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  • CREA PB abre concurso para 20 vagas e cadastro reserva

    CREA PB abre concurso para 20 vagas e cadastro reserva

    O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado da Paraíba (CREA PB) anunciou a abertura de um concurso público com o objetivo de preencher 20 vagas e formar cadastro de reserva para profissionais de níveis médio, técnico e superior.

    As oportunidades são para os cargos de Assistente Administrativo, Fiscal, Técnico Operacional, Advogado, Analista Administrativo, Analista de Sistema, Auditor, Contador e Engenheiro. As vagas estarão disponíveis em várias localidades, incluindo Guarabira, Itaporanga, João Pessoa, Patos, Pombal, Sousa e Campina Grande.

    Para participar, os candidatos devem comprovar o nível de escolaridade exigido para o cargo desejado e atender aos requisitos estabelecidos no edital. Os profissionais admitidos atuarão em uma jornada de 40 horas semanais, com remunerações variando de R$ 1.895,15 a R$ 11.382,08.

    VEJA O EDITAL

    Saiba como se candidatar

    As inscrições devem ser feitas a partir das 17h do dia 21 de agosto até às 23h59 do dia 22 de setembro, através do site do Instituto Darwin. O valor da taxa de inscrição vai de R$ 90,00 a R$ 105,00, com possibilidade de solicitar isenção entre 25 e 27 de agosto.

    O processo de seleção incluirá provas objetivas e discursivas, agendadas para 26 de outubro. As provas abordarão conteúdos de língua portuguesa, raciocínio lógico, noções de informática, legislação específica do sistema CONFEA/CREA e conhecimentos específicos do cargo.

    O concurso terá validade de dois anos a partir da publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por igual período, a critério do CREA PB.

  • ALPB concede Medalha Epitácio Pessoa ao jornalista Rubens Nóbrega

    Notícias

    Publicado em 21 de agosto de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, na tarde desta quinta-feira (21), sessão solene para conceder a Medalha Epitácio Pessoa — a mais alta honraria do Legislativo estadual — ao Jornalista Rubens Nóbrega. A homenagem foi proposta  pelo deputado Luciano Cartaxo, como formar de reconhecer a trajetória profissional e a contribuição do jornalista à comunicação na Paraíba.

    Luciano Cartaxo afirmou que Rubens Nóbrega é um dos mais respeitados jornalistas da Paraíba. “A homenagem é um reconhecimento à ética, coragem e compromisso com a verdade, que sempre marcaram o trabalho de Rubens Nóbrega, que honra a comunicação paraibana e inspira novas gerações de jornalistas. Rubens é um profissional que contribuiu e contribui muito com os valores democráticos da nossa sociedade, por isso é grande merecedor desta honraria”, declarou.

    Natural de João Pessoa, Rubens Nóbrega iniciou sua carreira no jornal O Norte, em 1974, atuando como revisor, repórter, editor e articulista. Passou também por veículos como A União, Correio da Paraíba e Jornal da Paraíba, sempre com análises críticas e compromisso com a verdade. Mesmo após a aposentadoria no jornalismo impresso, manteve-se ativo no meio digital com o “Blog do Rubão”.

    O jornalista Rubéns Nóbrega agradeceu a homenagem recebida. “Estou muito feliz em receber esta honraria da Assembleia Legislativa da Paraíba, graças a uma iniciativa do deputado Luciano Cartaxo. A Medalha Epitácio Pessoa acarreta, naturalmente, uma responsabilidade acrescida em minha atuação profissional. Receber um reconhecimento desta magnitude exige uma reflexão interna, impulsionando-me a manter a trajetória que me conduziu até este momento”, disse.

    Mais sobre o homenageado – Com mais de 50 anos dedicados à imprensa, Nóbrega é autor de quatro livros que reúnem memórias, crônicas e reflexões: Histórias da Gente (2013), Poderosa Isaura (2018), Baixa do Mel (2022) e Memórias do Batente (2025). Ele também integra o Observatório de Jornalismo da Paraíba e o Laboratório de Combate à Desinformação da UFPB, reforçando sua defesa permanente pela qualidade da informação e fortalecimento das instituições democráticas.

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  • Poder Judiciário estadual institui grupo de trabalho para fomentar serviços em família acolhedora

    Banner alusivo ao Família Acolhedora

    A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba instituiu o Grupo de Trabalho Intersetorial para propor diretrizes dentro da política judiciária do Poder Judiciário estadual, voltada ao fomento do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora (SFA). A medida foi oficializada por do Ato nº 113/2025, publicado no Diário de Justiça eletrônico (DJe) desta quinta-feira (21) e nos termos da Recomendação Conjunta nº 02/2024, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), entre outras instituições.

    O SFA é uma modalidade de acolhimento que visa oferecer proteção integral às crianças e adolescentes que precisam ser afastados temporariamente de sua família de origem ou extensa por medida de proteção. O acolhimento deve ser a última medida para garantia dos direitos de crianças e/ou adolescentes, após se esgotarem as outras possibilidades de apoio à família de origem pela rede de serviços.

    O Ato do Tribunal de Justiça da Paraíba estabelece um prazo de 180 dias para concluir seus trabalhos, contado a partir da publicação da Portaria da Presidência que designa seus membros, prorrogável mediante justificativa fundamentada. Compete ao Grupo de Trabalho diagnosticar a situação atual da atuação judicial nas medidas protetivas de acolhimento familiar, como ainda propor fluxos de comunicação e articulação entre o Poder Judiciário e os órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, com objetivo à efetiva priorização do acolhimento familiar.

    Os integrantes do GT ainda vai sugerir normativas internas, instrumentos de orientação e práticas judiciais que fortaleçam a atuação do Judiciário no fomento ao Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora e propor ações de formação e capacitação de magistrados(as) e equipes técnicas, em articulação com a Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB).

    O Grupo será composto por representantes Coordenadoria da Infância e Juventude do TJPB; a Corregedoria-Geral de Justiça; do Ministério Público do Estado, com atuação na área da Infância e Juventude; da Defensoria Pública estadual; Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano; do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente e outras instituições públicas ou da sociedade civil, com atuação relevante na temática, conforme a pertinência das ações em discussão.

    Ao final dos trabalhos, será elaborado relatório final com propostas concretas de atuação institucional, sob a coordenação do Grupo de Trabalho será exercida pela Coordenadoria da Infância e Juventude do TJPB.

    Por Fernando Patriota

     

  • Paraíba vai instalar Central de Regulação de Vagas (CRV) para enfrentar superpopulação nas prisões

    Imagem (arte) referente a presídio

    A Paraíba se prepara para dar um passo inédito na gestão do sistema prisional: a instalação da Central de Regulação de Vagas (CRV), mecanismo que visa garantir a ocupação racional e sustentável das unidades prisionais, promovendo o cumprimento digno e eficaz da pena. O estado será o primeiro a implantar a CRV dentro do Plano Pena Justa, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e o segundo do país a adotar a ferramenta, já em funcionamento no Maranhão.

    O Ato Normativo que instala a CRV será assinado nesta terça-feira (26), às 10h, no auditório do Fórum Cível de João Pessoa, pelos representantes dos Poderes Judiciário e Executivo da Paraíba, com a presença de integrantes do CNJ.

    A instalação da Central de Regulação de Vagas (CRV) é uma medida que vem sendo amplamente estudada pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e pelo Governo do Estado, com o objetivo de otimizar os fluxos de entrada e saída do sistema prisional, promovendo uma maior integração com alternativas à prisão (medidas cautelares, monitoramento eletrônico, penas alternativas, entre outras), enfrentando, assim, o problema crônico da superpopulação carcerária.

    Por que criar uma Central?

    Conforme o Plano Pena Justa do CNJ, a criação de novas vagas para o sistema prisional brasileiro, além de ter altos custos financeiros e sociais, não é uma alternativa eficaz, por ter o foco no sintoma, e não na causa da superpopulação.

    Além disso, uma observação histórica mostra que as novas vagas criadas são rapidamente preenchidas, sem solucionar o problema.

    Em contrapartida, a Central de Vagas traz uma mudança de paradigma, ao oferecer uma gestão racional e transparente das vagas existentes, redirecionando o foco para alternativas penais mais eficazes e humanizadas e promovendo o controle da superlotação de forma sistêmica.

    Um novo entendimento para o conceito de vaga

    Dentro do contexto do Plano Pena Justa, a “vaga” no sistema prisional não representa apenas um espaço físico, mas jurídico e administrativo. É o espaço destinado ao cumprimento de uma pena privativa de liberdade (ou prisão provisória), desde que dentro dos parâmetros legais e constitucionais. 

    A vaga deve, portanto, ser regulada, monitorada e distribuída com racionalidade, dignidade e justiça, de forma semelhante ao que já existe no SUS, com os leitos hospitalares.

    A CRV e o Plano Pena Justa

    As CRVs integram o Eixo 1 do Plano Pena Justa, voltado ao ‘Controle da Entrada e das Vagas do Sistema Prisional’. O documento dispõe que, em três décadas, houve um aumento do número de pessoas privadas de liberdade em descompasso com o crescimento da população em geral, o que revela a dimensão do problema da superlotação carcerária.

    A necessidade urgente de enfrentamento à lotação das unidades prisionais foi abordada na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental – ADPF nº 347/DF, que reconhece o estado de coisas institucional no sistema prisional e registra que “celas superlotadas ocasionam insalubridade, doenças, motins, rebeliões, mortes, e degradação da pessoa humana”. 

    Diante disso, o Plano Pena Justa aponta a urgência de qualificar e recalcular as vagas do sistema prisional, obedecendo a ocupação máxima taxativa e adequando-as aos regimes de cumprimento de pena.

    Por Gabriela Parente

     

  • Júri Popular de feminicídio é desaforado de Cabedelo a pedido do Ministério Público

    Um pedido de desaforamento feito pela representante do Ministério Público suspendeu o julgamento do réu David Oliveira de Araújo, previsto para acontecer na Comarca de Cabedelo, nesta quinta-feira (21). O requerimento foi deferido pela juíza Graziela Queiroga Gadelha de Sousa, designada para presidir o Júri Popular. 

    Agora, o processo segue para a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, para analisar o pedido de desaforamento. Caso seja deferido, o julgamento acontecerá em outra Comarca.

    Verifico que estão presentes os requisitos do artigo 427, para o desaforamento, dentre eles a dificuldade prática na formação do Conselho de Sentença e pelo temor dos jurados, como o interesse da ordem pública, evidenciado pela vinculação do acusado a facções criminosas e pelo clima de terror na localidade, com intimidação de testemunhas”, destacou Graziela Queiroga, em sua decisão em enviar os autos à instância superior.

    Continua a magistrada: “represento pelo desaforamento do julgamento do presente processo para outra Comarca, preferencialmente, a da Capital, onde não existam os motivos acima expostos que possam influenciar no regular desfecho da causa, garantindo-se o anonimato dos jurados e a estrutura judicial adequada para assegurar um veredito justo e a segurança dos envolvidos”.

    De acordo com os autos, no dia 25 de abril de 2024, na Praia de Formosa, Município de Cabedelo, o réu teria disparado, de forma dolosa, um tiro na cabeça de sua ex-companheira, Thayane da Silva Rodrigu, cujo relacionamento havia terminado há cerca de três meses. Consta dos autos da Ação Penal 0805121-83.2024.8.15.0731 que Thayane possuía uma medida protetiva contra o acusado, em virtude de episódios de violência praticadas por ele, que a agrediu, cortou-lhe o cabelo e proferiu constantes ameaças durante o período do relacionamento.

    Arma de fogo – Na noite do crime, segundo os autos, a vítima disse a uma amiga que encontraria o acusado, pois ele teria dito que gostaria de conversar. Ao chegar na faixa de areia da Praia de Formosa, mais uma vez, o acusado cortou os cabelos da vítima com uma faca e disparou duas vezes com arma de fogo, atingindo-a na região da cabeça e causando a sua morte. O réu reponde a prática do crime de homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio).

    Por Fernando Patriota

     

  • Inspeção do CNJ no TJPB será concluída nesta sexta-feira

    Foto do ministro Campbell com Fred Coutinho e João Batista
    Ministro Campbell (centro) em vistia ao Salão Nobre do TJPB

    O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, foi recebido no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), nesta quinta-feira (21), pelo presidente do Judiciário paraibano Fred Coutinho, o vice-presidente João Batista Barbosa, desembargadores(as) e juízes(as).

    O ministro Mauro Campbell está na Paraíba para uma inspeção no Judiciário paraibano. A inspeção é uma verificação ordinária da compatibilidade das práticas do Tribunal com as resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os trabalhos começaram ontem (quarta-feira, 20) e serão concluídos nesta sexta-feira, 22. 

    Na sede do Palácio da Justiça, o ministro Mauro Campbell, acompanhado pela desembargadora Agamenilde Dias – que atua na Corregedoria Geral de Justiça do CNJ -, conheceu o Museu do Poder Judiciário, o Pleno e o Salão Nobre. Depois, o ministro seguiu para o Fórum Criminal de João Pessoa, onde conversou com juízes(as) e conheceu as instalações da unidade. 

    O ministro Mauro Campbell fará o encerramento da inspeção na sala de sessões do Tribunal Pleno, às 17h desta sexta-feira, 22.

     

    Gecom-TJPB

     

  • Juíza coordenadora do Nejure/TJPB profere palestra no Centro Universitário Unifacisa

    Foto da juí  Ivna Mozart
    Ivna Mozart, juíza coordenadora-adjunta do Nejure

    Com o tema ‘A Justiça Restaurativa como Paradigma para um Novo Contrato Social’, a juíza-coordenadora adjunta do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure) do Tribunal de Justiça da Paraíba, Ivna Mozart, é uma das palestrantes de evento que acontece no auditório do Centro Universitário UNIFACISA, nesta quinta-feira (21), na cidade de Campina Grande.

    A magistrada explicou que a intenção é propor um olhar renovado sobre o sistema de justiça, convidando à reflexão sobre os limites do modelo punitivo vigente e a urgência de práticas mais humanas, dialógicas e eficazes. 

    Ela enfatizou, ainda, que a partir da inspiração de Antígona e do pensamento de autores como Howard Zehr e Kay Pranis, a Justiça Restaurativa é apontada como caminho para reconstruir vínculos, colocar a vítima no centro, responsabilizar de forma relacional e promover uma verdadeira cultura de paz. 

    “Mais do que uma técnica, a JR é apresentada como um novo paradigma capaz de restaurar, em vez de apenas punir, convidando sociedade e instituições a repensarem o próprio contrato social”, enfatizou a juíza Ivna Mozart.

    Também fazem parte da programação, os magistrados do TJPB, Edivan Rodrigues Alexandre, Jeremias de Cássio Carneiro de Melo, Ely Jorge Trindade e a juíza Rosimeire Ventura. 

     

    Por Lila Santos

     

  • Concurso Fundac PB: secretário confirma estudo para novo edital

    Concurso Fundac PB: secretário confirma estudo para novo edital

    Um novo concurso Fundac PB segue nos planos do governo estadual, mas ainda sem previsão para a publicação do edital. A boa notícia é que a banca organizadora já foi definida.

    Ao participar do programa Arapuan Verdade, o secretário de Estado da Administração, Tibério Limeira, confirmou que o objetivo é suprir as vagas deixadas por aprovados no último concurso, que já não está mais válido.

    Dessa forma, a nova seleção deve ser destinada apenas à formação de cadastro de reserva, o que permitirá contratações durante todo o prazo de validade.

    “Sim, existe estudo nesse sentido. Ainda não foi anunciado pelo governador, porque o que acontece: nós criamos 400 vagas para agentes socioeducativos em 2018 e realizamos um concurso em 2019 para substituir os agentes terceirizados que atuavam há muito tempo. Nomeamos todos os 400 aprovados. Porém, ao longo do tempo, alguns passaram em outros concursos, outros se mudaram de estado, e hoje essas 400 vagas já não estão mais totalmente preenchidas”, explicou Tibério.

    Ele reforçou que o estudo para a abertura de um novo concurso, com cadastro de reserva, ainda está em fase de negociação interna no governo.

    A carreira de agente socioeducativo é destinada a candidatos de ambos os sexos, com exigência de nível médio completo.

    No edital anterior, ficou previsto que os profissionais nomeados teriam remuneração de R$1.617,20 mais adicional noturno, já incluindo gratificação de atividade especial e de risco, além de auxílio-alimentação.

    Novo concurso Fundac PB segue em estudo, mas já conta com banca definida

    (Foto: Reprodução/Instagram Fundac Paraíba)

    Concurso Fundac PB tem banca organizadora definida

    Apesar da fala do secretário indicar que o concurso ainda está em fase de negociação, quando o processo avançar não será necessário cumprir todo o rito de escolha da banca organizadora, já que a instituição responsável já foi definida.

    O Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan) será o responsável pelo novo concurso da Fundac PB.

    A banca, inclusive, está confirmada desde o início do primeiro semestre. Em fevereiro, foi publicado o ato que autorizou a contratação do Idecan para novos concursos na Paraíba.

    Além da Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente (Fundac PB), o instituto também foi contratado para outros concursos, como:

    Sobre a Polícia Penal PB, o secretário Tibério revelou que o concurso ainda depende da aprovação da revisão da Lei Orgânica da Polícia Penal, na Assembleia Legislativa da Paraíba.

    Já os editais da Educação e da Secretaria de Cultura foram publicados e estão em andamento.

    O Qconcursos tem um plano certo para cada etapa da sua preparação. Descubra o seu!

    Relembre como foi o último concurso Fundac PB

    O último concurso da Fundac PB para efetivos foi realizado há cinco anos e ofertou 400 vagas para o cargo de agente socioeducativo. A seleção foi homologada em dezembro do ano seguinte, com mais de 500 aprovados.

    Além das vagas para a ampla concorrência, também foram reservados postos para pessoas com deficiência.

    As oportunidades foram distribuídas em três áreas distintas, da seguinte forma:

    • Área 1: 277 vagas para João Pessoa, Bayeux, Cabedelo, Santa Rita, Mamanguape, Rio Tinto, Sapé, Itabaiana e Guarabira;
    • Área 2: 88 vagas para Lagoa Seca, Campina Grande, Alagoa Grande, Bananeiras e Monteiro;
    • Área 3: 35 vagas para Sousa, Santa Luzia, Patos, Piancó, Itaporanga, Conceição, Uiraúna e Cajazeiras.

    Os selecionados foram contratados sob o regime jurídico estatutário, que assegura a estabilidade no serviço público.

    Concuro da Fundac PB teve diversas etapas; veja!

    O concurso Fundac PB avaliou os candidatos em seis etapas obrigatórias, sendo elas:

    1. Prova objetiva – classificatória e eliminatória
    2. Prova de títulos – classificatória
    3. Teste de capacidade física – eliminatório
    4. Exame psicotécnico – eliminatório
    5. Investigação social – eliminatório
    6. Curso de formação profissional – eliminatório

    A primeira etapa, composta pela prova objetiva, contou com 50 questões, totalizando 100 pontos. As disciplinas exigidas foram:

    • Língua Portuguesa (10 questões)
    • História da Paraíba (5 questões)
    • Direitos Humanos (10 questões)
    • Conhecimentos Específicos (25 questões)

    Refaça a última prova do concurso Fundac PB e teste seus conhecimentos!

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  • MPPB pede suspensão imediata de cursos EJA EAD irregulares

    MPPB pede suspensão imediata de cursos EJA EAD irregulares

    O Ministério Público da Paraíba, por meio da promotora de Justiça Maria Edlígia Chaves Leite, impetrou ação civil pública com base no inquérito civil nº 001.2024.017791 contra a empresa Centro Integrado de Educação LTDA-ME (Unicorp Faculdades/Unicorptec/Unicorp Cursos e Consultoria), que oferece cursos para Educação de Jovens e Adultos na modalidade 100% on line. O MP pede à Justiça paraibana que determine a suspensão imediata desses cursos, com tutela de urgência, por irregularidades na permissão, no formato e alcance, já que a autorização concedida pelo estado é restrita a João Pessoa, mas a instituição tem alunos em vários estados brasileiros, como Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. 

    De acordo com a Resolução nº 01/2021, do Conselho Nacional de Educação, a oferta do conteúdo online deve ser limitada a 80% da carga horária total. Ainda conforme a Resolução, para a oferta de cursos da EJA a distância fora da unidade da federação em que estiver sediada, a instituição deverá obter credenciamento nos conselhos de educação das unidades da federação onde atuará. Mas a Paraíba não aderiu ao termo de colaboração com outros estados da federação, o que inviabiliza a autorização da Unicorp, com sede na Paraíba, a funcionar na modalidade a distância em outros estados do país.

    Na ação, O MP aponta que a situação também se configura como dano moral coletivo. Segundo a promotora Maria Edlígia,  “houve grave violação aos alunos de todo o Brasil que compraram cursos EJA na modalidade a distância, acreditando que os certificados emitidos seriam legais e válidos. Com o intuito meramente lucrativo, a empresa vendeu e vende cursos para estudantes de diversos estados, mesmo sabendo que não possui autorização para isso. Toda essa situação provoca repulsa e indignação na consciência coletiva, trazendo abalo negativo à moral da coletividade”. O valor indicado para a causa foi de R$ 4.479.030,00 (quatro milhões, quatrocentos e setenta e nove mil e trinta reais),  o equivalente ao faturamento da empresa com a venda de cursos em 2024. 

    A promotora pede, ainda, que o Conselho Estadual de Educação (CEE) declare a ilegalidade dos cursos ofertados pela instituição sem a devida autorização, instaure procedimento administrativo para apurar a responsabilidade do diretor do curso e aplicar a punição cabível e proíba a matrícula de novos alunos. A ação civil pública do MP prevê prazo de 15 dias para contestação e 30 dias para cumprimento dos pedidos, sob pena de multa diária em caso de desobediência.

  • ALPB debate jornada de trabalho, sistema tributário e soberania nacional durante audiência pública

    Notícias

    Publicado em 21 de agosto de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quinta-feira (21), audiência pública para debater com a população paraibana temas como a redução da jornada de trabalho, o sistema tributário e a soberania nacional. O evento, proposto pela deputada Cida Ramos, contou com a presença do deputado Félix Araújo; do vereador de João Pessoa, Marcos Henriques; da vereadora de Campina Grande, Jô Oliveira; do procurador da República José Godoy; e de representantes da sociedade civil organizada.

    Para a deputada Cida Ramos, é fundamental que a Assembleia abra suas portas para que a população possa debater temas referentes à vida de cada cidadão. “Essa audiência pública discute algo que é fundamental, que não tem bandeira partidária. Isso prevalece sobre qualquer interesse. A gente está aqui para dizer que a Assembleia está atenta ao que está acontecendo, quer contribuir com o debate, com a discussão, e chamando a quem de direito, que é o povo paraibano brasileiro, para discutir as temáticas”, afirmou.

    A parlamentar destacou que a realização do debate contribui para não só para ouvir a população, mas também para informá-la sobre temas que a atingem diretamente.

    “As pessoas não aguentam mais pagar uma carga tributária tão grande, é preciso justiça fiscal e ao mesmo tempo dizer que nós já temos tecnologia suficiente para que determinados setores, que hoje trabalham praticamente de domingo a domingo, tenham o direito a uma escala reduzida, precisam de convivência familiar, precisam de saúde mental por que estão adoecendo. Então, essa audiência é para a gente dizer que essa jornada de trabalho não corresponde aos avanços tecnológicos e humanos que nós já conseguimos conquistar”, afirmou a deputada.

    O deputado Félix Araújo chamou atenção para a necessidade de manter a população em alerta quanto a soberania do país e convidou o povo brasileiro a levantar a voz contra os que, segundo ele, tentam minimizar a história do Brasil. “Essas arremetidas, que primeiro humilham ou tentam humilhar a força e a história desse país, o Brasil, conhece desde longe, desde a campanha d’O Petróleo é Nosso’, há tentativa do capitalismo americano de exercer a sua dominação sobre o país, foram rechaçados e serão rechaçados”, resumiu. O parlamentar acrescentou ainda que a Casa de Epitácio Pessoa se engrandece ao debater temas de tamanha importância junto com a população. “São temas da atualidade e temas necessários: uma política econômica mais equilibrada, sustentável e correta no sentido de permitir aos pobres, aos humilhados a sua oportunidade”, finalizou.

    O vereador Marcos Henriques ressaltou que a audiência pública cumpre um papel essencial ao aproximar a sociedade das discussões que impactam diretamente a vida das pessoas. Para ele, abrir espaço para que trabalhadores, estudantes e representantes de movimentos sociais participem ativamente desses debates fortalece a democracia. “É fundamental que a população ocupe esses espaços e ajude a pautar as decisões do poder público. Um governo democrático precisa ouvir e expressar as necessidades do povo. Nós temos hoje um Congresso muito voltado para os interesses do capital. Mas, com a força do povo, podemos avançar em medidas como a taxação de grandes fortunas e o fim da escala 6×1. É dessa forma que construiremos um país mais justo e soberano, onde as políticas sejam voltadas para quem mais precisa”, afirmou.

    Já o procurador Federal, José Godoy, avaliou o debate como um exemplo de democracia, fundamental para tratar com a população de temas que vão além dos interesses locais, pois se projeta como um debate nacional. “Falamos muito em proteger a família, mas essa proteção começa garantindo que pais e filhos possam conviver. Com jornadas de 44 horas semanais, somadas a deslocamentos longos e transporte precário, o trabalhador sequer tem tempo de respirar”, afirmou. Godoy reforçou ainda que a participação popular é indispensável para que a pauta avance, “ampliando a voz da sociedade e fortalecendo o debate em diferentes instâncias”.

    Representando a classe trabalhadora, o diretor da Central Única dos Trabalhadores na Paraíba (CUT-PB), Wilson Massau, declarou que a manutenção da escala 6×1 representa um modelo ultrapassado e prejudicial, que compromete tanto a saúde física quanto a mental dos trabalhadores. “A redução da jornada deve ser vista como uma pauta de valorização da vida, já que permite não apenas melhores condições no ambiente laboral, mas também a possibilidade de convívio familiar e de participação mais ativa em outras dimensões da sociedade”, frisou.

    A população paraibana pode acompanhar todas as matérias apresentadas na ALPB, assim como, sessões ordinárias, visitas técnicas, reuniões de comissões, solenidades e debates através da TV Assembleia, pelo canal 8.2, e também pelo canal TV Assembleia PB no Youtube.

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