O poder e a força de milhares de estudantes, professores e parlamentares começaram a surtir efeito. Votado na última terça-feira, o Projeto de Lei 1.277/2020 – que pede o adiamento das provas do Enem 2020 – foi aprovado no Senado Federal.
O texto, agora, será enviado para a Câmara para nova votação e, se aprovado, seguirá para sanção do presidente da República, Jair Bolsonaro. O presidente, por sua vez, pode escolher sancionar o texto de forma integral ou parcialmente, ou então vetar.
Na votação do Senado Federal, a aprovação se deu por 75 votos a 1, sendo a única posição contrária do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente. Foi aprovado o chamado ‘texto-base’.
O projeto prevê a suspensão instantânea da aplicação de provas, entre elas a do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2020), em casos de calamidade pública decretados pelo Congresso Nacional. Provas estas que dão acesso à graduação.
Senado Daniella Ribeiro foi autora do projeto que pede o adiamento do Enem e participou da votação
(Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)
PL que adia Enem 2020 não prevê nova data para provas
Embora suspenda a aplicação das provas, o projeto não prevê uma nova data ou previsão de aplicação dos exames. Com isso, o cronograma ficaria a critério do Ministério da Educação, juntamente ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep.
O PL foi apresentado pela senadora Daniella Ribeiro (PP-PB). A parlamentar iniciou a discussão após o governo ter mantido o calendário do exame para novembro mesmo em meio à crise emergencial de calamidade pública causada pela pandemia do novo Coronavírus.
A senadora concedeu entrevista e alegou que a manutenção desse calendário sustentaria ainda mais a questão de desigualdade que o país já tem sofrido – uma vez que muitos estudantes não têm acesso à internet, tampouco possuem materiais e equipamentos adequados para serem assistidos na preparação durante a pandemia.
“Estou super feliz por poder ser a voz desses estudantes, que não têm condições de competir de igual para igual e dentro de uma justiça social. Obrigar alunos sem acesso a aulas, livros e professores a fazer uma prova importante como essa é aprofundar a injustiça social. Nosso intuito não é criticar quem tem condições, mas proporcionar justiça para quem não tem”, disse a senadora à Agência Senado.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, falou pela primeira vez sobre a possibilidade de estender o benefício do auxílio emergencial pago pelo Governo Federal. Mas, segundo ele, haverá uma ‘eliminação em fases’.
Essa eliminação acontecerá de forma gradativa. De acordo com jornal O Globo, a equipe econômica estuda reduzir o valor para R$200 após os três meses previstos inicialmente.
Ainda segundo as informações do site, Guedes esteve em reunião fechada na última terça-feira, 19, com representantes do setor de serviços, e declarou sobre o assunto:
“Vamos tornar mais robusto e focalizado os programas sociais. Vamos agora jogar mais R$ 600 aí. Agora, quando acabar esse prazo, em vez de tirar de uma vez só, vamos fazer um phase out (eliminação em fases). Não é que nós vamos prorrogar, porque não temos fôlego financeiro para fazer a gastança que está aí, mas vamos ter que suavizar a queda. Em vez de cair tudo de uma vez, nós vamos descer mais devagar um pouco pouco”, comentou Paulo Guedes.
Inicialmente, o governo estimou gastar pouco mais de R$120 milhões com o auxílio de R$600, pagos a desempregados e trabalhadores informais. No entanto, recentemente começou um movimento interno para que o benefício pudesse ser estendido. Há, no entanto, uma resistência, por parte de técnicos especialistas.
Paulo Guedes fala sobre a prorrogação do auxílio emergencial
(Foto: José Cruz/Agência Brasil)
Caixa divulga calendário da segunda parcela e inicia pagamentos
Na última semana, a Caixa Econômica Federal confirmou o calendário de pagamentos da segunda parcela do auxílio emergencial de R$600. Na primeira semana, segundo o governo, 58 milhões de pessoas estão aptas a receber o dinheiro.
O pagamento começará a ser feito aos beneficiários do programa Bolsa Família – que começaram a receber a partir da última segunda-feira, 18, seguindo o Número de Identificação Social – NIS:
NIS de final 1 – 18/05
NIS de final 2 – 19/05
NIS de final 3 – 20/05
NIS de final 4 – 21/05
NIS de final 5 – 22/05
NIS de final 6 – 25/05
NIS de final 7 – 26/05
NIS de final 8 – 27/05
NIS de final 9 – 28/05
NIS de final 0 – 29/05
Para os demais, o calendário de pagamento também foi divulgado e acontecerá entre as datas de 20 de maio e 13 de junho, de acordo com o mês de aniversário do beneficiário.
Além disso, a Caixa inicia o pagamento da primeira parcela aos cadastrados mais recentemente, que tiveram o auxílio aprovado na última semana. O pagamento começou na última terça-feira, 19, e seguirá o calendário de aniversário até 29 de maio:
Em meio à discussão sobre o adiamento das provas do Exame Nacional do Ensino Médio, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, se manifestou dizendo que haverá uma consulta aos candidatos. Segundo o chefe da pasta, ‘Democracia é isso!’
Weintraub usou a sua conta oficial do Twitter para falar a respeito do adiamento das provas do Enem 2020 e sobre a possível consulta aos candidatos.
O ministro iniciou a sua mensagem com a frase ‘Liberdade de escolha’. Em seguida, Weintraub disse que 4 milhões de brasileiros já estavam inscritos e que há um debate sobre o adiamento das provas, porém, necessita saber a posicão dos principais interessados: os candidatos.
Dessa forma, o ministro da Educação explica que o MEC fará, na última semana de julho, uma consulta a todos os inscritos por meio da págiona do participante, no site do Inep.
Confira a publicação do ministro da Educação
Maia diz que pautará adiamento e PL é aprovado no Senado
O projeto foi aprovado por maioria dos votos, sendo 75 a 1, com o único voto contra sendo de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presitente. O projeto será enviado à Câmara para votação e, em seguida, deverá seguir para presidente da República, Jair Bolsonaro.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por sua vez, já disse que pretende pautar o adiamento do Enem 2020 e que não irá esperar o governo tomar uma decisão.
De acordo com a CNN, Maia disse que pautará o tema na casa e que há uma possível previsão de que o exame seja reagendado para dezembro deste ano.
“Se o Senado votar, eu vou votar. Se o governo não decidir na tramitação do projeto entre o Senado e a Câmara, eu vou votar. Vou pensar os projetos dos deputados e votar tudo junto e vamos promulgar a decisão do Congresso Nacional, espero que o governo possa decidir antes”, disse o presidente.
Após o Senado aprovar o adiamento das provas do Enem 2020, na última terça-feira, 19, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, reconheceu pela primeira vez a possibilidade de adiar o Exame Nacional do Ensino Médio.
Na manhã desta quarta-feira, 20, Weintraub postou em suas redes sociais que: “diante dos recentes acontecimentos no Congresso e conversando com líderes do Centro, sugiro que o Enem seja adiado de 30 a 60 dias”, disse.
“Peço que escutem os mais de 4 milhões de estudantes já inscritos para a escolha da nova data de aplicação do exame”, concluiu.
Mais cedo, Weintraub se manifestou dizendo que haverá uma consulta aos candidatos. Segundo o chefe da pasta, ‘Democracia é isso!’ O ministro iniciou a sua mensagem com a frase ‘Liberdade de escolha’.
Em seguida, Weintraub disse que 4 milhões de brasileiros já estavam inscritos no Enem e que há um debate sobre o adiamento das provas. Porém, ele ressaltou que necessita saber a posição dos principais interessados: os candidatos.
Dessa forma, o ministro da Educação explicou que o MEC fará, na última semana de julho, uma consulta a todos os inscritos por meio da página do participante, no site do Inep. No entanto, logo após as publicações, Weintraub cogitou o adiamento.
Enem 2020 pode ser adiado segundo ministro da Educação
(Foto: Seduc PI)
Aprovado no Senado na última terça, 19, o PL segue agora para a Câmara dos Deputados. No entanto, Rodrigo Maia afirma que deve esperar que o Executivo tome uma medida pelo adiamento do Enem.
“Sobre o Enem, aguardo uma decisão do governo em relação ao adiamento. Caso o presidente (Jair Bolsonaro) não se posicione, a Câmara vai votar o projeto do Senado que adia a realização das provas e fazer a mudança pelo Legislativo”, disse.
Maia repetiu que espera que o governo decida antes, “para não parecer uma medida do Legislativo contra o Executivo”.
“O Congresso tem posição amplamente favorável ao adiamento. O #AdiaEnem é um pedido de todo o Brasil”, concluiu o presidente da Câmara.
Após a aprovação do PL no Senado, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, disse que a decisão ocorreu “em nome de todos os estudantes brasileiros, principalmente da rede pública, que tiveram suas aulas e estudos interrompidos pela pandemia”.
“O Congresso está ao lado dos brasileiros que são mais atingidos por este triste vírus. #AdiaEnem”, disse o presidente do Senado.
Entenda a votação no Senado
O PL 1.277/2020, que pede o adiamento das provas do Enem 2020, foi aprovado no Senado Federal. O texto será enviado para a Câmara dos Deputados, onde passará por uma nova votação.
Se aprovado, no entanto, o PL seguirá para a sanção do presidente Jair Bolsonaro. Ele, por sua vez, poderá sancionar o texto de forma integral ou parcialmente, com vetos.
Na votação do Senado Federal, a aprovação se deu por 75 votos a 1, sendo a única posição contrária a do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente. Foi aprovado o chamado ‘texto-base’.
O projeto prevê a suspensão instantânea da aplicação de provas, entre elas a do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2020), em casos de calamidade pública decretados pelo Congresso Nacional.
Embora suspenda a aplicação das provas, o projeto não prevê uma nova data ou previsão de aplicação dos exames. Com isso, o cronograma ficaria a critério do Ministério da Educação e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
O PL foi apresentado pela senadora Daniella Ribeiro (PP-PB). A parlamentar iniciou a discussão após o governo ter mantido o calendário do exame para novembro, mesmo em meio à crise emergencial de calamidade pública causada pela pandemia do novo Coronavírus.
Está em tramitação no Senado o projeto de lei 2.525/2020, que suspende fins de contratos de estágios durante o período da pandemia do novo Coronavírus e altera a Lei 11.788, de 25 de setembro de 2008, Lei do Estágio.
De autoria do senador Jean Paul Prates (PT-RN), a proposta, se aprovada, vai ampliar o limite de dois anos de estágio conforme a duração do estado de emergência decretado no país em decorrência da Covid-19.
Essa parcela da população tem sofrido ainda mais os impactos da crise. Segundo dados do IBGE, já são 12,9 milhões de desempregados no Brasil no primeiro trimestre de 2020. Os jovens, com idade entre 18 e 24 anos, são os mais afetados: a taxa atingiu 27,1%.
Para o parlamentar, a medida evitaria prejuízos tanto para os estagiários que podem ter sido suspensos ou terem seus contratos cancelados devido ao isolamento social quanto para os empregadores, sobretudo das áreas essenciais.
“Vários estagiários vêm relatando a finalização antecipada de seus contratos por parte, inclusive, de órgãos públicos. E outros estagiários relatam a não renovação dos estágios. E antes da crise causada pela pandemia, os jovens eram a parcela [da população] que enfrentava com ainda mais dificuldade o aumento do desemprego, por conta da pouca experiência”, afirmou.
O presidente do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), Carlos Henrique Mencaci, vê o PL com bons olhos e torce para sua aprovação.
“Ele traz à tona uma importante discussão: permitir às organizações prorrogarem os contratos. É uma forma de dar mais segurança e renda para quem está no fim do contrato e encontrará um cenário desanimador para busca de novas vagas”, afirma.
Entretanto, segundo a entidade, ao pensar na quantidade de estagiários que foram dispensados, neste período, e estão em casa e sem renda, o projeto poderia ser otimizado a fim de garantir pelo menos 50% da bolsa-auxílio em caso de suspensão.
“Esse valor ajudaria na manutenção e financiamento dos estudos dos 740 mil estagiários universitários. Com isso, eles podem continuar seus estudos na universidade e evitaria o alto índice de inadimplência das instituições de ensino”, explica.
Além dos “260 mil estagiários de médio e médio técnico, em sua maior parte oriundos no ensino público, os quais dependem desse valor para ajudar na complementação da renda de seu grupo familiar”.
A instituição lembra, inclusive, que, em alguns casos, esses estudantes são arrimo de família e que os estagiários não têm auxílio emergencial nem seguro-desemprego.
“O estágio fornece empregabilidade para quebrarem o ciclo da pobreza pela educação. Logo, é uma forma justa de pensarmos no futuro desse público. Eles serão o Brasil de amanhã”, finaliza o presidente.
Projeto de lei busca ampliar o período de dois anos dos contratos
de estágio (Foto: Jane de Araújo/Agência Senado)
CIEE DF oferta mais de 100 oportunidades nesta semana
O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) do Distrito Federal está oferecendo 138 vagas de estágio e jovem aprendiz. As oportunidades são para estudantes em níveis fundamental, médio, técnico e superior.
Todas as vagas exigem que o candidato tenha conhecimentos em informática. É preciso saber usar o sistema operacional Windows, o editor de planilhas Excel, o processador de textos Word e acessar a internet.
Para quem está no nível fundamental, há duas vagas para jovem aprendiz com remuneração de até R$736,24. Também há uma vaga de aprendiz destinada a alunos do ensino médio EJA (Educação de Jovens e Adultos). A bolsa-auxílio é de R$400.
O Centro Universitário Universus Veritas (Univeritas), no Rio de Janeiro, realiza a partir desta quarta-feira, 20, análise e correção de currículos por e-mail. A iniciativa tem o objetivo de orientar pessoas a produzir um material melhor, já que um currículo bem elaborado pode ajudar a conquistar a tão sonhada inserção ou recolocação no mercado de trabalho.
Além da análise curricular, a instituição também vai dar dicas, observando a peculiaridade de cada documento e apresentar novas técnicas que têm sido bem recebidas por empresas contratantes. Entre as novas técnicas estão currículos com designs mais arrojados e, até mesmo, vídeo currículo – quando além do material escrito, o candidato grava um rápido vídeo falando de si.
Para Roberta Breves, responsável pelo Núcleo de Apoio ao Aluno (NAE) da Univeritas, o período de quarentena é um ótimo momento para as pessoas que estão em casa revisarem e observarem bem seus materiais.
“É um momento onde todos podem aproveitar para refletir e reavaliar vários aspectos da sua vida. Então, por que não pensar também em suas habilidades e competências profissionais? Por exemplo: além da minha formação, o que mais eu tenho de interessante que possa agregar ao meu currículo? Será que eu tenho um currículo bem estruturado? Como posso melhorá-lo?”, comenta Roberta.
Os interessados na revisão podem enviar seus currículos para o e-mail (roberta.breves@univeritas.com). O retorno com a resposta acontecerá em até 72 horas, com as devidas orientações e conselhos detalhados sobre o arquivo.
Univeritas inicia projeto de análise e correção de currículos
(Foto: Pixabay)
Como elaborar um currículo para estágio (mesmo sem experiência)
Elaborar um currículo para estágio pode ser considerado um desafio se o estudante ainda não possuir nenhuma experiência profissional – o que é muito comum. Porém, esse não é um empecilho se o candidato souber descrever outras atividades importantes para a vaga oferecida.
Para auxiliar o futuro estagiário em seu processo seletivo, o RioVagas elaborou dicas essenciais para tornar o seu currículo atrativo e apto a driblar a concorrência e ser visto pelos recrutadores.
Confira abaixo seis itens indispensáveis que você precisa inserir ao elaborar um currículo para estágio:
1. Dados pessoais
É importante que o candidato a estágio forneça os dados pessoais necessários para que o recrutador entenda melhor sobre ele, como por exemplo:
Nome completo
Data de nascimento (ou idade)
Endereço completo
Contato telefônico
Contato de e-mail
Se possui carteira de motorista (no caso de vagas com essa exigência)
Além disso, outras informações podem agregar ao elaborar o currículo, como disponibilidade para mudar de região, para viajar e de horário. Além de pretensão salarial, caso a oportunidade de estágio exija.
2. Objetivo profissional
Basicamente o candidato deve inserir o nível hierárquico – no caso, estágio – e o cargo que deseja concorrer. Por exemplo: Estágio em Marketing Digital. É importante que o estudante insira essa informação, tendo em vista que a empresa pode estar com outros processos seletivos em aberto.
Isso acaba dificultando a análise dos recrutadores, que podem, inclusive, eliminar o currículo sem ler, tendo em vista a alta demanda do RH.
3. Formação acadêmica
Esse é um dos itens essenciais ao fazer um currículo para estágio. A empresa contratante precisa saber qual curso o estudante faz, além do nome da instituição de ensino superior e o período em que o aluno está cursando atualmente.
4. Experiência profissional (caso tenha)
A experiência profissional do candidato deve ser inserida das mais recentes às mais antigas. Aqui o futuro estagiário deve inserir os seguintes dados relacionados às ocupações anteriores:
Cargo
Nome da empresa
Mês e ano de início e fim da experiência
Atribuições
5. No caso da falta de experiência profissional
Se esse será, possivelmente, o seu primeiro estágio, não se preocupe. Neste caso, é aconselhável que o candidato substitua “experiência profissional” por “resumo de qualificações”.
Neste item, ele deve descrever vivências que destacam suas qualidades e conhecimentos como:
Colocação em concursos culturais
Participação em Workshops, eventos ou palestras da área
Atividades voluntárias
Participação em atividades universitárias
Cursos
Intercâmbio; entre outras.
6. Idiomas
O mercado de trabalho valoriza muito profissionais que tenham conhecimentos em línguas estrangeiras, como Inglês e Espanhol.
Descreva neste item os idiomas que tem conhecimento, o nível desse conhecimento – se possível de escrita, fala e leitura – e a instituição de ensino que cursou (caso tenha realizado algum curso).
É importante que o futuro estagiário seja sincero a respeito do seu conhecimento nas línguas informadas, já que diversas vagas de estágio colocam como requisito obrigatório o uso de outros idiomas.
7. Conhecimentos em Informática
Aqui o candidato deve informar quais conhecimentos possui relacionados à Informática, por exemplo:
Pacote Office
Adobe Illustrator
Adobe Photoshop
InDesign
Sistema Linux; entre outros.
Essas informações são de suma importância, já que diversas oportunidades de estágio selecionam candidatos adaptados às novas tecnologias. Se você não possui conhecimentos básicos exigidos pela sua área, vale recorrer a cursos online gratuitos para adquirir certificações.
A Luandre, uma das mais reconhecidas consultorias de Recursos Humanos do Brasil, anunciou mais de 2 mil vagas de emprego abertas. As oportunidades são para todo o país, em cargos que exigem níveis médio, técnico ou superior.
As chances são para trabalhar nas áreas de Saúde e Logística, ambas com alta demanda devido à pandemia do novo Coronavírus. Além das vagas efetivas, há ainda 317 oportunidades para trabalho temporário.
As vagas abertas estão todas listadas a seguir. Confira:
Os interessados em concorrer a qualquer uma das vagas devem fazer o cadastro gratuitamente pelo site da Luandre, no Portal do Candidato, e se candidatar à oportunidade. Também há a possibilidade de fazer a inscrição por meio do aplicativo da consultoria de RH, disponível para Android e IOS.
Logística tem mais de 500 vagas abertas
Com a necessidade do isolamento social, diversas compras que, antes eram feitas pessoalmente, agora são realizadas online. Por isso, as áreas de Logística de diversas empresas têm crescido e exigido mais profissionais.
Neste mês, a Luandre contabiliza um total de 520 vagas disponíveis para este setor, sendo 189 para trabalho efetivo e 383 temporárias. As oportunidades estão distribuídas por todo o território nacional.
♦ Trabalho efetivo – 189 vagas
Representante de Logística – R$1 mil – R$1.500
Auxiliar de Almoxarifado – R$1 mil – R$1.500
Auxiliar Logístico I – R$1 mil – R$1.500
Representante de Logística – R$1.500 – R$2mil
♦ Temporário – 383 vagas
Auxiliar de Governança- (Mensageiro Hospitalar) – R$1mil – R$1.500
Operador de Centro de Distribuição de Peças I – R$1mil – R$1.500
Mais de 2 mil vagas abertas em Saúde e Logística pela Luandre
(Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos públicas)
Saúde tem mais de 1,7 mil vagas
A maior parte das vagas anunciadas pela Luandre são na área da Saúde, o que também é um reflexo da pandemia. Mas as oportunidades não são apenas para médicos.
Também podem concorrer técnicos de enfermagem, enfermeiros, auxiliar de farmácias e profissionais de áreas de apoio. As chances também são em todo o território nacional.
♦ Trabalho efetivo – 128 vagas
Auxiliar de Farmácia – R$1 mil – R$1.500
Técnico de Enfermagem – Centro Cirúrgico – R$1.500 – R$2 mil
Técnico de Enfermagem – Hemodinâmica – R$1.500 – R$2 mil
Técnico de Enfermagem – UTI Adulto – R$1.500 – R$2 mil
Técnico de Enfermagem Home Care – R$1.500 – R$2 mil
Técnico de Enfermagem – Ambulatório – R$2 mil – R$2.500
Técnico de Imagem – Radiologia – R$2 mil – R$2.500
Enfermeiro – Centro Cirúrgico – R$3 mil – R$3.500
Enfermeiro Pleno – Internação – R$4 mil – R$4.500
♦ Temporário – 1.625 vagas
Auxiliar de Coleta – R$1 mil – R$1.500
Auxiliar de Farmácia – R$1 mil – R$1.500
Técnico de Enfermagem – Hemodinâmica – R$1 mil – R$1.500
Técnico de Enfermagem – Alojamento Conjunto – R$1.500 – R$2mil
Técnico de Enfermagem – Maternidade – R$1.500 – R$2mil
Técnico de Enfermagem – R$1.500 – R$2mil
Técnico de Enfermagem – (Unidade de Internação) – R$2 mil – R$2.500
Técnico de Enfermagem – CTI Pediátrico – R$2 mil – R$2.500
Técnico de Enfermagem – UT – R$2.500 – R$3 mil
Enfermeiro – Unidade de Tratamento Intensivo Pediátrica – R$2.500 – R$3 mil
Enfermeiro (a) – Emergência Geral – R$3 mil – R$3.500
Após pressão por parte dos estudantes, professores e parlamentares, na tarde desta quarta-feira, 20, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciou o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Segundo a decisão do instituto, que foi tomada em conjunto com o Ministério da Educação, o prazo de adiamento será “de 30 a 60 dias em relação ao que foi previsto nos editais”. A prova estava prevista para os dias 1º e 8 de novembro, em sua versão tradicional, e 22 e 29 de novembro, na nova versão digital.
A anunciou aconteceu um dia após o Senado Federal ter aprovado um projeto que adiava a realização do exame. O texto-base teve 75 votos favoráveis e apenas um contrário, do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). O projeto aguardava aprovação no Congresso e precisava ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro.
Confira a nota divulgada pelo Inep:
“Atento às demandas da sociedade e às manifestações do Poder Legislativo em função do impacto da pandemia do coronavírus no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e o Ministério da Educação (MEC) decidiram pelo adiamento da aplicação dos exames nas versões impressa e digital. As datas serão adiadas de 30 a 60 dias em relação ao que foi previsto nos editais.
Para tanto, o Inep promoverá uma enquete direcionada aos inscritos do Enem 2020, a ser realizada em junho, por meio da Página do Participante. As inscrições para o exame seguem abertas até as 23h59 desta sexta-feira, 22 de maio.”
MEC e Inep anunciam adiamento do Enem
(Foto: Ministério da Educação)
Novas datas do exame serão decididas após enquete
Abraham Weintraub, ministro da Educação, veio adotando posição contrário ao adiamento do Enem. Entretanto, na manhã desta quarta-feira, 20, o ministro disse que considerou a movimentação no Congresso e ouviu os parlamentares para tomar a decisão de adiar a prova.
“Diante dos recentes acontecimentos no Congresso e conversando com líderes do centro, sugiro que o ENEM seja adiado de 30 a 60 dias. Peço que escutem os mais de 4 milhões de estudantes já inscritos para a escolha da nova data de aplicação do exame” , publicou Weintraub em rede social.
Na terça-feira, 19, o Ministério da Educação informou que iria, no próximo mês, consultar os estudantes inscritos para decidir se iria adiar ou não o exame. Com a confirmação do adiamento, o governo afirmou que fará uma enquete com os participantes para definir as novas datas.
A Raízen, empresa integrada de energia, está cominscrições abertas para 367 vagas de estágio e aprendiz. As oportunidades estão divididas em 42 cidades de 13 Estados. No Rio de Janeiro, por exemplo, as chances são na capital e em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Para as 182 vagas de estágio, podem se candidatar estudantes de qualquer curso de nível superior, com conclusão de graduação prevista para daqui um ano (no mínimo) e com disponibilidade para estagiar, no mínimo, 6 horas por dia ou 30 horas por semana.
Os estudantes de graduação receberão bolsa-auxílio de R$1.417,50 (penúltimo ano) e R$1.517,50 para alunos do último ano.
Já para as 185 vagas de aprendiz, serão aceitos jovens que estejam cursando ou já tenha finalizado o ensino médio ou o médio técnico, tenham idade entre 16 e 22 anos, nunca tenha trabalhado como jovem aprendiz e tenham disponibilidade para fazer até 8 horas por dia (40 horas semanais) entre capacitação teórica e prática.
Para os aprendizes, a remuneração é de R$4,02 por hora, variando de acordo com o previsto no Acordo Coletivo de cada localidade de trabalho.
Além da remuneração, os estagiários e aprendizes poderão receber benefícios como:
Auxílio-transporte;
Vale-refeição ou Refeitório no local para jornadas acima de 4 horas por dia;
Seguro de vida;
Assistência médica;
Cesta básica;
Cesta de Natal;
Auxílio-farmácia;
Auxílio-ótica; e
Férias remuneradas.
Raízen oferta 367 vagas divididas para estágio e aprendiz
(Foto: Divulgação)
Raízen inscreve para estágio e aprendiz até 19 de junho
Os interessados podem se inscrever na página de Programa de Talentos da Raízen até o dia 19 de junho. Por conta da pandemia do novo Coronavírus no país, a empresa adaptou as etapas de seleção, que incluem inscrições, teste, dinâmica de grupo e entrevista, para um formato 100% online.
Por entender o momento delicado que o país enfrenta, onde muitas pessoas perderam seus trabalhos e estão à procura de uma recolocação no mercado e, até mesmo, da chance de conquistar o primeiro emprego, o processo seletivo não terá filtros em relação à idade, curso, universidade ou conhecimento em línguas.
Durante a jornada na empresa, os jovens poderão participar ativamente com ideias e elaboração de projetos nas áreas de produção de etanol, açúcar e bioenergia, logística, distribuição de combustíveis, trading, marketing, recursos humanos, jurídico, finanças e tecnologia, contribuindo com o pleno funcionamento de alguns dos serviços mais essenciais no país.
“Certamente este é um momento de aprendizados e adequações, e nada melhor do que contar com jovens para entregar o melhor de si em uma empresa que acredita no futuro, acredita nas pessoas e não pode parar”, afirma Paula Benevides, Vice-Presidente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Raízen.
“Queremos desenvolver esses talentos, mas também conectar propósitos e objetivos em comum para alcançar muito mais do que eles imaginam”, completa a executiva.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, já admite a possibilidade de prorrogação do auxílio emergencial, após as três parcelas previstas. Ele defende a redução gradual do valor do auxílio, mas garante que o benefício não deve ser permanente.
Segundo o jornal O Globo, o ministro mencionou o valor de R$200 em uma reunião com empresários na última terça-feira, 19. Durante o encontro, Guedes mencionou a necessidade de “suavizar a queda” do pagamento do auxílio.
“Ele falou da possibilidade de pensar em uma fórmula de trabalhar essa saída, uma forma de sair dessa situação sem desproteger as pessoas, na medida em que a crise de saúde também vai diminuindo”, disse uma fonte que participou da reunião.
Vale lembrar que este foi o valor proposto pela equipe econômica do governo na versão original do auxílio emergencial. No Congresso, houve a ampliação do benefício para R$500 e, logo após, foi fechado um acordo com o presidente Jair Bolsonaro para elevar a ajuda a R$600.
Segundo um interlocutor, Guedes teria dito que se o auxílio fosse de R$200, daria para pagar por mais meses. O ministro também ressaltou que, na proposta inicial, era estimado 30 milhões de beneficiários, no entanto subiram o valor e o número de beneficiários (60 milhões).
Outras possibilidades estão sendo estudadas pelo governo, como a incorporação do programa a uma outra plataforma de auxílio, como o Bolsa Família, por exemplo. Está também em análise o planejamento de reduzir o público que vai receber as próximas parcelas do benefício, tornando o custo do programa menor.
Guedes avalia redução no valor do auxílio emergencial
(Foto: Agência Brasil)
Há duas semanas, governo emitiu nota negando permanência do auxílio
No dia 12 de maio, o Ministério da Economia emitiu uma nota sobre a possibilidade de permanência do auxílio emergencial pós-pandemia. De acordo com a pasta, o benefício não pode ser permanente, para que não comprometa a política fiscal.
Segundo a nota, “as despesas criadas neste momento de excepcionalidade não devem ser transformadas em permanentes para não comprometer a recuperação das contas públicas a partir de 2021 e nem a trajetória sustentável da dívida pública”.
O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, disse, no dia anterior, que o auxílio emergencial de R$600 poderá ser mantido após o fim da pandemia.
De acordo com o secretário, o governo discute se o auxílio e outras medidas deverão durar os três meses inicialmente planejados ou se deverão ser desmontadas gradualmente. “Não podemos virar a chave e desligar tudo de uma hora para outra”, disse.
Para que a renda emergencial se torne permanente, há a necessidade de liberação de pelo menos R$30 bilhões do orçamento da União. Segundo o G1, fontes do ministério afirmam que a ideia é levar ao Congresso um pacote para cortar algumas disfunções tributárias específicas, como o abono salarial.
A nota do Ministério da Economia ressaltou a preocupação em “preservar vidas e a atividade econômica” e que está estudando medidas para a estimular a retomada econômica.