Categoria: SindifiscoPB

  • Fenafisco realiza 239ª Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo em Brasília

    Fenafisco realiza 239ª Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo em Brasília

    Teto 100, verbas indenizatórias, participação política e projetos de interesse da categoria no Congresso Nacional estiveram entre os principais temas debatidos

    A Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco) realizou, nos dias 15 e 16 de junho de 2026, a 239ª Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo. O encontro reuniu dirigentes sindicais para deliberar sobre pautas estratégicas para a atuação institucional da entidade e para o fortalecimento da representação dos fiscos estaduais e distrital.

    Entre os principais temas debatidos estiveram a implantação do Teto 100, verbas indenizatórias, participação política, projetos de interesse da categoria em tramitação no Congresso Nacional, fortalecimento da Pública Central do Servidor e a discussão sobre a filiação de associações.

    A reunião ocorreu em formato híbrido, com participação presencial em Brasília (DF), nas instalações do Hotel Brasília Imperial, e virtual para os demais membros do Conselho Deliberativo.

    A pauta também contemplou a leitura e aprovação das atas da 237ª e 238ª Reuniões Extraordinárias do Conselho Deliberativo e da 84ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo, além de informes da Diretoria, comunicados, petições e outros assuntos de interesse da Federação e de seus sindicatos filiados.

     

    Fenafisco

  • Coral do Sindifisco-PB se apresentou na Usina Cultural Energisa

    Coral do Sindifisco-PB se apresentou na Usina Cultural Energisa

    O coral do Sindifisco-PB realizou uma apresentação repleta de significados na última sexta-feira (12/6), no palco da Usina Cultural Energisa, em João Pessoa.

    Os coralistas se apresentaram durante o IV Fórum de combate à violência contra a pessoa idosa, promovido pela Policlínica Municipal da Pessoa Idosa, na capital. O evento teve uma ampla programação, com discussões sobre vários assuntos e atividades culturais, oferecendo aos participantes um espaço de interação e valorização da terceira idade.

    Na sua apresentação, os componentes do coral do Sindifisco-PB mostraram grande talento, e o repertório destacou o espírito junino com músicas como Vida de Viajante, Mulher Rendeira, Olha pro céu meu amor, entre outras, ganhando aplausos e a admiração do público presente.

    Para a coralista e diretora de cultura do Sindifisco-PB, Socorro Andrade, foi um momento que emocionou a todos os presentes, e sabemos que é muito importante levar a arte do canto coral para diferentes públicos.

    A diretora da Policlínica Municipal da Pessoa Idosa, Maria José Carneiro, agradeceu à presidente do sindicato, Helena Madeiros, por ter cedido o coral para se apresentar na programação do Fórum. Além disso, ela expressou sua gratidão ao maestro Eduardo Nóbrega, ressaltando a atuação da diretoria de cultural do sindicato.

     

  • SEFAZ-PB libera emissão do boleto de IPVA 2026 dos veículos de placa com final 6

    SEFAZ-PB libera emissão do boleto de IPVA 2026 dos veículos de placa com final 6

    Os proprietários de veículos no Estado da Paraíba com placa final 6 já podem emitir o boleto do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) para efetuar o pagamento do exercício de 2026. O boleto está liberado no portal da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-PB), por meio do link https://www.sefaz.pb.gov.br/servirtual/ipva/emitir-dar

    Os contribuintes paraibanos têm três opções para pagamento do tributo. Os donos de veículos, com placa final 6, podem garantir o desconto de 10% se efetuarem o pagamento em cota única, de forma à vista, até o dia 30 de junho. Outra é o parcelamento em três vezes, sendo a primeira com vencimento também até o dia 30 de junho sem desconto. A terceira opção é o pagamento total do IPVA, sem desconto, que deve ser pago até o dia 31 de agosto. Dúvidas na emissão do IPVA podem ser resolvidas por e-mail: gerencia.itcd.ipva@sefaz.pb.gov.br

    PARCELAMENTOS – Para quem já parcelou o IPVA dos veículos com finais de placas 4 e 5, vence também no dia 30 de junho, a 3ª e última parcela da placa final 4 ou o pagamento total, enquanto a placa com final 5 vence a 2ª parcela. 

    EMISSÃO DO BOLETO – Para emitir o boleto do IPVA, o proprietário precisa ter dados como CPF ou CNPJ (Pessoa Jurídica); número da placa do veículo e do Renavam.

    IPVA PODE SER PAGO NO PIX – O contribuinte paraibano tem a opção também de pagamento no sistema Pix para o recolhimento dos tributos estaduais, entre eles o IPVA. Para pagar no Pix, basta o contribuinte, no ato de emitir a guia, fazer a escolha pela modalidade no lado superior da guia à direita. Já as agências bancárias oficiais do pagamento do IPVA são Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Santander e a Caixa Econômica Federal.

    ISENÇÕES AUTOMÁTICAS – Além dos veículos acima de 15 anos (fabricação até o ano de 2010), os proprietários de motocicletas de até 170 cilindradas estão também isentos de pagar o IPVA neste ano de 2026, por meio da Lei 12.489/2022. Tanto os veículos acima de 15 anos como as motocicletas de até 170 cilindradas terão isenções automáticas, ou seja, não precisarão requerer a isenção, pois o sistema da Sefaz-PB libera automaticamente. Outra categoria isenta de IPVA são os carros 100% elétricos.

    COMPROVAR ISENÇÃO DA PLACA FINAL 6 – As categorias dispensadas de pagar IPVA com placa final 6 e fizeram a requisição da isenção do tributo no ano passado deverão precisar comprovar a isenção até o dia 30 de junho. Conforme legislação do IPVA, as categorias como portadores de deficiência física, com base no novo decreto 40.959/2020 da Portaria n° 176/2020, além da visual, mental ou autista, taxistas, veículos cadastrados no Ministério do Turismo na qualidade de transporte turístico. Essas categorias terão de enviar por e-mail ou então entregar a documentação em uma repartição fiscal, comprovando a isenção, como critério para gozar do benefício em 2026. Neste mesmo dia, essas categorias já podem requerer a isenção de 2027.

    COMO ENVIAR POR E-MAIL – Para o cidadão realizar a comprovação via e-mail, basta anexar os documentos solicitados, em formato de PDF, e enviar para o e-mail: gerencia.itcd.ipva@sefaz.pb.gov.br. Os documentos que precisam ser enviados em formato PDF são os constantes na Portaria 308/2017, conforme disciplina o art. 55 do RIPVA (Regulamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

    É importante lembrar que esses veículos isentos deverão pagar as demais taxas que envolvem o emplacamento, como o licenciamento do Detran-PB e a Taxa de Bombeiro.

     

    Sefaz-PB

  • STF discute saídas para evitar judicialização da reforma tributária

    STF discute saídas para evitar judicialização da reforma tributária

    Divisão de competências entre Justiça Federal e Estadual alimenta preocupação com insegurança jurídica e aumento do contencioso envolvendo IBS e CBS.

    A menos de sete meses do início da fase operacional da reforma tributária, o STF tem buscado alternativas para enfrentar uma preocupação que vem mobilizando magistrados, procuradores, advogados e tributaristas: como evitar que a implementação da reforma tributária seja acompanhada por insegurança jurídica e aumento da litigiosidade.

    Em maio, o CESTF – Centro de Estudos Constitucionais do Supremo Tribunal Federal promoveu consulta junto à comunidade jurídica para reunir subsídios sobre o contencioso judicial da reforma. No edital que orientou a iniciativa, o próprio STF reconheceu que a questão da competência jurisdicional envolvendo os novos tributos ainda não foi devidamente equacionada.

    O desafio decorre do fato de que CBS e IBS foram concebidos pela reforma tributária para funcionar sob um mesmo regime jurídico. A Constituição determina que ambos observem regras idênticas em temas como fatos geradores, bases de cálculo, imunidades e creditamento. Apesar disso, as controvérsias envolvendo a CBS deverão ser julgadas pela Justiça Federal, enquanto as discussões relativas ao IBS permanecerão, em princípio, na Justiça Estadual.

    Essa divisão de competências pode levar a interpretações divergentes sobre normas equivalentes, comprometendo a uniformidade das decisões e ampliando a insegurança jurídica. O edital também aponta algumas das soluções em debate, como a criação de estruturas compartilhadas entre magistrados federais e estaduais, mecanismos de cooperação judiciária e instrumentos voltados à uniformização mais rápida da jurisprudência.

    A fase de coleta de contribuições foi encerrada no último dia 30 e deverá subsidiar as próximas etapas dos estudos conduzidos pelo Centro de Estudos Constitucionais.

    A preocupação também vem sendo compartilhada por advogados, procuradores e magistrados. Durante discussões realizadas em Lisboa, especialistas voltaram a alertar para os impactos processuais da reforma tributária e para os riscos associados à transição para o novo modelo.

    A advogada Joyce Gonçalves Nogueira observou que a convivência simultânea entre o sistema atual e o novo regime tributário tende a ampliar a insegurança jurídica durante o período de transição. Segundo ela, a necessidade de interpretar novas regras e a complexidade inerente ao pacto federativo brasileiro criam ambiente propício para o surgimento de controvérsias.

    No mesmo debate, o advogado Robson Maia Lins afirmou que a reforma só produzirá simplificação se houver uma estrutura processual capaz de concentrar controvérsias envolvendo a mesma operação econômica, evitando decisões divergentes para contribuintes em situações idênticas.

    Soluções em debate

    Em entrevista concedida ao Migalhas, o ex-presidente do STF e do CNJ Luís Roberto Barroso alertou para a necessidade de se construir uma solução institucional antes do surgimento dos primeiros grandes litígios envolvendo o novo sistema tributário.

    Assista: Clique

    Segundo Barroso, dúvidas relacionadas ao foro competente, à participação dos entes federativos nas ações e à possibilidade de decisões conflitantes entre Justiça Federal e Justiça Estadual exigem respostas prévias do sistema de Justiça. Como alternativa, Barroso apresentou, durante sua gestão à frente do CNJ, proposta desenvolvida por grupo de trabalho instituído no Conselho. O colegiado elaborou um anteprojeto de emenda à Constituição voltado especificamente ao tratamento do contencioso judicial da reforma tributária.

    A proposta prevê a criação de uma jurisdição tributária compartilhada, com competência nacional para julgar exclusivamente controvérsias relacionadas à CBS e ao IBS. Inspirado nos Núcleos de Justiça 4.0, o modelo funcionaria de forma predominantemente digital e seria composto por magistrados federais e estaduais em número paritário.

    Pelas diretrizes apresentadas pelo grupo de trabalho, os processos poderiam ser distribuídos nacionalmente entre juízes habilitados, enquanto ações relacionadas a uma mesma operação econômica ficariam concentradas sob a condução do mesmo magistrado. Em segundo grau, turmas mistas compostas por desembargadores dos TJs e dos TRFs atuariam na uniformização da jurisprudência.

    A ideia é permitir que controvérsias envolvendo IBS e CBS sejam analisadas de forma coordenada, reduzindo o risco de decisões contraditórias e acelerando a consolidação de entendimentos sobre as novas regras tributárias.

    Ao defender a iniciativa, Barroso fez um alerta:“Se não encontrarmos uma solução para isso, prévia ao surgimento do problema, eu acho que isso não vai acabar bem em termos de judicialização.”

    O modelo é uma das alternativas citadas pelo próprio edital do CESTF como objeto dos estudos que deverão orientar as próximas etapas da discussão no STF.

    Com a entrada em vigor do novo sistema cada vez mais próxima, o desafio das instituições será evitar que a reforma tributária, concebida para simplificar o sistema, inaugure uma frente de insegurança jurídica e disputas judiciais.

    Atualize-se

    A implementação da reforma tributária já impõe desafios relevantes não só ao Judiciário, mas também para empresas, contribuintes e operadores do Direito. No dia 22 de junho, o Migalhas reúne especialistas para debater a implementação do novo sistema tributário, os desafios da transição e os reflexos práticos das novas regras.

     

    Fonte: Migalhas

  • Fenafisco acompanha articulações em torno da PEC 6/2024

    Fenafisco acompanha articulações em torno da PEC 6/2024

    Após encontro no Planalto, federação aguarda sinalização do governo para destravar a tramitação da proposta.

    O diretor de Aposentados e Pensionistas da Fenafisco, Wanderci Polaquini, conversou com o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, sobre os desdobramentos da agenda em defesa da PEC 6/2024.

    O ministro afirmou estar plenamente informado sobre os temas debatidos na reunião realizada com as entidades e demonstrou conhecimento da reivindicação pelo fim gradual da contribuição previdenciária de aposentados e pensionistas.

    Questionado sobre a possibilidade de um novo encontro, Boulos indicou que o Governo Federal busca, neste momento, definir um posicionamento e avaliar os encaminhamentos relacionados a um eventual apoio à proposta, antes da realização de novas agendas sobre o tema.

     

    Fenafisco

  • RFB e CGIBS prorrogam prazo para envio de sugestões ao Regulamento do IBS até dia 15 de junho de 2026

    RFB e CGIBS prorrogam prazo para envio de sugestões ao Regulamento do IBS até dia 15 de junho de 2026

    Portal de Serviços recebe contribuições para melhorias do texto originalmente publicado

    O Comitê Gestor do IBS (CGIBS) e a Receita Federal do Brasil (RFB) informam que o prazo para envio de sugestões ao Regulamento do IBS foi prorrogado até o dia 15 de junho, às 18h.

    Essa é uma oportunidade importante para que entidades representativas participantes do Fórum “Diálogos da Regulamentação” contribuam com o aprimoramento das normas que irão orientar a implementação da Reforma Tributária sobre o consumo.

    As contribuições serão analisadas pelas equipes técnicas e poderão integrar futuras versões do Regulamento.

    Fortaleça a construção de um sistema tributário mais eficiente e alinhado às realidades dos setores econômicos. Acesse o endereço:  https://www.servicos.cgibs.gov.br/, selecione a opção “Sugestões Regulamento IBS” e clique no botão “Acessar”.

     

    https://www.cgibs.gov.br/cgibs

  • Fenafisco e entidades classistas vão ao Planalto para dialogar o fim da contribuição previdenciária dos aposentados

    Fenafisco e entidades classistas vão ao Planalto para dialogar o fim da contribuição previdenciária dos aposentados

    Organizações lutam há 22 anos pela pauta, que precisa de sinalização do governo para tramitação na câmara

    O trabalho pelo fim da contribuição previdenciária de aposentados e pensionistas se intensifica. Nesta terça-feira (2), a Fenafisco, junto com a Pública Central do Servidor e demais entidades classistas nacionais, realizou agenda com o gabinete do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, no Palácio do Planalto. O encontro contou com a participação da deputada federal Luciene Cavalcante, do PSOL-SP, autora do Descongela Já e responsável pela articulação da agenda.

    O pleito principal dos sindicatos foi o apensamento da PEC 6/2024 à PEC 555/2006. O vice-presidente da Fenafisco, Pedro Lopes, que representou a entidade no encontro, explica que o ato é necessário para dar celeridade ao processo legislativo. “Com o apensamento, a PEC 6/2024 ficará pronta para ser pautada e ir à votação em 1º turno na Câmara dos Deputados”, explica Pedro Lopes.

    A Federação também reivindicou que o governo federal encaminhasse a PEC 6/2024 à equipe econômica para que, no segundo semestre, fosse apresentada uma proposta objetiva para o fim da contribuição dos inativos. “São 22 anos cobrando aposentados e pensionistas, e chega a hora da sua extinção. A proposição da PEC 6/2024 tem viabilidade financeira porque apresenta uma redução gradual ao longo de 10 anos”, explica Pedro Lopes.

    O gabinete se comprometeu a despachar com o ministro Boulos o mais breve possível e apresentar uma resposta até o dia 10 de junho. As entidades classistas continuarão em estado de mobilização para alcançar, neste momento, o apensamento.

     

    Fenafisco

  • Declaração do IR pode passar a ser automática em até três anos

    Declaração do IR pode passar a ser automática em até três anos

    Contribuinte não precisará mais preencher a declaração

    Brasília – DF – 12/05/2026 – Reunião da Comissão Especial da Câmara sobre o Fim da Escala 6×1 para debater os impactos econômicos da redução da escala de trabalho, sem redução de salário. Participou ministro da Fazenda, Dario Durigan. Foto Lula Marques/Agência Brasil© Lula Marques/ Agência Brasil.

    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que em dois ou três anos não será mais necessário aos contribuintes brasileiros fazer a declaração do Imposto de Renda. A novidade, caso se confirme, se deve às mudanças que vêm sendo implementadas pelo governo federal, no sentido de automatizar procedimentos.

    Em março, Durigan já havia acenado com essa possibilidade, após ter demandado à Receita Federal o desenvolvimento de um sistema automatizado capaz de reunir informações financeiras dos contribuintes, o que dispensaria o preenchimento manual da declaração.

    Nesta segunda-feira (1º), durante entrevista à Rádio CBN, o ministro informou que a mudança deverá ocorrer em dois ou três anos.

    “Não é possível que, com todo mundo já tendo declarado no dia a dia suas obrigações para a Receita, nós ainda vamos obrigar o contribuinte a parar, gastar tempo útil da sua vida – seja de trabalho, seja de descanso – para prestar informações que, muitas vezes, a gente já tem”,  afirmou.

    “Então veja, no ano que vem eu quero aumentar essa desobrigação; esse alívio para as pessoas. Espero que em dois ou três anos todo mundo fique sem [a necessidade de fazer a] declaração de Imposto de Renda”, acrescentou.

    Sistema automático

    A demanda apresentada pelo ministro à Receita Federal prevê a integração de dados já disponíveis em bases oficiais e privadas, como informações bancárias, registros de empresas e dados de planos de saúde.

    Com isso, o contribuinte passaria apenas a revisar e validar os dados apresentados pelo sistema.

    O modelo seria uma evolução da declaração pré-preenchida, que tem sido ampliada nos últimos anos e, segundo estimativas do Fisco, deve alcançar cerca de 60% dos contribuintes.

    “Como a gente tem um país informatizado, essas informações vão sendo colocadas no sistema, e a pessoa precisa validar simplesmente”, disse, em março, o ministro da Fazenda.

    Mudança gradual

    Atualmente, a declaração pré-preenchida já reúne dados como rendimentos, bens, investimentos e deduções.

    Ainda assim, a Receita Federal orienta os contribuintes a conferirem as informações, já que os dados são fornecidos por terceiros.

    A proposta do governo é ampliar gradualmente esse modelo até que o envio manual deixe de ser necessário.

     

    Agência Brasil

  • Cultura e solidariedade marcam a 21ª edição do Forró Fiscando

    Cultura e solidariedade marcam a 21ª edição do Forró Fiscando

    Tradicional festa junina reuniu a categoria no Paço dos Leões com shows, sorteios e arrecadação beneficente.

    O Sindicato dos Auditores Fiscais da Paraíba (Sindifisco-PB) realizou, sábado último (30/5), a 21ª edição do tradicional Forró Fiscando. O evento, que já faz parte do calendário social da categoria, transformou o Paço dos Leões em um autêntico arraial, integrando filiados, familiares e convidados especiais.

    O evento contou com shows da banda Porta do Sol e da cantora Deusa Nordestina do Forró, que trouxeram para o palco um repertório recheado de clássicos regionais, exaltando a riqueza musical nordestina.

    “Ver a nossa categoria reunida e alegre, nos deixou muito felizes. O Forró Fiscando reafirma a nossa identidade, e é um orgulho imenso ver o resultado de tanto trabalho se transformar em uma noite tão bonita. Vamos continuar realizando momentos que fortalecem os laços da categoria, por meio da arte e da convivência”, afirmou Socorro Andrade, Diretora Cultural do Sindifisco-PB.

    A força coletiva da categoria e a importância da união também foram reforçadas pela presidente do Sindicato, Helena Medeiros.

    “O Forró Fiscando é um momento de união, celebração das nossas raízes nordestinas e fortalecimento da solidariedade entre todos que fazem parte da nossa história. Nada disso seria possível sem a dedicação incansável de toda a nossa diretoria e da equipe organizadora, que cuidaram de cada detalhe com muito carinho. Por isso, ver a categoria reunida celebrando é o verdadeiro sentido do nosso trabalho e nos motiva a continuar firmes”, destacou.

    Ausente de algumas edições, o auditor fiscal, Paulo Jair, foi somente elogio ao festejo junino. “Quero registrar a minha enorme alegria pelo lindo Forró Fiscando. Eu parabenizo as atrações, também a diretoria e os funcionários pela organização, decoração e clima de alegria. Um belíssimo momento de confraternização entre os auditores, servidores, familiares e amigos.”

    Todo o valor arrecadado com as vendas de mesas será revertido em gêneros alimentícios e produtos de higiene e limpeza e, posteriormente, doados a instituições sociais.

  • A Fenafisco mobiliza Congresso e pede fim da contribuição previdenciária dos inativos e retomada do RJU

    A Fenafisco mobiliza Congresso e pede fim da contribuição previdenciária dos inativos e retomada do RJU

    Sucedendo às atividades realizadas no decorrer do Encontro Jurídico, que ocorreu entre os dias 25 e 26 de maio, a Fenafisco realizou, nesta quarta-feira (27), um dia de mobilização parlamentar no Congresso Nacional. Na ocasião, comitivas da Federação visitaram gabinetes parlamentares, criando espaços de diálogo e viabilizando articulações políticas favoráveis a pautas consideradas essenciais para a estabilidade do serviço público.

    Os gabinetes dos deputados Pedro Uczai, Coronel Ulysses e Benedita da Silva, estiveram entre os espaços visitados pela Federação e pelos sindicatos filiados, com o objetivo de fortalecer a luta por um serviço público eficiente.

    Entre os projetos defendidos, destacam-se pautas de ampla relevância, como o apensamento da PEC 6/2024 à PEC 555/2006, que prevê o fim do desconto da contribuição previdenciária dos servidores inativos. Atualmente, mesmo sem estarem em atividade no serviço público, aposentados e pensionistas seguem contribuindo com o encargo.

    Ainda em defesa da segurança jurídica dos servidores, a Federação atua pelo restabelecimento do Regime Jurídico Único (RJU), que, na avaliação da entidade, contribui para a manutenção de um serviço público mais estável e imparcial.

    Para encerrar as atividades na Câmara dos Deputados, a Fenafisco acompanhou os debates da comissão especial que discute o fim da jornada de trabalho 6×1, proposta considerada um marco histórico para os trabalhadores brasileiros e fruto da atuação do movimento sindical.

     

    Fenafisco