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  • Fenafisco acompanha articulações em torno da PEC 6/2024

    Fenafisco acompanha articulações em torno da PEC 6/2024

    Após encontro no Planalto, federação aguarda sinalização do governo para destravar a tramitação da proposta.

    O diretor de Aposentados e Pensionistas da Fenafisco, Wanderci Polaquini, conversou com o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, sobre os desdobramentos da agenda em defesa da PEC 6/2024.

    O ministro afirmou estar plenamente informado sobre os temas debatidos na reunião realizada com as entidades e demonstrou conhecimento da reivindicação pelo fim gradual da contribuição previdenciária de aposentados e pensionistas.

    Questionado sobre a possibilidade de um novo encontro, Boulos indicou que o Governo Federal busca, neste momento, definir um posicionamento e avaliar os encaminhamentos relacionados a um eventual apoio à proposta, antes da realização de novas agendas sobre o tema.

     

    Fenafisco

  • RFB e CGIBS prorrogam prazo para envio de sugestões ao Regulamento do IBS até dia 15 de junho de 2026

    RFB e CGIBS prorrogam prazo para envio de sugestões ao Regulamento do IBS até dia 15 de junho de 2026

    Portal de Serviços recebe contribuições para melhorias do texto originalmente publicado

    O Comitê Gestor do IBS (CGIBS) e a Receita Federal do Brasil (RFB) informam que o prazo para envio de sugestões ao Regulamento do IBS foi prorrogado até o dia 15 de junho, às 18h.

    Essa é uma oportunidade importante para que entidades representativas participantes do Fórum “Diálogos da Regulamentação” contribuam com o aprimoramento das normas que irão orientar a implementação da Reforma Tributária sobre o consumo.

    As contribuições serão analisadas pelas equipes técnicas e poderão integrar futuras versões do Regulamento.

    Fortaleça a construção de um sistema tributário mais eficiente e alinhado às realidades dos setores econômicos. Acesse o endereço:  https://www.servicos.cgibs.gov.br/, selecione a opção “Sugestões Regulamento IBS” e clique no botão “Acessar”.

     

    https://www.cgibs.gov.br/cgibs

  • Começa a II Semana da Pauta Verde no TRF5 Última atualização: 08/06/2026 às 19:21:00

    A palestra “Da sustentabilidade hiperforte à harmonia com a natureza”, ministrada pela coordenadora do Grupo de Trabalho do Meio Ambiente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, desembargadora federal Germana de Oliveira Moraes, abriu a II Semana da Pauta Verde (SPV), que acontece junto à Semana do Meio Ambiente, no TRF5. O evento de abertura contou, ainda, com painéis, palestras, roda de conversa, plantio de árvore, distribuição de mudas e exposição do artista plástico Francisco Mesquita, no hall do edifício-sede. 

    A SPV é uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e acontece em todo o País. Este ano, o tema escolhido foi o descarte de resíduos sólidos. 

    Compuseram a mesa de honra a vice-presidente do TRF5, desembargadora federal Joana Carolina; a desembargadora federal Germana Moraes; e a profa. Dra. Flavianne Fernanda Bitencourt Nobrega, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). 

    O encontro teve início com a exibição de um vídeo com a palavra do conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, juiz federal Ilan Presser, que declarou oficialmente aberta a SPV. 

    Em seguida, Joana Carolina fez uso da palavra e destacou o trabalho realizado pelo Grupo de Trabalho do Meio Ambiente do TRF5, em parceria com a Corregedoria-Regional, na realização da SPV. A vice-presidente do TRF5 reforçou o integral apoio do Tribunal ao evento, bem como a todas as medidas implementadas a partir dele. 

    Era do Lixo 

    Germana Moraes foi a primeira a palestrar, a partir da seguinte pergunta: por que repensar a sustentabilidade? Segundo ela, os avanços e as ideias da modernidade não impediram que chegássemos, hoje, ao que ela chamou de a “Era do Lixo”. “O lixo é o produto da excessiva interferência do ser humano no sistema vida, na Terra e tem como causa remota o esquecimento de que também somos natureza”, afirmou. 

    A desembargadora federal também destacou que não há como resolver as questões relativas ao meio ambiente sem a colaboração de países como China e EUA, que são os principais emissores de gases de efeito estufa. De acordo com a magistrada, 90 empresas, a grande maioria de petróleo e localizada nesses países, respondem por 63% da emissão desses gases. 

    Moraes abordou, ainda, os novos paradigmas jurídicos relativos aos direitos da natureza. Entre outros exemplos, ela apresentou a Opinião Consultiva 23/17, da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, como um marco que reconhece a indissociável relação entre direitos humanos e meio ambiente. 

    Painéis 

    Em seguida, a profa. Dra. Flavianne Fernanda Bitencourt Nobrega (UFPE) ficou responsável pela coordenação de dois os painéis. 

    O primeiro painel contou com a palestra “Da cultura do descarte à cultura do cuidado: resíduos sólidos, cidadania ecológica e o futuro da sustentabilidade”, proferida da prof. Dra. Germana Parente Neiva Belchior (FNDE), e o relato “Ações da Comissão Gestora Regional do Plano de Logística Sustentável (PLS) da Justiça Federal da 5ª Região (JF5)”, com a juíza federal Danielli Farias Rabelo Leitão Rodrigues (JFPE). 

    Germana Belchior fez uma análise sobre a forma como enxergamos a natureza, o Direito e os resíduos sólidos e suas repercussões, seja usando um pensamento mais simplista ou um pensamento mais complexo. Ela também falou sobre os impactos da grande quantidade de produção de resíduos sobre comunidades vulneráveis e futuras gerações. A professora abordou, ainda, o arcabouço jurídico envolvendo a temática ambiental. 

    Danielli Rodrigues fez um balanço dos resultados da implementação do PLS na JF5, em 2025, as ações da SPV 2026 e outras ações da JF5 em Rede pela Sustentabilidade. 

    A palestrante apresentou dados que mostram avanços alcançados pela JF5 nos quesitos redução de consumo, eficiência administrativa e governança e ações de engajamento. De acordo com o levantamento, houve redução de 62% no consumo de resmas de papel; 48%, no número de impressões; e 13%, de copos descartáveis. O consumo de energia elétrica também ficou abaixo da meta fixada no PLS, sendo reduzido para 28,32 kWh/m². Além disso, houve economia nos contratos de limpeza (-45%), telefonia (-22%) e vigilância(-23%). 

    O painel “Desafios da Gestão Sustentável de Resíduos Sólidos Urbanos no Brasil”, com o professor José Fernando Thomé Jucá (UFPE), fechou o ciclo de palestras da manhã. Entre os pontos abordados estão:  sustentabilidade e descarbonização;  mercado de carbono; desafios urbanos na redução das emissões; desafios tecnológicos; e desafios da gestão sustentável de resíduos sólidos urbanos. 

    Antes do intervalo para as atividades da tarde, houve distribuição de mudas, no hall do TRF5, e o plantio de uma muda da árvore Algodão da Praia, no estacionamento do Tribunal, com participação do corregedor-regional da JF5, desembargador federal Leonardo Resende; da desembargadora Germana Moraes, da juíza Danielli Rodrigues e das professoras Germana Belchior e Flavianne Nobrega. 

    Roda de conversa 

    À tarde, o corregedor-regional da JF5 conduziu a roda de conversa que abordou o tema “Resíduos que Transformam: Meio Ambiente, Trabalho e Cidadania”. O debate contou com a participação de Maria Isabel Nascimento (Love Trash), Domingos Sávio de França (REEECicle) e Luiz Mauro Paulino da Silva (Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Olinda). Muito além das questões ambientais, a conversa mostrou que a reciclagem caminha lado a lado com a questão social. 

    O magistrado pontuou a importância do tema escolhido para a II Semana da Pauta Verde. “O Conselho Nacional de Justiça deliberou que o ponto principal de discussão da Semana da Pauta Verde deveria ser a questão dos resíduos sólidos. Então, achamos por bem discutir todo o potencial que envolve os resíduos sólidos; de como transformá-los de problema, de algo que gera poluição, de algo que gera transtorno à comunidade, em algo positivo, que gera renda e que, sobretudo, transforma vidas”.  

    Isabel Nascimento falou sobre como iniciou o projeto Love Trash, que foca em trabalhos com resíduos têxteis, transformando a vida de muitas mulheres através da costura. Dados apresentados por Isabel apontam que o Brasil produziu, em 2025, 81 milhões de toneladas de lixo, sendo que apenas 4,5% dessa quantidade foi reciclada. Além disso, se não houver ações para um melhor tratamento dos resíduos, a previsão é que, em 2050, os gastos com lixos cheguem a R$ 130 bilhões. 

    Ela também refletiu sobre o impacto das ações de cada pessoa no dia a dia. “Todo bem que você faz de forma organizada e profissional retorna de forma estruturada. Na minha casa não tem mau cheiro, porque não tem lixo. Na minha casa, temos uma cultura de separação. É fundamental diminuirmos a distância entre o que a gente diz e o que a gente faz, de tal forma de que, em um dado momento, a sua fala seja a sua prática”.   

    Já Sávio falou sobre os riscos e oportunidades do descarte do lixo eletrônico. Segundo ele, o Brasil é o 5º maior gerador de resíduo eletroeletrônico do planeta, descartando 2,7 milhões de toneladas do material. Além disso, o índice de reciclagem do país não chega a 13%. “É um desafio imenso que temos hoje, que é cuidar da nossa grande casa. A responsabilidade é nossa, não podemos transferir isso apenas para o ente público. Cada um dos que aqui estão tem a sua parcela de geração de resíduo”.  

    Por fim, Mauro falou sobre a rotina de catadores de resíduos e de como a atividade da cooperativa contribui para a renda de mais de 130 famílias. Além disso, o trabalho também serve como caminho para a reinserção social, uma vez que acolhe várias pessoas, como ex-presidiários e moradores de rua. De acordo com ele, a cooperativa contabiliza, considerando Recife, Olinda e algumas outras cidades, de 150 a 200 toneladas de materiais separados por mês. “Se não cuidarmos do meio ambiente hoje, o que será dos filhos, dos nossos netos? Daqui a 50 anos, como estará o mundo?” refletiu.  

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Oito pessoas tomam posse no TRF5 nos cargos de técnico e analista judiciário  
		Última atualização:  08/06/2026 às 19:30:00

    Oito pessoas tomam posse no TRF5 nos cargos de técnico e analista judiciário Última atualização: 08/06/2026 às 19:30:00

    A vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, desembargadora federal Joana Carolina, deu posse, na tarde desta segunda-feira (8/06), a oito novos(as) integrantes da Corte. Os servidores e servidoras foram empossados tanto no cargo de técnico quanto de analista judiciário. 

    Pedro Jorge Emiliano Guedes Alcoforado, Maria Carolina Cruz Angelim Rameh e Luciana Othon Lacerda de Andrade foram investidos no cargo de Técnico Judiciário – Área Administrativa. Já Aline Rafaelle Barbosa Leal tomou posse no cargo de Técnico Judiciário – Especialidade Agente da Polícia Judicial e João Tercio Cabral Lima ocupará o cargo de Técnico Judiciário – Especialidade Contabilidade. André Luiz Machado de Souza foi empossado no cargo de Técnico – Especialidade Desenvolvimento de Sistema de Informação. 

    Os servidores investidos nos cargos de Analista Administrativo – Especialidade Engenharia Civil e Analista Judiciário – Especialidade Engenharia Elétrica foram, respectivamente, Joanderson Silva de Oliveira e Diego Alves Carvalho Lins.  

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Parteiras e parteiros indígenas de todo o Brasil se reúnem em encontro nacional

    Parteiras e parteiros indígenas de todo o Brasil se reúnem em encontro nacional

    Entre os dias 08 e 11 de junho, a capital de Rondônia será palco de um movimento histórico: o primeiro Encontro Nacional de Parteiras e Parteiros Indígenas. Organizado pela Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, o evento não é apenas uma reunião técnica, mas um gesto de reconhecimento ao protagonismo de mulheres e homens que, há gerações, protegem os ciclos da vida e a sobrevivência física e cultural de seus povos.

    O encontro responde a um chamado das próprias comunidades e busca reconhecer as “tecnologias da floresta”, à luz do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante três dias, representantes dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), além de especialistas da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mergulharão em uma jornada de escuta sensível e troca de experiências.

    Reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como figuras cruciais para a saúde materna, as parteiras tradicionais desenvolvem um saber construído na prática e na transmissão oral. Esse conhecimento acumulado será o centro das atenções em Porto Velho. A programação prevê diálogos sobre o preparo do corpo para a gestação, o uso de ervas medicinais e o cuidado com as adolescentes desde a primeira menstruação.

    “Este encontro representa um passo importante no reconhecimento das parteiras e parteiros indígenas como guardiões de conhecimentos ancestrais”, destaca a secretária de Saúde Indígena, Lucinha Tremembé. Segundo ela, a iniciativa visa construir caminhos para que esses saberes sejam respeitados e integrados às políticas públicas de saúde.

    Tecendo o futuro da saúde indígena

    A metodologia do evento foi desenhada para ser tão profunda quanto os temas tratados. Atividades como a dinâmica “Tecendo Conhecimentos” e a construção da “Árvore do Conhecimento” permitirão que os participantes sistematizem suas práticas de forma coletiva.

    O encontro ainda prevê a elaboração de dois documentos orientadores: o Guia de Parteira para Parteira, focado em boas práticas, rituais e o uso de kits de cuidado; e o Guia para Profissionais de Saúde, uma bússola para que as equipes de saúde saibam como acolher e articular as práticas tradicionais com a medicina biomédica de forma culturalmente sensível.

     Ao promover esse diálogo intercultural, o Ministério da Saúde reafirma que a equidade e a integralidade do SUS só são plenamente alcançadas quando a espiritualidade e a autonomia dos povos indígenas são levadas em conta no ato de cuidar. O evento que se inicia em 9 de junho promete ser um marco onde a tradição e a modernidade se encontram para garantir que o nascimento em territórios indígenas continue sendo um ato de celebração da vida.

    Leidiane Souza
    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde descontinua temporariamente estratégia atual de vacinação do Butantan contra dengue

    Ministério da Saúde descontinua temporariamente estratégia atual de vacinação do Butantan contra dengue

    O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (8), a descontinuação temporária da atual estratégia de vacinação da Butantan-DV contra dengue. Com isso, o uso do imunizante fica paralisado para investigação de eventos raros inesperados e incompatíveis com o estudo clínico feito para a aprovação da vacina.  

    A medida, adotada por precaução e a partir de consenso entre o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ocorre após o registro de 42 casos com sinais de alerta, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes e sangramentos. Dentre eles, três foram classificados como graves, incluindo dois óbitos. A identificação desses episódios foi feita pela farmacovigilância – procedimento padrão de monitoramento adotado sempre que um novo insumo desse topo passa a ser usado no Sistema Único de Saúde (SUS). 

    São eventos raros que correspondem a 0,008% de um total de 500 mil doses aplicadas até 30 de maio – e ainda não há resultado conclusivo sobre a correlação deles com a vacina. 

    “Essa descontinuidade tem um objetivo. Primeiro, trata-se de uma ação de precaução que deve sempre orientar quem respeita a vida e quem respeita a ciência, ainda mais quando estamos falando de vacinação. Segundo, ela permite que o Ministério da Saúde, a Anvisa e o Instituto Butantan aprofundem a investigação dos casos, em especial dos óbitos registrados, para os quais ainda não há informações suficientes que permitam estabelecer uma relação de causalidade com a vacina”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

    A estratégia de vacinação com o imunizante do Butantan estava voltada a profissionais de saúde da Atenção Primária à Saúde e, de forma ampliada, para o público de 15 a 49 anos, de três cidades – Botucatu/SP, Maranguape/CE e Nova Lima/MG – e da região de Araguaína em Tocantins. A ação teve início em janeiro deste ano. 

    Vigilância  

    A identificação de sinais de alerta após a introdução de uma vacina na rede de saúde segue protocolos internacionais de farmacovigilância.  

    Antes de ser incorporada ao SUS, a vacina Butantan-DV passou por todas as etapas de avaliação exigidas pelos órgãos reguladores, com resultados que demonstraram sua segurança e eficácia. 

    A decisão de suspender temporariamente a aplicação do imunizante foi tomada após discussão com o Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos (Cifavi) e pela Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (Ctai), instâncias compostas por representantes do Ministério da Saúde, da Anvisa e especialistas. 

    Cabe destacar que a medida não invalida a eficácia da vacina nem altera as evidências de proteção observadas até o momento. Quem já foi imunizado permanece protegido e a vigilância epidemiológica continua a acompanhar a população vacinada.  

    Para quem já recebeu a vacina, a orientação é observar o estado de saúde por 21 dias após a aplicação. Em caso de sintomas como febre, dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos, tontura, sonolência excessiva, sinais de desidratação ou piora do estado geral, deve-se procurar atendimento médico imediatamente. 

    A partir de agora, as equipes de saúde irão reforçar a vigilância de pacientes vacinados que apresentem sintomas de dengue, com atenção especial para o reconhecimento de sinais de alarme e de gravidade. Também deverão intensificar a notificação de casos, acionar a vigilância local e garantir o encaminhamento imediato para atendimento clínico quando necessário.  

    Combate à dengue 

    O Ministério da Saúde mantém todas as demais estratégias de combate à dengue em operação, com o objetivo de reduzir a circulação do vírus, prevenir casos graves, diminuir hospitalizações e evitar óbitos. 

    Até o fim de maio deste ano, o país registrou queda de 94% no número de casos em relação ao mesmo período de 2024. Foram 365 mil casos prováveis, bem abaixo dos 5,8 milhões contabilizados no mesmo intervalo de 2024. Em relação aos óbitos, a redução foi de 97%, com registro de 178 óbitos em 2026 e, mais de 6,3 mil em 2024. 

    Entre as medidas estratégicas adotadas pelo Ministério da Saúde estão o fortalecimento da vigilância epidemiológica, o monitoramento contínuo dos casos suspeitos e confirmados, a identificação e eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, campanhas permanentes de conscientização da população e o apoio técnico e financeiro aos estados e municípios para ações de controle vetorial. 

    O Ministério também mantém a distribuição de inseticidas, larvicidas e equipamentos para as equipes locais de vigilância, além da capacitação contínua de profissionais de saúde para o diagnóstico precoce e o manejo adequado dos pacientes. Outra frente importante é o monitoramento laboratorial dos sorotipos circulantes do vírus da dengue, permitindo respostas mais rápidas diante do aumento da transmissão em determinadas regiões. 

    A participação da população continua sendo fundamental para o controle da doença. A recomendação é eliminar recipientes que possam acumular água parada, manter caixas d’água devidamente fechadas, limpar calhas, descartar corretamente resíduos e permitir o acesso dos agentes de combate às endemias quando necessário. 

    Ministério da Saúde

  • Abertura do III FORECRIM contará com palestra de Walter Nunes e lançamento de livro 
		Última atualização:  05/06/2026 às 14:38:00

    Abertura do III FORECRIM contará com palestra de Walter Nunes e lançamento de livro Última atualização: 05/06/2026 às 14:38:00

    “Desafios Atuais da Jurisdição Criminal” será o tema do seminário inaugural do III Fórum Regional dos Juízes Criminais da 5ª Região (FORECRIM), cuja etapa presencial acontecerá entre os dias 08 e 10/06, em Fortaleza (CE). A abertura acontece na próxima segunda-feira (08/06), a partir da 18h30, na Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará (Esmec), e contará com a palestra “O Juiz das Garantias: atribuições e atuação”, ministrada pelo desembargador federal Walter Nunes, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. 

    O evento é promovido pela Escola de Magistratura Federal da 5ª Região, através do Núcleo Seccional do Ceará, em parceria com a Esmec, e visa a fomentar o debate sobre os desafios contemporâneos da jurisdição criminal, reunindo especialistas e autoridades com atuação destacada no sistema de justiça penal. 

    Durante o encontro, haverá, também, o lançamento oficial da obra “Livro do II FORECRIM”, publicação que reúne estudos, reflexões e propostas produzidas a partir dos debates realizados na edição anterior do fórum. A apresentação será conduzida pelo desembargador federal Edilson Nobre, que fará uma breve exposição sobre os principais temas e contribuições reunidos na publicação. Clique aqui, para baixar a obra. 

    O seminário será aberto a operadores do Direito e ao público em geral. Clique aqui e faça sua inscrição. 

    Nos dias 09 e 10/06, o III FORECRIM será destinado exclusivamente a magistradas e magistrados federais e estaduais e contará com palestras, mesas-redondas, oficinas e atividades colaborativas. 

    A programação abordará temas centrais da agenda criminal brasileira, como execução penal, medidas alternativas à prisão, juiz das garantias, acordo de não persecução penal (ANPP), justiça restaurativa, audiências de custódia, saúde mental e políticas de cidadania. 

    O fórum também discutirá temas estratégicos, como o combate à superlotação carcerária, políticas públicas para o sistema prisional e demais assuntos que integram a agenda contemporânea do Direito Penal e Processual Penal.

    Por: Divisão de Comunicação Social TFR5


  • Conselho da Justiça Federal publica Plano Nacional de Inovação Última atualização: 05/06/2026 às 16:32:00

    O Laboratório de Inovação do Conselho da Justiça Federal (Ipê Lab/CJF) divulgou, na plataforma RenovaJud, o Plano Nacional de Inovação da Justiça Federal — 2026, elaborado pela Rede de Inovação da Justiça Federal. A publicação reúne as ações integradas entre o CJF, os seis TRFs e seus laboratórios de inovação. 

    Construído de forma colaborativa, o plano está alinhado à Resolução CNJ n. 395/2021, à Portaria CNJ n. 379/2024, à Portaria CJF n. 829/2024, que instituiu a Rede de Inovação da Justiça Federal e à Meta Nacional 9 do CNJ, que tem como finalidade estimular a inovação no Poder Judiciário.

    Entre as ações previstas estão iniciativas de capacitação em inovação, inteligência artificial e letramento digital, além de medidas voltadas ao compartilhamento de boas práticas, à comunicação institucional e ao fortalecimento da governança colaborativa entre os tribunais.

    O plano também contempla a articulação com universidades, organismos internacionais e instituições de ciência e tecnologia para ampliar a cooperação e o desenvolvimento de soluções inovadoras.

    As ações nacionais integradas foram estruturadas no Eixo Organizacional, enquanto os TRFs manterão autonomia para desenvolver iniciativas locais no Eixo Processo Inovativo, conforme as necessidades e estratégias de cada Região.

    Confira a íntegra do Plano Nacional de Inovação CJF e TRFs:

     

    Por: Divisão de Comunicação Social TFR5 com informações do CJF

  • Ministério da Saúde amplia capacidade do SUS em 428 mil cirurgias com 300 conjuntos de equipamentos para todo o país

    Ministério da Saúde amplia capacidade do SUS em 428 mil cirurgias com 300 conjuntos de equipamentos para todo o país

    O secretário executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massunda, assinou nesta quarta-feira, 3, contratos de compra de 150 novos combos cirúrgicos e 20 tomógrafos, com foco na ampliação da capacidade da Atenção Especializada do Sistema Único de Saúde (SUS). Esta é a segunda etapa de distribuição de equipamentos. Ao todo, o Ministério da Saúde entrega 300 combos cirúrgicos e 40 tomógrafos a 185 municípios, em todos os estados do país. Com investimento de R$ 546 milhões por meio do Novo PAC Saúde, os combos viabilizam a realização de 428 mil cirurgias eletivas por ano e contribuem para a redução das filas e do tempo de espera por procedimentos especializados, além de promover a modernização tecnológica da rede pública de saúde.

    Alinhada ao programa Agora Tem Especialistas, a distribuição de mais de 1.700 equipamentos garante a estruturação de novas salas cirúrgicas em todo o país. A ação reforça a estratégia do Ministério da Saúde de ampliar o acesso à saúde, especialmente em regiões historicamente menos assistidas, aumentar a eficiência da rede hospitalar do SUS e fortalecer a indústria nacional. A iniciativa fortalece ainda mais o desempenho do programa, responsável por 14,9 milhões de cirurgias eletivas em 2025 (42% a mais do que em 2022), além de 1,6 bilhão de consultas com especialistas (+30%) e 1,3 bilhão de exames (+22%).

    “Formulamos esse processo para que além dos investimentos em estrutura predial, o Novo PAC Saúde também invista em equipamentos que possam atualizar nosso parque tecnológico, nossos hospitais, nossas policlínicas e depois evoluir para as Unidades Básicas de Saúde. A gente se esmerou muito no processo descritivo técnico. E hoje estamos assinando sete contratos com empresas fornecedoras de equipamentos, em uma composição com o programa Agora Tem Especialistas. Com essa iniciativa, serão mais de 428 mil cirurgias por ano. Faço esse destaque para reforçar a dimensão e a importância de todo esse investimento do governo do presidente Lula para fortalecer o SUS, para fortalecer a atenção especializada”, disse Adriano Massuda.

    Os combos destinados à cirurgia geral são compostos por seis equipamentos cada e foram estruturados para ampliar a realização de procedimentos como vasectomias, laqueaduras e outras cirurgias de baixa e média complexidade. Já os combos oftalmológicos reúnem cinco equipamentos cada, voltados à qualificação e expansão da oferta de cirurgias especializadas, especialmente procedimentos de maior complexidade, como as cirurgias de catarata.

    Nos 185 municípios beneficiados, em todas as unidades da federação, os equipamentos serão destinados a hospitais públicos e filantrópicos, com foco na descentralização da oferta de serviços especializados e a redução das desigualdades regionais no acesso à saúde. Em algumas regiões historicamente mais carentes de serviços especializados, o impacto será ainda maior. Na Região Norte, por exemplo, a ampliação potencial da capacidade de cirurgias oftalmológicas chega a 134%.

    Uma das unidades já contempladas é o Hospital Municipal Barata Ribeiro, no Rio de Janeiro, que registrou aumento de 15% na realização de cirurgias com o combo de cirurgia geral. Em fevereiro, foram realizadas 294 cirurgias e, em março, cerca de 400.

    O diretor de clínicas cirúrgicas da unidade, o ortopedista Marcelo Hubner Neves, explica que os novos equipamentos ampliaram a capacidade de atendimento trouxeram mais agilidade aos procedimentos. “Recebemos vítimas de acidentes de carro e moto, muito comuns atualmente, além de casos de trauma em idosos. Essas cirurgias ortopédicas dependem muito desses equipamentos. Quando conseguimos realizar os procedimentos com mais segurança e rapidez, alcançamos melhores resultados e um pós-operatório mais eficiente para o paciente”, explica o diretor.

    Já no Ceará, o combo de oftalmologia possibilitou uma modernização completa no Hospital Geral de Fortaleza (HGF). “Tínhamos um laser aqui muito antigo, que já usávamos há alguns anos e dava muito problema, e agora nós temos a possibilidade de ter esse aparelho que é maravilhoso, um fotocoagulador a laser, que utilizamos para o tratamento de doenças retinianas, retinopatia diabética, muito usado em pacientes com glaucoma. Um aparelho de última geração, com tecnologia muito importante para os pacientes”, detalha o chefe do setor de retina do HGF, Felipe Carvalho, que também afirma que as filas diminuíram para os procedimentos.

    Além de ampliar o acesso à saúde, a compra centralizada dos combos cirúrgicos gerou economia superior a R$ 281 milhões para os cofres públicos, o equivalente a uma redução de 37,9% em relação ao valor estimado. Na aquisição dos equipamentos, o Ministério priorizou produtos fabricados no Brasil, em linha com o desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde.

    As remessas começaram em fevereiro deste ano, e seguem até o fim de junho. A doação inclui entrega, instalação, treinamento das equipes e garantia estendida de 36 meses, o que assegura condições para utilização imediata dos equipamentos.

    Rafaelle Pereira
    Ministério da Saúde

  • Parceria entre Ministério da Saúde e Caixa garante cerca de R$ 1 bilhão para instituições filantrópicas

    Parceria entre Ministério da Saúde e Caixa garante cerca de R$ 1 bilhão para instituições filantrópicas

    O Ministério da Saúde e a Caixa Econômica Federal firmaram, nesta quarta-feira (3/6), contratos que viabilizam a liberação de aproximadamente R$ 1 bilhão para oito instituições hospitalares filantrópicas do país. As unidades integram a rede complementar do Sistema Único de Saúde (SUS) e são referência na oferta de atendimentos especializados. Os recursos serão destinados por meio da linha de crédito “Caixa Hospitais FGTS”, que oferece condições facilitadas de financiamento, contribuindo para o equilíbrio financeiro dos hospitais e Santas Casas para a continuidade da assistência para pacientes da rede pública.

    “Temos a expectativa de chegar, nos próximos dias, a R$ 2 bilhões em contratos de financiamento da Caixa para essas instituições. Essas instituições têm um papel importante para a população atendida pelo SUS. Para se ter uma ideia, em 2025, nós realizamos 14,9 milhões de cirurgias, 42% a mais do que foi feito em 2022. A maior parte dessas cirurgias foram feitas pelos hospitais filantrópicos e pelas Santas Casas”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

    Foto: Rafael Nascimento/MS
    Foto: Rafael Nascimento/MS

    Os contratos assinados nesta quarta-feira contemplam:

    • Associação de Combate ao Câncer de Goiás (GO)
    • Santa Casa da Misericórdia de São Paulo (SP)
    • Santa Casa de Porto Alegre (RS)
    • Hospital José Silveira (BA)
    • Instituto de Câncer de Londrina (PR)
    • Associação Hospitalar Vila Nova (RS)
    • Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos (RJ)
    • Fundação Assistencial da Paraíba (PB)

    Além das contemplações desta etapa, outras 115 instituições já receberam aval para apresentar propostas de financiamento à linha CAIXA Hospitais FGTS. São unidades hospitalares habilitadas pelo programa Agora Tem Especialistas na modalidade crédito financeiro.

    Hospitais filantrópicos e Santas Casas no Brasil

    No total, existem 1.959 instituições filantrópicas no país, sendo 324 Santas Casas. As unidades oferecem uma ampla variedade de especialidades e serviços, incluindo clínica médica, cirurgia geral, ortopedia, cardiologia, oncologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, além de leitos de terapia intensiva e atendimento de urgência e emergência. Com essa estrutura, as instituições contribuem diretamente para a redução do tempo de espera, ampliação do acesso a tratamentos especializados e o fortalecimento da assistência hospitalar em municípios de diferentes localidades.

    Toda essa rede assistencial registrou nos últimos três anos (2023-2025), um total de 839,6 milhões de atendimentos ambulatoriais e 17,3 milhões de internações. O custo desses procedimentos para o Governo do Brasil foi de R$ 56,3 bilhões. Os números refletem a dimensão da rede filantrópica no atendimento à população brasileira e sua importância para a garantia do acesso aos serviços de saúde em todo o país.

    Eduarda Paixão
    Ministério da Saúde