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  • Aplicativo ‘TJPB Cidadão’ tem lista de comarcas com endereços, contatos telefônicos e mapas

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    Endereços, contatos telefônicos e até um mapa para não correr o risco de se perder na hora de ir a um fórum da comarca da sua cidade. Onde encontrar tudo isso junto? No aplicativo ‘TJPB Cidadão’, uma ferramenta criada para aproximar o Tribunal de Justiça da Paraíba da população e, claro, facilitar a vida de quem precisa solucionar questões judiciais de forma presencial.

    Acessar essas informações é fácil. Afinal de contas, com o aplicativo, os serviços do TJPB estão em suas mãos. Para baixar é simples! Clica aqui no link e veja como fazer. https://www.tjpb.jus.br/noticia/tjpb-cidadao-veja-como-e-facil-baixar-e-acessar-o-novo-aplicativo-do-tribunal-de-justica-da 

    Com o aplicativo, basta clicar no menu ‘listar comarcas’ e uma relação vai aparecer com os nomes das cidades originais dessas circunscrições.  São nove Comarcas de Entrância Final e mais 46 de Entrância Inicial. 

    Vamos fazer uma simulação para ficar mais fácil visualizar?

    Suponhamos que você esteja buscando informações sobre a Comarca de Sousa. Clique no nome da cidade e logo surge uma tela mostrando todos os municípios abrangidos pela circunscrição. Neste caso, são dez – Sousa, Aparecida, Lastro, Marizópolis, Nazarezinho, Santa Cruz, São Francisco, São José de Lagoa Tapada, Uiraúna e Vieirópolis.

    Abaixo, vem as seguintes informações: nome do Fórum, quem é o juiz-diretor, endereço completo e número de telefone.

    Para deixar ainda mais simples seu acesso ao fórum, tem os links para você ligar diretamente para o telefone do local através do app, o mapa conectado ao GPS que te indicará o melhor caminho para chegar lá e detalhes sobre as Varas que funcionam no fórum e os respectivos juízes responsáveis.

    Com tanta facilidade assim, não tem como se perder!

    Por Nice Almeida

     

  • MPPB recomenda respeito na abordagem policial à população em situação de rua

    MPPB recomenda respeito na abordagem policial à população em situação de rua

    Objetivo é coibir violações de direitos humanos e práticas higienistas e discriminatórias 

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) recomendou ao secretário de Estado de Segurança Pública, ao delegado-geral da Polícia Civil e aos comandos-gerais da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e das Guardas Municipais de João Pessoa, Bayeux, Cabedelo, Santa Rita e Campina Grande a adoção de providências em relação às abordagens realizadas junto à população em situação de rua, no Estado. O objetivo é garantir o respeito à dignidade da pessoa humana que esteja nessa situação de vulnerabilidade; coibir ações vexatórias; práticas higienistas e discriminatórias e combater violações de direitos humanos.

    A recomendação conjunta foi expedida pelos promotores que atuam no Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (Ncap), Cláudia Bezerra, Cláudio Cavalcanti e Túlio César Fernandes; pelos coordenadores dos centros de Apoio Operacional às promotorias de Justiça Criminais (CAOCrim) e da Cidadania e Direitos Fundamentais (CAO Cidadania), Ricardo Alex Lins e Liana Carvalho, respectivamente; e pelos promotores de Justiça do cidadão de João Pessoa, Fabiana Lobo e Francisco Lianza. 

    A atuação ministerial está fundamentada no princípio constitucional da dignidade da pessoa humana e na Lei Federal 7.053/2009, que instituiu a Política Nacional para as Pessoas em Situação de Rua. Essa política tem entre seus valores o atendimento humanizado e universalizado a esse público e o respeito às condições sociais e diferenças de origem, raça, idade, nacionalidade, gênero, orientação sexual e religiosa, com atenção especial às pessoas com deficiência.

    Também está respaldada na Resolução 40/2020 do Conselho Nacional dos Direitos Humanos e nos dados do Centro Nacional de Defesa dos Direitos Humanos da População em Situação de Rua e dos Catadores de Material Reciclável (CNDDH), que registram 2.743 casos de violações de direitos humanos contra essa grupo, com destaque para a violência física (34,4% das ocorrências) e violência institucional (24,1%). 

    Além disso, leva em consideração a jurisprudência do TJMG, que no julgamento da Apelação Cível 10024121355234004, decidiu que a retirada de documentos de identificação e de objetos pessoais dos moradores em situação de rua, sem justa causa, e a lavratura do auto correspondente configuram violação aos direitos dessa população altamente vulnerável, diminuindo sua possibilidade de sobrevivência com o mínimo de dignidade, infringindo os direitos fundamentais da igualdade e propriedade.

    Tratamento articulado, integrado e multidisciplinar
    Para os promotores de Justiça, a pessoa em situação de rua, em qualquer ciclo de vida (criança, adolescente, jovem, adulta/o e pessoa idosa) é um habitante da cidade, titular de direitos e da garantia ao bem-estar, conforme artigo 182 da Constituição Federal. Segundo eles, a questão da população nessa situação é complexa e demanda do poder público tratamento articulado, integrado e multidisciplinar, conforme estabelece a Lei 7.053/2009. 

    Confira as medidas recomendadas aos agentes públicos, no exercício das atribuições junto à população em situação de rua:

    I. Primar suas condutas pela urbanidade e absoluto respeito pela dignidade da pessoa humana e portar fardamento, crachá ou outra forma de identificação funcional, em lugar visível e durante todo o decorrer do trabalho com aquele grupo populacional; 

    II. A apreensão de documentos pessoais e/ou bens pertencentes às pessoas em situação de rua somente poderá ocorrer nas estritas hipóteses legais e mediante a lavratura de auto de apreensão; 

    III. Não realizar ações vexatórias e/ou atentatórias à dignidade da pessoa humana em desfavor da pessoa em situação de rua e impedir a prática destas ações por terceiros; 

    IV. Em caso de ciência do cometimento da conduta vexatória e atentatória à dignidade humana, comunicar o fato ao Ministério Público; 

    V. As abordagens policiais e buscas e apreensões pessoais devem ser motivadas por critérios objetivos, não sendo considerada fundada suspeita para justificar as diligências as intuições ou outras considerações subjetivas do agente público responsável por ela; 

    VI. A situação de rua, isoladamente, não configura fundada suspeita para justificar a abordagem e busca pessoal; 

    VII. A revista a qualquer pessoa, inclusive as que se encontrem em situação de rua, deverá ser realizada por agentes do mesmo gênero da pessoa abordada, com especial atenção às mulheres, se não importar retardamento ou prejuízo da diligência, adotando-se as cautelas devidas, para evitar constrangimentos desnecessários e violações de direitos; 
    VIII. Nas abordagens a pessoas trans, a pessoa abordada deverá ser previamente consultada sobre qual a forma de revista mais adequada para si, se por policial masculino ou feminino. Caso a pessoa abordada não se manifeste ou não esteja em condições de se manifestar (seja por se opor à abordagem ou por estar em estado incompatível com a manifestação de vontade em razão de embriaguez, efeito de substâncias entorpecentes, entre outras hipóteses), a abordagem deverá ser realizada na forma do item anterior; 

    IX. A prisão para averiguações e outras medidas de restrição de liberdade sem base na legislação de vigência, arbitrárias ou baseadas em estigmas negativos e/ou preconceitos sociais são práticas inadmissíveis, que geram responsabilização penal, cível e administrativa para os agentes públicos responsáveis; 

    X. As operações realizadas pelos órgãos de segurança pública devem ser precedidas de comunicação, com antecedência razoável, ao Ministério Público, ao Conselho Tutelar que atua na região e à Secretaria de Desenvolvimento Humano da Paraíba, para que os serviços especializados sejam colocados à disposição da população em situação de rua.

  • Concurso Polícia Penal PB depende de aprovação da Lei Orgânica

    Concurso Polícia Penal PB depende de aprovação da Lei Orgânica

    Mesmo com banca contratada, o edital do concurso Polícia Penal PB ainda tem um entrave para ser publicado. A abertura depende da aprovação da Lei Orgânica da corporação e da revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações (PCCR).

    Na segunda-feira, 9, foi feita uma reunião conjunta entre o Sindicato dos Policiais Penais do Estado da Paraíba (SINDP-PB), Ministério Público, Secretaria de Estado de Administração (Sead) e Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). No encontro, a Lei Orgânica foi abordada.

    De acordo com o presidente do Sindicato, Kecio Santos, que esteve no encontro, ainda não há uma data prevista para envio do texto a e do novo PCCR à Assembleia Legislativa.

    Ainda assim, o secretário de Administração Penitenciária se comprometeu a encaminhar uma cópia da minuta de Lei Orgânica para que o sindicato possa avaliar e propor possíveis melhorias no texto.

    Abertura do concurso Penal PB depende de aprovação da Lei Orgânica

    (Foto: Divulgação)

    A Lei Orgânica estabelecerá as atribuições, os requisitos e a quantidade de vagas do novo concurso para policiais penais.

    “O concurso da Penal ainda não está anunciado nem número de vagas nem escolaridade. Estamos esperando a Lei Orgânica da Polícia Penal ser aprovada”, destacou o secretário de Administração do Estado da Paraíba, Tibério Limeira.

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    Concurso Polícia Penal PB tem mil vagas previstas

    Ainda que o governo condicione o concurso da Polícia Penal PB à Lei Orgânica, o secretário de Administração Penitenciária, João Alves, adiantou que a seleção contará com mil vagas.

    Do total de oportunidades, 500 serão para contratação imediata e 500 para formação de um cadastro de reserva.

    Atualmente, para ingressar no cargo de policial penal na Paraíba, é exigido o nível superior completo em qualquer área, sem limite de idade para a participação.

    A remuneração inicial é de R$4.670,32, podendo chegar até R$7.985,90 conforme o avanço na carreira.

    Idecan é contratado como banca organizadora do concurso

    O Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan) foi contratado como a banca organizadora do novo concurso Polícia Penal PB.

    Como banca, o Idecan será o responsável por receber as inscrições do concurso, além de aplicar as provas aos candidatos.

    O concurso para policiais penais da Paraíba já passou por mudanças em relação à banca organizadora.

    No final de 2024, a Associação dos Policiais Penais da Paraíba (Ageppen PB) informou que o Instituto ACCESS tinha sido selecionado como responsável pela organização do concurso. A notícia foi compartilhada nas redes sociais pelo presidente da associação, Wagner Falcão.

    Entretanto, em janeiro de 2025, o secretário de Administração do Estado da Paraíba, Tibério Limeira, revelou que a banca foi desclassificada por não atender aos requisitos técnicos exigidos para a realização da seleção.

    Com isso, o processo de escolha da nova organizadora precisou ser reiniciado e o Idecan foi o escolhido.

    Acesse agora o calendário de junho, com os principais eventos, e organize a sua preparação para concursos!

    Último da concurso Polícia Penal PB foi há 17 anos

    Em 2008, foi realizado o último concurso para a área, ainda com o cargo nomeado como agente de segurança penitenciária.

    “O último concurso foi em 2008, é bastante tempo. Então foi em boa hora que o governador autorizou este concurso, temos que reconhecer”, disse o secretário de Estado da Administração Penitenciária, João Alves.

    O concurso de 2008 ofertou 2 mil vagas para o cargo, com os candidatos sendo avaliados por provas objetivas, exames psicológicos e curso de formação.

    Na prova objetiva, foram cobrados conteúdos de Língua Portuguesa (20 questões), Atualidades (15 questões) e Legislação Específica, incluindo a Lei de Execução Penal, a Lei Estadual nº 5.022/1988, o decreto nº 12.832/1988 e a Resolução nº 001/CECP/07.

    Fundação Carlos Chagas (FCC) foi a banca organizadora contratada, na época.

    Clique e saiba mais

  • Diretoria mobiliza a categoria na Esat e no Tambiá

    Diretoria mobiliza a categoria na Esat e no Tambiá

    Na véspera da assembleia extraordinária de campanha salarial, a diretoria do Sindifisco-PB reforçou o convite aos colegas na Esat e nas repartições do Tambiá, durante visitações na manhã desta terça-feira (10/6)

    As atividades foram parte do plano de mobilização da base. De acordo com a diretoria do Sindifisco-PB, a recepção atenciosa dos colegas, semelhante à observada em outros setores, demonstra o forte espírito de união e comprometimento em que se encontra a categoria fiscal.

    O clima nos setores fiscais é de total apoio nessa fase crucial do movimento que vai discutir e deliberar, nesta quarta-feira (11), uma proposta de reajuste salarial a ser apresentada ao Governo do Estado.

  • JF5 participa de Encontro Nacional sobre Mediação de Conflitos Fundiários Última atualização: 10/06/2025 às 17:36:00

    Representantes do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 e das Seções Judiciárias vinculadas estão participando do Encontro Anual das Comissões de Soluções Fundiárias, que acontece de 9 a 11 de junho, no Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), em Salvador. Promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o evento reúne integrantes do Poder Judiciário e especialistas para discutir práticas de mediação como alternativa à judicialização dos conflitos fundiários.

    Com foco na mediação como caminho voluntário e colaborativo para a solução de disputas, a programação inclui oficinas práticas e painéis com especialistas da Harvard Negotiation and Mediation Clinic. Os debates abordam a escuta ativa, a geração de opções consensuais, o papel do registro de imóveis e a importância do apoio técnico nas mediações fundiárias. Durante o encontro, também será montada uma simulação de conflito fundiário para que os participantes aperfeiçoem suas habilidades.

    O ministro Edson Fachin, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu a palestra magna de abertura do evento, na manhã do dia 9/06. Em sua fala, ele ressaltou a importância da autoridade pacificadora das comissões e sua função de transformar a realidade pela palavra, não pelo conflito. “Vamos desarmar as palavras. No mundo pacífico, devem conviver visões diferentes, desarmadas, abertas e plurais. Desejamos longa vida às Comissões de Soluções Fundiárias”, afirmou. 

    Da Justiça Federal na 5ª Região (JF5), participam o presidente da Comissão de Soluções Fundiárias do TRF5, desembargador federal Manoel Erhardt, a juíza federal Ethel Francisco Ribeiro (SJPE) e os juízes federais Carlos Vinícius Calheiros (SJAL), João Luís Nogueira Matias (SJCE), Fernando Américo de Porto (SJPB), Carlos Wagner Dias Ferreira (JFRN) e Gilton Batista Brito (SJSE). Também compõem a comitiva da JF5 servidores e servidoras membros da Comissão Regional de Soluções Fundiárias. 

    Comissões 

    As comissões fundiárias foram idealizadas pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), em 2019, para resolver questões fundiárias sem violência. Em 2023, por meio da Resolução CNJ nº 510, o Conselho estabeleceu que todos os tribunais deveriam criar comissões de soluções fundiárias. A regulamentação traça diretrizes para visitas técnicas nas áreas em conflito e protocolos para ações que envolvam despejos ou reintegrações de posse, especialmente em áreas de moradia coletiva ou de populações vulneráveis. 

    A participação da JF5 reafirma o compromisso institucional com formas dialogadas e pacíficas de resolução de conflitos, respeitando os interesses das partes envolvidas e promovendo soluções sustentáveis para desafios agrários e urbanos.

     

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Estudantes da FPB conhecem o Palácio da Justiça e sua história de 133 anos de fundação

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    Estudantes da Faculdade Internacional da Paraíba

    Estudantes do curso de Direito da Faculdade Internacional da Paraíba (FPB) participaram de uma visita histórica ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). A atividade, que integra o projeto ‘Conheça o Palácio da Justiça e sua História’, aconteceu na manhã desta terça-feira (10). 

    Durante o passeio, os(as) alunos(as) tiveram a oportunidade de explorar os espaços do Tribunal, receber explicações sobre as peças do museu e acompanhar julgamentos de processos em 2º Grau.

    A recepção foi conduzida pelos servidores Marcos Alcântara e Patrício Fontes, além da estagiária Clarice Santana. Os visitantes conheceram as salas de exposições do térreo e do primeiro andar, o Pleno Histórico, o Salão Nobre e o Museu e Cripta do presidente Epitácio Pessoa, além das Salas de Sessões do Pleno atual. Os alunos estavam acompanhados do professor da FPB Alexandro Gonçalves de Oliveira. 

    Para a estudante Inayane Capitulino, todo o conhecimento adquirido é muito importante e como estudante do curso de Direito percebe-se cada vez mais que entender a história ajuda a vivenciar melhor o momento atual. “Essa compreensão permite trazer experiências práticas. Por exemplo, quando visitamos a Sala do Pleno, foi uma experiência única, pois pudemos observar como o desembargador se comportava, seu vestuário, sua oratória e toda a complexidade do ambiente”, disse.

    Já Flaviano Coutinho, também aluno da FPB, considerou um privilégio poder conhecer de perto a memória viva da Justiça Paraibana por meio de seus prédios, monumentos e estrutura. “O Tribunal está fazendo algo muito especial ao abrir suas portas, não só para estudantes, mas para toda a população, possibilitando um contato direto com o funcionamento da Justiça Paraibana”, afirmou.

    Ambos os estudantes concordaram que o que mais chamou atenção foi a escrita antiga encontrada nos livros, além das Salas de Sessões.

    O professor Alexandro Oliveira ressaltou a importância da visita para a formação dos(as) alunos(as). “Essa oportunidade permite observar a trajetória do Tribunal, desde as origens do Direito até os dias atuais. É fundamental que os estudantes compreendam a relevância do curso de Direito, estando atentos às transformações históricas e tecnológicas, reconhecendo o Direito como um pilar essencial para o desenvolvimento e a organização da sociedade”, comentou.

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    Estudantes acompanharam a sessão das Câmaras

    Na Terceira Câmara Cível, o desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, presidente da Comissão de Cultura e Memória do TJPB e membro do colegiado, observou que os(as) alunos(as) tiveram a oportunidade de participarem de uma aula de prática forense no 2º Grau. “Vocês não estão vendo só a história, estão, também, assistindo uma aula de prática forense, fora das cadeiras da faculdade”, disse.

    Em continuidade às visitas ao Museu do TJPB, na tarde da próxima quinta-feira (12), dentro da 9ª Semana Nacional de Arquivos, que ocorre no período de 9 a 13 deste mês, o Museu do Poder Judiciário recebe professores, técnicos e acadêmicos da área de Arquivologia para uma visita mediada.

    Museu – Instalado no Palácio da Justiça, edifício centenário que abriga a sede administrativa do TJPB, localizado na Praça dos Três Poderes, no Centro de João Pessoa, o museu é um importante patrimônio histórico e cultural do Judiciário paraibano. O local oferece aos visitantes uma imersão nos marcos que compõem a evolução da Justiça na Paraíba.

    Como agendar O agendamento das visitas em grupo ao Museu do Poder Judiciário é realizado por meio dos telefones: (83) 3612-6797 e (83) 99143-7273 (WhatsApp). A solicitação pode ser feita, também, pelo e-mail – museu@tjpb.jus.br. Para saber mais sobre o Museu do TJPB, o cidadão pode seguir o Instagram @museutjpb.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Prazo de inscrições do Webinário BRBJus termina nesta quarta-feira (11)

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    O prazo de  inscrições para o Webinário BRBJus termina nesta quarta-feira (11). Promovido pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, em parceria com o Banco Regional de Brasília (BRB), a capacitação é dirigida a magistrados(as) e servidores do Poder Judiciário estadual paraibano.

    O curso será realizado nesta quinta-feira (12), ministrado no modo à distância (Webinar – Zoom),  no horário das 9h às 12h (carga horária de três horas). 

    O Webinário contará com palestras da diretora de Economia e Finanças do Tribunal de Justiça da Paraíba, Izabel Vicente Izidro da Nóbrega, 

    e de executivos do Banco Regional de Brasília: Didiane Monteiro, Edmilson Silva Santana, Eliane da Costa Guimarães e Salvadora Vitorino da Silva. 

    O evento conta com apoio da Escola Superior da Magistratura (Esma) – braço acadêmico do Tribunal de Justiça.

     

    Valter Nogueira

     

  • Prefeitura de Pocinhos PB abre seleção para 76 vagas

    Prefeitura de Pocinhos PB abre seleção para 76 vagas

    A Prefeitura de Pocinhos, na Paraíba, abriu um novo processo seletivo para preencher 76 vagas em diversos níveis de escolaridade, incluindo fundamental, médio, técnico e superior. As oportunidades abrangem cargos como agente comunitário de saúde, agente de combate às endemias, agente fiscal sanitário, auxiliar administrativo, motorista, entre outros. as vagas também contemplam áreas da saúde, com posições para enfermeiro, médico clínico geral, odontólogo e técnico em saúde bucal.

    Os candidatos selecionados terão jornadas de trabalho variando entre 20 e 40 horas semanais e salários que oscilam de R$ 1.518,00 a R$ 5.000,00.

    VEJA O EDITAL

    No Qconcursos, todo mundo pode ir mais longe com o plano que cabe na sua jornada. Acesse e confira o seu!

    Prefeitura de Pocinhos PB abre seleção para 76 vagas (Foto: Divulgação)

    Confira os detalhes da seleção

    As inscrições estarão abertas de 10 a 15 de junho, através do site da Ápice Consultoria, com taxas de inscrição entre R$ 80,00 e R$ 100,00.

    A seleção incluirá uma prova escrita objetiva, marcada para 6 de julho, e, para alguns cargos, haverá também prova prática e avaliação de títulos. O processo seletivo terá validade de um ano, a partir da homologação, e pode ser prorrogado conforme decisão da Administração Pública Municipal. 

  • Hospitais do grupo GHC fazem mais de 100 cirurgias apenas na 1ª semana do terceiro turno

    Hospitais do grupo GHC fazem mais de 100 cirurgias apenas na 1ª semana do terceiro turno

    Iniciativa do programa Agora Tem Especialistas, a implementação do terceiro turno no Grupo Hospitalar Conceição (GHC) já apresenta resultados positivos para os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Apenas na primeira semana em que os hospitais da Criança Conceição, Nossa Senhora da Conceição, Cristo Redentor e Fêmina estenderam os horários de atendimento, 109 cirurgias foram realizadas.

    Instituído no último dia 2 de junho, nas quatro unidades do GHC localizadas no Rio Grande do Sul, o terceiro turno ocorre de segunda a sexta-feira, das 19h à 1h, e aos sábados, das 7h às 19h. A medida faz parte de um pacote de ações do novo programa, que inclui a ampliação do uso da estrutura da rede pública. No GHC, a implementação do terceiro turno ocorre de forma gradual. A previsão é de que, até o final de agosto, o novo formato esteja operando com capacidade total.

    Além da ampliação do horário de atendimento nos quatro hospitais, a Rede de Atenção Primária do GHC, composta por 12 unidades, também funcionará no terceiro turno. Sete Unidades Básicas de Saúde (UBSs) passarão a atender até as 22h, e cinco UBSs, até as 20h — nenhuma delas fechará ao meio-dia.

    Outra novidade no GHC é o aumento para sete do número de equipes multiprofissionais, compostas por educador físico, fisioterapeuta, fonoaudióloga, terapeuta ocupacional, neuropediatra, psiquiatras (adulto e infantil), endocrinologista, cardiologista e ginecologista.

    Desde o início do ano, o GHC já realizou 1.437 exames e 574 cirurgias eletivas, incluindo os mutirões realizados aos sábados.

    Agora Tem Especialistas

    O programa Agora Tem Especialistas visa ampliar o acesso da população a consultas, exames e cirurgias. A iniciativa permite que o Ministério da Saúde utilize toda a estrutura de saúde do país — pública e privada —, aumentando a capacidade de atendimento nas redes locais. A expectativa, com os novos mecanismos, é reduzir o tempo de espera dos pacientes, um gargalo histórico que se agravou com a pandemia.

    No caso do GHC, o programa atuará na implantação do terceiro turno com a Oferta de Cuidados Integrados (OCIs), para acompanhar a jornada do paciente. Também serão oferecidas ações de fortalecimento da Atenção Primária, com o Mais Atenção Primária à Saúde e o Mais Saúde Digital, por meio de telediagnóstico, teleconsulta e teleconsultoria.

    Fazem parte ainda da iniciativa a implantação de processos de controle, monitoramento e avaliação, além da comunicação direta com o usuário, por meio de aplicativos digitais, como o recém-lançado sistema de mensagens via WhatsApp para confirmação de consultas, e o aplicativo GHC Digital, disponível para celulares Android, com acesso aos resultados de exames.

    Ministério da Saúde

  • Palestra alerta para os crimes sexuais contra crianças e adolescentes, em Matinhas

    Palestra alerta para os crimes sexuais contra crianças e adolescentes, em Matinhas

    O 1º promotor de Justiça de Esperança, Bruno Leonardo Lins, ministrou uma palestra, na tarde dessa segunda-feira (09/06), sobre crimes sexuais contra crianças e adolescentes  para integrantes da rede de proteção do município de Matinhas.

    O evento, que ocorreu no auditório do PSF I, foi promovido pelo conselho tutelar e reuniu toda a rede intersetorial do município, poder executivo e legislativo, gestores e todos os responsáveis por nossas crianças.

    Participaram conselheiros tutelares de Matinhas; o secretário de Educação e Assistência Social, Hélio Cobé; a secretária de Saúde, Jéssica Araújo; o vereador Gilvando Barbosa, representando a Câmara Municipal; e a representante do Conselho Municipal dos Direitos das Crianças e Adolescentes, Karoliny Araújo; bem como profissionais de saúde, educação e do Centro de Referência em Assistência Social (Cras).

    O promotor Bruno Lins informou que o evento alertou sobre a questão do combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. “Foi uma reunião com toda a rede de proteção do município de Matinhas. Então os profissionais foram orientados como proceder em casos de denúncias envolvendo abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Foram apresentados alguns casos que estão acontecendo no município e que são preocupantes pelo número de crimes”.