Categoria: CONCURSOS

  • Como ser uma empresa mais inclusiva para o público LGBTQI+?

    A inclusão de pessoas LGBTQI+ no mercado de trabalho ainda é um desafio para as empresas brasileiras. Muitas companhias ainda não contam com uma cultura de acolhimento em seus ambientes internos, o que dificulta a integração dessas pessoas com os demais colaboradores.

    No entanto, cada vez mais se intensifica a necessidade de transformação desse cenário. Segundo Keyllen Nieto, fundadora da Integra Diversidade, se as empresas que ainda não enxergam essas questões não mudarem, elas acabarão se tornando irrelevantes em um curto período de tempo.

    “As pessoas LGBTQI+, ou de qualquer outro grupo minorizado, estão cada vez mais precisando e exigindo um ambiente no qual elas possam ser elas mesmas”, destacou a ativista e especialista em temas LGBTQI+, juventude e gênero.

    Keyllen listou algumas recomendações para as empresas que desejam tornar seus ambientes mais inclusivos para pessoas LGBTQI+. Em primeiro lugar, é importante entender que a sigla faz referência a diferentes grupos, cada um com suas próprias características. Entenda:

    L: Lésbicas – mulheres que se identificam com seu gênero e tem preferência sexual por mulheres;
    G: Gays – homens que se identificam com seu gênero e tem preferência sexual por homens;
    B: Bissexuais – pessoas que têm preferência por dois ou mais gêneros;
    T: Trans (engloba travestis, transexuais e transgêneros) – pessoas que não se identificam com os gêneros que lhes foram atribuídos na hora do nascimento, baseados em seus órgãos sexuais;
    Q: Queer – pessoas que transitam entre os gêneros sem se identificar com rótulos;
    I: Intersexuais – pessoas não definidas distintamente como homens ou mulheres (hermafroditas); e
    +: outras letras, como A de assexual. 

      Empregabilidade trans ainda é um desafio para o mercado de trabalho

    Equipe de trabalho
    Especialista indica ações que ajudam a promover integração das equipes
    (Foto: Pixabay)

     

    Como desenvolver um ambiente inclusivo dentro da empresa?

    A empresa que deseja fomentar uma cultura mais inclusiva em seu ambiente deve ter o cuidado de promover ações reais de formação, contando com o envolvimento de todas as áreas. Esse processo pode iniciar pelo RH, setor mais ligado às pessoas, mas deve incluir, também, áreas que geralmente ficam de fora dessas ações, como o setor de TI.

    “Devem ser realizadas ações de promoção da diversidade dentro de uma perspectiva transversal. Se você comunica que a empresa preza por um ambiente diverso e inclusivo, ela deve ser capaz de acolher pessoas LGBTQI+ e de outras diversidades” enfatizou Keyllen.

    O primeiro passo é, justamente, iniciar um trabalho interno, orientando sobre como as questões de diversidade e inclusão são importantes para a empresa. Os processos de seleção e recrutamento também devem ser repensados.

    Os recrutadores devem saber usar a linguagem correta e entender quais perguntas não devem ser feitas, por exemplo. De acordo com a especialista, a linguagem inclusiva é fundamental na atração desses talentos diversos.

    O conceito de linguagem inclusiva está atrelado a um vocabulário que evite afirmações preconceituosas e qualquer tipo de discriminação. O intuito é usar a linguagem como mais uma ferramenta para promoção da igualdade. Diante disso, alguns termos comumente usados devem ser evitados, como:

    Termos que não deve usar Termo correto
    Opção sexual Orientação sexual
    GLS LGBTQI+
    Parceiro/casal homossexual Casal homoafetivo
    Mudança de sexo Readequação de sexo e gênero
  • Declaração anual do MEI é obrigatória. Saiba como fazer a sua!

    Por conta da pandemia do Coronavírus, foi prorrogado até o dia 30 de junho o prazo para fazer a Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (DASN – Simei), também conhecida como Declaração Anual do Faturamento. A prestação de contas é obrigatória, independente se teve ou não algum faturamento no ano anterior. 

    De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o microempreendedor deve informar: 

    • Receita bruta total auferida no ano anterior;
    • Receita bruta auferida no ano anterior referente às atividades de comércio, indústria e serviço de transporte intermunicipal e interestadual; e 
    • Se teve empregado durante o período abrangido pela declaração.  

    O acesso ao programa DASN – Simei é feito, exclusivamente, por meio do Portal do Simples Nacional. O Sebrae explica o passo a passo de como é feita a declaração anual:

    1. Na primeira sessão o empresário deve declarar todos os anos em que atuou pelo programa. No sistema, não são aceitas transmissões de uma declaração sem que antes tenha transmitido uma declaração referente ao ano-calendário anterior. Por exemplo, o MEI que iniciou suas atividades em maio de 2016 e nunca apresentou nenhuma declaração, ao fazer a primeira declaração, aparecerá habilitado somente o ano-calendário de 2016. Ou seja, o contribuinte não conseguirá transmitir a declaração referente ao ano-calendário de 2017 sem que antes tenha transmitido a DASN referente ao ano de 2016.
    2. Serão importados, do PGMEI (o programa de geração do DAS para o MEI) para a declaração, os dados da última apuração realizada para cada período do ano-calendário escolhido, assim como todos os DAS pagos relativos ao período da declaração. Caso o contribuinte não tenha realizado a apuração de algum período, ele receberá um aviso para que regularize a situação utilizando portal PGMEI.
    3. Finalizado o preenchimento, é exibido o resumo da declaração, que mostra os valores dos tributos devidos em cada período de apuração do ano selecionado e os DAS que foram pagos. O campo Valor Apurado exibe a soma dos valores apurados para cada tributo, sendo eles INSS, ISS e ICMS, ainda que não haja emissão de DAS. No campo Valor Pago, fica registrada a soma de todos os pagamentos efetuados para cada período de apuração.
    4. Ao clicar no botão Transmitir, os dados da Declaração são salvos definitivamente, gerando o número do recibo. Também aparecerá a opção para a emissão do DAS referente à tributação da receita excedente, se for o caso.

    + Confira dicas para realizar a declaração de Imposto de Renda 2020

    O microempreendedor também pode consultar ou fazer impressão de suas declarações pelo Portal do Simples Nacional, utilizando a funcionalidade “Consulta Declaração Transmitida do MEI”. Para isso, é só  apresentar o código de acesso ou certificado digital. Essa funcionalidade exibe uma lista das declarações transmitidas pelo contribuinte, todas exibidas em formato PDF. 

    Confira tambémManual da Declaração Anual do MEI – Receita Federal  

    Declaração anual MEI
    Declaração anual do MEI pode ser entregue até dia 30 de junho
    (Foto: Pixabay)

     

    Sou MEI e não entreguei a declaração anual. O que vai acontecer?

    Caso o MEI não entregue ou aconteça algum atraso na declaração, o valor da penalidade é de, no mínimo, R$50 ou 2% ao mês-calendário ou fração. Esse valor é incidente sobre o montante dos tributos decorrentes das informações prestadas na DASN-Simei, ainda que integralmente pago, limitada a 20%.

    Caso envie a declaração com atraso, a notificação do lançamento e os dados do DARF para pagamento da multa serão gerados automaticamente, constando ao final do recibo de entrega. Se o pagamento da multa for realizado no prazo de 30 dias, o microempreendedor receberá um desconto de 50% no valor total do boleto gerado. 

    + Quais as dificuldades para refugiados no mercado de trabalho brasileiro?

    É importante ressaltar que o MEI que não estiver em dia com as declarações anuais e as contribuições mensais terá seu CNPJ suspenso por 95 dias, conforme a Resolução 44/2018. 

    Após esse prazo, caso ainda continue inadimplente, o cancelamento acontecerá definitivamente, conforme a Resolução nº 39/2017.

    Crise Covid-19: ser MEI se torna alternativa para trabalhadores

    A crise da Covid-19 tem gerado diversos impactos negativos em diferentes setores da economia no país. Uma alternativa para driblar a falta de emprego e sair da economia paralela é a formalização como microempreendedor individual (MEI). Um exemplo disso é que, recentemente, o número de MEI alcançou a marca história de 10 milhões de empreendedores. 

    Um levantamento feito pelo Sebrae mostra que em 2018, a cada duas semanas, em média, 61.043 novos MEIs se formalizaram. Em 2019, esse número subiu para 83.698. Até a primeira quinzena de março de 2020, foi registrado uma tendência de alta. 

    + Buscador FD Empregos: Região Sudeste tem mais de 25 mil vagas

    As cinco primeiras quinzenas de 2020 apresentaram uma média de 107.861 novos MEI. Desde então, por força do impacto econômico da pandemia e do isolamento social, esse número vem caindo, chegando a 43.273 novos MEI na segunda quinzena de abril. Uma queda de 51% em relação à média de registros verificada em 2019. 

    O funileiro e pintor, Fred dos Santos Júnior, se formalizou como MEI há dois meses e já conseguiu fechar um contrato para realizar a manutenção de caminhões de uma rede de supermercados na região de Belém, no Pará. 

    “Com as dificuldades de encontrar um emprego com carteira assinada, eu comecei a fazer os serviços na minha própria casa, mas a formalização vai me trazer vários benefícios, como contar o tempo para a minha aposentadoria e ter mais facilidade para ampliar o meu negócio. Até mesmo futuramente, contratar um funcionário”, conta.

    De acordo com o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o momento da economia ainda é de incertezas, mas a formalização é uma opção para atuar em segmentos que se mantiveram aquecidos, como no ramo de alimentação, com fornecimento de marmitas ou alimentos para estabelecimentos liberados para funcionar, como padarias, e também no segmento de serviços de transporte e entrega. 

    “O MEI é o futuro do trabalho. E a formalização é uma boa solução para quem está conseguindo manter a atividade neste período, pois ele pode ampliar as vendas, emitir nota fiscal, entre outros benefícios”, ressalta.  

    + Saiba mais sobre as vantagens de se tornar um MEI 

    Notícias de empregos

     

  • BNDES e Sebrae ofertam até R$200 milhões de crédito para PMEs

    O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) firmaram uma parceria para oferecer crédito às micro e pequenas empresas, que fazem parte da cadeia produtiva de grandes setores da economia. 

    O financiamento facilitado será feito por meio do Programa Crédito Cadeias Produtivas, cujo objetivo é atender à necessidade de capital de giro de pequenas e médias empresas (PMEs).

    A iniciativa, que faz parte de uma estratégia de atuação do Sebrae, alinhada ao Governo Federal por meio do Ministério da Economia, disponibiliza até R$200 milhões em crédito para as grandes empresas, as chamadas empresas-âncora. 

    Elas, por sua vez, vão repassar o capital para os pequenos negócios que fazem parte da sua cadeia produtiva em condições diferenciadas, com taxas de juros abaixo da praticada no mercado, prazo de 5 anos e carência de até 24 meses.

    + Declaração anual do MEI é obrigatória. Saiba como fazer a sua! 

    Para as grandes empresas, a medida evita perda de fornecedores e distribuidores ao manter o fôlego financeiro dos pequenos negócios, o que garante emprego e renda em todo país. Já para as micro e pequenas empresas, a chegada do crédito pode simbolizar a sobrevivência do negócio.

    Em áudio disponibilizado por meio de podcast da Agência Sebrae de Notícias, o gerente de competitividade do Sebrae, César Rissete, destaca o avanço significativo que foi dado com a criação do Programa Crédito Cadeias Produtivas.

    “Umas das preocupações que se deve ter numa sociedade é em manter o que se chama as cadeias de produção e de distribuição vivas, ativa, operantes. Preservar as cadeias de produção é não apenas uma condição atual de manter micro e pequenas empresas ativas, mas possibilitar para que essas micro e pequenas empresas continuem sendo parte da cadeia de produção de grandes e médias empresas. O que acaba repercutindo positivamente numa retomada e na possibilidade de um avanço em termos de renda e ocupação no país.”

     

    Programa Crédito Cadeias Produtivas
    Programa Crédito Cadeias Produtivas disponibiliza até R$200 milhões 
    (Foto: Pixabay)

     

    Empresas de grande porte já podem aderir ao Programa Crédito Cadeias Produtivas

    As empresas de grande porte interessadas no Programa Crédito Cadeias Produtivas já podem se habilitar junto ao BNDES. Para isso, devem ter receita bruta igual ou superior e R$300 milhões. Os valores do financiamento serão entre R$10 milhões e R$200 milhões. O pedido de financiamento pode ser feito no site do BNDES, exclusivamente por solicitação eletrônica. 

    Os repasses das grandes empresas às PMEs deverão ser feitos nas mesmas condições previstas no contrato original firmado com o Banco, ou seja: sem obter lucro financeiro com a operação. A cadeia de fornecedores, distribuidores ou franqueados que receberá o recurso poderá utilizar o capital de forma livre para se manter durante a crise.

    + Ipea propõe pagamento emergencial do abono salarial

    Os pedidos de empréstimos poderão ser apresentados ao BNDES até o dia 30 de setembro. Os trâmites para a concessão seguirão a Esteira de Crédito Emergencial, desenvolvida no contexto do Plano de Ação Emergencial de combate à pandemia da Covid-19, cujo objetivo é agilizar o tempo de processamento de pleitos e garantir o rápido acesso das empresas aos recursos.

    “Felizmente algumas das maiores empresas brasileiras mantiveram a saúde financeira durante a crise atual, ainda que reduzindo seu nível de atividade. Contudo, tal redução vem afetando de modo mais crítico seus parceiros de menor porte, o que coloca em risco a integridade da cadeia produtiva. Assim, para garantir que o retorno aos níveis pré-crise ocorra sem maiores problemas, várias empresas têm o desafio de preservar seus parceiros estratégicos, evitando que surjam pontos de estrangulamento nos seus fluxos operacionais”, avalia Job Rodrigues, gerente do Departamento de Bens de Consumo, Comércio e Serviços do BNDES.

    Notícias de empregos

     
     

  • Bolsonaro desconsidera pagar mais duas parcelas de R$600 de auxílio

    Com custo estimado em R$50 bilhões por mês, o presidente Jair Bolsonaro declarou nesta segunda-feira, 22, que o governo não terá condições de pagar mais duas parcelas de R$600 do auxílio emergencial.

    “O Paulo Guedes decidiu pagar a quarta e a quinta, mas falta acertar o valor. A União não aguenta outro com esse mesmo montante”, disse Bolsonaro ao canal Agro+, da Band TV, segundo publicação da Época Negócios.

    De acordo com ele, além das três parcelas já previstas no programa, uma quantia menor será negociada com o Congresso. Sem mencionar o valor das novas parcelas, ele afirmou que deseja “atender o povo, mas com muita responsabilidade”. 

    A equipe econômica do governo já chegou a mencionar uma parcela extra de R$600, pagas em duas vezes de R$300. Entretanto, Bolsonaro deve sofrer resistência para conseguir aprovar o valor no Congresso. Parlamentares chegaram a declarar, entre eles, o presidente da Câmara, o deputado federal Rodrigo Maia,  que o valor era baixo.

    Na entrevista, Bolsonaro voltou a defender a reabertura das atividades econômicas, sobretudo, para que os trabalhadores reduzam rapidamente a dependência ao benefício. 

    Para ele, as medidas de isolamento social adotadas nos Estados e municípios para conter a disseminação do novo Coronavírus são “um exagero” e acredita que não vai ser fácil para a economia pegar no tranco, já que embora o campo não tenha parado, as cidades baixaram as portas do comércio.

    Auxílio emergencial negado poderá ser contestado na Defensoria Pública

    “Não podemos deixar que o efeito colateral do tratamento da pandemia seja mais danoso do que a própria pandemia. Vida e emprego, uma coisa está completamente atrelada à outra”, disse.

    Enquanto isso trabalhadores aguardam o pagamento da terceira parcela do auxílio emergencial. A última data indicada pelo governo para divulgar o cronograma era dia 10. Contudo, até o momento, apenas beneficiários do Bolsa Família estão recebendo a, até então, última parcela, desde quarta-feira, 17. 

     

    Governo defende reabertura do comércio para eliminar a dependência
    ao auxílio emergencial (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

     

    Ipea propõe pagamento emergencial do abono salarial

    Em estudo, divulgado nessa quinta-feira, 18, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) propõe a alteração do abono salarial, que pagaria um valor emergencial durante a pandemia do novo Coronavírus para suavizar o impacto sofrido por trabalhadores. 

    O abono salarial, desde sua criação, paga a quantia de um salário mínimo para todos os trabalhadores que cumpriam as exigências de acesso ao programa. Em 2015, o cálculo do benefício foi modificado, passando a pagar na proporção de 1/12 avos do salário mínimo por cada mês de trabalho registrado no ano de referência.

    No estudo intitulado “Perfil dos beneficiários do abono salarial no Brasil e proposta emergencial no contexto do Covid-19”, os pesquisadores Sandro Pereira, Bruno Amorim e Felipe Mendonça, sugerem a extinção da regra dos 1/12 avos para garantir o teto do benefício a todos os trabalhadores que cumprem os requisitos.

    “Beneficiaria, em especial, famílias de renda mais baixa, que recebem entre um e 1,5 salário mínimo. A expectativa é de que o repasse desses recursos aos trabalhadores ative a economia local, o pequeno comércio, a demanda por produtos e serviços. Isso poderia ser um fator a mais para auxiliar na redinamização da economia brasileira”, destacou o economista Sandro Pereira.

    + Leia mais sobre pagamento emergencial do abono salarial

     

  • Pandemia acelerou novidades no mercado de trabalho

    Uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva, com o apoio da Acesso Digital e do Grupo Cia de Talentos, constatou que para mais da metade das empresas brasileiras, cerca de 53%, o modelo de trabalho remoto (home office) é uma novidade.

    De acordo com o levantamento, a pandemia acelerou a necessidade da transformação digital para a desburocratização da área de Recursos Humanos. É o que explicou Gabriela Onofre, VP de Comunicação e Marketing da Acesso Digital:

    “A simplificação de processos já estava na pauta dos RH’s, mas a pandemia acelerou a necessidade por ferramentas que possibilitem transações remotas. Reduziram-se as barreiras internas por adoção de tecnologia.”

    Entre os participantes, 47% começam a adotar soluções de modernização agora. Apenas 21% dos entrevistados afirmaram que as empresas já utilizavam métodos inovadores em processos de RH. E mais da metade deles disse que há uma pressão da liderança para utilizar tecnologia no departamento.

    Buscador FD Empregos: Região Sudeste tem mais de 25 mil vagas

    A pesquisa, chamada “Gestão de Pessoas no Cenário da Pandemia de Covid-19”, foi realizada com profissionais de Recursos Humanos que falaram sobre a adaptação dos colaboradores e a necessidade de modernização de processos durante a crise de saúde.

    O levantamento ouviu um total de 185 profissionais de todo o Brasil, que atuam em empresas nacionais e multinacionais, de segmentos como serviços, bens de consumo, varejo e saúde, entre os dias 14 e 27 de abril. 

     

    Home Office
    Gestão de equipes remotas é o novo desafio para empresas
    (Foto: Reprodução)

     

    Profissionais aprovam implantação de ferramentas à distância

    Mais de 80% dos entrevistados na pesquisa avaliou a implantação de ferramentas para o trabalho à distância como positiva. Enquanto 91% destacaram a agilidade na tomada de medidas de proteção aos funcionários como eficiente ou muito eficiente.

    Apesar disso, os profissionais demonstram também preocupação com a volta ao trabalho e com a nova dinâmica das empresas. Menos de 32% avaliaram positivamente aspectos como:

    • manutenção do engajamento dos funcionários;
    • redefinição de políticas internas;
    • revisão justa das metas e resultados;
    • assistência psicológica dos funcionários;
    • e apoio e treinamento à liderança das diferentes áreas da empresa para atuação em gestão remota.

    “A gestão remota se tornou uma habilidade essencial para muitos setores e a busca por líderes humanizados deixou de ser um diferencial para se tornar requisito básico quando o assunto é gestão de pessoas.”

    A avaliação é da fundadora e presidente do conselho do Grupo Cia de Talentos, Sofia Esteves. As mudanças no mercado, decorrentes da pandemia, exigirão novas habilidades profissionais, principalmente para gestores, que se verão  enfrentando dinâmicas de trabalho totalmente novas.

    Mas, para Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, esse tempo de crise e essas mudanças também apontam a trilha para novas oportunidades. As empresas que notaram aumento na motivação dos funcionários em home office, ele destaca, reforçam a tendência de que os negócios estão em plena ascensão. 

    “E os setores voltados para a tecnologia – cada vez mais presentes e necessários para agilizar processos de RH e colaborar para a execução do home office – estão aquecidos. É como venho analisando as questões de mercado: em período de crise econômica surgem grandes oportunidades.”

    No Brasil, home office é previsto em lei desde 2011

    Apesar de parecer novo, o modelo de trabalho home office já é utilizado há anos, principalmente em países mais desenvolvidos. No Brasil, essa tendência já vinha crescendo e, com a pandemia, o processo foi acelerado. 

    A Legislação brasileira prevê esse modelo de trabalho desde 2011 e as regras atuais estão dispostas no artigo 6º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), nos artigos 75-A a 75-E da Lei nº 13.467/2017 (Reforma Trabalhista) e na recente Medida Provisória 927/2020, que visa a manutenção de empregos na pandemia. 

    MP 927: Câmara aprova texto que altera regras trabalhistas

    No contrato de teletrabalho, como também é chamado o home office ou trabalho remoto, devem constar que essa é a modalidade do serviço prestado, como como a descrição das atividades que serão desenvolvidas pelo funcionário. 

    De acordo com a lei, o contrato também pode conter cláusula, informando que a modalidade poderá ser alterada para presencial, desde que o empregado seja avisado com, pelo menos, 15 dias de antecedência.

    Outros pontos importantes dos acordo incluem: saúde e segurança do trabalho, fornecimento ou não de equipamentos pela empresa etc. Saiba mais:

    FecomercioSP orienta sobre principais regras para home office

  • Nube anuncia 1.560 vagas de estágio em todo o Brasil

    Estudantes de diversas áreas pelo país podem concorrer a ótimas oportunidades de estágio. A Nube está anunciando 1.560 novas vagas em vários cargos. As inscrições estão abertas.

    A empresa oferece chances de ingresso no mercado de trabalho para quem está cursando o nível médio, médio/técnico, tecnólogo e superior.

    As oportunidades da Nube são, também, para alunos do curso técnico que precisam de horas de estágio obrigatório. O valor da bolsa-auxílio varia de R$500 a R$2.000, de acordo com o cargo pretendido.

    As chances oferecidas pela Nube são em diversos cursos, como:

    • Administração
    • Comércio Exterior
    • Direito
    • Engenharia
    • Farmácia
    • Marketing
    • Publicidade
    • Relações Pública
    • Tecnologia da Informação

    Além dessas, há outras opções disponíveis. Vale sempre destacar que a empresa permite a participação de candidatos cursando apenas o nível médio, sem nenhuma especialidade. Podem concorrer estudantes do período matutino e noturno.

    Veja também:

    (Foto: Divulgação)
    Nube abre mais de 1,5 mil vagas de estágio em várias especialidades
    (Foto: Divulgação)

     

    Nube já inscreve para mais de 1,5 mil vagas

    As inscrições para as mais de 1,5 mil vagas de estágio da Nube já estão abertas. Para participar, o candidato deve se cadastrar gratuitamente pelo site da empresa.

    A empresa informa que, por meio do site, ou pelos telefones de contato, o candidato deve informar o código da vaga de interesse (OE). O número do código da vaga pode ser obtido pelo portal da Nube, e alguns seguem abaixo:

    • Comunicação Social – 193248
    • Contabilidade – 192210
    • Design – 193288
    • Design de Interiores – 193190
    • Direito – 102074
    • Enfermagem – 192784
    • Engenharia – 193250
    • Engenharia Mecânica – 193137
    • Ensino Médio – 143574
    • Farmácia – 192570
    • Gastronomia – 187528
    • Gestão Comercial – 192766
    • Gestão de Empresas – 180843
    • Letras  -193102
    • Logística – 155699
    • Marketing – 139373
    • Música – 177741
    • Nutrição – 191047
    • Odontologia – 176898
    • Pedagogia – 178845
    • Publicidade – 193218
    • Química – 172163
    • Recursos Humanos – 192853
    • Relações Públicas – 179182
    • Secretariado Executivo – 177229
    • Segurança do Trabalho – 174597
    • Técnico em Eletrônica – 193233
    • Tecnologia da Informação – 189610
    • Tecnologia em Logística – 192816
    • Telemarketing – 193173
    • Web Design – 193298

    Vagas de estágio

    Os requisitos para participar variam de acordo com o cargo. É necessário saber se possui o ano ou semestre da respectiva graduação ou curso técnico.

    Telefones para contato com a Nube:

    Região Metropolitana de São Paulo: (11) 3524-3333 / (11) 3514-9315 / (11) 3154-7664

    Outras cidades do Brasil: 3004-6295 (não é necessário colocar DDD)

  • Estágio: onde procurar? Veja 5 dicas para encontrar mais vagas

    Procurar uma vaga de estágio, mesmo com tantas facilidades tecnológicas a dispor, pode ser um verdadeiro desafio. Seja pela escassez de vagas na área desejada ou pelo fato de que muitos se limitam aos recursos tradicionais e deixam escapar outras oportunidades. 

    Existe, sim, uma infinidade de sites confiáveis na internet – pagos e gratuitos –  que são uma excelente ferramenta de busca. Mas nem todas as vagas estão, necessariamente, anunciadas nesses portais. 

    Para te ajudar a procurar uma vaga de estágio e onde procurar, FD Empregos separou cinco dicas de opções de busca. Confira!

    1. Programas universitários e de outras instituições de ensino

    Um erro muito cometido por estudantes é ficar totalmente alheio às oportunidades que surgem dentro do próprio local de ensino. No Brasil, é comum universidades e às vezes até escolas firmarem parcerias com empresas e órgãos. 

    Essas parcerias permitem aos alunos mais chances de conseguir uma vaga de estágio. Portanto, se está procurando uma chance, comece pela secretaria da faculdade, do colégio ou do curso. 

    Ainda que não haja programas abertos voltados para alunos, converse com seus professores e coordenadores. Coloque-se a disposição para possíveis oportunidades que surgirem e certamente você será alertado quando isso acontecer. 

    2. Sites e grupos na internet

    Sim, como já mencionado, mesmo os melhores sites de busca de vagas não têm como anunciar todas as oportunidades que surgem no mercado. Até porque a escolha de anunciar ou não a vaga é de cada empresa. 

    Mas essas ferramentas virtuais são essenciais para quem quer conseguir ingressar no mercado como estagiário. São muitas vagas abertas e a praticidade dos recursos desses sites otimiza muito o processo. 

    Confira uma lista de sites confiáveis para procurar vagas de estágio:

    + 7 sites seguros para procurar emprego e estágio durante a pandemia

    Outra alternativa são os grupos no Facebook. Nesse caso vale a pena ter mais cautela para não cair em golpes. Procure se certificar da veracidade das vagas e prefira grupos confiáveis, administrados por pessoas da área e que você conheça minimamente. 

    3. Vá direto até a fonte

    Dependendo da área na qual você deseja fazer estágio, talvez até já tenha em mente uma empresa na qual gostaria de atuar. Nesse caso, ir diretamente na fonte pode ser mais uma alternativa. 

    Mas é preciso tomar cuidado para não fazer isso da forma errada. Se for comparecer em um local onde deseja trabalhar, certifique-se de que está qualificado para aquele tipo de vaga e pense em uma boa abordagem. 

    Muitas pessoas que vão direto nas empresas colocar currículos acabam deixamos esses documentos nas mão de gerentes e recepcionistas. Se esta for a única opção, tudo bem. 

    Caso contrário, pergunte sobre a possibilidade de entregar pessoalmente para o gestor de RH. Mas em casos assim ligue antes, não chegue de surpresa!

     

    Vagas de estágio onde procurar
    Enquanto muitos procuram, outras vagas de estágio ficam sem concorrência
    (Foto: Reprodução)

     

    4. Órgãos do Governo

    Diversos órgãos governamentais e instituições públicas abrem vagas de estágio com frequência. Só que muitas vezes essas oportunidades são anunciadas somente no site do órgão em questão e em quadros de avisos e são menos visadas. 

    Quem fica mais atento, leva a melhor. Então procure saber na sua prefeitura, nas procuradorias da região, em unidades do ministério público e em empresas vinculadas ao Governo sobre novas vagas abertas. 

    Recentemente a Ebserh, por exemplo, uma estatal que administra hospitais universitários em todo o Brasil, abriu um processo seletivo de estágio no Distrito Federal. Mas até início de junho a concorrência na área de Tecnologia era quase zero.

    5. Noticiário

    Por fim, um excelente local onde procurar vagas de estágio é o noticiário da área. Aqui no site da FD Empregos, da Folha Dirigida, são anunciadas dezenas de oportunidades diariamente, em todo o Brasil. 

    Há ainda a ferramenta de busca de vagas, fruto de uma parceria com a InfJobs. O uso da plataforma é totalmente gratuito e nele é possível encontrar vagas de emprego e estágio em todo o país. Saiba mais:

    + Conheça a nova ferramenta de busca de empregos da Folha Dirigida

  • Receita libera consulta ao segundo lote do IR 2020

    Já está disponível para consulta o segundo lote de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2020, que terá pagamento no dia 30 de junho, data que encerra o período de entrega das declarações. 

    Para ter acesso à consulta, o contribuinte deve acessar a página da Receita Federal. O órgão disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita a consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF. 

    Por meio do serviço e-CAC, ele pode ver o extrato da declaração e descobrir se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Em caso de erros, o contribuinte pode fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

    O segundo lote inclui mais de 3,3 milhões de contribuintes, que receberão R$5,7 bilhões, sendo o lote de maior valor já registrado. 

    Mais da metade desse valor, R$3,977 bilhões são para contribuintes com direito a prioridade no recebimento: 54.047 contribuintes acima de 80 anos; 1.186.406 contribuintes entre 60 e 79 anos; 89.068 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou doença grave; e 937.234 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério. 

    Foram contemplados ainda mais de 1 milhão de contribuintes não prioritários, que entregaram a declaração até o dia 4 de março. Neste ano, serão apenas cinco lotes com pagamento iniciando antes mesmo do fim do prazo de entrega, como o primeiro lote, feito em 29 de maio.

     

    Contribuintes que não fizeram a declaração têm até o dia 30 
    (Foto: Pixabay)

     

    Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

    Com o prazo de entrega se encerrando, a Receita espera receber 32 milhões de declarações. Mas, até as 11h dessa segunda-feira, 22, foram entregues 21.624.160 declarações. É importante ressaltar que o contribuinte que perder o prazo estará sujeito à multa mínima de R$165,74 e máxima de 20% do imposto devido.

    Faça sua Declaração Anual MEI

    Por conta da pandemia do Coronavírus, foi prorrogado até o dia 30 de junho o prazo para fazer a Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (DASN – Simei), também conhecida como Declaração Anual do Faturamento. A prestação de contas é obrigatória, independente se teve ou não algum faturamento no ano anterior. 

    De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o microempreendedor deve informar: 

    • Receita bruta total auferida no ano anterior;
    • Receita bruta auferida no ano anterior referente às atividades de comércio, indústria e serviço de transporte intermunicipal e interestadual; e 
    • Se teve empregado durante o período abrangido pela declaração.  

    O acesso ao programa DASN – Simei é feito, exclusivamente, por meio do Portal do Simples Nacional. O Sebrae explica o passo a passo de como é feita a declaração anual:

    1. Na primeira sessão o empresário deve declarar todos os anos em que atuou pelo programa. No sistema, não são aceitas transmissões de uma declaração sem que antes tenha transmitido uma declaração referente ao ano-calendário anterior. Por exemplo, o MEI que iniciou suas atividades em maio de 2016 e nunca apresentou nenhuma declaração, ao fazer a primeira declaração, aparecerá habilitado somente o ano-calendário de 2016. Ou seja, o contribuinte não conseguirá transmitir a declaração referente ao ano-calendário de 2017 sem que antes tenha transmitido a DASN referente ao ano de 2016.
    2. Serão importados, do PGMEI (o programa de geração do DAS para o MEI) para a declaração, os dados da última apuração realizada para cada período do ano-calendário escolhido, assim como todos os DAS pagos relativos ao período da declaração. Caso o contribuinte não tenha realizado a apuração de algum período, ele receberá um aviso para que regularize a situação utilizando portal PGMEI.
    3. Finalizado o preenchimento, é exibido o resumo da declaração, que mostra os valores dos tributos devidos em cada período de apuração do ano selecionado e os DAS que foram pagos. O campo Valor Apurado exibe a soma dos valores apurados para cada tributo, sendo eles INSS, ISS e ICMS, ainda que não haja emissão de DAS. No campo Valor Pago, fica registrada a soma de todos os pagamentos efetuados para cada período de apuração.
    4. Ao clicar no botão Transmitir, os dados da Declaração são salvos definitivamente, gerando o número do recibo. Também aparecerá a opção para a emissão do DAS referente à tributação da receita excedente, se for o caso.

    + Confira dicas para realizar a declaração de Imposto de Renda 2020

    O microempreendedor também pode consultar ou fazer impressão de suas declarações pelo Portal do Simples Nacional, utilizando a funcionalidade “Consulta Declaração Transmitida do MEI”. Para isso, é só  apresentar o código de acesso ou certificado digital. Essa funcionalidade exibe uma lista das declarações transmitidas pelo contribuinte, todas exibidas em formato PDF. 

    + Saiba mais sobre a Declaração Anual MEI

  • Feira virtual de estágio e emprego vai ofertar milhares de vagas

    A Estácio, instituição do setor educacional brasileiro, realizará a 4ª edição da Feira Virtual de Estágios e Empregos. O evento, que contará com a participação de grandes empresas, acontecerá entre os dias 29 de junho e 3 de julho

    Durante a feira, os participantes poderão avaliar as carreiras que estão em evidência e conferir oportunidades de empregos em empresas como Cielo, Baker, Universia, B2W, MC Donald’s, Super Estágios, Grupo Cia de Talentos, entre outras. 

    Além disso, a Estácio também fechou parcerias com a Red Bull, que disponibilizará o Red Bull Wingfinder – teste de perfil comportamental -, e com a Bettha, startup do Grupo Cia de Talentos, que irá oferecer assessments que fazem mapeamentos de perfil. Enquanto o Genius avalia as habilidades que tornam as pessoas geniais, o Lifestyle mostra o ambiente de trabalho que mais combina com cada perfil. 

    Além da oportunidade de se candidatar a milhares de vagas de estágios e empregos efetivos, a 4ª Feira Virtual também vai oferecer aos estudantes a oportunidade de conversar com profissionais das áreas de RH das empresas participantes. 

    Durante o bate-papo, os participantes vão conhecer mais detalhes destas companhias, como a cultura e os desafios para os próximos anos. A interação entre participantes e empresas será realizada por meio de chat, conforme programação e agenda da feira, disponível no próprio site do evento.  

    + Estágio: onde procurar? Veja 5 dicas para encontrar mais vagas

    “Nesse momento desafiador em que vivemos, com muitas pessoas desempregadas, a feira é uma grande oportunidade para quem quer conquistar uma vaga no mercado de trabalho. A iniciativa fará com que cada participante aumente seu network com as grandes organizações – companhias nacionais e multinacionais – e possa conferir novidades e inovações em suas áreas de atuação”, afirma Cláudia Romano, vice-presidente de Relações Governamentais, Sustentabilidade e Comunicação da Estácio.  

    Para participar da Feira Virtual e acessar o conteúdo, é preciso fazer um pré-cadastro no site da Feira Virtual de Estágios e Empregos. Poderão se inscrever alunos, egressos e estudantes de todo o país, mesmo que não sejam alunos da Estácio. 

     

    Estácio inscreve para feira virtual de estágio e emprego
    (Foto: Pixabay)

     

    Grupo PetraGold abre 50 vagas para consultor de vendas no Rio

    O Grupo PetraGold, empresa que atua no setor de serviços financeiros, está com 50 vagas abertas para o cargo de consultor de vendas. As oportunidades são para atuação no centro do Rio de Janeiro e na Região Metropolitana do Estado. 

    Para se candidatar às vagas, é preciso ter ensino médio completo e, pelo menos, três anos de experiência com vendas externas. Cursos e especializações na área Comercial serão considerados diferenciais no processo de seleção. 

    + Pandemia acelerou novidades no mercado de trabalho

    A intenção da PetraGold é que os integrantes da nova equipe de vendas atuem externamente na comercialização direta dos produtos e serviços financeiros do grupo. Além dos 50 novos colaboradores, a empresa carioca já projeta novas séries de contratações de consultores para os próximos meses.

    Segundo a coordenadora de RH do Grupo PetraGold, Nathally Vieira, é notório que as companhias atravessam uma crise com sérios efeitos econômicos em razão da pandemia, mas a empresa tem bons motivos para ir na contramão do mercado. 

    “O ritmo de nossas frentes de trabalho continua acelerado”, pondera Nathally. “Estamos pensando em estratégias para que esse braço de vendas atue com ainda mais força”, completa a coordenadora.

    A função de consultor de vendas do Grupo PetraGold oferta remuneração inicial de R$2.250. A contratação dos novos funcionários será feita pelo regime CLT, com direito aos seguintes benefícios: 

    • Vale transporte;
    • Vale refeição;
    • Plano de saúde;
    • Premiação; e 
    • Plano de carreiras. 

    Os interessados devem enviar o currículo até a próxima sexta-feira, 26 de junho, para o e-mail: rh@petragold.com.br. O processo seletivo contemplará pessoas com foco em resultado, gosto por novos desafios e que tenham objetivo de crescimento profissional. 

    + Quais as dificuldades para refugiados no mercado de trabalho brasileiro?

    Após o envio do currículo, os candidatos às vagas passam por mais duas etapas de seleção, incluindo uma avaliação com o departamento de Recursos Humanos e, posteriormente, uma entrevista com o gestor da área. 

    Por conta da pandemia do novo Coronavírus, a empresa optou por otimizar o processo seletivo para que as duas primeiras fases sejam realizadas online. 

    Notícias de emprego

     

  • Especialista orienta sobre como empreender no setor de RH

    A crise no mercado de trabalho, provocada pela pandemia do novo Coronavírus, atingiu diversos setores, inclusive o de Gestão de Pessoas. Uma alternativa encontrada por esses profissionais para se manterem ativos no mercado tem sido empreender no setor de RH

    “Essa migração já acontece na área, com muitas pessoas deixando as empresas para seguir um caminho como consultores ou headhunters independentes. Deve se tornar ainda mais comum agora”, analisou Aparecida Morais, sócia da Recrutei, plataforma de recrutamento e seleção.

    Aparecida listou quatro dicas para quem deseja empreender. Segundo a especialista, essas são recomendações essenciais para que a transição tenha mais chances de sucesso. Confira!

    1. Preparando a transição: elabore um cronograma e avalie as finanças
    2. Definindo um nicho: avalie sua experiência e pense em parceiros
    3. Entendendo o mercado: estude o potencial da área e escolha um modelo de negócio
    4. Abrindo as portas: considere a burocracia, os recursos e a tecnologia 
       
    Empreendedora
    Especialista orienta sobre como montar um empreendimento de sucesso
    (Foto: Pixabay)

     

    Preparando a transição: elabore um cronograma e avalie as finanças

    De acordo com Aparecida, o primeiro passo ao ingressar em uma jornada empreendedora é fazer uma análise financeira a médio prazo. O futuro empreendedor deve considerar os investimentos que precisarão ser feitos para que ele possa iniciar suas atividades.

    “O ideal é não depender exclusivamente da receita do novo negócio para a sobrevivência, porque pode ser necessário algum tempo até a sua maturação”, recomendou Aparecida. 

    Assim, se a pessoa ainda estiver trabalhando em uma empresa, por exemplo, ela pode planejar uma saída gradativa, com um período de transição de período de 3 a 6 meses. 

    “Elabore um cronograma incluindo todas as etapas, desde a saída da empresa até o início efetivo das atividades no novo empreendimento.”

    + Declaração anual do MEI é obrigatória. Saiba como fazer a sua!

    Definindo um nicho: avalie sua experiência e pense em parceiros

    Para definir seu nicho, o futuro empreendedor deve pensar quais são suas áreas de especialidade em Gestão de Pessoas. Aparecida recomenda a quem está iniciando o próprio negócio se fazer as seguintes perguntas:

    • Isso é fundamental para que você possa definir o escopo do seu negócio?
    • Será uma consultoria? Uma empresa de terceirização? Uma parceria?

    De acordo com ela, uma alternativa que vale a pena considerar é pensar em uma combinação de áreas que possam gerar uma proposta de valor atraente.

    “É possível juntar recrutamento e seleção com capacitação, ou capacitação com performance, ou ainda cultura organizacional com clima. Essa é uma maneira de mitigar os riscos do novo negócio, já que em certos períodos uma área pode acabar ficando menos demandada por alguma circunstância”. explicou.

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    Entendendo o mercado: estude o potencial da área e escolha um modelo de negócio

    Definido o nicho, é importante fazer uma pesquisa sobre o potencial de mercado para sua consultoria. Nessa etapa, o ideal é imaginar diferentes cenários e possibilidades.

    “Este mapeamento pode ser realizado por meio de uma sondagem mais ampla ou até mesmo com abordagens focadas, dependendo do nível de networking que você possui”, sugeriu Aparecida. 

    Em paralelo a essa pesquisa, o empreendedor deve elaborar o modelo de negócios que será adotado. “Considero as parcerias complementares, em que cada empreendedor mantém um foco e conta com um parceiro para projetos mais abrangentes, muito interessantes e estratégicas”, indicou.

    + Pandemia acelerou novidades no mercado de trabalho

    Abrindo as portas: considere a burocracia, os recursos e a tecnologia

    Por fim, Aparecida recomenda a contratação de uma assessoria contábil e fiscal, pois ela poderá indicar com mais certeza qual é o melhor modelo jurídico para o empreendimento. 

    Apesar da possibilidade de prestar serviços como pessoa física autônoma, é importante considerar a possibilidade de se ter um CNPJ, podendo ser: MEI (microempreendedor individual), uma Eireli (empresa individual) ou uma sociedade limitada.

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    “A melhor opção depende da atividade escolhida. Algumas só são permitidas em certos enquadramentos jurídicos”, ponderou Aparecida.

    Além disso, o empreendedor deve avaliar quais recursos serão necessários para o funcionamento de sua empresa. Isso inclui: local de trabalho, equipamentos, serviços de marketing ou de outro tipo, colaboradores, parceiros. Alguns recursos podem ser otimizados com o uso da tecnologia.

    “Vale a pena automatizar as tarefas que forem possíveis, usando sistemas e plataformas, de modo que o trabalho seja mais eficiente e renda mais”, recomendou a especialista.