Categoria: CONCURSOS

  • Turismo prepara retomada e sinaliza novas contratações

    O setor de Turismo foi um dos mais atingidos pela crise do novo Coronavírus. Cerca de 95% dos pequenos negócios desse segmento tiveram perdas no faturamento. Com viagens adiadas e voos reduzidos, companhias aéreas contingenciaram gastos, agências fecharam as portas e o desemprego cresceu.

    A boa notícia é que o setor já prepara sua retomada, inclusive com aval para novas contratações de profissionais. Pesquisa inédita realizada pelo Sebrae identifica a adaptação gradual para retorno por parte de empreendimentos em todo o país.

    A estimativa é que 15% do total de empreendimentos retomem as atividades, seguindo os protocolos de segurança. Desse total, 85% das agências de viagens não encontraram problemas na aplicação das normas sanitárias, já sinalizando interesse na contratação de pessoal, ainda este ano.

    Os números são de pesquisa inédita realizada pelo Sebrae em parceria com a Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV Nacional). O levantamento, feito entre 14 e 20 de julho, teve a participação de 2.555 empresas de todo país.

     

    Avião na decolagem
    Mercado de Turismo começa retomada as atividades. Agências já 
    pensam em contratar este ano (Foto: Pixabay)

     

    Sobre a ação durante a pandemia, 41% das empresas entrevistadas deu continuidade aos serviços de forma online. Já 38% optaram por suspender as atividades por tempo determinado, 15% já retomaram atendendo aos protocolos e 7% fecharam as portas.

    Para sobreviver em tempos de isolamento social, a internet se mostrou um caminho viável e lucrativo. As redes sociais apresentaram um excelente desempenho no suporte tecnológico para vendas.

    De acordo com o Sebrae, os canais mais utilizados para essa finalidade foram:

    • Whatsapp (86%);
    • Instagram (61%);
    • Facebook (57%);
    • Site próprio (45%).

    Vale ressaltar que 83% das empresas do segmento já vendiam por meios digitais antes da pandemia.

    + Flexibilização do isolamento reaquece mercado de estágio. Veja vagas!

    Presidente do Sebrae destaca papel da tecnologia na retomada do Turismo

    O presidente do Sebrae, Carlos Melles, destacou o movimento de retomada do setor de Turismo sob o aspecto da tecnologia na recuperação das empresas que atuam no ramo.

    “O turismo é uma atividade com amplo potencial no Brasil e os negócios inovadores, que souberem se adaptar à demanda e ao comportamento do perfil de consumidor pós-pandemia, vai sair na frente. Mais uma vez, será necessária toda a visão e criatividade desses empreendedores para fomentarmos um turismo mais criativo e fortalecido daqui para frente”, comentou.

    Já Magda Nassar, presidente da ABAV Nacional, ressaltou que, mesmo na pandemia, muitas agências de viagens se mantiveram ativas no atendimento aos milhares de consumidores que tiveram suas viagens impactadas ao longo do período.

    Diferentemente de segmentos que puderam minimizar os efeitos da crise, diminuindo ou até mesmo paralisando suas operações.

    “Trabalhamos meses em remarcações, reitinerações e ações de repatriamento dos que se encontravam no exterior, praticamente sem receita. Os resultados da pesquisa mostram bem a realidade na fase mais crítica da pandemia, e nos darão subsídio para a construção de um novo plano de ação, agora com o foco na retomada”, afirmou.

    A ABAV Nacional representa 2,4 mil agências de viagens em todo o Brasil, responsáveis por 80% da movimentação de vendas de produtos e serviços turísticos no país.

    + FGV oferece webinars sobre especialização e gestão profissional

    78% dos empresários não pretendem demitir funcionários em 2020

    As perspectivas para a retomada do setor do Turismo são positivas. Cerca de 78% dos empresários de agências de turismo afirmam que não pretendem demitir funcionários em 2020. Desse quantitativo, 8% já sinalizam a intenção para contratação de novos profissionais.

    Além das questões trabalhistas, as empresas tiveram que passar por modificações em suas estruturas financeiras:

    • 44% cortaram custos com renegociação de contratos;
    • 43% cortaram gastos com matérias-primas;
    • 38% negociaram contas de água, energia e telefone;
    • 22% cancelaram contratos de aluguel.

    O estudo do Sebrae também revelou que, hoje em dia, a preocupação dos empresários é a insegurança com o mercado de Turismo, em relação às companhias aéreas, parceiros locais e fornecedores de outros países. Ao todo, 36% dos entrevistados confirmam que essa incerteza é razão para aflição.

    Outros 24% apontam o acesso ao crédito como um dos principais receios. Na visão da maioria dos entrevistados (60%), serão necessários de quatro meses a um ano para retomarem os negócios em definitivo, depois do término da pandemia.

    + Setor de serviços cresce 5% e pode gerar mais empregos

    Empresários apontam medidas que poderiam ser adotadas pelo governo

    Durante a pesquisa do Sebrae, os empreendedores apontaram quais principais medidas governamentais poderiam ser implantadas para compensar os efeitos da pandemia nos negócios. As respostas foram:

    • Redução de impostos e taxas (57%);
    • Empréstimos sem juros (55%);
    • Aumento das linhas de crédito (52%);
    • Renegociação de prazos para pagamentos de empréstimos (30%).

    Em relação ao faturamento, 64% acreditam que os ganhos serão menores no 3º trimestre, se comparado ao ano anterior. Outro ponto relevante é que 95% dos pequenos negócios registraram queda no faturamento nos meses de abril, maio e junho, em relação a 2019.

    De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua de 2019, 56,7 milhões de domicílios (78,2% do total) não registraram viagens, ano passado. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

    Os principais motivos alegados para não ter havido viagem nos meses de julho, agosto e setembro foram: falta de dinheiro (48,9%), falta de tempo (18,5%) e não ter havido necessidade (13,5%). Isso em um cenário pré-pandemia.

    A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2019 traz dados sobre os fluxos de turistas nacionais entre as diferentes regiões do país e para o exterior. O levantamento foi feito em convênio com o Ministério do Turismo – Mtur.

  • IGTI oferece vagas em 22 formações online na área tecnológica

    Com a tecnologia cada vez mais presente nos meios e processos de produção, cresce a demanda por profissionais que estejam capacitados a acompanhar essa evolução. Por isso, as carreiras da área tecnológica estão em alta no mercado.

    Segundo Guilherme Cavalieri, diretor acadêmico do Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação (IGTI), a pandemia do novo Coronavírus fez com que acontecesse um processo de aceleração digital das empresas, o que fez o mercado de tecnologia ganhar ainda mais relevância. 

    No entanto, apesar da crescente no mercado, Cavalieri explica que o setor de tecnologia ainda “sofre com a escassez de mão de obra qualificada”. Com o objetivo de mudar esse cenário, a IGTI realiza um programa de bootcamps (campos de treinamento, em tradução literal do Inglês).

    “O bootcamp é um curso online intensivo e prático, que visa habilitar o profissional para atuar rapidamente, em nível profissional, em uma determinada área de tecnologia”, explica o diretor.

    Ao todo, são 22 cursos inteiramente online, cada um com duração de 2 meses e carga horária de 148 horas. Os custos da formação são bancados pelo próprio IGTI e os interessados só pagam uma taxa de inscrição de R$100. 

    Veja também: Quais habilidades o profissional do futuro deve ter?

    O programa está na terceira edição e atraiu mais de de 20 mil alunos nas três primeiras. Um deles foi o Dauler Palhares, que realizou bootcamp de desenvolvimento Fullstack e conseguiu ingressar no mercado. 

    “O curso abriu as portas para o mercado de trabalho pois minha formação acadêmica foi em uma área muito específica. Com alguns meses eu consegui um emprego na área”, conta o aluno.

     

    Bootcamps IGTI
    IGTI oferece formações na área tecnológica
    (Foto: Pixabay)

     

    Como funcionam os bootcamps?

    Para o diretor acadêmico, a “interatividade é um ponto forte dos bootcamps do IGTI. Os alunos interagem entre si e com os professores em aulas ao vivo semanais, em fóruns de debates e grupos para solução de trabalhos práticos”. 

    “O modelo de aprendizado do bootcamp, além de contribuir na rápida formação de habilidades técnicas, favorece ao aluno continuar seu ciclo de aprendizado após a conclusão do curso, uma vez que o mercado de tecnologia exige uma contínua atualização para a solução dos novos desafios que se apresentam a cada momento”, complementa.

    Além disso, Cavalieri explica que, de forma resumida, o projeto “abriu um novo caminho para a democratização de uma educação de qualidade”. Segundo ele, a iniciativa conseguiu desenhar uma melhor distribuição geográfica dos alunos da instituição, que antes eram concentrados nas regiões Sul e Sudeste.

    “Isso significa que oportunidades na área de tecnologia estão agora acessíveis para pessoas que antes não tinham essa possibilidade, por residirem em regiões mais pobres ou distantes dos principais polos de tecnologia do país”, comenta. 

    A modalidade educacional do bootcamps não se restringe apenas à área de tecnologia. Inclusive, um dos cursos do IGTI é para Educador Digital, que tem foco em professores e gestores da Educação. 

    O diretor explica que diferentes áreas e públicos demandam adaptações, porém o processo educacional intensivo possui um espectro amplo de aplicação. Segundo ele, a formação de habilidades práticas permite que o profissional comece a atuar de forma mais rápida.

    Notícias de cursos e capacitação profissional

     

    IGTI oferece mais de 10 mil bolsas em bootcamps

    Para essa terceira edição, a IGTI tem mais de 10 mil bolsas em bootcamps na área tecnológica. Ao todo, são 500 vagas em cada um dos 22 cursos, entre eles desenvolvedor full stack, cientista de dados e analista de marketing digital.

    “Nossos bootcamps estão alinhados ao nosso propósito de formar mais profissionais em carreiras de base tecnológica, de forma muito acessível. Para se ter uma ideia, para esta edição estamos prevendo atingir a marca de 50 mil candidatos às bolsas”, avalia Vinícius Bozzi, CEO do IGTI.

    Os cursos promovem encontros semanais que abordam práticas do cotidiano, além de desafios que visam preparar o aluno para o mercado de trabalho. Para participar, é necessário ser maior de 18 anos e obter qualificação em uma prova online de lógica e fundamentos de programação.

    As inscrições podem ser feitas pelo site do instituto até o dia 4 de setembro. As vagas serão preenchidas pelos candidatos aprovados na prova qualificatória, por ordem de matrícula. A previsão é que as aulas tenham início no dia 10 de setembro.

  • Gi Group tem 250 vagas de emprego em Logística e Vendas

    Com o crescimento do e-commerce e a retomada de algumas atividades econômicas, há surgimento de novos postos de trabalho nos setores de Logística e Vendas. Nesta semana, a multinacional de recursos humanos Gi Group Brasil está ofertando cerca de 250 vagas nas áreas.

    Para os interessados no setor de Logística, há chances temporárias para o cargo de auxiliar de operação logística. Ao todo, são 190 vagas nos estados de São Paulo, Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco e Bahia. As oportunidades estão distribuídas da seguinte maneira:

    • SP: São Paulo, Barueri, Guarulhos e Campinas – 100 vagas;
    • CE: Fortaleza – 40 vagas;
    • MG: Extrema – 10 vagas;
    • RJ: Rio de Janeiro – 10 vagas;
    • ES: Vitória – 10 vagas;
    • PE: Recife – 10 vagas;
    • BA: Salvador – 10 vagas.

    Para concorrer ao cargos, os candidatos precisam ter ensino médio completo, além de proatividade e dedicação. A vaga não exige experiência anterior, mas conhecimento em logística operacional é um diferencial que conta pontos na seleção.

    Entre as responsabilidades do auxiliar de operação logística estão: carregamento e descarregamento de produtos; recebimento e conferência de mercadorias; controle de estoque. As chances são para os turnos da manhã, tarde e noite, sendo a escala de horário 6×1 (seis dias de trabalho e um de folga) – totalizando 44 horas semanais.

    Veja também: Hub de inovação abre mais de 40 vagas de emprego e estágio no país

    Os contratos serão feitos com carteira assinada e a contratação vai até novembro. O valor do salário não foi divulgado, mas segundo a empresa é compatível com a média do mercado.

    Além disso, os trabalhadores têm direito a vale-transporte e vale-refeição ou alimentação no local. Para os interessados, é preciso cadastrar o currículo no site Contratando.

     

    Gi Group
    Gi Group tem 250 vagas de emprego em Logística e Vendas
    (Foto: Agência Brasil)

     

    Já para o setor de Vendas, a Gi Group está contratando profissionais que queiram trabalhar com vendas de soluções de telefonia e internet. Ao todo, são 60 vagas para vendedor no interior de São Paulo, divididas da seguinte maneira:

    • Jundiaí – 25 vagas;
    • Bragança – 20 vagas; e
    • Itu – 15 vagas.

    A responsabilidade dos contratados será de vender (porta a porta) pacotes de serviços de telefonia fixa e internet, de segunda a sexta, das 8h às 18h. Para concorrer, os candidatos devem ter ensino médio completo e experiência em vendas externas em qualquer segmento.

    O contrato é feito pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) – popularmente conhecida como ‘carteira assinada’. Além da remuneração, que não foi divulgada, a empresa oferece benefícios como vale-transporte, vale-refeição, auxílio-creche e comissão.

    A etapas de seleção contam com avaliação de currículo, entrevista com recrutador da Gi Group e entrevista final na empresa contratante.Os interessados podem se inscrever pelo site da Contratando até esta sexta-feira, 14.

    Para encontrar as vagas, basta buscar pelos códigos: 53929 (para Bragança), 53944 (Jundiaí) e 53937 (Itu).

    Notícias de empregos

     

    Setor de serviços cresce 5% e pode gerar mais empregos

    Para quem é profissional do setor de Serviços, o cenário finalmente começa a dar sinais de melhora após quatro meses de queda. Segundo dados divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira, 13, houve um crescimento de 5% na área, responsável por empregar milhões de brasileiros. 

    Isso poderá impactar diretamente na geração de empregos nos próximos meses, o que é um alento para quem está desempregado. A alta leva em consideração a passagem de maio para junho, interrompendo a sequência de taxas negativas dos quatro meses anteriores, quando havia acumulado uma perda de 19,5%.

    A melhora é importante, mas vale destacar que, o volume de serviços ainda está menor do patamar registrado em fevereiro, último mês antes da implementação das medidas de isolamento social para controle da pandemia de Covid-19.

    Comparando com o mês de junho de 2019, a queda ainda é de 12,1%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE, que investigou 166 serviços.

    + Saiba mais 

  • Senado aprova auxílio emergencial para profissionais do esporte

    O Senado Federal aprovou na última quinta-feira, 13, o pagamento do auxílio emergencial para profissionais do setor esportivo. O Projeto de Lei 2.824 de 2020 autoriza o crédito de três parcelas de R$600 para maiores de 18 anos. O pagamento também poderá ser prorrogado nas mesmas regras do auxílio já em vigor. 

    De acordo com o texto, para ter direito ao benefício o profissional precisa ter atuado na área desportiva nos últimos 24 meses. Atletas e paratletas com idade mínima de 14 anos também poderão receber o benefício, desde que estejam vinculados a uma entidade desportiva.

    Além disso, para ter acesso aos recursos, o beneficiário não pode ter emprego formal, deve ter renda familiar mensal per capita de até meio salário-mínimo (R$522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$3.135), o que for maior, e não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial. 

    Aqueles que recebem seguro desemprego ou participam de algum programa de transferência de renda também não poderão receber o benefício. 

    Segundo matéria publicada no Senado Notícias, compreendem-se como trabalhadores do esporte:

    • Profissionais autônomos da educação física; e
    • Profissionais que são vinculados a uma entidade de prática esportiva ou a uma entidade nacional de administração do desporto, entre eles, os atletas, os paratletas, os técnicos, os preparadores físicos, os fisioterapeutas, os nutricionistas, os psicólogos, os massagistas, os árbitros e os auxiliares de arbitragem, de qualquer modalidade, profissionais ou não profissionais, incluídos os trabalhadores envolvidos na realização das competições.

    O projeto é originário da Câmara e foi alterado pela relatora da matéria no Senado, senadora Leila Barros (PSB-DF). Por esse motivo, o texto deverá retornar à Câmara para uma nova análise na Casa. A proposta estabelece que o auxílio seja pago pela União até o limite de R$1,6 bilhão de impacto no orçamento.

    Segundo Leila Barros, o auxílio será importante não só para atletas e paratletas, mas também para trabalhadores que dependem do pleno funcionamento do setor, como piscineiros e cortadores de grama de campos e estádios. A relatora destacou ainda a importância de ajudar professores de projetos sociais em regiões remotas ou comunidades carentes nas metrópoles:

    “Esses educadores desenvolvem um trabalho de forte impacto na sociedade. Eles estão cuidando dos nossos jovens, ajudando por meio do esporte a tirá-los do assédio da criminalidade.”

    Dentre as alterações realizadas por Leila estão a inclusão no rol de profissionais aptos a receber o auxílio: cronistas, jornalistas e radialistas esportivos, sem vínculos empregatícios com entidades de prática desportiva ou emissoras de radiodifusão. 

    A senadora também acolheu emenda que autoriza entidades como Comitê Olímpico Brasileiro, Comitê Paraolímpico Brasileiro e entidades de administração do desporto a empregar os recursos advindos das loterias também para quitação de débitos de natureza fiscal, administrativa, trabalhista, cível ou previdenciária.

     

    auxílio emergencial para profissionais do esporte
    Projeto retornará à Câmara após alteração de relatora no Senado
    (Foto: Pixabay)

    Leia também:

    Projeto tem caráter emergencial e requer implementação imediata

    Em sua justificativa, o deputado Felipe Carreras (PSB-PE), autor do Projeto diz que o “esporte é uma forma de juntar educação com saúde pública, assim temos o setor mais importante para o enfrentamento de situações de dificuldade como o vivido agora na pandemia e principalmente no pós, onde teremos que reforçar esses valores para reconstruir nossa sociedade”. 

    Já para Leila Barros, “o impacto da pandemia sobre o setor esportivo é severo, com perda substantiva de renda em razão da paralisação das atividades, diante do protocolo sanitário. Portanto, as ações previstas neste projeto de lei têm caráter emergencial e requerem implementação imediata, sob pena de aprofundamento dos efeitos econômicos e sociais da crise sanitária sobre o setor do esporte, responsável por parcela do PIB e dos empregos no Brasil”.

    “Adotar medidas que ofereçam o apoio necessário para que o segmento esportivo possa superar as árduas condições trazidas pela pandemia é um dever do Estado. O esporte constitui um dos maiores patrimônios da nação brasileira”, ressaltou a senadora.
     

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  • Auxílio emergencial: Caixa libera pagamento para nascidos em agosto

    Nesta sexta-feira, 14, a Caixa Econômica Federal credita o auxílio emergencial para 4,096 milhões de beneficiários nascidos no mês de agosto. Desse total, 96 mil tiveram o cadastro reavaliado pelo governo e foram recém-aprovados. 

    Os depósitos são referentes às quatro primeiras parcelas, portanto, cada beneficiário recebe pagamento de acordo com a sua data de aprovação. Veja quem recebe qual parcela:

    • 4ª parcela para aqueles que receberam a 1ª parcela em abril;
    • 3ª parcela para quem recebeu a 1ª parcela em maio;
    • 2ª parcela para quem recebeu a 1ª parcela em junho e até 4 de julho; e
    • 1º parcela para os novos aprovados.

    O pagamento será disponibilizado na poupança digital da Caixa, acessível pelo aplicativo Caixa Tem. Nesse primeiro momento, o dinheiro só estará disponível para pagamentos de contas e compras com cartão de débito virtual.

    O saque em dinheiro e a transferência são autorizados somente em uma data posterior. No caso dos aniversariantes de agosto, essas transações só serão liberadas no dia 1º de setembro, de acordo com o calendário:

    Nascidos em Data de pagamento Saque e transferência
    janeiro, fevereiro, março e abril 5/08 8/08
    maio 13/08
    junho 7/08 22/08
    julho 12/08 27/08
    agosto 14/08 1/09
    setembro 17/08 5/09
    outubro 19/08 12/09
     
    novembro 21/08
    dezembro 26/08
  • 3 milhões de pessoas perderam emprego durante a pandemia

    Durante a pandemia do novo Coronavírus muitas pessoas perderam o emprego e um número ainda maior representa aqueles que tiveram que se afastar do trabalho. É o que mostra pesquisa do IBGE divulgada nesta sexta-feira, 14. 

    De acordo com os dados, cerca de 3 milhões ficaram sem trabalho só nos últimos quatro meses de pandemia. São aqueles que perderam o emprego neste período, sem contar os que já estavam desempregados. 

    Notícias de empregos

    Na primeira semana de maio, quando a pesquisa teve início, eram 9,8 milhões de desempregados. Já na quarta semana de julho, o número subiu para 12,9 milhões de pessoas. 

    Ou seja, aproximadamente 3 milhões a mais de pessoas sem trabalho, como explica a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira.

    “Comparando com o início da pesquisa, o saldo da nossa investigação é que a população ocupada está menor, em 2,9 milhões de pessoas. A população desocupada está maior, pouco mais de 3 milhões de pessoas. E a taxa de desocupação também está maior em 3,2 pontos percentuais. Isso num contexto em que a população informal vem caindo também.”

    Mas vale destacar também que todos os indicadores sobre o mercado de trabalho ficaram estatisticamente estáveis na quarta semana de julho, se comparados com a semana anterior. Como o número de pessoas afastadas, como visto a seguir nesta matéria.

    Os dados são todos da edição semanal da PNAD COVID19, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira. 

    enlightenedA PNAD COVID19 é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), realizada com apoio do Ministério da Saúde, para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal.

    Veja também:

    Carteira de trabalho
    Desemprego chega a 12,9 milhões em julho
    (Foto: Agência Brasil)

    Quase 6 milhões se afastaram do trabalho por causa do distanciamento

    Ainda de acordo com o IBGE, aproximadamente 5,8 milhões de pessoas se afastaram do trabalho por causa das medidas de distanciamento social, só na quarta semana de julho (19 a 25). Isso equivale a aproximadamente 7,1% da população ocupada do país.

    O número ainda é grande, mas se comparado com a semana anterior, quando eram 6,2 milhões (ou 7,5% da população ocupada) de afastados, manteve certa estabilidade. 

    Já em relação ao início de maio, quando ainda não havia sido iniciada a flexibilização do distanciamento social, houve uma queda bastante significativa. 

    Nesse período o Brasil tinha mais de 16,6 milhões de pessoas afastadas do trabalho, ou seja, 19,8% da população ocupada. No gráfico abaixo, disponibilizado pelo IBGE, é possível perceber como o percentual de afastamentos vem diminuindo a cada semana.

    (Fonte: IBGE, PNAD COVID19)

    A pesquisa também mostra que, dos 13,3 milhões de pessoas que se queixaram de algum dos sintomas de síndrome gripal, 3,3 milhões buscaram atendimento médico na quarta semana de julho. 

    Desse total, 159 mil (14,5%) ficaram internadas em algum hospital. No início de maio, quando a pesquisa começou, 26,8 milhões relataram algum sintoma.

     

  • CIEE propõe ao Governo Federal criar 400 mil vagas de aprendiz

    O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) enviou ao Ministério da Economia uma proposta, divulgada com exclusividade à FOLHA DIRIGIDA, para a criação de 400 mil vagas de jovens aprendizes em todo o país. A ideia é baseada na Lei da Aprendizagem e sugere que o governo ajude a pagar os salários dos aprendizes em pequenas e médias empresas.

    A petição online foi criada por Manuela Bernardino, de 20 anos, que é estudante de Ciências da Computação, jovem aprendiz, faz parte dos projetos Meninas Negras, Comitê Jovem Aprendiz, comunidade Cloud Girls e é embaixadora do Instituto Bold. Em uma semana, a proposta já reuniu mais de 50 mil assinaturas

    “Precisamos expor ao ministério a pressão que a nossa sociedade vem sofrendo atualmente, onde jovens perdem seus empregos e famílias seus sustentos, pois, em alguns casos, a renda do jovem é a única na família”, diz Manuela.

    Segundo o CIEE, o investimento público seria de R$6 bilhões, ou 0,5% do orçamento do Governo Federal destinado à sociedade em resposta à pandemia da Covid-19.

    Um levantamento feito pela instituição informa que o custo de um aprendiz para uma empresa é de R$30 mil em um contrato de dois anos, por isso, 400 mil vagas custariam R$12 bilhões. O governo pagaria metade dos salários e as empresas, a outra metade.

    De acordo com uma pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), encomendada pelo CIEE, o impacto direto e indireto dos aprendizes na economia é de R$5,6 bilhões anuais.

    “Esse é um momento para manter o equilíbrio e a racionalidade e, também de promover oportunidades para os jovens no mundo do trabalho, mantendo o nosso compromisso com a sociedade.”, diz o Presidente do CIEE Rio, Arnaldo Niskier.

    No estado do Rio, o CIEE registrou uma queda de 7% nas contratações. Nesta semana, a oferta é de 308 vagas. No mesmo período do ano passado, registrou-se uma média de 1.100 oportunidades.

    Atualmente, o cenário da aprendizagem no Brasil está bem aquém do que prevê a legislação no pré-pandemia. Humberto Casagrande, CEO do CIEE, diz que menos da metade das empresas estavam atendendo à lei e contratando. Além disso, havia 2 milhões de jovens na fila esperando vaga. 

    Com a crise do Coronavírus, a queda no número de aprendizes trabalhando foi da ordem de 30% no país. “Muitas empresas não renovaram os contratos, então os aprendizes estão saindo e ninguém entra no lugar”, afirma.

     

    CIEE RJ
    Impacto dos aprendizes na economia é de R$5,6 bilhões anuais
    (Foto: Divulgação)

    Leia também:

    CIEE Rio abrirá 318 vagas de estágio na próxima semana

    O CIEE Rio adiantou para a FOLHA DIRIGIDA que, na próxima semana (de 16 a 22 de agosto), serão disponibilizadas 318 vagas de jovem aprendiz. As oportunidades estão divididas em cidades da Baixada Fluminense, Região Serrana, Região Metropolitana, Centro-Sul, Norte do estado e Médio Paraíba.

    O programa de aprendizagem voltado para jovens de 14 a 24 anos é divido em duas partes, uma é a profissional (70%) e, a outra é a parte educacional, com 30% do tempo dedicado à capacitação teórica. Isso faz com que os jovens tenham um desenvolvimento ainda maior, contribuindo para a redução dos índices de evasão escolar.

    Confira o número de vagas que serão disponibilizadas por cidades:

    • Barra Mansa: 18 
    • Duque de Caxias: 21
    • Macaé: 14
    • Niterói: 34
    • Nova Friburgo: 2
    • Nova Iguaçu: 34
    • Petrópolis: 23
    • Resende: 26
    • Rio de Janeiro: 137
    • Teresópolis: 1
    • Três Rios: 8

    Para concorrer às oportunidades, os estudantes precisam estar cadastrados no Portal do CIEE. Para aqueles que já têm inscrição ativa no site, será necessário, apenas, atualizar o perfil. 
     

    Notícias de estágio

     

  • Accenture divulga 556 vagas remotas para área da tecnologia

    É profissional de tecnologia e está em busca de uma recolocação? A Accenture, empresa multinacional de consultoria, está com 556 vagas de emprego abertas para profissionais da área. As oportunidades são para qualquer região do Brasil e destina-se a candidatos que desejam trabalhar remotamente. 

    A contratação será no programa Hoffice da empresa, novo modelo capaz de assegurar que talentos de todos os lugares do país tenham igual oportunidade e conexão com experts globais. O movimento antecipa tendências do mercado na área de tecnologia cloud, cuja demanda deve crescer com investimentos em transformação digital nas grandes empresas.

    “Temos uma rede de escritórios presente em diversos estados brasileiros, mas não em todas as cidades. Com o Hoffice, estamos levando a Accenture para onde as pessoas estão, principalmente para aqueles que querem fazer parte de um time apaixonado por inovação, diverso e tenham interesse em atuar em projetos desafiadores”, conta Flavia Picolo, diretora-executiva da Accenture Technology. 

    A Accenture está à procura de homens e mulheres que tenham perfil empreendedor e criativo, além de conhecimento ou experiência em Cloud, Java, APIs & Microsserviços, Node.js, Angular, React, Reactive Native, iOS, Android, Arquiteto Cloud ou DevOp.

    Dentre os cargos ofertados, há chances nas funções de analista e consultores – Data Science; consultores SAP FI; profissionais de IA; administrador de dados; desenvolvedores, consultores e gerentes – service now; analista de CRM, entre outras. 

    “Estamos em busca de talentos que poderão acelerar a carreira. Em busca de mulheres que poderão ter sucesso profissional, sucesso como mães e em todos os seus demais papéis que exigem essa flexibilidade”.

     

    Vagas de empego Accenture
    Accenture divulga 556 vagas para trabalho remoto
    (Foto: Divulgação)

    Leia também: 

    Contratados receberão suporte para equipar espaço de trabalho remoto 

    Quer participar da seleção da Accenture e, quem sabe, conseguir uma vaga de trabalho? O processo seletivo já está aberto e os interessados podem se candidatar no site da empresa. Faça sua inscrição

    O salário dos novos contratados não foi divulgado. Dentre os benefícios ofertados está o suporte necessário para equipar o espaço de trabalho remoto obedecendo critérios de ergonomia, subsídios para gastos com internet e energia elétrica e benefícios como vale-refeição e plano de saúde. 

    “Além de trabalhar em casa, o colaborador poderá permanentemente se capacitar por meio dos nossos programas de treinamento e certificações, contar com mentores que irão dar o suporte para o crescimento na carreira, e do relacionamento com uma rede global de conhecimento.”

    Para a Accenture, serviços de tecnologia relacionados a Cloud estão por trás das histórias de sucesso das empresas. 

    “Rapidamente, na pandemia, todos passaram do físico para o digital e as empresas cresceram em verticais de indústria distintas, desde o e-commerce, educação e até a saúde, passando pelo serviço público. Graças à nuvem, pessoas podem trabalhar em grupo, se comunicar com clientes, desenvolver produtos como se estivessem nos escritórios, com flexibilidade e escala”, explica.

    A necessidade de as empresas acelerarem ainda mais, com mais precisão, vem com a pandemia evidenciando a pressão por custos reduzidos, flexibilidade e resiliência nos negócios. “Para isso, mais do que migrar, otimizar e usar sistemas em cloud, é base para as empresas se transformarem, continuarem inovando, e estamos fazendo isso também na maneira como contratamos.”

    Sobre a Accenture

    A Accenture (NYSE: ACN) é uma empresa líder global em serviços profissionais, com ampla atuação em estratégia e consultoria, interatividade, tecnologia e operações, sustentada por capacidades digitais em todos estes serviços.

    Ao todo, são 513 mil profissionais que atendem clientes de mais de 120 países, trazendo inovação contínua para ajudar os clientes a aprimorar sua performance e criar valor duradouro em suas empresas.
     

    Notícias de empregos

     

  • Em nova fase, Pronampe libera mais R$12 bilhões neste sábado, 15

    Com a pandemia do Coronavírus, empresários tiveram que solicitar linhas de crédito para manterem seus negócios em funcionamento. Para facilitar esse processo, o governo federal sancionou a Lei nº 13.999/2020, que criou o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

    Por meio desse programa, as linhas de crédito cobram taxas de juros anuais iguais à taxa Selic, acrescidas de 1,25% sobre o valor concedido. Tais valores são abaixo dos oferecidos comumente pelo mercado.

    O Pronampe objetiva o desenvolvimento e o fortalecimento das empresas. O orçamento inicial do programa era de R$15,9 bilhões, porém foi esgotado em menos de um mês.

    Assim, uma nova fase do Pronampe será iniciada no próximo sábado, 15 de agosto, quando passa a valer a ampliação da linha para R$12 bilhões. O programa destinado às microempresas (ME) e às empresas de pequeno porte (EPP) que tiveram receita bruta total no exercício de 2019 de até R$4.800.000.

     

    Cédulas de 50 e 100 reais
    Pronampe oferece linhas de créditos para pequenos e médios
    empresários (Foto: Divulgação)

     

    Os microempreendedores individuais (MEI) também estão incluídos. Nesse grupo estão ainda as empresas do Lucro Presumido e do Lucro Real, desde que se enquadrem no limite de faturamento.

    “As taxas cobradas são realmente muito interessantes, agora é preciso ver se essa linha realmente chegará às empresas. Em linhas oferecidas anteriormente observamos muitas dificuldades dos administradores conseguirem a liberação do crédito junto às instituições financeiras”, alerta o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

    Essa alternativa, considerada uma solução para as pequenas e médias empresas sobreviverem, não chegou para a maioria das organizações. Outra dificuldade das empresas é encontrar essa linha da primeira fase.

    Isso porque poucas instituições oferecem o programa, tendo como principal caminho os bancos públicos (Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal), o Itaú e instituições de menor porte.

    “Para as empresas essa segunda fase do programa é bastante interessante, contudo é preciso se adiantar para conseguir esse crédito, dados apontam que, apenas na Caixa a demanda reprimida por essa linha é de R$ 5 bilhões, assim, o prazo para obtenção deverá ser curta novamente”, explica Richard Domingos.

    O orçamento dessa segunda abertura do Pronampe vem do Programa Emergencial de Suporte a Empregos (PESE), que buscava financiar salários, mas que teve baixa adesão.

    “Trabalhamos com muitas empresas que buscaram essa linha na primeira etapa, a grande maioria teve grande dificuldade em obter ou não conseguira o crédito. Um outro problema também é que existe muita desinformação nas instituições sobre o tema, o que eleva a agonia dos empresários”, revela Domingos.

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    Pronampe permite créditos de até 30% da receita anual

    Essa modalidade possibilita que as empresas tomem créditos de até 30% da receita bruta anual calculada com base no exercício de 2019.

    Se a empresa tiver menos de um ano de funcionamento, o limite do empréstimo será de até 50% do seu capital social ou a até 30% da média de seu faturamento mensal apurado desde o início de suas atividades. O que for mais vantajoso.

    Por exemplo, uma empresa que teve Receita Bruta no ano de 2019 de R$100.000 o Limite do financiamento (30%) será de R$30.000. E o prazo para pagamento será de 36 meses.

    Segundo a lei do Pronampe, não há previsão de carência para começar a pagar as parcelas, de modo que os bancos poderão adotar suas políticas contratuais de concessão de empréstimos.

    “Ponto importante é que em um primeiro momento as empresas possuem menos de três meses para a contratação desse financiamento, sendo que os bancos participantes poderão formalizar operações de crédito até três meses após a 19 de maio, prorrogáveis por mais três meses”, alerta o diretor da Confirp.

    Para conseguir essa linha de crédito, os empresários deverão procurar uma das instituições financeiras participantes. Até o momento, são 12 instituições cadastradas.

    As exigências que as empresas precisarão cumprir para obter a linha são: garantia pessoal do solicitante em montante igual ao empréstimo contratado, acrescido dos encargos; para os casos de empresas constituídas e em funcionamento há menos de um ano, a garantia pessoal poderá alcançar até 150% do valor contratado, mais acréscimos.

    E-book Guia do Trabalhador na pandemia

    Linha de crédito prevê condições de contratação. Confira!

    De acordo com a lei, as ME e EPP que contratarem as linhas de crédito do Pronampe terão que concordar com as seguintes condições:

    enlightened assumirão contratualmente a obrigação de fornecer informações verídicas e de preservar o quantitativo de empregados em número igual ou superior ao verificado em 19 de maio, no período compreendido entre a data da contratação da linha de crédito e o sexagésimo dia após o recebimento da última parcela da linha de crédito;

    enlightened o não atendimento a qualquer das obrigações mencionadas implicará o vencimento antecipado da dívida pela instituição financeira;

    enlightened fica vedada a celebração do contrato de empréstimo de que trata a referida lei com empresas que possuam condenação relacionada a trabalho em condições análogas às de escravo ou a trabalho infantil;

    enlightened os recursos recebidos no âmbito do Pronampe servirão ao financiamento da atividade empresarial nas suas diversas dimensões e poderão ser utilizados para investimentos e para capital de giro isolado e associado, não podendo ser a destinação para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios.

    “A recomendação para empresas é que busquem essa linha em caso de real necessidade, lembrando que esse é um compromisso que deve ser planejado pelas empresas, sendo que impactará no caixa do negócio no futuro”, orienta Richard Domingos.

    O diretor indica, ao considerar a enorme burocracia exigida pelos bancos na hora de contratar um empréstimo, procurar empresa especializada em negociação com bancos e organização de empresas para obtenção de empréstimos e financiamentos.

  • Auxílio emergencial: nascidos em setembro recebem nesta segunda, 17

    A Caixa Econômica Federal começa a semana liberando o crédito do auxílio emergencial para os nascidos em setembro. Ao todo, 4 milhões de beneficiários recebem nesta segunda-feira, 17, e o pagamento contempla as quatro primeiras parcelas, sendo a:

    • 4ª parcela para aqueles que receberam a 1ª parcela em abril;
    • 3ª parcela para quem recebeu a 1ª parcela em maio;
    • 2ª parcela para quem recebeu a 1ª parcela em junho e até 4 de julho; e
    • 1º parcela para os novos aprovados.

    O dinheiro será creditado na poupança digital da Caixa, que pode ser acessada pelo aplicativo Caixa Tem. Porém, nesse primeiro momento, só será possível utilizar o benefício para pagamentos de contas e compras com cartão de débito virtual.

    O saque em espécie e a transferência são liberados somente em uma data posterior. No caso dos aniversariantes de setembro, só será possível realizar essas transações no dia 5 de setembro, de acordo com o calendário.

    Veja também: Senado aprova auxílio emergencial para profissionais do esporte

     

    Caixa libera pagamento para nascidos em setembro
    (Foto: Agência Brasil)

     

    5ª parcela começa a ser paga nesta terça, 18

    A quinta parcela do auxílio emergencial será liberada aos beneficiários do Bolsa Família nesta terça-feira, 18. Para esse público, o pagamento segue o calendário usual do próprio benefício, que segue a ordem do Número de Identificação Social (NIS):

    • NIS final 1 – 18 de agosto
    • NIS final 2 – 19 de agosto
    • NIS final 3 – 20 de agosto
    • NIS final 4 – 21 de agosto
    • NIS final 5 – 24 de agosto
    • NIS final 6 – 27 de agosto
    • NIS final 7 – 28 de agosto
    • NIS final 8 – 29 de agosto
    • NIS final 9 – 30 de agosto
    • NIS final 0 – 31 de agosto

    Para os demais beneficiários, o ciclo 2 de pagamentos começa no dia 28 de agosto. Nesse calendário, a Caixa vai realizar o pagamento da quinta parcela para quem começou a receber o auxílio no mês de abril, além das respectivas parcelas para quem foi aprovado posteriormente.

    Independente de qual parcela o beneficiário for receber, o pagamento será liberado pela data de nascimento. Confira o calendário:

    Nascidos em Data de pagamento Saque e transferência
    janeiro 28/08 19/09
    fevereiro 2/09 22/09
    março 4/09 29/09
    abril 9/09 1/10
    maio 11/09 3/10
    junho 16/09 6/10
    julho 18/09 8/10
    agosto 23/09 13/10
    setembro 25/09 15/10
    outubro 28/09 20/10
    novembro 22/10
    dezembro 30/09 27/10