Categoria: CONCURSOS

  • Startups têm 175 vagas de emprego abertas com seleção remota

    Em todo país, startups estão com 175 vagas de emprego abertas para diferentes cargos. Em função do Coronavírus e das orientações de distanciamento social, o processo seletivo será realizado de forma remota.

    Uma das consequências da pandemia foi a recessão econômica, que ocasionou fechamento de empresas e demissões. Porém, há setores que estão na contramão do mercado e continuam com a contratação de novos profissionais.

    As empresas têm encontrado maneiras viáveis de garantir uma admissão segura de funcionários. Na maioria dos casos, todo o processo de recrutamento e integração está adaptado ao ambiente digital e tem sido realizado de forma remota.

    A seguir, confira as seis startups que estão com mais de 170 vagas abertas durante o período de crise:

    Sinqia

    Empresa líder em tecnologia para o mercado financeiro, a Sinqia oferece 60 vagas para diversas áreas de atuação. As oportunidades são para contratação imediata nas cidades de São Paulo SP, Belo Horizonte MG e Curitiba PR.

    A oferta disponível é para as áreas de Business Consulting, Contratos, IT Quality & Assurance e IT Software. A companhia foi certificada pelo Great Place to Work, no ano passado, como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

     

    Processo seletivo online
    Todo processo seletivo será feito de forma remota e online
    (Foto: Divulgação)

     

    Além disso, foi eleita como uma das 100 maiores fintechs do mundo em 2017, 2018 e 2019, pelo IDC. As inscrições podem ser feitas pelo site

    English Live

    A EF English Live, maior escola online do mundo, também está com vagas de emprego abertas. São mais de 30 chances para contratação na equipe de Vendas e Pós-Vendas. Todo o processo seletivo (com testes e dinâmicas) será feito de forma remota.

    Por estar incluída no online, a empresa já desfrutava dos recursos digitais durante suas seleções. Porém, o uso da tecnologia foi intensificado com a pandemia do Coronavírus.

    A empresa alega que treinamento e integração também serão realizados de forma digital. Para se candidatar, é preciso acessar o portal.

    Mycon

    O Mycon é a primeira fintech de consórcios que funciona sem vendedores humanos e que tem a menor taxa do mercado. Ela tem 60 vagas de emprego abertas em diversos setores, em áreas como Customer Success, SDR / Inside Sales, Especialista em A.I., Full Stack Developer, Full Mobile Developer, Especialista em ChatBot, Assistente ADM e RH Pleno.

    As entrevistas e contratações, nesse momento de pandemia, ocorrem de forma online. As inscrições devem ser feitas pelo link.

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    Uffa.com.vc

    Já o Uffa.com.vc, um marketplace híbrido de negociação de dívidas, está em busca de profissionais para contratação imediata. A oferta é para os cargos de Analista de Business Intelligence e Analista de Marketing.

    Atualmente, a empresa tem 20 vagas abertas para que autônomos trabalhem em modelo home office no atendimento aos clientes. Os interessados devem enviar o currículo para rh@uffa.com.vc e incluir “TBOGH” no assunto do e-mail.

    M2M

    A Mark2Market (M2M), dona do M2M Monitor – o único software de gestão financeira e riscos SaaS do mercado -, está com oportunidades de emprego para área de Analista de Controles Internos e para Analista de Marketing.

    A fintech também tem um banco de talentos para os interessados deixarem seu currículo. As inscrições estão disponíveis no site.

    Vitta

    A Vitta, uma das maiores empresas de tecnologia em saúde do Brasil, é outra que está com vagas abertas. Ao todo, são cinco chances para as áreas de Desenvolvimento, Enfermagem, Estágio em Sales development.

    Além de estágio em faturamento e Estágio em relacionamento com o cliente. As oportunidades são para trabalhar de forma remota em regime de contratação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Os interessados devem se candidatar pelo link.

  • Auxílio emergencial: governo vai propor duas parcelas de R$300

    Na última terça-feira, dia 2, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que já está acertado o pagamento de mais duas parcelas do auxílio emergencial. No entanto, diferentemente, das primeiras três parcelas, essas terão um valor menor que R$600, que ainda deverá ser definido.

    Segundo publicação no G1, o governo já decidiu que o benefício será estendido aos trabalhadores em duas parcelas no de R$300. Inicialmente, a equipe econômica do governo trabalhava com o valor de R$200 para cada parcela. Contudo, o presidente achou a quantia muito baixa. A proposta ainda será encaminhada ao Congresso para aprovação.

    As informações são do jornal Brasil Econômico. De acordo com o portal, Bolsonaro falou sobre o assunto ao chegar no Palácio do Alvorada na terça-feira .

    “Muita coisa foi feita. Esse próprio auxílio emergencial de R$ 600, que tá quase certo a quarta e quinta parcela, de valores menores um pouco, que tá sendo ajustado pelo Ministério da Economia, ajudou a evitar problemas sociais”, disse o presidente.

    O presidente ainda mencionou que o Ministro da Economia, Paulo Guedes, quer retomar o Programa Verde e Amarelo. A proposta prevê incentivos à contratação de jovens, na faixa etária de 18 a 29 anos, além de pessoas com mais de 55 anos, sem vínculo empregatício formal.  A ideia, segundo ele, é garantir às pessoas que não receberam o auxílio, algo mais “concreto”. 

    “Ele quer voltar agora com a carteira (de trabalho) verde e amarela. É uma maneira de reaquecer o emprego no Brasil. É uma preocupação enorme. A gente não pode acabar com o auxílio emergencial e não ter algo já de concreto na praça, para atender milhões de pessoas, em especiais da informalidade, que ficaram desempregadas”, destacou Bolsonaro.

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    Auxílio-emergencial
    Novas parcelas terão novo valor, menor que R$600 (Foto: Divulgação)

     

    Senado avaliará prioridade de pagamento do auxílio emergencial para mães chefes de família

    Também nessa terça-feira, dia 2, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que garante prioridade de recebimento do auxílio emergencial pela mulher provedora de família uniparental (chefe de família), quando o pai também informa ser o responsável pelos dependentes. Agora, a proposta será analisada pelo Senado Federal.

    O projeto é da deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e outros parlamentares. A ideia surgiu após a deputada tomar conhecimento de casos em que mulheres não tiveram acesso às duas cotas de R$ 600, porque os ex-cônjuges fizeram o cadastro primeiro, incluindo os filhos como dependentes, como se tivessem a guarda deles.

    Veja como baixar e usar o aplicativo do auxílio emergencial de R$600

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    Se a proposta for aprovada, ficará determinado que em casos de conflitos entre as informações prestadas pela mãe e pelo pai, a preferência de recebimento das duas cotas de R$ 600 será da mãe. Isso mesmo que sua autodeclaração na plataforma digital tenha ocorrido depois daquela feita pelo pai.

    Caso o homem que tenha a guarda unilateral ou seja responsável, de fato, pela criação dos filhos, este poderá contrariar as informações da ex-mulher na mesma plataforma e receber uma das cotas de R$ 600, até que a situação seja esclarecida pelo órgão competente.

    O texto aprovado na Câmara ainda prevê o pagamento retroativo a que fariam jus a mãe ou o pai que tiveram seu benefício subtraído ou recebido indevidamente por outro genitor ou genitora. Além disso, o texto determina que os pagamentos indevidos do benefício, ou aqueles feitos em duplicidade, por causa de informações falsas prestadas deverão ser ressarcidos ao poder público por quem os recebeu indevidamente.

  • Governo lança site para vagas de emprego na Saúde durante pandemia

    Foi anunciado na última terça-feira, 2, uma plataforma digital voltada a promover e facilitar a contratação de profissionais da saúde para atuar no combate à Covid-19. O anúncio foi feito pelo Ministério da Economia, por meio da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec) e o Ministério da Saúde.

    O SineSaúde tem como objetivo criar uma ponte entre profissionais da saúde e unidades de atendimento como hospitais, clínicas, laboratórios, além de secretarias estaduais e municipais de todo o território nacional que possam atuar no enfrentamento à pandemia do novo Coronavírus. 

    A plataforma possui três áreas de acesso. Uma é para profissionais de saúde, que poderão cadastrar seus currículos, especificar a área de atuação e disponibilidade para o trabalho, seja a carga horária ou localização. A outra é para o gestor de saúde, que vai cadastrar sua instituição e poderá fazer um filtro dos currículos cadastrados e procurar dentre os perfis dos profissionais de saúde aqueles que se enquadram melhor na vaga e assim fazer a proposta de emprego.

    Da mesma forma, os profissionais de saúde poderão fazer um filtro das vagas e se candidatar naquela que tiver interesse.

    Além disso, o SineSaúde também possui o campo “outros profissionais”, que é destinado a outras áreas relacionadas à necessidade de funcionamento do hospital e à construção de hospitais de campanha, como eletricistas e bombeiros hidráulicos, por exemplo, que também poderão se cadastrar.

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    Em coletiva no Palácio do Planalto, o secretário de Políticas Públicas para Emprego da Sepec, Fernando de Holanda, disse que a iniciativa vai agilizar as contratações, garantir empregabilidade e fortalecer as equipes que atuam na linha de frente. 

    “A plataforma não contrata, ela faz a intermediação entre o gestor de saúde que quer contratar e o profissional que está disposto a trabalhar na crise”, explica o secretário. Holanda também reforça a importância de dar publicidade a ferramenta:

    “Essa plataforma só terá funcionalidade e resultados se chegar ao conhecimento de todos os envolvidos, tanto o contratante quanto os que procuram uma oportunidade.”

    Conheça a plataforma SineSaúde

    SineSaúde promete facilitar a busca por emprego na
    Saúde durante pandemia (Foto: Pixabay)

     

    A saúde mental dos trabalhadores essenciais durante a pandemia

    Os funcionários dos serviços essenciais trabalham, diariamente, na linha de frente no combate à Covid-19, doença provocada pelo novo Coronavírus. Seja na assistência direta ao paciente ou na prestação de serviços como motorista de ônibus, entregadores de delivery e funcionários de instituições financeiras, por exemplo, além do risco da contaminação, esses profissionais também colocam em risco a sua saúde psicológica. 

    Além das responsabilidades inerentes aos seus ofícios, esses trabalhadores recebem, agora, diversas orientações específicas de como e onde tocar, o que podem ou não fazer, ocasionando um estado mental de alerta a todo momento.

    Para a psicóloga, Elisabeth Hellen Pereira, esse estado de alerta pode trazer uma sensação de cansaço mental constante e prejuízos para o dia a dia desses profissionais. Por isso, nesse contexto, se manter psicologicamente saudável vem de um movimento de busca pelo bem estar, uma das características de uma mente saudável. 

    Quais serão os efeitos da pandemia no mercado de trabalho?

    “Algumas pessoas encontram bem estar praticando exercícios físicos, outras lendo, assistindo filmes ou séries, conversando com seus amigos e familiares, tirando um tempo para cuidar de si entre outras atividades. Sendo assim, cada profissional deve pensar no que lhe traz bem estar para decidir quais são atividades possíveis para colocar em prática”, afirma.

    A psicóloga ressalta que, de acordo com alguns autores da Psicologia, as estratégias de enfrentamento podem ser focalizadas no problema, na emoção, além de busca por suporte social, espiritualidade e distração. Dessa forma, cada pessoa vai escolher as estratégias para lidar com o estresse que lhe seja mais pertinente.

    “Por exemplo, uma pessoa que foca no problema vai se engajar em modificar a situação causadora de estresse, já quem foca na emoção pode ter atitudes de afastamento da fonte de estresse. Há também os que buscam suporte social entrando em contato com amigos e familiares; há quem busque conforto na espiritualidade, força e coragem através da fé; e os que usam de passatempos como leitura, séries e filmes e atividades manuais – desenho, pintura, bordado e outros”, explica a especialista. 

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    Notícias de empregos

     

  • Negócios de empreendedores seniores são os mais afetados com a crise

    Os empresários mais velhos foram os mais afetados com a crise ocasionada pela pandemia do novo Coronavírus. A informação é de uma pesquisa realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

    Foram ouvidos 10.384 empreendedores, entre os dias 30 de abril e 5 de maio. O levantamento identificou que as medidas de isolamento social causaram queda na receita em negócios comandados por pessoas de todas as faixas etárias, mas o impacto foi maior entre os com mais idade.

    Entre os entrevistados com mais de 56 anos, 51% disseram fechar seus negócios temporariamente; enquanto entre aqueles com até 35 anos, 45% optaram por mudar os rumos do segmento em que atuam.

    Segundo a pesquisa, os seniores tiveram mais prejuízos, pois 46% deles possuem negócios que só funcionam com a presença do empresário. Já entre os mais jovens, 35% passaram a utilizar ferramentas digitais.

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    Para as empresas que tiveram diminuição do faturamento, o impacto também foi maior entre os mais velhos, chegando a 71% de perda. Já entre os negócios que aumentaram a receita, os empresários mais jovens chegaram a alcançar 40% de aumento.

    A internet é uma ferramenta fundamental para aqueles que estão tentando manter os negócios ativo durante a pandemia. Os empreendedores de até 35 anos tiveram maior adesão às vendas online, principalmente pelas redes sociais.

    Apesar de os empresários das faixas de 36 a 55 anos e 56 anos ou mais terem adotado menos medidas nesse sentido, eles mantiveram mais pessoas empregadas. Entre eles, a média é de 3,7 funcionários, enquanto entre os mais jovens é 3,3.

    Além disso, os mais novos foram os que mais utilizaram as medidas do governo para diminuição de salário e carga horária.

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    Crise tem maior efeito em empresários mais velhos
    Empreendedores seniores são os mais afetados com a crise
    (Foto: Pixabay)

     

    Seniores recorreram mais às linhas de crédito

    A pesquisa também apontou que o público mais velho (com 56 anos ou mais) é o que mais costuma buscar empréstimos. Cerca de 63% dos entrevistados disseram recorrer às linhas de crédito. Além disso, eles são também aqueles que mais conseguem aprovação.

    Os mais jovens se recusam a procurar crédito, até por terem mais dificuldade pela falta de garantia e avalista. A medida mais demandada ao governo por todas as faixas etárias é a liberação de empréstimos sem juros.

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    Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa é importante para o governo e as instituições, como o próprio Sebrae, direcionarem suas ações aos problemas apontados: “A cada novo estudo direcionamos melhor os esforços do Sebrae para apoiar todos os pequenos negócios do país”. 

    Notícias de empregos

    Sobre os entrevistados

    A maioria dos entrevistados com até 35 anos é Microempreendedor Individual (MEI), principalmente nas áreas de comércio e serviços. Em relação ao gênero, 53% do empresariado mais jovem é composto por mulheres.

    Já sobre o grau de instrução, entre os empreendedores mais velhos está a maior proporção de pessoas com baixa escolaridade: 18% tem ensino médio incompleto ou menos. No entanto, eles são os que mais arrecadam.

    Enquanto, os mais novos faturam R$23,3 mil, os empresários com 56 anos ou mais chegam aos R$32,6 mil.

  • Vale divulga mais de 50 vagas de emprego para diferentes Estados

    A Vale, mineradora brasileira, está com inscrições abertas para 56 novas vagas de emprego em todo o país. Há oportunidades para diferentes Estados como Minas Gerais, Maranhão, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Pará e Mato Grosso do Sul. 

    As vagas disponíveis destinam-se a candidatos com níveis médio, médio técnico e superior. Dentre os cargos ofertados, há chances nas seguintes funções:

    • Engenheiro sênior;
    • Auxiliar técnico manutenção;
    • Supervisor de hidráulica – operação de mina;
    • Soldador I;
    • Geólogo pleno;
    • Operador de equipamentos e manutenção; 
    • Operador posto I; 
    • Assistente administrativo; entre outras. 

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    É importante ressaltar que a empresa está oferecendo inúmeras vagas e o prazo para candidatura pode variar entre elas. Algumas oportunidades recebem currículo até o próximo dia 8 e outras até a próxima terça-feira, dia 9, por exemplo.

    A empresa não divulgou o valor da remuneração. Os interessados podem se inscrever através do portal de vagas da Vale, sempre observado os requisitos e período definido para a candidatura. No site, é possível filtrar a disponibilidade de vagas por localidade. 

     

    Vale
    Vale abre mais de 50 vagas para diferentes cargos
    (Foto: Divulgação)

     

    Senac inscreve para mais de 40 vagas de emprego em São Paulo e RS

    O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) está com 46 vagas abertas para os Estados do Rio Grande do Sul e São Paulo. As oportunidades são para diferentes níveis de escolaridade. 

    Para o Senac SP são contabilizadas 28 vagas, distribuídas para os centros universitários nos campis Santo Amaro e Campos e nas unidades de Campinas e Lapa Tito. As contratações serão pelo regime CLT.

    Todas as oportunidades abertas no Senac SP são para professor horista, com remuneração que varia de R$44,58 a R$56,16, dependendo da especialidade. A carga horária de trabalho semanal também varia de acordo com a especialidade da função. 

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    Dentre as especialidades disponíveis, há chances para lecionar cozinha asiática, direção de ficção, gerenciamento de processos e indicadores de desempenho em saúde, representação gráfica em moda, planejamento e operação em mídias sociais, estão de segurança do paciente, desenho, colorização, entre outras. 

    Os interessados podem se inscrever até o dia 5 de junho, no site do Senac SP. Após o término do período de inscrições, os candidatos passarão por um processo seletivo que inclui as seguintes etapas eliminatórias, mas não limitadas a elas: 

    • Análise curricular;
    • Testes específicos;
    • Dinâmicas de grupo; e
    • Aula-teste e/ou entrevistas individuais. 

    Obrigatoriamente, os candidatos passarão pelas etapas, também eliminatórias, de verificação de documentação e qualificação cadastral, e exame médico admissional.

    Saiba mais

    Notícias de empregos

     

  • Concessão e prorrogação do auxílio-doença: 10 perguntas e respostas

    Com o objetivo de esclarecer dúvidas dos segurados relacionadas à perícia médica e concessão do auxílio-doença, durante a pandemia do Coronavírus, a Secretaria de Previdência selecionou por meio de suas redes sociais, as dez perguntas mais frequentes sobre os assuntos. 

    Por conta das medidas de isolamento, propostas para reduzir a disseminação do vírus da Covid-19, os atendimentos presenciais nas agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) permanecem suspensos até o dia 19 de junho, podendo ser prorrogado. No entanto, a prorrogação do benefício será feita automaticamente pelo órgão, enquanto durar a pandemia e o segurado recebe antecipação no valor de um salário mínimo (R$1.045) por até três meses. 

    Para aqueles com direito a mais de um salário mínimo, o restante do valor será pago, posteriormente, após a reabertura das agências do INSS, quando serão emitidas as orientações de como proceder para solicitar a diferença de valores. 

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    Agência INSS
    Secretaria de Previdência esclarece dúvidas sobre auxílio-doença
    (Foto: Divulgação)

     

    Esclareça suas dúvidas sobre o auxílio-doença

    1. Como sei se tenho direito ao auxílio-doença?

    Para ter direito ao auxílio-doença, o segurado deve ter contribuído para a Previdência Social por, no mínimo, 12 meses. No entanto, se o afastamento for decorrente de acidente de trabalho, não há carência para receber o benefício. Confira mais detalhes no site

    2. Como faço para receber auxílio-doença enquanto as agências do INSS estiverem fechadas por causa da pandemia do Coronavírus?

    Neste momento, em que há suspensão do atendimento presencial, bem como da perícia médica, quem requerer o auxílio-doença deve enviar o atestado médico pelo Meu INSS, site ou aplicativo, para que seja feita antecipação no valor de R$1.045.

    Caso o atestado esteja em conformidade, após verificação pela perícia médica federal, o INSS faz o processamento do pedido e procede com o pagamento da antecipação do  benefício, que será feito junto com o calendário de pagamento mensal. O passo a passo de como enviar o atestado pode ser conferido no link

    3. Fiz perícia antes do fechamento das agências do INSS, mas não recebi o resultado. Como saberei se tenho direito ao benefício?

    O segurado que faz qualquer requerimento junto ao INSS deve acompanhar o status da análise do benefício pelo Meu INSS ou pela central telefônica 135, que funciona de segunda a sábado, de 7h às 22h.

    4. Tinha perícia agendada, mas foi cancelada por causa do fechamento das agências. O que faço?

    Basta entrar no aplicativo Meu INSS para fazer o envio do atestado médico, caso o segurado queira solicitar a antecipação do auxílio-doença, no valor de R$ 1.045.

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    5. Como faço para registrar o atestado médico?

    Acesse o Meu INSS ou use o aplicativo para celular e selecione a opção “Agendar Perícia”. Selecione “Perícia Inicial” e quando aparecer a pergunta “Você possui atestado médico?”, responda sim e anexe no portal.

    6. Preciso prorrogar meu auxílio-doença. O que devo fazer?

    Em atendimento à Ação Civil Pública nº 2005.33.00.020219-8, os pedidos de prorrogação de auxílio-doença serão feitos automaticamente pelo INSS, enquanto durar o fechamento das agências, em função da Emergência de Saúde Pública de nível internacional decorrente do Coronavírus. A regra está prevista na Portaria 552. De acordo com a Portaria, os pedidos de prorrogação serão efetivados de forma automática a partir da solicitação, por 30 dias, ou até que a perícia médica presencial retorne, limitado a seis pedidos.

    Para resguardar o direito do segurado, o INSS também prorrogará automaticamente aqueles auxílios que foram concedidos por decisão judicial, ou, em que a última ação tenha sido de estabelecimento, ou ainda, via recurso médico.

    7. Por quanto tempo posso receber a antecipação de um salário mínimo?

    A antecipação para o auxílio-doença, no valor de R$1.045, será paga pelo período de três meses, incluindo as possíveis prorrogações.

    8. Meu auxílio-doença foi prorrogado automaticamente, mas já estou apto para voltar ao trabalho. Como cancelo a prorrogação?

    Nestes casos o segurado que teve a antecipação liberada, mas está apto para retornar ao trabalho, deve solicitar a alta a pedido, para que seja suspensa a antecipação do benefício.

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    9. Recebi um salário mínimo de antecipação, mas meu auxílio-doença teria um valor maior. Vou receber a diferença?

    Se o segurado tiver direito a um benefício maior do que R$1.045, após o reabertura das agências do INSS, serão emitidas as orientações de como proceder para solicitar a diferença de valores. 

    10. Serei comunicado caso tenha que comparecer a uma perícia médica para manter o benefício ou receber o complemento do valor devido?

    Quando houver o retorno do atendimento presencial o INSS notificará os segurados sobre os procedimentos necessários para realização de perícia. Isso acontecerá pelo Meu INSS ou por contato telefônico feito pelos atendentes da Central 135. Por isso é importante manter todos os dados de contato atualizados. Para isso, basta acessar o Meu INSS e conferir se os contatos telefônicos e email estão corretos.

    Além disso, toda informação importante para o segurado do INSS é publicada na página oficial do órgão

    Notícias de empregos

     

  • Auxílio emergencial negado: Lorenzoni anuncia sistema de contestação

    O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, informou que o governo federal prepara uma nova ferramenta de contestação para pessoas que tiveram o auxílio emergencial negado. De acordo com ele, o novo sistema deve ser anunciado até o fim desta semana. As declarações foram feitas na segunda-feira, 1º.

    A análise desses pedidos, segundo Lorenzoni, será feita por servidores especializados do ministério e não apenas pelo sistema de informações da Dataprev. Dessa forma, o ministro acredita ser possível tratar individualmente o problema de brasileiros que não conseguiram acesso ao benefício de R$600.  

    “A linha de contestação estará aberta para todo e qualquer cidadão e cidadã brasileiro. Aí não é mais máquina. Serão técnicos do ministério que vão trabalhar o caso a caso. Por isso, é mais complexo”, disse à GaúchaZH.

    Conforme informou o ministro, de maneira gratuita, os Correios farão o envio de documentações que o cidadão precisar para reanálise. Lorenzoni ainda admitiu falhas no cruzamento de dados do sistema do benefício.

    “A lógica que usamos foi atender o maior número de pessoas com a maior segurança possível. Mas, claro, há dificuldades que a gente tem de ir arrumando. Por isso criamos a esteira de contestação para tratar o caso a caso”, destacou o ministro. 

     

    Onyx Lorenzoni
    De acordo com Lorenzoni, governo prepara ferramenta para contestação
    de auxílio emergencial negado (Foto: Divulgação)

     

    Muitas pessoas se enquadram nos requisitos e não recebem o dinheiro por conta da base de dados desatualizada. Há também registros de falhas e fraudes no sistema. O filho do jornalista William Bonner, por exemplo, teve o CPF usado para fazer o cadastro e teve pedido aprovado.

    Nesta quarta-feira, 3, o empresário Luciano Hang, dono da rede varejista Havan, veio à publico contar que foi cadastrado e aprovado no auxílio emergencial. “Alguém me passou a perna, pegou o dinheiro e sumiu. Realmente o cadastro foi feito, mas não recebi nada”, escreveu em suas redes sociais. 

    O auxílio emergencial foi criado pelo governo para beneficiar trabalhadores informais, autônomos, desempregos e microempreendedores individuais (MEIs) no período da pandemia pela Covid-19.

    Segundo o Ministério da Cidadania, 59 milhões de brasileiros receberam o auxílio-emergencial em decorrência da crise econômica pelo Coronavírus. Até esta quarta-feira, 3, a estimativa é de que o quantitativo chegue a 64 milhões. 

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    Quem ficar desemprego até 3 de julho pode pedir auxílio

    Quem ficar desempregado até o dia 3 de julho terá direito a receber o auxílio emergencial de R$600. A confirmação foi feita pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, em coletiva de imprensa na terça-feira, 2.

    O profissional terá que concluir o pedido pelo aplicativo ou pelo site da Caixa até a data limite. Caso peça no dia 4 de julho, por exemplo, não terá a ajuda federal.

    “Até o dia 3 de julho, a população pode realizar o cadastramento. Algumas pessoas estavam empregadas e não teriam o direito e podem, ao longo do tempo, passar a ter o direito”, afirmou Guimarães.

    O auxílio emergencial de R$600 é uma das ações do governo federal para conter os impactos do Coronavírus. O valor é para trabalhadores informais, autônomos, desempregados e microempreendedores individuais (MEIs). 

    Para ter direito as três parcelas do benefício, é preciso ser maior de idade e atender aos critérios estabelecidos.

    Como por exemplo, não ter emprego formal, não receber outro benefício do governo (com exceção do Bolsa Família), não ter renda familiar mensal maior que  R$ 3.135,00 ou R$ 522,50 per capita (por pessoa).

  • PageGroup lista 6 passos para uma contratação remota assertiva

    A pandemia do novo Coronavírus trouxe impacto em todo o mundo, principalmente nos setores da Saúde e Economia. No Brasil, o mercado de trabalho é um dos mais afetados, com demissões, redução de salários e mudanças nos modelos de contratação e também de atuação retoma. 

    Uma parte dos profissionais brasileiros, que seguem em seus empregos, precisou lidar, muitas vezes, pela primeira vez com o home office. Já os empregadores/empresas estão se adaptando ao modelo de contratação remota.

    Para ajudar às empresas a lidar melhor com a mudança, o PageGroup – consultoria de recrutamento – listou 6 dicas para realizar uma contratação remota assertiva.

    Segundo a companhia, embora muitas empresas tenham implantado planos de contingência para evitar maiores instabilidades durante a pandemia, é claro que ainda existem muitas questões a serem resolvidas.

    “Profissionais de todos os níveis estão aprendendo à medida que as coisas avançam. Mas uma certeza é de que os processos de recrutamento e seleção estão passando e continuarão sendo altamente impactados em mudanças significativas, especialmente pela alta adoção da tecnologia”, explica o presidente do PageGroup no Brasil, Gil Van Delft.

    Ainda segundo ele, nesse momento de pandemia, há empresas que precisam recrutar profissionais de forma online, mas que encontram dúvidas como:

    • Como um candidato terá identificação com a minha marca sem frequentar o ambiente?
    • O que fazer para atraí-lo?
    • De que forma devo abordá-lo?

    “Estas e outras perguntas se tornaram o novo normal em época de pandemia. Para esclarecer estas e outras dúvidas o PageGroup acaba de lançar um Guia de Contratação Remota, uma publicação elaborada por especialistas em recrutamento e seleção totalmente dedicada ao novo cenário global de contratações”, revela a empresa.

    6 passos para uma contratação remota assertiva (Foto: Pixabay)
    6 passos para uma contratação remota assertiva (Foto: Pixabay)

     

    Confira 6 passos para uma contratação remota assertiva

    1. Destaque sua proposta de valor e promova a marca

    Segundo o PageGroup, a proposta de valor (Employee Value Proposition – EVP) é uma das principais formas de demonstrar porque os candidatos devem querer fazer parte da equipe.

    Para aprimorar o EVP, antes de compartilhá-lo com os profissionais, é preciso identificar o que quer que ele diga ou faça pela instituição. Mesmo que já tenha uma proposta consolidada, é necessário revisá-la durante o momento de transformações em curso para garantir que continue alinhada aos objetivos da empresa.

    “Um EVP deve ser exclusivo para cada negócio e, se for um verdadeiro reflexo de como é trabalhar na corporação, atrairá o talento certo”, diz a consultoria.

    Outras formas de promover uma marca são:

    enlightened Ter uma missão e visão com valores claros para atrair candidatos e engajar funcionários;

    enlightened Compartilhar a jornada e os objetivos da empresa com frequência; e

    enlightened Investir na qualidade e na transparência das comunicações internas e externas.

    2. Faça uma boa descrição do cargo

    Ao considerar a mudança do perfil dos candidatos e a busca por propósitos que vão além de salários, as descrições dos cargos precisam ser detalhadas para atrair talentos.

    Como os encontros físicos não podem ser realizados por enquanto, a empresa afirma que é fundamental que o texto aponte tudo o que os profissionais devem saber sobre a vaga e suas funções, com transparência e sem abrir brechas para ambiguidades.

    Em alguns casos, segundo a empresa, vale explicar como a função funcionará se for esperado que o candidato selecionado trabalhe remotamente enquanto durar isolamento social.

    Entre os principais pontos de atenção, que devem constar nos anúncios, estão:

    • O que a organização faz?
    • Qual é o propósito e a missão?
    • O que a empresa deseja alcançar e como?
    • Onde está o negócio ou a empresa nessa jornada?
    • Como a posição descrita se encaixa nessa jornada?
    • Como é descrita a cultura?
    • Quais os modelos de negócio existentes?

    3. Avalie detalhadamente os currículos

    Segundo o PageGroup, em um momento de grandes mudanças, tanto para as empresas, quanto para as pessoas, é importante prestar ainda mais a atenção nas habilidades e competências de um candidato por meio da análise de seu currículo de acordo com os objetivos da função.

    “Considere as habilidades técnicas, experiências em mercados similares, qualificações e desempenhos para garantir maiores chances de aptidão para o cargo oferecido”, diz a consultoria.

    Ainda de acordo com a empresa, os profissionais entrevistados por vídeo tendem a ser mais rápidos e eficientes nas respostas do que pessoalmente, o que significa que os gestores poderão conhecer mais pessoas em um espaço de tempo mais curto do que antes, agilizando os processos seletivos.

    “No entanto, é preciso estar atento para não cair em armadilhas de procurar brechas na carreira e questionar a contratação de alguém que está desempregado. Considerando o cenário atual, a postura pode significar a perda de um profissional preparado e compatível com a empresa”, indica a consultoria.

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    4. Adapte-se às tecnologias

    De acordo com o guia do PageGroup, existem diversas opções no mercado para videochamadas, incluindo aplicativos como Zoom, Skype e Microsoft Teams, entre outras. “Vale a pena contar com o maior número possível de plataformas, já que nem todos os candidatos terão acesso às mesmas tecnologias”, diz.

    A seleção, segundo a consultoria, também é importante para garantir a compatibilidade com a segurança interna de TI e a configuração para uso em sistemas remotos de nuvem.

    “Embora a maioria ofereça boa visão e qualidade de áudio, não garante a experiência completa de estar em uma sala de entrevista física, reagindo a expressões e linguagem corporal e criando relacionamento. No entanto, não encare como uma barreira. Conduza a entrevista da mesma maneira que faria pessoalmente, para que possa ter a avaliação de competências e entender a experiência do candidato e como se encaixaria na sua equipe”, indica o guia.

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    5. Faça a oferta certa ao talento certo

    Segundo o PageGroup, tão importante quanto encontrar o candidato certo, é oferecer uma boa proposta de trabalho para retê-lo. Mas, segundo a consultoria, nem sempre o que é vantajoso para um profissional, será para outro.

    “Uma oferta baseada em salário dificilmente será aceita. Os requisitos dependem de uma análise do estágio de vida e carreira em que se encontram, que também deve considerar a função e as responsabilidades no cargo e como o profissional contribuirá diretamente para as metas e objetivos mais amplos da organização”, diz o guia.

    Ainda segundo a consultoria, os benefícios, além do padrão de mercado, são fatores de destaque na hora da oferta. “Políticas de trabalho flexível, folgas nos aniversários, subsídios educacionais, entre outros, são grandes atrativos”, garante.

    “Se possível, informe os valores monetários dos recursos oferecidos. Demonstre de maneira a reiterar o valor total, em vez de se concentrar apenas no salário-base”, indica a empresa.

    6 Adapte seu onboarding ao modelo remoto

    Por fim, o PageGroup revela que é importante que a empresa saiba planejar a integração antes da chegada do novo colaborador, ainda mais se o processo será inteiramente remoto. “Tudo se resume a uma pergunta-chave: o que você deseja que seu novo colaborador faça no primeiro dia?”, diz.

    A consultoria ainda indica o envio de um e-mail de boas-vindas, para guiar o novo membro no início dos trabalhos.

    “Defina o cronograma para a primeira semana e forneça detalhes sobre pontos de contato, caso ele tenha alguma pergunta adicional. Aproveite para enviar as políticas da empresa e conteúdos sobre as principais áreas de negócios, que o ajudarão a mergulhar na cultura, visão e valores da nova corporação”, diz a empresa.

    Ainda segundo o PageGroup, após os direcionamentos, é importante que o empregador verifique se o profissional está apto a trabalhar remotamente e se conta com os equipamentos necessários.

    “Ao início das atividades, mantenha uma rotina de contatos por meio dos canais de comunicação, para que, assim, o iniciante entenda melhor como seu papel se encaixa na estratégia ampla e comece a construir relacionamentos”, diz a consultoria.

    O Guia do PageGroup traz ainda uma dica final: os empregadores não devem deixar de fornecer feedbacks. “Além disso, modere expectativas, uma vez que o treinamento remoto pode ser mais complicado do que o presencial”, conclui. 

  • Estudar no exterior impulsiona carreira e facilita conquista de emprego

    Estudar no exterior é o sonho de muitos jovens e recém-formados. Além de ter acesso a cursos de alta qualidade e de conhecer novas culturas, essa experiência trará um grande peso no currículo do profissional quando ele voltar ao Brasil, conforme explica Gilberto Silva, que é representante do Instituto Piaget no Brasil e consultor educacional da Tecfy Sistemas.

    Segundo ele, estudar no exterior impulsiona a carreira de qualquer profissional e facilita a conquista de um emprego com salários mais atrativos. “Em condições normais, a experiência internacional agrega muito valor para o profissional e é, sim, um elemento que contribui para qualificá-lo para empregos de mais remuneração”, disse Gilberto Silva.

    Mas quais os passos devem ser tomados por aqueles que querem estudar no exterior? Quais falhas não podem ser cometidas? É possível conseguir bolsas de estudo? Todas essas respostas podem ser conferidas na entrevista abaixo com Gilberto Silva, que já teve chance de participar de um programa de curta duração em Stanford e fazer um doutorado em Portugal.

    Segundo ele, essas experiências foram extremamente importantes em sua vida:

    “Definitivamente você volta transformado e querendo transformar o mundo a sua volta, além, é claro, da valorização profissional que a experiência traz”.

    FOLHA DIRIGIDA – Quais as vantagens de estudar no exterior?
    Gilberto Silva – São diversas vantagens, mas vou destacar as mais conhecidas: impulsionamento da carreira no Brasil – uma experiência no exterior tem grande peso no currículo de um profissional e geração de oportunidades de trabalho no exterior; possibilidade de dominar outro idioma; oportunidade de conhecer novos modos de vida e outras culturas; chance de descobrir ou desenvolver novos interesses e a possibilidade de viver uma experiência única e diferenciada e de fazer muitos contatos.

    Um network internacional também tem grande valor profissional.

    + Covid-19: qual perfil profissional o mercado vai exigir com a crise?

    Quais são os principais passos que um estudante deve tomar caso decida por estudar no exterior, seja para fazer uma faculdade, um MBA, mestrado ou doutorado? Fazer uma reserva financeira é indispensável, correto?
    Os passos principais são: primeiro, definir os principais objetivos relacionados ao desejo ou necessidade de estudar no exterior, que podem estar relacionados à qualificação profissional, desenvolvimento de novas habilidades, aprimoramento de conhecimentos, busca de novas áreas, desejo de ter uma experiência internacional e, ao mesmo tempo, adquirir algum novo conhecimento, etc.

    Segundo passo: depois de definido o objetivo, é necessário escolher o curso, ou programa de formação e a instituição ou instituições que melhor atendem aos interesses. Nessa etapa é importante avaliar questões como os conhecimentos de idiomas – relacionados aos países pré-escolhidos, os investimentos envolvidos – além do programa, a hospedagem, a alimentação, o lazer e algum dinheiro de reserva. Depois disso deve-se elencar cursos e instituições para avaliar os custos e benefícios envolvidos.

    Depois, é fundamental uma pesquisa aprofundada para saber as condições de oferta, datas, investimentos, seguros etc. O terceiro passo é avaliar e cuidar das questões legais de imigração, para não correr o risco de ser expulso do país por não ter o visto adequado. Sobre a reserva financeira, é sim fundamental, afinal o estudante está partindo para um outro país e surpresas podem acontecer.

     

    Gilberto Silva conta sua experiência para falar da importância da
    vivência no exterior para o profissional (Foto: Arquivo Pessoal)

     

    A adaptação à cultura local pode ser um complicador. Como superar isso? O ideal é escolher um país que tenha uma cultura mais similar à do Brasil?
    Essa é uma questão complexa e depende muito do perfil de cada um. Para algumas pessoas é o contato com uma cultura muito diferente, um dos grandes atrativos para fazer um curso no exterior, já para outros, é mais confortável buscar países que aparentemente têm alguma proximidade cultural com o Brasil.

    Algumas questões devem ser pesquisadas com antecedência, como hábitos alimentares, comportamento em público e comportamento em relação aos habitantes. Um exemplo simples: não é comum o aperto de mãos em vários países asiáticos, e abraços acalorados e beijos podem ser considerados altamente inapropriados em diversas culturas.

    Desejando ou sendo obrigado, por qualquer fator, a cursar um programa em um país de cultura muito diversa, o importante é tomar todos os cuidados e se preparar bem antes. Pode ser necessário recorrer a uma cadeia de fastfood por exemplo, para garantir uma refeição com a qual está mais ambientado.

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    Quais outras questões devem ser levadas em conta? Quais erros não podem ser cometidos?
    Além do que já citei antes, principalmente em relação a pesquisar e se preparar bem, acredito que um ponto muito importante é lembrar que você não está mais em seus país, assim que chegar ao destino escolhido para o curso.

    Então, todo o cuidado é pouco. Além de questões de segurança, documentação e conhecer a cultura local, é importante lembrar que você não está no Brasil, por isso é melhor ficar atento a tudo a sua volta. Por mais que muita gente acredite que todo mundo ama os brasileiros pela alegria e espontaneidade, não dá para sair abraçando todo mundo ou fazendo rodinhas de samba ou pagode em qualquer bar, acreditando que todos em volta vão adorar.

    O melhor é ser discreto e acompanhar o comportamento dos habitantes locais.

    É fácil conseguir visto de estudante? Em quais países essa questão é facilitada?
    Geralmente, é um dos vistos menos complicados a partir do momento que você tem uma comprovação que foi admitido para um curso ou programa de uma instituição de ensino conhecida no país para onde pretende ir. Mas cada país tem suas regras e exigências.

    Alguns são mais rigorosos na concessão do visto, como os Estados Unidos, e outros menos rigorosos. Os países do Mercosul e da América do Sul, em geral, não criam dificuldades, por conta dos tratados de livre circulação. Alguns países da Europa como França, Itália e Portugal também costumam ser menos complicados.

    Mas, como eu disse, é preciso estudar as regras de cada país. Na Alemanha, por exemplo, é exigido em programas de longa duração que o interessado abra uma conta em um banco do país e deposite lá o valor equivalente às despesas do primeiro ano do curso. Depois terá que fazer novo aporte a cada ano e comprovar as autoridades migratórias.

    É uma conta especial controlada, com liberação de saques mensais programados. Já em outros países como Portugal, por exemplo, você deverá comprovar condições de subsistência e contrato de alojamento – pode ser da própria universidade ou um contrato de aluguel.

    É fácil conseguir bolsas para estudar no exterior, sobretudo em Portugal, país que já possui uma enorme colônia brasileira?
    Já foi mais simples, mas devido ao desinvestimento em educação, principalmente em programas públicos de pesquisa no exterior, já não é tão simples. Tem estudantes com dificuldade de receber recursos de bolsas ou renovar programas, mas existem, sim, algumas opções.

    Existem alguns programas internacionais de bolsas e algumas entidades globais também têm programas especiais. Uma destas organizações é o Banco Santander, que distribui diversas bolsas focadas em educação para alunos e professores brasileiros que desejem fazer uma formação em outro país, desde que seja um onde se fale português ou espanhol.

    O programa europeu Erasmus também prevê bolsas para alunos que resolvam estudar em outros países dentro do continente, mas é possível que brasileiros consigam algumas dessas bolsas. No caso de Portugal, algumas instituições têm programas de financiamentos e condições especiais para estudantes brasileiros.

    Muitas universidades portuguesas aceitam a nota do Enem para ingresso em vários cursos. Mas é possível se matricular em universidades portuguesas e de outros país, mas estudar aqui no Brasil, por meio de vídeoaulas e outras ferramentas?
    Hoje, existem muitas opções de ensino a distância pelo mundo, principalmente em programas livres, de pós-graduação e até mestrados e doutorados.

    No caso de graduação, a oferta ainda não é tão grande no exterior, mas já existem experiências exitosas como a Open University da Inglaterra e a Universidade Aberta de Portugal, onde o aluno pode fazer o programa quase inteiro no Brasil, indo ao país somente para algumas atividades, provas ou defesa de dissertação ou tese, no caso de mestrado ou doutorado.

    É fácil revalidar um diploma de graduação ou pós-graduação ao voltar para o Brasil?
    Infelizmente não. O Brasil não possui nenhum acordo de revalidação automática de diplomas com nenhum outro país. O estudante que faz um curso no exterior deverá buscar na plataforma Carolina Bori, do MEC, uma instituição no Brasil que ofereça um programa parecido com o que cursou e solicitar a revalidação por esta instituição, atendendo às exigências apresentadas.

    Ao voltar ao Brasil, essa experiência no exterior aumentará bastante as chances de conseguir empregos com salários mais atrativos?
    Geralmente sim. Em situações mais graves, como a que estamos passando, pode contribuir para a manutenção do emprego ou aumentar as chances numa disputa com outros candidatos em uma nova vaga.

    Em condições normais, a experiência internacional agrega muito valor para o profissional e é, sim, um elemento que contribui para qualificá-lo para empregos de remuneração mais alta.

    + Carreiras do futuro (ou presente): o que você precisa saber

    Aquele que vai com visto de estudante pode trabalhar no exterior? As empresas do exterior costumam contratar estudantes brasileiros para vagas de estágio e/ou empregos?
    Geralmente o visto de estudante não permite trabalhar legalmente no exterior. O que acontece é que muitos estudantes arrumam empregos informais para gerar uma renda extra. Eventualmente, é possível mudar a condição do visto, já estando no país, passando de estudante para investidor ou empregado.

    Mas é necessário buscar informação nos serviços de imigração para não correr nenhum risco.

    Fale um pouco sobre sua experiência de estudar no exterior e como isso transformou a sua vida?
    Estudar em um outro país é uma experiência pessoal única. Fiz um programa de curta duração em Stanford e um doutorado em Portugal (grande parte em EAD, mas tive que ir quatro vezes ao país para cumprir etapas do programa).

    Você conhece o país ou a região com mais profundidade, tem a oportunidade de conhecer lugares especiais, que somente moradores conhecem, convive com outras realidades totalmente diversas das nossas, como as escolas públicas da Califórnia, que têm estruturas e recursos que pouquíssimas escolas de elite no Brasil, e por outro escolas mais simples em Portugal, mas com alta qualidade de ensino, por conta do sistema educacional do país.

    Definitivamente você volta transformado e querendo transformar o mundo a sua volta, além é claro da valorização profissional que a experiência traz.

    Hoje você é representante no Brasil, do Instituto Piaget, que é uma instituição portuguesa. Fale um pouco sobre ela e os cursos que oferece. Todos são presenciais?
    Fiz parceria com o Instituto Piaget, pois encontrei na instituição o ambiente e oportunidades que podem fazer a diferença para brasileiros que desejem estudar em Portugal. O Instituto oferece cursos em diversas áreas, como educação, gestão, saúde e tecnologias, além de diversas pós-graduações e mestrados. Além disso possui quatro unidades nas principais regiões de Portugal, além de estar presente também em alguns países da África e no Brasil (em SP).

    Essas condições permitem o desenvolvimento de projetos e parcerias diversas. Já estou desenvolvendo para o Piaget alguns convênios e protocolos de cooperação com escolas e instituições de ensino superior brasileiras e também alguns projetos relacionados à capacitação e formação de colaboradores.

    A maior parte dos cursos do Instituto são presenciais, mas ele já oferece diversos programas de pós-graduação 100% online ou o que ele classifica de B-learning, com parte presencial e parte a distância, como é o caso de um mestrado em Educação, onde o aluno precisa ir a Portugal basicamente para o período de exames do curso e defesa da tese.

    Por Luiz Fernando Caldeira
    luiz.fernando@folhadirigida.com.br

     

  • TOTVS oferece 10.900 vagas para web aulas gratuitas em junho

    Durante esse período de distanciamento social, muitos profissionais aproveitam o tempo livre em casa para buscar meios de investir em qualificação profissional. Em contrapartida, algumas instituições têm promovido iniciativas para ajudar essas pessoas a terem acesso a informações de qualidade e gratuitas. 

    Esse é o caso da TOTVS, empresa de desenvolvimento de software de gestão. A instituição está com inscrições abertas para 10.900 vagas para aulas on-line gratuitas, que serão realizadas ao longo do mês de junho. Esta é a segunda edição do evento que oferece web aulas com especialistas.

    Os temas das aulas serão focados nas rotinas dos produtos TOVTS, em diversos segmentos. Além disso, também estão previstas aulas sobre e-social, Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGDP), entre outros temas. Serão abordadas discussões sobre assuntos relacionados às áreas de:

    • Recursos Humanos;
    • Agronegócios;
    • Manufatura;
    • Educação;
    • Back Office;
    • Gestão jurídica;
    • Saúde;
    • Logística; e
    • Prestação de Serviços.

    Santander anuncia a abertura de 1.500 vagas em áreas estratégicas

    Ao todo, serão 109 aulas com transmissão ao vivo pela internet, com 100 vagas para cada uma. Os encontros serão realizados entre os dias 8 e 30 de junho.

     

    Web aulas abordarão temas sobre diferentes áreas (Foto: Pixabay)

     

    Inscrições para as aulas já estão abertas no site da TOTVS

    A TOTVS é uma das empresas líderes do mercado de tecnologia no Brasil. A instituição tem como uma de suas frentes de trabalho o apoio ao crescimento de milhares de negócios e empreendedores, em todo o país, por meio da tecnologia. A ideia é que, com as web aulas,  a TOTVS possa auxiliar esses empreendedores a obterem mais conhecimento para gerir seus negócios.

    “Em abril, fizemos treinamentos gratuitos para 1.500 pessoas e foi um sucesso, as inscrições acabaram em poucas horas. Então, decidimos abrir mais vagas para essa segunda rodada, até para atender a atual demanda do mercado que está em busca de capacitação nesse período de quarentena”, disse Diana Rodrigues, diretora de marketing da TOTVS.

    + Estudar no exterior impulsiona carreira e facilita conquista de emprego

    Diana ainda destacou que essa é uma forma da empresa colaborar com seus clientes e profissionais do ecossistema durante esse período de distanciamento social, em que empresas e trabalhadores sofrem com a crise no mercado.

     “A ideia é que quando tudo isso passar, as pessoas possam retomar suas atividades com mais conhecimento e uma bagagem ainda mais fortalecida.”

    O cursos serão ministradas por especialistas da TOTVS. Os encontros acontecerão todos os dias, das 9h às 16h. Cada encontro terá duração de uma hora. Os interessados podem obter mais informações sobre os treinamentos e a programação no site da TOVTS

    Nesse mesmo site poderão ser feitas as inscrições para assistir às aulas. Para isso, basta clicar no curso desejado e preencher o formulário disponível na página. 

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