Categoria: CONCURSOS

  • Trabalho informal tende a crescer com pandemia e digitalização

    À medida que o tempo passa, o índice de trabalho informal vem crescendo de maneira expressiva. Os motivos são diversos e o percentual aumentou ainda mais com a pandemia, desde o início de 2020.

    Este cenário demonstra que, mesmo durante a crise, trabalhadores de diversos segmentos buscam se reinventar para conseguir arcar com suas responsabilidades financeiras. A era digital e o mercado globalizado também interferem diretamente neste crescimento.

    Uma pesquisa realizada pelo Chazz, estúdio de design criativo da everis, do grupo NTT Data, indicou que os trabalhadores informais representam 41,4% da força de trabalho nacional em 2020.

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    Isso, segundo o IBGE, corresponde a 38,8 milhões de brasileiros. Para Raphael Bueno, sócio responsável pela área digital da everis Brasil, uma das formas de tornar esses talentos inseridos e se sentindo fortalecidos profissionalmente é proporcionando a sua inserção digital e bancária.

    Para Luíza Futuro, Head de Ressearch do Chazz, o termo “informais” não é bem utilizado e pode ser considerado até mesmo pejorativo.

    “O termo trabalhador informal é considerado depreciativo, porque a informalidade não é uma escolha, é a consequência do desemprego, de sucessivas crises econômicas, da falta de acesso à educação e acesso à internet. Se pudessem, eles gostariam de ser assalariados, mas consideram um privilégio ao qual não têm acesso – afinal só um em cada 10 empregos gerados em nossa economia tem registro em carteira”

     

    (Foto: Pixabay)
    Números de trabalhadores informais crescem em 2020; veja motivos!
    (Foto: Pixabay)

    O que tem impulsionado o crescimento do mercado informal?

    A pesquisa revelou o que tem impulsionado esse crescimento de trabalhadores informais. Entre as principais vertentes, quais têm sido as principais tensões para o aumento dessa demanda, em meio a um cenário de calamidade e “sobrevivência”?.

    Os 4 principais motivos foram:

    • Altos índices de desemprego;
    • Empreendedorismo estrutural;
    • Digitalização do mercado;
    • Inovação exigida pelo capitalismo e pouca literacia digital.

    Sobre o desemprego, o estudo divulgado relata que ele subiu nos últimos meses para 11, 6 no trimestre encerrado em fevereiro. Isso atinge 12,3 milhões de pessoas em 2020. 

    Com a pandemia do novo Coronavírus, a perspectiva é de ter um número dobrado. Já o empreendedorismo estrutural, ela indica que 52 milhões de brasileiros têm negócio próprio e 77% da população sonha em começar a empreender um dia.

    “Além disso, 99% das empresas do País são pequenas e médias empresa, sendo responsáveis por 27% do PIB e pela geração de 54% dos empregos.”

    A digitalização do mercado é outro impacto significativo, já que na mesma medida em que 45 milhões de pessoas já usaram aplicativos para obter renda, apenas em cada cinco lares possuem acesso à internet, seja computador, celular, tablet ou televisão, até 2018.

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    Qual o futuro do mercado junto a esses profissionais?

    Com este crescimento e uma necessidade cada vez maior de adaptação, novas rotinas, necessidades e motivos de reinventar, o mercado cria perspectivas. O trabalhador informal e as empresas enxergam um cenário favorável daqui para frente?

    A Chazz definiu alguns possíveis cenários futuros do financeiro com esses profissionais, visando potencial das instituições e o grau de digitalização social, que são:

    • Mundo novo;
    • Nova competição;
    • Mais do mesmo; e
    • Guerra de titãs.

    Mundo novo -> ”os novos players aproveitam a alta digitalização da sociedade para desenvolver novos produtos digitais e mais simples.”

    Nova Competição -> ”com a baixa digitalização, os novos players entram para competir nos produtos e canais tradicionais, acirrando a guerra de preços entre competidores tradicionais e novos players.”

    Mais do Mesmo -> ”com a baixa digitalização e pouca força dos novos players, os bancos tradicionais se fortalecem, levando a pouca inovação ou mudanças significativas.”

    Guerra de Titãs -> ”com a alta digitalização e baixa força dos novos players, a inovação no setor financeiro é impulsionada pelos bancos tradicionais e os novos players se tornam seguidores.”

    “Esses cenários nos mostram que esses profissionais representam um enorme potencial de expansão para os bancos, viabilizando a ampliação não só do número de clientes, mas a oferta de soluções inovadoras e diversificadas para atender aos variados perfis dos trabalhadores essenciais, gerando proximidade e fidelização”, comenta Bueno

    Notícias de empregos

  • Multinacional GFT Brasil tem mais de 150 vagas de TI em home office

    Um dos grandes destaques durante a pandemia foi o setor de Tecnologia. Essa foi uma das áreas que mais gerou novas contratações, apesar da crise no mercado de trabalho.

    E novas oportunidades na área não param de surgir. Desta vez, a GFT Brasil, multinacional de tecnologia para o setor financeiro, está com 154 vagas de emprego abertas.

    enlightenedA GFT já contratou 359 novos colaboradores desde janeiro de 2020. Desse total, 183 foram contratados durante o período de isolamento social. 

    A empresa investiu em processos de seleção e contratação digitais. Os novos colaboradores iniciaram suas atividades de forma remota e receberam em casa o kit de boas-vindas e os equipamentos necessários.

    Dentre as iniciativas desenvolvidas para recepcionar os novos colaboradores, estão: treinamentos sobre metodologias ágeis utilizadas para o trabalho remoto, bate-papos digitais, landing com o presidente e iniciativas culturais. A empresa também disponibiliza assistência psicológica para todos neste período de isolamento.

    “Estou confiante de que a GFT é um empregador muito atraente: no primeiro trimestre de 2020, a nossa receita aumentou 55% em relação ao mesmo período de 2019, e diante da crise atual econômica, registramos um crescimento muito forte, o que dá a dimensão das oportunidades de carreira na GFT”, destacou Fernanda Rodrigues, diretora de Recursos Humanos da GFT para América Latina.

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    GFT Brasil
    Oportunidades estão abertas para profissionais de todo o Brasil
    (Foto: Divulgação)

    Profissionais atuarão em home office durante isolamento social

    As oportunidades oferecidas são para as áreas de Arquitetura e Desenvolvimento de Softwares, Analistas de Testes e Gestão de Projetos. Os profissionais atuarão nas cidades de Alphaville (SP), São Paulo (SP), Sorocaba (SP) e Curitiba (PR).

    No entanto, durante esse momento de isolamento social, está sendo adotado o modelo de trabalho em home office. De acordo com a assessoria de imprensa da GFT, a empresa está atuando para continuar com nesse modelo após a pandemia.

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    Para participar, os profissionais devem possuir experiência profissional nas áreas solicitadas, como Análise de Sistemas, Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Sistemas de Informação ou afins. As candidaturas devem ser feitas no site da empresa.

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    Empresa oferece diversos benefícios aos colaboradores

    Para os que não têm formação superior, são oferecidos programas de incentivo em treinamentos, certificações, graduação e pós-graduação.

    Os valores dos salários oferecidos aos novos colaboradores não foram divulgados, mas a empresa oferece alguns benefícios, como:

    • Subsídio para internet/ banda larga;
    • Apoio psicológico;
    • Ajuda de custo para faculdade e cursos de pós-graduação, idiomas e certificações;
    • Oportunidade de carreira no exterior; e 
    • Incentivos para o crescimento profissional.

    O processo seletivo será realizado virtualmente e está aberto a candidatos de todo o Brasil. Para atrair concorrentes de todas as localidades do país, a GFT lançou a campanha ‘Match’. A iniciativa reúne histórias de pessoas que entraram na empresa e construíram uma carreira sólida e internacional.

    “Tivemos a oportunidade de contratar profissionais de outros estados, fora dos locais em que temos escritório como São Paulo e Paraná. Esse é um dos grandes benefícios do processo online porque há muitos profissionais qualificados em todo o país e agora temos a oportunidade de contar com eles” disse Fernanda Rodrigues.

  • 5,8 milhões recebem 4ª parcela do auxílio nesta quarta, 29

    Nesta quarta-feira, 29, a Caixa Econômica Federal (CEF) credita novas parcelas do auxílio emergencial para 5,8 milhões de trabalhadores, tanto os cadastrados pelo  Cadastro Único (CadÚnico), site e aplicativo quanto o público do Bolsa Família.

    Conforme calendário, 1,9 milhão de brasileiros do Bolsa Família, com NIS final 8, recebem, hoje. Já os 3,9 milhões de inscritos em outras modalidades, nascidos em março, recebem:

    • aprovados no 1º lote recebem a quarta parcela;
    • aprovados no 2º  lote recebem a terceira parcela;
    • aprovados no 3º e 4º lotes recebem a segunda; e
    • novos aprovados vão receber o primeiro pagamento.

    Saiba como antecipar saque do auxílio e do FGTS emergencial

    O pagamento da quarta parcela para o grupo do Bolsa Família iniciou no último dia 20 e vai até a próxima sexta-feira, 31. Com exceção destes beneficiários, todos os trabalhadores têm o dinheiro creditado no Caixa Tem, conta social digital da Caixa.

    Contudo, quem recebe hoje, terá que esperar até o dia 1º de agosto para realizar saques e transferências. A Caixa volta a depositar a quarta e outras parcelas do auxílio para os nascidos em abril no dia 31.

     

    Saques e transferências acontecem a partir de sábado, 1º
    (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

    Bolsonaro veta PL que prioriza mãe de família no pagamento do auxílio emergencial

    O presidente Jair Bolsonaro vetou o Projeto de Lei 2.508, que dava preferência às mulheres no pagamento de R$1.200 do auxílio emergencial. O texto já havia sido aprovado pela Câmara, em junho, e pelo Senado, no início de julho. 

    Confira o Projeto de Lei 2.508

    O texto, que foi integralmente vetado, tem autoria de parlamentares do PSOL e previa que quando pai e mãe não formassem uma única família e houvesse duplicidade na indicação dos dependentes no cadastro realizado por autodeclaração, seria considerado o cadastro feito pela mãe. 

    + Mais de 805 mil cidadãos são elegíveis no auxílio emergencial

    Por outro lado, em caso de cadastro posterior feito pela mulher, o homem que possuísse a guarda unilateral dos filhos ou que fosse responsável pela criação dos menores poderia contestar a decisão sobre a concessão do benefício.

    De acordo com a justificativa do governo para o veto, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 29, “em que pese a boa intenção do legislador em estender o auxílio emergencial para as famílias monoparentais, cujo pai é provedor”, a proposta não apresenta estimativa de impacto orçamentário e financeiro.

     

  • TRF5 autoriza nomeações para técnicos e analistas na área de TI

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região autorizou as nomeações dos candidatos aprovados no concurso TRF5 2017, principalmente para os cargos de técnico Judiciário, na especialidade Informática. [tag_teads]

    A decisão foi divulgada por meio de um edital assinado pelo presidente do TRF5, o desembargador federal Vladimir Carvalho, publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 27 de julho.

    Sete concorrentes convocados estão autorizados a tomar posse em seus respectivos cargos de técnico e analista na área de Informática e de Tecnologia da Informação. Os profissionais vão atuar nas Seções Judiciárias do Ceará (SJCE), Paraíba (SJPB), Sergipe (SJSE) e da Paraíba e de Pernambuco (SJPE) .

    Os prazos para posse dos selecionados encontravam-se suspensos pelo Ato nº 204/2020, em função do regime de confinamento social, para enfrentamento da pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo Coronavírus.

    TRF5 autoriza nomeações para técnicos e analistas na área de TI (Foto: Getulio Bessoni)
    TRF5 autoriza nomeações para técnicos e analistas na área de TI
    (Foto: Getulio Bessoni)

    No entanto, de acordo com Vladimir, essas nomeações são uma exceção, já que as atividades de TI são de extrema importância durante o regime de home office. Isso porque, com a maior parte dos magistrados e servidores trabalhando de casa, as demandas sob encargo das unidades da área de TI aumentaram.

    A seleção tinha prazo de validade inicial de dois anos, e recentemente foi prorrogada por mais dois, a partir do dia 21 de junho.

     

    Seleção ofertou 14 vagas com salários iniciais de até R$13 mil 

    Em 2017, o concurso TRF5, promovido pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, ofertou 14 vagas para técnico (nível médio) e analista judiciário (superior).  O órgão tem sede em Recife e tem representação em seis estados do Nordeste: Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.

    Os interessados em participar puderam realizar as inscrições até o mês de outubro daquele ano, por meio do site da banca, a Fundação Carlos Chagas (FCC). As taxa de inscrição foram de R$60,85 (nível médio) e R$70,85 (superior).
     

    As carreiras de técnico e analista foram divididas em diversas especialidades, conforme a seguir:

    Técnico Judiciário 

    • Área Administrativa: nível médio completo
    • Segurança e Transporte: nível médio completo e CNH (D ou E)
    • Informática: nível médio completo e curso de programação (mínimo de 120 horas) ou técnico em Informática

    Analista Judiciário 

    • Área Judiciária: superior completo em Direito
    • Oficial de Justiça: superior completo em Direito
    • Área Administrativa: qualquer formação superior completa
    • Informática/Infraestrutura e Informática/Desenvolvimento: qualquer formação superior, com especialização em TI
    • Medicina (Clínica Geral)
    • Contadoria: superior completo em Ciências Contábeis
           CARGO   REMUNERAÇÃO

    Técnico

    R$7.260,41

    Técnico (área Segurança e Transporte)

    R$8.308,17
    Analista R$11.345,90
    Analista (especialidade Oficial de Justiça) R$13.064,99
  • Heineken inscreve para programa de jovens talentos em todo o país

    O Grupo Heineken no Brasil está com inscrições abertas para o seu programa “Leadership Experiences”. O projeto é focado no desenvolvimento acelerado de jovens profissionais para cargos de liderança.

    Ao todo, são oferecidas 20 vagas para todo o Brasil. Para participar do programa, os interessados devem se inscrever até o dia 11 de setembro, no site do Leadership Experiences.

    Podem se inscrever os profissionais graduados em cursos de bacharelado, licenciatura ou tecnólogo, entre 2014 e 2018. Os interessados devem ter total mobilidade nacional durante e após o término do programa.

    O processo de seleção avaliará as habilidades de liderança dos inscritos, agilidade no aprendizado e o desejo de protagonizar na carreira. O conhecimento de Língua Inglesa de nível intermediário será um fator avaliado, mas não obrigatório.

    Todo o processo seletivo será online, com o uso de realidade virtual e adaptado para deficientes auditivos e visuais. A seleção ainda contará com podcasts, com participantes do programa contando sobre sua experiência e cultura da companhia, além de um chatbot conhecido como Dandara, que auxiliará e acompanhará os candidatos com dúvidas.

     

    Grupo Heineken abre programa para desenvolvimento de jovens (Foto: Site Heineken Brasil)
    Grupo Heineken abre programa para desenvolvimento de jovens
    (Foto: Site Heineken Brasil)

     Veja também:

    Programa terá 12 meses de duração

    Com um plano de 12 meses, que leva os escolhidos a conhecerem de perto todos os processos da companhia em diferentes localidades do Brasil, o programa aprimora conhecimentos diversos com trilhas especializadas de desenvolvimento.

    Por isso, a companhia informa que busca profissionais que sejam protagonistas, tenham vontade de crescer e sede de desafio. Nesta edição, o Grupo Heineken proporcionará para todos os candidatos uma experiência de autoconhecimento e desenvolvimento de liderança.

    O Grupo Heineken não informa o valor do salário, que será oferecido ao aprovado. No entanto, além do vale-transporte ou fretado, os profissionais terão direito a benefícios como:

    • vale-refeição;
    • planos de saúde e odontológico;
    • vale-alimentação;
    • Participação nos Lucros (PLR);
    • cursos da universidade Heineken;
    • vale-academia; e
    • seguro de vida.

    Saiba como será a seleção do Grupo Heineken

    Segundo o Grupo Heineken no Brasil, a escolha dos novos talentos olha cuidadosamente tanto para o potencial dos inscritos quanto para a diversidade dos times, assim como é feito em todos os processos de seleção de colaboradores da companhia.

    Para o Leadership Experiences, especificamente, a construção do processo teve o apoio da consultoria Mais Diversidade, que também acompanha as estratégias do comitê de Inclusão e Diversidade do grupo.

    “Para que possamos de fato desenvolver profissionais capacitados e protagonistas de suas carreiras, e ainda crescermos como empresa, entendemos que é fundamental ter a diversidade trabalhando ao nosso lado”, comenta a gerente sênior da área de Talent Acquisition da companhia, Luana Moraes.

    Desde sua primeira edição em 2018, o programa já recebeu mais de 20 mil inscritos. Para unir os profissionais que já participaram e ouvir suas percepções, a companhia criou um podcast exclusivo para eles, no qual esses jovens líderes contam como a experiência foi importante para o seu desenvolvimento.

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    O conteúdo pode ser acessado no site do programa. Para a ex-participante do programa Leadership Experience Heineken e atual coordenadora de envase da cervejaria de Itu, Marina Amaral, o processo fez com que ela entendesse as competências que uma líder precisa ter.

    “Eu não esperava enfrentar todos aqueles desafios, mas agradeço aos gestores que cuidaram do meu desenvolvimento, eles fizeram a diferença. Para desenvolver o meu perfil de liderança, procurei desafios na minha área, coordenando equipes pequenas e o mais gratificante foi receber os agradecimentos das pessoas que liderei. Hoje, eu acordo com vontade de fazer acontecer, porque sei que estou no lugar certo”, afirma.

    Todo o processo será conduzido em parceria com a Matchbox, consultoria especializada em talentos e que imprimiu o seu olhar de inovação dentro da temática de inclusão e diversidade no projeto dedicado ao Grupo Heineken.

    “Mesmo com o distanciamento social, nosso objetivo foi de nos aproximarmos dos candidatos por meio de propostas inclusivas, como um hotsite 100% acessível para pessoas com deficiência visual, com vídeos interativos que também terão toda a acessibilidade necessária, por exemplo. Conseguimos chegar em um resultado muito bacana junto com a Matchbox”, completa Luana.

  • Contratação temporária cresce e se destaca de janeiro a junho

    Em uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira do Trabalho Temporário (ASSERTTEM), 80,6% das agências associadas afirmaram que o aumento da demanda foi o principal motivo da geração de vagas temporárias entre janeiro e junho de 2020.

    Esse tipo de contrato tem ganhado destaque neste período de pandemia. Afinal, é uma opção formal de contratação, porém mais rápida, mais barata e mais flexível. O que garante segurança econômica e jurídica para as empresas contratantes.

    Na pesquisa da ASSERTTEM com as agências associadas, 47,2% delas afirmaram que, em comparação ao início da pandemia, tiveram ou estão tendo aumento da procura por contratos temporários.

    Entre janeiro e junho deste ano, quase metade (47,5%) das agências contrataram mais de 500 trabalhadores por tempo determinado para os setores de Saúde, Alimentação, Agronegócio, Indústria e Logística. 

    A vagas eram para atuação em cargos operacionais (69%), administrativos (25%) e de supervisão (6%). A média salarial no semestre variou de R$1.045 a R$4 mil, sendo que, para a maior parte dos contratos, o valor ficava na faixa de um salário mínimo a R$2 mil:

    • de R$1.045 a R$2 mil (75%)
    • de R$2.001 a R$3 mil (22,2%)
    • de R$3.001 a R$4 mil (2,8%)

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    Trabalho temporário deve ser protagonista nos próximos meses

    “Os dados da pesquisa provam que o trabalho temporário toma seu legado nessa crise e pode assumir o papel de protagonista como uma importante solução para a sobrevivência das empresas e o combate ao desemprego.”

    A explicação é do presidente da ASSERTTEM, Marcos de Abreu, que vê na contratação temporária uma saída para milhares de empresas durante a pandemia. De acordo com ele, a regulamentação do trabalho temporário também estimulou e contribuiu para as contratações nessa modalidade. 

    A regulamentação ocorreu há 7 meses com a publicação do decreto 10.060/2019. Com isso, as empresas que desconheciam a forma de contratação têm uma maior compreensão da modalidade com segurança jurídica e econômica.

    E as agências de trabalho temporário, diz Abreu, possuem estrutura capaz de agir rápido e atender as demandas de todos os setores. 

    + Brasil perdeu 1,19 milhão de vagas de emprego no primeiro semestre

    Contratos temporários crescem na pandemia
    Com pandemia, empresas veem solução em contratos temporários
    (Foto: Reprodução)

    Uma prova de que esse tipo de contrato deve protagonizar nos próximos meses é que, mesmo após o início da pandemia da Covid-19, entre os meses de abril e junho, foi registrado o aumento no volume de vagas e contratações desse tipo. 

    Das agências de trabalho temporário abrangidas na pesquisa, 17,1% realizou mais de 400 contratos. 

    Os trabalhadores contratados no período têm de 18 e 29 anos em 52,8% das vagas; de 30 a 44 anos em 44,4%; e de 45 a 60 anos em 2,8%. A maior parte das vagas preenchidas (72,7%) são ocupadas por pessoas do sexo masculino. 

    “A modalidade deve ser vista como oportunidade para que as empresas consigam atender suas demandas urgentes e emergenciais e para ganharem fôlego durante a retomada até conseguirem efetivar os trabalhadores novamente”, finaliza o presidente da ASSERTTEM.

    + Trabalho informal tende a crescer com pandemia e digitalização

    Jovens representam boa parte do trabalho temporário no país

    Uma outra pesquisa, da Employer RH, empresa de Recursos Humanos, apontou que, em 2020, houve um aumento de 2% na taxa de jovens, na faixa de 18 a 25 anos, contratados temporariamente se comparado a 2019.

    De janeiro a março de 2020, essas pessoas já representam 35% do trabalho temporário no país, contra 33% em relação ao mesmo período do ano passado.

    Além disso, dados do IBGE revelam que há mais de 12,3 milhões de desempregados, sendo 27% representados pelos jovens. Esse público representa ainda os que mais procuram trabalho temporário.

    + “Perdi emprego na pandemia”. O que fazer? Especialista responde!

    A recomendação é que pessoas dessa faixa etária que ainda estão procurando emprego aproveitem este momento para expandirem suas qualificações por meio de cursos online e webinares, se especializando na área que desejam atuar.

    Enquanto a vaga não chega, saiba mais sobre empregos em todo o Brasil e tenha mais chances de conquistar uma oportunidade:

    vagas de empregos

     

  • Home office com os dias contados? É o que diz o LinkedIn. Entenda!

    A chegada da pandemia do novo Coronavírus no Brasil causou um impacto drástico nos hábitos e formas de trabalhar. E um dos pontos mais significativos de mudança foi o home office

    Esse modelo de prestação de serviço, moderno e já realizado amplamente em outros países, era tímido, mas estava crescendo por aqui. Acontece que com as medidas de distanciamento social, a mudança foi brusca. 

    Nos últimos quatro meses, trabalhar em casa “deixou de ser uma tendência moderninha adotada pelas empresas e virou uma prática comum na maioria das organizações”, como lembra Bruna Lofego, CEO da CWK Coworking e especialista em coworking. 

    E, sim, é verdade que boa parte dos profissionais estão satisfeitos e que muitos pretendem até permanecer trabalhando. Um estudo recente da Robert Half, com mais de 800 trabalhadores, apontou que mesmo trabalhando mais, 86% dos entrevistados querem continuar em home office.

    Em outra pesquisa, realizada pela ISE Business School, 80% dos líderes estão satisfeitos com essa nova forma de trabalhar. Então, essa tendência deve crescer ainda mais no mercado e vir para ficar, certo? Bem, não é isso que diz a última pesquisa promovida pelo LinkedIn, plataforma que conecta profissionais no mercado, com mais de 2 mil pessoas.

    Diferente dos demais, esse último levantamento mostrou que 62% dos profissionais na ativa em casa estão mais estressados em meio à quarentena. Não só os líderes, mas também colaboradores estão ansiosos para voltar ao trabalho presencial quando tudo se normalizar.

    Por isso, Bruna Lofego compara a alta do home office com a febre das paletas mexicanas, que deram um salto de vendas há alguns anos, mas alerta que as empresas tomem cuidado com os possíveis cenários que vão surgir no pós-pandemia:

    “Podemos classificar o atual momento como o mesmo período em que surgiu a onda das paletas mexicanas: chegaram com um diferencial, algo inovador e gourmetizado pela sociedade. (…) Entretanto, bastaram dois verões para que elas se transformassem em picolés mexicanos e ocupassem geladeiras de mercados e padarias, junto com os picolés tradicionais.”

    + Ataques a trabalhadores em home office já somam 11 milhões
    + Multinacional GFT Brasil tem mais de 150 vagas de TI em home office

    Especialista compara febre do home office à febre das paletas mexicanas
    (Foto: Pixabay)

    Especialista alerta empresas que investem pesado no home office

    Sim, é verdade que o processo de transformação digital, absorvido compulsoriamente pelas corporações por conta da pandemia, contribuiu para que líderes passassem a valorizar ainda mais seus colaboradores dentro das casas.

    E, também, como já mencionado em outras pesquisas, é certo que esse modelo de trabalho vai crescer daqui para frente, por ser mais barato e confortável. Mas as empresas e líderes precisam levar em conta o cenário como um todo. 

    Para a especialista em trabalho remoto, quem está investindo pesado no home office precisa ficar atento a este tipo de onda contrária, como mostrou pesquisa do LinkedIn. E para ajudar ela ainda lembra:

    “É necessário entender que home office e trabalho remoto são conceitos diferenciados. Enquanto o primeiro é executado dentro de casa o outro pode ser de qualquer local, com um ambiente mais corporativo, acolhedor e privado.”

    Pesquisas como a do LinkedIn apontam, diz a especialista, que o trabalho dentro de casa tem desencadeado doenças como síndrome de burnout, ansiedade e depressão. A falta de produtividade também já é sentida por gestores. 

    Ela acredita que isso acontece porque acumulam-se tarefas que não aconteceriam em um ambiente profissional. Já o trabalho remoto, que pode ser prestado dentro de um coworking, por exemplo, ou mesmo em outros ambientes, é visto por ela como uma outra saída. 

    Nele, o profissional tem contato com outras pessoas fora da bolha social, absorve a cultura organizacional, tem maior concentração com tarefas corporativas e menos estresse causado pelo excesso de tempo dentro de casa.

    “Um termômetro que endossa que o home office 100% tende a ser uma moda de ocasião é o número de empresas e empreendedores reservarem espaço de coworking. Donos deste modelo de negócio já começaram a sentir um aumento na busca por estes serviços, podendo ser desde salas individuais, compartilhada com equipes, como as famosas PAs (posto de atendimento).”

    + Empregos Nordeste: Stefanini abre vagas de home office na área de TI

    De acordo com Bruna, em 2013, com a crise econômica, aconteceu algo parecido, quando muitos perderam seus empregos tradicionais e decidiram empreender. Ela conta que, de início, alguns começaram com escritório improvisado dentro de casa, mas depois se viram obrigados a migrarem para um coworking.

    Justamente por entenderem que a concentração nas tarefas diárias era mais certeira do que dentro de casa.

    “Obviamente, empresas não serão mais as mesmas após a pandemia, inclusive na forma de gerir seus colaboradores, podendo ser fisicamente ou de forma remota, mas é certeza de que quem apoiar o home office integral como um benefício, estará sujeito a sofrer o mesmo prejuízo de quem investiu em franquias de paletas mexicanas.”

  • Pronampe poderá receber mais 12 bilhões da União após MP aprovada

    A Câmara dos Deputados aprovou nessa quarta-feira, 29, emendas da Medida Provisória (MP) 944/2020, que dá linha de crédito extra para pequenas empresas. O aumento de participação da União é de mais de 12 bilhões.

    A MP garante esse aumento do governo no Fundo Garantidor de Operações (FGO) para a concessão de garantias dentro do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

    A redação final da Medida Provisória amplia, ainda, uma nova modalidade de empréstimo para folha de pagamento dos pequenos negócios, enquanto se mantiver a crise e calamidade pública oriundas do novo Coronavírus. Foram recebidas oito emendas do Senado, das quais duas foram negadas.

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    Agora, a MP 944/2020 seguirá para sanção do presidente da República Jair Bolsonaro, para que, assim, entre em vigor todo o texto redigido.

     

    (Foto:Pixabay)
    Pronampe receberá crédito de mais de R$12 milhões para pequenas empresas
    (Foto:Pixabay)

     

    Para o deputado federal, Zé Vitor (PL-MG), as mudanças que o Senado fez propõem avanços e aprimoramentos na redação final. Ele é o relator do texto, destacando que a reserva é de R$17 bilhões para a folha e mais de R$12 para o crédito a micro e pequenas empresas.

    As aprovações foram:

    • Inclusão de organizações religiosas no rol de beneficiados pela linha de crédito;
    • criação de um sistema de garantias que facilite o acesso ao crédito;
    • aumento da participação da União em R$ 12 bilhões para a concessão de garantias a empréstimos do (Pronampe); e
    • redução, de R$ 34 bilhões para R$ 17 bilhões, do valor a ser injetado pelo governo federal no BNDES para custeio da linha de crédito.

    “O programa prevê a participação de instituições financeiras privadas na concessão do empréstimo, que entrarão com 15% dos recursos emprestados ao tomador final. Os outros 85% virão desse valor colocado no BNDES, que repassará aos bancos e receberá os reembolsos das parcelas ou cobranças, devolvendo os recursos à União”, explica a Agência Câmara de notícias.

    Presidente do Sebrae comemora aprovação da MP

    O aumento na linha de crédito ao Pronampe promete beneficiar muitos pequenos e micro empreendedores. E, por isso, o Sebrae enxerga com bons olhos a chegada de mais esse investimento, após aprovação na Câmara.

    Para o presidente Carlos Melles, a aprovação é muito relevante aos destinatários e é mais uma extensão das medidas para conter impactos deixados pela pandemia.

    “A aprovação será bastante relevante aos pequenos negócios, já que o Pronampe é uma linha especial de crédito que tem uma grande procura por parte das microempresas e empresas de pequeno porte e os recursos se esgotaram com rapidez. Com a extensão das medidas de combate à pandemia provocada pela Covid-19, os pequenos negócios precisam de crédito para continuar funcionando e a alocação de mais R$ 12 bilhões torna-se de suma importância”, disse.

    Quem será beneficiado com a aprovação de mais crédito ao Pronampe? O programa concede empréstimos para financiar os salários e verbas trabalhistas por quatro meses, além de quitar dívidas trabalhistas judiciais. Dessa forma, se beneficia:

    • Empresários;
    • Sociedades empresariais e sociedades cooperativas, exceto as de crédito;
    • Sociedades simples;
    • Organizações da sociedade civil;
    • Organizações religiosas; e
    • Empregadores rurais (pessoas físicas ou jurídicas).

    E-book Guia do Trabalhador na pandemia

  • Senado aprova MP que permite saque extraordinário do FGTS

    O Senado aprovou nessa quinta-feira, 30, a Medida Provisória (MP) 946/2020, que autoriza o acesso dos trabalhadores ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) durante a pandemia do novo Coronavírus. A MP também extingue o PIS-Pasep.

    O texto foi alterado no Senado e, por isso, retornará à Câmara. De acordo com matéria publicada no portal Agência Brasil, os senadores fizeram sugestões de alterações junto ao relato, senador Fernando Bezerra (MDB-PE), que também é líder do governo na Casa. 

    Após um acordo, ficou acertado que será permitida a movimentação da totalidade dos recursos da conta vinculada ao FGTS pelo trabalhador que tenha pedido demissão ou sido demitido sem justa causa durante o período de pandemia. 

    O trabalhador que optou pelo saque-aniversário também terá acesso integral ao recursos em caso de demissão. No modelo em vigência, ao optar pelo saque-aniversário o trabalhador fica dois anos sem ter acesso ao saldo total da conta.

    Apesar de ter apoiado as alterações propostas pelos senadores, o relator ressaltou que o governo não tem compromisso de sanção com a modificação, visto que pretende garantir a aplicação dos recursos do FGTS em habitação e saneamento, sem apostar na criação de novas modalidades de saques e de seus recursos. 

    De acordo com texto publicado na Agência Senado, o prazo da vigência do texto vence na próxima terça-feira, 4. No entanto, lideranças partidárias ressaltaram o compromisso do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e do relator da proposição naquela Casa, deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), de votar o texto na semana que vem. 

     

    Senado MP Saque FGTS
    MP precisa ser votada até 4 de agosto para não perder validade
    Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado)

    Leia também: 

    Pronampe poderá receber mais 12 bilhões da União após MP aprovada

    A Câmara dos Deputados aprovou nessa quarta-feira, 29, emendas da Medida Provisória (MP) 944/2020, que dá linha de crédito extra para pequenas empresas. O aumento de participação da União é de mais de 12 bilhões.

    A MP garante esse aumento do governo no Fundo Garantidor de Operações (FGO) para a concessão de garantias dentro do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

    A redação final da Medida Provisória amplia, ainda, uma nova modalidade de empréstimo para folha de pagamento dos pequenos negócios, enquanto se mantiver a crise e calamidade pública oriundas do novo Coronavírus. Foram recebidas oito emendas do Senado, das quais duas foram negadas.

    Agora, a MP 944/2020 seguirá para sanção do presidente da República Jair Bolsonaro, para que, assim, entre em vigor todo o texto redigido.

    Para o deputado federal, Zé Vitor (PL-MG), as mudanças que o Senado fez propõem avanços e aprimoramentos na redação final. Ele é o relator do texto, destacando que a reserva é de R$17 bilhões para a folha e mais de R$12 para o crédito a micro e pequenas empresas.

    As aprovações foram:

    • Inclusão de organizações religiosas no rol de beneficiados pela linha de crédito;
    • criação de um sistema de garantias que facilite o acesso ao crédito;
    • aumento da participação da União em R$ 12 bilhões para a concessão de garantias a empréstimos do (Pronampe); e
    • redução, de R$ 34 bilhões para R$ 17 bilhões, do valor a ser injetado pelo governo federal no BNDES para custeio da linha de crédito.

    “O programa prevê a participação de instituições financeiras privadas na concessão do empréstimo, que entrarão com 15% dos recursos emprestados ao tomador final. Os outros 85% virão desse valor colocado no BNDES, que repassará aos bancos e receberá os reembolsos das parcelas ou cobranças, devolvendo os recursos à União”, explica a Agência Câmara de notícias.

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  • Na 2ª semana de julho, pandemia deixa 12,2 milhões desocupados

    Na segunda semana de julho (dos dias 5 a 11), a taxa de desocupação ficou em 13,1% no Brasil. Ou seja, 12,2 milhões de pessoas sem trabalho. Os números são da edição semanal da PNAD COVID19, divulgada nesta sexta-feira, 31, pelo IBGE.

    Em relação à semana anterior (11,5 milhões) o número ficou estável. Mas cresceu, se comparado à primeira semana de maio (9,8 milhões), entre os dias 3 e 9. 

    • 1ª semana de maio – 9,8 milhões de pessoas sem trabalho (10,5%)
    • 2ª semana de julho – 12,2 milhões de pessoas sem trabalho (13,1%)

    De acordo com os dados da pesquisa, a ocupação também variou pouco, somando 81,1 milhões de pessoas ocupadas do país. Mas esse número é menor que o da primeira semana de maio, quando eram 83,9 milhões de ocupados. 

    Sendo assim, na segunda semana de julho menos da metade da população estava trabalhando: apenas 47,6%. Estável frente à semana anterior (48,1%) e com queda em relação à semana de 3 a 9 de maio (49,4%).

    Contratação temporária cresce e se destaca de janeiro a junho

    19,2 milhões pessoas não buscaram trabalho devido à pandemia

    A pesquisa do IBGE mostra ainda que a quantidade de pessoas que não procurou trabalho por motivos relacionados ao novo Coronavírus ficou em 19,2 milhões. Mas esse grupo ainda engloba aqueles não procuraram por falta de trabalho na localidade em que vivem.

    O número também ficou estável em relação à semana anterior. Depois de uma queda em junho (17,3 milhões), voltou ao patamar do início de maio (19,1 milhões).

    Já a taxa de trabalhadores na informalidade ficou em 34,0%, atingindo 27,6 milhões de pessoas. No início de maio, eram 29,9 milhões.

    enlightened Os profissionais informais englobam empregados do setor privado e trabalhadores domésticos sem carteira; empregadores que não contribuem para o INSS; trabalhadores por conta própria que não contribuem para o INSS; e trabalhadores não remunerados em ajuda a morador do domicílio ou parente.

     + Senado aprova MP que permite saque extraordinário do FGTS

    Home Office
    Home office começa a cair com o afrouxamento do distanciamento social
    (Foto: Reprodução)

    Trabalho remoto caiu pela primeira vez

    Ainda de acordo com o IBGE, pela primeira vez o número de pessoas que trabalhavam de forma remota caiu. Passou de 8,9 milhões (na primeira semana de julho), para 8,2 milhões na segunda semana. 

    Na prática isso significa, explica o Instituto, que cerca de 700 mil pessoas podem ter retornado ao trabalho presencial com a flexibilização das medidas de distanciamento social.

    De acordo com a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, essa é a primeira queda significativa nesse grupo desde o início de maio, quando a pesquisa começou.

    “A redução foi observada tanto em valores absolutos (643 mil) quanto percentuais (11,6%) e reflete o que já estamos vendo, que é o retorno de parte dessas pessoas aos seus locais de trabalho antes da pandemia.”

    Na segunda semana de julho, o grupo de pessoas que estavam temporariamente afastadas do trabalho continuou caindo. Foram 1,2 milhão a menos na comparação com a semana anterior, quando eram 8,2 milhões. 

    Por outro lado, o IBGE aponta que aumentou em 623 mil o número de pessoas que alegam motivo diferente do distanciamento para estarem afastadas do trabalho, totalizando 3,1 milhões.

    A coordenadora Maria Lúcia explica que o distanciamento social vem deixando de ser motivo para o afastamento das pessoas do trabalho. 

    “Elas estão alegando outras razões, como licença para tratamento de doença e licença maternidade, por exemplo. Nesse grupo, há ainda pessoas que podem ter sido dispensadas do trabalho.”

    vagas de empregos