Categoria: SAÚDE GOV

  • Força Nacional do SUS inicia atuação no Círio de Nazaré, em Belém

    Força Nacional do SUS inicia atuação no Círio de Nazaré, em Belém

    A Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS) iniciou, nesta quarta-feira (9), a atuação durante o Círio de Nazaré 2025, em Belém (PA), uma das maiores manifestações religiosas do país. A missão ocorre até o dia 13 de outubro e integra o ciclo de preparação nacional para grandes eventos e emergências em saúde pública, contribuindo para o aperfeiçoamento de protocolos que serão aplicados durante a COP 30, em novembro.

    “A presença da FN-SUS no Círio reafirma o compromisso do Ministério da Saúde com a proteção da vida, organização da resposta a eventos de massa e o fortalecimento da capacidade local do SUS, garantindo que a fé e a devoção se expressem com segurança e cuidado com a saúde da população”, destacou o coordenador-geral da Força Nacional do SUS, Rodrigo Stabeli.

    O apoio foi solicitado pelo governo do Pará, com o objetivo de reforçar as ações de resposta em saúde durante a Transladação e a Procissão do Círio de Nazaré, que reúne cerca de 2 milhões de fiéis nas ruas de Belém.

    A missão conta com 15 profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, e tem como objetivo garantir resposta rápida e integrada a emergências em saúde durante o evento, reforçando a capacidade local do SUS e assegurando o cuidado humanizado à população.

    Em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (SESPA), a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros e outros órgãos de resposta, as equipes estarão posicionadas em pontos estratégicos do percurso da procissão.

    Atuação

    Durante o Círio, a Força Nacional do SUS atuará no apoio à instalação e funcionamento dos postos médicos e unidades de estabilização, além do apoio ao Círio Fluvial, a bordo do navio do Exército Brasileiro.

    A ação também contribui para o aperfeiçoamento dos planos de contingência e protocolos operacionais, consolidando a base de atuação que será empregada durante a COP-30, que ocorrerá em Belém, em 2025.

    Infraestrutura da Força Nacional do SUS na COP30

    A presença da Força Nacional do SUS é estratégica e demonstra o compromisso do Governo Federal em oferecer uma resposta em saúde robusta e organizada para um evento de grande porte. O Pará integra o ciclo nacional de capacitação da Força Nacional do SUS, que já contemplou formações em Brasília (DF) e Pernambuco (PE).

    Durante a COP30, essa estrutura será fundamental para proteger vidas, garantir atendimento de qualidade e projetar o Brasil como referência em resposta a emergências em saúde. A Força Nacional do SUS contará com:

    • Equipes assistenciais: médicos e enfermeiros com experiência em grandes eventos e fluência em inglês e espanhol, facilitando comunicação com delegações estrangeiras.
    • Postos médicos: atuação nos postos da Blue Zone e da Green Zone, oferecendo atendimento bilíngue e reforço à rede estadual.
    • Centro de Comando: participação no CIOCS (Centro Integrado de Operações Conjuntas em Saúde), garantindo monitoramento e resposta em tempo real.

    Vanessa Aquino
    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde recebe 322 novos médicos especialistas que atuarão nas cinco regiões do país

    O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço, e representantes da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) e dos hospitais parceiros do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) realizam, nesta sexta-feira (10), em Campinas (SP), o acolhimento de 322 novos médicos especialistas, selecionados por edital, que atuarão, neste primeiro momento, em 156 municípios das cinco regiões do país, no âmbito do programa Agora Tem Especialistas. A ação se estende até amanhã (11).

    A iniciativa tem como foco integrar os novos profissionais às instituições formadoras. Esse ciclo de formação e provimento de especialistas faz parte do Programa Agora Tem Especialistas e visa reduzir a demanda por atendimentos de média e alta complexidade nos estados e municípios. Para isso, a distribuição das vagas priorizou regiões com número de especialistas abaixo da média nacional. O programa busca diminuir o tempo de espera para atendimentos no SUS, ampliar o diagnóstico precoce e fortalecer as redes de atenção especializada à saúde.

    “É importante destacar que esses especialistas, distribuídos em 24 estados, estarão exatamente nas regiões de maior vulnerabilidade. Cerca de 60% dos profissionais atuam em municípios do interior, enquanto os demais estão em regiões metropolitanas, principalmente nas capitais do Norte, que também apresentam escassez de especialistas. Tivemos o cuidado de considerar tanto a especialidade quanto a necessidade indicada pelos estados e municípios para alocar esses médicos, priorizando regiões de vulnerabilidade”, reforçou o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço.

    A programação do evento incluirá discussões sobre formação, com a realização da mesa-redonda “Fortalecimento da Atenção Especializada no Sistema Único de Saúde: diálogos sobre o Programa Agora Tem Especialistas e o Programa Mais Médicos”, dos painéis “Projeto Mais Médicos Especialistas: inovação na formação em serviço de médicos especialistas” e “Protagonismo de médicos especialistas no cuidado integral: o SUS que queremos construir, além de grupos temáticos voltados ao aprimoramento dos profissionais.

    Metanol

    Durante o evento, também será ministrada a aula “Manejo Clínico da Intoxicação por Metanol”, pelo coordenador do Programa de Residência Médica em Medicina de Emergência da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Mário Franco. O objetivo é prepará-los para a adoção dos protocolos adequados de atendimento. O manejo clínico envolve suporte vital imediato, correção da acidose metabólica e uso de antídotos específicos (fomepizol ou etanol).

    Formação diferenciada

    Os profissionais participarão de cursos de aprimoramento com carga horária compatível e conteúdo programático voltado à formação em serviço, promovidos e certificados por instituições e entidades parceiras com reconhecida atuação nacional na formação médica especializada.

    Segundo o secretário Felipe Proenço, os 16 cursos de aprimoramento oferecidos pelo programa foram estruturados para suprir as áreas que mais necessitam de avanços na qualidade e na oferta de atendimento. “Teremos aprimoramentos em anestesiologia, cirurgia geral, ginecologia e em áreas oncológicas, como patologia e radioterapia, todas críticas para o Sistema Único de Saúde. Fizemos esse chamado e tivemos grande adesão ao programa, com ampla mobilização das universidades, da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e dos hospitais de excelência do Proadi-SUS”, destacou.

    As atividades incluem imersões presenciais em ambientes de prática (polos regionais), supervisões em serviços de referência, atividades educacionais a distância (síncronas e assíncronas) e mentorias remotas ou presenciais, realizadas em serviços públicos ou conveniados ao SUS. O foco é o desenvolvimento de competências clínicas e cirúrgicas prioritárias.

    A formação será ofertada por instituições como AC Camargo Cancer Center, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Beneficência Portuguesa de São Paulo, HCor, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês, além da Ebserh e da Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS).

    Segunda chamada 

    Também estão abertas, até o dia 12 de outubro, as inscrições para a segunda chamada do Mais Médicos Especialistas. O objetivo é alcançar o provimento de 500 novos especialistas até o fim de 2025. As inscrições podem ser realizadas na plataforma da UNA-SUS, mediante o preenchimento de formulário.

    Os aprovados serão convocados conforme a disponibilidade de vagas nas instituições formadoras. Podem participar profissionais com especialização nas áreas de anestesiologia, cirurgia geral, cirurgia do aparelho digestivo, cirurgia oncológica, ginecologia, endoscopia, coloproctologia, gastroenterologia, obstetrícia, cardiologia, oncologia clínica, radiologia e otorrinolaringologia.

    Nádia Conceição 
    Ministério da Saúde

  • Estados e municípios recebem novas orientações para atendimento e notificação de casos de intoxicação por metanol

    Estados e municípios recebem novas orientações para atendimento e notificação de casos de intoxicação por metanol

    O Ministério da Saúde enviou, nesta quinta-feira (9), uma nota técnica aos estados e municípios com orientações atualizadas sobre o atendimento e a notificação de casos de intoxicação por metanol após o consumo de bebidas alcoólicas adulteradas. O documento atualiza os critérios para confirmação dos casos e detalha o fluxo de análise laboratorial, os procedimentos para solicitação de insumos e a notificação imediata ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS).

    A principal orientação está na definição de casos de intoxicação por metanol. Agora, a confirmação de caso com indicação de tratamento é baseada no histórico de ingestão de bebida alcoólica, no quadro clínico e em achados laboratoriais compatíveis. Para casos suspeitos, passa a ser considerado o período de persistência ou piora dos sintomas entre 6 e 72 horas após a ingestão.

    O documento também traz definições de casos confirmados, descartados e em investigação. Além disso, orienta sobre o fluxo de análise laboratorial dos exames, os procedimentos para solicitação de insumos e as regras para notificação imediata aos CIEVS estaduais, que devem informar o CIEVS Nacional por meio do Disque-Notifica (0800-644-6645) e do e-Notifica (notifica@saude.gov.br). Mesmo com a notificação imediata, o registro no Sistema de Informação de Agravos de Notificação continua sendo obrigatório.

    Fluxo laboratorial

    A definição do laboratório responsável pelas análises deve ser feita por cada estado, com prioridade para os laboratórios da rede Centro de Informações Toxicológicas (CIATox) ou os da Polícia Científica. Nos casos em que o estado não tiver capacidade para realizar as análises, as amostras devem ser enviadas para o Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN) do estado, que vai encaminhar o material para o CIATox-Campinas. Até o momento, 21 estados possuem fluxo definido para o encaminhamento e análise das amostras.

    O Brasil conta com 32 CIATox, centros de referência em toxicologia para orientação, diagnóstico e manejo de intoxicações, além de apoio à toxicovigilância e à ingestão de risco químico. Os estados que não têm CIATox, podem usar gratuitamente o serviço Disque-Intoxicação da Anvisa: 0800 722 6001.

    Para reforçar a rede laboratorial, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a ampliação da capacidade de análise de casos suspeitos. Com o apoio do laboratório da Unicamp, em São Paulo, passam a ser realizados até 190 testes por dia, reforçando a capacidade de resposta e o tratamento dos pacientes.

    Antídotos

    O Brasil recebeu, nesta quinta-feira (9), um lote com 2,5 mil unidades do antídoto fomepizol para reforçar o estoque estratégico do SUS destinado ao tratamento de intoxicações por metanol. A compra é inédita, e a distribuição já foi iniciada, com 1,5 mil unidades enviadas aos estados. São Paulo foi o primeiro a receber 288 unidades do medicamento, em razão do elevado número de casos.

    Os demais estados com ocorrências suspeitas também receberão o antídoto: Pernambuco (68 unidades), Paraná (84), Rio de Janeiro (120), Rio Grande do Sul (80), Mato Grosso do Sul (20), Piauí (24), Espírito Santo (28), Goiás (52), Acre (16), Paraíba (28) e Rondônia (16). Em seguida, a distribuição será ampliada para todo o país, garantindo o abastecimento em todas as regiões. Permanecerão no estoque estratégico do Ministério da Saúde 1.000 ampolas.

    O ministério também enviou mais de 1,4 mil unidades de etanol farmacêutico — outro antídoto usado para reduzir a gravidade da intoxicação por metanol — a 11 estados: Acre (30), Alagoas (60), Bahia (90), Ceará (120), Distrito Federal (90), Goiás (75), Mato Grosso do Sul (60), Paraná (360), Pernambuco (480), Rio Grande do Sul (60) e Rio de Janeiro (60).

    Sinais e sintomas

    Os sintomas por esse tipo de intoxicação podem demorar de 6 a 72 horas para aparecer. Fique atento se você ou alguém próximo apresentar:

    • Sintomas iniciais: Sensação de embriaguez que não passa, acompanhada de náuseas, vômitos, dor abdominal forte ou desconforto gástrico.
    • Sintomas neurológicos: Dor de cabeça, tontura e confusão mental.

    Ao apresentar qualquer um desses sintomas, especialmente alterações visuais, após a ingestão de bebida alcoólica procure imediatamente o serviço de emergência mais próximo.

    João Vitor Moura
    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde recebe lote com 2,5 mil unidades do antídoto fomepizol

    Ministério da Saúde recebe lote com 2,5 mil unidades do antídoto fomepizol

    O Ministério da Saúde recebeu, nesta quinta-feira (9), um lote com 2,5 mil unidades do antídoto fomepizol para reforçar o estoque estratégico do SUS destinado ao tratamento de intoxicações por metanol, associadas ao consumo de bebidas adulteradas. A distribuição de 1,5 mil unidades começa hoje, com prioridade para São Paulo — estado que concentra o maior número de casos e receberá 288 unidades do medicamento.  

    Na sexta-feira (10), os demais estados que registraram ocorrências suspeitas receberão o antídoto: Pernambuco (68 unidades), Paraná (84), Rio de Janeiro (120), Rio Grande do Sul (80), Mato Grosso do Sul (20), Piauí (24), Espírito Santo (28), Goiás (52), Acre (16), Paraíba (28) e Rondônia (16). Em seguida, a distribuição segue para todo o país, garantindo a oferta do medicamento em todas as regiões. Permanecerão no estoque estratégico do Ministério da Saúde 1.000 ampolas. 

    A aquisição é inédita no Brasil, realizada com a subsidiária de uma empresa japonesa, e ocorreu apenas oito dias após o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acionar o Fundo Estratégico da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). O medicamento é considerado raro devido à baixa produção mundial.

    “Nós já temos, no Brasil, o etanol disponibilizado em todas as unidades da federação. As compras foram realizadas pelo Ministério da Saúde em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), e os hospitais de clínicas já contam com esse insumo. O que estamos oferecendo agora é uma segunda opção, o fomepizol, adquirido via Opas com apoio da Anvisa: são 2.500 ampolas que vocês estão vendo agora e que já estão sendo entregues. Apesar de termos notificações em 12 estados, todos os estados do país terão à disposição tanto o etanol quanto o fomepizol”, explicou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão. 

    Foto: Rafael Nascimento/MS
    Foto: Rafael Nascimento/MS

    Os estados poderão solicitar o envio de novas remessas, de acordo com a necessidade apresentada e os registros de casos. O quantitativo de ampolas para cada estado foi definido considerando a população divulgada pelo último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), assegurando a oferta equânime à população e a resposta eficaz às emergências toxicológicas (confira ao final do texto a lista completa de distribuição).

    Eficácia e segurança do tratamento 

    O fomepizol é mais uma alternativa ao tratamento já realizado por meio do etanol farmacêutico. É utilizado em casos de intoxicação por metanol. Com alta eficácia e segurança, o medicamento impede que o metanol se metabolize em ácido fórmico, evitando acidose metabólica.  

    Devido à baixa demanda e ao elevado custo no mercado, sua produção e oferta são limitadas mundialmente. Para identificar potenciais fornecedores para a oferta ao SUS, o Ministério da Saúde encaminhou ofícios às empresas internacionais que fabricam o medicamento. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também publicou chamada pública para identificar fornecedores internacionais do fomepizol, medicamento específico para intoxicação por metanol, atualmente não disponível no Brasil, em resposta a ofício do Ministério da Saúde que solicitou urgência na medida.

    “A Anvisa lançou um edital para identificar produtores no mundo capazes de fornecer o medicamento ao Brasil. Conseguimos localizar a fabricante japonesa, e a Opas realizou um trabalho fundamental para viabilizar a importação em volume substancial. Foi um processo muito ágil: no sábado, discutimos conjuntamente com o Ministério da Saúde, a Anvisa, a empresa e a Opas; no domingo, a Anvisa já autorizou a importação; e hoje o produto está chegando ao mercado brasileiro. Trata-se de um prazo recorde.”

    Foto: Rafael Nascimento/MS

    Etanol farmacêutico: oferta no SUS 

    O etanol farmacêutico pode ser utilizado já na suspeita de intoxicação e o profissional de saúde não precisa aguardar a confirmação laboratorial. Deve ser administrado exclusivamente sob prescrição e monitoramento médico em ambiente de saúde. A população não deve adquiri-lo por conta própria.  

    O Ministério da Saúde receberá a doação da empresa brasileira Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos de 12 mil ampolas de etanol farmacêutico para garantir o tratamento emergencial de pacientes intoxicados com metanol após o consumo de bebidas alcoólicas adulteradas. As unidades se somaram às 4,3 mil entregues aos estoques do SUS pelos hospitais universitários federais, em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). 

    Até a manhã desta quinta-feira (9), foram distribuídas 1.485 unidades do antídoto, de acordo com a demanda apresentada pelas Secretarias Estaduais de Saúde. Ao todo, dez estados e o Distrito Federal receberam o etanol: Alagoas, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraná, Acre, Ceará, Rio de Janeiro, Bahia, Mato Grosso do Sul e Pernambuco.  

    Atualização de casos 

    Até o dia 8 de outubro, o Brasil registrava 259 notificações de intoxicação por metanol após o consumo de bebidas alcoólicas. Dessas, 24 casos foram confirmados e 235 permanecem em investigação. 

    São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul são, até o momento, os únicos estados do país com casos confirmados de intoxicação pela substância. Ao todo, foram registrados 20 casos em São Paulo, 3 no Paraná e 1 no Rio Grande do Sul.  

    Entre os 235 casos em investigação, a maioria está concentrada em São Paulo, com 181 registros. Em seguida aparecem Pernambuco (24), Paraná (5), Rio de Janeiro (5), Rio Grande do Sul (4), Mato Grosso do Sul (4), Piauí (4), Espírito Santo (3), Goiás (2), Acre (1), Paraíba (1) e Rondônia (1). 

    Em relação aos óbitos, cinco foram confirmados em São Paulo e 11 seguem em investigação, sendo 1 em Mato Grosso do Sul, 3 em Pernambuco, 6 em São Paulo e 1 na Paraíba. 

    Distribuição do fomepizol aos estados

    Foto: divulgação/MS

    Ministério da Saúde  
    Danielly Schulthais 

  • Carretas do Agora Tem Especialistas levam exames e diagnóstico de câncer a mulheres atendidas pelo SUS nas cinco regiões do país

    Carretas do Agora Tem Especialistas levam exames e diagnóstico de câncer a mulheres atendidas pelo SUS nas cinco regiões do país

    Neste Outubro Rosa, 28 carretas do Agora Tem Especialistas estão levando atendimento para regiões com vazios assistenciais em 20 estados brasileiros. Para reduzir o tempo de espera no SUS, a iniciativa inédita do governo federal tem foco na saúde da mulher. Ao longo deste mês, mais de 42,5 mil pacientes da rede pública previamente agendadas serão recebidas dentro das unidades móveis de saúde, totalmente estruturadas com equipamentos, insumos e equipes multiprofissionais. Serão realizados 130 mil procedimentos, entre consultas, exames e biópsias.   

    Com foco na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero, as carretas da saúde da mulher atuam em locais de difícil acesso e com pouca oferta de serviços especializados de saúde. Os primeiros atendimentos já começam nesta sexta-feira (10) com 15 unidades móveis distribuídas em municípios de 13 estados: Humaitá (AM), Rio Branco (AC), Macapá (AP), Paulo Afonso (BA), Imperatriz (MA), Juiz de Fora (MG), Diamantina (MG), Campo Grande (MS), Lagarto (SE), Registro (SP), Palmas (TO), Senhor do Bonfim (BA), Japeri (RJ) Guaranhuns (PE) e Goiânia (GO). 

    O Agora Tem Especialistas é mais que um programa. Ele representa a maior mobilização em defesa da saúde pública desde a pandemia. Hoje, iniciamos uma nova etapa com o lançamento das carretas que vão levar cuidado especializado até os lugares mais remotos do país, começando com foco na saúde das mulheres, que são prioridade da nossa gestão”, afirmou o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, que está como ministro em exercício 

    Em 17 de outubro, mais 11 carretas de saúde da Mulher chegarão a outros municípios, reforçando a ação do Outubro Rosa nestes oito estados: Ceará, Pará, Piauí, Paraná, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Sul e Rondônia, além do Distrito Federal.  E no dia 24, mais uma carreta estará em funcionamento no Rio de Janeiro, na comunidade do Morro do Alemão. 

    Realizada pelo Ministério da Saúde e pela Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AGSUS), a iniciativa do programa Agora Tem Especialistas visa reduzir as desigualdades regionais em relação à assistência especializada. O investimento para a ação no Outubro Rosa é de R$ 18,9 milhões.  

    Atendimento humanizado onde a população está 

    Com o atendimento móvel dentro das carretas, o Ministério da Saúde leva serviços de saúde até onde a população está. Formadas por médicos, enfermeiros, técnicos, recepcionistas e agentes do cuidado, as equipes cuidam da saúde da população em locais remotos (a exemplo de Humaitá/AM, que fica no coração da Amazônia); em cidades do Agreste (como Lagarto/SE); em municípios onde a estrutura de saúde é escassa (como Japeri (RJ), que responde pelo menor Índice de Desenvolvimento Humano do estado do Rio de Janeiro); e cidadespolo, que recebem moradores de outros municípios da região (Paulo Afonso/BA e Juiz de Fora/MG) 

    Para prevenção e diagnóstico de câncer de mama, as carretas oferecem mamografia e ultrassonografia mamária bilateral; punção de mama por agulha grossa; biópsia/exérese de nódulo de mama; e exame anatomopatológico de mama. Já os procedimentos para rastreamento de câncer de colo do útero, estão disponíveis colposcopia; biópsias e exames anatomopatológicos; procedimentos terapêuticos; entre outros. E para a saúde ginecológica de modo geral, as mulheres têm à disposição ultrassonografia transvaginal e pélvica.  

    O consultório ginecológico das carretas do Agora Tem Especialistas também conta com ambiente climatizado destinado à realização de atendimentos clínicos e procedimentos de diagnósticos; sala de espera externa em tenda climatizada, com capacidade para, no mínimo, 60 pessoas sentadas simultaneamente, TV de 42 polegadas, além de bebedouro com fornecimento de água potável. As carretas têm, ainda, sala de pequenos procedimentos ambulatoriais, central de material esterilizado e sala de acolhimento e pré-exame.  

    Foto: divulgação/MS
    Foto: divulgação/MS

    Ações para aumentar a capacidade de atendimento do SUS 

    O programa prevê o total de 150 carretas circulando por todo o país até 2026. Essa iniciativa integra os dez eixos do Agora Tem Especialistas, que tem como estratégia central a mobilização de toda a estrutura de saúde do Brasil, a pública e a privada. Além das carretas, estão em andamento outras iniciativas que buscam aumentar a capacidade de o SUS atender a população 

    Entre elas, destacam-se o reforço de 320 novos médicos especialistas que já estão atendendo a rede pública em 156 municípios (mais profissionais devem atender pelo programa por meio de edital que está aberto); a realização de mutirões com mais de 65,5 mil consultas, exames e cirurgias realizados neste ano (novos mutirões estão previstos); o lançamento do Super Centro para Diagnóstico de Câncer e a aquisição de novos aceleradores lineares, equipamentos usados para tratar a doença (no total, 121 devem ser entregues até o final do próximo ano); a adesão de hospitais privados e filantrópicos para ampliar o atendimento na rede pública; entre outras ações 

    Carolina Militão
    Ministério da Saúde 

  • Em Londres, ministro Padilha renova parceria com Reino Unido para fortalecimento do SUS

    Em Londres, ministro Padilha renova parceria com Reino Unido para fortalecimento do SUS

    Nesta quinta-feira (9/10), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, renovou parceria bilateral entre Brasil e Reino Unido com ênfase na troca de experiências entre o Sistema Único de Saúde e o National Health Service (NHS) britânico – uma das inspirações para a criação do SUS. O NHS também adota iniciativas do modelo brasileiro de atenção primária à saúde, com destaque para a estratégia Saúde da Família e a atuação de agentes comunitários de saúde.

    Projetos-piloto em bairros de Londres já incorporam práticas inspiradas no SUS e têm despertado interesse em expandir o modelo para outras regiões do país. O ministro assinou o documento juntamente com Zubir Ahmed, subsecretário parlamentar de Estado para Inovação e Segurança em Saúde.

    “É uma grande alegria e honra a ampliação dessa parceria. O NHS é como um irmão mais velho. Quando fomos criar o nosso sistema nacional público de saúde, depois da redemocratização do Brasil, uma das experiências que nos inspirou foi a luta da sociedade inglesa depois da Segunda Guerra Mundial, a luta dos trabalhadores e trabalhadoras inglesas que criaram o NHS e que inspirou o Brasil na criação do SUS. Por outro lado, a ideia da nossa atenção primária em saúde ser fortemente baseada no território onde as pessoas vivem influencia o cuidado e a organização dos serviços de saúde. Vocês adotam aqui, essa que é uma estratégia que iniciamos no Brasil nos anos 90, dos agentes comunitários de saúde. Então, essa nossa colaboração vai continuar em favor dos desafios que enfrentamos, da resiliência do sistema de saúde que exige antecipar, identificar problemas para os anos futuros”, disse Padilha.

    Zubir Ahmed também celebrou a renovação do acordo. “Nós temos muito em comum com o Brasil e estamos muito orgulhosos de ter estabelecido trabalhadores de saúde comunitários que foram muito inspirados pela experiência brasileira com base em evidências ao longo dos últimos 30 anos. Nós fizemos os primeiros pilotos aqui em Westminster em 2020, bem no meio da Covid-19, onde percebemos que nosso sistema de saúde pública não estava funcionando, e precisávamos encontrar soluções para ajudar as comunidades mais vulneráveis. Iniciamos os pilotos com apenas quatro profissionais e isso cresceu para mais de 200 trabalhadores de saúde comunitários em 25 locais diferentes em toda a Inglaterra em apenas dois ou três anos. A função do trabalhador de saúde comunitário está sendo implementada em todo o país e toda semana estamos conversando com mais e mais localidades que desejam implementar essa função. Portanto, é um momento muito emocionante para a colaboração, para continuarmos aprendendo uns com os outros”, disse.

    O acordo prevê ações conjuntas nas seguintes ações: mudanças climáticas e saúde pública; política de igualdade racial em saúde; preparação, prevenção e resposta a pandemias; inovação, tecnologia em saúde e saúde digital; e fortalecimento dos sistemas de saúde.

    Missão

    A missão brasileira também busca novas alianças voltadas ao fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, à autonomia tecnológica do SUS e à cooperação científica internacional. A programação inclui visitas a centros de inovação tecnológica e de saúde digital, que servem de referência para a modernização do sistema público brasileiro. Participam da comitiva entidades governamentais e empresariais para fortalecer parcerias estratégicas na área de medicamentos, vacinas e inteligência artificial aplicada à saúde.

    Edjalma Borges
    Ministério da Saúde

  • Brasil assume vice-presidência da OPAS e consolida papel estratégico em saúde nas Américas

    Brasil assume vice-presidência da OPAS e consolida papel estratégico em saúde nas Américas

    O Brasil passa a exercer um novo papel de liderança regional na área da saúde ao assumir a vice-presidência do Comitê Executivo da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). A decisão foi anunciada em Washington (EUA) durante a 62ª Reunião do Conselho Diretor e a 177ª Sessão do Comitê Executivo, realizadas no início de outubro.

    Impedido de viajar a Washington pelo Governo dos Estados Unidos, na ocasião o ministro Alexandre Padilha teve sua participação virtual aprovada por unanimidade pela Comissão Geral da OPAS. Para o ministro, a decisão da entidade reforça o protagonismo brasileiro na formulação de políticas públicas de saúde e na defesa da cooperação solidária entre os países das Américas.

    Além da nova função, o país também passa a integrar a Comissão Geral do Conselho Diretor e, a partir de 2026, o Subcomitê de Programa, Orçamento e Administração. Essa presença contínua garante ao Brasil papel estratégico nas deliberações da OPAS e amplia sua capacidade de contribuir para o fortalecimento dos sistemas de saúde regionais.

    “A forte presença do Brasil na OPAS reafirma o compromisso do país com o multilateralismo e com a construção de respostas regionais solidárias aos desafios em saúde. O SUS é uma referência global, e nosso papel é compartilhar experiências e fortalecer alianças que ampliem o acesso e a equidade nas Américas”, destacou Marise Nogueira, chefe da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais do Ministério da Saúde (AISA), que representou o ministro Alexandre Padilha nas sessões deliberativas.

    Foto: Organização Pan-Americana da Saúde
    Foto: Organização Pan-Americana da Saúde

    Compromissos e prioridades

    Com a nova posição, o Brasil reforça compromissos com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), a ampliação da vigilância em saúde pública, o investimento na atenção primária e a preparação para emergências sanitárias. As diretrizes estão alinhadas ao Plano Estratégico da OPAS 2026–2031, aprovado durante a reunião, que estabelece metas regionais para reduzir desigualdades, fortalecer os serviços públicos e promover sistemas de saúde mais sustentáveis e resilientes.

    Saúde e clima nas Américas

    O Brasil também lidera a articulação regional da agenda de saúde e clima, com foco na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (Conferência das Partes) – COP30, que será realizada em Belém (PA), no mês de novembro. Em parceria com Estados-membros da OPAS, o Ministério da Saúde coordena a construção do Plano de Ação de Saúde de Belém, voltado à adaptação climática do setor saúde e à proteção das populações mais vulneráveis da região amazônica.

    Edjalma Borges
    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde confirma 24 casos de intoxicação por metanol

    Ministério da Saúde confirma 24 casos de intoxicação por metanol

    O Ministério da Saúde atualiza, nesta quarta-feira (8), o número de notificações de intoxicação por metanol após o consumo de bebidas alcoólicas. Até o momento, foram registradas 259 notificações, sendo 24 casos confirmados e 235 em investigação. Outras 145 suspeitas foram descartadas.

    São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul são os únicos estados do país com casos confirmados de intoxicação pela substância. Ao todo, foram registrados 20 casos em São Paulo, 3 no Paraná e 1 no Rio Grande do Sul.

    Entre os 235 casos em investigação, a maioria está concentrada em São Paulo, com 181 registros. Em seguida aparecem Pernambuco (24), Paraná (5), Rio de Janeiro (5), Rio Grande do Sul (4), Mato Grosso do Sul (4), Piauí (4), Espírito Santo (3), Goiás (2), Acre (1), Paraíba (1) e Rondônia (1).

    Em relação aos óbitos, cinco foram confirmados em São Paulo e 11 seguem em investigação, sendo 1 em Mato Grosso do Sul, 3 em Pernambuco, 6 em São Paulo e 1 na Paraíba.

    A atualização das notificações de intoxicação por metanol, decorrentes do consumo de bebidas alcoólicas, será realizada nos dias de funcionamento da Sala de Situação — segundas, quartas e sextas-feiras, a partir das 17h.

    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde realiza encontro com Países da Comunidade de Língua Portuguesa e Fundação Gates

    Ministério da Saúde realiza encontro com Países da Comunidade de Língua Portuguesa e Fundação Gates

    O Ministério da Saúde promoveu na sede da Fiocruz em Brasília, no dia 06/10, o Encontro com Países da Comunidade de Língua Portuguesa e Fundação Gates, reunindo representantes de sete países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) — Brasil, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste — além de representantes da Fundação Bill & Melinda Gates. A iniciativa teve como objetivo fortalecer a cooperação internacional na preparação e resposta a emergências em saúde pública.

    A reunião contou com a presença da secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão; do diretor do Departamento de Emergências em Saúde Pública, Edenilo Baltazar; e do chefe da Divisão de Cooperação Bilateral em Saúde da pasta, Rawlinson Dias Rodrigues, além de representantes da Fundação Gates e da Agência Brasileira de Cooperação (ABC).

    Durante o encontro, a secretária Mariângela Simão ressaltou a relevância do Sistema Único de Saúde (SUS) como base estruturante da resposta brasileira às emergências sanitárias e destacou os aprendizados da pandemia de Covid-19. “O que mais nos impactou naquela crise foi a iniquidade no acesso a vacinas e medicamentos. Esse cenário reforçou a necessidade de ampliar a cooperação internacional e de garantir que políticas públicas sejam sempre baseadas nas melhores evidências científicas”, disse a secretária.

    A secretária citou ainda o trabalho intersetorial coordenado pelo Ministério da Saúde diante da suspeita de intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas em São Paulo, como exemplo de resposta integrada entre esferas de governo. “Essas crises exigem integração entre ministérios, forças policiais, laboratórios e vigilâncias estaduais e municipais. O sistema precisa funcionar em rede, com mecanismos claros para identificação e resposta rápida”, pontuou.

    Edenilo Baltazar apresentou o panorama das ações desenvolvidas pelo Departamento de Emergências em Saúde Pública no âmbito da CPLP. Ele destacou a realização de simulados de campo em São Tomé e Príncipe, capacitações em Moçambique e Cabo Verde, e o treinamento de profissionais estrangeiros no Brasil por meio do Programa Avançado de Epidemiologia de Campo (EpiSUS-Avançado).

    “Temos avançado na cooperação técnica e na formação de especialistas. O Brasil coloca à disposição sua experiência em vigilância e resposta, e seguimos abertos a fortalecer essa rede de colaboração entre nossos países”, afirmou.

    O encontro reforçou o compromisso do Brasil, da Fundação Gates e dos países da CPLP com o fortalecimento das políticas públicas em saúde, a integração entre as agendas sobre preparação e respostas de Emergências em Saúde Pública e a consolidação de mecanismos de cooperação e resposta conjunta a emergências globais. 

    João Moraes
    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde fortalece atuação e valorização dos agentes comunitários e de combate às endemias

    Ministério da Saúde fortalece atuação e valorização dos agentes comunitários e de combate às endemias

    A presença dos agentes de saúde é essencial para aproximar o Sistema Único de Saúde (SUS) de cada comunidade no Brasil. Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes de Combate às Endemias (ACE) desempenham funções complementares e estratégicas, estabelecem vínculos com a população local e fortalecem o acesso à saúde.

    Enquanto os ACSs focam no contato diário com as famílias com visitas domiciliares, promovendo saúde com ações educativas, além de contribuírem para um atendimento mais eficaz nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

    Já os ACEs são essenciais no combate ao mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão de doenças como dengue, Zika e chikungunya. Em muitos casos, os criadouros desse mosquito estão dentro residências, o que reforça o protagonismo dos agentes na conscientização e prevenção junto à população. 

    Essa complementariedade ganha força quando as ações são integradas, como recomenda a Diretriz Nacional para Atuação Integrada dos ACE e ACS que articula a atenção primária e a vigilância em saúde.

    Foto: divulgação/MS

    Valorização

    Em 2023, o governo federal destinou R$ 2,1 bilhões para garantir o piso salarial dos ACEs. No ano passado, o Ministério da Saúde atualizou o valor do incentivo financeiro federal de custeio mensal dos agentes comunitários. A previsão é garantir repasses de mais de R$ 2 bilhões até 2026.

    Formação

    O Ministério da Saúde também reforçou a política de capacitação com o programa Mais Saúde com Agente que já formou mais de 176 mil agentes. O curso procura qualificar os profissionais para enfrentar os desafios das comunidades e contribuir para melhores indicadores de saúde e maior resolutividade dos serviços.

    Atualmente, o Brasil conta com mais de 105 mil agentes de combate às endemias cadastrados e mais de 140 mil agentes comunitários já formados pelo programa. A expectativa é chegar em 370 mil profissionais capacitados até 2026.

    Janaína Oliveira
    Ministério da Saúde