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  • Primeira mulher a exercer a magistratura na Paraíba terá imagem incluída no Salão Nobre do TJPB

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    Homenagem foi proposta pelo presidente Fred Coutinho

    Primeira mulher a exercer a magistratura na Paraíba, a juíza Helena Alves de Sousa (in memorian) volta a fazer história 70 anos depois. Helena será a primeira presença feminina no Salão Nobre do Palácio da Justiça. A magistrada terá sua imagem incluída no Museu do Tribunal, através de uma tela pintada que registrará sua histórica contribuição ao Poder Judiciário da Paraíba.

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    Galeria de personalidades paraibanas no Salão Nobre do TJPB

    Atualmente, dez fotografias de personalidades paraibanas estão no Salão Nobre do Tribunal de Justiça, como a do ex-presidente do Brasil, Epitácio Pessoa, que presidiu ainda a Câmara Federal e o Supremo Tribunal Federal, e cujo restos mortais estão no prédio do Palácio da Justiça da Paraíba. Também têm fotografias apostas, os ministros Geminiano da Franca, Oswaldo Trigueiro, Djaci Falcão e Rafael Mayer, os governadores da Paraíba Camilo de Holanda, Argemiro de Figueiredo e Venâncio Neiva e os desembargadores Heráclito Cavalcante e Arquimedes Souto Maior.

    A homenagem à juíza Helena Sousa foi proposta pelo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho. “A inclusão de sua imagem no Museu do Tribunal representa não apenas o reconhecimento institucional por sua contribuição ao Judiciário e à sociedade, mas também o resgate de uma trajetória que simboliza a luta feminina por espaços de equidade e justiça, sendo, portanto, um ato de justiça histórica e pedagógica”, destacou o desembargador Fred Coutinho.

    O presidente do TJPB também propôs que a fotografia de Helena Alves de Sousa seja integrada ao acervo permanente do Museu do Tribunal de Justiça da Paraíba, acompanhada de uma breve biografia que registre sua notável contribuição à magistratura e à educação.

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    Helena será a primeira presença feminina no Salão Nobre

    Nascida em Guarabira no dia 19 de março de 1923, Helena Alves de Sousa formou-se na Faculdade de Direito da Paraíba em 1955, sendo aluna da primeira turma do curso. Dois anos depois, tornou-se a primeira mulher aprovada em concurso público para o cargo de juíza no Estado, assumindo a função em 1957. Na mesma época, também se destacou ao se tornar a primeira juíza eleitoral da Paraíba.

    Helena Alves exerceu suas funções nas comarcas de Pilões e Cabedelo, conduzindo sua atuação com firmeza, competência e elevado espírito público. Sua trajetória sofreu um duro revés em 1969, quando foi afastada e aposentada compulsoriamente pelo Ato Institucional nº 5, durante o regime militar. Entretanto, em 1979, foi anistiada e retornou à magistratura, sendo designada para a Comarca de Piancó, onde reafirmou seu compromisso com a Justiça e os ideais democráticos.

    Além de sua brilhante carreira como magistrada, Helena Alves também teve atuação destacada na educação. Foi diretora do Colégio Estadual de Cabedelo e recebeu diversas honrarias, incluindo o título de Cidadã Cabedelense e a Medalha de Alta Distinção da Justiça Eleitoral Paraibana, conferida pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).

    Sua história de superação, pioneirismo e dedicação à magistratura e à educação paraibana representa um marco na luta pela equidade de gênero e pelo fortalecimento da Justiça no Estado. 

    Por Lenilson Guedes e Nice Almeida

     

  • Policial judicial lança história em quadrinhos 
		Última atualização:  02/04/2025 às 11:15:00

    Policial judicial lança história em quadrinhos Última atualização: 02/04/2025 às 11:15:00

    A criatividade e o talento de um policial Judicial da Justiça Federal na Paraíba acabam de ganhar forma nas páginas de uma revista em quadrinhos que promete conquistar colegas de profissão e leitores em geral. José Carlos Santos Filho, policial Judicial (APJ) há 13 anos e diretor do Núcleo de Administração da JFPB, é o autor do recém-lançado APEJOTA, uma produção original que mistura cultura popular, super-heróis e a rotina dos Policiais Judiciais de forma bem-humorada e inovadora.

    A obra nasceu de um cordel escrito por José Carlos. O autor explica que sempre gostou de ler histórias de super-herói e percebeu que era possível assimilar com a atuação da Polícia Judicial. “Escrevi a história em cordel e, em seguida, transformei em quadrinhos”, conta. O resultado é uma narrativa leve e envolvente, que retrata o dia a dia do policial Judicial com toques de humor e crítica construtiva.

    Na primeira edição de APEJOTA, o leitor é apresentado a um policial Judicial que, ao enfrentar os desafios do trabalho, descobre em si um herói oculto. De forma divertida e inteligente, a história aborda temas importantes do segmento, como a valorização da função, as dificuldades administrativas e a força do coletivo. Tudo isso com ilustrações vibrantes e um roteiro dinâmico que prende a atenção do início ao fim.

    Com a repercussão positiva do lançamento, José Carlos já vislumbra novas edições. “Sinto-me motivado a fazer outras edições. A cultura, a arte e as revistas em quadrinhos conseguem levar mensagens além-mar, que de nenhuma outra forma seria possível. As questões da Polícia Judicial são todas muito delicadas e de difícil tratamento com a Administração, essas histórias têm o poder de destravar temas complexos em minutos”, explica o autor.

    Em uma mensagem aos Agentes da Polícia Judicial, José Carlos deseja a todos “uma boa leitura e peço que compartilhem essa história com todos os colegas e amigos.”

    A AGEPOLJUS parabeniza o colega José Carlos Santos Filho pela iniciativa criativa e pela importante contribuição à valorização dos Policiais Judiciais. O APEJOTA é uma produção inédita, bem-humorada e corajosa, que oferece maior visibilidade aos Agentes e à segurança institucional de forma artística e acessível. “Que este seja apenas o primeiro de muitas edições!”, finaliza o Coordenador-Geral Darney Bessa.

    Clique aqui para acessar a primeira edição do APEJOTA

     

     

     

    Por: Ascom Agepoljus


  • Abertas as inscrições para os Conselhos Deliberativo e Fiscal do TRFMED Última atualização: 02/04/2025 às 13:33:00

    Magistrados(as) e servidores(as) da Justiça Federal da 5ª Região têm até a próxima quinta-feira (03/04) para se candidatar às vagas de membro titular do Conselho Deliberativo e membro titular ou suplente do Conselho Fiscal do programa de Autogestão em Saúde – TRFMED. As inscrições estão sendo realizadas eletronicamente. Clique aqui e candidate-se! Você é parte dessa construção.  

    A lista de servidores(as) e magistrados(as) inscritos(as) para cada um dos Conselhos será divulgada no site do TRF5 e na Intranet, no dia 04/04. Após a divulgação, será aberto o período de votação, de forma simultânea, para os dois Conselhos. A eleição ocorrerá a partir das 9h do dia 08/04 até as 23h59 do dia 09/04, exclusivamente pelo portal do TRFMED. Apenas servidores(as) e magistrados(as) do TRF5 e das Seções Judiciárias que estejam vinculados(as) ao TRFMED podem votar. 

    Restrições à inscrição 

    Não poderá se inscrever o magistrado(a) ou servidor(a) que não seja beneficiário(a) titular do TRFMED, até 10 dias antes da abertura das inscrições; que seja cedido(a) ou em exercício em outro órgão; que esteja respondendo a processo administrativo disciplinar; ou que tenha sofrido sanção disciplinar, nos últimos dois anos. 

    Confira o edital: 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5

  • ‘Abril Verde’: Palácio da Justiça em tons verdes alerta a sociedade sobre segurança no trabalho

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    O mês de abril é marcado por uma importante campanha de conscientização: ‘Abril Verde’. Esse movimento tem como objetivo alertar a sociedade sobre a segurança e a saúde no ambiente de trabalho, prevenindo acidentes e promovendo condições dignas para os trabalhadores. O Tribunal de Justiça da Paraíba é uma das instituições que está engajada na campanha e, durante este mês, a fachada do Palácio da Justiça, um dos prédios mais imponentes do Estado, estará iluminado com a cor verde.

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    Desembargador Fred Coutinho

    Este mês não deve ser apenas um período de reflexão, mas um estímulo para que a segurança e a saúde no trabalho sejam prioridades constantes na sociedade. Afinal, um ambiente de trabalho seguro é um direito de todos e uma responsabilidade coletiva”, comentou o presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho.

    A iniciativa do TJPB atendeu a uma solicitação do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (TRT-13), por meio do Programa Trabalho Seguro, que tem como objetivo conscientizar a sociedade sobre a importância da saúde e segurança no ambiente de trabalho, além de reforçar a necessidade de prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. “Esta ação vai contribuir, significativamente, para aumentar a visibilidade da mobilização e fortalecer a adesão da sociedade a esse importante movimento”, comentou o desembargador do Trabalho e cogestor do Programa Trabalho Seguro, do TRT da 13ª Região, Wolney de Macedo Cordeiro.

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    A escolha do mês de abril está relacionada ao Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado em 28 de abril. No Brasil, a cada 49 segundos, são registrados acidentes laborais. Os dados são do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho do Ministério do Trabalho. O mesmo Observatório revela que a cada três horas, no Brasil, uma pessoa morre vítima de acidente de trabalho e mais de R$ 150 milhões são gastos com afastamentos de funcionários por conta dos acidentes.

    Especialistas apontam que investir em treinamentos, fiscalização, melhoria das condições de trabalho e uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são medidas essenciais para evitar acidentes. Além disso, a valorização da saúde mental no trabalho é cada vez mais necessária, considerando o impacto do estresse e do esgotamento profissional na qualidade de vida dos trabalhadores.

    Por Fernando Patriota

     

  • Órgão Especial do TJPB define juízes para unidades judiciais e aprova resoluções

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    Na manhã desta quarta-feira (2), durante a 3ª sessão ordinária administrativa, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) deliberou sobre os pedidos de remoção de magistrados(as) para unidades judiciais de entrâncias Inicial e Final no Estado, seguindo os critérios de merecimento e antiguidade. Além disso, foram aprovados projetos de resolução. A sessão foi conduzida pelo desembargador Fred Coutinho, presidente do Poder Judiciário estadual.

    Foram removidos, pelo critério de merecimento, os magistrados Luiz Gonzaga Pereira de Melo Filho (Vara Única de Juazeirinho) e Mário Guilherme Leite de Moura (2º Juizado Auxiliar Misto da 3ª Circunscrição Judiciária, com sede na Comarca de Patos). Já pelo critério de antiguidade, os removidos foram Maria Aparecida Sarmento Gadelha (Vara de Executivos Fiscais da Capital), Natan Figueiredo de Oliveira (2ª Vara Mista de Esperança), Macário Oliveira Júnior (Vara Única de Teixeira) e Edivan Rodrigues Alexandre (Turma Recursal Mista de Campina Grande).

    Além das remoções, o colegiado aprovou resoluções que tratam do Planejamento Estratégico da Gerência de Precatórios do TJPB; da instituição do Programa de Integridade do Poder Judiciário da Paraíba; e o que institui o Código de Conduta Ética dos Servidores do Poder Judiciário da Paraíba.

    Por Marcus Vinícius

     

  • “Abril Azul”: MPPB faz campanha sobre  direitos da pessoa com TEA

    “Abril Azul”: MPPB faz campanha sobre  direitos da pessoa com TEA

    “Conhecimento, respeito e inclusão” são focos da iniciativa que inclui Guia de Informações e Serviços sobre o autismo

    Divulgar, promover e garantir a efetivação dos direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Esse é o objetivo do Ministério Público da Paraíba (MPPB), que, neste mês de abril – quando se comemora o Dia Mundial de Conscientização do Autismo (2/04) -, realiza campanha de conscientização sobre a importância do “conhecimento, do respeito e da inclusão” no combate ao preconceito e à discriminação às pessoas com deficiência. A campanha conta com um Guia de Orientação e Serviços sobre TEA.

    A iniciativa partiu do procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto, que percebeu uma oportunidade de o MPPB contribuir para reduzir a desinformação sobre a temática. O material produzido pela Assessoria de Imprensa contou com a curadoria da promotora de Justiça, Liana Carvalho, coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Cidadania e dos Direitos Fundamentais (CAO Cidadania) e com o apoio de outros setores da instituição, a exemplo das diretorias Administrativa (DIADM) e de Planejamento e Gestão (Seplag). 

    A campanha
    A campanha de conscientização inclui a elaboração do Guia de Informações e Serviços sobre o Autismo, disponibilizado de forma on-line ao público em geral, com foco na atuação do MPPB e dos canais de acesso da população em caso de violação dos direitos. Também prevê a publicação de matérias, cards e banner nas redes digitais do MPPB (redes sociais e site), destinados aos públicos interno e externo. Como símbolo da adesão à campanha Abril Azul, instituída desde 2007, pela Organização das Nações Unidas (ONU), a sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em João Pessoa, ficará iluminada com a cor azul durante todo o mês.

    “O MPPB tem cobrado do poder público políticas públicas destinadas às pessoas com TEA e vem acompanhando essas políticas e ações, em todo o Estado, principalmente, a questão do acesso à educação de crianças e adolescentes nas redes de ensino e aos serviços e terapias médicas, tanto no Sistema Único de Saúde como na rede suplementar, pelos planos de saúde. Nosso objetivo é garantir o exercício da cidadania, o pleno desenvolvimento e o respeito à dignidade humana desse público”, disse Antônio Hortêncio, gestor da iniciativa. 

    O que é TEA
    De acordo com a Organização Panamericana da Saúde (Opas), o TEA se refere a uma série de condições caracterizadas por algum grau de comprometimento no comportamento social, na comunicação e na linguagem, e por uma gama estreita de interesses e atividades que são únicas para o indivíduo e realizadas de forma repetitiva. Ainda de acordo com a Opas, o TEA começa na infância e tende a persistir na adolescência e na idade adulta. Na maioria dos casos, as condições são aparentes durante os primeiros cinco anos de vida. Estima-se que uma em cada 160 crianças tem transtorno do espectro autista. 

    No Brasil, a Lei Berenice Piana (Lei 12.764/2012) instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA, que são: a vida digna, a integridade física e moral, o livre desenvolvimento da personalidade, a segurança e o lazer; a proteção contra qualquer forma de abuso e exploração; o acesso a ações e serviços de saúde, com vistas à atenção integral às suas necessidades de saúde (incluindo: o diagnóstico precoce, ainda que não definitivo; o atendimento multiprofissional; a nutrição adequada e a terapia nutricional; os medicamentos; informações que auxiliem no diagnóstico e no tratamento); além do acesso à educação e ao ensino profissionalizante; à moradia, inclusive à residência protegida; ao mercado de trabalho; à previdência social e à assistência social.

    Como o MPPB atua:

    • O Ministério Público acompanha a implementação de políticas voltadas às pessoas com TEA, cobrando do poder público o cumprimento das leis.
    • Em casos de irregularidades na oferta de serviços públicos (como falta de profissionais de apoio em escolas ou atendimento inadequado no SUS), o MP pode usar instrumentos legais para exigir providências.
    • Quando há descumprimento de direitos coletivos das pessoas com TEA (como ausência de Atendimento Educacional Especializado – AEE – na rede pública ou privada), o MP pode ingressar com ações judiciais para obrigar o Estado ou instituições privadas a garantir esses direitos.
    • Pode intervir como fiscal da lei em processos que envolvem pessoas com TEA, para que seus direitos sejam observados.
    • Fiscaliza se escolas públicas e privadas cumprem a legislação, garantindo matrícula e suporte adequado para alunos com TEA, incluindo disponibilização de mediadores (acompanhantes escolares) e adaptações pedagógicas.
    • Investiga casos de discriminação, abuso ou negligência contra pessoas com TEA, seja em escolas, no trabalho ou em outras instituições.
    • Atua para punir aqueles que descumprem leis de proteção às pessoas com deficiência, podendo ingressar com ações civis ou criminais (Fundamentado no Art. 1º , inciso II, § 2º, da Lei Berenice Piana: “A pessoa com transtorno do espectro autista é considerada pessoa com deficiência, para todos os efeitos legais).

    Os canais de acesso ao MPPB pode ser consultado em www.mppb.mp.br/faleconosco. Saiba mais acessando o Guia de Informações e Serviços sobre o Autismo, elaborado pelo MPPB. Clique AQUI.

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  • CNJ divulga diagnóstico sobre atuação de equipes multidisciplinares no Judiciário

    CNJ divulga diagnóstico sobre atuação de equipes multidisciplinares no Judiciário

    O Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional de Justiça fará nesta quarta-feira (2) a divulgação da pesquisa “Diagnóstico sobre a atuação das equipes multidisciplinares nas unidades judiciárias”. 

    O levantamento será apresentado durante o evento Seminários de Pesquisas Empíricas Aplicadas a Políticas Judiciárias, que ocorrerá das 17 às 19h, por meio da plataforma virtual Cisco Webex, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube.

    O documento a ser divulgado reúne dados sobre o perfil dos profissionais, as condições gerais de trabalho, as atividades desempenhadas e os desafios que envolvem as atividades, entre outros pontos. A pesquisa foi elaborada a partir de solicitação do Fórum Nacional da Infância e Juventude (Foninj), sob a coordenação da conselheira Renata Gil.

    Juiz Hugo Zaher
    Juiz Hugo Zaher, coordenador da Infância e Juventude

    “Esse webinário é um momento importante para refletirmos sobre a atuação das equipes multidisciplinares no Judiciário. O diagnóstico realizado pelo CNJ analisou aspectos fundamentais, como o perfil desses profissionais, as temáticas que enfrentam no cotidiano forense, os vínculos institucionais, os desafios estruturais e a percepção dos magistrados sobre esse trabalho. São informações valiosas para que possamos avançar no fortalecimento da estrutura dessas equipes, garantindo condições para que ofereçam, com prioridade absoluta, os subsídios técnicos necessários às decisões judiciais”, afirmou o juiz Hugo Gomes Zaher, coordenador da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça da Paraíba.

    O seminário com a apresentação do “Diagnóstico sobre a atuação das equipes multidisciplinares nas unidades judiciárias” tem como público-alvo os integrantes de grupos de pesquisa judiciária, magistrados e magistradas, servidores e servidoras do Poder Judiciário, assim como pesquisadores e pesquisadoras.

    Gecom-TJPB com informações da Agência CNJ de Notícias

     

  • ALPB tem ações e leis que garantem direitos de autistas e familiares

    Notícias

    Publicado em 2 de abril de 2025

    O Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado neste 2 de abril, é mais do que uma data no calendário. É um lembrete da necessidade de olhar com mais empatia, respeito e conhecimento para as pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). No coração dessa jornada, a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) tem se tornado um pilar importante na luta por condições mais justas e igualitárias para os autistas e suas famílias.

    A cada debate, projeto e lei sancionada, a Casa de Epitácio Pessoa tem demonstrado seu compromisso em transformar a realidade do autismo no estado, combatendo o preconceito e oferecendo suporte essencial a quem mais precisa. Entre as ações mais significativas, a Assembleia se destaca pela aprovação de 15 leis estaduais que abordam as diversas necessidades do público autista.

    Uma dessas leis que mais se notabilizam na Paraíba é a 663/2023. Ela estabelece a criação de salas de estabilização sensorial em ambientes públicos e privados. A iniciativa reconhece a urgência de proporcionar ambientes adequados para pessoas com transtornos do espectro autista e outras condições neurodivergentes. “A criação dessas salas de estabilização sensorial é um marco importante na promoção de ambientes mais inclusivos. Esses espaços garantem que pessoas neurodivergentes possam encontrar um refúgio em momentos de crise, promovendo o respeito e o cuidado que todos merecem. É uma forma de assegurarmos que todos tenham condições de aprender, conviver e se desenvolver em ambientes que respeitam suas particularidades,” afirmou Adriano Galdino, autor da lei.

    Outro dos marcos importantes foi a criação da Lei 11.647/2020, que instituiu o Censo de Inclusão da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e Síndrome de Down. O Censo tem como objetivo mapear a quantidade e o perfil socioeconômico das pessoas autistas e com síndrome de Down, permitindo o direcionamento mais eficaz de políticas públicas voltadas a esse público.

    Já a Lei 10.504/2015 estabelece diretrizes para o tratamento precoce da Síndrome do Autismo no Sistema Único de Saúde (SUS). Essa política é de extrema importância, pois a intervenção precoce pode fazer toda a diferença no desenvolvimento da criança, favorecendo sua inclusão escolar e social.

    Outra medida relevante é a Lei 10.555/2015, que proíbe a cobrança de taxas adicionais para a matrícula ou mensalidade de estudantes com autismo, síndrome de Down ou outras síndromes. Tal iniciativa vem garantindo que o acesso à educação seja verdadeiramente inclusivo e acessível.

    Em 2012, a ALPB também elaborou a Lei 9.670, que assegura a gratuidade de passagens intermunicipais para autistas e seus acompanhantes. Isso facilita o acesso a tratamentos médicos e consultas especializadas, sem que haja um custo adicional que possa dificultar o deslocamento dessas famílias.

    Compromisso com a Inclusão

    A atuação da ALPB vai além da criação de leis. A Comissão de Defesa das Pessoas com Deficiência, por exemplo tem sido uma força fundamental na construção de políticas públicas inclusivas, em parceria com diversas entidades, como a Rede Unificada Nacional e Internacional em Defesa dos Autistas (REUNIDA). A comissão tem ampliado o debate sobre a inclusão efetiva das pessoas com autismo no cotidiano da sociedade paraibana, promovendo ações que buscam sensibilizar a população sobre a importância de aceitar e apoiar esse público.

    O presidente da ALPB, Adriano Galdino, destaca o papel da Casa na construção de um estado mais justo e acolhedor: “A Assembleia Legislativa tem se aproximado cada vez mais da população, buscando colaborar com temas que ainda são tabus e precisam de atenção. Nosso objetivo é sempre colaborar com o esclarecimento e incentivar os pais a buscarem o diagnóstico o mais rapidamente possível, pois isso pode contribuir significativamente para o processo de aprendizagem e desenvolvimento”, afirma o presidente.

    Quebrando tabus e construindo um futuro inclusivo

    O Dia Mundial de Conscientização do Autismo, proclamado pela ONU em 18 de dezembro de 2007, ganhou uma importância ainda maior com as ações da ALPB. A data serve não só para lembrar os desafios enfrentados por pessoas com autismo e suas famílias, mas também para celebrar as conquistas em busca de um mundo mais inclusivo e livre de preconceitos.

    “Em sua atuação, a Assembleia Legislativa da Paraíba não apenas comemora as vitórias legislativas, mas também reafirma seu compromisso de lutar por uma sociedade que compreenda a verdadeira essência do autismo”, garante Adriano. Com leis que garantem direitos, ações educativas e debates construtivos, a ALPB tem sido protagonista na construção de um futuro mais igualitário, onde o respeito ao autismo é uma realidade cada vez mais presente.

    Hoje, no Dia Mundial da Consciência do Autismo, a Assembleia Legislativa da Paraíba celebra os avanços conquistados, mas também reforça que o trabalho deve continuar. “O esforço coletivo, o conhecimento e o respeito são as ferramentas que nos guiarão para um futuro onde a inclusão seja a norma, e não a exceção”, conclui o presidente da Casa de Epitácio Pessoa.

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  • Jovens aprendizes têm a experiência inédita de conhecer a história do Poder Judiciário paraibano

    Presidente Fred deu as boas vindas aos alunos
    Presidente Fred Coutinho deu as boas vindas aos alunos

    Alunos do Programa Jovem Aprendiz, do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), vivenciaram a experiência inédita de conhecer peças patrimoniais, artefatos, processos históricos, produções bibliográficas, salas de sessões de julgamento e ambientes com móveis de época, que contam um pouco da história do Tribunal de Justiça da Paraíba. Eles estiveram, na tarde desta terça-feira (1º), visitando o Museu do Poder Judiciário. 

    A ação faz parte do Projeto Conheça o Palácio da Justiça e sua História, que busca popularizar o judiciário, abrindo as portas da Justiça paraibana ao público. A iniciativa é da Comissão de Cultura e Memória do TJPB, presidida pelo desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque.

    Já no início da visita, o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Fred Coutinho deu as boas-vindas aos estudantes, agradecendo a visita e reforçando o compromisso do TJ de estar sempre de portas abertas e próximo da sociedade. 

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    “Tirem proveito, conheçam tudo. Vocês estão tendo a experiência de saber sobre o funcionamento da Justiça paraibana, como é o agir de um magistrado, a exemplo do nosso ilustre presidente Epitácio Pessoa, paraibano e único que ocupou os três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. Nós somos um Tribunal Histórico e temos a memória preservada”, enfatizou o gestor do judiciário estadual.  

    Os estudantes foram acompanhados pelos servidores Marcos Alcântara e Patrício Fontes, que explicaram sobre a história dos espaços visitados e dos objetos que compõem o museu. No roteiro, eles conheceram o Museu do Judiciário, a Exposição da Preta Gertrudes, a Galeria dos ex-presidentes do TJPB, a Sala de Sessões do Pleno do Tribunal, a sala de Sessão da 4ª Câmara Cível (Pleno Histórico), Salão Nobre e o Museu e Cripta de Epitácio Pessoa. 

    Para Marcos Alcântara, o interesse de estudantes e demais pessoas que agendam visitas ao Museu do Judiciário é visto como ponto muito positivo, acrescentando que uma outra turma do IEL já está agendada para visitação nesta quarta-feira. “É uma satisfação enorme receber os alunos. O programa Conheça o Judiciário e sua História acontece nas sextas, mas abrimos exceções pelo interesse da turma em aprender e agregar em sua vivência sobre a história da Justiça paraibana”, enfatizou.

    Professor Jormarkyell explicou o objetivo da visita
    Professor Jormarkyell explicou o objetivo da visita

    O professor da disciplina de práticas de identificação e técnicas de arquivamento, Jormarkyell Constancio, explicou que a finalidade da visita foi proporcionar aos alunos uma visão mais ampla sobre as técnicas de arquivamento e a história documental do TJPB. “É muito importante o aproveitamento do conteúdo, que é teórico, trazendo para um local prático, um lugar que contribui com a sociedade paraibana. A documentação existente aqui é muito rica, além de que, essa visita traz a Justiça para os jovens em outra perspectiva, não só a punição ou o julgamento, mas o valor documental”, ressaltou.

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    Aluno Nícolas Ferreira

    Para o aluno Nícolas Ferreira, visitar um museu pela primeira vez foi uma experiência marcante e interessante. “É uma nova cultura que conheci, de tempos antigos e que eu não esperava ter toda essa estrutura. A importância dos relatos históricos que tomamos conhecimento neste lugar, por ser jovem não tinha ciência desta cultura, por isso acho importante sabermos do nosso passado, da nossa história”, pontuou.

    Estudante Juliana Belle Herculano
    Estudante Juliana Belle Herculano

    Já a estudante Juliana Belle Herculano, ficou impressionada com a história do caso da “Preta Gertrudes”, mulher negra, escravizada, no século 19 (1828), tempo do Império, que travou uma luta judicial de 14 anos para evitar que fosse vendida ilegalmente.  

    “Não esperava ver um caso tão complexo como esse e o que eu mais acho interessante é porque a história de Gertrudes vem sendo espelhada nos dias de hoje. É um caso que segue aberto, ainda tem algumas dúvidas, não foi totalmente solucionado, isso que me chama mais atenção”, evidenciou.

    Por Lila Santos

     

  • Diretores da Esma participam de posse da nova diretoria da Escola da Magistratura Federal da 5ª Região

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    Diretores da Esma durante a posse da nova diretoria da Esmafe 5

    O diretor da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), desembargador Joás de Brito Pereira Filho, e a diretora adjunta, juíza Antonieta Maroja Nóbrega, participaram nesta terça-feira (1º) da cerimônia de posse da nova diretoria da Escola de Magistratura Federal da 5ª Região (Esmafe), em Recife. Tomaram posse o novo diretor da Escola, desembargador federal Cid Marconi, e o vice-diretor, desembargador federal Rubens Canuto.

    O cargo foi transmitido pelo desembargador federal Roberto Machado, ex-diretor da Esmafe 5, empossado ontem  como presidente do TRF 5ª Região, que, em seu discurso, ressaltou o momento favorável para a expansão da escola, com a inauguração da nova sede, ocorrida na semana passada.

    O desembargador Joás Filho salientou que “a articulação entre as escolas é salutar para propiciar o aprofundamento dos debates jurídicos e aperfeiçoar os trabalhos do sistema de justiça por meio da formação continuada de seus membros”.

    O novo diretor da Esmafe 5, desembargador federal Cid Marconi, destacou que a escola é um ambiente importante para um Judiciário mais forte, técnico e comprometido com a cidadania. “Ele anunciou a assinatura, em data próxima, da Rede de Escolas Jurídicas, através da qual serão articuladas e apoiadas ações educativas das escolas das magistraturas estadual e federal, do Ministério Público federal e estadual, das Defensorias Públicas estaduais e da União, dos Tribunais de Contas, da Advocacia Geral da União, da Ordem dos Advogados do Brasil e das seccionais dos estados da Paraíba, Alagoas, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, da qual a Esma/PB fará parte”, contou a diretora adjunta da Esma-PB, Antonieta Maroja.

    De acordo com a magistrada, foi projetado um vídeo do ministro Benedito Gonçalves, diretor da ENFAM ( Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados), no qual enalteceu a gestão que se encerra, desejou sucesso ao empossando e destacou a importância da qualificação da magistratura, por meio das escolas, na formação de um Judiciário mais humano e eficiente.

    Por Walquiria Maria