferência de credibilidade é completamente diferente no mundo online do que presencial, alguns se adaptarão e outros não”.
Ladmir Carvalho, CEO da Alterdata Software, acredita que
o mercado vai buscar por novos perfis profissionais
(Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)
Contenção da crise
Na Alterdata, foram criadas diversas medidas para conter a crise. Segundo o CEO, um dos maiores desafios foi viabilizar que 1.800 colaboradores realizassem o trabalho remoto. “Isso foi um plano de guerra que envolveu ambientes técnicos, RH, Compliance e outros setores”.
Ele explica que realizaram treinamentos com supervisores e gerentes, além da criação de novos indicadores de performance e mudanças de rotinas. Na empresa foi criado um grupo de gestão de crise para levantar mecanismos que possam ajudar os clientes a continuar operando.
“Criamos em três dias um software de delivery para ajudar os clientes a venderem online, estamos fazendo dezenas e dezenas de horas de treinamento aos clientes para ajudar a levar mais conteúdo relevante”, conta.
“Outro elemento importante foi o redesenho total do marketing, focando todas as energias para o mundo digital, aumentando expressivamente a visibilidade da empresa, o que fez este setor ser mais vital do que já era em nossa estrutura”, completa.
“Assim que as empresas estiverem abertas e operando, nenhuma delas voltará ao passado como era”, explica o CEO. Ele acredita que o trabalho home office passe a fazer parte de várias atividades, mudando as dinâmicas e as formas nas entregas de resultado.
“Não acredito que toda empresa será totalmente online daqui para frente, mas creio que alguns setores poderão ser, e acho ainda que alguns setores serão híbridos, ou seja, poderão ser tipo três vezes na semana em home office, ou outras possibilidades”, conta.
Ladmir, ainda, pontua que as leis trabalhistas acabarão se adaptando a essa nova realidade. “Ou seja, todos terão de se adaptar, começando pelos profissionais, as empresas, passando pela legislação e chegando aos governos, que também terão de adotar novas práticas e rotinas”.
Home office foi adotado por empresas durante período de isolamento
(Foto: Divulgação)
No entanto, a crise, segundo o CEO, pode ser um momento de reinvenção: “Acho importante que os profissionais entendam que onde há alguém chorando tem alguém vendendo lenço, ou seja, onde há uma crise, também há oportunidade”.
“Neste momento, as profissões estão sendo reinventadas, e as pessoas que estão entrando no mercado de trabalho estão com uma chance imensa de terem muito destaque por estarem com uma nova forma de pensar, o que é mais difícil de um antigo profissional se reinventar”, ressalta.
Ladmir aconselha que as pessoas tentem ser autodidatas e adquiram conhecimentos por conta própria, sem esperar por treinamentos formais. Ele também destaca a importância de saber gerir o tempo.
“O importante daqui para frente é a pessoa conseguir entregar de casa os trabalhos que precisam ser feitos sem a cobrança de um líder, é importante ser um excelente gestor do seu próprio tempo para conseguir não perder o foco das missões que lhe são dadas”, pondera.
Por fim, a dica que ele dá é “saber usar as tecnologias a seu favor, como redes sociais, web conference, acesso remoto e outros, pois atualmente é possível estar em casa ao mesmo tempo que está com o grupo de trabalho, tudo virtual. Não dá mais para brigar contra algo que já é realidade”, conclui.
O Dataprev registrou, até o momento, que 45,2 milhões de cadastrados no portal e aplicativo da Caixa Econômica Federal já estão aptos a receberem o auxílio emergencial.
Desse total, 37,8 milhões de CPFs já foram homologados pelo Ministério da Cidadania e estão com a Caixa Econômica Federal (CEF) para pagamento, o que representa 70% do público inicialmente estimado, de 54 milhões, para ser atendido pelo programa.
A Dataprev dividiu os CPFs já homologados em três grupos. O lote 1 do Grupo 1 (composto pelos microempreendedores individuais (MEIs), contribuintes individuais (CIs) e trabalhadores informais, cadastrados no aplicativo ou portal da Caixa Econômica Federal, corresponde a 16,4 milhões de um total de 23 milhões.
Os outros 19,2 milhões são do Grupo 2 (CadÚnico – inscritos no Bolsa Família) e, por último, o Grupo 3, que são os inscritos no CadÚnico, mas não beneficiário do programa de renda, que corresponde a 9,6 milhões de CPFs.
Segundo o presidente da Dataprev, Gustavo Canuto, o órgão já finalizou 100% da análise dos CPFs dos Grupos 2 e 3. Agora, a estatal centra os trabalhos na verificação dos dados do Grupo 1. “Nossa intenção é garantir o pagamento a quem precisa. A preocupação do presidente Jair Bolsonaro sempre foi atender aqueles que realmente têm direito e os três níveis de análise de filtros garantem que o recurso pago está de acordo com a Lei”, ressaltou.
A expectativa é que os pagamentos referentes a esses requerimentos sejam realizados na próxima semana, de acordo com o Ministério da Cidadania.
“Nenhum país do mundo fez uma operação deste porte, com este grau de dificuldade. Por determinação do presidente Jair Bolsonaro, estamos fazendo com segurança e agilidade. É um programa do Governo Federal, executado pelo time de ministros, Caixa e com o trabalho extraordinário da Dataprev”, destacou Canuto.
Dos 23 milhões de cadastrados do Grupo 1, 16,4 milhões já têm
direito ao auxílio emergencial (Foto: Agência Brasil)
Confira quem tem direito ao benefício do Coronavoucher
O auxílio emergencial, no valor de R$ 600, será pago durante três meses a trabalhadores maiores de 18 anos, com CPF regularizado, e que não possuam emprego formal. Para receber, o requerente não deve ser titular de benefício previdenciário ou assistencial, do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, exceto o Bolsa Família.
Além disso, é preciso ter renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos. Os trabalhadores não podem ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.
Estão aptos a realizar o cadastro, os trabalhadores que se encontram nas seguintes condições:
Microempreendedor individual (MEI);
Contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social e que trabalhe por conta própria;
Trabalhador informal empregado, autônomo ou desempregado;
Intermitente inativo
Inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), até 20 de março de 2020;
Os que se encaixam nos critérios de renda familiar mensal mencionados, sendo necessário fazer uma autodeclaração de renda no site do governo.
Mulheres mãe e chefe de família e estiver dentro dos demais critérios poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês.
Mais de R$3,5 bilhões referentes ao auxílio já foram pagos
A Secretaria Especial do Desenvolvimento Social divulgou na última terça-feira, dia 14, o valor do auxílio que já foi repassado aos beneficiários do Cadastro Único. Um total de R$ 3,582 bilhões já foram pagos.
Só no dia 14, o auxílio emergencial de R$ 600 foi pago a 3,371 milhões de inscritos no Cadastro Único. Esses beneficiados se somam aos mais de 2,5 milhões que receberam na última quinta-feira, dia 9.
“São 3,371 milhões de pessoas nesse primeiro lote, que receberam hoje pela abertura de poupança digital. Então, temos 5,971 milhões de brasileiros, sendo que boa parte foi bancarizada, porque não tinha conta nos bancos e agora estão com poupança digital aberta na Caixa Econômica Federal”, destacou o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.
Também, na última terça-feira, iniciaram os pagamentos das mães chefes de família monoparentais. Ou seja, que criam seus filhos com menos de 18 anos sozinhas. São 3, 019 milhões de mulheres, que no total vão mobilizar R$ 2, 829 bilhões em recursos.
Onyx Lorenzoni disse, ainda, que a partir de quinta-feira, dia 16, os beneficiários do Bolsa Família começam a receber o auxílio. O pagamento será feito para os casos em que o valor é mais vantajoso que o recebido pelo programa de transferência de renda.
“Entre quem recebe o Bolsa Família e esses dois grupos do Cadastro Único, até sexta-feira, teremos 11,7 milhões de brasileiros com esse crédito depositado no Banco do Brasil ou na Caixa”, explicou Lorenzoni.
O ministro aproveitou para elogiar os esforços da Dataprev no processamento dos dados cadastrados no aplicativo e no site da Caixa:
“Cadastramos aproximadamente 35 milhões de pessoas. Essa primeira leva de 23 milhões está passando pelos sistemas de base de dados da Dataprev. Para cada um desses grupos, são 33 bilhões de informações processadas”, apontou Lorenzoni. “Não há nenhum país no mundo que tenha feito uma operação desse porte, com este grau de dificuldade. Nós, por determinação do presidente Jair Bolsonaro, estamos fazendo isso com segurança e agilidade.”
A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira, 17, o auxílio emergencial de R$600 a mais de 3,3 milhões de pessoas. O crédito estará disponível na conta poupança digital da Caixa aberta pelo banco.
O pagamento será feito a 1.359.786 beneficiários do Bolsa Família cujo último dígito do Número de Identificação Social (NIS) é igual a 2. Além de 1.958.268 de pessoas inscritas no Cadastro Único (que não recebem Bolsa Família) nascidas nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro.
O governo estima que, nesta semana, cerca de 9,4 milhões de pessoas recebam o benefício. Até as 10h desta quinta-feira, 16, a informação da Caixa é de que 7,1 milhões de brasileiros já haviam sido beneficiados.
O auxílio emergencial também tem um calendário para o saque em dinheiro, que começa no próximo dia 27. As pessoas só poderão retirar o dinheiro em uma data estipulada de acordo com o mês de nascimento.
O dinheiro poderá ser retirado sem a necessidade de cartão, e o saque poderá ser feito em casas lotéricas e em caixas eletrônicos. A Caixa reforça que não há necessidade de sacar o dinheiro, pois, na conta poupança digital, o mesmo pode ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem.
Nesta semana, 9,4 milhões de pessoas devem receber o auxílio
(Foto: A7 Press/Agência O Globo)
Câmara aprova inclusão de categorias no auxílio
Nesta quinta-feira, 16, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei (PL) 8723/20, que amplia as categorias profissionais que poderão receber o auxílio emergencial de R$600 – apelidade de ‘coronavoucher’.
Antes restrito aos trabalhadores informais, MEIs, autônomos, desempregados e mães chefes de família, agora o benefício poderá atender a outros grupos sociais, como agricultores, taxistas, caminhoneiros, diaristas, esteticistas, entre outros. Mas, antes disso, o PL precisa retornar ao Senado para apreciação.
O texto aprovado, ainda, prevê que tanto pai ou mãe provedor de família monoparental receba duas cotas do auxílio emergencial, no valor de R$1.200. Até o momento, apenas mães de família tinham tal benefício.
O deputado Carlos Veras (PT-PE) se mostrou preocupado no sentido de que as alterações feitas pela casa acabem atrasando o pagamento do auxílio emergencial. Entretanto, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o substitutivo aprovado será encaminhado imediatamente rapidamente ao Senado.
Exigência de CPF regular é suspensa
Para evitar filas na Receita Federal, bem como atender às medidas de isolamento social, os deputados aprovaram o destaque que põe fim à proibição de que pessoas sem o CPF possam ter acesso ao auxílio.
A expectativa é de que, sem a exigência, mais pessoas consigam ter o cadastro aprovado para o recebimento do auxílio emergencial de R$600. No entanto, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que estão trabalhando para recorrer da decisão.
“O Ministério da Cidadania trabalha para que a AGU recorra da decisão, porque toda e qualquer abertura no sistema financeiro é baseada no CPF. Então, vamos ter que quebrar isso em nome do quê? Vamos oferecer uma porteira para fraude”, questiona.
Em entrevista ao G1, o líder do governo na Câmara, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), afirmou que o governo fará um anúncio nesta sexta-feira, 17, sobre as medidas que serão adotadas para resolver o problema.
Nesta semana, o Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) está selecionando estudantes para 615 vagas de estágio em todo o país. As oportunidades são para alunos do ensino médio, técnico, tecnólogo e superior.
Há chances para diversos cursos, como Administração, Comunicação Social, Direito, Engenharia, Farmácia, Recursos Humanos, entre outros. O valor da bolsa-auxílio varia de R$520 a R$1.800.
As vagas poderão ser preenchidas e encerradas a qualquer momento, pois não há um prazo estipulado para o fim das inscrições. A recomendação é que os interessados façam a inscrição o quanto antes.
Todas as oportunidades são marcadas por um código OE, que significa “Oportunidade de Estágio”. O cadastro pode ser feito gratuitamente no site do Nube, basta pesquisar a vaga de acordo com o seu perfil ou através do código. Além disso, há opção de se candidatar pelo telefone (11) 3514-9300.
Nube seleciona para 615 vagas de estágio em todo o país
(Foto: Pixabay)
Para estudantes do curso de Marketing, com formação entre o primeiro semestre de 2021 e o segundo semestre de 2023, há uma oportunidade de estágio com bolsa-auxílio de R$1.250.
As vagas são marcadas por um código intitulado de OE (Oportunidade de Estágio). No caso dessa vaga mencionada acima, o código é o número 191290. Confira outras chances:
Curso: Administração Semestredesejável: cursando do 2º ao 6º semestre Bolsa-auxílio: R$1.800 OE: 184184
Curso: Agronomia Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2021 ao 2º semestre de 2022 Bolsa-auxílio: R$1.600 OE: 190587
Curso: Comunicação Social Semestre desejável: cursando do 2º ao 6º semestre Bolsa-auxílio: R$1.000 OE: 171539
Curso: Direito Semestre desejável: cursando do 3º ao 7º semestre Bolsa-auxílio: R$700 OE: 102074
Curso: Engenharia de Produção Semestre desejável: cursando do 3º ao 10º semestre Bolsa-auxílio: R$1.300 OE: 191807
Curso: Logística Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2020 ao 2º semestre de 2021 Bolsa-auxílio: R$1.600 OE: 171651
Curso: Música Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2020 ao 2º semestre de 2023 Bolsa-auxílio: R$520 OE: 113665
Os programas de estágio crescem a cada ano no Brasil. Muitas vezes, são eles a porta de entrada de muitos jovens no mercado de trabalho. Assim como os empregados celetistas, os estagiários também têm direitos e deveres, por meio da Lei do Estágio.
De acordo com a legislação, o estágio é um “ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de estudantes”.
Iniciado no último dia, 6, o prazo para pedidos de isenção do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) termina nesta sexta-feira, 17. As solicitações podem ser feitas através da página do participante.
Poderão solicitar a isenção:
Estudantes do terceiro ano do ensino médio em escola da rede pública;
Alunos que tenham cursando o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e têm renda familiar, por pessoa, igual ou menor que um salário mínimo e meio.
Pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, comprovada por ser membro de família de baixa renda que possua Número de Identificação Social (NIS), e com renda familiar, por pessoa, de até meio salário mínimo, ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.
O resultado da solicitação de isenção será divulgado no dia 24 de abril. Para quem tiver a solicitação negada, o período para interposição de recursos será entre os dias 27 de abril e 1º de maio. A previsão é de que os resultados finais sejam liberados no dia 7 de maio.
No entanto, a aprovação do pedido de isenção não garante a inscrição no exame. O candidato deverá se inscrever na página do participante das 10h do dia 11 de maio até às 23h59 do dia 22 de maio. Para aqueles que não conseguirem a isenção, o valor da taxa é de R$85.
Neste ano, pela primeira vez, o Enem contará com provas digitais, que serão aplicadas nos dias 11 e 18 de outubro. Já as provas impressas acontecerão nos dias 1 e 8 de novembro.
Essa modalidade digital será apenas para estudantes de terceiro ano ou que já concluíram o ensino médio, com exceção de pessoas que necessitam de atendimentos especiais. Até 100 mil candidatos poderão fazer a prova digital.
Outra mudança no Enem 2020 é a obrigatoriedade de enviar uma foto digital no ato de inscrição.
Pedidos de isenção do Enem são aceitos até esta sexta, 17
(Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil)
Prazo para justificativa de ausência também começa nesta segunda
O Enem tem uma punição para os estudantes que solicitam isenção e não realizam o exame: o corte do benefício no ano seguinte. Portanto, aqueles que foram isentos em 2019, e não compareceram, precisam justificar a ausência para conseguir isenção neste ano.
Para quem não vai realizar o Enem 2020, a justificativa não é necessária. O prazo para justificar ausência é o mesmo da isenção (6 a 17 de abril)e a solicitação deve ser acompanhada de documentos que comprovem o motivo da ausência.
Os motivos aceitos são: acidente de Trânsito; assalto ou furto; casamento; morte na família; acompanhamento de cônjuge; saúde ou emergência médica; maternidade; paternidade; privação de liberdade (prisão); trabalho; intercâmbio acadêmico; e atividade curricular.
Calendário do Enem 2020 pode ser suspenso se projetos de lei forem aprovados
Os senadores estão avaliando dois projetos de lei quesuspendem o calendário de provas do Enem 2020. Entre os motivos apontados, segundo a Agência Senado, estão os problemas na aplicação de matérias e perda de tempo de preparação pelos alunos devido à pandemia do novo Coronavírus.
Um dos PL é o de nº 1.277/2020 da senadora Daniella Ribeiro (PP/PB), que altera as diretrizes e bases da educação nacional para permitir que, em períodos de situação de emergência ou calamidade pública, todas as aulas possam ser ministradas por meio de ensino a distância (EaD).
Mas, a parlamentar também propõe a prorrogação automática das atividades escolares para ingresso às universidades em caso de calamidade pública:
O outro projeto (137/2020) foi apresentado pelo senador Izalci Lucas (PSDB-DF), para suspender os editais do governo federal que determinam as datas para a realização das provas deste ano.
O avanço da pandemia de Coronavírus em todo o Brasil tem apresentado aos microempreendedores um desafio a mais na gestão de seus negócios. Para manter o funcionamento de suas atividades e tentar conter os impactos negativos da crise, os empresários precisam se reinventar.
“Com a mudança de comportamento do consumidor na crise, muitos empresários vão ter que repensar como seu produto pode resolver o problema do cliente”, destacou o gerente de Relacionamento com o Cliente do Sebrae, Enio Pinto. A instituição mantém um site exclusivo com dicas para pequenos negócios enfrentarem a pandemia da Covid-19.
Uma dica do Sebrae é o empreendedor tentar buscar novos canais de venda e não perder o contato com o cliente. Isso porque muitas vezes a necessidade de consumo de determinado produto ou serviço permanece, cabe ao empresário enxergar novas formas para que esse produto chegue ao consumidor.
Além disso, a recomendação do Sebrae é que os donos de pequenos negócios avaliem cuidadosamente a gestão da empresa, neste momento, de crise. A ideia é que, a partir dessa análise, os empresários possam adotar medidas para manter o equilíbrio do fluxo de caixa, o ajuste dos custos e a renegociação das dívidas com os credores.
Para as micro e pequenas empresas que continuam o atendimento, é preciso atentar para a proteção da saúde da equipe. Neste caso, recomenda-se adotar as medidas de prevenção da Covid-19, divulgadas pelo Ministério da Saúde (MS). Ou seja, uso de máscaras, luvas e álcool em gel.
Alguns empreendedores já pensaram em soluções criativas para manter o funcionamento de seus negócios, mesmo com a crise. Os empresários repensaram seus modelos de negócio e criaram soluções para chegar até seus clientes. Veja!
Sebrae disponibiliza dicas para microempreendedores enfrentarem a crise
(Foto: Divulgação/Sebrae)
Confira iniciativas de donos de pequenas empresas durante a crise da Covid-19
Aluguel de motocicletas
O microempreendedor individual, Antônio Chaves, mantém um negócio de venda e revenda de motos e peças. Após duas semanas com as portas fechadas, seguindo a recomendação do governo, foi a hora do empreendedor goiano pensar em uma maneira de se manter ativo mesmo com a crise.
A solução foi alugar motocicletas para os comerciantes que começaram a oferecer o serviço de entregas em Luziânia, região onde atua.
“Meu vizinho que vende bolo resolveu alugar uma moto para fazer entregas e eu percebi uma oportunidade de oferecer o serviço. Cobro pela diária e aos finais de semana, consigo alugar todas as motos”, disse.
Antônio já voltou a reabrir sua loja, na semana passada, após a liberação do governo para retomada das atividades. Agora, o empresário avalia as medidas para manter seu negócio.
“Vou prorrogar o pagamento do Simples e tentar renegociar com o banco as parcelas de um carro”, afirmou.
Quem também busca alternativas para manter suas atividades durante a crise é a consultora de estilo, Joice Rossi. Há um ano, a microempreendedora individual, que atende na capital paulista e na região do ABC, largou um emprego em uma multinacional para se dedicar à moda.
Porém, com a crise provocada pelo novo Coronavírus, a empresária enfrenta agora dificuldades para fazer os atendimentos presenciais com os clientes que já tinham contratado seu serviço.
“Parte dos clientes mais novos aceitou um atendimento online nesse momento para depois continuar para outras fases da consultoria de forma presencial, mas alguns preferiram pausar o serviço”, relatou.
A internet tem sido a aliada de Joice durante esse período. A empreendedora adaptou a consultoria para o ambiente online com encontros virtuais. Lojas parceiras oferecem o serviço da “malinha” com peças de roupas selecionadas para os clientes. Ela também criou pacotes de serviços online para novos clientes e pretende disponibilizar o novo serviço nos próximos dias.
Vendas de flores online
A empresária Mônica Pileggi mantém, com a ajuda da mãe, a loja Quiosque Flores, em São Bernardo, na Grande São Paulo. Apesar do fechamento da loja, seguindo as determinações do governo, os pedidos continuaram via Whatsapp.
Então, a empreendedora resolveu continuar seus serviços, mesmo com a queda do faturamento. Mônica criou um site para divulgar a loja e investiu em anúncios pagos no site de busca do Google. Além disso, a empresária usa as redes sociais para divulgar seus produtos, principalmente no Instagram. Para receber os pagamentos dos clientes, envia links diretos da cobrança pelo aplicativo de mensagens.
“Percebi que na região não existem muitas floriculturas e como ainda há demanda, decidi manter a loja aberta com horário reduzido e os serviços de entrega e retire na loja”, explicou. Mesmo com a queda na renda, as expectativas para o Dias das Mães, no próximo mês, são boas. A floricultura costuma registrar grande número de vendas nessa data.
Com o crescimento dos casos de Coronavírus no país, muitas empresas adotaram o modelo de trabalho home office para os seus funcionários. O mesmo acontece para os estagiários, que, em algumas instituições, passaram a executar suas rotinas de estágio sem sair de casa.
A possibilidade de home office para estudantes ainda é uma novidade pouco conhecida no meio organizacional. Seme Arone Júnior, presidente da Associação Brasileira de Estágios (Abres), diz que tem recebido muitas dúvidas sobre como avaliar as tarefas a distância, uma vez que, seja no escritório ou em casa, o jovem precisa de atenção, feedbacks e orientações.
O presidente da Abres destaca que, segundo a Lei 11.788/2008, é necessário indicar um funcionário, com formação ou experiência na área para orientar e supervisionar até dez educandos simultaneamente.
Segundo dados de um estudo realizado pela Hibou, companhia especializada em monitoramento de mercado e consumo, 41,6% das corporações já estão usando ferramentas para realizar chamadas de videoconferência e para criação de conteúdo online:
“A tecnologia deve estar a nosso favor. É possível conduzir o estágio por meio de ligações de vídeo, recursos de conversas instantâneas, softwares de monitoramento, adequação de afazeres pré-definidos e inclusão na comunicação entre o grupo de funcionários.”
Mesmo trabalhando de casa, Arone diz que os estagiários devem cumprir uma carga horária de, no máximo seis horas diárias e 30 horas semanais. Para o presidente da Abres, diante de tudo isso e com todas as possibilidades ofertadas com a tecnologia, o importante mesmo é manter a comunicação e a interação com os universitários.
“Em tempos de instabilidade, surge a necessidade de refletir sobre nossos papéis como cidadãos e agentes de um futuro mais justo. Nesse momento, precisamos assumir uma postura ativa em defesa da educação e da inserção dos jovens no mercado de trabalho. Portanto, manter a gestão a distância dos seus estagiários é a receita de sucesso. Todos juntos, venceremos essa fase! “, finaliza.
Estagiários que estão trabalhando home office
precisam de acompanhamento (Foto: Pixabay)
Confira dicas de etiqueta para executar o trabalho home office
Muitas empresas adotaram o home office durante a pandemia do Coronavírus na tentativa de manter a rotina de trabalho das organizações, mesmo durante a quarentena. Dessa forma, os funcionários e também os estagiários podem realizar o seu trabalho sem precisa sair de casa.
Apesar de ser um modalidade de trabalho pouco comum em nosso país, alguns estudos já demonstram que o home office deve se tornar uma prática mais habitual, após a estabilização do surto de coronavírus. A FGV, por exemplo, aponta que deve crescer 30%.
Apesar de trazer comodidade, a rotina do home office exige comprometimento, organização e profissionalismo. Afinal, mesmo de casa, o trabalho precisa ser entregue como se estivéssemos trabalhando nas dependências da empresa. Por isso, é importante que o trabalho remoto seja executado com dedicação.
Com a pandemia, os donos de pequenos negócios sofrem diariamente com os impactos econômicos provocados pela doença Covid-19. Pensando nisso, a Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec), do Ministério da Economia, criou uma plataforma de orientação para esses empreendedores.
A página “Vamos Vencer” reúne esclarecimentos sobre medidas oficiais que auxiliam o setor produtivo a superar esse momento. O objetivo é sanar, ao máximo, as dúvidas dos empresários e mantê-los atualizados.
No formato de perguntas e respostas, o site é destinado a empreendedores dos segmentos da indústria, comércio e serviços. Há diferentes perfis de acesso e eles foram divididos pelo porte da empresa e pelo setor produtivo.
Lá, os donos de pequenos negócios podem acessar informações oficiais e atualizadas diariamente sobre o trabalho emergencial de apoio ao setor produtivo com a adoção de medidas durante o estado de calamidade.
Dentro de cada perfil, o empreendedor encontra orientações sobre sobre diversos assuntos. Entre eles:
De acordo com o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos Da Costa, o material disponibilizado ajuda o empresariado a organizar melhor a gestão do negócio. Ele destaca que o governo e o Ministério da Economia, sob liderança do ministro Paulo Guedes, estão comprometidos com a manutenção dos empregos e com a saúde dos brasileiros.
“Estamos trabalhando incansavelmente para receber e atender os pleitos do setor. Há uma equipe centrada em cruzar os pedidos com as ações de governo. É um compromisso nosso na área de crédito e na área tributária, para que os empregos sejam preservados e os empresários passem por esse período, cada dia mais fortes”, esclareceu.
Governo cria plataforma para esclarecer dúvidas de empreendedores
durante a pandemia (Foto: Pixabay)
Sebrae também oferece soluções para donos de pequenas empresas
Uma outra opção para os donos de pequenos negócios que desejam ter acesso a serviços e soluções digitais é o Portal Sebrae. De acordo com a instituição, somente entre 18 e 24 de março, cresceu 49% a quantidade de visitas ao portal em relação à semana anterior, com 1,1 milhão de acessos e 767 mil usuários, entre novos e antigos.
O período coincide com o anúncio das principais medidas de contenção da pandemia no país, com a determinação do distanciamento social, suspensão de serviços e fechamento do comércio nas principais capitais brasileiras.
No mês de março, o Portal Sebrae alcançou 5,1 milhões de acessos, com 3,2 milhões de usuários. O número representa um acréscimo de 73% de acessos em relação ao mês de fevereiro. O perfil dos usuários é de maioria de mulheres, principalmente jovens entre 18 e 34 anos de idade.
Entre os serviços mais acessados no portal, destacam-se os cursos online totalmente gratuitos. Um dos mais procurados é o curso sobre Gestão Financeira, que registrou um crescimento de 370% de inscrições. Outro curso muito disputado é o de Marketing Digital para o Empreendedor.
Para Nadja Nahuz, analista de Relacionamento com o Cliente do Sebrae, o aumento do número de empreendedores que buscam os serviços do Sebrae, neste momento de crise, demonstra um reconhecimento da instituição como ponto de apoio importante para superar os desafios.
“Ao analisarmos os acessos ao portal, percebemos que aumentou de 29% para 38% dos acessos diretos ao portal, ou seja, aqueles que acontecem sem passar pelos sites de busca”, destaca.
Além de todo serviço de capacitação e dos webinários diários, produzidos pela rede Sebrae nos Estados, o portal oferece, desde 20 de março, uma página exclusiva com orientações para os empreendedores enfrentarem a pandemia. Nela, o empresário encontra dicas e conteúdos específicos para proteger o negócio e minimizar os prejuízos.
De acordo com o gerente de Relacionamento com o Cliente do Sebrae, Ênio Pinto, a instituição teve que suspender os atendimentos presenciais por causa da quarentena e transferiu todo o processo de interação com o público para os canais digitais.
“Reforçamos nossos canais de relacionamento e estamos atuando intensamente através de chat, e-mail, canal Fale com o Sebrae, atendimento via 0800 e por meio de número de WhatsApp.”
Além disso, a instituição tem buscado parcerias estratégicas para ampliar a rede de apoio aos pequenos negócios, por meio de articulações com entidades representativas dos profissionais de Contabilidade, por exemplo.
Mesmo já recebendo o auxílio emergencial de R$ 600, alguns beneficiários não conseguiram ter acesso ao dinheiro que está depositado na poupança digital da Caixa. O problema está no aplicativo Caixa Tem, que é o único meio de acessar a conta.
Essa conta digital foi criada para aqueles que não informaram suas contas pessoais no momento da solicitação do benefício ou que não possuem conta no Banco do Brasil ou na Caixa.
Algumas pessoas estão relatando problemas em relação ao aplicativo, pois não conseguem acessar a conta para realizar as movimentações. “Estou com auxílio liberado, mas não consigo logar no Caixa”, escreveu um beneficiário em seu twitter.
Em resposta ao internauta, o banco respondeu:
“Olá! O aplicativo CAIXA TEM pode apresentar intermitência momentânea devido ao alto volume de acessos. Pedimos que faça nova tentativa mais tarde. Até mais!”
Diversas pessoas usaram as redes para reclamar dos erros no aplicativo. “Pobre sofre”, escreveu outra internauta em uma postagem em que compartilha um print com uma mensagem de erro na tentativa de transferência bancária.
Quem tem o dinheiro na poupança social digital, pode pagar as contas e fazer até três transferências gratuitas por mês. Para evitar aglomerações, a Caixa criou um calendário para o saque do coronavoucher em dinheiro.
Os saques serão feitos em casas lotéricas e em caixas eletrônicos sem a necessidade de cartão. No entanto, a Caixa reforça que não há necessidade de sacar o dinheiro, e estimula a movimentação pelo aplicativo.
Beneficiários relatam problemas com app Caixa Tem
(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Golpe do coronavoucher
Muitos golpistas aproveitam momentos de fragilidade e desespero para realizarem seus ataques, e não foi diferente durante a pandemia da Covid-19. A bola da vez é o auxílio emergencial de R$600 – apelidado de ‘coronavoucher’.
A equipe do dfndr lab – laboratório especializado em segurança digital da PSafe – identificou um site com cadastro falso para o recebimento do auxílio.Desde março, foram detectadas que mais de 6,7 milhões de pessoas compartilharam e acessaram esse golpe.
“Para tornar o ataque mais verídico, alguns golpes se aproveitam de ações reais que grandes empresas e o governo estão realizando para enfrentar o Coronavírus, como a doação de álcool em gel e pagamento de benefícios à população”, conta Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.
Emilio ainda conta que “a tendência é que o número de ataques e de vítimas aumente nos próximos dias, principalmente, em decorrência do agravamento da situação do país neste momento de crise”.