Segundo o ministro da Controladoria Geral da União (CGU), Wagner Rosário, o governo federal vai disponibilizar a lista de beneficiários do auxílio emergencial. A informação foi dada nesta terça-feira, 26, durante coletiva de imprensa.
“O ponto de destaque é que em 12 a 15 dias vamos estar colocando em transparência toda a base do recebimento do auxílio emergencial, com todas as pessoas que vem recebendo, para que o cidadão possa ele mesmo fiscalizar esses cerca de 53 milhões de pessoas que estão cadastradas com recebimento do auxílio emergencial”, disse o ministro.
Até o momento, o auxílio emergencial já foi pago a cerca de 60 milhões de brasileiros – o que representa o triplo da projeção inicial do governo. Em março, ao anunciar o programa, o Ministério da Economia previa beneficiar até 30 milhões de pessoas com um gasto de R$15 bilhões.
Após aprovação no Congresso, a projeção foi ampliada para 54 milhões de pessoas e o custo foi para R$98 bilhões. Houve mais liberações de verbas e com a última, realizada nesta terça, o programa já totaliza o custo de R$152,6 bilhões.
A CGU também está monitorando o pagamento irregular do benefício a pessoas que não teriam o direito de receber. “Em conjunto com o Ministério da Cidadania, a gente vem cortando esses benefícios para evitar a saída de recursos”, disse Rosário.
CGU vai disponibilizar lista de beneficiários do auxílio emergencial
(Foto: CGU)
No mínimo 160 mil pessoas receberam auxílio indevidamente
Wagner Rosário também afirmou que há, pelo menos, 160 mil pessoas recebendo de forma indevida o auxílio emergencial. Segundo o ministro, na lista de beneficiados há sócios de empresas, donos de carros de luxo, proprietários de embarcações e pessoas com casa no exterior.
A CGU está cruzando uma série de dados em busca de fraudes. Rosário contou que a pasta vai divulgar o número total de benefícios irregulares, além dos valores pagos. O objetivo é cortar os pagamentos indevidos, conforme forem sendo descobertos.
“São várias trilhas de verificação. Estamos verificando sócios de empresas que possuem empregados cadastrados e estão recebendo o auxílio. São 74 mil pessoas nessa situação. Proprietários de veículos acima de R$ 60 mil e que recebem benefício de R$ 600. Doadores das últimas campanhas que doaram mais de R$ 10 mil, como pessoa física, e estão recebendo. Só nessa situação são 86 mil pessoas. Proprietários de embarcações, pessoas com domicílio fiscal no exterior e estão cadastradas para receber o beneficio”, explicou o ministro.
Romário contou que também foram identificados presidiários recebendo o benefício. No início do mês, o Ministério da Defesa informou que havia indícios de que militares receberam indevidamente o auxílio.
Uma das mudanças de hábito mais latentes provocada pela pandemia do novo Coronavírus se reflete nas compras dos brasileiros. Estima-se que o e-commerce tenha crescido mais de 80% em faturamento no mês de abril, quando começaram as medidas de isolamento social.
E, neste cenário, um recurso que ganha cada vez mais espaço é o marketplace. É um modelo de negócio que funciona, basicamente, como uma plataforma, mediada por uma empresa, na qual vários fornecedores vendem seus produtos. Uma espécie de shopping virtual.
De acordo com o Sebrae, esse é um dos modelos de negócios que não para de crescer no Brasil. E o motivo é que ele pode ser mais vantajoso tanto para clientes quanto para vendedores.
Para os usuários, esse tipo de plataforma oferece praticidade ao disponibilizar várias ofertas em um único site. E, para os vendedores, é oferecido um sistema integrado de gestão das vendas, que simplifica o pagamento e a entrega dos produtos, em troca de uma comissão por venda realizada.
Foi pensando nisso que, no mês passado, o Sebrae firmou um acordo com o Magazine Luiza, rede varejista de eletrônicos e móveis que tem grande destaque no Brasil, para levar a estratégia de marketplace a pequenos negócios.
Isso acontece por meio da nova plataforma da varejista, o Parceiro Magalu. Cuja ideia é promover a transformação digital de micro e pequenas empresas e abrir novos canais de vendas para os negócios diretamente atingidos pela pandemia.
Tendo isso em vista e as necessidades dos empresários que querem potencializar as vendas, utilizando o comércio eletrônico, o Sebrae listou 5 dicas para os donos de pequenos negócios interessados em atuar em marketplaces.
1. Escolha dos produtos
A seleção dos produtos é um dos primeiros para se tornar um vendedor em um marketplace. Essa escolha não deve ser feita de forma aleatória, mas sim levando alguns aspectos em consideração.
Começando pelo nicho de atuação. Pois de acordo com o Sebrae, quanto mais especializado o vendedor for, mais conseguirá se diferenciar dos demais anunciantes do marketplace.
Focar em produtos sobre os quais você conhece bem também é um ponto importante, porque pode facilitar seu processo de vendas. Além disso, anunciar os produtos que tem mais saída. Dessa forma, é possível atrair o público que mais se encaixa no perfil da loja.
“Também fique de olho nas tendências e observe o que a concorrência está oferecendo para que consiga refletir sobre seus diferenciais.”
Vendas online e maketplace crescem na pandemia
(Foto: Reprodução)
Para fazer um bom anúncio, é importante pesquisar como os concorrentes anunciam e quais são as dúvidas mais comuns dos consumidores. Elas podem orientar sobre quais informações adicionais devem ser colocadas.
O Sebrae também alerta: “fique atento ao título, que deve ter o nome, a marca, o modelo e especificação técnica do produto.”
Muitos compradores utilizam a busca de produtos por filtros de categoria. Por isso é essencial organizar os produtos nas categorias corretas.
Também é possível conseguir mais relevância, para que ele apareça melhor nos sites de busca, colocando as informações técnicas do produto e vinculando o número do código de barras (Código EAN) ao anúncio.
Outros pontos importantes: se o produto possui variações de cor, tamanho ou voltagem, preencha corretamente os campos específicos e coloque uma foto para cada produto diferente.
As fotos devem ser nítidas e apresentar bem o produto. O tamanho ideal, de acordo com o Sebrae, é 1200 x 1900 pixels:
“Mostre o produto real e apenas um por foto. Um bom vídeo também pode ajudar nas vendas, mostrando como o produto funciona de forma objetiva e simples. O vídeo não deve ultrapassar 60 segundos.”
3. Tenha os produtos em estoque
Nunca anuncie sem ter estoque. Esse é o alerta do Sebrae.
Ter o produto para entrega é fundamental nas vendas online. Se o estoque for muito pequeno ou esgotar, o melhor a se fazer é encerrar o anúncio ou interromper a divulgação até que reabasteça o produto. Mas não demore para fazer isso.
“Saiba que a relevância do produto dentro da plataforma depende de como gerencia o seu estoque. Por isso, evite encerrar ou interromper anúncios por falta de estoque para não perder visibilidade para os clientes.”
4. Precifique bem seus produtos
Colocar o preço correto nos produtos é um dos maiores desafios para os pequenos negócios e no comércio eletrônico não é diferente.
Oferecer frete grátis, por exemplo, pode destacar anúncio. Mas antes de fazer isso é fundamental avaliar se esse custo estará dentro das possibilidades da empresa.
O que alguns marketplaces fazem é dividir o custo do frete grátis com o vendedor, para produtos acima de um valor especificado. O empreendedor pode verificar as condições da plataforma para definir sua estratégia de frete e de preços.
Diferentemente das lojas físicas, as virtuais não têm hora para abrir e fechar. Elas ficam disponíveis 24 horas por dia, todos os dias da semana. E os compradores online gostam de atenção imediata.
Esse é um dos maiores desafios que se encontra em um e-commerce. Responder rápido aos questionamentos, em até 2 minutos, podem fazer diferença para conclusão da venda ou não. Portanto, se for possível, disponibilize atendimento de qualidade sempre.
Ter alguém de plantão mesmo à noite, finais de semana ou feriados para não deixar um potencial comprador esperando é uma solução. Criar respostas automáticas para as perguntas mais frequentes é outra saída.
“E mesmo que o comprador solicite algo que você não tem, ofereça algo semelhante com o link do anúncio para tal compra. (…) Em caso de problemas, tenha uma postura amigável e resolutiva para garantir a satisfação do cliente e proporcionar boa avaliação do seu atendimento.”
O pós-venda também é importante. Então, verificar com atenção o produto a ser enviado e postá-lo o mais rapidamente possível faz parte deste processo de atendimento.
O Sebrae disponibiliza mais orientações e dicas de como atuar em marketplace e uma série de lives com especialistas das principais plataformas, como Amazon, Mercado Livre, B2W Marketplace e Magazine Luiza.
As lives “Semana de Vendas Online” sobre as “Oportunidades para os pequenos negócios em Marketplaces” foram transmitidas no mês de maio pelo canal do Sebrae no Youtube.
A Multivarejo, empresa de comércio varejista, está com inscrições abertas para 171 vagas novas de emprego. As oportunidades estão distribuídas para diferentes Estados.
Há vagas para todos os níveis de escolaridade, variando de acordo com o cargo. Dentre as oportunidades abertas, há chances nas seguintes funções:
A contratação dos profissionais será feita pelo regime CLT. Nem todas as vagas tiveram a remuneração divulgada, no entanto, de acordo com os salários disponibilizados, o rendimento mensal varia de R$1 mil a R$2.200, de acordo com o cargo.
Além da remuneração, os colaboradores receberão benefícios como assistência médica, assistência odontológica, auxílio creche, cesta básica, refeição no local, seguro de vida e vale-transporte.
Os interessados podem se inscrever pelo site de recrutamento InfoJobs, após preenchimento de informações pessoais e curriculares. Como não há prazo definido para candidatura, é preciso estar atento pois as vagas podem ser encerradas, assim que preenchidas, sem aviso prévio.
Multivarejo divulga 171 vagas de emprego
(Pixabay)
Chilli Beans contrata profissionais da área de Vendas em vários Estados
A Chilli Beans, empresa de óculos, relógios e acessórios, está contratando profissionais para a área de Vendas. Ao todo, são ofertadas 86 vagas de emprego para os cargos de vendedor e gerente de loja.
As chances são para lojas e shoppings nos Estados do Sudeste e Sul, além de Goiás. A maioria das oportunidades é para São Paulo, com 36 vagas, em seguida está o Rio de Janeiro, com 11.
No Rio Grande do Sul, são três vagas de emprego. Os estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina têm duas vagas cada. Já em Goiás, há uma única oportunidade.
O cargo de vendedor exige nível médio. Além da escolaridade, a empresa espera que o candidato seja antenado sobre moda, musica e arte. Esse profissional será responsável por vender o produto ou mercadoria da loja.
Já a função de gerente de loja é para candidatos com nível superior e conhecimento avançado em Português. O profissional terá que dar suporte ao controle de estoque, equipe e resultado de vendas e, por ser um cargo de liderança, exige algumas habilidades como:
Capacidade analítica;
Administração de conflitos;
Organização;
Foco em resultados;
Liderança;
Comunicação assertiva;
Proatividade;
Inteligência emocional.
Os interessados podem conferir todas as vagas no site da InfoJobs. Como não há prazo para término das inscrições, é esperado que as oportunidades sejam encerradas conforme forem sendo preenchidas.
Item cobrado em diferetes tipos de processos seletivos, como seleção de ingresso em universidades, Enem e para concorrer à vagas de emprego e concurso, a redação chega a dor um nó na cabeça de muita gente.
Para alguns, dissertar sobre diversos temas pode ser uma tarefa fácil. Mas, para outros, se trata de um enorme obstáculo no meio do caminho.
Pensando em auxiliar os estudantes, seja aqueles que já estão se preparando para o Enem ou não, o Elite Rede de Ensino vai promover, neste sábado, dia 30, às 18h, uma live com o tema: “Como construir uma boa redação“.
A transmissão, aberta a todos, será realizada no instagram da rede @ensinoelite. Na ocasião, os participantes da live poderão enviar suas dúvidas sobre o processo de elaboração de uma redação digna de nota 10. O comando da aula, em formato de live, ficará por conta das professoras Ana Paula Cordeiro e Carol Lucena.
Seja você craque ou não, a dica do FD Empregos é que você, estudante, não deixe de participar e convidar os amigos, vizinhos, familiares para se aprimorarem na construção de uma boa redação.
Sobre o Elite
Há 20 anos no mercado, a Rede Elite atua com o objetivo de transformar vidas de crianças e jovens através da educação. Atualmente, a instituição conta com mais de 27 mil integrantes, entre alunos e familiares.
Os participantes poderão esclarecer dúvidas com os professores
(Foto: Pixabay)
Estudantes têm até as 23h59 desta quarta-feira, 27, para se inscrever no Enem 2020
Os estudantes que querem prestar o Enem 2020 têm somente até as 23h59 desta quarta-feira, 27, para fazer inscrição. O prazo será encerrado hoje, na Página do Participante e no aplicativo do exame.
Após preenchida a ficha, o candidato deve proceder ao pagamento do boleto, no valor de R$85, até quinta-feira, 28 de maio, com aqueles que conseguiram isenção da taxa.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) alerta os interessados que não deixem para a última hora. E lembra que mesmo quem solicitou a isenção da taxa (tendo o pedido deferido ou não) também precisa se inscrever, assim como os demais participantes.
De acordo com o último balanço divulgado pelo Inep, mais de 5 milhões de estudantes se inscreveram no Enem 2020.
Vale lembrar também que as inscrições são disponíveis apenas para a versão impressa do Enem. A prova digital, que é novidade este ano, bateu o limite de 100 mil inscrições na semana passada.
Pontos importantes para não esquecer ao fazer a inscrição:
os dados declarados pelos candidatos devem ser conferidos e apenas alguns deles podem ser modificados na página do participante, durante o acompanhamento da inscrição;
no caso da escolha do município para fazer a prova, por exemplo, o Inep pede cuidado reforçado, porque não será possível trocar após o encerramento do prazo;
é necessário memorizar a senha ou anotá-la e guardá-la em local seguro, pois é com ela que o participante irá acompanhar todas as etapas de execução do exame.
A Prefeitura do Município de Congo, no estado da Paraíba, divulgou na última terça-feira, 26, o resultado final dos pedidos de isenção, após o julgamento de recursos. No total, 227 candidatos tentaram ficar isentos da taxa de inscrição do concurso Prefeitura de Congo-PB.
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A listagem está disponível pra conferência no site da banca organizadora, Contemax Consultoria. Na relação constam tanto os pedidos deferidos, quanto os indeferidos, por ordem alfabética dos nomes dos candidatos.
Os concorrentes que não tiveram seus pedidos aceitos, poderão acessar a 2ª via do boleto, por meio da área restrita do site da banca Contemax, da seguinte forma: digitando o CPF (sem pontos e sem traço) no campo de usuário e depois a senha cadastrada no ato da inscrição. Poderá solicitar também via e-mail: congo@contemax.com.br, informando nome completo, nº do CPF e cargo.
Concurso Prefeitura de Congo-PB divulga resultado dos pedidos de isenção.
(Foto: Feepik)
As inscrições para o concurso Congo-PB ficarão abertas até o próximo dia 31 de maio, por meio do site da Contemax. Para concorrer basta preencher o formulário com os principais dados para cadastro e emitir o boleto para pagamento da taxa, cujo valor varia de acordo com o nível de escolaridade do cargo desejado:
Fundamental: R$60
Médio e Técnico: R$75
Superior: R$90
O pagamento poderá ser realizado em qualquer agência bancária até o segundo dia útil após o término do período das inscrições, ou seja, 2 de junho.
Remuneração da seleção pode chegar até R$12 mil mensais
A Prefeitura de Congo, município localizado a 212 km de João Pessoa, na Paraíba, oferta 56 vagas para cargos de todos os níveis de escolaridade.
Desse total, 20 são de nível fundamental, 13 de nível médio, três de nível técnico e 20 de nível superior. Os salários variam de R$1.045 (salário-mínimo) a R$12 mil, valor que inclui gratificações. Confira os cargos:
Nível fundamental – auxiliar de serviços gerais (oito vagas), gari (quatro), motorista (oito). As remunerações chegam a R$1.154,34.
Nível médio – cuidador educacional (duas), monitor escolar (duas), operador de máquinas (duas), professor de ensino fundamental (curso Normal, quatro vagas), vigilante (três). Os ganhos chegam a R$2.072,41.
Nível técnico – auxiliar de consultório odontológico (duas vagas), técnico em laboratório (uma). Ambos com salários de R$1.045.
Nível superior – assistente social (uma vaga), educador físico (uma), médico (uma), nutricionista (uma), odontólogo (uma), orientador educacional (uma), psicólogo (uma), psicopedagogo (uma) e professor em várias especialidades (oito). Os vencimentos chegam a R$12 mil.
Os profissionais selecionados serão contratados pelo regime estatutário, isto é, que garante a estabilidade empregatícia ao servidor.
Resumo do concurso Congo PB
Vagas: 56, sendo quatro reservadas para pessoas com deficiência Escolaridade: todos os níveis Salários: R$1.045 a R$12 mil Inscrições: até 31 de maio Banca: Contemax Prova objetiva: 28 de junho
Foi aprovada pelo Senado Federal, por unanimidade, a medida provisória que fixou o valor do salário mínimo, a partir de fevereiro deste ano, em R$1.045. A MPV 919/2020 foi aprovada na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 13/2020, e agora segue para a sanção presidencial.
Em sessão remota na quarta-feira (27), a matéria foi incluída como item extrapauta após acordo de líderes para sua apreciação visto que sua vigência se encerraria na próxima segunda-feira, dia 1º de junho.
Segundo informações da Agência Senado, o relator, senador Paulo Paim (PT-RS), explicou no parecer que o valor diário do salário mínimo fica fixado em R$34,63, e de R$4,75 por hora.
Ele também informou que o texto adapta a correção feita pelo governo em janeiro, uma vez que inicialmente, a MP 916/2019, publicada anteriormente a divulgação da inflação de dezembro, previa o mínimo a R$1.039 em 2020.
MP que aumenta salário mínimo é aprovada no Senado
(Foto: Pixabay)
Esse valor vigorou apenas em janeiro e acabou sendo reajustado pela MP 919 para R$1.045 a partir de fevereiro. A pressão inflacionária fez com que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) registrasse uma inflação de 4,48% em 2019, em vez de 4,1%, que era o estimado pelo governo.
O senador Paim, ao dar o voto favorável, ainda reconheceu os critérios de relevância e urgência da medida visto que milhões de brasileiros dependem do salário mínimo, seja por meio do mercado de trabalho ou através dos benefícios da Seguridade, e que sem a sua apreciação, teriam sua renda prejudicada.
A líder do do Cidadania, senadora Eliziane Gama (MA) também se manifestou sobre a retomada do debate sobre a política de valorização do salário mínimo pelo Congresso Nacional.
De acordo com ela, é muito importante que o Congresso Nacional tenha um entendimento de é preciso discutir uma nova política de valorização do salário mínimo.
“Eu, pelo menos, defendo que volte a vigorar a política anterior, em que se levava em consideração o ajuste anual a partir da correção do PIB e também da inflação. Isso é muito fundamental para que a gente possa ter um ganho maior no poder de compra do salário mínimo no nosso país”, declarou Eliziane.
O modelo que corrigia a remuneração dos trabalhadores pela inflação do ano anterior mais a variação do PIB verificada dois anos antes foi adotado em 2006 e vigorou até 2018.
Com modelo antigo, salário mínimo seria de R$1.059
Também endossando a discussão, o senador Randolfe Rodrigues (AP), líder do Rede, manifestou apoio ao retorno da adoção do princípio de ganho real do salário mínimo pelo Governo Federal.
“Se nós voltássemos ao cálculo anterior, IPCA mais PIB, nós teríamos um reajuste real de 1,32%. Em vez de R$ 1.045, seriam R$1.059. Só que o cálculo, a lógica do atual Ministro da Economia é contrária a essa. Eu sou partidário, e nós iremos lutar para isso, para retornarmos, a partir do ano que vem, a este princípio, e a partir, inclusive, da seguinte lógica: se o PIB — tudo indica que o PIB do ano que vem será negativo —, se o PIB for negativo, desconsiderar o PIB” disse Randolfe.
Também apoiaram o debate o senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) e senadora Soraya Thronicke (PSL-MS).
Segundo a Agência Senado, ela chegou a comparar o salário mínimo praticado no Brasil com as remunerações verificadas em outros países da América Latina.
“Eu gostaria de trazer quatro comparações aqui da América Latina: a Argentina está com o salário mínimo, neste momento, de R$1.185,56; o Chile, de R$1.771,92; a Bolívia, de R$1.184; o Peru, de R$1.167,75. É inadmissível que nós, brasileiros, com a riqueza que temos, com quem somos, deixemos que isso aconteça” afirmou Soraya.
O isolamento social tem exigido que as pessoas se adaptem a uma nova realidade. No mercado de trabalho, o home office vem sendo adotado como uma alternativa durante a pandemia, mas liderar uma equipe à distância ainda é um grande desafio para muitos gestores.
Gerir pessoas que estão trabalhando de casa exige conhecer as singularidades. Cada pessoa é única, possui características e habilidades próprias. Quando o chefe conhece os traços de personalidade e estrutura emocional do seu time, se torna possível extrair o melhor de cada um.
O primeiro passo para conhecer os outros é o autoconhecimento. A noção da própria personalidade e inteligência emocional faz com que o líder consiga abordar cada profissional de forma mais efetiva, independente da situação.
Existem ferramentas que ajudam nesse mapeamento de perfil de forma rápida e eficaz. Com essas informações mapeadas, os gestores conseguem definir formas de lidar com cada profissional, principalmente neste período de isolamento – que acaba envolvendo situações mais delicadas.
O Questionário de Inteligência Emocional de Traços (TeiQue) é uma dessas importantes ferramentas. Através dela, é possível entender as emoções dos seus funcionários e como eles se relacionam, além de aprender a estimular toda a empresa. O teste também pode ser utilizado no recrutamento.
Autoconhecimento é o primeiro passo para conhecer os outros
(Foto: Pixabay)
Entenda como agir com diferentes personalidades
O administrador, pedagogo e especialista em comportamento organizacional Anderson Brasil, trainer da Thomas International Brasil (empresa que oferece o teste) dá alguns exemplos de como agir com diferentes características.
Caso o profissional seja identificado com otimismo baixo, Anderson explica que ele terá dificuldades para enxergar os pontos positivos do trabalho remoto. Para evitar que isso atrapalhe o dia a dia, é preciso estimular o pensamento positivo.
Uma dica que ele dá para uma pessoa pessimista é questionar o que a faz sentir otimismo e enxergar as coisas que estão funcionando melhor do que o esperado. No ambiente de trabalho, o líder poderá comparar as metas com os resultados e mostrar que a experiência do home office pode ser positiva.
Já para quem apresenta autoestima baixa, os desafios que o trabalho remoto apresentam podem por em cheque questões não superadas. “Ele se deixa levar pela falta de confiança, pois está sempre estabelecendo padrões altos e até potencialmente inatingíveis para si próprio”, conta o especialista.
“Nesse caso, é preciso reforçar que é aceitável falar não para algumas demandas, que o trabalho não se resume a sucessos e fracassos e que é possível obter melhores resultados quando paramos de tirar conclusões negativas de cada situação”, aconselha.
Um indivíduo com empatia alta acaba se preocupando demais com os outros e não consegue administrar suas próprias emoções e bem-estar. Nesse caso, o pedagogo orienta o autocontrole para não focar tanto no sentimento alheio e se sobrecarregar de energia dos outros.
Além disso, André conta que é importante estimular que essa pessoa dedique um tempo para cuidar de si fora do ambiente de trabalho, “de maneira a conseguir atenção para se concentrar nas atividades e entregas diárias”.
Se o funcionário apresenta relacionamento alto, o especialista explica que é um traço comportamental de pessoas que se sentem menos conectadas com suas redes pessoais e profissionais e, assim, podem acabar perdendo tempo verificando contatos e procrastinando no trabalho.
Nesse caso, “o ideal é pedir que [esses profissionais] realizem check-ins regulares e participem de reuniões virtuais da equipe, criando para eles oportunidades alternativas de colaboração”.
Caso o seu colaborador tenha adaptabilidade baixa, as mudanças e novos ambientes podem ser um problema. Quando isso ocorre, André afirma que esse profissional pode acabar se estressando e, consequentemente, tendo menor engajamento e produtividade.
No trabalho remoto, o conselho é tentar replicar a rotina do trabalho presencial. Além disso, o líder pode lembrar a necessidade de estar flexível para planos e mudanças de última hora e estimular o foco e concentração.
Por fim, o especialista cita um último exemplo: automotivação baixa. Nesse caso, há uma luta constante para desenvolver motivação interna, já que são pessoas que precisam de fatores externos para se motivar, como recompensas ou a figura do próprio gestor.
Como no home office o gestor não vai estar fisicamente estimulando o profissional, o conselho que o pedagogo dá é entregar projetos com curto prazo ou fracionar os grandes projetos, contando com lista de tarefas e deadlines. Além de incentivar e recompensar as conquistas, quando ocorrerem.
“Com tudo isso, o que pretendo deixar claro é que, se gestores e líderes gerenciarem os indivíduos de maneira eficaz, adequando suas estratégias às diferentes necessidades de seus funcionários, a experiência do trabalho remoto poderá surpreender pelo nível de engajamento e produtividade”, esclarece.
E complementa: “O caminho para o sucesso desse novo formato passa obrigatoriamente pelo autoconhecimento, que é capaz de nos levar a conquistas extraordinárias não apenas no trabalho, mas na vida pessoal também”.
Na última terça-feira, 26, o Brasil registrou mais 1.039 mortes por Coronavírus (Covid-19), nas últimas 24 horas, tornando-se assim o país com mais óbitos pela doença em um dia. Como novo epicentro da pandemia, o cenário preocupa cada vez mais micro, pequenos e médios empresários, que precisam lidar com a crise.
Com o agravamento da pandemia, empresas reavaliam, a cada momento, projeções e estratégias para sobreviver em meio à crise econômica atual e futura. A situação se torna ainda mais preocupante para os pequenos negócios, que sofrem com as restrições necessárias para a prevenção da doença.
O desespero ao vivenciar uma crise, muitas vezes, é tão grande que pode levar alguns empresários a tomarem decisões erradas e, até mesmo, irreversíveis a longo prazo. É o que diz o CEO da rede Guia-se, José Rubens Oliva Rodrigues.
O especialista em Gestão, Vendas, Marketing, Empreendedorismo e Negociação Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e coordenador do comitê de microfranquias da Associação Brasileira de Franchising (ABF) recomenda que, se possível, as pequenas empresas criem um comitê para gerir a crise.
Além disso, o especialista lista cinco passos que podem ajudar a mapear as ações necessárias nesse momento. Confira!
Identifique que atividades podem continuar, quais devem sofrer modificações (home office, e-commerce, delivery, EAD) e as que terão realmente que pausar durante a crise;
Reavalie pagamentos com calma, negocie com fornecedores, com propostas plausíveis para ambos os lados. “Lembre-se: todos estamos na mesma situação”,diz;
Seja presente, mesmo à distância, no dia a dia dos seus clientes. Utilize redes como Whatsapp e e-mail para se manter em contato com eles;
Revise metas e orçamentos;
E, caso necessário, avalie todas as opções de linhas de crédito.
“Agir rápido não quer dizer agir de forma não calculada. Pense, repense, reinvente-se e saia dessa situação ainda mais forte!”, diz o especialista.
Especialista dá dicas para pequenas e médias empresas (Foto: Pixabay)
Especialistas falam sobre o Pronampe
No fim de abril, foi aprovado por unanimidade no Senado o Projeto de Lei (PL) 1.282/2020, que concede uma linha de crédito especial para pequenas e microempresas.
O PL tem autoria do senador Jorginho Mello (PL). A Lei nº 13.999, que institui o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), foi sancionada com vetos pelo presidente Jair Bolsonaro e divulgada no dia 19 de maio.
O Pronampe destina-se à empresas com receita bruta de até R$4,8 milhões ao ano, conforme o Estatuto da Micro e Pequena Empresa, com juros de 3,75%.
No caso de empresas com menos de um ano de funcionamento, o limite de empréstimo será de até 50% de seu capital social ou até 30% da média de seu faturamento mensal apurado desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso.
Além disso, as empresas que tomarem os recursos ficarão impedidas de demitir trabalhadores por 60 dias. Para o economista do IBMEC, Gilberto Braga, o Pronampe será um sucesso, já que nunca houve um crédito tão acessível com tão poucas exigências de garantia:
“Acho que a maior vantagem para o micro e pequeno empreendedor é que ele sempre teve muita dificuldade em obter crédito farto e barato por conta da burocracia ainda existente no Brasil. O ponto negativo é se os recursos, por serem baratos, forem acessados por pessoas que não irão empregá-los de forma adequada nas suas empresas, desvirtuando a sua finalidade.”
A taxa de desemprego no país vem registrando aumentos consecutivos. Entre novembro e janeiro, o percentual de desempregados era de 11,2% e, no final de abril, passou para 12,6% – atingindo 12,8 milhões de pessoas.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e foram divulgados nesta quinta-feira, 28, pelo IBGE. O levantamento mostra parte dos efeitos da crise econômica causada pela pandemia do novo Coronavírus.
Houve registro de queda histórica no índice de pessoas ocupadas, que caiu 5,4% em relação ao trimestre encerrado em janeiro e 3,1% se comparada ao mesmo período do ano passado. Atualmente, o número de brasileiros empregados é de 89,9 milhões.
Segundo o IBGE, a paralisação de diversos setores econômicos reflete na queda desse índice. O desemprego atingiu tanto trabalhadores informais, quanto quem tem carteira assinada. É o que explica a analista da pesquisa Adriana Beringuy:
“Dos 4,9 milhões de pessoas a menos na ocupação, 3,7 milhões foram de trabalhadores informais. O emprego com carteira assinada no setor privado teve uma queda recorde também. A gente chega em abril com o menor contingente de pessoas com carteira assinada, que é de 32,2 milhões”, declarou.
O número de empregados com carteira assinada (com exceção de empregados domésticos) caiu 4,5% em relação ao trimestre anterior. Já entre os trabalhadores do setor privado, que não têm carteira assinada, a queda foi de 13,2%.
Apesar de a taxa de informalidade ter caído e ser a menor desde 2016, como não houve aumento de empregos formais, o número não pode ser lido de boa maneira. Entre a população ocupada, os informais representam, atualmente, 38,8% – cerca de 36,4 milhões de trabalhadores.
A força de trabalho (pessoas empregadas e desempregadas) registrou queda de 4% em comparação ao último trimestre. Portanto, são menos 4 milhões de pessoas no mercado de trabalho.
Desemprego já atinge 12,8 milhões de brasileiros
(Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
Nível de ocupação por setores
Em relação ao último trimestre, os setores que apresentaram aumento de ocupação foram: Administração Pública, Defesa, Seguridade Social, Educação, Saúde Humana e Serviços Sociais. No entanto, houve queda de atividades nos seguintes segmentos:
Construção (-13,1%);
Alojamento e Alimentação (-12,4%);
Serviços Domésticos (-11,6%);
Comércio e Reparação de Veículos (-6,8%);
Indústria (-5,6%);
Transporte, Armazenamento e Correio (-4,9%);
Outros Serviços (-7,2%).
O número de empregadores caiu 5,1%, o que representa menos 226 mil pessoas, chegando a 4,2 milhões de empregadores. No entanto, se comparado ao mesmo trimestre no ano passado, o número está estável.
Houve aumento de 3,3% no número de servidores no setor público – que inclui estatutários e militares. Atualmente o Estado emprega 11,9 milhões de trabalhadores, mais 379 mil pessoas do que no último trimestre.
Uma parceria do governo australiano com a plataforma educacional FutureLearn está oferecendo 31 cursos online gratuitos para brasileiros. Os alunos têm direito à certificação digital após a conclusão das aulas, que duram de duas a oito semanas.
Os temas dos cursos são com base em assuntos em alta, como análise de Big Data, introdução à psicologia, resiliência profissional, o poder do podcasting e como apoiar o bem-estar social e emocional de alunos adolescentes.
De acordo com o portal de notícias Estado de Minas, as áreas abrangidas incluem Saúde, Negócios, Tecnologia, Sustentabilidade, Educação, entre outras.
Os interessados em fazer os cursos gratuitamente devem fazer a candidatura até o próximo dia 30 de junho. Depois deste prazo, os conteúdos se tornarão pagos. O cadastro é aceito por meio do site da plataforma FutureLearn.
Conteúdo é de universidades entre as melhores do mundo
Os estudantes inscritos nos cursos online do governo australiano terão acesso a conteúdos de diversas instituições de ensino australianas. Entre elas, universidades ranqueadas entre as 50 melhores do mundo (no QS World University ranking).
Entre elas, a University of Melbourne e a University of Queensland. As aulas são ministradas por educadores especializados dessas instituições.
Vale lembrar que a Austrália é pioneira em programas de educação a distância, como School of the Air, Open Universities Australia, entre outros. Essas entidades, há muito tempo, oferecem serviços educacionais desse tipo.
Desde o início da pandemia, o governo australiano anunciou um pacote de US$18 bilhões (valor estimado em R$67,5 bilhões) para que universidades e outros provedores de ensino superior ofereçam seus cursos de curta duração.
O Cônsul Geral da Austrália no Brasil, Greg Wallis, falou sobre a importância desses cursos a distância neste momento de pandemia e isolamento social:
“Em um momento tão delicado como este, o estímulo ao aprendizado é uma das melhores alternativas que o país encontrou para ajudar as pessoas a garantirem qualificações que serão benéficas para o futuro de suas carreiras.”
Austrália tem mais de 30 cursos online para brasileiros
(Foto: Reprodução)
Confira outros cursos online para fazer na quarentena
Aqui no Brasil diversas empresas e instituições de ensino também estão promovendo cursos online das mais diversas áreas. Com a pandemia, aumentou ainda mais a oferta de capacitação a distância.
A Fundação Estudar, por exemplo, está com inscrições abertas até 31 de maio em um programa exclusivo de cursos em diversas áreas. Outras entidades com cursos disponíveis incluem Hyper English, com aulas de inglês, Carrefour, com cursos na área de TI e outros.
Além dessas novas oportunidades que estão surgindo por causa da pandemia do novo Coronavírus, vale a pena conhecer algumas plataformas que são especializadas e focadas na oferta de cursos online de diversas áreas.
Alguns exemplos são FGV, Udemy, Rock Content, EduK, CVM e outras. Saiba mais sobre cursos online que estão com inscrições abertas nesta quarentena: