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  • Inaugurado por Lula e Padilha, Hospital Universitário do Ceará conta com modelo de cuidado integral ginecológico

    Inaugurado por Lula e Padilha, Hospital Universitário do Ceará conta com modelo de cuidado integral ginecológico

    Com 240 leitos em funcionamento imediato após a inauguração, o Hospital Universitário do Ceará (HUC) abriu as portas nesta quarta (19), em Fortaleza. A unidade será referência para todo o estado, atendendo 8,7 milhões de pessoas em mais de 30 especialidades médicas.

    A entrega prevê o primeiro modelo de cuidado integral ginecológico, em que consultas, exames, diagnósticos e cirurgias serão realizados de forma conjunta. Além disso, será realizado um mutirão de cirurgias ortopédicas e a integração dos sistemas de dados regionais com a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).

    “Eu acho que o lema para a saúde aqui no estado do Ceará tem que ser o seguinte: melhorar sempre, piorar nunca. Um estado que consegue fazer um hospital dessa qualidade e um SUS que pode ajudar a fazer um hospital desse funcionar, não deve nada a ninguém”, disse, no ato de inauguração, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também participou cerimônia de abertura do hospital e anunciou, ao lado do presidente Lula, novas medidas para reduzir o tempo de espera no Sistema Único de Saúde (SUS).

    “Vamos encerrar, de uma vez por todas, a tabela SUS. Neste hospital, lançamos a tabela Poupa Tempo que vai diminuir o tempo de espera no atendimento. Vamos pagar mais pelos exames e procedimentos que foram feitos no tempo correto, dentro daquilo que o povo precisa”, disse o ministro.

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    Foto: Taysa Barros/MS

    O objetivo do Ministério da Saúde é expandir esse modelo de atendimento para outras especialidades em todo o estado. O pacote de ações beneficiará hospitais regionais, além dos três principais hospitais em Fortaleza: Hospital Universitário do Ceará (HUC), Hospital da Mulher e Instituto Dr. José Frota Central (IJF).

    Estrutura

    O Hospital Universitário do Ceará terá 652 leitos e mais 180 leitos complementares. Destes, 60 são Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, 30 UTI pediátrica e 30 UTI adulto. O estabelecimento oferta atendimentos clínico, cirúrgico e materno-infantil, além de contar com um centro de imagens.

    Ocupando uma área de 78,6 mil metros quadrados (m²), com três torres construídas e sete pavimentos, o investimento em obras, equipamentos e mobiliário do HUC foi de cerca de R$ 667,71 milhões. O valor recebido em emendas parlamentares, entre 2021 e 2024, foi de R$ 411,69 milhões. Já o valor de custeio e o contrato de gestão da unidade envolve R$ 196,7 milhões por 13 meses.

    Fases de implementação

    O hospital atuará como centro de assistência terciária, atendendo casos de alta complexidade e apoiando outros hospitais públicos de Fortaleza e do estado. Um diferencial será seu perfil voltado ao ensino e pesquisa em saúde pública, formando novos profissionais especializados para o SUS.

    FASE 1

    Nessa primeira fase, o HUC conta com 159 leitos, sendo 120 enfermarias cirúrgica e clínica (leitos internação), 10 UTI adulto, 10 leitos de recuperação pós-anestésica e 15 da Unidade de Internação Breve – UIB, além de 2 leitos de Sala Vermelha (UIB) e 2 leitos de intercorrência (Centro de Quimioterapia). Também há um centro cirúrgico geral com seis salas, 16 consultórios adultos no ambulatório e uma unidade de quimioterapia ambulatorial. São cinco serviços especializados: cirurgia vascular, oncologia clínica e cirúrgica, hematologia, urologia e cirurgia cabeça e pescoço. Logo após, até abril, serão inaugurados os serviços de cirurgia ginecológica e ortopédica.

    FASE 2

    A segunda fase do HUC está prevista para começar em julho de 2025, com a ativação da torre materno-infantil. Inicialmente, haverá a abertura da emergência obstétrica, seguida pela integração das equipes administrativas e dos setores de apoio. Posteriormente, ocorrerá a transferência das demais áreas assistenciais. Ainda está prevista para a fase 2 o início do transplante de medula óssea em adulto, transplante de fígado e rins em crianças.

    FASE 3

    Na terceira fase, serão ampliados diversos serviços, incluindo a adição de 92 leitos de internação, 30 leitos para atendimento referenciado, 3 salas para pequenos procedimentos, a transferência e ampliação do ambulatório de cardiopediatria e a inclusão de nove novas poltronas para hemodiálise. Além disso, serão implementados novos serviços, como Centro de Fisioterapia, Hospital Dia com 4 salas cirúrgicas, 32 leitos de observação e 20 poltronas para infusão, além da expansão da UTI Pediátrica com 30 novos leitos.

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    Foto: Taysa Barros/MS

    Nos próximos 90 dias, o Ministério da Saúde oferecerá apoio técnico para a implantação de novos serviços, incluindo transplante pediátrico de fígado com doador vivo, inédito no estado, transplante renal pediátrico, atualmente realizado apenas na rede privada, e transplante autólogo de medula óssea em adultos, hoje realizado apenas no Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Ceará.

    Além do presidente Lula e do ministro Alexandre Padilha, participaram da solenidade de inauguração o governador do Ceará, Elmano de Freitas, o prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão, ministras e ministros, secretárias e secretários do estado, entre outras autoridades.

    Ministério da Saúde

  • Farmácias e drogarias são autuadas pelo MP-Procon, em Campina Grande

    Farmácias e drogarias são autuadas pelo MP-Procon, em Campina Grande

    A Diretoria Regional do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (MP-Procon), do Ministério Público da Paraíba (MPPB) realizou uma fiscalização, nas últimas semanas, em 33 farmácias e drogarias de Campina Grande, tendo autuado sete delas por irregularidades.

    De acordo com o MP-Procon, os sete estabelecimentos estavam sem a presença de um farmacêutico. A Lei Federal nº 13.021/2014 estabelece a presença obrigatória do farmacêutico durante todo o horário de funcionamento.

    Ainda foram constatadas irregularidades consistentes na desatualização dos Certificados de Aprovação do Corpo de Bombeiros, não disponibilização de exemplar do código de defesa do consumidor em local visível e acessível, ausência ou defeito na precificação dos produtos expostos à venda e, especialmente, ausência de profissional farmacêutico no estabelecimento.

    Legislação

    Conforme o promotor de Justiça e diretor regional do MP-Procon, Osvaldo Lopes Barbosa, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) determina que é direito básico à proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos. Além disso, estabelece que os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não acarretarão riscos à saúde ou segurança dos consumidores, exceto os considerados normais e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição, obrigando-se os fornecedores, em qualquer hipótese, a dar as informações necessárias e adequadas a seu respeito. 

    Desse modo, segundo o diretor regional do MP-Procon, o farmacêutico é o profissional que orienta o consumidor sobre as características e o modo adequado de utilizar os medicamentos, orientando sobre a compra de medicamentos sem prescrição, como os para gripe, febre, dor de cabeça, azia, problemas de pele e fitoterápico, além de ser o responsável pela dispensação de medicamentos controlados, após a avaliação da prescrição e da notificação de receita. 

    “A presença do profissional farmacêutico garante a qualidade e segurança dos medicamentos e produtos comercializados, seja na dispensação, orientação e controle do seu uso por parte dos consumidores, sendo um imperativo legal que as farmácias se adequem ao que é exigido por lei, sob pena de colocar em risco a saúde e a segurança dos consumidores”, ressaltou o promotor Osvaldo Lopes.

    As empresas terão o prazo de 10 dias úteis para apresentação de defesa e estão sujeitas às sanções do Código de Defesa do Consumidor.

  • Concurso SEE PB: banca é contratada e edital já pode sair

    Concurso SEE PB: banca é contratada e edital já pode sair

    Foi contratada a banca que organizará o novo concurso SEE PB. O contrato com a banca Idecan já foi assinado e publicado no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP).

    Com a assinatura do contrato entre as partes, a expectativa agora recai sobre o lançamento da seleção, cujo edital pode ser publicado ainda este mês, conforme já destacado pelo secretário estadual de Administração da Paraíba, Tibério Limeira, em janeiro deste ano.

    “O que vai sair, assim que escolhermos banca, são os concursos da Cultura com cerca de 40 vagas e da Educação com previsão para mais de 2 mil vagas para o magistério. Com certeza, o edital sai nestes primeiros três meses”, confirmou o secretário.

    A previsão inicial era de que o edital do concurso SEE PB fosse publicado em 2024, conforme previsão repassada pelo governador João Azevêdo. O prazo, no entanto, não se cumpriu.

    A Vitalícia do Qconcursos voltou! Mude agora o seu futuro e nunca mais invista em outro preparatório.

    Concurso SEE PB pode ter edital publicados nos próximos dias

    (Foto: Tânia Rego/Agência Brasil)

    Último concurso SEE PB foi realizado em 2019

    O último concurso SEE PB ocorreu em 2019. A oferta foi de mil vagas para professores, com licenciatura em diferentes áreas de interesse.

    As vagas foram distribuídas entre as disciplinas de: 

    • Artes: 72 
    • Biologia: 150
    • Educação Física: 68
    • Filosofia: 6
    • Física: 47
    • Geografia: 72
    • História: 78
    • Língua Espanhola: 18 
    • Língua Inglesa: 61
    • Português: 195
    • Matemática: 199
    • Química: 28
    • Sociologia: 6

    A seleção teve o Instituto AOCP como o organizador. Os candidatos foram avaliados por meio de provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório.

    O exame contou com 50 questões, que foram distribuídas por disciplinas de Língua Portuguesa (dez), Legislação Básica em Educação (dez), Conhecimentos Pedagógicos (dez) e Conhecimentos Específicos (20).

    Para ser aprovado, era necessário acertar 50% ou mais dos pontos da prova objetiva, além de não obter nota zero em qualquer disciplina.

    Os aprovados, na época, recebiam uma remuneração inicial de R$3.468,12.

    Idecan também organiza concurso Secult PB

    Além do concurso da área da Educação, o Estado da Paraíba também contará com edital para a Secretaria de Cultura.

    A seleção também ficará sob responsabilidade da banca Idecan e tem prazo de edital para este mês.

    Este será o primeiro concurso da Secult PB. Os cargos que serão disponibilizados foram criados a partir da Lei nº 12.755/2023.

    Conforme indicado na Lei, foram criados 71 cargos nas áreas do Grupo Ocupacional Administrativo Cultural – Instrumental e também no Grupo Ocupacional Artístico-Cultural no setor Finalístico.

    As vagas criadas são para o quadro da Secretaria nos seguintes cargos:

    • técnico administrativo;
    • gestor público;
    • analista em gestão cultural em várias áreas;
    • antropólogo;
    • arqueólogo;
    • museólogo;
    • paleontólogo;
    • restaurador;
    • arquivista;
    • bibliotecário; e
    • historiador.

    Com exceção do cargo de técnico-administrativo (nível médio), cujo vencimento inicial será de R$1.953, todos os outros, de gestor e analista, de nível superior, possuem vencimentos iniciais de R$3.500.

    Clique e saiba mais

  • Atualização: SEI ficará indisponível durante o final de semana 
		Última atualização:  20/03/2025 às 10:13:00

    Atualização: SEI ficará indisponível durante o final de semana Última atualização: 20/03/2025 às 10:13:00

    A Divisão de Sistemas Administrativos (DSISADM) do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 informa que o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) será atualizado, durante os dias 21/03 (sexta-feira) e 23/03 (domingo), o que causará a indisponibilidade do programa. Além do SEI, algumas aplicações que utilizam seus recursos também ficarão indisponíveis, como Certidões, Geafin, SGA e E-Compras.

    A ação terá início às 20h do dia 21/03, com previsão de conclusão às 17h do dia 23/03. Caso a atualização seja concluída antes do previsto, os sistemas serão restabelecidos.

    Por: Divisão de Comunicação Social TFR5


  • Prefeitura de Alagoa Grande PB suspende concurso com 388 vagas

    Prefeitura de Alagoa Grande PB suspende concurso com 388 vagas

    A Prefeitura Municipal de Alagoa Grande, localizada no Estado da Paraíba, anunciou a suspensão do concurso público que visava preencher 388 vagas distribuídas entre cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior.

    Entre os cargos, destacavam-se posições como Agente de Limpeza Urbana, Auxiliar de Serviços Gerais, Coveiro, Cozinheira, Eletricista, Encanador, Merendeira, Operador de Máquinas, Pedreiro, Porteiro na área da Saúde, Trabalhador Braçal, Tratorista e Vigilante, tanto na Zona Rural quanto na Zona Urbana.

    Para aqueles com formação de nível médio e técnico, as vagas incluíam funções como Agente Administrativo, Agente Arrecadador, Agente Comunitário de Saúde, Agente de Trânsito, Guarda Municipal, Monitor de Creche e Motorista em diferentes categorias, além de oportunidades para Técnicos em Enfermagem, Farmácia, Laboratório, Radiologia e Saúde Bucal.

    A Vitalícia do Qconcursos voltou! Mude agora o seu futuro e nunca mais invista em outro preparatório.

    Candidatos com formação superior poderiam disputar vagas para Assistente Social, Biomédico, Bioquímico, Enfermeiro, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Médico PSF, Nutricionista, Odontólogo PSF, Procurador Municipal, Psicólogo, Terapeuta Ocupacional, Pedagogo, além de diversas especializações para professores, como nas disciplinas de Ciências, Educação Física, Geografia, História, Inglês e Matemática.

    A remuneração prevista variava de R$ 1.412 a R$ 11.200, com jornadas de trabalho de 20 a 40 horas semanais.

    VEJA O COMUNICADO DE SUSPENSÃO

    Saiba como seria a seleção

    As inscrições estavam programadas para o período entre 19 de dezembro e 16 de fevereiro, de forma online, com taxas de inscrição variando entre R$ 75 e R$ 115.

    O processo seletivo seria composto por provas objetivas para todos os cargos, além de provas práticas para determinadas funções técnicas, testes de aptidão física para Guarda Municipal e avaliação de títulos para cargos de nível superior.

    A validade do concurso seria de dois anos, com possibilidade de prorrogação por igual período.

  • Cassandra: ferramenta desenvolvida pela Justiça Federal em Alagoas apresenta resultados significativos em toda a 5ª Região Última atualização: 19/03/2025 às 19:14:00

    A ferramenta Cassandra, desenvolvida pela Justiça Federal em Alagoas (JFAL), através do convênio com o Centro de Pesquisa em Engenharia e Sistemas (EASY) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), ganha cada vez mais notoriedade e promove resultados expressivos e satisfatórios em toda a 5ª Região. Desde sua implementação, em fevereiro do ano passado, a solução gerou uma economia de mais de 12 mil horas trabalhadas e de R$ 1,2 milhão. Apenas neste primeiro trimestre de 2025, mais de 1.700 Requisições de Pequeno Valor (RPVs) foram elaboradas com a utilização do sistema de automatização na expedição de requisitórios. 

    O diretor de Secretaria da 1ª Vara Federal, Felipe Barbosa Martiniano, explica que as vantagens trazidas pela aplicação foram percebidas prontamente. “Cassandra iniciou em Alagoas em fevereiro de 2024 e, dois meses depois, fizemos a regionalização. De imediato, os benefícios foram visíveis, já que Cassandra integra o Pje 2.X ao sistema Jurisdição Delegada (JD), utilizado para expedir as requisições de pagamento em favor dos autores. Antes da implantação da ferramenta, o servidor precisava trazer de forma manual do Pje 2.X ao JD todos os dados, como número do processo, nome do autor e réu, CPF da parte, dados do advogado, classe e assunto da ação. Agora, este procedimento é automatizado”, esclarece Martiniano. 

    Além da celeridade na automatização, ele ainda destaca a economia de tempo proporcionada pela aplicação. “Essa atividade, além de extremamente burocrática e custosa, era passível de erros e ocupava o servidor com um trabalho que poderia ser realizado de forma automatizada pela máquina. Sem Cassandra, o tempo médio para expedição dos RPVs é de 167 dias. Com ela, o tempo médio é de 119 dias. Essa economia de tempo permite a disponibilidade do servidor para o exercício de outras atividades intelectuais”, destaca Felipe Martiniano. 

    Resultados exitosos 

    O diretor de Sistemas e Desenvolvimento do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, Laureano Montarroyos, avalia os resultados obtidos através da plataforma como exitosos. “A implementação da Cassandra na 5ª Região foi muito bem-sucedida e veio ao encontro de uma grande necessidade que o Tribunal tinha. Esta ferramenta é um exemplo de uma solução das mais bem sucedidas entre aquelas que foram produzidas pela residência universitária de Alagoas”, afirma Montarroyos. 

    Myron Lucena, de 28 anos, é formado em Ciência da Computação e mestrando em Informática. Ele participa da turma de residentes que desenvolveram a Cassandra e explica que o processo de criação do sistema parte de uma situação problema e executado por etapas. “Inicialmente, o desenvolvimento do sistema começou com a situação apresentada pela JFAL e, após isso, fizemos a prova de conceito para validação. A partir da avaliação da viabilidade, iniciamos o desenvolvimento do sistema, no qual definimos as questões técnicas, a exemplo da arquitetura e funcionamento, e implementamos de fato, de acordo com os requisitos acordados”, informa. 

    O estudante também explica que os sistemas desenvolvidos podem ser incrementados posteriormente, a depender das necessidades apresentadas. “Esses sistemas que fazemos aqui na JFAL, geralmente são incrementais. Começamos com um núcleo básico e, ao longo do tempo, adicionamos funcionalidades de acordo com a demanda”, acrescenta Myron. 

    Contribuição para a sociedade 

    Ele ainda pontuou a satisfação de poder contribuir com a sociedade. “Nós, enquanto desenvolvedores, inicialmente, não temos ideia do impacto social que causamos. No caso de Cassandra, por exemplo, somente depois entendemos o que era um RPV. Então, é muito bom saber que estamos trazendo tantos impactos positivos para a sociedade com soluções como Cassandra”, concluiu. 

    Em janeiro, a aplicação recebeu novas funcionalidades de otimização processual. A Residência em Sistemas e Inteligência Artificial da JFAL, em parceria com o Centro de Pesquisa em Engenharia e Sistemas da Ufal, já desenvolveu mais de dez soluções inteligentes. O resultado é um impacto econômico positivo de mais de R$ 12 milhões em toda a 5ª Região. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Literatura e polarização são temas de palestra de Flávia Suassuna no TRF5 Última atualização: 19/03/2025 às 19:17:00

    A literatura como ponto de partida para a abordagem a diversos assuntos atuais e necessários, como igualdade entre homens e mulheres e os perigos da polarização. Foi assim que a professora e imortal da Academia Pernambucana de Letras (APL) Flávia Suassuna conduziu a palestra “Mulheres na literatura”, promovida pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 para celebrar mês da mulher. O evento foi realizado nesta quarta-feira (19/03), no edifício-sede da Corte. 

    A professora iniciou a palestra a partir de um texto de sua autoria, intitulado “O perigo da ortodoxia polarizada”, destacando a importância da palavra e do diálogo, para que haja um equilíbrio de pontos de vista e a fim de evitar a criação de estereótipos que podem levar à discriminação e à desumanização. 

    Citando autoras africanas como Chimamanda Adichie e Scholastique Mukasonga  e o israelense Amos Oz, Flávia também tocou em pontos como racismo, intolerâncias e genocídio. A escritora encerrou a palestra declamando dois poemas autorais.  

    A desembargadora federal Joana Carolina, uma das organizadoras do evento, agradeceu a presença da professora e falou sobre a importância da literatura. “Também estamos aqui para lembrar o quão a literatura, a leitura é importante para todos nós; o quão os livros abrem nossos horizontes e nos tornam cidadãos críticos, cidadãos com opinião”, pontuou a magistrada.  

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • CNJ promove webinário “Construindo Equidade: Protocolos para Julgamento com Perspectiva de Gênero e Racial no Atendimento às Mulheres” Última atualização: 19/03/2025 às 21:01:00

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) irá promover, na próxima quinta-feira (20/03), das 9h às 19h, o webinário “Construindo Equidade: Protocolos para Julgamento com Perspectiva de Gênero e Racial no Atendimento às Mulheres”. O evento acontece em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), por meio do Programa Justiça Plural e do Comitê de Acompanhamento e Capacitação sobre Julgamento com Perspectiva de Gênero.

    A iniciativa ocorre no contexto do Dia Internacional da Mulher e visa a debater a aplicação dos Protocolos para Julgamento com Perspectiva de Gênero e Racial no Sistema de Justiça, além de destacar a importância da abordagem interseccional para a promoção da equidade e inclusão.

    A programação completa e o link para inscrições estão disponíveis napágina do webinário Construindo Equidade.

     

    Por: Divisão de Comunicação Social TFR5


  • TRF5 determina reparação e compensação por danos ambientais à Praia de Toquinho em PE Última atualização: 19/03/2025 às 16:33:00

    A Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 condenou três réus a indenizarem, no valor de R$ 500 mil, cada um, danos morais coletivos causados por obras e intervenções irregulares em dois trechos da Praia de Toquinho, município de Ipojuca (PE).

    A Corte determinou, ainda, a elaboração e a execução de um Projeto de Recuperação de Área Degradada (PRAD), com medidas de mitigação e compensação dos danos ambientais, além da retirada de um muro de arrimo, numa área aterrada conhecida como Pontal de Toquinho, que cerca apenas a edificação pertencente ao réu que o construiu, e de parte de obras rígidas (muretas) localizadas às margens de canais que dão acesso ao Rio Sirinhaém. A decisão confirma, parcialmente, a sentença da 35ª Vara da Justiça Federal em Pernambuco (JFPE).

    A Ação foi ajuizada, em 2004, pelo Ministério Público Federal (MPF), após a instauração de procedimento administrativo na Procuradoria da República, no qual foram reunidos vários autos de infração lavrados contra os réus, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e pela Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), autarquia do estado de Pernambuco. Posteriormente, a União Federal e a CPRH também se habilitaram no polo ativo do processo. Após a prolação da sentença de primeira instância, MPF, CPRH e réus apelaram da decisão ao TRF5.

    No recurso de Apelação, o MPF e a CPRH pediram a condenação dos réus nos pedidos não acolhidos na sentença de primeiro grau: medidas de mitigação e compensação por danos ambientais e obrigação de indenizar.

    Os réus, por sua vez, alegaram não serem responsáveis pelas obras impugnadas e não ter sido comprovado dano ambiental. Segundo eles, tratar-se de loteamento aprovado por lei em 1977, quando não existia procedimento de licenciamento ambiental ou exigência de Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) em área de zona urbana transformada pela ação humana. Argumentam, também, não se tratar de Área de Preservação Permanente (APP) ou empreendimento inserido em Áreas de Proteção Ambiental (APA) estadual. Ainda, de acordo com a defesa, a remoção das construções poderia promover implicações socioeconômicas e causar danos ao próprio meio ambiente.

    De acordo com a relatora do processo, desembargadora federal Joana Carolina, entretanto, as intervenções extrapolaram a área aprovada por lei, e o próprio município de Ipojuca, posteriormente, revogou a autorização para uma parte da área em questão. “Além disso, o que o município confere é uma autorização do ponto de vista administrativo. Isso não quer dizer que os réus estivessem desobrigados de observar a legislação ambiental vigente à época em que iniciadas as intervenções”, explicou.    

    PROCESSO Nº: 0000880-06.2004.4.05.8300

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5


  • MPPB investiga poluição e eventual prática de crime ambiental, no Rio Jaguaribe

    MPPB investiga poluição e eventual prática de crime ambiental, no Rio Jaguaribe

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou procedimento para apurar eventual poluição ambiental no Rio Jaguaribe, no município de João Pessoa, assim como a ocorrência de crime ambiental e/ou dano ao meio ambiente. Órgãos ambientais e governamentais já foram oficiados para apresentar informações sobre o assunto.

    A Notícia de Fato 002.2025.012588 foi instaurada pelo 42º promotor de Justiça de João Pessoa, Edmilson de Campos Leite Filho, que atua na defesa do meio ambiente e patrimônio social, após informações veiculadas na imprensa local sobre a formação de espuma branca no rio que corta toda a capital paraibana. “Medidas administrativas estão sendo tomadas no âmbito do Ministério Público, que eventualmente poderá adotar medidas legais para que seja debelada a poluição e responsabilizadas as pessoas e empresas que eventualmente estejam causando isso”, disse.

    Diligências

    O promotor de Justiça já determinou a expedição de ofício à Superintendência de Administração do Meio Ambiente da Paraíba (Sudema), solicitando que informe se possui registros de fiscalização ambiental na área mencionada na reportagem, encaminhando cópia dos eventuais autos de infração, relatórios de vistoria ou outros documentos relacionados. 

    Também foram oficiadas a Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa (Semam-JP) – para que informe sobre a existência de medidas administrativas adotadas para controle da poluição na região do rio afetada pela espuma – e a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), para que informe sobre os eventuais lançamentos irregulares de efluentes na área e sobre a operação da rede de esgoto nas proximidades do Rio Jaguaribe. 

    Outro órgão oficiado foi o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), ao qual foram solicitadas informações sobre eventuais ações fiscalizatórias promovidas na área e sobre as providências adotadas diante de possíveis danos ambientais.