Categoria: CONCURSOS

  • Hub de inovação abre mais de 40 vagas de emprego e estágio no país

    Você está em busca de uma colocação no mercado seja para emprego ou estágio? Se além disso, a sua vontade é também trabalhar em um local inovador, que busca a conexão com inovadores tecnológicos, temos uma boa notícia para você: a Wayra está com diversas oportunidades.

    A Wayra é uma hub de inovação e está com vagas em, pelo menos, sete startups pelo país. Os cargos são variados, podendo chegar a gerente de marketing e analista de suporte.

    “Muitas empresas sentiram o efeito da pandemia do coronavírus em seus negócios, inclusive na parte de contratação. Por outro lado, outras viram seus negócios crescerem e continuaram contratando”, disse a Wayra.

    São 42 vagas abertas para diversas empresas, sendo todas pertencentes ao portfólio da Wayra, que é uma hub de inovação da Vivo no Brasil e da Telefónica no mundo. As empresas são:

    • Bovcontrol;
    • Plugg.To;
    • RankMypp;
    • Social Miner;
    • Econodata;
    • Netshow.me; e
    • iUPay.

     Veja também: FGV oferece webinars sobre especialização e gestão profissional

    (Foto: Divulgação/Wayra)
    Wayra abre mais de 40 vagas para sete empresas
    (Foto: Divulgação/Wayra)

    Econodata e Netshow.me possuem maior parte das vagas

    Das sete empresas com chances abertas, duas se destacam. Com 12 e 11 vagas, respectivamente, Econodata e Netshow.me são as que mais ofertam nesse novo cenário. Quer saber mais? Veja abaixo!

    Na Econodata, são 12 vagas para trabalho remoto em várias áreas e cargos. Entre as oportunidades, estão inside sales (vendedor interno), pré-vendas, sales team leader, além de chances na equipe de TI e outras.

    Já a Netshow.me tem 11 vagas abertas para as áreas administrativa, customer success, marketing, produto e tecnologia. Entre os cargos, estão analista de marketing, editor de vídeos, designer, copywriter, ui designer, e outros. As chances são para o Estado de São Paulo ou home office, de acordo com a função.

    Vagas de estágio

    Nas demais oportunidades, o candidato encontra quatro vagas na Bovcontroalém de uma na RankMyAPP – que é referência global em inovação e qualidade focada em estratégia de mobile marketing.

    Outras sete vagas estão disponíveis na Plugg.To, e mais quatro na Social MinerHá, ainda, três oportunidades para ingressar na iUPay – que é uma startup de inovação em métodos de pagamento

    Nessa última, as oportunidades são para estágio em sofware engineer. Podem participar estudantes de Engenharia da Computação, Ciência da Computação ou cursos relacionados.

    IDTech seleciona profissionais de várias áreas para trabalhar em São Paulo e Londrina

    A Acesso Digital, IDTech que desenvolve soluções de proteção de identidade digital, está com mais de 40 vagas abertas nos escritórios de São Paulo e Londrina, no Paraná. As oportunidades são para as áreas de Desenvolvimento, Segurança da Informação, Produto, Jornada do Cliente, Recursos Humanos e Operações.

    A maior parte dos cargos ofertados não exige nível superior completo e nem conhecimento em Inglês. Por conta da pandemia do novo Coronavírus, as entrevistas serão realizadas virtualmente durante o mês de agosto. Ficou interessado?

    + Confira as vagas abertas na Acesso Digital! 

  • Setor de serviços cresce 5% e pode gerar mais empregos

    Para quem é profissional do setor de Serviços, o cenário finalmente começa a dar sinais de melhora após quatro meses de queda. Segundo dados divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira, 13, houve um crescimento de 5% na área, responsável por empregar milhões de brasileiros. 

    Isso poderá impactar diretamente na geração de empregos nos próximos meses, o que é um alento para quem está desempregado. A alta leva em consideração a passagem de maio para junho, interrompendo a sequência de taxas negativas dos quatro meses anteriores, quando havia acumulado uma perda de 19,5%.

    Notícias de empregos

    A melhora é importante, mas vale destacar que, o volume de serviços ainda está menor do patamar registrado em fevereiro, último mês antes da implementação das medidas de isolamento social para controle da pandemia de Covid-19.

    Comparando com o mês de junho de 2019, a queda ainda é de 12,1%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE, que investigou 166 serviços.

    Segmento de restaurantes foi destaque na pesquisa

    De acordo com o IBGE, entre os serviços englobados pela pesquisa, o segmento de restaurantes foi um dos que mais influenciaram o índice. Isso por causa da flexibilização do distanciamento social, como explica o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

    “Com as medidas de isolamento, muitos restaurantes estavam fechados, ainda que alguns estivessem funcionando por delivery. Com a flexibilização, ou seja, com o aumento do fluxo de pessoas nas cidades brasileiras, eles começaram a abrir e a receita do segmento voltou a crescer, impactando o volume de serviços de junho.”

    Como é possível ver no gráfico a seguir, os efeitos do isolamento social começaram a ser sentidos no final de março, quando começaram as paralisações. Até maio, o setor de serviços teve uma retração de 18,6%.

    Crescimento no setor de serviços pode resultar em mais empregos

    Outros setores também tiveram resultados positivos

    Além do setor de serviços, outros cinco englobados na pesquisa do IBGE também tiveram resultado positivo em junho. Destacam-se o de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com avanço de 6,9%; e serviços de informação e comunicação, com crescimento de 3,3%. 

    Mas Lobo lembra que os resultados positivos dos últimos dois meses ainda não foram o suficiente para recuperar totalmente essas áreas da economia.

    “É a segunda taxa positiva para o setor de transportes. Tanto ele quanto os serviços prestados às famílias mostraram perdas em março e abril e taxas positivas em maio e junho. Mas o crescimento dos últimos dois meses foi insuficiente para recuperar a perda dos meses anteriores.”

    + No Ceará, Centec inscreve para 600 vagas em cursos gratuitos

    E apesar do avanço de 5% em junho, mesmo o setor de serviços ainda fechou o primeiro semestre de 2020 recuando 8,3%. A queda foi em quatro das cinco atividades pesquisadas. 

    Ou seja, há sim uma perspectiva de melhora nos próximos meses, considerando a flexibilização das medidas de isolamento, a perspectiva de chegada vacina e outros fatores. Mas os sintomas da pandemia não vão se extinguir de uma hora para outra.

    Com a pesquisa do IBGE fica evidente a influência do fechamento dos estabelecimentos durante o isolamento social na queda do setor de serviços prestados às famílias, que recuou 35,2% no período. 

    Essa queda foi influenciada principalmente pela retração nas receitas de restaurantes, hotéis, bufê e outros serviços de comida preparada. Por isso esses estabelecimentos deverão se reorganizar a partir de agora para recuperar as perdas.

  • Flexibilização do isolamento reaquece mercado de estágio. Veja vagas!

    A pandemia do novo Coronavírus resultou em uma queda significativa no número de vagas de estágio, se comparadas com o mesmo período de 2019. Mas as perspectivas são positivas para os próximos meses. 

    Acontece que com o afrouxamento das medidas de isolamento social, a retomada de muitas empresas resulta na reativação do número de contratações. Só nesta semana, a plataforma Nube anuncia cerca de 3,4 mil oportunidades, que você confere no final desta matéria.

    Vagas de estágio

    As vagas de estágio acompanham essa retomada da economia e dos negócios. Segundo dados da entidade, empresa de seleção e recrutamento de estudantes, houve um crescimento nos últimos meses, conforme apontam dados coletadas desde o início do isolamento social.

    Em abril, por exemplo, a queda nas vagas de estágio foi de 92%, se comparado com o mesmo mês em 2019. Nos meses seguintes, o percentual sofreu algumas oscilações, e o número de oportunidades foi ficando cada vez menor.

    • Abril: queda de 92%
    • Maio: queda de 17%
    • Junho: queda de 65%
    • Julho: queda de 45% 

    Para este mês de agosto, a perspectiva é que a queda do número de vagas continue diminuindo, ficando em 30%. Ou seja, 30% mais vagas sendo abertas em relação à agosto de 2019.

    O presidente do Nube, Seme Arone Junior, conta que está otimista para o cenário de estágio nos próximos meses, ainda que a recuperação seja lenta. Com as perspectivas de chegada da vacina e a retomada de diversas atividades, a economia deve melhorar e as empresas precisarão de pessoas treinadas e capacitadas:

    “As organizações também necessitarão de jovens para serem treinados ocupando posições futuras, no período após a imunização, seja ela coletiva ou por vacinas. Ou ainda pela criação de retrovirais eficientes. Nosso recado aos estudantes: continuem se preparando e se qualificando.”

    Ele recorda que existem inúmeros cursos gratuitos e incentiva que os estudantes não desanimem e se qualifiquem: “o Brasil vai superar essa crise e novas vagas de estágio serão abertas.”

    Leia também:

    Plataforme Nube prevê aumento das vagas de estágio neste mês
    (Foto: Divulgação)

    Nube anuncia 3,4 mil vagas de estágio para todos os níveis

    A plataforma da Nube disponibiliza, só nesta semana, cerca de 3.400‬ vagas de estágio em todo o Brasil. As oportunidades são para estudantes do ensino médio, técnico, tecnólogo e superior em diversas áreas e empresas.

    Dentre as vagas de nível superior, alguns dos cursos exigidos são: Administração, Biomedicina, Comunicação, Engenharia Civil, Fisioterapia, Música, Odontologia, entre outros. 

    De acordo com a instituição, as vagas de estágio disponíveis são para atuação nos períodos matutino e vespertino. As bolsas-auxílio variam de R$65 a R$2 mil, dependendo da área e da empresa. 

    A seguir você confere o quadro com algumas das vagas abertas. Os interessados podem se cadastrar gratuitamente pelo site Nube, onde também estão disponíveis mais informações sobre as vagas. 

     

    Curso

    Semestre

    Bolsa-Auxílio

    Código OE*

    Administração

    Conclusão do 1º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2024

    R$1.200

    183216

    Arquitetura

    Conclusão do 1º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2023

    R$1.000

    194889

    Atendimento ao Cliente

    Cursando do 1º ao 4º semestre

    R$1.050

    167427

    Auditoria

    Cursando do 2º ao 7º semestre

    R$1.700

    184613

    Biomedicina

    Conclusão do 2º sem. de 2021 ao 2º sem. de 2023

    R$650

    194657

    Comercial

    Cursando do 3º ao 5º semestre

    R$1.800

    191696

    Comercio Exterior

    Cursando do 3º ao 6º semestre

    R$2.000

    194506

    Compras

    Cursando do 2º ao 6º semestre

    R$1.000

    194339

    Comunicação

    Conclusão do 1º sem. de 2021 ao 2º sem. de 2022

    R$1.500

    191141

    Comunicação Social

    Cursando do 1º ao 6º semestre

    R$1.200

    165382

    Contábil

    Conclusão do 2º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2025

    R$1.800

    193651

    Design

    Conclusão do 2º sem. de 2020 ao 2º sem. de 2020

    R$1.250

    193313

    Eletrônica

    Conclusão do 2º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2023

    R$1.500

    194490

    Engenharia

    Conclusão do 1º sem. de 2022 ao 2º sem. de 2022

    R$2.000

    193969

    Engenharia Civil

    Cursando do 7º ao 9º semestre

    R$2.000

    194847

    Engenharia Elétrica

    Cursando do 5º ao 11º semestre

    R$1.045

    194608

    Ensino Médio

    Conclusão do 1º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2022

    R$700

    194894

    Estética

    Cursando do 2º ao 5º semestre

    R$750

    194641

    Estoque

    Cursando do 1º ao 4º semestre

    R$1.230,60

    189162

    Farmacêutica

    Conclusão do 2º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2025

    R$800

    160607

    Finanças

    Conclusão do 1º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2025

    R$1.200

    181799

    Fisioterapia

    Conclusão do 1º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2025

    R$850

    193704

    Gastronomia

    Conclusão do 2º sem. de 2020 ao 2º sem. de 2022

    R$1.200

    187528

    Informática

    Conclusão do 1º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2023

    R$700

    194705

    Jurídica

    Conclusão do 1º sem. de 2021 ao 2º sem. de 2021

    R$2.000

    193633

    Logística

    Conclusão do 2º sem. de 2021 ao 2º sem. de 2024

    R$889,64

    182166

    Manutenção

    Cursando do 1º ao 5º semestre

    R$1.200

    194727

    Marketing

    Cursando do 2º ao 7º semestre

    R$1.200

    194566

    Matemática

    Cursando do 2º ao 5º semestre

    R$1.200

    194887

    Mecânica

    Conclusão do 2º sem. de 2020 ao 2º sem. de 2022

    R$750

    158145

    Mídias Sociais

    Cursando do 3º ao 8º semestre

    R$1.300

    193551

    Moda

    Cursando do 2º ao 7º semestre

    R$900

    192330

    Música

    Conclusão do 2º sem. de 2020 ao 2º sem. de 2023

    R$520

    118338

    Nutrição

    Conclusão do 2º sem. de 2020 ao 2º sem. de 2020

    R$900

    191047

    Odontologia

    Cursando do 4º ao 5º semestre

    R$1.695

    164866

    Pedagógica

    Conclusão do 1º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2024

    R$520

    149834

    Produção

    Conclusão do 2º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2026

    R$1.528,98

    193925

    Projetos

    Cursando do 2º ao 11º semestre

    R$2.000

    193630

    Publicidade

    Cursando do 3º ao 7º semestre

    R$700

    186152

    Qualidade

    Cursando do 1º ao 7º semestre

    R$1.340

    194271

    Química

    Conclusão do 1º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2023

    R$1.136

    194329

    Recepção

    Conclusão do 1º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2023

    R$900

    174269

    Recuperação de Crédito

    Conclusão do 1º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2024

    R$800

    192884

    Recursos Humanos

    Cursando do 2º ao 6º semestre

    R$1.500

    177631

    Saúde e bem estar

    Cursando do 1º ao 5º semestre

    R$850

    194856

    Segurança do Trabalho

    Cursando do 2º ao 4º semestre

    R$1.754,05

    194515

    Suporte/Help Desk

    Cursando do 2º ao 11º semestre

    R$1.106

    194011

    Tecnologia da Informação

    Cursando do 3º ao 10º semestre

    R$1.408

    193536

    Telemarketing

    Conclusão do 2º sem. de 2021 ao 2º sem. de 2023

    R$1.100

    193454

    Vendas

    Conclusão do 1º sem. de 2022 ao 2º sem. de 2024

    R$1.400

    194062

    Web Design

    Conclusão do 1º sem. de 2021 ao 2º sem. de 2023

    R$1.100

    194589

  • Instituto oferta formação gratuita de bartender. Inscrições abertas!

    Está interessado em aprender uma nova profissão? O Instituto Diageo está com inscrições abertas para o curso online e gratuito de formação de bartenders, que qualificará os alunos a atuar no setor de bares e restaurantes.

    Pessoas de todo o país podem participar. O requisito é ser maior de 18 anos e com ensino médio completo. Os interessados também devem ter renda familiar de até quatro salários mínimos.

    A inciativa faz parte do programa Leanrning for Life, que está em sua segunda edição e atende jovens em situação de vulnerabilidade. Para participar, basta preencher um formulário no Instagram do programa até o dia 24 de agosto.

    Os selecionados passarão por uma entrevista, realizada via telefone, e uma atividade que comprove o interesse do candidato na carreira de bartender. A participação é gratuita.

    Contratações sob demanda é aposta trazida pela pandemia

    Bartender
    Oportunidade é destinada a maiores de 18 anos (Foto: Pixabay)

    Projeto vai capacitar 100 pessoas no segundo semestre de 2020

    O objetivo do projeto é capacitar 100 pessoas no segundo semestre de 2020. Além das disciplinas fundamentais para a certificação, os alunos do curso terão sessões complementares com profissionais do mercado.

    Durante os encontros, os alunos poderão tirar dúvidas sobre as diferentes possibilidades de carreira que um bartender pode seguir, inovações do setor e conversas sobre a importância da saúde emocional e organizacional.

    + No Ceará, Centec inscreve para 600 vagas em cursos gratuitos

    “Os participantes do Learning for Life, projeto que tem a duração de dois meses, terão aulas online para que possam atuar em bares, restaurantes, eventos e até mesmo empreender”, destacou o gerente executivo do Instituto Diageo, Paulo Mindlin. 

    O projeto é promovido pelo Instituto Diageo, entidade sem fins lucrativos realizadora de projetos sociais da Diageo, e conta com o apoio da consultoria MSX International. Além da parceria de instituições de ensino, órgãos públicos e instituições de treinamento. O programa é desenvolvido no Brasil desde 2000 e já formou mais de 21 mil pessoas em todo o país.

    “A capacitação é muito importante para esse período e o formato online permite atingir ainda mais pessoas do que o modelo presencial, que será feito em uma segunda fase. O módulo online do projeto ainda nos permite garantir a saúde e segurança de todos os envolvidos no projeto – educadores, instrutores e alunos nesse momento de pandemia”, complementou Mindlin.

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    Ex-alunos compartilham suas conquistas pós participação no projeto

    Bianca Lima, 25 anos, participou do projeto e hoje é chefe de bar no Mule Mule Muleria, em São Paulo. Durante sua capacitação, atuou no badalado Caulí Bar, também em São Paulo. 

    “Para jovens que não tiveram muitas oportunidades ao longo da vida, o programa é uma nova chance, um novo passo para se ter uma carreira”, avaliou.

    Naiara Fernandes, 35 anos, fez o curso em 2019. Hoje, atua na Maria Maria Bartenders, empresa especializada no empoderamento de mulheres no mercado de coquetelaria, além de fazer trabalhos como freelancer. 

    “O programa me permitiu migrar de carreira, traçar um novo caminho. Durante o curso, podemos escolher diversas áreas de trabalho, eu escolhi o atendimento de bartender e não saí mais, me encontrei, foi uma mudança de vida completa.”

  • Turismo prepara retomada e sinaliza novas contratações

    O setor de Turismo foi um dos mais atingidos pela crise do novo Coronavírus. Cerca de 95% dos pequenos negócios desse segmento tiveram perdas no faturamento. Com viagens adiadas e voos reduzidos, companhias aéreas contingenciaram gastos, agências fecharam as portas e o desemprego cresceu.

    A boa notícia é que o setor já prepara sua retomada, inclusive com aval para novas contratações de profissionais. Pesquisa inédita realizada pelo Sebrae identifica a adaptação gradual para retorno por parte de empreendimentos em todo o país.

    A estimativa é que 15% do total de empreendimentos retomem as atividades, seguindo os protocolos de segurança. Desse total, 85% das agências de viagens não encontraram problemas na aplicação das normas sanitárias, já sinalizando interesse na contratação de pessoal, ainda este ano.

    Os números são de pesquisa inédita realizada pelo Sebrae em parceria com a Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV Nacional). O levantamento, feito entre 14 e 20 de julho, teve a participação de 2.555 empresas de todo país.

     

    Avião na decolagem
    Mercado de Turismo começa retomada as atividades. Agências já 
    pensam em contratar este ano (Foto: Pixabay)

     

    Sobre a ação durante a pandemia, 41% das empresas entrevistadas deu continuidade aos serviços de forma online. Já 38% optaram por suspender as atividades por tempo determinado, 15% já retomaram atendendo aos protocolos e 7% fecharam as portas.

    Para sobreviver em tempos de isolamento social, a internet se mostrou um caminho viável e lucrativo. As redes sociais apresentaram um excelente desempenho no suporte tecnológico para vendas.

    De acordo com o Sebrae, os canais mais utilizados para essa finalidade foram:

    • Whatsapp (86%);
    • Instagram (61%);
    • Facebook (57%);
    • Site próprio (45%).

    Vale ressaltar que 83% das empresas do segmento já vendiam por meios digitais antes da pandemia.

    + Flexibilização do isolamento reaquece mercado de estágio. Veja vagas!

    Presidente do Sebrae destaca papel da tecnologia na retomada do Turismo

    O presidente do Sebrae, Carlos Melles, destacou o movimento de retomada do setor de Turismo sob o aspecto da tecnologia na recuperação das empresas que atuam no ramo.

    “O turismo é uma atividade com amplo potencial no Brasil e os negócios inovadores, que souberem se adaptar à demanda e ao comportamento do perfil de consumidor pós-pandemia, vai sair na frente. Mais uma vez, será necessária toda a visão e criatividade desses empreendedores para fomentarmos um turismo mais criativo e fortalecido daqui para frente”, comentou.

    Já Magda Nassar, presidente da ABAV Nacional, ressaltou que, mesmo na pandemia, muitas agências de viagens se mantiveram ativas no atendimento aos milhares de consumidores que tiveram suas viagens impactadas ao longo do período.

    Diferentemente de segmentos que puderam minimizar os efeitos da crise, diminuindo ou até mesmo paralisando suas operações.

    “Trabalhamos meses em remarcações, reitinerações e ações de repatriamento dos que se encontravam no exterior, praticamente sem receita. Os resultados da pesquisa mostram bem a realidade na fase mais crítica da pandemia, e nos darão subsídio para a construção de um novo plano de ação, agora com o foco na retomada”, afirmou.

    A ABAV Nacional representa 2,4 mil agências de viagens em todo o Brasil, responsáveis por 80% da movimentação de vendas de produtos e serviços turísticos no país.

    + FGV oferece webinars sobre especialização e gestão profissional

    78% dos empresários não pretendem demitir funcionários em 2020

    As perspectivas para a retomada do setor do Turismo são positivas. Cerca de 78% dos empresários de agências de turismo afirmam que não pretendem demitir funcionários em 2020. Desse quantitativo, 8% já sinalizam a intenção para contratação de novos profissionais.

    Além das questões trabalhistas, as empresas tiveram que passar por modificações em suas estruturas financeiras:

    • 44% cortaram custos com renegociação de contratos;
    • 43% cortaram gastos com matérias-primas;
    • 38% negociaram contas de água, energia e telefone;
    • 22% cancelaram contratos de aluguel.

    O estudo do Sebrae também revelou que, hoje em dia, a preocupação dos empresários é a insegurança com o mercado de Turismo, em relação às companhias aéreas, parceiros locais e fornecedores de outros países. Ao todo, 36% dos entrevistados confirmam que essa incerteza é razão para aflição.

    Outros 24% apontam o acesso ao crédito como um dos principais receios. Na visão da maioria dos entrevistados (60%), serão necessários de quatro meses a um ano para retomarem os negócios em definitivo, depois do término da pandemia.

    + Setor de serviços cresce 5% e pode gerar mais empregos

    Empresários apontam medidas que poderiam ser adotadas pelo governo

    Durante a pesquisa do Sebrae, os empreendedores apontaram quais principais medidas governamentais poderiam ser implantadas para compensar os efeitos da pandemia nos negócios. As respostas foram:

    • Redução de impostos e taxas (57%);
    • Empréstimos sem juros (55%);
    • Aumento das linhas de crédito (52%);
    • Renegociação de prazos para pagamentos de empréstimos (30%).

    Em relação ao faturamento, 64% acreditam que os ganhos serão menores no 3º trimestre, se comparado ao ano anterior. Outro ponto relevante é que 95% dos pequenos negócios registraram queda no faturamento nos meses de abril, maio e junho, em relação a 2019.

    De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua de 2019, 56,7 milhões de domicílios (78,2% do total) não registraram viagens, ano passado. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

    Os principais motivos alegados para não ter havido viagem nos meses de julho, agosto e setembro foram: falta de dinheiro (48,9%), falta de tempo (18,5%) e não ter havido necessidade (13,5%). Isso em um cenário pré-pandemia.

    A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2019 traz dados sobre os fluxos de turistas nacionais entre as diferentes regiões do país e para o exterior. O levantamento foi feito em convênio com o Ministério do Turismo – Mtur.

  • IGTI oferece vagas em 22 formações online na área tecnológica

    Com a tecnologia cada vez mais presente nos meios e processos de produção, cresce a demanda por profissionais que estejam capacitados a acompanhar essa evolução. Por isso, as carreiras da área tecnológica estão em alta no mercado.

    Segundo Guilherme Cavalieri, diretor acadêmico do Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação (IGTI), a pandemia do novo Coronavírus fez com que acontecesse um processo de aceleração digital das empresas, o que fez o mercado de tecnologia ganhar ainda mais relevância. 

    No entanto, apesar da crescente no mercado, Cavalieri explica que o setor de tecnologia ainda “sofre com a escassez de mão de obra qualificada”. Com o objetivo de mudar esse cenário, a IGTI realiza um programa de bootcamps (campos de treinamento, em tradução literal do Inglês).

    “O bootcamp é um curso online intensivo e prático, que visa habilitar o profissional para atuar rapidamente, em nível profissional, em uma determinada área de tecnologia”, explica o diretor.

    Ao todo, são 22 cursos inteiramente online, cada um com duração de 2 meses e carga horária de 148 horas. Os custos da formação são bancados pelo próprio IGTI e os interessados só pagam uma taxa de inscrição de R$100. 

    Veja também: Quais habilidades o profissional do futuro deve ter?

    O programa está na terceira edição e atraiu mais de de 20 mil alunos nas três primeiras. Um deles foi o Dauler Palhares, que realizou bootcamp de desenvolvimento Fullstack e conseguiu ingressar no mercado. 

    “O curso abriu as portas para o mercado de trabalho pois minha formação acadêmica foi em uma área muito específica. Com alguns meses eu consegui um emprego na área”, conta o aluno.

     

    Bootcamps IGTI
    IGTI oferece formações na área tecnológica
    (Foto: Pixabay)

     

    Como funcionam os bootcamps?

    Para o diretor acadêmico, a “interatividade é um ponto forte dos bootcamps do IGTI. Os alunos interagem entre si e com os professores em aulas ao vivo semanais, em fóruns de debates e grupos para solução de trabalhos práticos”. 

    “O modelo de aprendizado do bootcamp, além de contribuir na rápida formação de habilidades técnicas, favorece ao aluno continuar seu ciclo de aprendizado após a conclusão do curso, uma vez que o mercado de tecnologia exige uma contínua atualização para a solução dos novos desafios que se apresentam a cada momento”, complementa.

    Além disso, Cavalieri explica que, de forma resumida, o projeto “abriu um novo caminho para a democratização de uma educação de qualidade”. Segundo ele, a iniciativa conseguiu desenhar uma melhor distribuição geográfica dos alunos da instituição, que antes eram concentrados nas regiões Sul e Sudeste.

    “Isso significa que oportunidades na área de tecnologia estão agora acessíveis para pessoas que antes não tinham essa possibilidade, por residirem em regiões mais pobres ou distantes dos principais polos de tecnologia do país”, comenta. 

    A modalidade educacional do bootcamps não se restringe apenas à área de tecnologia. Inclusive, um dos cursos do IGTI é para Educador Digital, que tem foco em professores e gestores da Educação. 

    O diretor explica que diferentes áreas e públicos demandam adaptações, porém o processo educacional intensivo possui um espectro amplo de aplicação. Segundo ele, a formação de habilidades práticas permite que o profissional comece a atuar de forma mais rápida.

    Notícias de cursos e capacitação profissional

     

    IGTI oferece mais de 10 mil bolsas em bootcamps

    Para essa terceira edição, a IGTI tem mais de 10 mil bolsas em bootcamps na área tecnológica. Ao todo, são 500 vagas em cada um dos 22 cursos, entre eles desenvolvedor full stack, cientista de dados e analista de marketing digital.

    “Nossos bootcamps estão alinhados ao nosso propósito de formar mais profissionais em carreiras de base tecnológica, de forma muito acessível. Para se ter uma ideia, para esta edição estamos prevendo atingir a marca de 50 mil candidatos às bolsas”, avalia Vinícius Bozzi, CEO do IGTI.

    Os cursos promovem encontros semanais que abordam práticas do cotidiano, além de desafios que visam preparar o aluno para o mercado de trabalho. Para participar, é necessário ser maior de 18 anos e obter qualificação em uma prova online de lógica e fundamentos de programação.

    As inscrições podem ser feitas pelo site do instituto até o dia 4 de setembro. As vagas serão preenchidas pelos candidatos aprovados na prova qualificatória, por ordem de matrícula. A previsão é que as aulas tenham início no dia 10 de setembro.

  • Gi Group tem 250 vagas de emprego em Logística e Vendas

    Com o crescimento do e-commerce e a retomada de algumas atividades econômicas, há surgimento de novos postos de trabalho nos setores de Logística e Vendas. Nesta semana, a multinacional de recursos humanos Gi Group Brasil está ofertando cerca de 250 vagas nas áreas.

    Para os interessados no setor de Logística, há chances temporárias para o cargo de auxiliar de operação logística. Ao todo, são 190 vagas nos estados de São Paulo, Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco e Bahia. As oportunidades estão distribuídas da seguinte maneira:

    • SP: São Paulo, Barueri, Guarulhos e Campinas – 100 vagas;
    • CE: Fortaleza – 40 vagas;
    • MG: Extrema – 10 vagas;
    • RJ: Rio de Janeiro – 10 vagas;
    • ES: Vitória – 10 vagas;
    • PE: Recife – 10 vagas;
    • BA: Salvador – 10 vagas.

    Para concorrer ao cargos, os candidatos precisam ter ensino médio completo, além de proatividade e dedicação. A vaga não exige experiência anterior, mas conhecimento em logística operacional é um diferencial que conta pontos na seleção.

    Entre as responsabilidades do auxiliar de operação logística estão: carregamento e descarregamento de produtos; recebimento e conferência de mercadorias; controle de estoque. As chances são para os turnos da manhã, tarde e noite, sendo a escala de horário 6×1 (seis dias de trabalho e um de folga) – totalizando 44 horas semanais.

    Veja também: Hub de inovação abre mais de 40 vagas de emprego e estágio no país

    Os contratos serão feitos com carteira assinada e a contratação vai até novembro. O valor do salário não foi divulgado, mas segundo a empresa é compatível com a média do mercado.

    Além disso, os trabalhadores têm direito a vale-transporte e vale-refeição ou alimentação no local. Para os interessados, é preciso cadastrar o currículo no site Contratando.

     

    Gi Group
    Gi Group tem 250 vagas de emprego em Logística e Vendas
    (Foto: Agência Brasil)

     

    Já para o setor de Vendas, a Gi Group está contratando profissionais que queiram trabalhar com vendas de soluções de telefonia e internet. Ao todo, são 60 vagas para vendedor no interior de São Paulo, divididas da seguinte maneira:

    • Jundiaí – 25 vagas;
    • Bragança – 20 vagas; e
    • Itu – 15 vagas.

    A responsabilidade dos contratados será de vender (porta a porta) pacotes de serviços de telefonia fixa e internet, de segunda a sexta, das 8h às 18h. Para concorrer, os candidatos devem ter ensino médio completo e experiência em vendas externas em qualquer segmento.

    O contrato é feito pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) – popularmente conhecida como ‘carteira assinada’. Além da remuneração, que não foi divulgada, a empresa oferece benefícios como vale-transporte, vale-refeição, auxílio-creche e comissão.

    A etapas de seleção contam com avaliação de currículo, entrevista com recrutador da Gi Group e entrevista final na empresa contratante.Os interessados podem se inscrever pelo site da Contratando até esta sexta-feira, 14.

    Para encontrar as vagas, basta buscar pelos códigos: 53929 (para Bragança), 53944 (Jundiaí) e 53937 (Itu).

    Notícias de empregos

     

    Setor de serviços cresce 5% e pode gerar mais empregos

    Para quem é profissional do setor de Serviços, o cenário finalmente começa a dar sinais de melhora após quatro meses de queda. Segundo dados divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira, 13, houve um crescimento de 5% na área, responsável por empregar milhões de brasileiros. 

    Isso poderá impactar diretamente na geração de empregos nos próximos meses, o que é um alento para quem está desempregado. A alta leva em consideração a passagem de maio para junho, interrompendo a sequência de taxas negativas dos quatro meses anteriores, quando havia acumulado uma perda de 19,5%.

    A melhora é importante, mas vale destacar que, o volume de serviços ainda está menor do patamar registrado em fevereiro, último mês antes da implementação das medidas de isolamento social para controle da pandemia de Covid-19.

    Comparando com o mês de junho de 2019, a queda ainda é de 12,1%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE, que investigou 166 serviços.

    + Saiba mais 

  • Senado aprova auxílio emergencial para profissionais do esporte

    O Senado Federal aprovou na última quinta-feira, 13, o pagamento do auxílio emergencial para profissionais do setor esportivo. O Projeto de Lei 2.824 de 2020 autoriza o crédito de três parcelas de R$600 para maiores de 18 anos. O pagamento também poderá ser prorrogado nas mesmas regras do auxílio já em vigor. 

    De acordo com o texto, para ter direito ao benefício o profissional precisa ter atuado na área desportiva nos últimos 24 meses. Atletas e paratletas com idade mínima de 14 anos também poderão receber o benefício, desde que estejam vinculados a uma entidade desportiva.

    Além disso, para ter acesso aos recursos, o beneficiário não pode ter emprego formal, deve ter renda familiar mensal per capita de até meio salário-mínimo (R$522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$3.135), o que for maior, e não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial. 

    Aqueles que recebem seguro desemprego ou participam de algum programa de transferência de renda também não poderão receber o benefício. 

    Segundo matéria publicada no Senado Notícias, compreendem-se como trabalhadores do esporte:

    • Profissionais autônomos da educação física; e
    • Profissionais que são vinculados a uma entidade de prática esportiva ou a uma entidade nacional de administração do desporto, entre eles, os atletas, os paratletas, os técnicos, os preparadores físicos, os fisioterapeutas, os nutricionistas, os psicólogos, os massagistas, os árbitros e os auxiliares de arbitragem, de qualquer modalidade, profissionais ou não profissionais, incluídos os trabalhadores envolvidos na realização das competições.

    O projeto é originário da Câmara e foi alterado pela relatora da matéria no Senado, senadora Leila Barros (PSB-DF). Por esse motivo, o texto deverá retornar à Câmara para uma nova análise na Casa. A proposta estabelece que o auxílio seja pago pela União até o limite de R$1,6 bilhão de impacto no orçamento.

    Segundo Leila Barros, o auxílio será importante não só para atletas e paratletas, mas também para trabalhadores que dependem do pleno funcionamento do setor, como piscineiros e cortadores de grama de campos e estádios. A relatora destacou ainda a importância de ajudar professores de projetos sociais em regiões remotas ou comunidades carentes nas metrópoles:

    “Esses educadores desenvolvem um trabalho de forte impacto na sociedade. Eles estão cuidando dos nossos jovens, ajudando por meio do esporte a tirá-los do assédio da criminalidade.”

    Dentre as alterações realizadas por Leila estão a inclusão no rol de profissionais aptos a receber o auxílio: cronistas, jornalistas e radialistas esportivos, sem vínculos empregatícios com entidades de prática desportiva ou emissoras de radiodifusão. 

    A senadora também acolheu emenda que autoriza entidades como Comitê Olímpico Brasileiro, Comitê Paraolímpico Brasileiro e entidades de administração do desporto a empregar os recursos advindos das loterias também para quitação de débitos de natureza fiscal, administrativa, trabalhista, cível ou previdenciária.

     

    auxílio emergencial para profissionais do esporte
    Projeto retornará à Câmara após alteração de relatora no Senado
    (Foto: Pixabay)

    Leia também:

    Projeto tem caráter emergencial e requer implementação imediata

    Em sua justificativa, o deputado Felipe Carreras (PSB-PE), autor do Projeto diz que o “esporte é uma forma de juntar educação com saúde pública, assim temos o setor mais importante para o enfrentamento de situações de dificuldade como o vivido agora na pandemia e principalmente no pós, onde teremos que reforçar esses valores para reconstruir nossa sociedade”. 

    Já para Leila Barros, “o impacto da pandemia sobre o setor esportivo é severo, com perda substantiva de renda em razão da paralisação das atividades, diante do protocolo sanitário. Portanto, as ações previstas neste projeto de lei têm caráter emergencial e requerem implementação imediata, sob pena de aprofundamento dos efeitos econômicos e sociais da crise sanitária sobre o setor do esporte, responsável por parcela do PIB e dos empregos no Brasil”.

    “Adotar medidas que ofereçam o apoio necessário para que o segmento esportivo possa superar as árduas condições trazidas pela pandemia é um dever do Estado. O esporte constitui um dos maiores patrimônios da nação brasileira”, ressaltou a senadora.
     

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  • Auxílio emergencial: Caixa libera pagamento para nascidos em agosto

    Nesta sexta-feira, 14, a Caixa Econômica Federal credita o auxílio emergencial para 4,096 milhões de beneficiários nascidos no mês de agosto. Desse total, 96 mil tiveram o cadastro reavaliado pelo governo e foram recém-aprovados. 

    Os depósitos são referentes às quatro primeiras parcelas, portanto, cada beneficiário recebe pagamento de acordo com a sua data de aprovação. Veja quem recebe qual parcela:

    • 4ª parcela para aqueles que receberam a 1ª parcela em abril;
    • 3ª parcela para quem recebeu a 1ª parcela em maio;
    • 2ª parcela para quem recebeu a 1ª parcela em junho e até 4 de julho; e
    • 1º parcela para os novos aprovados.

    O pagamento será disponibilizado na poupança digital da Caixa, acessível pelo aplicativo Caixa Tem. Nesse primeiro momento, o dinheiro só estará disponível para pagamentos de contas e compras com cartão de débito virtual.

    O saque em dinheiro e a transferência são autorizados somente em uma data posterior. No caso dos aniversariantes de agosto, essas transações só serão liberadas no dia 1º de setembro, de acordo com o calendário:

    Nascidos em Data de pagamento Saque e transferência
    janeiro, fevereiro, março e abril 5/08 8/08
    maio 13/08
    junho 7/08 22/08
    julho 12/08 27/08
    agosto 14/08 1/09
    setembro 17/08 5/09
    outubro 19/08 12/09
     
    novembro 21/08
    dezembro 26/08
  • 3 milhões de pessoas perderam emprego durante a pandemia

    Durante a pandemia do novo Coronavírus muitas pessoas perderam o emprego e um número ainda maior representa aqueles que tiveram que se afastar do trabalho. É o que mostra pesquisa do IBGE divulgada nesta sexta-feira, 14. 

    De acordo com os dados, cerca de 3 milhões ficaram sem trabalho só nos últimos quatro meses de pandemia. São aqueles que perderam o emprego neste período, sem contar os que já estavam desempregados. 

    Notícias de empregos

    Na primeira semana de maio, quando a pesquisa teve início, eram 9,8 milhões de desempregados. Já na quarta semana de julho, o número subiu para 12,9 milhões de pessoas. 

    Ou seja, aproximadamente 3 milhões a mais de pessoas sem trabalho, como explica a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira.

    “Comparando com o início da pesquisa, o saldo da nossa investigação é que a população ocupada está menor, em 2,9 milhões de pessoas. A população desocupada está maior, pouco mais de 3 milhões de pessoas. E a taxa de desocupação também está maior em 3,2 pontos percentuais. Isso num contexto em que a população informal vem caindo também.”

    Mas vale destacar também que todos os indicadores sobre o mercado de trabalho ficaram estatisticamente estáveis na quarta semana de julho, se comparados com a semana anterior. Como o número de pessoas afastadas, como visto a seguir nesta matéria.

    Os dados são todos da edição semanal da PNAD COVID19, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira. 

    enlightenedA PNAD COVID19 é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), realizada com apoio do Ministério da Saúde, para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal.

    Veja também:

    Carteira de trabalho
    Desemprego chega a 12,9 milhões em julho
    (Foto: Agência Brasil)

    Quase 6 milhões se afastaram do trabalho por causa do distanciamento

    Ainda de acordo com o IBGE, aproximadamente 5,8 milhões de pessoas se afastaram do trabalho por causa das medidas de distanciamento social, só na quarta semana de julho (19 a 25). Isso equivale a aproximadamente 7,1% da população ocupada do país.

    O número ainda é grande, mas se comparado com a semana anterior, quando eram 6,2 milhões (ou 7,5% da população ocupada) de afastados, manteve certa estabilidade. 

    Já em relação ao início de maio, quando ainda não havia sido iniciada a flexibilização do distanciamento social, houve uma queda bastante significativa. 

    Nesse período o Brasil tinha mais de 16,6 milhões de pessoas afastadas do trabalho, ou seja, 19,8% da população ocupada. No gráfico abaixo, disponibilizado pelo IBGE, é possível perceber como o percentual de afastamentos vem diminuindo a cada semana.

    (Fonte: IBGE, PNAD COVID19)

    A pesquisa também mostra que, dos 13,3 milhões de pessoas que se queixaram de algum dos sintomas de síndrome gripal, 3,3 milhões buscaram atendimento médico na quarta semana de julho. 

    Desse total, 159 mil (14,5%) ficaram internadas em algum hospital. No início de maio, quando a pesquisa começou, 26,8 milhões relataram algum sintoma.