Categoria: CONCURSOS

  • ProUni e Fies: MEC publica novos editais para o 1º semestre de 2020

    O Ministério da Educação (MEC) publicou novos editais para o Programa Universidade Para Todos (ProUni) e para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o primeiro semestre de 2020. A medida foi necessária após a paralisação de atividades educacionais em diversos Estados e municípios por conta da pandemia do Coronavírus. 

    O ProUni tem como objetivo conceder bolsas integrais (100%) e parciais (50%) em instituições de ensino privadas de todo o país, enquanto o Fies é um programa do MEC que financia cursos superiores, em instituições particulares, a estudantes que não possuem condições de arcar com os custos. Ambas as seleções utilizam a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).  

    De acordo com os editais, a orientação do MEC é que as instituições de ensino que não puderem receber a documentação fisicamente disponibilizem um canal para envio dos documentos de forma digital, como endereço de e-mail ou número de WhatsApp. A determinação é válida para o ProUni e para o Fies. 

    + Enem 2020 já tem mais de 2,3 milhões de inscrições realizadas

    O período para envio da documentação do ProUni para estudantes que manifestaram interesse na lista de espera se encerra no dia 21 de maio. Já o registro da concessão de bolsa ou reprovação do candidato deverá ser efetuado pelas instituições até as 23h59 de 24 de maio. 

    A última pré-seleção dos candidatos do Fies será realizada até 22 de maio. Os estudantes pré-selecionados terão até três dias úteis para complementar as informações apresentadas na inscrição. Os candidatos precisam informar dados bancários do fiador e do seguro para pagamento da dívida em caso de morte. 

    Após a complementação de informações nos sistemas dos programas, os estudantes terão 30 dias úteis para comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino na qual fará o curso.

    + Fundação Estudar oferece cursos gratuitos durante a quarentena

    A CPSA tem até cinco dias úteis para validar as informações recebidas do aluno e emitir o Documento de Regularidade de Inscrição (DRI), que serve para formalizar a contratação do financiamento.

    Assim que o DRI for emitido, o candidato tem 30 dias úteis para ir à agência da Caixa Econômica Federal escolhida na hora da inscrição para formalização do contrato de financiamento.  

     

    teclado do computador
    Instituições devem disponibilizar canais online para alunos
    enviarem documentação (Foto: Pixabay)

     

    Sisu, ProUni e Fies para segundo semestre já possuem datas de inscrição

    O ministro da Educação, Abraham Weintraub, divulgou pelo Twitter na última segunda-feira, 11, as datas das inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e Programa Universidade para Todos (ProUni) para o segundo semestre de 2020. As duas seleções utilizam as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingresso no nível superior. 

    As inscrições para o Sisu, que é a principal porta de entrada para universidades públicas de todo o país, poderão ser feitas entre os dias 16 e 19 de junho. Já para o ProUni, que concede ao estudante bolsas de 50% e 100% em universidades privadas, terá inscrições abertas entre os dias 23 e 26 de junho. 

    + Bolsonaro sanciona com vetos lei que amplia auxílio emergencial

    Weintraub também disponibilizou o período de inscrição para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que oferece condições mais favoráveis do que as de mercado para que estudantes financiem cursos em instituições privadas de ensino superior. Para esses, as inscrições estarão abertas entre os dias 30 de junho e 3 de julho.  

    Em todos os processos seletivos que abrirão inscrição em junho, os estudantes podem utilizar a nota do último Enem, realizado em novembro de 2019. De acordo com o MEC, na última edição do exame cerca de 3,9 milhões de estudantes fizeram as avaliações. 

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    notícias de empregos

     

  • Nubank já contratou 155 profissionais, mas ainda há oportunidades

    A Nubank, fintech com atuação digital, está com novas vagas de emprego abertas para São Paulo e México. Até o momento, 155 pessoas já se juntaram ao time desde que o trabalho remoto começou. 

    As contratações são para posições estratégicas para o negócio, por isso, de acordo com a assessoria, não é possível definir um número exato de vagas, pois, em muitas delas, a contratação depende de encontrar tanto profissionais qualificados quanto adequados para suportar o momento da empresa.

    Em São Paulo, há chances nas funções de parceiro de negócio de RH, analista de excelência do cliente, gerente de design de produto, designer de produto sênior, engenheiro de software móvel, líder global de mobilidade, chefe de remuneração, líder de PMO – projetos de RH e analista de teste de estresse. Já para o México, a vaga é na função de engenheiro de software. 

    O “onboarding” virtual de novos funcionários já foi realizado com pessoas de seis nacionalidades diferentes – incluindo um croata e um indiano, contratados para o escritório de Berlim – e de cinco Estados brasileiros, incluindo Rondônia. 

    + Bolsonaro sanciona com vetos lei que amplia auxílio emergencial

    Os novos “Nubankers” recebem em suas casas equipamentos para trabalhar, como notebook, mouse e adaptador, e um kit de boas-vindas, que contém camiseta, caneca, caneta e adesivos. Para garantir a integração, foram organizadas palestras por vídeo em horários que atendam ao fuso de todos os escritórios: Brasil, México, Argentina e Alemanha.

    Confira as vagas abertas na Nubank

    Nubank
    Nubank abre novas vagas de emprego
    (Foto: Divulgação)​​​​​​

     

    Em meio à pandemia, 10 empresas ofertam mais de 150 vagas de emprego

    Boa notícia para quem procura recolocação no mercado. Mesmo durante a crise do Coronavírus no país, cenário que tem causado bastante incerteza no setor econômico, algumas empresas continuam contratando novos funcionários. 

    Estima-se que o número de cargos ofertados chega a mais de 150 vagas divididas em diferentes regiões do país. Além disso, os processos seletivos e imersões acontecem totalmente online, trazendo mais segurança para profissionais e recrutadores. 

    + Auxílio emergencial: 2º parcela começa a ser paga na quarta, dia 20

    Confira, abaixo, a relação de empresas que estão contratando durante a pandemia! 

    Stark Bank

    A Stark Bank, fintech B2B líder em open banking no Brasil, está com mais de 20 vagas em aberto. As oportunidades são para as áreas de marketing, vendas, finanças e tecnologia. Desde o início da quarentena, a startup já contratou três pessoas com processo seletivo e integração totalmente online. 

    O cadastro para as vagas pode ser feito no Linkedin da Stark Bank.

    Pipo Saúde

    A Pipo Saúde, startup de gestão de benefícios que nasceu com o objetivo de otimizar e facilitar a relação do RH de empresas com planos e benefícios de saúde, está com duas vagas no setor de vendas e uma no na área de engenharia. Os principais clientes da Pipo são: OYO, Funcional, Anjo Gabriel, Caelum e Olga Ri. 

    Para se candidatar, basta acessar o site: http://pipo-saude.breezy.hr/

    M4U

    A M4U, empresa carioca de tecnologia líder no desenvolvimento de plataformas de pagamento e gestão, conta com 20 vagas abertas. Com a pandemia foi necessário digitalizar as soluções de pagamento para os clientes, o que gerou uma demanda de novos projetos. 

    Entre as vagas disponíveis estão: Estágio em Desenvolvimento, Software Developer, Development Engineer, Lead Developer, Product Owner e Delivery Manager. A empresa conta com política de full remote, por isso os candidatos não precisam ser necessariamente do Rio de Janeiro. 

    + Descubra mais empresas com vagas abertas

    notícias de emprego

     

  • PNAD trimestral registra aumento do desemprego em 12 Estados

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira, 15, novos dados sobre o desemprego no Brasil. De acordo com o levantamento do primeiro trimestre do ano, a taxa de desocupação subiu 1,3 pontos percentuais em relação ao período anterior. 

    No último trimestre de 2019, o desemprego era de 11%. Entre janeiro e março deste ano, índice subiu para 12,2%. Em relação ao primeiro trimestre do ano passado (12,7%), no entanto, houve uma queda de 0,5 pontos percentuais.

    Os dados foram obtidos por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), realizada trimestralmente pelo IBGE. Confira os Estados com as maiores taxas de desemprego:

    • Bahia (18,7%)
    • Amapá (17,2%)
    • Alagoas e Roraima (16,5%)

     

    Mas as maiores altas foram no Maranhão (3,9 pontos percentuais), Alagoas (2,9 p.p) e Rio Grande do Norte (2,7 p.p). Em 15 unidades da federação, o desemprego superou a média nacional, de 12,2%.

    Já no grupo das menores taxas, o Estado de Santa Catarina segue liderando. Além do Paraná e Mato Grosso do Sul:

    • Santa Catarina (5,7%)
    • Mato Grosso do Sul (7,6%)
    • Paraná (7,9%)

    notícias de empregos

    A tradução desses números: 12,9 milhões de pessoas sem trabalho no Brasil. Mas a analista da pesquisa, Adriana Beringuy, já havia observado, em abril, que não houve surpresa nos resultados: 

    “Esse crescimento da taxa de desocupação já era esperado. O primeiro trimestre de um ano não costuma sustentar as contratações feitas no último trimestre do ano anterior. Essa alta na taxa, porém, não foi a das mais elevadas. Em 2017, por exemplo, registramos 1,7 pontos percentuais.”

    Desigualdade de gênero e raça se manteve

    Em relação a gênero e raça, as discrepâncias nos índices de desemprego se mantiveram neste trimestre. A desocupação foi estimada em 10,4% para os homens e 14,5% para as mulheres. 

    Entre pessoas que se declararam brancas o percentual foi de 9,8%, ficando abaixo da média nacional. Mas, o das pretas (15,2%) e a das pardas (14,0%) manteve-se acima e superior ao do grupo de pessoas brancas.

    132 anos pós-abolição: a luta contra o racismo no mercado de trabalho

    Vale lembrar que em função da pandemia de Covid-19 e, de acordo com as orientações do Ministério da Saúde, o IBGE interrompeu a coleta presencial de todas as pesquisas no dia 17 de março. 

    Desde então, foi instituído um plano de contingência para manter a realização da coleta das informações das pesquisas por telefone. A taxa de resposta da PNAD Contínua, no último mês, foi 61,3%, menor que nos meses anteriores (em janeiro foi de 88,4% e fevereiro 87,9%).

    + 90% dos supermercados paulistas devem manter ou contratar em maio

    Fila de emprego
    Em meio à pandemia, desemprego no Brasil preocupa
    (Foto: Rovena Rosa/ Agência Brasil)

     

    Pandemia afetou poder de compra de 40% dos brasileiros

    Já é esperado que os índices de desempregos sofram quedas mais significativas nos próximos meses, devido à crise causada pelo novo Coronavírus, somada à crise econômica na qual o país já se encontrava.

    E os primeiros dados divulgados após a chegada da pandemia no Brasil, além da PNAD, já permitem perceber isso. Uma pesquisa divulgada no início de maio pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), por exemplo, revelou como está o poder de compra dos brasileiros. 

    Os dados, divulgados pela Agência Brasil, mostram que a perda do poder de compra já atingiu quatro em cada dez brasileiros desde o início da pandemia. Do total de entrevistados, 23% perderam totalmente a renda e 17% tiveram redução no ganho mensal.

    A pesquisa também mostrou que o impacto na renda e o medo do desemprego levaram mais da metade dos consumidores a reduzir o consumo durante o período de isolamento social. 

    “Ou seja, de cada quatro brasileiros, três reduziram seus gastos. Apenas 23% dos entrevistados não reduziram em nada suas compras, na comparação com o hábito anterior ao período da pandemia.”

  • Auxílio emergencial: senadores querem derrubar vetos à expansão

    O presidente Jair Bolsonaro vetou parte do projeto que amplia os beneficiários do auxílio emergencial. Logo após o anúncio da sanção, senadores protestaram nas redes sociais contra a decisão. Os parlamentares querem a derrubada do veto e pedem ao Congresso Nacional a deliberação do assunto.

    A primeira manifestação veio do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP): “Bolsonaro lava suas mãos em uma bacia de sangue! Quantos desses trabalhadores e quantas dessas famílias sofrerão, além da crise, com a fome e a falta de recursos? Covarde! Vamos lutar pela derrubada desses vetos!”, afirmou. 

    Além do veto à inclusão de mais profissionais, como motoristas de aplicativo e agricultores, o senador lembrou que Bolsonaro também vetou a possibilidade de acúmulo do benefício com o Bolsa Família. 

    “Ele vetou a possibilidade de acumulação com o Bolsa Família, vetou todas as categorias! Vetou o pai sozinho, que é chefe de família, as fintechs [bancos virtuais], a extensão a alguns trabalhadores com contrato intermitente e as restrições à cessação de aposentadorias e pensões durante a pandemia”, acrescentou. 

    + AO VIVO! Governo detalha pagamento do auxílio emergencial

    O senador Major Olimpio (PSL-SP) também se manifestou contrário ao veto. Em sua conta no Twitter, ele lamentou a decisão: “Irresponsabilidade, insensatez, vergonha o que o governo fez”, disse em vídeo.

     

    Senador Major Olimpio (PSL-SP) se manifesta em rede social
    (Foto: Reprodução)

     

    O presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH), senador Paulo Paim (PT-RS), disse que os parlamentares devem deliberar o veto, pois milhões de pessoas dependem do dinheiro do auxílio emergencial.

    “É urgente que o Congresso delibere os vetos ao PL 873, que estende a outras categorias o auxílio emergencial de R$ 600. Milhões dependem desse recurso para satisfazer as necessidades mais básicas e enfrentar a pandemia da Covid-19”, disse no Twitter. 

    Segundo o senador Humberto Costa (PT-PE), “o Congresso agiu rápido para resguardar aqueles trabalhadores que estavam sem qualquer lastro nesta grave crise. Jair Bolsonaro foi lá e empurrou todos eles para fora”. 

    O parlamentar Jean Paul Prates (PT-RN) também se manifestou em rede social. Segundo o senador, ao vetar que mais categorias profissionais recebam o benefício, Bolsonaro despreza vidas.

     

    Senador Jean Paul Prates (PT-RN) manifesta contradição ao veto
    (Foto: Reprodução)

     

    “Bolsonaro não governa para os brasileiros”, lamentou o senador Paulo Rocha (PT-PA). O parlamentar afirmou que o auxílio emergencial, que é um direito da população, foi negado a milhões de trabalhadores.

    “Ele alega não haver fontes de recursos para estender o benefício para pescadores artesanais, motoristas de aplicativos e outros. Balela! Essa crueldade é mais uma tentativa de forçar a saída do povo do isolamento. A crueldade desse ser não tem limites”, completou Paulo Rocha.

    O líder da bancada do PDT no Senado, senador Weverton Rocha (PDT-MA), também se manifestou. “É indignante a falta de sensibilidade deste governo. Recebemos a lamentável notícia de que o presidente Bolsonaro vetou o auxílio emergencial de R$ 600 para uma série de categorias profissionais”

    “São pessoas que estão sem ter como trabalhar e se alimentar na crise causada pelo coronavírus. São vidas! Vamos trabalhar no Congresso para derrubar esse vetos e fazer justiça com essas famílias”, concluiu.

     

    Senado Federal
    Senadores pedem derrubada de veto de Bolsonaro
    (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)

     

    Entenda o que foi vetado

    O projeto de lei que amplia os beneficiários do auxílio emergencial foi sancionado, com vetos, pelo presidente Jair Bolsonaro. A sanção foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 15.

    Agora, mulheres menores de 18 anos que são mães poderão receber o auxílio emergencial. No entanto, o governo vetou a possibilidade de homens que são chefes de família monoparental receberem cota dupla do benefício (R$1.200).

    Pelas regras em vigências, apenas mães solos podem receber duas cotas de auxílio. Segundo a ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, a ampliação do benefício aos pais colocaria em risco o pagamento adicional às mães.

    Damares justificou dizendo que o Congresso não estabeleceu mecanismos que impeçam pais ausentes de receberem o dinheiro, de forma fraudulenta, no lugar das mães que realmente cuidam das crianças.

    Bolsonaro também vetou a ampliação do auxílio emergencial a outros profissionais que não estão inscritos do Cadastro Único (CadÚnico). O texto do projeto especificava profissões que poderiam receber o dinheiro, como agricultores, motoristas de aplicativo e ambulantes. 

    Segundo o governo, a proposta feria o princípio da isonomia ao privilegiar algumas profissões em razão de outras. Outra justificativa para o veto foi a falta de especificações do Congresso sobre origem da verbo e o impacto nas contas públicas.

    Com a sanção, a lei passa a entrar em vigor imediatamente. Os vetos voltarão ao Congresso para serem analisados e os parlamentares poderão manter ou derrubar a decisão do governo.

    Além do presidente Bolsonaro e a ministra Damares, assinam a sanção os ministros Paulo Gueres (Economia) e Onyx Lorezononi (Cidadania).

  • Saque FGTS: golpe promete benefício em troca de compartilhamento

    O dfndr lab – laboratório especializado em segurança digital da PSafe – identificou um novo golpe, que está circulando na internet. Desta vez, a armadilha envolve o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

    Em uma página falsa, os golpistas solicitam dados pessoais das vítimas e, em seguida, para que o dinheiro seja liberado, pedem que seja feito o compartilhamento do link com os contatos de WhatsApp da vítima. 

    + Falsos apps enganam brasileiros em busca do auxílio emergencial

    “Quando a vítima informa seus dados no link malicioso, fica vulnerável ao vazamento dessas informações pessoais, que podem ser usadas pelo cibercriminoso para realizar a assinatura de serviços online e até para abrir contas em bancos com os dados roubados”, explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.

     

    Golpe FGTS
    Mensagem enviada pelos criminosos
    (Foto: Reprodução)

     

    Além do roubo de dados, essa tática de pedir o compartilhamento do site acaba fazendo com que o golpe se dissemine de forma mais rápida. Quando alguém recebe o link de um amigo ou familiar, por ser um contato de confiança, a chance de clicar e, consequentemente, repassar, é maior.

    “Outro problema é quando a vítima compartilha o link malicioso com seus contatos, ela torna-se um vetor de disseminação do golpe, o que garante aos cibercriminosos um crescimento acelerado dos ataques”, conta o diretor.

    Diferente de outros golpes, este redireciona a vítima para uma página que solicita permissão para envio de notificações. “Quando a vítima concede permissão para o envio das notificações, os criminosos podem utilizar dessa permissão para enviar propagandas, com as quais lucram, e até mesmo enviar novos golpes”, alerta Simoni. 

     

    Solicitação do envio de notificações
    (Foto: Reprodução)

     

    O dfndr lab deu algumas dicas para ficar protegido contra golpes de links maliciosos. Confira:

    1. Os aplicativos de conversa são os principais meios utilizados para disseminar golpes digitais. Utilize soluções de segurança no celular que disponibilizem proteção contra sites maliciosos;
    2. Evite fornecer seus dados pessoais sem antes saber se o site é oficial e confiável; e
    3. Tenha cuidado ao clicar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais. Antes de compartilhar informações, procure em veículos confiáveis e fontes oficiais, jornais e sites para confirmar se aquilo é realmente verdadeiro.

     

    FGTS
    Cibercriminosos prometem saque do FGTS em troca de compartilhamentos
    (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

     

    Em demissão por ‘força maior’, trabalhador poderá sacar FGTS

    A Caixa Econômica Federal alterou os procedimentos de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Agora, caso o empregado seja desligado da empresa por motivo de “força maior”, será possível retirar o benefício.

    Até o final do mês de abril, os trabalhadores demitidos com esta justificativa tinham que aguardar decisão da Justiça do Trabalho para retirar o FGTS. Enquanto isso, o dinheiro ficava retido. 

    Com a mudança, o saque do benefício pode ser realizado apenas com a apresentação do documento de identidade, CPF e Carteira de Trabalho. As regras foram estabelecidas pelo Circular 903/2020, publicado no Diário Oficial da União. 

    A demissão por “força maior” é um mecanismo previsto em lei. Com a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), esse tipo de desligamento vem sendo cada vez mais utilizado pelas empresas.

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    De acordo com a CLT, quando uma empresa precisa fechar por um motivo de força maior, é possível dispensar o quadro de funcionários alegando essa justificativa e, se ratificado pela Justiça do Trabalho, a multa sobre o saldo do FGTS cai de 40% para 20%.

    O saldo do benefício poderá ser consultado e movimentado, segundo a Caixa, pelo app FGTS. O aplicativo é gratuito e, através dele, o trabalhador poderá informar uma conta de qualquer banco para receber o dinheiro.

    Além disso, os trabalhadores relataram dificuldades para dar entrada no seguro-desemprego. Para tratar as pendências, será possível enviar e-mail para as Superintendências do Trabalho de cada Estado. 

    Saiba mais: Trabalhadores relatam dificuldades para solicitar benefício

  • Grupo Big Brasil abre 387 vagas de emprego para diversas funções

    O Grupo Big Brasil, empresa de comércio varejista, está com 387 vagas de empregos abertas para diferentes Estados. Há chances para o Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Minas Gerais, Fortaleza, Goiânia, Bahia, entre outros. 

    Dentre as oportunidades ofertadas, destacam-se os cargos de operador de loja, encarregado mercearia, técnico de manutenção, auxiliar de perecíveis, operador de televendas, auxiliar de estoque, assistente administrativo logístico, inspetor de qualidade. 

    A relação de todas as vagas de emprego disponíveis no Grupo Big Brasil, bem como os requisitos para cada cargo podem ser consultadas no site Connekt. 

    + Captalys oferece oportunidades em Tecnologia, Finanças e Comercial

    Os salários não foram divulgados, no além da remuneração, os profissionais poderão receber benefícios como vale trasporte, seguro de vida, assistência médica e odontológica e refeitório no local. 

    Os interessados podem se candidatar no site Connekt, após cadastro de currículo com informações pessoais, de escolaridade e experiência profissional. 

    + 90% dos supermercados paulistas devem manter ou contratar em maio

    Grupo Big Brasil
    Grupo Big oferta oportunidades em vários Estados
    (Foto: Divulgação)

     

    Coronavírus: Fesc abre 40 vagas para confecção de máscaras de tecido

    A Fundação Educacional São Carlos (Fesc), em São Paulo, recebe inscrições em 40 vagas para confecção de máscaras de tecido. O objetivo é fomentar a economia doméstica e, ao mesmo tempo, garantir a proteção da população diante do Coronavírus.

    A jornada de trabalho dos contratados será de quatro horas por dia, totalizando 20 horas semanais. O salário será de R$522,50. As máscaras produzidas serão encaminhadas à Prefeitura Municipal de São Carlos, que ficará responsável por distribuí-las.

    + ProUni e Fies: MEC publica novos editais para o 1º semestre de 2020

    Para se candidatar, é preciso ter experiência em costura, morar em São Carlos e comprovar renda familiar de até dois salários mínimos. Ou ainda estar desempregado.

    O contrato de trabalho terá vigência de até 90 dias, com possibilidade de prorrogação de acordo com a necessidade. Os laboratórios e maquinários da Universidade Aberta do Trabalhador da Fundação Educacional São Carlos serão utilizados como oficina de costura. Todos os materiais necessários ao trabalho serão fornecidos pela Fesc.

    As inscrições poderão ser feitas até domingo, 17 de maio, pelo site da Fesc. Os interessados devem anexar cópia dos seguintes documentos: RG, CPF e comprovante de endereço, comprovação de experiência (declaração, comprovantes e/ou cópia da carteira profissional).

    + Bolsonaro sanciona com vetos lei que amplia auxílio emergencial

    O concorrente, de acordo com o edital publicado, poderá tirar fotografias da documentação e enviá-las pelo site da Fundação. Não é cobrada taxa para inscrição. A seleção terá feita por duas etapas:

    ► 1ª etapa: Análise de documentos pessoais – comprovação de residência no município de São Carlos, a 231 km de São Paulo capital.

    ► 2ª etapa: Comprovação de experiência – o candidato deverá comprovar sua experiência em serviços de confecção e terá pontuação atribuída conforme o tempo de serviço:

    • até um ano de experiência – 20 pontos;
    • de dois até quatro de experiência – 40 pontos;
    • de cinco até sete anos de experiência – 70 pontos;
    • de oito até 10 anos de experiência – 80 pontos;
    • mais de 10 anos de experiência – 100 pontos.

     

    Os critérios de desempate serão: número de filhos, renda per capita familiar, idade e estado civil. O processo seletivo terá validade de um ano.

    notícias de emprego

     

  • Empregabilidade trans ainda é um desafio para o mercado de trabalho

    No dia 17 de maio é comemorado o Dia Internacional da Luta contra a Homofobia, Transfobia e Biofobia. A data faz referência à decisão da Organização Mundial de Saúde (OMS) em descaracterizar a homossexualidade como um distúrbio mental. Em 2020, essa conquista completa 30 anos.

    No entanto, ao olhar para o mercado de trabalho e para o setor educacional, ainda há muito a ser feito para que a comunidade LGBTI+ conquiste um lugar de igualdade em relação aos demais. Apesar dos avanços nos últimos anos, ainda são perceptíveis inúmeras barreiras para ascensão profissional dessas pessoas, especialmente para os transexuais.

    De acordo com Ricardo Sales, CEO da Mais Diversidade — empresa que atua na consultoria, na elaboração, acompanhamento e avaliação de políticas de diversidade no ambiente de trabalho —, nos últimos cinco anos, as discussões acerca do tema diversidade cresceram muito no Brasil. 

    “Essa era uma discussão, que num primeiro momento, era muito restrita às multinacionais, mas temos percebido mais recentemente a entrada das empresas brasileiras nessa discussão, o que é algo muito interessante”, destacou.

    Apesar de reconhecer que esses avanços são consideráveis, Sales ressaltou que eles não vieram na extensão necessária, nem na mesma velocidade para todos. Isso porque a causa não deve ser enxergada como um bloco “os LGBTQI+”, pois a sigla engloba grupos com características e necessidades diferentes.

    • L: Lésbicas – mulheres que se identificam com seu gênero e tem preferência sexual por mulheres;
    • G: Gays – homens que se identificam com seu gênero e tem preferência sexual por homens;
    • B: Bissexuais – pessoas que têm preferência por dois ou mais gêneros;
    • T: Trans (engloba travestis, transexuais e transgêneros) – pessoas que não se identificam com os gêneros que lhes foram atribuídos na hora do nascimento, baseados em seus órgãos sexuais;
    • Q: Queer – pessoas que transitam entre os gêneros sem se identificar com rótulos;
    • I: Intersexuais – pessoas não definidas distintamente como homens ou mulheres (hermafroditas); e
    • +: outras letras, como A de assexual.

     

    Avanços a respeito do tema diversidade não foram iguais para todos os grupos

    O especialista explicou que a evolução é mais perceptível quando olhamos para lésbicas e gays. As principais demandas para esse grupo eram poder falar abertamente sobre sua orientação sexual no trabalho e saber que isso não seria um fator impeditivo para contratação. 

    De fato, houve uma melhora. Pesquisas apontam que metade das pessoas já conseguem falar abertamente sobre sua sexualidade no ambiente laboral. No entanto, ainda há o que avançar, considerando que a outra metade de lésbicas e gays ainda tem receios em abordar o assunto.

    “Quando olhamos para pessoas trans, por exemplo, os desafios são maiores porque não estamos falando mais de orientação sexual. Estamos falando sobre identidade de gênero e aí os desafios se intensificam”, explicou o CEO.

    Segundo Ricardo, a população trans ainda enfrenta questões muito significativas em relação ao ingresso e à ascensão ao mercado de trabalho. Isso porque uma vez que a pessoa consegue um emprego, ela ainda tem dificuldade de crescer na profissão. 

    + Está em busca do sucesso profissional? Saiba como chegar lá!

    “O fator principal por trás disso é o preconceito. Se olhar para a nossa realidade no Brasil, hoje, apesar do cenário de exclusão e de preconceito, você tem algumas pessoas trans que conseguiram superar essas barreiras e chegar à universidade, por exemplo. E aí elas descobrem que mesmo com diploma, isso não é garantia de que vão conseguir emprego, porque o preconceito passa à frente.”

     

    Ricardo Sales
    “Houve avanços? Sem dúvidas! Significativos. Mas esses avanços
    são insuficientes, ainda falta avançar e eles não aconteceram
    na mesma velocidade para todos”, Ricardo Sales
    (Foto: Arquivo pessoal)

     

    Faltam investimentos em políticas públicas para pessoas LGBTI+

    A falta de políticas públicas que incentivem a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho também é um problema. Para Sales, toda a evolução que o mercado apresentou em relação a essa pauta nos últimos anos é mérito quase que exclusivo da iniciativa privada: 

    “Quando olhamos para as políticas públicas, o que tivemos de avanço nos últimos anos? Nada! Sobretudo no último um ano e meio foi uma série de ataques aos direitos dessa população e zero iniciativas voltadas para empregabilidade.”

    Entre a comunidade, é comum o relato de pessoas que acabaram não conseguindo concluir os estudos por diversos fatores. O abandono familiar, o preconceito de colegas e professores e até mesmo da instituição onde estudam. Ainda faltam nas escolas e universidades orientações básicas, como:

    • Uso do nome pelo qual a pessoa se identifica ou nome social;
    • Garantia à pessoa trans em poder utilizar o banheiro do gênero com o qual ela se identifica;
    • Professores preparados para lidar com esses alunos;
    • Preparo dos demais estudantes para lidar com o colega trans;
    • Dentre outros fatores.

     

    “Carecemos de iniciativas maiores que, ao meu ver, deveriam vir de Brasília. Claro que temos iniciativas pontuais, mas os municípios e estados têm autonomia mais restrita. Isso deveria partir do Ministério da Educação, Ministério dos Direitos Humanos, Secretaria do Trabalho, nessa perspectiva de políticas públicas que se articulem com a inciativa privada”, argumenta.

    + Desigualdades impactam na saúde da mulher no ambiente de trabalho

    A consequência de todo esse despreparo é que, ao chegar ao mercado de trabalho, muitas pessoas trans carregam consigo diversas vulnerabilidades, que foram se construindo ao longo da vida. 

    Por que investir em uma empresa mais inclusiva?

    Na visão de Ricardo Sales, uma equipe de trabalho diversa garante benefícios às instituições. Entre eles:

    1. Inovação: se o ambiente é inclusivo, as pessoas se sentem mais à vontade para serem elas mesmas, mais acolhidas e respeitadas. Além disso, a organização tem uma capacidade maior de entender a sociedade, porque a sociedade está ali representada;
    2. Engajamento: as pessoas têm um empenho maior em relação ao trabalho e se sentem mais produtivas e engajadas; e
    3. Diminuição da rotatividade: quem se sente bem na empresa quer ficar e constrói um clima melhor na organização.

    “Diversidade deve ser visto como um compromisso ético das empresas. Nós vivemos em uma sociedade profundamente desigual e essa desigualdade nesse cenário de caos que estamos vivendo vai se aprofundar. As empresas não são planetas isolados da sociedade, então elas têm que atuar para que dentro da organização tenha um espaço que seja respeitoso e inclusivo”, afirma.

    A Mais Diversidade promove, neste ano, a sexta edição da Feira Diversa, evento que conecta estudantes e jovens profissionais lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexuais a empresas que desejam times mais diversos. 

    Será um evento online, entre os dias 1º e 6 de junho e outro presencial, marcado para o dia 3 de outubro. As inscrições devem ser feitas no site da Feira. Por enquanto, estão abertas as inscrições somente do evento online, as do presencial serão iniciadas em breve.

    Conheça a realidade e os desafios de pessoas trans para sair do lugar comum

    Brisa
    “As pessoas não estão acostumadas a lidar com os 
    corpos trans”, Brisa Alkimin.
    (Foto: Arquivo pessoal)

     

    Outro grande desafio para a comunidade trans é conseguir ocupar postos de trabalho que fogem aos lugares comuns, como vagas em telemarketing, salões de beleza ou até mesmo na prostituição. De acordo com dados da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), 90% da população trans tem como fonte de renda a prostituição. Outra boa parte atua no mercado informal, em diversas áreas.

    Ingressar em outras áreas é tarefa difícil e uma luta diária. Brisa Alkimin conhece as dificuldades do mercado de trabalho. Os desafios de conseguir um emprego formal já existiam antes mesmo de passar por seu processo de transição. Nessa época, a questão racial e o fato de morar na periferia eram os principais fatores que dificultavam as contratações.

    + 132 anos pós-abolição: a luta contra o racismo no mercado de trabalho

    Após a transição, Brisa começou a trabalhar em um brechó, exercendo a função de estoquista e, paralelamente, fazia serviços como diarista. Ambos serviços informais, sem carteira assinada. A realidade que encontrou, especialmente, nesse segundo emprego foi o que a motivou procurar outras oportunidades.

    “Fui trabalhar na casa de uma senhora que não esperava encontrar uma mulher trans. Ao longo do trabalho, ela fazia uma série de pressões e chantagens emocionais, inclusive, me comparando com antigas funcionárias, e ali vi que não queria aquilo para mim. Vi o reflexo mais nítido de um período escravocrata que estamos perpetuando”, lembra.

    O caminho foi buscar qualificação profissional. Então, no ano passado, Brisa iniciou um curso de Canto Lírico no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, Minas Gerais. O começo foi difícil. Tentava conciliar os trabalhos com as aulas do curso à tarde. Chegou a fazer uma pausa nos estudos e retomou esse ano, mas, no momento, as atividades encontram-se paralisadas por conta da pandemia do novo Coronavírus.

    Ingressar em um curso ligado à área artística não foi tarefa fácil. Brisa foi a primeira trans a ingressar na instituição: “é um ambiente com muito preconceito velado. Não é um curso com acesso fácil. É um lugar muito elitizado e as pessoas não estão preparadas para lidar com essa disparidade social.”

    Para o futuro são muitas incertezas. Especialmente pelo fato de que a classe artística é uma das que sofrem grandes impactos com a pandemia. No caso dos artistas trans, os desafios são ainda maiores.

    “As pessoas lembram do meu trabalho como artista e escritora em janeiro, quando se comemora o Dia da Visibilidade Trans, e, em novembro, no Dia da Consciência Negra. E  aí, eu pergunto: onde está minha arte o ano inteiro?”, questiona.

    Apesar dos desafios que enfrenta, ela reconhece que diferentemente de tantas outras mulheres e homens trans no país, teve a oportunidade de concluir o ensino médio e, agora, tem a chance de estudar canto.

    Por isso, ela aproveitou para deixar uma mensagem a todxs que enfrentam diversos desafios para garantir acesso a espaços que merecem ocupar por direito:

    “Acredito muito nas capacidades do corpo trans em se regenerar diante de tanta dor. Tenham força para continuar , mesmo querendo desistir.”

    Airys
    “As portas começam a se fechar a partir do momento em que
    você se coloca como uma pessoa trans”, Airys Luna de Paula.
    ​​​​​​(Foto: Arquivo p​​​​​essoal)

     

    “Muitas de nós não terminam nem o ensino médio”

    Airys Luna de Paula compartilha da mesma luta. A estudante do 3º período de Biblioteconomia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) também contou um pouco de sua experiência. 

    Seu primeiro emprego foi como jovem aprendiz em uma empresa de logística. Foi nessa época em que Airys iniciou sua transição. Ela fez um acordo com a empresa para encerrar as atividades pouco antes do fim do contrato e logo depois disso já começou a perceber os desafios que encararia pela frente. “Depois que eu saí de lá eu nunca mais tive um emprego de carteira assinada”, recorda.

    Foram dois anos trabalhando com freelas até ingressar na universidade. A estudante iniciou seu primeiro estágio na própria universidade, no segundo período da graduação. Essa foi sua primeira experiência de emprego já como uma pessoa trans e, segundo ela, todo o processo de seleção e no próprio estágio, a experiência foi humanizada e respeitosa.

    Atualmente, Airys estagia na prefeitura de Belo Horizonte e conta que, para eles, o fato de ser uma mulher trans nunca foi uma questão. “Eles sempre lidaram de forma muito natural”, destaca.

    Já na universidade, enquanto aluna, acaba acontecendo um estranhamento. “Somos minoria lá dentro, minoria da minoria, porque acaba que por questões da população trans, em geral, muitas de nós não terminam nem o ensino médio. Então é muito raro encontrar outras pessoas trans dentro das universidades.”

    O futuro, assim como Brisa, é encarado com incerteza. Na visão da universitária, não há como garantir avanços na sociedade e na política quando o assunto são as pautas LGBTQI+ e a insegurança a possíveis regressos.

    Uma possibilidade em relação à carreira é seguir na vida acadêmica. “Depois que eu entrei em uma universidade federal as coisas mudaram porque eu acho que tem mais portas no meio acadêmico e você tem outras opções. Até de continuar dentro da universidade, que é um espaço que a todo momento busca informação. Então há bem mais consciência sobre essas questões”, percebe.

    Sobre a evasão escolar e a prostituição, Airys chamou a atenção para o fato de que muitxs acabam nesse caminho por falta de opção e oportunidades. 

    “Essa evasão ocorre muito por conta da transfobia institucionalizada nos espaços. Você não ter direito a seu nome, evitar uso de banheiro, questões que você passa com alunos e professores na escola, isso tudo faz com que você meio que seja expulsa desses lugares”, comenta.

    Para finalizar, Airys deixa um conselho para quem está no seu processo de transição: “procure se fortalecer em comunidades com outras pessoas trans e iniciativas que apoiem essas causas. E se organizar também, porque se nos organizarmos politicamente e como comunidade, conseguimos muita coisa. E não desistir. No começo é muito difícil, mas, com o tempo, as coisas melhoram.”

    Por: Letícia Santos – leticia.santos@folhadirigida.com.br

  • Auxílio emergencial: confira o calendário de pagamentos da segunda parcela!

    Nesta semana, a Caixa Econômica Federal começa creditar a segunda parcela do auxílio emergencial de R$600. Segundo o governo, 58 milhões de pessoas estão aptas a receber o dinheiro.

    Quem é beneficiário do Bolsa Família vai começar a receber a partir desta segunda-feira, 18, pois o benefício possui um próprio calendário que segue o Número de Identificação Social – NIS. Recebem no primeiro dia aqueles com o final do NIS 1, seguindo até o dia 29 de maio da seguinte maneira:

    • NIS de final 1 – 18/05
    • NIS de final 2 – 19/05
    • NIS de final 3 – 20/05
    • NIS de final 4 – 21/05
    • NIS de final 5 – 22/05
    • NIS de final 6 – 25/05
    • NIS de final 7 – 26/05
    • NIS de final 8 – 27/05
    • NIS de final 9 – 28/05
    • NIS de final 0 – 29/05

    Saiba como a Leitura Dinâmica pode te ajudar no mercado 

    Para os inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) que não recebem o Bolsa Família, bem como os que se inscreveram pelo site ou pelo aplicativo da Caixa, o cronograma de pagamentos começa na quarta-feira, 20, e segue a liberação pela data de nascimento. Confira:

    • janeiro e fevereiro – 20/05
    • março e abril – 21/05
    • maio junho – 22/05
    • julho e agosto –  23/05
    • setembro e outubro – 25/05
    • novembro e dezembro – 26/05

    O auxílio emergencial será creditado na conta digital da Caixa, no entanto só estará disponível para pagamentos de boletos e operações com o cartão de débito virtual criado pelo banco. Há um terceiro calendário para liberação da transferência e saque em dinheiro., a partir do dia 30, que também segue o mês de nascimento:

    • janeiro – 30/05
    • fevereiro – 01/06
    • março: 02/06
    • abril – 03/06
    • maio: 4 de junho
    • junho: 5 de junho
    • julho: 6 de junho
    • agosto: 8 de junho
    • setembro: 9 de junho
    • outubro: 10 de junho
    • novembro: 12 de junho
    • dezembro: 13 de junho

     

    Primeira parcela

    No último sábado, 16, a Caixa creditou R$246 milhões para 405.163 pessoas ainda da primeira parcela. Entre os dias 19 e 29 de maio, mais de 8,3 milhões de beneficiários vão receber o primeiro pagamento do auxílio emergencial.

    Nesse novo lote de pagamento, quem desejar realizar o saque nas agências também deverá seguir um cronograma pelo mês de nascimento. Na terça-feira, 19, o pagamento atenderá os nascidos em janeiro. Confira o calendário:

    • janeiro – 19/05
    • fevereiro – 20/05
    • março – 21/05
    • abril – 22/05
    • maio, junho e julho – 23/05
    • agosto – 25/05
    • setembro – 26/05
    • outubro – 27/05
    • novembro – 28/05
    • dezembro – 29/05

     

    Caso o beneficiário não consiga ir ao banco no dia correspondente, poderá ir em algum dia posterior.  “Quem receber a primeira parcela nesse novo calendário não receberá a segunda parcela também. Senão, seria o caos”, disse Pedro Guimarães, presidente da Caixa, em coletiva na última sexta-feira, 15

     

    Calendário de pagamentos auxílio emergencial de R$600
    Pagamentos da 2ª parcela começam nesta semana
    (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

     

    Com vetos, Bolsonaro sanciona lei que amplia auxílio emergencial.

    Na última sexta-feira, 15, o projeto de lei que amplia os beneficiários do auxílio emergencial foi sancionado, com vetos, pelo presidente Jair Bolsonaro. Agora, mulheres menores de 18 anos que são mães poderão receber o auxílio emergencial.

    No entanto, o governo vetou a possibilidade de homens que são chefes de família monoparental receberem cota dupla do benefício (R$1.200). Pelas regras em vigências, apenas mães solos podem receber duas cotas de auxílio.

    Segundo a ministra Damares Alves, a ampliação do benefício aos pais colocaria em risco o pagamento adicional às mães. Ela justificou dizendo que o Congresso não estabeleceu mecanismos que impeçam pais ausentes de receberem o dinheiro, de forma fraudulenta, no lugar das mães que realmente cuidam das crianças.

    Bolsonaro também vetou a ampliação do auxílio emergencial a outros profissionais que não estão inscritos do Cadastro Único (CadÚnico). O texto do projeto especificava profissões que poderiam receber o dinheiro, como agricultores, motoristas de aplicativo e ambulantes. 

    Saiba mais: Senadores querem derrubar veto à expansão

    Segundo o governo, a proposta feria o princípio da isonomia ao privilegiar algumas profissões em razão de outras. Outra justificativa para o veto foi a falta de especificações do Congresso sobre origem da verbo e o impacto nas contas públicas.

    Com a sanção, a lei passa a entrar em vigor imediatamente. Os vetos voltarão ao Congresso para serem analisados e os parlamentares poderão manter ou derrubar a decisão do governo.

  • Curso de inglês oferece aulas gratuitas para iniciantes. Saiba mais!

    O curso online de inglês Hyper English – do mesmo grupo da Cultura Inglesa – está ofertando acesso gratuito ao nível iniciante de sua plataforma. Os alunos que obtiverem aproveitamento mínimo de 60% vão concorrer a bolsas de estudos para concluir os módulos seguintes.

    O curso tem carga horária de 40 horas, que poderão ser cursadas de acordo com a rotina do aluno. Além do conteúdo das aulas, os alunos também contam com um chat online para tirar dúvidas com os professores.

    Na parte gratuita do curso, os estudantes também poderão acessar o “Hyper Feed”, que é uma seleção atualizada de músicas, filmes e séries para treinar o idioma, e o “Hyper Missions”, que são desafios simples para inserir o inglês no dia a dia.

    “É uma chance para quem sempre quis começar um curso online de verdade com o tempo que tem disponível. Sentimos que, nesse momento, seria importante dar a oportunidade a mais gente e, por isso, adaptamos a nossa plataforma.  Esse é o momento de pensar no próximo e dar a oportunidade para mais pessoas falarem inglês”, afirma Ana Silva, Gerente do Hyper English.

    Os interessados podem se inscrever pelo site do Hyper English, sem a necessidade de inserir dados de pagamento para liberar o acesso. Todos os inscritos até 10 de junho que cursarem os módulos Starter 1 e Starter 2, com o aproveitamento mínimo de 60%, estarão automaticamente concorrendo a dez bolsas de estudo.

    A lista de vencedores será divulgada no dia 25 de junho pelo Instagram @hyperenglishoficial. Por conta da pandemia, o Hyper English lançou alternativas para que os estudos não sejam postergados. É possível conferir dicas e estudar gratuitamente de casa através de um grupo no Telegram e pelas redes sociais.

    + Covid-19: qual perfil profissional o mercado vai exigir com a crise

    Curso de inglês online grátis
    Hyper English disponibilizou o módulo iniciante gratuitamente
    (Foto: Divulgação)

     

    Fundação Estudar oferta cursos online gratuitos

    Muitas pessoas têm aproveitado o maior tempo em casa para realizar cursos online, seja com objetivo de capacitação profissional – para incrementar o currículo – ou para adquirir novos aprendizados e conhecimentos.

    A Fundação Estudar, organização sem fins lucrativos de incentivo à educação, está com um programa exclusivo com cursos gratuitos. A iniciativa tem como objetivo o desenvolvimento pessoal e profissional de jovens durante a quarentena.

    “Nossa missão é investir no potencial que os jovens têm de transformar o mundo. Como a aprendizagem em casa passou a ser uma realidade durante as últimas semanas, vamos oferecer, gratuitamente, a chance deles continuarem se desenvolvendo dentro de seus lares”, explica Anamaíra Spaggiari, diretora-executiva da Fundação Estudar.

    Além dos conteúdos, o programa também garante revisão de currículo. A instituição já contava com uma iniciativa de capacitação de jovens, chamada de “Estudar Na Prática”, que será remodelada para uma versão online.

    + Saiba mais

    notícias de empregos

  • Easynvest abre vagas de emprego em diferentes áreas de atuação

    A Easynvest, plataforma de investimentos independente do país, está com 20 novas vagas abertas. Desse total, dez são para a área de Tecnologia e as demais são divididas para as áreas de Operações e de Marketing

    As novas contratações, que devem acontecer até o final do mês, estão sendo feitas por processo seletivo remoto, obedecendo as medidas de distanciamento social para combater a pandemia do novo Coronavírus no país. 

    Simone Lima, gerente de RH Estratégico da Easynvest, destaca que o ritmo de contratações está mantido e que a empresa está priorizando algumas vagas estratégicas para o negócio. Além disso, a gerente diz que a organização está, neste momento, focando no bem estar dos colaboradores e preservando o trabalho de cada profissional, sem nenhum corte no quadro de funcionários. 

    Há vagas nas funções de Desenvolvedor Back End, Especialista de Investimento, DevOps Sênior, Social Media, Coordenador de Campanhas Digitais, Editor de Conteúdos Sr., Redator Júnior, Analista de CRM Pleno, Administrador de Sistemas Pleno, Product Manager e Analista de Remunerações. 

    + Auxílio emergencial: confira o calendário de pagamentos da segunda parcela!

    Para quem deseja aproveitar as oportunidades de trabalho abertas na Easynvest, Simone ressalta alguns requisitos: 

    “Buscamos pessoas que são fascinadas por encantar o cliente, trabalham de forma colaborativa, são focadas em gerar resultado com bastante censo de urgência e queiram se juntar ao nosso propósito de despertar o investidor em cada um dos brasileiros.” 

    Para se candidatar, o candidato precisa acessar a página de carreiras, no site da Easynvest. Após a aprovação do candidato, o onboarding será online e os materiais de trabalho, como notebook e kit boas-vindas, serão enviados ao endereço do novo colaborador.

    + Saque FGTS: golpe promete benefícios em troca de compartilhamento

    O processo seletivo é customizado a depender da área ou complexidade do perfil. O salário é compatível com cada cargo no mercado e o pacote de benefícios inclui:

    • Planos de saúde e odontológico;
    • Vale refeição;
    • Vale alimentação;
    • Vale transporte;
    • Dress code (vista-se como se sentir confortável);
    • Day off no mês do aniversário;
    • Gympass;
    • Subsídio para pós-graduação e cursos ou treinamentos, entre outros. 

     

    Para quem quiser indicar um amigo para a vaga, a empresa também lançou a campanha #IndiqueUmColega no LinkedIn, para que profissionais que perderam o emprego recentemente, principalmente devido à pandemia, possam encontrar mais facilmente oportunidades oferecidas pela Easynvest e outras companhias.

     

    Easynvest
    Easynvest abre vagas de emprego para diversas áreas 
    (Foto: Divulgação)

     

    Sobre a Easynvest

    Fundada em 1968, a Easynvest atualmente é a maior corretora independente do Brasil e está à frente no desenvolvimento de tecnologia e inovações em serviços financeiros, com mais de R$ 20 bilhões de ativos sob custódia e mais de 1 milhão de clientes.

    A corretora foi uma das primeiras a oferecer acesso online à bolsa no Brasil, em 1999, e a primeira a oferecer acesso por aplicativo mobile ao mercado de renda fixa, em 2016.

    Na plataforma 100% digital, os investidores individuais podem conhecer e analisar uma vasta gama de investimentos, incluindo títulos públicos, privados e fundos de investimento, além de comprar e vender ações, opções e futuros. A corretora também disponibiliza conteúdos de educação financeira em diversos canais digitais

    Grupo Big Brasil abre 387 vagas de emprego para diversas funções

    O Grupo Big Brasil, empresa de comércio varejista, está com 387 vagas de empregos abertas para diferentes Estados. Há chances para o Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Minas Gerais, Fortaleza, Goiânia, Bahia, entre outros. 

    Dentre as oportunidades ofertadas, destacam-se os cargos de operador de loja, encarregado mercearia, técnico de manutenção, auxiliar de perecíveis, operador de televendas, auxiliar de estoque, assistente administrativo logístico, inspetor de qualidade. 

    + Auxílio emergencial: senadores querem derrubar vetos à expansão

    A relação de todas as vagas de emprego disponíveis no Grupo Big Brasil, bem como os requisitos para cada cargo podem ser consultadas no site Connekt. 

    Os salários não foram divulgados, no além da remuneração, os profissionais poderão receber benefícios como vale trasporte, seguro de vida, assistência médica e odontológica e refeitório no local. 

    Os interessados podem se candidatar no site Connekt, após cadastro de currículo com informações pessoais, de escolaridade e experiência profissional. 

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