A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) está com inscrições abertas para um processo seletivo destinado à contratação de professores substitutos.
As oportunidades abrangem diversas áreas, incluindo Ciências Sociais, Literaturas de Língua Portuguesa e Ensino, Língua Portuguesa e Linguística, Língua Francesa Aplicada às Negociações Internacionais, Interfaces Gráficas para Mídias Digitais, Produção de Conteúdo para Mídias Digitais, Fundamentos Sócio-históricos da Educação, Recursos Humanos, Teoria Econômica, Práticas Atuariais no Ramo Vida, Relações Internacionais, Cirurgia Bucomaxilofacial II, Natação.
Há também vagas para as áreas de Treinamento Esportivo e Musculação, Voz, Direito Privado, Jornalismo, Editoração e Programação Visual, Informática, Administração Geral, Organização do Trabalho Pedagógico e Estágio Supervisionado, Infraestrutura de Redes de Computadores, Linguagem de Programação e Economia, cada uma com uma vaga disponível.
Os candidatos devem possuir diploma de graduação com especialização ou mestrado nas áreas ofertadas. Os profissionais selecionados irão atuar em jornadas de 20 a 40 horas semanais, com salários que variam de R$ 3.090,40 a R$ 4.326,60.
As inscrições podem ser feitas entre os dias 14 e 23 de abril, diretamente na secretaria do departamento responsável pela área de interesse. A taxa de inscrição é de R$ 60 a R$ 85, com possibilidade de isenção entre os dias 9 e 10 de abril.
O processo de seleção incluirá prova didática e prova de títulos.
O processo seletivo terá validade de um ano, a partir da publicação do resultado final no Diário Oficial da União, podendo ser prorrogado por igual período a critério das unidades acadêmicas responsáveis.
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, participou de uma reunião, com líderes partidários do Senado, nesta terça-feira, 5. Enquanto parlamentares defenderam o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), por mais seis meses, o titular da pasta foi contrário e manteve o calendário.
O adiamento do Enem 2020, em virtude da pandemia do novo Coronavírus no país, foi uma solicitação de alguns líderes do Senado. Por outro lado, durante a reunião, Weintraub alegou que a crise de saúde não seguirá até a época da realização das provas, prevista para novembro.
O líder do PDT, Weverton (MA), pediu um novo calendário para o exame, pelo fato de milhões de estudantes estarem prejudicados pelo isolamento obrigatório e pela suspensão das aulas.
Segundo o senador, muitos desses jovens não têm estrutura para estudar em casa e, portanto, não têm condições de se preparar para a seleção.
“O ministro quer manter o Enem para novembro. E ficou combinado que teremos nova reunião em agosto, para avaliarmos o cenário. Ele disse que o Enem não foi feito para fazer justiça social”, afirmou.
A líder do Cidadania, senadora Eliziane Gama (MA), também defendeu o adiamento do Enem 2020. Para ela, manter o calendário seria aprofundar ainda mais as desigualdades educacionais e impedir que os mais pobres tenham acesso ao ensino superior.
“Impossível acreditar que estudantes carentes tenham pleno acesso a computadores e à internet”, escreveu em sua conta no Twitter.
O líder do PL, senador Wellington Fagundes (MT), lançou uma enquete sobre o assunto nas redes sociais. Em entrevista à Agência Senado, o parlamentar também se mostrou favorável à marcação de nova data para o Enem.
Ele disse que a posição é a da maioria dos líderes partidários, “considerando o fato de que 30% a 40% de alunos no interior do país sequer têm acesso à internet”.
Para o líder do bloco parlamentar, senador Esperidião Amin (PP-SC), a participação de Weintraub na reunião foi propositiva. Também à Agência Senado, o parlamentar ressaltou que uma decisão desse porte precisa ser tomada com mais “certezas e definições claras”.
Para Esperidião Amin, o ministro está certo ao pedir aos senadores mais prudência sobre uma definição para o assunto.
“Concordo com ele que não é preciso adiar agora algo que está marcado para novembro. Nós todos sabemos que as eleições são em outubro, movimentando cerca de 110 milhões de eleitores, e que também seria precipitado decidir agora. Weintraub foi sensato por não ser assertivo”, disse.
Senadores pedem adiamento do Enem,
mas ministro mantém calendário (Foto: Portal do MEC)
Propaganda do Enem 2020 é alvo de críticas
Na última segunda-feira, 4, o Ministério da Educação divulgou a propaganda do novo Enem 2020. O vídeo institucional traz frases de efeito, que defendem a realização do Exame Nacional do Ensino Médio este ano.
No vídeo, jovens atores dizem que “a vida não pode parar” e que “é preciso ir à luta”, “se reinventar e superar”. O vídeo ainda defende que os estudantes devem estudar, “de qualquer lugar, de diferentes formas”.
Após ser divulgada, a campanha recebeu milhares de críticas e chegou a ter o Enem como um dos assuntos do trending topics do Twitter. Boa parte dos críticos alegam que o Ministério da Educação não está considerando o momento crítico da saúde.
Diversas pessoas apontam as dificuldades de acesso à internet e de como o ensino estruturado das escolas privadas possibilita que os alunos destas redes tenham vantagens, em relação aos estudantes da rede pública de ensino.
Confira abaixo críticas ao Enem 2020
A deputada federal, Tabata Amaral, se manifestou.
Outros repercutiram o vídeo divulgado pelo MEC, ressaltando as desigualdades sociais.
Os memes também não ficaram de fora:
Projetos do Senado podem suspender Enem
Os senadores estão avaliando dois projetos de lei quesuspendem o calendário de provas do Enem 2020. Entre os motivos apontados, segundo a Agência Senado, estão os problemas na aplicação de matérias e perda de tempo de preparação pelos alunos devido à pandemia do novo Coronavírus.
Um dos PLs é o de nº 1.277/2020, da senadora Daniella Ribeiro (PP/PB), que altera as diretrizes e bases da educação nacional para permitir que, em períodos de situação de emergência ou calamidade pública, todas as aulas possam ser ministradas por meio do Ensino a Distância (EaD).
A parlamentar também propõe a prorrogação automática das atividades escolares para ingresso às universidades, em caso de calamidade pública:
“Principalmente em relação ao Enem, já que os estudantes estão sem aulas e ainda sem previsão para o retorno. Muitos estados e municípios brasileiros não têm acesso à internet para as videoaulas da educação a distância. Nesse caso é justificável, por causa da pandemia, o adiamento das provas para um segundo momento. E aí, sim, essa discussão se daria de acordo com o andamento da Covid-19 no país”, diz.
O outro projeto (137/2020) foi apresentado pelo senador Izalci Lucas (PSDB-DF), para suspender os editais do governo federal que determinam as datas para a realização das provas deste ano.
No texto, o senador considera “inoportuna” a publicação dos editais em face da emergência epidemiológica da Covid-19, que levou o Brasil a reduzir drasticamente as atividades escolares.
As inscrições para o Enem 2020 ocorrem entre os dias 11 e 22 de maio, por meio do site do Inep. O Instituto, órgão vinculado ao Ministério da Educação, definiu os dias 22 e 29 de novembro para a realização das provas digitais do Exame, que serão aplicadas pela primeira vez nesse formato.
Já as provas impressas ocorrerão nos dias 1º e 8 de novembro. O calendário do Exame Nacional do Ensino Médio foi divulgado em março.
UNE pede suspensão do calendário do Enem
A União Nacional dos Estudantes (UNE), uma das principais representantes de alunos do ensino superior do país, divulgou uma nota a favor do adiamento do calendário do Enem, para que estudantes não tenham o ingresso na universidade prejudicado pela crise da Covid-19.
Por isso, a organização organizou um abaixo-assinado no site adiaenem.com.br, com o objetivo de conseguir a suspensão. Até esta terça-feira, 5, 71.896 pessoas já haviam assinado. O objetivo inicial era chegar a 40 mil.
Confira trecho da nota:
“Diferente do que diz o Ministro (da Educação) é absurdo pensar que os estudantes estão em igualdade de condições nessa situação, e que atividades a distância poderiam solucionar o problema da suspensão das aulas. Muitos desses jovens sequer têm acesso às ferramentas necessárias para atividades virtuais, e mesmo que tivessem sabemos que o aproveitamento do ensino-aprendizagem fica fortemente em defasagem em relação às atividades presenciais.
Defendemos a suspensão do edital, e um novo debate sobre o cronograma do ENEM propondo o adiamento da aplicação das provas e buscando soluções para ajuste dos calendários em conjunto com a rede de ensino básico e de ensino superior brasileiras”.
O modelo de trabalho home office vem sendo adotado por diversas empresas desde o início das medidas de distanciamento propostas para evitar a disseminação do vírus da Covid-19. Assim como os profissionais efetivos, os estagiários também podem exercer suas atividades de forma remota, desde que seja respeitada a carga horária prevista na Lei do Estágio.
O Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) realizou uma pesquisa entre os dias 13 e 20 de abril com 14.638 participantes de 15 a 29 anos. O objetivo era entender como este novo cenário vem sendo tratado entre os jovens estagiários.
De acordo com a pesquisa, 62,93%, ou 9.212 dos entrevistados disseram que o home office “é uma boa alternativa para as empresas em tempos de crise”. Para a gerente de treinamento do Nube, Yolanda Brandão, essa percepção acontece porque, além da prevenção, trabalhar de casa apresenta outros benefícios.
“Em grandes cidades, como São Paulo, é comum se passar muitas horas em trânsito, portanto, a primeira vantagem é proporcionar mais tempo livre aos colaboradores”, aponta.
No entanto, para as companhias, existe a redução de gastos com a parte física, como aluguel, limpeza, manutenção e segurança. “Um contingente expressivo de profissionais em casa pode prescindir uma estrutura muito grande e, logo, diminuir custos”, ressalta a especialista.
Por ser uma rotina de trabalho ainda nova no país, o home office ainda não está totalmente popularizado entre as instituições e seus colaboradores. Um exemplo disso é que, 13,30% (1.947) dos participantes da pesquisa responderam: “nunca fiz, mas certamente é meu sonho de consumo”.
“Apenas em 2017, com a Reforma Trabalhista, a modalidade passou a ser regulada, mas certamente a pandemia acelerou a implantação desse modelo. Com isso, muitas corporações precisaram aprender às pressas como gerar resultados e gerenciar por esse meio”, explica Yolanda.
Para a especialista, se a falta da opção do teletrabalho se der por conta de uma gestão inflexível, a dica é buscar entender a razão. Em alguns casos, por exemplo, a atividade precisa de recursos específicos indisponíveis no espaço caseiro.
Ou, ainda, pode lidar com informações delicadas capazes de colocar a organização em risco se esses dados não forem devidamente tratados. Além disso, Yolanda conta ser necessário analisar qual é o seu padrão de funcionário.
“Você é um profissional experiente e não exige atenção frequente da liderança? Tem perfil para essa prática? Performa no escritório? O formato é comum na companhia? Se considerar todas as questões envolvidas e perceber falta de confiança por parte de seu líder em você e na sua entrega, é preciso, antes de tudo, fortalecer a relação entre vocês”, orienta a gerente.
Estagiários dizem que o home office é boa alternativa em tempos de crise
(Foto: Divulgação)
Home office e a saudade do ambiente corporativo
Apesar de a maioria dos entrevistados afirmarem que o home office é uma boa alternativa durante o período de crise, 10,07% (1.474) dos que responderam a pesquisa disseram: “eu preferiria trabalhar dentro da empresa para vivenciar um ambiente corporativo”.
Para Yolanda, uma das dificuldades enfrentadas é dividir o espaço com os demais moradores da casa devido às medidas de distanciamento social. Contudo, a gestora comenta que é possível tornar a situação mais agradável, ou menos estressante. Confira as dicas:
Garantir um espaço adequado e reservado para o serviço;
Observar se o local tem iluminação adequada e condições ergonômicas mínimas para evitar problemas visuais e musculares; e
Conversar com todos da residência e estabelecer regras de respeito ao seu local e horários de ofício.
Além desses, Yolanda destaca a importância de não se esquecer da organização. “Faça o alinhamento diário das suas entregas e alinhe frequentemente com a sua gestão quais são suas responsabilidades e metas. Peça retorno sobre seu desempenho e resultados”, orienta.
Home office é visto como excelente opção para quem mora longe do trabalho
Para 9,58% (1.402) dos respondentes, a atuação a distância é uma excelente opção para quem mora longe do trabalho. De acordo com a gestora, o longo tempo de deslocamento pode prejudicar a vida dos trabalhadores em muitos aspectos:
“Alto custo para locomoção, seja de carro ou transporte público, as condições do ônibus ou vagão em horário de pico, assim como o trânsito engarrafado podem ser situações altamente estressantes. O período de viagem obriga as pessoas dormirem menos e passarem poucos momentos com a família ou em alguma atividade de lazer.”
Por outro lado, quem tem o benefício do home office deve ter mais disciplina a fim de cumprir a jornada e separar bem as demandas profissionais das pessoais. Desta forma, quem está no trabalho remoto não corre o risco de produzir menos e ter a impressão de ter trabalhado muito mais, pois as responsabilidades domésticas e laborais podem facilmente se misturar nessa modalidade de atuação.
Por fim, 4,12% (603) colocaram: “eu gostaria de fazer, mas não tenho equipamentos adequados nem Internet de boa qualidade”. No entanto, de acordo com o artigo 75 da Lei Nº 13.467 de 2017, a responsabilidade pela aquisição, manutenção ou fornecimento dos equipamentos tecnológicos e da infraestrutura necessária e adequada à prestação do trabalho remoto, bem como ao reembolso de despesas arcadas pelo empregado, serão previstas em contrato escrito.
Portanto, as corporações e colaboradores devem acordar como essa questão será tratada.
“Entretanto, vale o bom senso. Se o home office é um benefício oferecido aos colaboradores, mas existe uma unidade onde o profissional pode trabalhar presencialmente se desejar, não há porque responsabilizar o empregador com esses custos. Agora, se a organização não dispõe de uma matriz e todo quadro atua remotamente, faz-se necessário arcar com os custos e/ou disponibilizar os recursos necessários”, finaliza Yolanda.
Para diminuir a disseminação do novo Coronavírus (Covid-19), o Ministério da Saúde recomenda a utilização de máscaras. Em algumas cidades, o uso é obrigatório. Para driblar a crise econômica desencadeada pelo isolamento social, artesãos e costureiros apostam na produção de máscaras de tecido como fonte de renda.
É o caso de integrantes do projeto Deslocamento Criativo, em São Paulo, que reúne refugiados e imigrantes contemporâneos que atuam nas áreas de Economia Criativa e moda. Diante da quarentena, muitos perderam sua renda e trabalho.
As máscaras de tecido se tornaram alternativas viáveis para enfrentar a crise. Em entrevista à FOLHA DIRIGIDA, a idealizadora e diretora do projeto, Maria Nilda Santos, contou que as primeiras unidades foram feitas antes mesmo da orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde.
Renée Ross-Londja integra projeto para
confecção de máscaras (Foto: Arquivo)
Ela definiu a confecção dos acessórios de proteção como um “meio importante de sobrevivência” para os profissionais.
“Para esta ação da produção de máscaras, reunimos cinco (refugiados) que já possuíam máquina de costura em casa. Quando a demanda cresce, tentamos arranjar local onde possam costurar e/ou emprestar máquinas”, explicou.
As máscaras do projeto Deslocamento Criativo apresentam um diferencial: são feitas com estampas africanas. O que também revela a interculturalidade aplicada na produção.
Todas as unidades são vendidas pela internet, porque a ideia é gerar renda para os profissionais.
“Mas, há quem compre em quantidade para doar e assim ajudar mais de um grupo ao mesmo tempo”, revelou a diretora do projeto.
Maria Nilda ainda caracterizou a ação como emergencial para enfrentar a recessão econômica ocasionada pela Covid-19.
“Considerando isso, estamos contentes em poder contribuir para gerar renda e, ao mesmo tempo, minimizar a propagação do vírus. Foi surpreendente, mais trabalho do que imaginávamos, felizmente”, concluiu.
O que antes era um hobby, agora se torna profissão
A crise do Coronavírus também transformou antigos hobbies em profissão. Em Araguari, município de Minas Gerais, Lorena Nogueira dos Santos sempre teve afinidade com artesanato e costura. Mas, suas produções eram destinadas apenas para renda extra.
Em conversa com FOLHA DIRIGIDA, ela contou que, em 2013, passou por uma crise financeira em função da perda de um emprego. Nessa época, Lorena ganhou uma máquina de costura de um amigo. Como não sabia manusear, procurou um curso de corte e costura industrial para se profissionalizar.
“Desde então tudo fluiu. Pude expor meu talento e aprender a cada dia. Eu tenho muito afeto pela costura. Faço consertos em geral e peças como almofadas, necessaires, bolsas. E ganho um extra”, relatou.
Mesmo assim, a costura não se tornou sua principal fonte de renda. Lorena conseguiu um emprego na cantina de uma escola e passou a concilia-lo com os trabalhos manuais. Porém, com o avanço da Covid-19 no país, tudo mudou.
Lorena produz as máscaras em sua própria casa e vende os modelos
por R$5 (Foto: Arquivo Pessoal)
“Quando fomos assolados pela pandemia, eu fui afastada do meu trabalho na escola sem previsão de volta. Me vi mais uma vez frente a frente com a costura. Eu tinha algum tecido em casa e elásticos, comprei mais alguns e comecei a confeccionar as máscaras”, contou Lorena.
Os modelos de tecido descartáveis foram destinados à doação e as reutilizáveis à venda por um valor de R$5. “Isto tem me ajudado a obter renda e passar por este momento. Ajudando ao próximo e a mim mesma”, definiu.
E-book do Sebrae RJ ensina como fazer máscaras de tecido
Quem quer começar a produzir máscaras caseiras pode ler o e-book “Passo a passo para fazer sua máscara de tecido”, lançado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial do Rio de Janeiro (Sebrae RJ), em abril.
O material é gratuito e oferece dois tutoriais. Um mais simples, para confecção caseira, e outro técnico, com uso de máquina de costura. O e-book orienta ainda sobre a utilização e higienização corretas das máscaras.
De forma a garantir a eficiência como barreira de proteção difundida pelas autoridades sanitárias. O Sebrae também disponibiliza moldes em três tamanhos: adulto, infantil e para bebês. Todo o conteúdo pode ser acessado pelo link.
“A área de Moda da instituição desenvolveu, com o auxílio técnico da área de Saúde, o e-book com o passo a passo da produção de máscaras em tecido como forma de auxiliar a população na contenção da pandemia. O incentivo à produção desta peça, agora de uso obrigatório, é uma ação importante também para estimular a geração de renda para muitos que tiveram suas atividades pausadas em função do confinamento” explicou Leana Braga, gerente de Moda do Senac RJ, ao jornal Extra.
Por Bruna Somma – bruna.somma@folhadirigida.com.br
Os interessados no novo concurso Bombeiros PB, que contará com vagas para oficiais, devem se inscrever no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A recomendação foi publicada nesta quarta-feira, 6, no Diário Oficial da Paraíba, pelo Corpo de Bombeiros.
De acordo com a corporação, o novo concurso para o Curso de Formação de Oficiais de 2021 (CFO BM/2021) utilizará como etapa o Enem deste ano. As notas do exame serão usadas como primeira avaliação e os parâmetros de aprovação ainda serão definidos no edital, que será publicado.
As inscrições para o Enem ocorrem entre os dias 11 e 22 de maio, por meio do site do Inep. O Corpo de Bombeiros da Paraíba ressalta ainda que, além de se inscrever no exame, assim que o edital do concurso for publicado, os candidatos também deverão se inscrever na seleção.
Reprodução do Diário Oficial da Paraíba em 6/05/2020
No ano passado, para ingressar no quadro de oficiais, a exigência era o nível médio. Além do novo requisito de escolaridade, a corporação costuma exigir:
Idade entre 18 e 32 anos, até o ano da matrícula do curso ;
Altura mínima de 1,65m (homens) e 1,60m (mulheres).
A comissão organizadora já foi formada e ficará responsável pelos trâmites da seleção. Ainda segundo a corporação, o concurso Bombeiros PB será aberto “em breve”. Caso siga os trâmites de 2020, é possível que o edital seja publicado em junho.
A remuneração inicial para os oficiais dos Bombeiros-PB é de R$2.924,89. Após a conclusão do CFO 2021, no cargo de 2º tenente, os bombeiros contam com uma remuneração de R$7.253,26, que é composta pelo soldo, gratificação de habilitação, auxílio alimentação e bolsa desempenho.
O Enem 2019 também foi usado como primeira etapa, mas o requisito para se inscrever foi o nível médio. Os aprovados no exame nacional de 2019, com maior média e dentro do limite de até oito vezes o número de vagas, foram convocados para as demais fases.
As outras etapas do concurso eram: exame psicológico; exame de saúde; Teste de Aptidão Física (TAF); e avaliação social (apenas para os matriculados no curso de formação).
No dia 6 de março, os candidatos foram chamados para o exame psicológico. No entanto, no dia 23 do mesmo mês, o concurso foi suspenso devido ao estado de calamidade pública em razão da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).
Assim que a seleção for retomada, o Corpo de Bombeiros PB publicará os editais e os atos para o andamento do concurso. O curso de formação será realizado no Centro de Educação da Polícia Militar da Paraíba (Academia de Bombeiro Militar Aristarco Pessoa), em João Pessoa, na Paraíba.
O CFO 2020 terá duração de três anos letivos, em tempo integral, e regime de dedicação exclusiva. Já a seleção ficará válida por um mês, contados a partir da primeira homologação do resultado final, podendo ser prorrogada por igual período. Neste tempo, os aprovados serão convocados.
A Caixa Econômica Federal alterou os procedimentos de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Agora,caso o empregado seja desligado da empresa por motivo de “força maior”, será possível retirar o benefício.
Até o final do mês de abril, os trabalhadores demitidos com esta justificativa tinham que aguardar decisão da Justiça do Trabalho para retirar o FGTS. Enquanto isso, o dinheiro ficava retido.
Com a mudança, o saque do benefício pode ser realizado apenas com a apresentação do documento de identidade, CPF e Carteira de Trabalho. As regras foram estabelecidas pelo Circular 903/2020, publicado no Diário Oficial da União.
A demissão por “força maior” é um mecanismo previsto em lei. Com a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), esse tipo de desligamento vem sendo cada vez mais utilizado pelas empresas.
De acordo com a CLT, quando uma empresa precisa fechar por um motivo de força maior, é possível dispensar o quadro de funcionários alegando essa justificativa e, se ratificado pela Justiça do Trabalho, a multa sobre o saldo do FGTS cai de 40% para 20%.
O saldo do benefício poderá ser consultado e movimentado, segundo a Caixa, pelo app FGTS. O aplicativo é gratuito e, através dele, o trabalhador poderá informar uma conta de qualquer banco para receber o dinheiro.
Além disso, os trabalhadores relataram dificuldades para dar entrada no seguro-desemprego. Para tratar as pendências, será possível enviar e-mail para as Superintendências do Trabalho de cada Estado.
Em demissão por ‘força maior’, trabalhador poderá sacar FGTS
(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
FGTS aprova antecipação de saque-aniversário
Nesta terça-feira, 5, o Conselho Curador do FGTS aprovou a possibilidade de antecipação do saque-aniversário do fundo de garantia. O objetivo é conceder mais um auxílio financeiro à população.
Os trabalhadores poderão antecipar o pagamento por meio de empréstimos bancários. Segundo o Conselho, a ideia é que os brasileiros não precisem esperar o mês de aniversário para ter acesso aos recursos do benefício.
O saque-aniversário permite que o trabalhador retire parte do saldo da sua conta do FGTS no mês do seu aniversário. No mês passado, a Caixa Econômica Federal começou a realizar os pagamentos para os trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro.
Agora, será possível antecipar o valor do saque deste ano através de um financiamento bancário. A medida será estendida aos próximos anos. Essa garantia de pagamento permite que o financiamento seja feito com juros mais baixos.
Segundo o Conselho Curador do FGTS, os juros serão menores que as taxas de crédito consignado que atende, atualmente, os servidores públicos federais. A Caixa tem até 30 dias para definir os procedimentos desse empréstimo. Também será possível realizar o financiamento em outros bancos.
A Caixa ainda não informou quanto deve ser liberado de crédito através dessa medida. Segundo o banco, a adesão ao saque-aniversário ainda está disponível e nem todos os brasileiros vão optar pela antecipação do benefício.
Estão abertas as inscrições da 10ª Mostra 3M de Arte, que convida artistas brasileiros a enviarem propostas de obras para espaço público. O projeto será exibido na exposição entre os dias 12 de setembro a 11 de outubro deste ano, no Parque Ibirapuera, na cidade de São Paulo.
Por causa da pandemia do novo Coronavírus, a organização da exposição se reserva o direito de alterar a data da exposição caso seja necessário. Os três trabalhos selecionados terão sua realização custeada pelo Projeto. Os artistas serão remunerados com um cachê de R$5 mil.
Requisitos para participar da seleção:
Artistas residentes no Brasil;
Maiores de 18 anos na data da inscrição; e
Pelo menos cinco anos de atuação profissional comprovada como artista (contados a partir da primeira participação em exposições em espaços dedicados a esse fim como galerias, museus e centros culturais entre outros).
Poderão participar de forma individual ou coletivos artísticos, desde que os dados de todos os participantes sejam informados na ficha de inscrição.
Inscrições ficam abertas até 18 de maio
O prazo para fazer a inscrição no projeto já está aberto e vai até o dia 18 de maio. Para participar, os interessados deverão fazer o cadastro pela internet, no site da 10ª Mostra 3M de Arte.
Na página de inscrição, o candidato deve fazer download e preencher a ficha de inscrição. Depois, precisará enviar esse documento junto com os demais documentos exigidos em edital para o e-mail mostra3mdearte@elo3.com.br, como anexo ou link.
Os documentos necessários para ainscrição – que incluem portfólio, o currículo e a proposta de instalação artística -, estão listados no capítulo III do edital. O formato para envio também está descrito no regulamento.
Cada participante poderá enviar apenas uma proposta. Em até 72 horas ele receberá um aviso de que sua inscrição foi recebida.
Artistas brasileiros podem fazer inscrição e enviar propostas até 18 de maio
(Foto: Reprodução)
Resultado da seleção sai a partir de 1º de junho
A seleção das propostas será realizada pela curadora Camila Bechelany, com apoio técnico da ELO3, realizadora da 10ª Mostra 3M de Arte. Os trabalhos serão analisados no período de 18 de maio até 1º de junho, com base nos seguintes critérios:
Garantia da exequibilidade;
Singularidade e a força da proposta;
Adequação ao contexto conceitual, espacial e temporal da mostra.
A ELO3 poderá entrar em contato com os participantes por telefone e/ou e-mail durante o período de análise para fins de esclarecimentos adicionais sobre os trabalhos. O resultado será informado a partir de 1º de junho pela empresa, pelas vias de contato informados na inscrição.
Caso algum participante vencedor não responda ou não possa ser acessado por um período de até três dias corridos após a primeira tentativa de contato, ele poderá ser imediatamente desclassificado e substituído por outro.
Os trabalhos selecionados serão divulgados em 4 de junho no site da 10ª Mostra 3M de Arte e ficarão expostos entre os dias 12 de setembro a 11 de outubro, se as datas não foram adiadas em virtude da Covid-19.
Cada participante vencedor receberá a remuneração, em forma de cachê artístico, no valor bruto de R$5 mil. Será ainda disponibilizada uma verba de produção, instalação e desinstalação (incluindo custos com o eventual transporte) no valor máximo de R$30 mil, sendo que eventual sobra não poderá ser convertida em cachê.
A multinacional Bayer recebe inscrições para 46 vagas de emprego nas Regiões Sul e Sudeste. A oferta é para atuação nos setores de vendas, engenharia e Ciência de Dados. Os currículos podem ser enviados somente até quinta-feira, 7, pelo site da companhia.
Para São Paulo capital, por exemplo, estão disponíveis cinco oportunidades. Os cadastros podem ser feitos para gerente de Farmacovigilância II; especialista em Segurança de Produtos Fármacos; representante técnico de vendas especialista; representante técnico de vendas e analista de vendas II.
Já em São José dos Campos, município de São Paulo, são 32 chances para novos profissionais. A oferta é para analista I de compras, analista II de compras, analista III fiscal, analista III de contas a pagar e para Team Lead compras.
No Rio de Janeiro, há quatro vagas abertas para unidade de Belford Roxo. Os interessados podem enviar o currículo para os cargos de IT business partner – product supply, especialista em processos de qualidade, comprador sênior e especialista em projetos para produção e supply chain.
Bayer oferece mais de 40 vagas de emprego em meio à pandemia
do Coronavírus (Foto: Divulgação)
Em Uberlândia, Minas Gerais, as três chances são para engenheiros de projetos sênior, especialista em ciência de dados e especialista em soluções de dados.
Por fim, em Não me Toque, no Rio Grande do Sul, as duas oportunidades são para representante técnico vendas pleno. Os salários e níveis de escolaridade não foram revelados.
A líder de talent acquisition da Bayer no Brasil afirmou que a multinacional continua com a abertura das vagas, mesmo com a pandemia do Coronavírus: “O mundo está atravessando uma crise sem precedentes e entendemos o quanto as oportunidades profissionais podem apoiar a população nesse momento”.
Ela ainda completou: “Nossa prioridade é proteger a segurança e o bem-estar de nossos profissionais, bem como o das comunidades em que estamos presentes. Seguimos os processos seletivos para manter nosso compromisso com nossos clientes e com a sociedade”, relatou.
No site da Bayer é possível conferir que os processos seletivos para ingresso na multinacional são compostos pelas seguintes etapas:
1ª: Busca de vagas;
2ª: Candidatura;
3ª: Entrevista;
4ª: Integração com a empresa.
Os interessados nas vagas devem cadastrar seus currículos pelo portal da Bayer. Durante a entrevista, a companhia revela que busca conhecer as experiências profissionais e pessoais dos candidatos.
Por isso, é importante que o profissional esteja preparado para apresentar situações relevantes de sua carreira e trajetória acadêmica, destacando os seus principais desafios. Além dos valores que gerou nas empresas e em projetos em que trabalhou.
“Lembre-se também de abordar quais foram os principais aprendizados para o seu desenvolvimento profissional. A entrevista é sua oportunidade de demonstrar suas competências. Prepare-se para a nossa conversa. Esperamos dar as boas vindas para você na Bayer”, consta no site da multinacional.
A Bayer é uma empresa química e farmacêutica global com competências nas áreas de saúde, agricultura e materiais de alta tecnologia. Sua sede fica em Leverkusen, na Alemanha.
Os produtos e serviços são desenvolvidos para beneficiar pessoas. De forma a apoia-las para superar os maiores desafios apresentados pelo crescimento e envelhecimento populacional. Além disso, a companhia visa criar valor por meio da inovação e crescimento.
O novo concurso SEE PBestá mantido. A afirmação foi dada pela Secretaria de Educação da Paraíba (SEE PB) em resposta à FOLHA DIRIGIDA nesta semana. Mesmo diante da pandemia causada pelo Coronavírus (Covid-19), o edital para professores segue previsto no estado.
A pasta, no entanto, informou que não possui mais detalhes sobre o concurso, como o nome da banca organizadora e a previsão de publicação do edital. Em janeiro, o governador da Paraíba, João Azevêdo, autorizou o estudo para a seleção.
A intenção do governo érealizar uma seleção para a Secretaria de Educação a cada ano, chegando ao fim da gestão com 4 mil novos docentes. Desta forma, estão previstas mil vagas para professoreseste ano.
“No total, está previsto um investimento de R$1,8 bilhão em obras e ações, como um novo concurso para mais 1.000 professores, ter 53% de escolas integrais, mais investimentos em Segurança, Infraestrutura e Saúde, entre outros. Manter o estado no rumo certo, sem perder o foco na gestão, nos dá a certeza de que estamos construindo um futuro cada vez melhor”, diz o texto.
As oportunidades foram imediatas e distribuídas por diversas disciplinas e regiões do estado, conforme a Gerência Regional de Educação (GRE), sendo elas:
Artes: 72
Biologia: 150
Educação Física: 68
Filosofia: 6
Física: 47
Geografia: 72
História: 78
Língua Espanhola: 18
Língua Inglesa: 61
Português: 195
Matemática: 199
Química: 28
Sociologia: 6
Para ser aprovado foi necessário acertar 50% ou mais dos pontos da prova objetiva, além de não obter nota igual a zero em qualquer disciplina. O exame contou com 50 questões de:
Língua Portuguesa (dez);
Legislação Básica em Educação (dez);
Conhecimentos Pedagógicos (dez); e
Conhecimentos Específicos (20).
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Mais de 40 mil candidatos foram convocados para as provas do concurso, que ocorreram em julho em diversas cidades do estado. Os participantes habilitados no exame objetivo tiveram os seus títulos avaliados.
A remuneração inicial dos aprovados poderia chegar a R$3.468,12. O valor era o resultado da soma do vencimento básico de R$2.110,12 mais a Bolsa Desempenho de R$1.208 e a Bolsa de Incentivo ao Programa de Modernização e Eficiência da Gestão de Aprendizagem da Paraíba, no valor de R$150.
Segundo o governo, os nomeados ainda podem receber mais benefícios, como o Prêmio Mestre da Educação, que dá direito ao 14º e 15º salários, o Prêmio Escola de Valor e o Bolsa Ensino Médio Inovador (Proemi), do Ministério da Educação (MEC). A carga horária é de 30 horas semanais.
Ainda de acordo com o governo, este foi o quarto concurso público realizado pela Paraíba (de 2011 até 2019) para o cargo de professor de educação básica III. Neste período, 5.040 vagas foram oferecidas.
O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou que haverá modificações no pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$600. O calendário para as novas liberações ainda não foi divulgado.
Segundo Guimarães, o pagamento deverá ser mais espaçado entre os dias. “No segundo pagamento, poderemos pagar de uma maneira diferente. Estamos debatendo com o Ministério da Cidadania. A maioria terá essa organização com data espaçadas”, disse.
A primeira parcela foi liberada conforme o mês de nascimento dos beneficiários e, provavelmente, continuará seguindo essa ordem. O presidente contou que o segundo pagamento terá um planejamento melhor.
Neste primeiro mês, o dinheiro foi sendo liberado conforme a Dataprev ia analisando as solicitações. “Em 20 dias, 50 milhões de brasileiros receberam, desde a montagem do aplicativo, análise do aplicativo e o pagamento efetivo”, explicou Guimarães.
Ao todo, foram quase 100 milhões de inscritos para receber o benefício. Destes, 26 milhões não têm direito e 12 milhões estão com inconsistências no cadastros, mas, neste caso, poderão fazer uma nova solicitação.
Ainda há um lote de 6 milhões de inscritos para ser analisado pela Dataprev. De acordo com Guimarães, assim que forem liberados estas análises, a Caixa fará o pagamento dos valores a quem tem direito em até dois dias úteis.
Por fim, o presidente da Caixa lembrou que o prazo para solicitação do auxílio emergencial vai até o dia 2 de julho. Os trabalhadores que tiverem direito ao benefício receberão os valores retroativos.
Auxílio emergencial pode ser solicitado até o dia 2 de julho
(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
40% dos brasileiros já perderam toda ou parte da renda mensal
De acordo com uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria, desde o início da pandemia, quatro em cada dez brasileiros já perderam o poder de compra. Entre os entrevistados, 23% perderam toda a renda e 17% tiveram redução no ganho mensal – totalizando 40%.
O medo de perder o emprego atinge 77% dos trabalhadores. Destes, a intensidade do medo é grande para 48%, média para 19% e pequena para 10%. De modo geral, nove em cada dez entrevistados consideram grandes os impactos da pandemia na economia brasileira.
O impacto na renda e o medo do desemprego fizeram com que 77% dos consumidores reduzissem o consumo. Apenas 23% não reduziram suas compras, em comparação ao hábito que tinham antes da pandemia.
Em relação ao futuro, a maioria disse que planeja manter o mesmo patamar de compras adotado no isolamento. Segundo a CNI, essa tendência pode indicar que as pessoas não estão dispostas a retomar o nível de consumo que tinham antes.
Apesar das possíveis perdas econômicas, 86% dos brasileiros continuam favoráveis ao isolamento social. E a mudança de rotina, em diferentes níveis, já atingiu 93% da população.