Categoria: SindifiscoPB

  • Centrais sindicais temem vulnerabilidade de categorias não contempladas pelas regras da PEC 6×1

    Centrais sindicais temem vulnerabilidade de categorias não contempladas pelas regras da PEC 6×1

    Sindicalistas questionam exclusão de trabalhadores com salários mais altos e prazo para terceirizados; votação pode ocorrer nesta quarta-feira

     

    Lúcio Clemente também criticou a proposta de transição para terceirizados

    Em reunião com os parlamentares da comissão especial que analisa o fim da escala de trabalho 6×1, representantes de centrais sindicais mostraram preocupação com os trabalhadores que ficarem de fora da redução de jornada para 40 horas semanais. De acordo com o coordenador do Fórum das Centrais Sindicais, Lúcio Clemente, o problema está na restrição ao benefício de acordo com o salário do trabalhador.

    O texto apresentado pelo relator prevê que as regras não se aplicam aos profissionais com curso universitário que ganhem mais de duas vezes e meia o teto de remuneração da Previdência Social, o equivalente hoje a R$ 21.188. Os trabalhadores poderão negociar as jornadas individualmente com os patrões. Para Lúcio Clemente, essa norma reduz a proteção desses trabalhadores.

    “Isso é uma preocupação grande, porque os efeitos do ponto de vista do impacto sobre o conjunto das categorias podem não ser pequenos. É difícil de mensurar agora, mas nós estamos falando de parte da força de trabalho que, em geral, poderá ficar fora da proteção sindical dos acordos e convenções coletivas”, alertou.

    Lúcio Clemente afirmou ainda que as centrais de trabalhadores discordam do prazo concedido para a adequação dos contratos de trabalhadores terceirizados do setor público. A proposta prevê que as empresas, nesse caso, terão até um ano para promover a mudança de jornada. Para o sindicalista, a transição deveria ser a mesma dos demais empregados.

    Relatório

    O relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), apresentou o texto na segunda-feira (25). A proposta assegura a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição do salário, e garante duas folgas semanais, uma preferencialmente aos domingos.

    No caso das folgas, o direito será assegurado assim que a emenda constitucional entrar em vigor. Já a jornada será reduzida para 42 horas por semana 60 dias depois da vigência da norma e para 40 horas, 12 meses depois desse período.

    Integrantes da comissão afirmaram que a votação da proposta pode ocorrer nesta quarta-feira na Câmara dos Deputados. O presidente do colegiado, deputado Alencar Santana (PT-SP), adiantou que vai reabrir a sessão de debate sobre o texto às 10 horas da manhã para tentar concluir a votação até as 17 horas.

    Segundo o parlamentar, se a comissão aprovar a proposta nesse período, o presidente da Câmara, Hugo Motta, se comprometeu a votar o texto no plenário no mesmo dia.

    “Se a gente conseguir isso, o presidente Hugo Mota vai levar essa matéria amanhã à noite ainda para o plenário. Se a gente não conseguir, vai ficar na feira, mas vamos trabalhar amanhã, tentando ali garantir a votação em comissão a tempo de levar o plenário amanhã à noite – até porque é quarta-feira, é um dia em que aqui é a Casa tem forte presença, o que é bom”, disse.

    Mobilização

    Os deputados presentes à audiência pública foram unânimes em pedir mobilização para garantir que o texto seja aprovado. A deputada Erika Hilton (Psol-SP), autora de uma das propostas que deu origem à mudança, pediu atenção total à votação.

    “Nós teremos que permanecer vigilantes, lutando contra os inimigos da classe trabalhadora, que irão fazer todas as manobras possíveis para tentar destruir o texto. Depois de votado aqui na Câmara dos Deputados, nós vamos ter que continuar nossa articulação e nossa mobilização, porque no Senado não tem nada dado. O Senado já está tentando fazer algumas manobras. Eles estão pensando: ‘vamos então deixar passar aqui, o pessoal vai dar uma esquecidinha, e depois a gente massacra o texto no Senado’”,, disse ela.

     

    Fonte: Agência Câmara de Notícias

  • Fenafisco apresenta premissas da LOAT a corregedores do Confaz

    Fenafisco apresenta premissas da LOAT a corregedores do Confaz

    O Vice-Presidente da Fenafisco, Pedro Lopes, participou, nesta terça-feira (19), de reunião do GT-18 do Confaz, grupo de trabalho que reúne corregedores das administrações tributárias estaduais de todo o Brasil, com a participação de representantes de mais de 20 estados. Na ocasião, Pedro apresentou as premissas e encaminhamentos defendidos pela Federação para a aprovação da Lei Orgânica da Administração Tributária (LOAT).

    Durante a exposição, Pedro destacou que a proposta construída pela Fenafisco faz parte de um processo conjunto que se iniciou há décadas, com participação dos sindicatos filiados, e tem como objetivo consolidar diretrizes nacionais para o fortalecimento das administrações tributárias da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

    A participação da Fenafisco no grupo de trabalho integra a agenda institucional da entidade em defesa de um modelo de administração tributária forte, republicano e alinhado aos desafios da Reforma Tributária. A previsão é que os trabalhos em torno da proposta avancem até junho, com continuidade do diálogo técnico e da mobilização parlamentar pela aprovação da LOAT Nacional.

    A Federação seguirá atuando junto a entidades representativas, órgãos públicos e instâncias de decisão para ampliar o debate em torno da proposta e consolidar uma legislação que fortaleça o Estado brasileiro e promova justiça fiscal.

     

    Fenafisco

  • Segue aberta venda de mesas

    Segue aberta venda de mesas

    O Sindifisco-PB prossegue com as vendas de mesas para 21º Forró Fiscando, que acontecerá no próximo dia 30, às 20h, no Paço dos Leões, em João Pessoa.

    A principal atração da noite será a forrozeira potiguar, Deusa Nordestina do Forró. A cantora vem ganhando espaços nos principais festejos juninos em Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba, além de uma legião de fãs nas redes sociais. Para recepcionar os convidados, o trio Porta do Sol abrirá o festejo junino.

    A venda será somente on-line. Acesse a plataforma Sympla no link indicado abaixo.

    Cada mesa tem valor de R$ 282, 00 com direito a 6 (seis) lugares, totalizando um custo de 47 reais por pessoa. Todo o montante arrecadado será revertido em doações a entidades assistenciais.

    Clique para compra:

    https://bileto.sympla.com.br/event/119969

  • Forró Fiscando: segue aberta venda de mesas

    Forró Fiscando: segue aberta venda de mesas

    O Sindifisco-PB prossegue com as vendas de mesas para 21º Forró Fiscando, que acontecerá no próximo dia 30, às 20h, no Paço dos Leões, em João Pessoa.

    A principal atração da noite será a forrozeira potiguar, Deusa Nordestina do Forró. A cantora vem ganhando espaços nos principais festejos juninos em Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba, além de uma legião de fãs nas redes sociais. Para recepcionar os convidados, o trio Porta do Sol abrirá o festejo junino.

    A venda será somente on-line. Acesse a plataforma Sympla no link indicado abaixo.

    Cada mesa tem valor de R$ 282, 00 com direito a 6 (seis) lugares, totalizando um custo de 47 reais por pessoa. Todo o montante arrecadado será revertido em doações a entidades assistenciais.

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    https://bileto.sympla.com.br/event/119969

     

     

  • Fim da escala 6×1: relatório ficará aberto a sugestões

    Fim da escala 6×1: relatório ficará aberto a sugestões

    Relator apresentará parecer nesta quarta, mas mudanças poderão ser feitas até a votação

     

    O relator da proposta quer reduz a jornada de trabalho (PEC 221/19), deputado Leo Prates (Republicanos-BA), disse que o seu relatório será apresentado na quarta-feira (20), mas que vai estar aberto a mudanças. Ele participou do programa Câmara pelo Brasil que discutiu o tema em São Luís, no Maranhão, no último sábado (16).

    Prates lembrou que uma proposta de 1995 que pretendia aprovar a redução de 44 horas para 40 horas quase foi aprovada com 42 horas semanais em 2010, mas acabou sendo arquivada por falta de consenso. O relator reafirmou acordo para aprovar 40 horas de jornada de trabalho com 2 dias de descanso e sem perdas salariais.

    Durante o debate, em São Luís, a maior parte dos sindicalistas presentes defendeu a redução para 36 horas semanais, mas concorda com o deputado de que é importante garantir mais tempo livre agora.

    O deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA) também ressaltou a importância de ter avanços imediatos para conter o aumento de pessoas afastadas do trabalho por saúde mental. Segundo ele, são cerca de 500 mil por ano.

    “Em 1935, lá atrás, a Organização Internacional do Trabalho já defendia 40 horas semanais e no Brasil estava sendo implementado 48. Na Constituinte, se defendia 40 horas e ficou 44. Portanto, nós não podemos perder a oportunidade de, dessa vez, garantir a redução da jornada de trabalho.”

    Sheila Bordalo, do Sindeducação, disse que os mais prejudicados em seu setor são jovens trabalhadores terceirizados que cumprem jornadas que impedem a qualificação profissional.

    Saulo Arcangeli, da Conlutas, reforçou a importância de não haver perdas salariais com a mudança.

     

    Fonte: Agência Câmara de Notícias

  • Fenafisco participa de reunião do Mosap sobre negociação no serviço público

    Fenafisco participa de reunião do Mosap sobre negociação no serviço público

    Diretor parlamentar Celso Malhani acompanhou debates sobre aperfeiçoamentos ao PL 1893/2026, que regulamenta as relações de trabalho no setor público e a Convenção 151 da OIT.

    A Fenafisco participou, nesta quarta-feira (13), de reunião extraordinária promovida pelo Instituto Servir Brasil para discutir propostas de aperfeiçoamento ao Projeto de Lei 1893/2026, que trata da negociação das relações de trabalho no setor público e regulamenta a Convenção 151 da OIT.

    Representando a Federação, o diretor parlamentar da Fenafisco, Celso Malhani acompanhou os debates realizados na sede da Anpprev, em formato híbrido, ao lado de dirigentes de diversas entidades representativas do funcionalismo público.

    Durante o encontro, as entidades aprofundaram discussões sobre pontos considerados essenciais no texto do projeto, entre eles a garantia de direitos, a valorização dos servidores públicos, a efetividade das mesas de negociação e mecanismos de prevenção a práticas antissindicais.

    Também foram debatidos temas relacionados à compatibilização dos acordos com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA), além da representação sindical e da participação de associações e centrais sindicais nas negociações.

    Como encaminhamento, ficou definida a consolidação das contribuições apresentadas pelas entidades em três eixos principais: condições e efetividade da negociação; representação sindical, associações e centrais; e mecanismos de garantia para o cumprimento dos acordos.

    Além da Fenafisco, participaram da reunião representantes de entidades como Anesp, CSPB, Fonacate, Sindifisco Nacional, Sindireceita, Sindjus e SindSusep, entre outras organizações do serviço público.

    Fenafisco

  • Construção Conjunta da LOAT Nacional Avança e Define Estrutura Organizacional das Administrações Tributárias

    Construção Conjunta da LOAT Nacional Avança e Define Estrutura Organizacional das Administrações Tributárias

    No 3º encontro do Grupo de Trabalho, Anfip Nacional, Anafisco, Fenafim, Fonafati, Fenafisco e Sindifisco Nacional se reuniram em São Paulo nos dias 12 e 13 de maio e avançaram no texto definindo competências, estrutura organizacional e regime de carreiras

    Nos dias 12 e 13 de maio, entidades classistas nacionais do Fisco brasileiro se reuniram em São Paulo para dar continuidade à construção conjunta da Lei Orgânica Nacional da Administração Tributária. Quem sediou o encontro foi o Sindicato dos Auditores Fiscais do Município de São Paulo (Sindaf-SP).

    Nesta nova rodada, foram aprofundados os diálogos sobre competências, estrutura organizacional e regime das carreiras específicas da Administração Tributária (AT).

    A estrutura básica da AT, para os entes federados com mais de 120 autoridades fiscais em atividade, deve ser constituída por Auditor Geral, Conselho Superior, Corregedoria, Controladoria, Ouvidoria e Escola Superior da Administração Tributária. Como órgãos especiais, haverá ainda os responsáveis pelo julgamento de processo administrativo tributário e pela gestão de informações e inovações tecnológicas, além dos órgãos de atuação estratégica, como auditorias regionais e temáticas, alfândegas e postos fiscais. A autoridade fiscal será considerada também órgão da Administração Tributária. O objetivo é fortalecer a independência funcional do membro da Administração Tributária.

    Foram definidas as carreiras específicas da Administração Tributária. No que se refere à carreira composta pela autoridade fiscal da Administração Tributária, ou seja, integrada por cargos públicos com as competências cumulativas de fiscalização e lançamento do crédito tributário, o acesso será por concurso público de provas e títulos, a partir da aprovação prévia em exame nacional a ser promovido pela Escola Superior da Administração Tributária e organizado pelo Conselho Superior da Administração Tributária.

    Participaram do encontro, pela Anafisco, Rafael Aguirrezábal; pela Fenafim, Cássio Vieira e Diego Araújo; pela Fenafisco, Pedro Lopes e Cláudio Modesto; pelo Fonatafi, Carlos Cardoso e Branca Carvalho; e pelo Sindifisco Nacional, Gabriel Rissato. A Anfip Nacional integra o grupo de trabalho, mas, por agenda interna, justificou a não participação nessa terceira rodada de diálogos.

    Todos os temas deliberados pelo grupo de trabalho ainda serão apresentados e submetidos à aprovação dos filiados de suas respectivas entidades, na forma dos respectivos estatutos ou regimentos internos. O próximo encontro ocorrerá nos dias 9 e 10 de junho, em Brasília, na sede da Anfip.

     

    Fenafisco

  • Sindifisco-PB abre edição 2026 do Ciclo de Atualizações

    Sindifisco-PB abre edição 2026 do Ciclo de Atualizações

    Um ambiente significativo para discutir temas relativos à Administração Tributária. Essa é a descrição do Ciclo de Atualizações, que retorna à agenda de atividades da diretoria na próxima terça-feira (12/5), às 17h, na sede do Sindifisco-PB.

    O primeiro tema da edição 2026 será apresentado por Rubens Ferreira da Costa, Auditor Fiscal de Tributos da Prefeitura de Belo Horizonte, Diretor de Relações Institucionais da ANAFISCO e Assessor da Presidência da FENAFIM.

    A palestra terá como tema central “O Auditor Fiscal no Estado Brasileiro: perfil, importância, condição constitucional e realidade”, um assunto que oferecerá uma oportunidade crucial de reflexão e fortalecimento da nossa carreira.

    Sua presença é fundamental para enriquecer esse debate e contribuir com o futuro da fiscalização tributária!

     

    Confirme presença: (83) 9 9633-3535

  • Forró Fiscando: diretoria inicia venda de mesas

    Forró Fiscando: diretoria inicia venda de mesas

    Os filiados ao Sindifisco-PB já podem adquirir as mesas para 21º Forró Fiscando, que acontecerá no próximo dia 30, às 20h, no Paço dos Leões, em João Pessoa.

    A venda será somente on-line. Nesta semana (5 a 10), a venda será exclusivamente para os filiados quem têm idade igual ou superior a 70 anos. Acesse a plataforma Sympla no link indicado abaixo.

    Cada mesa tem valor de R$ 282, 00 com direito a 6 (seis) lugares, totalizando um custo de 47 reais por pessoa. Todo o montante arrecadado será revertido em doações a entidades assistenciais.

    Clique Aqui para comprar a mesa

    1 LOTE: de 5 a 10/5

    Vendas on-line ou com suporte presencial no sindicato, exclusivo para o grupo 70+

  • Nota Pública

    Nota Pública

    O Sindicato dos Auditores Fiscais Tributários Estaduais da Paraíba (Sindifisco-PB) manifesta preocupação com as tentativas de desqualificar a ação de fiscalização realizada na região de Brejo do Cruz, a partir de narrativas que distorcem os fatos e colocam sob suspeita o trabalho técnico dos auditores fiscais.

    A operação envolveu a abordagem de um dos veículos de um comboio com 17 ônibus, transportando mercadorias com indícios de irregularidades fiscais. Trata-se de procedimento regular, previsto em lei, e rotineiramente realizado no combate à sonegação, em todas as regiões do estado. Não há excepcionalidade na ação, mas tão somente o cumprimento do dever funcional.

    É inaceitável que o exercício legítimo da fiscalização seja tratado como abuso ou excesso. O Auditor Fiscal atua vinculado à legislação e, diante de indícios de infração, tem o dever de agir.

    O Sindifisco-PB destaca que qualquer tentativa de constranger, intimidar ou deslegitimar a atuação dos Auditores Fiscais representa um grave precedente institucional. Fragilizar a fiscalização interessa apenas àqueles que se beneficiam da irregularidade e da concorrência desleal.

    As prerrogativas da carreira não são privilégios corporativos, mas garantias para o combate à sonegação com independência e efetividade. Atacar essas prerrogativas é, na prática, enfraquecer a justiça fiscal e penalizar os contribuintes que cumprem com suas obrigações.

    Reafirmamos nosso compromisso com a defesa das prerrogativas dos Auditores Fiscais da Paraíba, que atuam com base em critérios técnicos, sem abusos e sem concessões, cumprindo rigorosamente a legislação.

    O Sindifisco-PB seguirá vigilante na defesa da legalidade, da Administração Tributária e do interesse público, não permitindo que eventuais pressões políticas ou econômicas tentem relativizar o estrito cumprimento da lei.

     

    Sindicato dos Auditores Fiscais Tributários Estaduais da Paraíba