Categoria: CONCURSOS

  • Auxílio emergencial: 11 milhões de pedidos aguardam análise, diz Caixa

    O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, informou que até a manhã desta terça-feira, 2, cerca de 11 milhões de brasileiros ainda estavam aguardando a análise do pedido do auxílio emergencial.

    Desse total, 5,7 milhões de pessoas ainda estão na primeira análise e 5,3 foram marcados como inelegíveis e esperam pela reanálise. Segundo Guimarães, o banco vai efetuar os novos pagamentos a partir de 48 horas após o recebimento dos dados processados pela Dataprev.

    Da análise ao saque, auxílio emergencial é marcado por problemas

    Um balanço realizado pela Caixa informa que foram feitos 106,9 milhões de cadastros. Desse total, 101,2 milhões foram processados. Para os beneficiários do Bolsa Família, 19,2 milhões foram considerados elegível, enquanto 700 mil ficaram como inelegíveis.

    Dos 32,1 milhões de cadastros do CadÚnico, 10,5 milhões foram marcados como aptos a receber o benefícios, já os outros 21,6 milhões não receberam. A maior demanda veio de inscritos no aplicativo ou site: 54,9 milhões de cadastros.

    Nesse caso, 49,2 milhões de cadastros foram processados. Ao todo, são 29,3 milhões de pessoas elegíveis, 19,9 inelegíveis (5,3 milhões em reanálise) e 5,7 milhões aguardando a primeira análise.

    Segundo o governo federal, os pedidos serão analisados num prazo máximo de 20 dias. Após ação apresentada pela Defensoria Pública da União, a AGU fechou um acordo com o Ministério da Cidadania e com a Caixa para que, em caso de atraso, a liberação fosse automática.

    É possível consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site. Também é possível acompanhar o pedido pelos sites do Ministério da Cidadania e Dataprev.

    + Mães menores de 18 anos já podem pedir o auxílio emergencial

    Nesta terça-feira, 2, a Caixa também liberou as transferências e os saques em dinheiro da segunda parcela do auxílio para os 2,7 milhões de beneficiários nascidos em março. O benefício já havia sido depositado na poupança digital.

     

    Auxílio emergencial
    11 milhões de brasileiros aguardam análise do auxilio emergencial
    (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

     

    Beneficiários poderão ter que devolver auxílio

    Por conta de uma alteração feita na lei do auxílio emergencial, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, os beneficiários que se recuperarem financeiramente ao longo do ano terão que devolver o dinheiro recebido

    Caso a pessoa receba em 2020 um valor superior ao limite de isenção do Imposto de Renda (IR), será necessário efetuar a devolução integral do auxílio – inclusive o dos dependentes, se for o caso. 

    Atualmente, é isento do IR quem recebe até R$28.559,70 no ano inteiro. Esse valor pode sofrer alteração, mas não é atualizado desde 2015. Lembrando que, nessa conta, não entrará o dinheiro recebido do auxílio emergencial.

    IR 2020:

    O benefício exclui quem recebeu mais do que esse valor em 2018. Após o pagamento da primeira parcela, a Câmara e o Senado aprovaram um projeto que retirava esse critério, mas, em contrapartida, adicionava a devolução para pessoas com valor superior em 2020.

    Esse foi um acordo entre o Legislativo e o governo, no entanto, segundo o senador Esperidião Amin (PP-SC), o combinado não foi cumprido. Bolsonaro sancionou o projeto, mas, usando o poder do veto, manteve a exclusão de pessoas com renda do IR não isenta em 2018.

    Especialistas criticam a redação do artigo, pois transforma o auxílio emergencial em uma espécie de ‘empréstimo’. De acordo com Amin, relator do projeto, o texto foi proposto pela equipe econômica do governo.

    A lei vai obrigar que os contribuintes paguem o valor integral do auxílio junto com a contribuição do imposto de renda. A Receita Federal disse que “está em estudo como a medida será operacionalizada”.

  • Quais serão os efeitos da pandemia no mercado de trabalho?

    A pandemia do novo Coronavírus fez com que profissionais em todo o mundo passassem a trabalhar de maneira remota. Com essas práticas de produção à distância, surgem questionamentos de como será a lógica do trabalho no futuro.

    Em entrevista a equipe de jornalismo das Nações Unidas, Susan Hayter, consultora técnica sênior sobre o futuro do trabalho na Organização Internacional do Trabalho (OIT), falou sobre como será o mercado de trabalho pós-pandemia.

    Susan explica que, antes mesmo da Covid-19, já havia discussões sobre como a tecnologia afetaria o futuro do trabalho. Segundo ela, esse futuro não é pré-determinado, portanto cabe aos profissionais moldá-lo.

    Mas ela conta que essa interferência da tecnologia acabou chegando antes do previsto. “As reuniões virtuais remotas agora são comuns e a atividade econômica aumentou em várias plataformas digitais”.

    A grande questão é: quando passar as restrições, o home office será considerado o “normal”? A consultora responde que grandes empresas já estudam um modelo de colaboração remota, de forma opcional, como um novo padrão.

    “Algumas grandes empresas das economias desenvolvidas já disseram que o que tem sido um piloto não planejado – o teletrabalho remoto – se tornará a maneira padrão de organizar o trabalho. Os trabalhadores não precisarão se deslocar novamente, a menos que optem por fazê-lo”, conta.

    Home office e isolamento social: saiba como cuidar da saúde mental

    Para Susan, essa mudança seria positiva tanto para as pessoas, como para o planeta. “Mas a ideia do fim do escritório é certamente exagerada. A OIT estima que, em países de alta renda, 27% dos trabalhadores possam trabalhar de casa. Mas isso não significa que eles vão continuar trabalhando remotamente”, explica.

    O ponto que a consultora levanta é de como será possível adaptar as práticas de trabalho e colher os benefícios do home office, mas sem perder o valor social e econômico do trabalho presencial.

    “Ao celebrar as inovações na organização do trabalho que apoiaram a continuidade dos negócios durante a crise de saúde, não podemos esquecer que muitos perderam o emprego ou fecharam os negócios, pois a pandemia paralisou algumas indústrias”, alerta.

    + Desemprego sobe para 12,6% e atinge 12,8 milhões de brasileiros

    Para quem retorna ao trabalho presencial, é preciso ter um local seguro. “O grau de confiança dos trabalhadores nas medidas adotadas pelos empregadores para tornar os locais de trabalho seguros sem dúvida terá um impacto no retorno”, explica, e acrescenta a importância de envolver, se for o caso, os representantes sindicais nessas decisões.

    Essa segurança abrange muitas coisas, pede protocolos de distanciamento social até equipamento de proteção individual. Além disso, a consultora fala sobre alguns grupos, como motoristas de aplicativos, em que o local de trabalho é a própria atividade realizada.

    “A pandemia revelou a falsa escolha entre flexibilidade e segurança de renda. Esses trabalhadores podem não ter ou ter acesso inadequado a licenças médicas e benefícios de seguro-desemprego. Precisamos garantir que seu trabalho seja realizado em condições seguras”, enfatiza.

     

    Home office
    Home office não é opção para todos os profissionais
    (Foto: Pixabay)

     

    Home office x desigualdade

    Segundo a OIT, é estimado que aconteça, no primeiro mês da crise, um declínio de 60% nos ganhos de quase 1,6 bilhão de trabalhadores informais. “Esses trabalhadores simplesmente não conseguem trabalhar remotamente e enfrentam a escolha impossível de arriscar a vida ou o sustento”, explica.

    As mudanças adotadas durante a pandemia terão efeitos a longo prazo e levarão que muitos setores repensem seus modelos de trabalho. Entretanto, a consultora chama atenção para o desemprego que será sentido imediatamente.

    “Desigualdades na prontidão digital podem inibir ainda mais os países de aproveitar essas oportunidades”, pontua. Ou seja, não dá para pensar em trabalho remoto se as pessoas não possuem acesso à tecnologia em casa.

    Um ponto positivo do home office, segundo a consultora, é ter permitido “que muitas empresas continuassem operando e garantissem a saúde e a segurança de seus funcionários” durante a pandemia.

    “Aqueles que puderam fazer a transição para o trabalho remoto durante a crise de saúde tiveram a oportunidade de compartilhar refeições com suas famílias. O trabalho tornou-se centrado no ser humano para acomodar a educação em casa e os cuidados com crianças e idosos”, conta.

    Mas nem tudo são flores. Susan explica que, em muitos casos, o tempo de trabalho e o tempo pessoal acabaram se entrelaçando – o que causou um aumento no estresse dos funcionários e riscos para a saúde mental.

    Com a desaceleração econômica e aumento do desemprego, a consultora informa sobre a possibilidade de mudar a organização do trabalho, com novos esquemas que permitam flexibilidade e salvem empregos.

    notícias de empregos

    “Isso pode significar semanas de trabalho mais curtas ou acordos de compartilhamento de trabalho para evitar folgas em períodos com menos funcionários, ao mesmo tempo em que é reformulado o regime de expedientes para obter melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal no longo prazo”, sugere.

    O trabalho remoto possibilita que trabalhadores mais velhos e mais experientes prolonguem a vida profissional, além de tornar possível o trabalho para aqueles que estão comunidades rurais com acesso à internet.

    “No entanto, para muitos outros, significou isolamento e uma perda de identidade e propósito. O valor social do trabalho e a dignidade e pertencimento derivada dele não podem ser substituídos por salas virtuais, por mais casuais que sejam”, contrapõe.

    A pandemia colocou luz em desigualdades já existentes: “Os que estão entre os escalões de renda mais altas têm maior probabilidade de optar por trabalhar remotamente, enquanto aqueles nos mais baixos não têm escolha, terão que se deslocar e perderão mais tempo com esse deslocamento”.

    Futuramente, com o aumento da digitalização do trabalho, a consultora acredita que a demanda por profissionais qualificados irá subir junto com seus salários. Além disso, ela prevê que os profissionais da Saúde e outras áreas essenciais serão mais valorizados.

    Em contrapartida, os trabalhadores que já são mal remunerados, “provavelmente verão suas rendas serem corroídas ainda mais à medida que as fileiras dos desempregados aumentam”.

    “Historicamente, choques econômicos, pandemias e guerras exacerbaram a desigualdade. A questão é se essa será uma mudança tectônica com crescente instabilidade política e social, ou um choque que nos levará a reforçar os fundamentos de sociedades justas e os princípios de solidariedade e tomada de decisão democrática que movem sociedades, mercados de trabalho e locais de trabalho na direção da igualdade”, conclui.

  • Auxílio emergencial: como saber se o CPF foi fraudado? Descubra!

    O Governo Federal espera que 113 milhões de cidadãos poderão ser beneficiados pelo auxílio emergencial. Até o momento, mais de 58 milhões de brasileiros já receberam os R$600. Contudo, tem havido muitas reclamações de pessoas que tiveram os dados, como o CPF, utilizado na solicitação do benefício.

    Segundo tutorial publicado na Agência Brasil, aqueles que suspeitarem deste tipo de fraude, podem entrar na página do benefício e verificar as informações após informar CPF, nome completo, nome da mãe e data de nascimento.

    Para consultar a situação, cinco respostas podem ajudar a esclarecer se houve ou não fraude. São elas:

    Benefício aprovado
    O trabalhador teve seu pedido aprovado e irá receber o auxílio emergencial. Entretanto, o pagamento do benefício obedecerá o calendário da Caixa.

    Benefício não aprovado
    O cidadão não é elegível a receber. Na mesma tela, a pessoa pode verificar qual critério não foi atendido, motivo que causou a sua inelegibilidade ao benefício.

    Requerimento não encontrado
    Ocorre nos casos em que a Dataprev ainda não tenha recebido a solicitação.

    Requerimento retido
    Quando a equipe de homologação do Ministério da Cidadania encontra complexidade de cenários e cruzamentos dos dados, o pedido fica retido para ser novamente analisado pela Dataprev.

    Dados inconclusivos

    Caso o sistema identifique problemas nos dados do cidadão que impeçam a análise para concessão do benefício. Nesta situação, o sistema vai orientar que se realize um novo requerimento no site da Caixa para complementar ou confirmar os dados cadastrais.

    + Auxílio emergencial: Caixa libera saques para nascidos em março

    Tutorial ajuda cidadãos a analisar se CPF já foi utilizado no cadastro
    (Foro: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

    + Auxílio emergencial: pedido têm falhas e fraudes. Saiba como agir!

    Se depois deste teste, o cidadão observar que se trata de um caso de fraude, segundo o Ministério da Cidadania, deve-se registrar denúncia no sistema Fala.Br (Plataforma integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação da Controladoria Geral da União – CGU), disponível na internet ou pelos telefones 121 ou 0800 7070 2003.

     

    Mais de 11 milhões aguardam análise

    O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, informou que até a manhã desta terça-feira, 2, cerca de 11 milhões de brasileiros ainda estavam aguardando a análise do pedido do auxílio emergencial.

    Desse total, 5,7 milhões de pessoas ainda estão na primeira análise e 5,3 foram marcados como inelegíveis e esperam pela reanálise. Segundo Guimarães, o banco vai efetuar os novos pagamentos a partir de 48 horas após o recebimento dos dados processados pela Dataprev.

    Da análise ao saque, auxílio emergencial é marcado por problemas

    Um balanço realizado pela Caixa informa que foram feitos 106,9 milhões de cadastros. Desse total, 101,2 milhões foram processados. Para os beneficiários do Bolsa Família, 19,2 milhões foram considerados elegível, enquanto 700 mil ficaram como inelegíveis.

    Dos 32,1 milhões de cadastros do CadÚnico, 10,5 milhões foram marcados como aptos a receber o benefícios, já os outros 21,6 milhões não receberam. A maior demanda veio de inscritos no aplicativo ou site: 54,9 milhões de cadastros.

    Nesse caso, 49,2 milhões de cadastros foram processados. Ao todo, são 29,3 milhões de pessoas elegíveis, 19,9 inelegíveis (5,3 milhões em reanálise) e 5,7 milhões aguardando a primeira análise.

    Segundo o governo federal, os pedidos serão analisados num prazo máximo de 20 dias. Após ação apresentada pela Defensoria Pública da União, a AGU fechou um acordo com o Ministério da Cidadania e com a Caixa para que, em caso de atraso, a liberação fosse automática.

    É possível consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site. Também é possível acompanhar o pedido pelos sites do Ministério da Cidadania e Dataprev.

  • Mercado de estágio deve reaquecer em meados de julho

    Os números de casos do novo Coronavírus seguem crescendo no país. Segundo o diretor de emergências da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, o Brasil ainda não chegou ao pico da transmissão. Enquanto isso, o mercado de trabalho e, principalmente o de estágio, segue registrando queda no número de vagas.

    Mas será que o número de oportunidades de estágio 2020 não voltará a crescer ainda este ano? Como os estudantes que sonham em ingressar no mercado de trabalho podem se preparar ou devem lidar com a pandemia?

    Essas e outras questões foram apresentadas por FOLHA DIRIGIDA a dois especialistas da área de Estágios: a gerente de treinamento do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), Yolanda Brandão; e o diretor da Cia de Estágios, Tiago Mavichian.

    Sabe quais estágios têm melhores bolsas-auxílio? Confira!

    Segundo eles, antes da pandemia do novo Coronavírus, o mercado de estágios era promissor para este ano. No entanto, com a situação de emergência em todo o país, tanto o Nube quanto a Cia de Estágios registraram queda no número de vagas.

    “Antes do início da pandemia, em janeiro, o mercado de estágios estava aquecido. No primeiro trimestre, nossa expectativa era de 44,6 mil novas oportunidades para os jovens. Seria um aumento de 14,1% em relação ao mesmo período de 2019”, revelou Yolanda Brandão.

    Segundo Tiago Mavichian, entre fevereiro e março deste ano, a média de vagas de estágio estava em torno de 380 novos postos. Já no Nube, semanalmente, eram abertas, em média, 5.500 oportunidades.

    Como fica o mercado de estágio no pós-pandemia?

    Atualmente, o Nube tem registrado cerca de 700 vagas de estágio, por semana. No entanto, muitas destas oportunidades não são novas, mas sim remanescentes, segundo a gerente de treinamento.

    A queda de 80% no número de vagas no Nube também foi sentida pela Cia de Estágios. Segundo Tiago Mavichian, foram registradas menos 35,4% vagas no primeiro  semestre deste ano, em comparação ao mesmo período de 2019.

    Mas como fica o mercado de estágio 2020 no pós pandemia? De acordo com Yolanda Brandão, o Nube trabalha com uma previsão de retomada para meados de julho – quatro meses de início das quarentenas propostas pelos estados.

    “Então agosto terá entre 50% a 70% das vagas do início de março. Daí em diante, voltaremos a ter até 80% das vagas de antes da crise ao longo de 2021”, revela a gerente.

    Na Cia de Estágios, no entanto, ainda não é possível falar sobre a retomada do mercado de estágios em 2020. No entanto, a empresa acredita que áreas voltadas à Inovação, Tecnologia, Alimentação e Saúde tendem a ser mais procuradas no pós-pandemia. 

    “Será necessário um novo modelo de trabalho, mais dinâmico, online e rápido”, explica Tiago Mavichian.

    Já a gerente de Treinamento da Nube revela que o ramo Administrativo deve contratar mais por ser um curso versátil e necessário em praticamente todas as empresas.

    “O setor de Tecnologia também está e deve permanecer em alta, principalmente com o uso do home office. Muitas empresas precisaram se adaptar rapidamente e isso mostrou algumas fragilidades e necessidade de mais investimento”, afirma.

     

    Estágio 2020 (Foto: Pixabay)
    Especialistas falam sobre as oportunidades de estágio 2020
    no pós-pandemia (Foto: Pixabay)

     

    Veja também:

    Como se preparar para o mercado de estágio 2020?

    O Brasil ainda possui muitos estados e municípios em quarentena. Sem o retorno das atividades, se preparar para uma vaga de estágio em 2020 pode ser um desafio para muitos estudantes.

    No entanto, tanto o Nube quanto a Cia de Estágios revelam que saber aproveitar este momento pode ser decisivo em um processo seletivo. Segundo Yolanda Brandão, é preciso ter calma e compreender que esse é um momento sem precedentes na história recente e que demanda a necessidade de adaptação.

    “Os jovens, portanto, precisam prioritariamente cuidar de sua saúde mental e também ajudar as pessoas próximas a fazer o mesmo. Estabelecer uma rotina – horário para acordar, estudar, cuidar das tarefas de casa – dormir bem, se possível realizar alguma atividade física podem proporcionar maior bem estar”, orienta.

    Segundo ela, estabelecer um plano de estudo, aproveitar para ler, aprimorar um idioma ou um conhecimento específico também pode contribuir para a inserção no momento da retomada de vagas de estágio.

    “A pandemia acelerou muitas mudanças as quais vinham acontecendo de forma lenta, mas progressiva. Preparar-se para o futuro, portanto, implica olhar para a carreira. Onde quer chegar? Qual o lugar no mundo pretende construir para si? Ao refletir sobre a carreira, se compreende quais habilidades são necessárias à profissão ou trabalho almejado, permitindo traçar estratégias para desenvolvê-las”, esclarece. 

    Yolanda Brandão revela ainda que muitos jovens têm perguntado se é possível planejar a carreira em um cenário pandêmico, no qual não temos clareza como será o futuro. A resposta é: sim, é possível. 

    “Poucas vezes na história recente fomos tão impelidos à reflexão. Portanto, aproveitar esse momento para estabelecer um projeto de carreira e traçar planos de ação para concretizá-lo pode ser bastante proveitoso”, diz.

    Prepare-se para o mercado de estágio

    Já Tiago Mavichian afirma que existem vagas abertas e processos acontecendo. Segundo ele, a dica é não desanimar, continuar buscando e aproveitar esse momento para se preparar melhor!

    “Nunca houve, como hoje, tantas plataformas abrindo conteúdos de educação de qualidade e gratuitamente ao mesmo tempo! Podemos focar na nossa formação! Lembre-se: o que você está fazendo agora na crise vai determinar seu pós-crise! Essa sem dúvida será uma pergunta que você terá que responder em uma futura entrevista de emprego”, revela o diretor da Cia de Estágios.

    Tanto Tiago Mavichian quanto Yolanda Brandão, acreditam que, neste período de crise, o ideal é realizar cadastros em sites de empresas e consultorias, buscar vagas por redes sociais (principalmente o LinkedIn) e fazer cursos online, por exemplo.

    “Conhecer as plataformas com oferta de vagas, realizar os testes on-line com atenção e preencher adequadamente os perfis são ações capazes de aumentar as chances de recolocação”, conclui Yolanda.

  • Startups têm 175 vagas de emprego abertas com seleção remota

    Em todo país, startups estão com 175 vagas de emprego abertas para diferentes cargos. Em função do Coronavírus e das orientações de distanciamento social, o processo seletivo será realizado de forma remota.

    Uma das consequências da pandemia foi a recessão econômica, que ocasionou fechamento de empresas e demissões. Porém, há setores que estão na contramão do mercado e continuam com a contratação de novos profissionais.

    As empresas têm encontrado maneiras viáveis de garantir uma admissão segura de funcionários. Na maioria dos casos, todo o processo de recrutamento e integração está adaptado ao ambiente digital e tem sido realizado de forma remota.

    A seguir, confira as seis startups que estão com mais de 170 vagas abertas durante o período de crise:

    Sinqia

    Empresa líder em tecnologia para o mercado financeiro, a Sinqia oferece 60 vagas para diversas áreas de atuação. As oportunidades são para contratação imediata nas cidades de São Paulo SP, Belo Horizonte MG e Curitiba PR.

    A oferta disponível é para as áreas de Business Consulting, Contratos, IT Quality & Assurance e IT Software. A companhia foi certificada pelo Great Place to Work, no ano passado, como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

     

    Processo seletivo online
    Todo processo seletivo será feito de forma remota e online
    (Foto: Divulgação)

     

    Além disso, foi eleita como uma das 100 maiores fintechs do mundo em 2017, 2018 e 2019, pelo IDC. As inscrições podem ser feitas pelo site

    English Live

    A EF English Live, maior escola online do mundo, também está com vagas de emprego abertas. São mais de 30 chances para contratação na equipe de Vendas e Pós-Vendas. Todo o processo seletivo (com testes e dinâmicas) será feito de forma remota.

    Por estar incluída no online, a empresa já desfrutava dos recursos digitais durante suas seleções. Porém, o uso da tecnologia foi intensificado com a pandemia do Coronavírus.

    A empresa alega que treinamento e integração também serão realizados de forma digital. Para se candidatar, é preciso acessar o portal.

    Mycon

    O Mycon é a primeira fintech de consórcios que funciona sem vendedores humanos e que tem a menor taxa do mercado. Ela tem 60 vagas de emprego abertas em diversos setores, em áreas como Customer Success, SDR / Inside Sales, Especialista em A.I., Full Stack Developer, Full Mobile Developer, Especialista em ChatBot, Assistente ADM e RH Pleno.

    As entrevistas e contratações, nesse momento de pandemia, ocorrem de forma online. As inscrições devem ser feitas pelo link.

    + Banco de talentos se destaca em tempos de recrutamento online

    Uffa.com.vc

    Já o Uffa.com.vc, um marketplace híbrido de negociação de dívidas, está em busca de profissionais para contratação imediata. A oferta é para os cargos de Analista de Business Intelligence e Analista de Marketing.

    Atualmente, a empresa tem 20 vagas abertas para que autônomos trabalhem em modelo home office no atendimento aos clientes. Os interessados devem enviar o currículo para rh@uffa.com.vc e incluir “TBOGH” no assunto do e-mail.

    M2M

    A Mark2Market (M2M), dona do M2M Monitor – o único software de gestão financeira e riscos SaaS do mercado -, está com oportunidades de emprego para área de Analista de Controles Internos e para Analista de Marketing.

    A fintech também tem um banco de talentos para os interessados deixarem seu currículo. As inscrições estão disponíveis no site.

    Vitta

    A Vitta, uma das maiores empresas de tecnologia em saúde do Brasil, é outra que está com vagas abertas. Ao todo, são cinco chances para as áreas de Desenvolvimento, Enfermagem, Estágio em Sales development.

    Além de estágio em faturamento e Estágio em relacionamento com o cliente. As oportunidades são para trabalhar de forma remota em regime de contratação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Os interessados devem se candidatar pelo link.

  • Auxílio emergencial: governo vai propor duas parcelas de R$300

    Na última terça-feira, dia 2, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que já está acertado o pagamento de mais duas parcelas do auxílio emergencial. No entanto, diferentemente, das primeiras três parcelas, essas terão um valor menor que R$600, que ainda deverá ser definido.

    Segundo publicação no G1, o governo já decidiu que o benefício será estendido aos trabalhadores em duas parcelas no de R$300. Inicialmente, a equipe econômica do governo trabalhava com o valor de R$200 para cada parcela. Contudo, o presidente achou a quantia muito baixa. A proposta ainda será encaminhada ao Congresso para aprovação.

    As informações são do jornal Brasil Econômico. De acordo com o portal, Bolsonaro falou sobre o assunto ao chegar no Palácio do Alvorada na terça-feira .

    “Muita coisa foi feita. Esse próprio auxílio emergencial de R$ 600, que tá quase certo a quarta e quinta parcela, de valores menores um pouco, que tá sendo ajustado pelo Ministério da Economia, ajudou a evitar problemas sociais”, disse o presidente.

    O presidente ainda mencionou que o Ministro da Economia, Paulo Guedes, quer retomar o Programa Verde e Amarelo. A proposta prevê incentivos à contratação de jovens, na faixa etária de 18 a 29 anos, além de pessoas com mais de 55 anos, sem vínculo empregatício formal.  A ideia, segundo ele, é garantir às pessoas que não receberam o auxílio, algo mais “concreto”. 

    “Ele quer voltar agora com a carteira (de trabalho) verde e amarela. É uma maneira de reaquecer o emprego no Brasil. É uma preocupação enorme. A gente não pode acabar com o auxílio emergencial e não ter algo já de concreto na praça, para atender milhões de pessoas, em especiais da informalidade, que ficaram desempregadas”, destacou Bolsonaro.

    + Auxílio emergencial: como saber se o CPF foi fraudado? Descubra!

    Auxílio-emergencial
    Novas parcelas terão novo valor, menor que R$600 (Foto: Divulgação)

     

    Senado avaliará prioridade de pagamento do auxílio emergencial para mães chefes de família

    Também nessa terça-feira, dia 2, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que garante prioridade de recebimento do auxílio emergencial pela mulher provedora de família uniparental (chefe de família), quando o pai também informa ser o responsável pelos dependentes. Agora, a proposta será analisada pelo Senado Federal.

    O projeto é da deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e outros parlamentares. A ideia surgiu após a deputada tomar conhecimento de casos em que mulheres não tiveram acesso às duas cotas de R$ 600, porque os ex-cônjuges fizeram o cadastro primeiro, incluindo os filhos como dependentes, como se tivessem a guarda deles.

    Veja como baixar e usar o aplicativo do auxílio emergencial de R$600

    + Mães menores de 18 anos já podem pedir o auxílio emergencial

    Se a proposta for aprovada, ficará determinado que em casos de conflitos entre as informações prestadas pela mãe e pelo pai, a preferência de recebimento das duas cotas de R$ 600 será da mãe. Isso mesmo que sua autodeclaração na plataforma digital tenha ocorrido depois daquela feita pelo pai.

    Caso o homem que tenha a guarda unilateral ou seja responsável, de fato, pela criação dos filhos, este poderá contrariar as informações da ex-mulher na mesma plataforma e receber uma das cotas de R$ 600, até que a situação seja esclarecida pelo órgão competente.

    O texto aprovado na Câmara ainda prevê o pagamento retroativo a que fariam jus a mãe ou o pai que tiveram seu benefício subtraído ou recebido indevidamente por outro genitor ou genitora. Além disso, o texto determina que os pagamentos indevidos do benefício, ou aqueles feitos em duplicidade, por causa de informações falsas prestadas deverão ser ressarcidos ao poder público por quem os recebeu indevidamente.

  • Governo lança site para vagas de emprego na Saúde durante pandemia

    Foi anunciado na última terça-feira, 2, uma plataforma digital voltada a promover e facilitar a contratação de profissionais da saúde para atuar no combate à Covid-19. O anúncio foi feito pelo Ministério da Economia, por meio da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec) e o Ministério da Saúde.

    O SineSaúde tem como objetivo criar uma ponte entre profissionais da saúde e unidades de atendimento como hospitais, clínicas, laboratórios, além de secretarias estaduais e municipais de todo o território nacional que possam atuar no enfrentamento à pandemia do novo Coronavírus. 

    A plataforma possui três áreas de acesso. Uma é para profissionais de saúde, que poderão cadastrar seus currículos, especificar a área de atuação e disponibilidade para o trabalho, seja a carga horária ou localização. A outra é para o gestor de saúde, que vai cadastrar sua instituição e poderá fazer um filtro dos currículos cadastrados e procurar dentre os perfis dos profissionais de saúde aqueles que se enquadram melhor na vaga e assim fazer a proposta de emprego.

    Da mesma forma, os profissionais de saúde poderão fazer um filtro das vagas e se candidatar naquela que tiver interesse.

    Além disso, o SineSaúde também possui o campo “outros profissionais”, que é destinado a outras áreas relacionadas à necessidade de funcionamento do hospital e à construção de hospitais de campanha, como eletricistas e bombeiros hidráulicos, por exemplo, que também poderão se cadastrar.

    + Startups têm 175 vagas de emprego abertas com seleção remota

    Em coletiva no Palácio do Planalto, o secretário de Políticas Públicas para Emprego da Sepec, Fernando de Holanda, disse que a iniciativa vai agilizar as contratações, garantir empregabilidade e fortalecer as equipes que atuam na linha de frente. 

    “A plataforma não contrata, ela faz a intermediação entre o gestor de saúde que quer contratar e o profissional que está disposto a trabalhar na crise”, explica o secretário. Holanda também reforça a importância de dar publicidade a ferramenta:

    “Essa plataforma só terá funcionalidade e resultados se chegar ao conhecimento de todos os envolvidos, tanto o contratante quanto os que procuram uma oportunidade.”

    Conheça a plataforma SineSaúde

    SineSaúde promete facilitar a busca por emprego na
    Saúde durante pandemia (Foto: Pixabay)

     

    A saúde mental dos trabalhadores essenciais durante a pandemia

    Os funcionários dos serviços essenciais trabalham, diariamente, na linha de frente no combate à Covid-19, doença provocada pelo novo Coronavírus. Seja na assistência direta ao paciente ou na prestação de serviços como motorista de ônibus, entregadores de delivery e funcionários de instituições financeiras, por exemplo, além do risco da contaminação, esses profissionais também colocam em risco a sua saúde psicológica. 

    Além das responsabilidades inerentes aos seus ofícios, esses trabalhadores recebem, agora, diversas orientações específicas de como e onde tocar, o que podem ou não fazer, ocasionando um estado mental de alerta a todo momento.

    Para a psicóloga, Elisabeth Hellen Pereira, esse estado de alerta pode trazer uma sensação de cansaço mental constante e prejuízos para o dia a dia desses profissionais. Por isso, nesse contexto, se manter psicologicamente saudável vem de um movimento de busca pelo bem estar, uma das características de uma mente saudável. 

    Quais serão os efeitos da pandemia no mercado de trabalho?

    “Algumas pessoas encontram bem estar praticando exercícios físicos, outras lendo, assistindo filmes ou séries, conversando com seus amigos e familiares, tirando um tempo para cuidar de si entre outras atividades. Sendo assim, cada profissional deve pensar no que lhe traz bem estar para decidir quais são atividades possíveis para colocar em prática”, afirma.

    A psicóloga ressalta que, de acordo com alguns autores da Psicologia, as estratégias de enfrentamento podem ser focalizadas no problema, na emoção, além de busca por suporte social, espiritualidade e distração. Dessa forma, cada pessoa vai escolher as estratégias para lidar com o estresse que lhe seja mais pertinente.

    “Por exemplo, uma pessoa que foca no problema vai se engajar em modificar a situação causadora de estresse, já quem foca na emoção pode ter atitudes de afastamento da fonte de estresse. Há também os que buscam suporte social entrando em contato com amigos e familiares; há quem busque conforto na espiritualidade, força e coragem através da fé; e os que usam de passatempos como leitura, séries e filmes e atividades manuais – desenho, pintura, bordado e outros”, explica a especialista. 

    + Leia mais

    Notícias de empregos

     

  • Negócios de empreendedores seniores são os mais afetados com a crise

    Os empresários mais velhos foram os mais afetados com a crise ocasionada pela pandemia do novo Coronavírus. A informação é de uma pesquisa realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

    Foram ouvidos 10.384 empreendedores, entre os dias 30 de abril e 5 de maio. O levantamento identificou que as medidas de isolamento social causaram queda na receita em negócios comandados por pessoas de todas as faixas etárias, mas o impacto foi maior entre os com mais idade.

    Entre os entrevistados com mais de 56 anos, 51% disseram fechar seus negócios temporariamente; enquanto entre aqueles com até 35 anos, 45% optaram por mudar os rumos do segmento em que atuam.

    Segundo a pesquisa, os seniores tiveram mais prejuízos, pois 46% deles possuem negócios que só funcionam com a presença do empresário. Já entre os mais jovens, 35% passaram a utilizar ferramentas digitais.

    + Em período de quarentena, saiba como criar sua loja online

    Para as empresas que tiveram diminuição do faturamento, o impacto também foi maior entre os mais velhos, chegando a 71% de perda. Já entre os negócios que aumentaram a receita, os empresários mais jovens chegaram a alcançar 40% de aumento.

    A internet é uma ferramenta fundamental para aqueles que estão tentando manter os negócios ativo durante a pandemia. Os empreendedores de até 35 anos tiveram maior adesão às vendas online, principalmente pelas redes sociais.

    Apesar de os empresários das faixas de 36 a 55 anos e 56 anos ou mais terem adotado menos medidas nesse sentido, eles mantiveram mais pessoas empregadas. Entre eles, a média é de 3,7 funcionários, enquanto entre os mais jovens é 3,3.

    Além disso, os mais novos foram os que mais utilizaram as medidas do governo para diminuição de salário e carga horária.

    MP 936: entenda a medida provisória que permite redução dos salários

     

    Crise tem maior efeito em empresários mais velhos
    Empreendedores seniores são os mais afetados com a crise
    (Foto: Pixabay)

     

    Seniores recorreram mais às linhas de crédito

    A pesquisa também apontou que o público mais velho (com 56 anos ou mais) é o que mais costuma buscar empréstimos. Cerca de 63% dos entrevistados disseram recorrer às linhas de crédito. Além disso, eles são também aqueles que mais conseguem aprovação.

    Os mais jovens se recusam a procurar crédito, até por terem mais dificuldade pela falta de garantia e avalista. A medida mais demandada ao governo por todas as faixas etárias é a liberação de empréstimos sem juros.

    Curso do Sebrae orienta sobre o acesso ao microcrédito consciente

    Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa é importante para o governo e as instituições, como o próprio Sebrae, direcionarem suas ações aos problemas apontados: “A cada novo estudo direcionamos melhor os esforços do Sebrae para apoiar todos os pequenos negócios do país”. 

    Notícias de empregos

    Sobre os entrevistados

    A maioria dos entrevistados com até 35 anos é Microempreendedor Individual (MEI), principalmente nas áreas de comércio e serviços. Em relação ao gênero, 53% do empresariado mais jovem é composto por mulheres.

    Já sobre o grau de instrução, entre os empreendedores mais velhos está a maior proporção de pessoas com baixa escolaridade: 18% tem ensino médio incompleto ou menos. No entanto, eles são os que mais arrecadam.

    Enquanto, os mais novos faturam R$23,3 mil, os empresários com 56 anos ou mais chegam aos R$32,6 mil.

  • Vale divulga mais de 50 vagas de emprego para diferentes Estados

    A Vale, mineradora brasileira, está com inscrições abertas para 56 novas vagas de emprego em todo o país. Há oportunidades para diferentes Estados como Minas Gerais, Maranhão, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Pará e Mato Grosso do Sul. 

    As vagas disponíveis destinam-se a candidatos com níveis médio, médio técnico e superior. Dentre os cargos ofertados, há chances nas seguintes funções:

    • Engenheiro sênior;
    • Auxiliar técnico manutenção;
    • Supervisor de hidráulica – operação de mina;
    • Soldador I;
    • Geólogo pleno;
    • Operador de equipamentos e manutenção; 
    • Operador posto I; 
    • Assistente administrativo; entre outras. 

    + Eduzz oferece treinamento e 22 vagas de emprego na área Comercial

    É importante ressaltar que a empresa está oferecendo inúmeras vagas e o prazo para candidatura pode variar entre elas. Algumas oportunidades recebem currículo até o próximo dia 8 e outras até a próxima terça-feira, dia 9, por exemplo.

    A empresa não divulgou o valor da remuneração. Os interessados podem se inscrever através do portal de vagas da Vale, sempre observado os requisitos e período definido para a candidatura. No site, é possível filtrar a disponibilidade de vagas por localidade. 

     

    Vale
    Vale abre mais de 50 vagas para diferentes cargos
    (Foto: Divulgação)

     

    Senac inscreve para mais de 40 vagas de emprego em São Paulo e RS

    O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) está com 46 vagas abertas para os Estados do Rio Grande do Sul e São Paulo. As oportunidades são para diferentes níveis de escolaridade. 

    Para o Senac SP são contabilizadas 28 vagas, distribuídas para os centros universitários nos campis Santo Amaro e Campos e nas unidades de Campinas e Lapa Tito. As contratações serão pelo regime CLT.

    Todas as oportunidades abertas no Senac SP são para professor horista, com remuneração que varia de R$44,58 a R$56,16, dependendo da especialidade. A carga horária de trabalho semanal também varia de acordo com a especialidade da função. 

    + Mercado deve demorar mais de 9 meses para se normalizar

    Dentre as especialidades disponíveis, há chances para lecionar cozinha asiática, direção de ficção, gerenciamento de processos e indicadores de desempenho em saúde, representação gráfica em moda, planejamento e operação em mídias sociais, estão de segurança do paciente, desenho, colorização, entre outras. 

    Os interessados podem se inscrever até o dia 5 de junho, no site do Senac SP. Após o término do período de inscrições, os candidatos passarão por um processo seletivo que inclui as seguintes etapas eliminatórias, mas não limitadas a elas: 

    • Análise curricular;
    • Testes específicos;
    • Dinâmicas de grupo; e
    • Aula-teste e/ou entrevistas individuais. 

    Obrigatoriamente, os candidatos passarão pelas etapas, também eliminatórias, de verificação de documentação e qualificação cadastral, e exame médico admissional.

    Saiba mais

    Notícias de empregos

     

  • Concessão e prorrogação do auxílio-doença: 10 perguntas e respostas

    Com o objetivo de esclarecer dúvidas dos segurados relacionadas à perícia médica e concessão do auxílio-doença, durante a pandemia do Coronavírus, a Secretaria de Previdência selecionou por meio de suas redes sociais, as dez perguntas mais frequentes sobre os assuntos. 

    Por conta das medidas de isolamento, propostas para reduzir a disseminação do vírus da Covid-19, os atendimentos presenciais nas agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) permanecem suspensos até o dia 19 de junho, podendo ser prorrogado. No entanto, a prorrogação do benefício será feita automaticamente pelo órgão, enquanto durar a pandemia e o segurado recebe antecipação no valor de um salário mínimo (R$1.045) por até três meses. 

    Para aqueles com direito a mais de um salário mínimo, o restante do valor será pago, posteriormente, após a reabertura das agências do INSS, quando serão emitidas as orientações de como proceder para solicitar a diferença de valores. 

    + Auxílio emergencial: Bolsonaro afirma que haverá 4ª e 5ª parcelas

    Agência INSS
    Secretaria de Previdência esclarece dúvidas sobre auxílio-doença
    (Foto: Divulgação)

     

    Esclareça suas dúvidas sobre o auxílio-doença

    1. Como sei se tenho direito ao auxílio-doença?

    Para ter direito ao auxílio-doença, o segurado deve ter contribuído para a Previdência Social por, no mínimo, 12 meses. No entanto, se o afastamento for decorrente de acidente de trabalho, não há carência para receber o benefício. Confira mais detalhes no site

    2. Como faço para receber auxílio-doença enquanto as agências do INSS estiverem fechadas por causa da pandemia do Coronavírus?

    Neste momento, em que há suspensão do atendimento presencial, bem como da perícia médica, quem requerer o auxílio-doença deve enviar o atestado médico pelo Meu INSS, site ou aplicativo, para que seja feita antecipação no valor de R$1.045.

    Caso o atestado esteja em conformidade, após verificação pela perícia médica federal, o INSS faz o processamento do pedido e procede com o pagamento da antecipação do  benefício, que será feito junto com o calendário de pagamento mensal. O passo a passo de como enviar o atestado pode ser conferido no link

    3. Fiz perícia antes do fechamento das agências do INSS, mas não recebi o resultado. Como saberei se tenho direito ao benefício?

    O segurado que faz qualquer requerimento junto ao INSS deve acompanhar o status da análise do benefício pelo Meu INSS ou pela central telefônica 135, que funciona de segunda a sábado, de 7h às 22h.

    4. Tinha perícia agendada, mas foi cancelada por causa do fechamento das agências. O que faço?

    Basta entrar no aplicativo Meu INSS para fazer o envio do atestado médico, caso o segurado queira solicitar a antecipação do auxílio-doença, no valor de R$ 1.045.

    + Governo lança site para vagas de emprego na Saúde durante pandemia

    5. Como faço para registrar o atestado médico?

    Acesse o Meu INSS ou use o aplicativo para celular e selecione a opção “Agendar Perícia”. Selecione “Perícia Inicial” e quando aparecer a pergunta “Você possui atestado médico?”, responda sim e anexe no portal.

    6. Preciso prorrogar meu auxílio-doença. O que devo fazer?

    Em atendimento à Ação Civil Pública nº 2005.33.00.020219-8, os pedidos de prorrogação de auxílio-doença serão feitos automaticamente pelo INSS, enquanto durar o fechamento das agências, em função da Emergência de Saúde Pública de nível internacional decorrente do Coronavírus. A regra está prevista na Portaria 552. De acordo com a Portaria, os pedidos de prorrogação serão efetivados de forma automática a partir da solicitação, por 30 dias, ou até que a perícia médica presencial retorne, limitado a seis pedidos.

    Para resguardar o direito do segurado, o INSS também prorrogará automaticamente aqueles auxílios que foram concedidos por decisão judicial, ou, em que a última ação tenha sido de estabelecimento, ou ainda, via recurso médico.

    7. Por quanto tempo posso receber a antecipação de um salário mínimo?

    A antecipação para o auxílio-doença, no valor de R$1.045, será paga pelo período de três meses, incluindo as possíveis prorrogações.

    8. Meu auxílio-doença foi prorrogado automaticamente, mas já estou apto para voltar ao trabalho. Como cancelo a prorrogação?

    Nestes casos o segurado que teve a antecipação liberada, mas está apto para retornar ao trabalho, deve solicitar a alta a pedido, para que seja suspensa a antecipação do benefício.

    + Mercado de estágio deve reaquecer em meados de julho

    9. Recebi um salário mínimo de antecipação, mas meu auxílio-doença teria um valor maior. Vou receber a diferença?

    Se o segurado tiver direito a um benefício maior do que R$1.045, após o reabertura das agências do INSS, serão emitidas as orientações de como proceder para solicitar a diferença de valores. 

    10. Serei comunicado caso tenha que comparecer a uma perícia médica para manter o benefício ou receber o complemento do valor devido?

    Quando houver o retorno do atendimento presencial o INSS notificará os segurados sobre os procedimentos necessários para realização de perícia. Isso acontecerá pelo Meu INSS ou por contato telefônico feito pelos atendentes da Central 135. Por isso é importante manter todos os dados de contato atualizados. Para isso, basta acessar o Meu INSS e conferir se os contatos telefônicos e email estão corretos.

    Além disso, toda informação importante para o segurado do INSS é publicada na página oficial do órgão

    Notícias de empregos