O Dia dos Namorados foi na última sexta-feira, 12, mas ainda é possível aproveitar benefícios oferecidos pela data. Estudantes, que desejam ingressar em um curso universitário, poderão aproveitar uma promoção feita para a data comemorativa e garantir uma vaga no vestibular online da Estácio.
A campanha denominada “oferta casadinha” é válida até o dia 21 de junho e garante 50% de desconto durante todo o curso para cada um. Você pode participar com alguém que ama ou um amigo.
Todo o regulamento, bem como as inscrições, está disponível no site da Estácio, na página específica da campanha. É possível escolher entre inúmeros cursos de graduação que a instituição oferece.
Estácio oferece promoção de 50% de descontos no mês dos namorados
(Foto: Divulgação)
Como se candidatar no vestibular online com a promoção?
Para se candidatar, basta acessar o site da Estácio e pesquisar o curso de interesse. Em seguida, realizar a inscrição e escolher um amigo, parceiro ou ‘crush‘ para ser a sua indicação.
O próximo passo é preencher um formulário na página da campanha com os seus dados e com as informações de quem você quer presentear com o desconto.
Pronto, a Estácio garante que a metade do valor está garantido para todo o curso. Os dados que a faculdade pede para cadastro são: nome, CPF e -mail.
“A campanha Oferta Casadinha para o vestibular online da Estácio está disponível nos campi e polos de ensino a distância e garante 50% de desconto durante todo o curso”, diz a Estácio.
De acordo com a instituição, os selecionados deverão confirmar a matrícula no curso com o pagamento referente à primeira mensalidade. O prazo para quitar é até o dia 21 de junho, segundo consta no regulamento.
Campanha não abrange o curso de Medicina
A Estácio garante que a campanha é válida para vários cursos, como Arquitetura e urbanismo, Direito, Engenharia de produção, Marketing, e outros, mas não é válido para Medicina, conforme regulamento.
Os descontos serão aplicados para as matrículas do segundo semestre de 2020, em qualquer modalidade, não sendo acumulativos – ou seja, se você já tem algum desconto, eles não são somados a este.
O vestibular será realizado online e o participante deve ficar atento quanto à conexão de internet, além de estar em um ambiente calmo que facilite a concentração:
“O tempo para a realização do vestibular online é limitado em até uma hora ininterrupta, desta forma, o candidato não poderá pausar a avaliação. Todas as informações necessárias estão disponíveis no site. O aluno da Estácio contará com diversas vantagens como material didático digital sem custo; um corpo docente formado por especialistas, mestres e doutores; amplo acervo bibliográfico; orientação de carreira e encaminhamento para o mercado de trabalho, entre outras vantagens”
Estácio tem seguro educacional em meio à Covid-19
A boa notícia é que a Estácio conta com o seguro educacional. A medida é voltada à proteção dos alunos que tenham sido afetados com a pandemia do novo Coronavírus e perderam o emprego.
Este benefício do seguro educacional possibilita um crédito de até seis vezes o valor da mensalidade, totalmente sem custos.
Além de contemplar o desempregado involuntário, a campanha também abrange alguém que tenha sofrido com a morte do responsável financeiro. A instituição explica o passo a passo completo para solicitar o benefício em seu portal. Os documentos necessários são:
Documento de identificação
CPF
Comprovante de vínculo com a Instituição de Ensino Superior (IES)
A Caixa Econômica Federal credita nesta terça-feira, 16, a primeira parcela do auxílio emergencial para os aprovados no terceiro lote de pagamento do benefício. O recurso será creditado a 2,4 milhões de pessoas nascidas nos meses de janeiro a junho.
Na quarta-feira, 17, receberão os 2,5 milhões de novos aprovados nascidos entre os meses de julho e dezembro. Dessa vez, mesmo os beneficiários que têm conta em banco receberão por meio da conta poupança digital da Caixa.
O cronograma de saque do terceiro lote já foi divulgado e só será liberado a partir do dia 6 de julho, de acordo com o mês de nascimento do beneficiário. Confira!
Nesta terça-feira, 16, ocorrerá, a partir das 14h, a votação da MP 936, que permite a redução de salários e de jornadas de trabalho, além da suspensão de contratos durante a pandemia de Covid-19 (Coronavírus). A expectativa é para a ampliação, por até quatro meses, da medida.
A Medida Provisória (MP) 936 determina que o Governo Federal pague uma complementação de salário aos trabalhadores atingidos pela redução de seus ganhos ou suspensão de contratos. As regras valem para quem tem carteira assinada e para os contratos de aprendizagem e de jornada parcial.
Apesar de ter validade até agosto, a MP 936 prevê que a compensação do governo só valerá por até 60 dias para os trabalhadores com contratos suspensos. Como a medida foi publicada no dia 1º de abril, esse prazo já se esgotou.
A Câmara dos Deputados acrescentou ao texto a possibilidade de prorrogação da ajuda. Mas essa regra ainda precisa da sanção presidencial para ser aplicada — o que está em vigor é apenas o texto original da MP, que não admite prorrogação.
O presidente do Senado, o senador Davi Alcolumbre, justificou o adiamento, para esta terça, 16, a partir da “complexidade” da Medida Provisória e da sua repercussão no Congresso. Ao todo, o texto recebeu mais de mil emendas de deputados e senadores.
“Vários líderes partidários pediram a suspensão e a transferência (para terça, 16). O relator vai tentar construir o entendimento para a possibilidade de fazer um texto de conciliação. Este projeto é importante para a segurança jurídica das empresas e a garantia dos empregos”, explicou o presidente.
O relatório do senador Vanderlan Cardoso (PSB) rejeita todas as emendas e faz apenas uma alteração no texto que veio da Câmara dos Deputados: a correção dos valores de indenização trabalhista, que passa a ser feita pela inflação, deve ser aplicada a partir da data do vencimento da obrigação e não sobre todo o prazo decorrido entre a condenação e o cumprimento da sentença.
O senador considerou esta mudança apenas um ajuste de redação, de modo que o texto não precisará retornar à Câmara para revisão e poderá seguir diretamente para a sanção presidencial.
No entanto, se o Senado decidir por prorrogar o prazo de redução salarial ou suspensão de contratos, as empresas deverão fazer uma nova negociação direta com os trabalhadores.
Esses acordos, sem a mediação sindical de cada categoria, podem ser feitos por companhias que não tenham faturamento anual acima de R$4,8 milhões e para trabalhadores com ganhos de até R$3.135.
Sem aval dos sindicatos, acima desse valor, só é permitida a redução salarial de 25%. E, para repor o valor cortado, o governo vem pagando o benefício emergencial, o BEm. O valor que cada trabalhador tem direito tem como base as parcelas do seguro-desemprego: entre R$1.045 e R$1.813.
De acordo com publicação do O Globo, técnicos da equipe econômica afirmaram que o prazo da duração da suspensão, que é de 60 dias, será ampliado por mais 60 e do corte salarial, que é de até 90 dias, por mais 30 dias.
MP 936 será votada nesta terça, 16 (Foto: Divulgação)
Apesar da reabertura gradual do comércio em São Paulo, iniciadas nas últimas semanas, a Fecomércio acredita que a recuperação do empresariado deverá ser lenta. Diante disso, a federação defende que a MP 936 seja prorrogada por mais 120 dias.
O intuito é auxiliar as empresas nessa transição, visto que precisam de fôlego para manter os postos de trabalho. Desta forma, a FecomércioSP também pede celeridade na aprovação da MP 936 no Senado.
Além da prorrogação, a instituição enviou sugestões de alterações na medida ao Congresso:
“Dentre as sugestões feitas pela Entidade aos parlamentares, estão, além da prorrogação, o fracionamento da redução salarial; disposições mais claras sobre a natureza indenizatória dos valores de ajuda compensatória; modificação em artigo para permitir o uso de redução salarial e de jornada e suspensão contratual cumulativamente; além da ampliação da desoneração da folha de pagamento”, disse a federação.
Entenda a MP 936
Redução salarial
O empregador pode reduzir o salário e a jornada do trabalhador por até 90 dias – a redução pode ser de 25%, 50% e 70%. Em caso de redução de 25%, o acordo pode ser realizado diretamente com o empregado de forma individual.
Já para os outros percentuais, a redução poderá ser negociada apenas com empregados que tenham salário de até três salários mínimos (R$3.135) ou com quem tenha diploma de curso superior e salário a partir de R$12.202,12.
Para reduzir o salário dos trabalhadores que ganham entre R$3.135 e R$12.202,12, será necessária a intervenção do sindicato. Além disso, em caso de redução com outros percentuais, como 10% ou 60%, por exemplo, será preciso realizar acordo coletivo ou convenção coletiva de trabalho.
Suspensão do contrato
Para os empregados que tiverem suspensão do contrato de trabalho, o governo vai pagar o equivalente a 100% do seguro-desemprego a que o funcionário teria direito, mas somente para empresas com faturamento abaixo de 4,8 milhões.
Caso a empresa tenha faturamento acima de 4,8 milhões, o empregador/empresa deverá arcar com 30% do salário do empregado, como uma ajuda compensatória, enquanto o governo vai pagar o equivalente a 70% do seguro-desemprego a que o empregado teria direito.
Tanto na redução salarial, como na suspensão do contrato, os benefícios que o empregado recebe devem ser mantidos. No caso dos colaboradores que estão de férias, a recomendação é que a empresa espere esse período para propor qualquer medida.
A FulBright, programa de Intercâmbio Educacional e Cultural do Governo dos Estados Unidos da América, está com inscrições abertas para o Foreign Language Teaching Assistant (FLTA), que visa selecionar até 15 brasileiros para lecionar português nos Estados Unidos.
Com duração de nove meses, os professores irão ministrar aulas, como assistentes de ensino, em universidades norte-americanas. Além disso, deverão frequentar cursos sobre a cultura e história do país.
Os interessados podem fazer as inscrições até o dia 2 de agosto pelo site da FulBright. Os principais requisitos para se candidatar é ter bacharelado ou licenciatura em língua portuguesa e/ou inglesa, com conclusão do curso após 31 de dezembro de 2015, e ser brasileiro (sem cidadania norte-americana).
Confira as outras exigências para se inscrever no programa:
Ter proficiência em inglês, com certificado com data posterior a 27 de julho de 2017 (TOEFL-ITP com nota mínima de 550 pontos; TOEFL-iBT de 79 pontos; ou, IELTS de 6.0 – versões para realização dos testes online já disponíveis);
Residir no Brasil no momento da candidatura e durante todo o processo de seleção; e
Não receber ou ter recebido bolsa ou benefício financeiro da Comissão Fulbright ou outras agências ou entidades brasileiras para programa similar.
Selecionados vão lecionar português em universidades norte-americanas
(Foto: Pixabay)
Os bolsistas contarão com vários benefícios
Os selecionados terão direto à passagem aérea para ida aos Estados Unidos, uma bolsa-salário e ajuda de custo para instalação no país. Os valores não foram informados, contudo, segundo a entidade, os bolsistas poderão receber outros benefícios, dependendo da universidade em que for alocado. Entre eles, estão:
Auxílio de compra de livros;
Seguro para acidentes e doenças limitado (ASPE – Accident and Sickness Program for Exchanges);
Seminário de Orientação Pré-Partida em São Paulo;
Seminário de Orientação na chegada aos Estados Unidos;
Seminário de Acompanhamento em Dezembro de 2021; e
Taxa de visto J-1.
Vestibular online da Estácio inscreve até dia 21
O Dia dos Namorados foi na última sexta-feira, 12, mas ainda é possível aproveitar benefícios oferecidos pela data. Estudantes, que desejam ingressar em um curso universitário, poderão aproveitar uma promoção feita para a data comemorativa e garantir uma vaga no vestibular online da Estácio.
A campanha denominada “oferta casadinha” é válida até o dia 21 de junho e garante 50% de desconto durante todo o curso para cada um. Você pode participar com alguém que ama ou um amigo.
Todo o regulamento, bem como as inscrições, está disponível no site da Estácio, na página específica da campanha. É possível escolher entre inúmeros cursos de graduação que a instituição oferece.
O Brain, centro de inovação e negócios digitais fundado para evoluir a gestão da inovação e pensar soluções disruptivas para o Grupo Algar, está com inscrições abertas para a segunda edição do estágio Brain Summer Job.
O objetivo é buscar jovens de qualquer lugar do país interessados em uma experiência prática de aprendizado com negócios, métodos e tecnologias enquanto ainda estão na universidade.
O programa segue o modelo americano de estágio de férias e foi criado para atender a uma série de objetivos do Brain, entre eles: identificar talentos, testar o modelo de contratação por Soft Skills, testar o modelo de trabalho 100% online desde o processo seletivo, avançar na mudança de mindset da empresa e gerar novas soluções.
Para participar do Brain Summer Job, é preciso ter disponibilidade para estagiar 30 horas por semana; possuir perfil empreendedor e interesse por tecnologia e inovação; e estar matriculado em uma instituição de ensino superior a partir do 4º período de qualquer curso e de qualquer lugar do Brasil.
Serão oferecidas ao menos 15 vagas não remuneradas, uma vez que o intuito do Brain Summer Job é o aprendizado. O programa terá duração de 60 dias e o início das atividades está previsto para o dia 15 de julho. Ao fim do período de aprendizado, os jovens contratados passarão a ser remunerados.
“As universidades ainda têm dificuldade de preparar os profissionais para o mercado de trabalho do futuro e possuem um gap na formação em Soft Skills e metodologias. Essa foi nossa motivação, assim como o papel que o Brain tem na propagação da cultura de inovação e no desenvolvimento do ecossistema”, explica Zaima Milazzo, presidente do Brain.
Durante o programa, os universitários serão desafiados a entender um problema, definir uma solução, prototipar e validar a proposta desenvolvida – tudo à distância. Após uma primeira semana de integração para conhecer todos os projetos, cada participante será direcionado para um squad onde permanecerá pelo período de dois meses.
Depois de uma cerimônia de ideação, o selecionado terá a oportunidade de desenvolver um projeto desafio que resolva alguma dor do squad, dentro de alguma das avenidas tecnológicas do Brain – Internet das Coisas (IoT), Cloud, Digital e 5G.
Durante os dois meses, os jovens terão o acompanhamento de mentores de negócio, métodos e de tecnologias, assim como feedbacks semanais.
Os interessados podem se inscrever até o dia 21 de junho, na página de carreira do Brain.
Brain Summer Job inscreve até dia 21 de junho
(Foto: Pixabay)
Na versão de 2019, os times trabalharam em equipes, e uma das soluções desenvolvidas pelos “Summers” foi na temática de Energia. Eles idealizaram uma solução voltada para o mercado de micro e pequenas empresas a partir da desagregação de carga e automação.
Com ela, resolveram diversas dores do setor, como custos elevados com energia elétrica, falta de previsibilidade na fatura e busca por maior sustentabilidade. Ao final, tiveram a chance de participar de uma reunião do Conselho Estratégico do Brain, conhecer os principais executivos e compartilhar a experiência do programa.
Na primeira edição, dos nove participantes, sete foram contratados para vagas dentro do próprio Brain ou da Algar Telecom. Neste ano, a ideia também é identificar potenciais talentos que possam atuar tanto no centro de inovação quanto em qualquer empresa do Grupo Algar.
“Estamos em busca de jovens com iniciativa, que tenham autonomia, sejam criativos e disruptivos. Pessoas interessadas em atuar com os times, contribuir, aprender e vivenciar um ambiente de experimentação”, destaca Zaima.
Mercadou busca estagiários para vagas de Logística e Gestão
O Mercadou, um supermercado com serviço online, está com vagas abertas para estágio de nível superior. São quatro oportunidades, sendo duas para atuação na área de Logística e duas na área de Gente e Gestão.
São aceitos estudantes de qualquer curso de graduação ou pós para atuar na sede da empresa, no Rio de Janeiro, com possibilidade de home office semanal. Confira os requisitos:
Estar matriculado em um curso de graduação ou pós;
Ter disponibilidade para estagiar 30 horas por semana de segunda a sábado;
Para as vagas de Logística, a remuneração inicial é R$1.100, sendo elevada a R$1.500 no segundo mês. Além da progressão salarial, há possibilidade de promoção por desempenho após 6 meses, elevando os ganhos a R$2.500.
Os selecionados ainda terão a possibilidade de fazer home office semanal e direito a benefícios como: desconto em produtos, vale-transporte e seguro de vida.
Já as vagas de Gente e Gestão oferece remuneração inicial de R$800, com progressão elevando os ganhos a R$1.500 no terceiro mês. Também há possibilidade de promoção por desempenho após 6 meses, chegando a R$2.500.
Os benefícios também incluem home office semanal, vale-transporte, desconto em produtos e seguro de vida. Além de possibilidade de horário flexível.
Os interessados nas vagas do Mercadou devem fazer a candidatura por meio do site da 99Jobs, plataforma de estágio que está responsável pela seleção da empresa. É preciso fazer um cadastro com as informações pessoais e curriculares na plataforma. Confira os links de inscrição:
O Mercadou é um supermercado 100% digital com entregas para toda a cidade do Rio de Janeiro. Nascida em 2019, a empresa abrange os setores de Alimentação, Bens de Consumo, Logística, Tech, Geeks & Nerds, Varejo e Comércio.
“Somos uma empresa com espírito jovem, com foco no resultado e muita energia. (…) Nosso crescimento é muito acelerado e estamos cada dia incorporando mudanças e melhorias para estar sempre oferecendo o melhor para o nosso time e os nossos clientes.”
A Qintess, empresa fornecedora de soluções de tecnologia, está com inscrições abertas para 243 vagas para profissionais de diversos campos da Tecnologia da Informação (TI). As oportunidades são para projetos digitais ao redor do país, sendo mais de 90% das posições, inicialmente, disponíveis para trabalho remoto.
Entre as ofertas disponíveis, o destaque é para as vagas de Desenvolvedores .Net, Mobile (iOS e Android), Fullstack, Angular e Java. As oportunidades estão disponíveis para os Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Brasília.
A maioria das posições são para o atendimento de projetos de clientes do setor financeiro, em empresas de Alphaville (Barueri) e São Paulo – principalmente para as áreas da Zona Sul, Centro e região da Avenida Paulista. Há chances, também, para iniciativas em andamento em Brasília e em Estados do Nordeste.
Para participar do processo de seleção, é preciso ter conhecimentos específicos de suas áreas de atuação, além de habilidades em pontos como comunicação e relacionamento interpessoal. O cargo de Desenvolvedor .NET, por exemplo, exige profissionais com experiência nas linguagens .Net e C#, além de base em Oracle – conhecimentos em .Net Core, AWS, Entity Framework e MVC são diferenciais.
A empresa também busca profissionais de desenvolvimento Fullstack, com experiência em Angular 8, Java e Spring Boot para atuação em front-end (HTML5, CSS, JavaScript, Angular 8).
Outros destaques da lista de vagas são os especialistas em linguagem Angular, com conhecimento em Jquery, Angular 7 e versionamento de código, e Java, com Desenvolvedores Sênior com experiência em Java 8, AWS, família Spring testes unitários e microserviços. Nesta posição, o grande diferencial é a experiência com Integration Bus.
Qintess abre vagas de emprego na área de Tecnologia da Informação
(Foto: Pixabay)
Qintess receberá currículos dos candidatos por e-mail
Os interessados em concorrer a umas das vagas abertas devem enviar dados pessoais e currículo atualizado para o e-mail: recrutamentoeselecao@qintess.com. Para mais informações, a lista completa de vagas e os requisitos técnicos para cada posição estão disponíveis na página de carreiras da Qintess e na página do LinkedIn.
Os empregos não possuem prazo definido para candidatura, portanto as vagas podem ser encerradas sem aviso prévio, assim que forem preenchidas. O processo de seleção será realizado online, desde o primeiro contato, por telefone. Depois, as entrevistas que, ocorrem por videoconferência, e o onboarding, que também será digital.
Lauro Chacon, vice-presidente de Marketing e Capital Humano da Qintess, diz que a prioridade da empresa é valorizar a diversidade de ideias e trazer gente com vontade de fazer o novo, buscando conhecimento e as oportunidades que, de fato, agregarão valor para nossos clientes e para nossa equipe.
“Somos uma empresa que tem como compromisso oferecer a inovações. Por isso, estamos à procura de profissionais que sejam curiosos, inquietos, que gostem de tecnologias de ponta e estejam dispostos ao desenvolvimento constante”, ressalta Chacon.
As oportunidades são para contratos fixos, no regime CLT, elegíveis para pessoas com deficiência (PCD), sem distinção de gênero, e contam com benefícios como vale-refeição, assistência médica e odontológica, seguro de vida, auxílio-creche e convênio farmácia.
“Além disso, oferecemos uma cultura orientada à participação e à colaboração. Recentemente, por exemplo, criamos o Lab innovation, uma área em que incentivamos a inovação e o uso de tendências de tecnologias dentro de nossa equipe”, afirma o vice-presidente da companhia, destacando, ainda, a oferta de treinamentos online gratuitos para capacitação e o investimento na formação profissional constante aos colaboradores.
Foi aberto o prazo de pré-inscrição para o Programa de Estágio Caixa 2021, com oportunidades para alunos de ensino médio e técnico. Há ainda uma segunda seleção que recebe cadastro para alunos de graduação em cursos de Engenharias e Arquitetura e Urbanismo.
Segundo a Assessoria de Imprensa do CIEE, trata-se do processo simplificado contínuo, que tem validade até a aplicação do processo anual nacional. Portanto, as seleções visam o preenchimento de vagas para regiões que não possuem candidatos aprovados na lista de classificação do processo anterior, aberto no início do ano.
Há oportunidades em diversos municípios distribuídos em todo o Brasil.
No caso do programa de estágio de nível médio, podem participar estudantes dos cursos de: ensino médio regular; ensino médio EJA; técnico em Administração; e cursos técnicos integrados ao ensino médio nas áreas de Administração, Secretariado e Finanças.
Mas devem ser observados os seguintes requisitos:
para cursos técnicos e integrados ao ensino médio – estar, no ato da contratação, entre o 1º e o penúltimo semestre, tendo disponibilidade de estagiar no mínimo 6 meses; para ensino médio e EJA – 1º ao 3º ano, tendo disponibilidade de estagiar no mínimo 6 meses.
Os selecionados vão atuar em jornadas de 4 horas por dia e 20h semanais ou 5 horas por dia e 25h semanais. No primeiro caso, a bolsa é de R$400 e no segundo, de R$500. Além disso, os estagiários terão direito a R$130 de auxílio-transporte.
Caixa recebe inscrições para programa de estágio 2021
(Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)
Inscrições para ensino médio vão até março
Os candidatos serão selecionados e lotados de acordo com a necessidade de cada município, conforme verificado na ficha de pré-inscrição. O cadastro poderá ser feito até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 22 de março de 2021 no site do CIEE.
Após preencher a ficha e concluir a pré-inscrição, o candidato deve aguardar contato do CIEE. A primeira avaliação será uma prova objetiva online, com 30 questões, sendo:
Será aprovado o candidato que obtiver nota igual ou superior a 50% do total de pontos no teste on-line. Quem obtiver nota igual a zero em qualquer uma das disciplinas será eliminado. Além disso, haverá uma entrevista individual.
Caixa também tem vagas para o nível superior
Além do programa de estágio para o nível médio, está aberta a pré-inscrição para estudantes de nível superior nos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil e Engenharia Elétrica.
No ato da contratação, o candidato deverá estar cursando entre o 5º e 9º semestre e ter idade mínima de 18 anos. Os selecionados vão trabalhar 5 horas por dia, 25 horas por semana, e receberão R$1.130 por mês, sendo R$130 referente ao auxílio-transporte.
Assim como no caso do nível médio, os candidatos serão selecionados e contratados de acordo com a necessidade de cada região. Também será aplicado um teste online com 30 questões e uma entrevista.
Mas o prazo para pré-inscrição no programa de nível superior termina mais cedo: às 23h59 do dia 4 de outubro deste ano. Os interessados devem fazer a inscrição na página do processo seletivo, no site do CIEE.
As inscrições para as 367 vagas do Programa de estágio e aprendiz da Raízen, empresa integrada de energia, ficam abertas somente até sexta-feira, 19 de junho. A Assessoria de Imprensa informou à FOLHA DIRIGIDA que a seleção já atraiu 12.486 inscritos ao longo de três semanas.
Ao todo, são 8.529 candidatos para estágio e 3.957 para aprendiz. As áreas com o maior número de vagas – em ambas as categorias – são:
Central de Serviços Compartilhados (CSC);
Comercial (Shell);
Etanol, Açúcar e Bioenergia (EAB);
Logística, Distribuição & Trading (LD&T).
Já as áreas mais concorridas são as de Relações Externas e Estratégia, Jurídico e Desenvolvimento Humano & Organizacional (DHO).
“Mesmo com a informação do curso de cada um dos candidatos, todos serão direcionados para uma área específica da empresa apenas após finalização de teste e fit cultural, que indicará a melhor direção para cada um dos selecionados, e será possível medir apenas após finalização do processo seletivo”, explicou a assessoria.
Os cadastros devem ser feitos no site do Programa de Talentos da empresa. Para estágio, são 182 oportunidades disponíveis para estudantes de qualquer nível superior. A conclusão deve estar prevista para daqui um ano (no mínimo) e com disponibilidade para estagiar, pelo menos, seis horas por dia ou 30 horas por semana.
Os estudantes de nível superior terão bolsa-auxílio de R$1.417,50 (penúltimo ano) e R$1.517,50 para alunos do último ano.
Raízen oferece mais de 300 vagas para novos estagiários e
aprendizes (Foto: Divulgação)
Já para jovem aprendiz, são 185 chances para jovens que estejam cursando ou já tenha finalizado o ensino médio ou o médio técnico. É necessário ainda ter entre 16 e 22 anos, nunca ter trabalhado como jovem aprendiz e ter disponibilidade para fazer até oito horas por dia (40 horas semanais) entre capacitação teórica e prática.
Para os aprendizes, o valor é de R$4,02 por hora trabalhada, conforme previsto no Acordo Coletivo de cada localidade de trabalho. Além da remuneração, os aprovados no Programa da Raízen terão direito a benefícios como:
Auxílio-transporte;
Vale-refeição ou Refeitório no local para jornadas acima de 4 horas por dia;
Seguro de vida;
Assistência médica;
Cesta básica;
Cesta de Natal;
Auxílio-farmácia;
Auxílio-ótica; e
Férias remuneradas.
As vagas estão distribuídas em 42 cidades de 13 Estados. No Rio de Janeiro, por exemplo, a oferta é para capital e em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Em decorrência da pandemia do novo Coronavírus, a Raízen adaptou as fases de seleção para o formato 100% online. O que inclui inscrições, teste, dinâmica de grupo e entrevista.
O processo seletivo não terá filtros em relação à idade, curso, universidade ou conhecimento em línguas. Isso porque a empresa entende o momento delicado que o país enfrenta, no qual pessoas perderam seus trabalhos e estão à procura de uma recolocação no mercado. Ou até mesmo uma chance de conquistar o primeiro emprego.
Durante a jornada na empresa, os jovens poderão participar de forma ativa com ideias e elaboração de projetos nas áreas de produção de etanol, açúcar e bioenergia, logística, distribuição de combustíveis.
Além de trading, marketing, recursos humanos, jurídico, finanças e tecnologia, contribuindo com o pleno funcionamento de alguns dos serviços mais essenciais no país.
“Certamente este é um momento de aprendizados e adequações, e nada melhor do que contar com jovens para entregar o melhor de si em uma empresa que acredita no futuro, acredita nas pessoas e não pode parar”, afirma Paula Benevides, Vice-Presidente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Raízen.
A executiva completa: “queremos desenvolver esses talentos, mas também conectar propósitos e objetivos em comum para alcançar muito mais do que eles imaginam”.
O Senado aprovou nesta terça-feira, 16, a medida provisória 936/20, que criou o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Agora, a medida segue para sanção presidencial, que entrará em vigor assim que for assinada.
Publicada em 1º de abril, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Economia, a MP já preservou mais de 7 milhões de empregos.
Ela permite que empregadores suspendam o contrato de trabalho e reduzam as jornadas de trabalho e os salários em 25%, 50% e 75% por tempo determinado. Em contrapartida, o funcionário recebe o benefício emergencial (BEm) subsidiado pelo governo, que tem como base o valor mensal do seguro-desemprego que o empregado teria direito, variando entre um salário mínimo (R$1.045) e não podendo ultrapassar o teto de R$1.813.
Para o relator da MP 936, o senador Vanderlan Cardoso (PSB-GO), o Programa Emergencial é um instrumento capaz de minimizar os efeitos econômicos negativos da pandemia da Covid-19. À Agência Senado, ele afirmou que “as medidas são ‘imprescindíveis’ para assistir os trabalhadores e auxiliar os empregadores a manterem os empregos”.
Conforme estimativas da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, sem a adoção do programa, cerca de 12 milhões de brasileiros poderiam perder seus empregos. Destes, 9,3 milhões recorreriam ao seguro desemprego e os outros 3,5 milhões buscariam benefícios assistenciais para sobreviver.
Na votação, os senadores impugnaram alterações trazidas da MP 905/19, conhecida como Carteira Verde e Amarelo, que perdeu validade por não ter sido aprovada em tempo hábil. Os parlamentares entenderam que esses dispositivos não tinham relação direta com a pandemia.
O texto aprovado ainda trouxe a obrigação em divulgar as informações sobre os acordos firmados, com o número de trabalhadores e empresas beneficiados, assim como a quantidade de demissões e admissões mensais realizadas no país, pelo Ministério da Economia.
MP 936 segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro
(Foto: Jane de Araújo/Agência Senado)
Confira perguntas e respostas frequentes sobre o BEm
A Caixa separou algumas perguntas frequentes relacionados ao BEm. Confira, abaixo, algumas dúvidas e seus respectivos esclarecimentos:
1. Tive meu contrato de trabalho suspenso. O que devo fazer?
Você deve informar ao seu empregador em qual conta bancária de sua titularidade deseja receber o BEm e aguardar que ele comunique o Ministério da Economia quanto ao acordo.
Desde que a informação ao Ministério da Economia seja realizada no prazo previsto, a primeira parcela é disponibilizada 30 dias após o início da suspensão do contrato de trabalho.
2. É possível receber o BEm na conta de algum parente ou conhecido?
Não. O trabalhador deve indicar ao empregador conta bancária de sua titularidade, seja corrente ou poupança, pois o benefício não poderá ser depositado em nome de terceiros.
Caso o trabalhador não informe uma conta, ou haja erros na conta informada pelo empregador, o benefício será depositado em uma conta poupança social digital aberta automaticamente em nome do trabalhador na Caixa.
3. O que acontece se o empregador, por algum motivo, não informar ao Ministério da Economia dentro do prazo o acordo firmado?
O empregador ficará responsável pelo pagamento da remuneração anterior à redução ou suspensão até que a informação seja prestada.
4. Possuo mais de um vínculo empregatício. Tenho direito a receber o valor referente a mais de um BEm?
Sim. O empregado com mais de um vínculo formal poderá receber cumulativamente um benefício por cada vínculo com redução de salário ou suspensão.
Não é de hoje que se ouve histórias de pessoas que foram demitidas por causa de postagens em redes sociais e muitos que perdem oportunidades de emprego por conta do mau uso. Ainda que sejam perfis pessoais, essas plataformas são verdadeiras vitrines e podem influenciar na decisão de recrutadores e chefes.
No início de fevereiro, por exemplo, um funcionário da Ambev foi demitido após fazer comentários homofóbicos sobre uma publicação. Em outra situação, um profissional de uma loja em Macaé, no Rio de Janeiro, perdeu o emprego por fazer tuítes falando mal de sua chefe e colegas de trabalho.
Casos como esses mostram a importância de saber gerenciar bem as redes sociais, não apenas para se manter em uma empresa, mas também a fim ter mais chances de ingressar em um novo trabalho, quando necessário.
Mas, afinal, quais tipos de postagens (além das ofensivas, obviamente) devem ser evitadas nas redes pessoais e profissionais? O que pode ser publicado? Qual é o jeito certo de usar essas plataformas, se a intenção é ser bem-visto no mercado e ter mais chances de conseguir um emprego?
Especialista em RH e carreira fala sobre uso
das redes sociais (Foto: Arquivo Pessoal)
Para ter essas respostas, a FOLHA DIRIGIDA conversou com Michele Crevelaro, psicóloga especializada em Gestão de Recursos Humanos e em Psicologia Organizacional e do Trabalho.
A especialista está há mais de 15 anos na área de RH, além de atuar como coach de carreira, orientadora vocacional, facilitadora de grupos e consultora de desenvolvimento humano.
Mesmo tendo currículo excelente e um bom desempenho em entrevistas e dinâmicas, um candidato a uma vaga de emprego pode ser descartado por causa de uma única postagem em rede social. E os motivos são diversos.
Um publicação ofensiva, por exemplo, pode chegar até mesmo a manchar a imagem da empresa que venha a contratar aquela pessoa. Agressividade, escrita errada e difamação são outros exemplos de comportamentos que os recrutadores não buscam para suas vagas.
Por isso, Michele Crevelaro recomenda cuidado com o que se curte ou compartilha, pois isso pode ficar visível no feed ou no perfil, seja no LinkedIn ou outras plataformas:
“O que é postado em redes sociais geralmente pode ser acessado por qualquer pessoa, desde um amigo até um potencial empregador. A imagem que a pessoa quer passar precisa ser coerente com sua atitude nas redes sociais.”
Isso quer dizer que, os recrutadores analisam candidatos à vagas de emprego somente por meio de suas redes sociais? Certamente, que não. Como observa a coach de carreira, o currículo, a entrevista presencial ou virtual, ainda são as formas mais usuais para a contratação.
“Inclusive não recomendo checar apenas as redes sociais como forma de triagem e eliminação de candidatos em processos seletivos, um olhar mais amplo, uma conversa com o candidato é importante para que o recrutador não tire conclusões precipitadas ou seja injusto com algum candidato. Acredito que todos estamos em processo de aprendizagem ao utilizar as redes sociais”, indica.
Contudo, há o caso do LinkedIn, que já tem um nível de importância muito grande em diversos processos seletivos e, por isso, é recomendável ter um bom perfil na plataforma. E mesmo as outras redes, ainda que sejam com perfis pessoais, têm cada vez mais peso, principalmente para grandes empresas.
De modo geral, o que os recrutadores desejam, após avaliarem os currículos dos candidatos, é encontrar perfis com informações verdadeiras e igualmente atraentes. Não necessariamente só profissionais.
Ter uma página consistente e coerente com o perfil de pessoa, postagens que estejam de acordo com a experiência e os interesses profissionais. Se for viável, é válido até mesmo criar conteúdo e textos condizentes com o mercado do qual faz parte.
“Seja autêntico, seja você mesmo! Nada melhor do que se deparar com a pessoa da forma que ela realmente é!”, afirma a coach.
O que postar e o que não postar nas redes sociais
A primeira dica de Michele Crevelaro é: evitar qualquer tipo de publicação que tenha sido feita apenas utilizando o impulso emocional. “Existe um espaço entre o que pensamos e como agimos, é necessário criar consciência neste hiato.”
Na dúvida em postar ou não alguma coisa, se houver o receito que isso prejudique profissionalmente, algumas perguntas podem ajudar a decidir pela publicação ou não: esse post atende a qual necessidade? A quem interessa? Qual a minha motivação para postar sobre este tema? Qual tipo de informação quero transmitir?
Ela alerta que as redes sociais devem ser usadas a nosso favor, e não sermos utilizados por elas.
Além disso, há uma diferença entre as postagens que são feitas em redes profissionais e pessoais, e elas precisam estar alinhadas à imagem que se quer construir e como o profissional quer ser reconhecido.
Fora isso, o mais importante é manter um perfil atualizado e com informações verdadeiras. No caso de uma conta estritamente profissional, o ideal é deixar isso claro, mantendo dados também estritamente profissionais e que são relevantes na busca de um emprego.
Isso inclui as informações básicas, como nome, cargo e o período que permaneceu em cada empresa; dados acadêmicos que podem ser comprovados; idiomas que podem ser testados e aferidos, conforme o que está escrito e uma foto adequada ao ambiente corporativo.
Profissional produz conteúdo no LinkedIn
(Foto: Arquivo Pessoal)
Entretanto, é possível ir além. Foi o que fez Renata Stuart, que atua no mercado de Comunicação e Marketing desde 2011.
Em 2018, após retornar de um intercâmbio, ela conseguiu uma vaga aqui no Brasil, por meio da indicação de uma ex chefe no LinkedIn.
Talvez você esteja pensando: ‘ah, mas era a ex chefe!’ Sim, a indicação tem pesado muito no mercado de trabalho.
E, Renata se preocupou em manter um bom perfil nas redes sociais, o que também teve grande importância no seu processo de realocação no mercado.
Ela conta que, além dos dados profissionais básicos, procura usar as ferramentas que a plataforma dispõe para aumentar sua rede de contatos e fazer networking.
Isso inclui comentários relevantes em publicações de outras pessoas, realizar novas conexões, interagir e trocar experiências.
Fora isso, a comunicadora aproveita o espaço que tem para publicar artigos de temas que são relevantes no seu meio.
“Além do meu currículo, minha experiência e alguns trabalhos que já fiz, eu costumo publicar artigos. É um recurso muito bom do LinkedIn e, na minha, opinião um dos mais legais da rede, porque nos permite ter um conteúdo mais aprofundado sobre temas que são interessantes para você, sua carreira e até para o desenvolvimento pessoal”, conta.
Renata também destaca o alcance orgânico da rede social, que percebe ser maior em relação a outras plataformas, como Facebook e Instagram.
5 coisas para não postar nas redes sociais
As dicas a seguir do que não postar nas redes sociais são da coach e especialista em RH, Michele Crevelaro. Valem principalmente para quem está procurando emprego, mas também para qualquer profissional que tenha a intenção de manter uma reputação positiva no mercado.
1. Conteúdos que tenham um tom ofensivo: não há problema algum em discordar de pontos de vista. Mas é importante ter cuidado com a forma da escrita e em qual contexto você está emitindo a sua opinião;
2. Se o que está sendo publicado possui uma fonte confiável: checar a fonte do que está publicando é fundamental, ainda mais hoje em dia, quando temos uma enxurrada de fake news sendo compartilhadas. Isso vale até para frases motivacionais, que viraram moda nas redes, mas algumas já foram atribuídas às pessoas erradas;
3. Informações que não são suas: muito cuidado ao compartilhar ideias, textos, pensamentos que não são de sua autoria, sem prévia autorização de quem os escreveu. Aqui, ela não fala sobre conteúdos de jornais, revistas ou pessoas públicas, mas sim de outros usuários. Estar disponível na internet não quer dizer que não tem dono;
4. Excesso de postagens: cuidado com isso, seja no seu perfil pessoal ou profissional. Fica cansativo e a comunicação torna-se oca. Ficar apenas compartilhando informações sem nenhuma elaboração prévia passa uma impressão de superficialidade e falta de criticidade. Não tem problema fazer isso às vezes, mas não sempre;
5. Privacidade e imagens de terceiros: deve ser evitada qualquer postagem que coloque em risco a sua segurança e de outras pessoas, ou ainda, que quebre a privacidade de um terceiro. Também não publique fotos com informações bancárias, onde seus filhos estudam ou da sua rotina completa.
Como usar as redes quando está procurando emprego?
Além de ter um perfil interessante, existem outros bons usos das redes sociais por quem está procurando emprego. No Facebook, por exemplo, existem diversos grupos de pessoas que se ajudam, compartilham vagas e muitos recrutadores estão nesses ambientes também.
Mas a especialista, Michele, ressalta que é importante lembrar que cada rede social e cada ambiente dentro de uma mesma rede social tem finalidades diferentes:
“Fazer parte de grupos fechados no Facebook sobre um determinado tema, como busca por emprego ou troca de um conhecimento específico, pode ser positivo, mas lembre-se do seu papel nestes grupos.”
Se você está no papel de alguém que compartilha conhecimento, por exemplo, use o ambiente para este fim. Caso contrário, pode passar uma impressão ruim ficar pedindo vagas e oportunidades, como candidato.
O mesmo vale para se oferecer no direct message do Instagram, por exemplo. Se seu interesse é ter um perfil profissional, invista em páginas específicas do Instagram e Facebook para isso ou no LinkedIn.
A Renata Stuart, por exemplo, já estuda transformar o seu perfil pessoal do Instagram em profissional. Assim poderá usar o ambiente com finalidades voltadas para o mercado e para a construção da sua imagem.
“Acho que a tendência é cada vez mais não separar perfil pessoal de profissional. Eu quero focar mais na parte de escrita criativa, produção de conteúdo e, em breve, fazer do meu Instagram profissional. E trabalhar minha marca pessoal.”
É importante destacar que essa “unificação” dos perfis não significa postar coisas que não são interessantes do ponto de vista profissional. Mas sim fortalecer a imagem dela como pessoa e comunicóloga, tornando-a mais atraente para o mercado.