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  • Integrantes da Mesa Diretora eleita para o biênio 2025-2027 cumprem agenda de visitas  
		Última atualização:  25/02/2025 às 15:22:00

    Integrantes da Mesa Diretora eleita para o biênio 2025-2027 cumprem agenda de visitas Última atualização: 25/02/2025 às 15:22:00

    O desembargador federal Roberto Machado, a desembargadora federal Joana Carolina e o desembargador federal Leonardo Resende realizaram, ontem (24/02), visitas institucionais, com o objetivo de entregar os convites para a posse da nova Mesa Diretora do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. A cerimônia acontece no dia 31 de março. Roberto Machado ocupará o cargo de presidente; Joana Carolina o de vice-presidente; e Leonardo Resende será o novo corregedor-regional.  

    Os magistrados e a magistrada visitaram o prefeito da cidade do Recife, João Campos, o presidente e o vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT6), desembargadores Ruy Salathiel e Eduardo Pugliese, respectivamente, e o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto.  

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Pré-inscrições para Cursos Avançados de Ciência de Dados para o Poder Judiciário estão abertas Última atualização: 25/02/2025 às 15:50:00

    Estão abertas, até o dia 06/03 (quinta-feira), as pré-inscrições para os Cursos Avançados de Ciência de Dados para o Poder Judiciário (R Avançado para Ciência de Dados, Python Avançado para Ciência de Dados e Power BI Avançado para Análise de Dados). A iniciativa é uma parceria entre o Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional de Justiça (DPJ/CNJ), o Departamento de Estatística da Universidade Federal do Paraná (DEST/UFPR) e o Programa Justiça 4.0. 

    Os cursos síncronos terão início no dia 17/03 e são voltados para magistrados(as) e servidores(as) que já participaram de cursos anteriores e/ou que possuam conhecimentos básicos nas linguagens de programação e ferramentas abordadas. 

    As pré-inscrições podem ser realizadas através de formulário eletrônico. Clique aqui para acessar.   

    Após avaliação do comitê organizador, a lista de selecionados(as) será divulgada. A previsão é de que o resultado seja publicado no dia 12/03, por e-mail e via página dos cursos.   

    Mais informações estão disponíveis no portal do CNJ 

    Dúvidas: cursocienciadedados@cnj.jus.br 

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5


  • Corregedoria-Geral lança prêmio Boas Práticas em Rede para incentivar inovação e eficiência 
		Última atualização:  26/02/2025 às 12:52:00

    Corregedoria-Geral lança prêmio Boas Práticas em Rede para incentivar inovação e eficiência Última atualização: 26/02/2025 às 12:52:00

    A Corregedoria-Geral da Justiça Federal (CG) instituiu, por meio da Portaria CJF n. 127/2025, o prêmio Boas Práticas em Rede (Replicabilidade, Eficiência, Desenvolvimento Conjunto e Excelência), que visa reconhecer e premiar as melhores iniciativas que promovem eficiência, inovação, transparência e aprimoramento contínuo das práticas judiciais e administrativas na Justiça Federal.

    O objetivo da premiação não é apenas destacar os resultados alcançados, mas também compartilhar essas iniciativas inovadoras com as demais Regiões, incentivando a replicação de boas práticas na Justiça Federal.

    As inscrições para o prêmio estarão abertas de 25 de fevereiro a 17 de março.

    As Corregedorias Regionais da Justiça Federal poderão submeter até cinco iniciativas para avaliação.

    As ações serão avaliadas por uma comissão do Conselho da Justiça Federal (CJF), composta pelo secretário-geral do CJF, por magistrados(as) indicados(as) pela Corregedoria-Geral da Justiça Federal, por um(a) magistrado(a) indicado(a) pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE) e por representantes do CJF.

    A entrega do prêmio ocorrerá no 1º Encontro Nacional de Inovação e Boas Práticas da Justiça Federal, nos dias 14 e 15 de maio de 2025. No evento, as práticas finalistas de cada Região serão apresentadas ao público. A Região cuja iniciativa for vencedora, além de receber o prêmio, será agraciada com o selo de reconhecimento Boas Práticas em Rede.

    Por: Ascom/CJF


  • Judiciário tem oito meses para julgar 36.268 ações por improbidade administrativa 
		Última atualização:  26/02/2025 às 15:09:00

    Judiciário tem oito meses para julgar 36.268 ações por improbidade administrativa Última atualização: 26/02/2025 às 15:09:00

    O ano de 2025 teve início com juízes e juízas em todo o país debruçados sobre as ações de improbidade administrativa que precisam ser julgados até 26/10. Elas representam um estoque de 36.268 processos. A data-limite para o julgamento se refere ao prazo em que expira a prescrição intercorrente de quatro anos estabelecida na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Agravo em Recurso Extraordinário (ARE) 843.989.

    Ao apreciar o caso, o STF determinou que os prazos prescricionais previstos na Lei n. 14.230 de 25/10/2021, que versa sobre a improbidade administrativa, seriam aplicados a partir da sua publicação. Com a decisão do Supremo, os tribunais aprovaram, no 18ª Encontro Nacional do Poder Judiciário, em dezembro de 2024, mudanças na Meta Nacional 4, que diz respeito ao combate à corrupção.

    A meta passou a prever que as Justiças Estadual e Federal, além do Superior Tribunal de Justiça (STJ), identifiquem e julguem, até 26/10/2025, todas as ações de improbidade administrativa distribuídas até 26/10/2021.

    Prescrição intercorrente

    A prescrição intercorrente se refere ao novo prazo em que as sanções previstas na Lei 14.230/2021 podem ser aplicadas mesmo após os oito anos iniciais de prazo, como previsto no art. 23 da lei. Segundo ele, as sanções por atos de improbidade administrativa prescrevem em oito anos, contados a partir da ocorrência do fato ou, no caso de infrações permanentes, do dia em que cessou a permanência.

    Porém, o artigo dispõe também que um novo prazo – desta vez de quatro anos – pode se iniciar em cinco hipóteses. Uma delas é a publicação de decisão ou acórdão do Supremo Tribunal Federal que confirma acórdão condenatório ou que reforma acórdão de improcedência. A outra hipótese considera o mesmo ato por parte do STJ.

    As outras hipóteses para reinício da contagem do prazo prescricional são: o ajuizamento da ação de improbidade administrativa; a publicação da sentença condenatória; e a publicação de decisão ou acórdão de Tribunal de Justiça ou Tribunal Regional Federal que confirma sentença condenatória ou que reforma sentença de improcedência.

    Uma vez que a possibilidade de ser aplicada a prescrição intercorrente para as sanções por improbidade administrativa deu-se a partir da publicação da Lei n. 14.230, de 25/10/2021, os quatro anos seguintes terão sua primeira expiração em 26/10/2025.

    “O julgamento prioritário das ações relacionadas à improbidade administrativa confirma o compromisso do Poder Judiciário no combate à corrupção. A moralidade, a legalidade e a preservação da probidade são normas constitucionais que devem ser observadas por todos os integrantes e pessoas envolvidas na Administração Pública”, afirma o coordenador do Departamento de Gestão Estratégica (DGE) e juiz auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Fábio Cesar Oliveira.

    Improbidade administrativa

    A improbidade administrativa é todo ato realizado por agente público que fira os princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade e da eficiência na Administração Pública, previstos na Constituição Federal.

    O julgamento do ARE 843.989 tornou mais urgente o que já era uma das prioridades do Judiciário desde 2013, com a definição da meta nacional que inclui, também, o impulsionamento dos processos sobre crimes contra a Administração Pública e os ilícitos eleitorais. Para esses temas, há percentuais de cumprimento específicos.

    Coordenadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), as Metas Nacionais são fruto de um trabalho colaborativo junto com os tribunais de todos os segmentos. A partir de 2024, a Meta 4 voltada ao combate à corrupção passou a ser identificada por um ícone que representa a relação da Justiça com o fim da impunidade, na cor laranja, sinalizando urgência.

    Por: Agência CNJ de Notícias


  • Representantes da JF5 participam de oficina de design da Política da Pessoa com Deficiência  
		Última atualização:  26/02/2025 às 16:39:00

    Representantes da JF5 participam de oficina de design da Política da Pessoa com Deficiência Última atualização: 26/02/2025 às 16:39:00

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizou, nos dias 24 e 25/02, oficinas de design da política da pessoa com deficiência, voltadas para o âmbito judicial. O evento reuniu pessoas com deficiência e especialistas em acessibilidade e inclusão para a construção participativa da Política Nacional da Pessoa com Deficiência. A Justiça Federal da 5ª Região (JF5) teve participação importante nas reuniões, com representantes das Comissões de Acessibilidade e Inclusão tanto do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 quanto das Seções Judiciárias vinculadas (Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe). 

    Representaram o TRF5 a diretora da Divisão de Desenvolvimento Humano (DDH), Isaura Rodrigues, e a servidora Rebeca Araújo. Além da construção da Política, as reuniões também foram uma oportunidade para fortalecer práticas inclusivas e promover um ambiente mais acessível no Poder Judiciário. 

    Acessibilidade e inclusão na JF5  

    Desde 2021, a JF5 tem se destacado na realização de oficinas voltadas à acessibilidade e inclusão, como parte da programação da Semana de Acessibilidade. Essas iniciativas têm proporcionado um espaço para o compartilhamento de boas práticas, troca de experiências e proposição de novas iniciativas que contribuam para o fortalecimento da inclusão no sistema judicial. 

    Para a diretora do DDH do TRF5, a realização das oficinas pelo CNJ representa um importante passo na construção de políticas que assegurem a acessibilidade e a inclusão de todas as pessoas no Poder Judiciário. “A participação ativa da equipe do TRF5 e das Seções Judiciárias da 5ª Região reforça o compromisso contínuo com essas práticas e a importância do trabalho colaborativo para promover um ambiente mais acolhedor e inclusivo para todos”, avaliou Isaura Rodrigues. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • DSI elabora cartilha com dicas de segurança no Carnaval 
		Última atualização:  26/02/2025 às 18:13:00

    DSI elabora cartilha com dicas de segurança no Carnaval Última atualização: 26/02/2025 às 18:13:00

    Com o objetivo de promover um Carnaval mais seguro para quem deseja curtir a folia de Momo, a Diretoria de Segurança Institucional (DSI) do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 elaborou uma cartilha com orientações de segurança.

    Confira as dicas:

    1 – Durante o Carnaval, evite usar joias, relógios e acessórios de valor que possam chamar atenção. Em caso de assalto, não reaja. Mantenha a calma e fale com serenidade, evitando aumentar a tensão. Caso haja a necessidade de levar o celular, mantenha-o em bolsos internos ou acessórios específicos para a guarda do aparelho. Nesse período, há aumento na circulação de armas brancas – até mesmo garrafas podem se tornar objetos de ilícitos.

    2 – Atenção redobrada durante o consumo de bebidas na rua, pois com o calor atual é essencial a regular hidratação. Por isso, é importante ficar atento na hora de comprar bebidas na rua. Procure sempre um lugar confiável. O folião deve se certificar de que as embalagens estejam lacradas. Ainda que seja um momento de folia, não aceite bebidas oferecidas por estranhos ou com procedência duvidosa, tampouco deixe a bebida exposta e sem vigilância quando for ao banheiro, a fim de evitar o golpe “boa noite cinderela” ou “droga do estupro”.

    3 – Em meio à folia, a chance de as pessoas caírem em alguns golpes relacionados ao pagamento com cartão ou celular aumenta. Diante disso, recomenda-se não levar objetos de grande valor nem carteiras. O ideal é levar dinheiro em espécie e um documento de identificação. Caso seja imprescindível levar cartão de crédito e/ou débito, desabilite a opção de pagamento por aproximação.

    4 – Para o folião que for participar de eventos fechados, como clubes e salões, é importante observar se o lugar cumpre medidas de segurança e de escape, contendo equipamentos como extintores, porta corta-fogo e saídas de emergência.

    5 – Caso o evento seja realizado em local próximo, evite o uso de veículo. Nesse período, os riscos de danos e a dificuldade com vagas para estacionamento aumentam.

    6 – Se for pegar rodovias ou estradas, procure instalar um “tag pedágio”. Assim, você evita filas.

    7 – Pais e responsáveis que queiram aproveitar o Carnaval com a criançada devem estar atentos aos cuidados especiais. É prudente colocar uma pulseira de identificação na criança, com os nomes dos responsáveis e pelo menos um telefone de contato. Também é importante orientar a criança a dizer seu nome e dos responsáveis a um agente de segurança devidamente uniformizado, caso se perca dos responsáveis. Quando houver necessidade de uso do banheiro por mulheres e crianças, recomenda-se que haja o acompanhamento de outro adulto até a porta.

    8 – Procure ficar em grupo o tempo todo e avise se for se afastar, de preferência, combinando um ponto de encontro.

    9 – É sabido por todos que durante as festas de Carnaval há um crescimento significativo dos casos de assédio, especialmente contra mulheres. Durante esse período, infelizmente, não é incomum mulheres serem alvos de condutas invasivas no meio dos blocos e bailes. Comportamentos como “roubar” beijo, tocar o corpo de alguém sem permissão, uso de expressões ofensivas, puxar o cabelo ou ameaças podem caracterizar importunação sexual, a crime previsto no artigo 215-A do Código Penal, com pena de 1 ano a 5 anos de reclusão, além da Lei nº 14.786, de 28/12/2023 (Protocolo “Não é Não – Mulheres Seguras”). O consentimento é essencial em qualquer situação.

    Telefones de emergência:

    180 – Central de Atendimento à Mulher;
    190 – Polícia Militar;
    191 – Polícia Rodoviária Federal;
    192 – SAMU;
    193 – Corpo de Bombeiros.

     

    Baixe a cartilha:

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5

  • Segunda Reunião Aberta da Rede de Inteligência do TRF5 acontecerá em março 
		Última atualização:  07/03/2025 às 12:28:00

    Segunda Reunião Aberta da Rede de Inteligência do TRF5 acontecerá em março Última atualização: 07/03/2025 às 12:28:00

    A Segunda Reunião Aberta da Rede de Inteligência do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 acontecerá no próximo dia 13/03 (quinta-feira), das 9h às 13h, na Sala Capibaribe (edifício-sede do TRF5). O evento será realizado de forma híbrida, com transmissão pelo canal do TRF5 no YouTube, e contará com a participação da coordenadora da Rede, desembargadora federal Germana Moraes; do corregedor-regional da Justiça Federal da 5ª Região, desembargador federal Leonardo Carvalho; da desembargadora federal Joana Carolina; do desembargador federal Leonardo Resende; da desembargadora Maria da Graça Peres e do desembargador José de Ribamar Froz, ambos do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA); da professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE),Flavianne Bitencourt; além dos(as) integrantes dos Centros Inteligência da Justiça Federal da 5ª Região (JF5). 

    O encontro visa a apresentação dos trabalhos desenvolvidos pela Rede e pelos Centros de Inteligência e pela Corregedoria-Regional, bem como ao compartilhamento de experiências com outros órgãos do Sistema de Justiça, entidades públicas e sociedade civil. Na ocasião, haverá, também, o lançamento do Portal da Justiça Restaurativa na página do TRF5.

    Entre os temas que serão abordados na reunião estão:“Apresentação da Rede e Resumo das Atividades 2023-2025”; “Diálogos interativos sobre Justiça Restaurativa”; “Diálogos interativos sobre Direitos Coletivos das Comunidades Quilombolas”; “Diálogos interativos sobre Direitos Coletivos dos Povos Indígenas”; “Diálogos interativos sobre tecnologias, repercussão geral, precedentes e convencionalidade”; “Entrega do Relatório de Atividades da Rede de Inteligência da Justiça Federal da 5ª Região”; e “Entrega do Relatório de Atividades da Corregedoria-Regional Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5


  • Corregedoria-Geral de Justiça do TJPB conclui correição em Cuité

    Encerramento dos trabalhos de correição em Cuité
    Encerramento dos trabalhos de correição em Cuité

    Depois de três dias de trabalho intenso, a Corregedoria-Geral de Justiça da Paraíba concluiu a Correição Ordinária na 1ª Vara da Comarca de Cuité, sob o comando do corregedor-geral de Justiça, desembargador Leandro dos Santos, que teve a preocupação de, não só inspecionar, mas de orientar. Os juízes-corregedores Fábio Leandro, Gustavo Lyra e Renata Câmara deram o suporte necessário ao bom desenvolvimento das atividades, como também os servidores e servidoras da CGJ. Ao final da correição, o desembargador Leandro dos Santos falou a respeito dos trabalhos, que tiveram início na segunda-feira (24) e terminaram nessa quinta-feira (27).

    “Durante esse período, avaliamos a real situação dos trabalhos da unidade judiciária que passou pela correição. Também dialogamos com os advogados, conselho tutelar e a equipe do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Inspecionamos também a Cadeia Pública de Cuité e os cartórios extrajudiciais. Importante dizer que o papel da Corregedoria não é, apenas, inspecionar e punir. Nossa função é orientar servidores e juízes para o melhoramento da prestação dos serviços da Justiça”, comentou o desembargador Leandro dos Santos.

    Desembargador Leandro dos Santos coordenou os trabalhos
    Desembargador Leandro dos Santos coordenou os trabalhos

    De acordo com o juiz Fábio Leandro, o trabalho realizado foi minucioso, com a análise criteriosa dos processos em tramitação na referida unidade judicial, “ouvindo tanto o magistrado, servidores e representantes da Ordem dos Advogados do Brasil local, objetivando descobrir os motivos para o alto índice de congestionamento dos processos e, assim, orientar o magistrado no gerenciamento da 1 ª Vara de Cuité e consequentemente alcançar uma melhor prestação jurisdicional”, destacou o magistrado, com competência no campo dos processos judiciais.

    Segundo a juíza Renata da Câmara Pires, a correição foi uma ótima oportunidade para o corregedor-geral verificar todo o sistema de Justiça de Cuité. A magistrada é responsável pelas visitas técnicas às serventias extrajudiciais. “Na oportunidade, constatamos as reais dificuldades de cada ofício. Fiz questão de visitar nove cartórios nos municípios da Comarca e em distritos. Em geral, apresentaram ótimas estruturas físicas, de recursos humanos e de tecnologia”. 

    No papel de orientadora e fiscalizadora da CGJ, a juíza Renata Câmara sugeriu algumas alterações de rotina de trabalho. “O momento foi também de reconhecimento a ações proativas de alguns cartórios, dignas de aplauso, a exemplo da atuação do Ofício de Registro Civil de Pessoas Naturais de Cuité – Cartório Irani Macedo Dantas Pereira, frente a CRC, com a Central de Informações de Registro Civil de Pessoas Naturais, e do Ofício Único de Nova Floresta”, exemplificou. 

    O juiz Gustavo Lyra também fez uma avaliação positiva dos trabalhos correicionais, sobretudo na Cadeia Pública de Cuité. Para o magistrado, a unidade está bem cuidada e seus setores bem estruturados. A Cadeia Pública tem capacidade para 40 presos e, além dos 56 homens que cumprem pena em regime fechado, 26 pessoas estão no regime aberto e 36 apenados no semiaberto.

    “Constatamos que a cadeia é organizada e limpa. Ao lado do desembargador Leandro fomos em cada cela e conversamos com todos os homens que estão privados de liberdade. Vamos nos certificar e trabalhar em cada processo para saber se está tudo regularizado e se as penas estão devidamente computadas. Dessa forma, vamos dar uma satisfação a essa população carcerária”, informou o magistrado, responsável pela parte criminal e de Execução Penal.

    Equipe da corregedoria-geral de Justiça
    Equipe da corregedoria-geral de Justiça

    Gerências – A Corregedoria-Geral de Justiça tem em seu cronograma duas gerências: Fiscalização Judicial e Fiscalização Extrajudicial. O gerente de Fiscalização Judicial, Ney Robson Pereira de Medeiros, disse que esse segmento tem a missão de preparar o ambiente para que o Corregedor e os juízes-corregedores possam realizar as análises necessárias à identificação da real situação da unidade Judicial e, a partir daí, expedir elogios, recomendações, orientações e, se for o caso, determinações para corrigir eventuais incorreções procedimentais nas atividades judiciais e administrativas. “Na Comarca de Cuité, onde foi correicionada a 1ª Vara, nós auxiliamos na expedição de relatórios, análise dos processos eletrônicos, preparação de documentos, entre outras atividades que foram necessárias ao bom andamento dos trabalhos”, explicou.

    Segundo o gerente de Fiscalização Extrajudicial da CGJ, Sebastião Alves, as serventias extrajudiciais foram fiscalizadas, em grande parte, quanto ao estado e regularidade de remessa de dados às centrais eletrônicas, “bem como quanto ao recolhimento aos Fundos para Implementação e Custeio do Serviço Eletrônico de Imóveis, de Registro Civil das Pessoas Naturais e de Registro de Títulos e Documentos e Civil das Pessoas Jurídicas. Ainda foram avaliados aspectos da estrutura física da serventia, da qualidade de conservação do acervo e sua digitalização”, informou. 

    Equipe – Também participaram da Correição na 1ª Vara de Cuité a servidora da Gerência de Fiscalização Judicial, Nilma Olinto Simões; os assessores da CGJ, Roberto Varelo Bonfim, Leonor Araújo Dantas, Camilla Cristina Assis de Castro Mariz, Adriano Alves Lopes; e a supervisora da Gerência de Fiscalização Judicial, Rayana Tarciclara dos Santos.

    Por Fernando Patriota

     

  • Tecnologia: TJPB vai facilitar acesso às informações e aos dados por meio de painéis de BI dentro do PJe

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    Apresentação dos painéis de disponibilização de dados

    O Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), tem investido em ferramentas tecnológicas que prometem mais transparência, facilidade no acesso a dados e, consequentemente, melhor capacidade de gestão para as unidades judiciárias. Nesta sexta-feira (28), os dirigentes do Judiciário estadual paraibano puderam conhecer os painéis de disponibilização de dados em desenvolvimento, entre eles, o Painel de Metas, que será entregue ainda no mês de março na Plataforma PJe, conforme cronograma da Ditec.

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    Solução de TI deve facilitar demandas e deixar a justiça mais célere

    O presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, enalteceu os projetos e afirmou que as inovações estão alinhadas com as prioridades de sua gestão e que serão traduzidas em melhorias para todos os usuários da justiça. “Agradeço o empenho de todos. Apresentamos muitas ideias e é gratificante ver esta materialização acontecer. São ferramentas fantásticas, que facilitarão o nosso trabalho”, avaliou.

    Também o vice-presidente, desembargador João Batista Barbosa, expressou a satisfação com o aprimoramento tecnológico em desenvolvimento. “A busca por ferramentas tecnológicas que agilizem e melhorem a qualidade dos serviços judiciais é fundamental para atender melhor a sociedade. O sonho de todo magistrado que se dedica à solução das demandas é ter uma justiça célere e, quando recebemos ferramentas como estas, que vão nos ajudar a entregar respostas mais imediatas e qualificadas, ficamos muito satisfeitos”, declarou.

    Apresentação dos projetos – O diretor de Tecnologia da Informação do TJPB, Daniel Melo, apresentou as novas ferramentas de BI (business intelligence) e destacou suas vantagens e funcionalidades.

    Os painéis estão sendo desenvolvidos para acesso rápido e fácil pelas unidades judiciárias e administrativas. A sociedade paraibana também terá acesso a informações, por meio de observatórios, que, no primeiro semestre, trarão informações sobre violência doméstica, infância e juventude e demandas predatórias.

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    Daniel Melo, diretor de TI do TJPB, durante apresentação

    “Este projeto iniciado tem o objetivo de reestruturar a área de dados do Tribunal de Justiça, por meio da simplificação do acesso à informação, que promete não só facilitar o trabalho dos magistrados e servidores no gerenciamento da unidade, mas também trazer um impacto positivo para o público em geral”, explicou o diretor de TI, enfatizando que está seguindo a diretriz do presidente de aproximar a população do judiciário e democratizar o acesso aos dados.

    Daniel Melo acrescentou que, na medida em que as ferramentas forem lançadas, serão realizadas capacitações para uniformizar o conhecimento e promover o engajamento de magistrados e servidores na utilização da solução. Para tanto, existe um cronograma de entregas mensais, demonstrando o compromisso com avanços contínuos para a gestão do tribunal.

    Para a gerente de Dados do TJPB, Renata Grigório, o impacto dessa mudança promete melhorar a eficiência e a tomada de decisão com base em dados. “A informação acessível oferecerá maior celeridade ao trabalho dos juízes e às próprias unidades em suas tarefas de gestão”, asseverou.

    Renata ressaltou que a disponibilização dos dados facilita, ainda, a visualização de algumas movimentações feitas de forma errada no sistema, o que permitirá a devida correção.

    De acordo com o juiz auxiliar da Vice-Presidência, Max Nunes, as ferramentas apresentadas permitirão uma atuação estratégica, tanto na gestão processual de gabinete quanto na área administrativa da unidade. “Os painéis refletirão, em tempo real, os dados à disposição do Tribunal, cuja extração, atualmente, ainda precisa ser demandada a um setor específico. Desta forma, as informações estarão disponíveis diretamente para o usuário/gestor”, apontou. 

    Por Gabriela Parente

     

  • Coinju destaca importância do controle em autorizações de viagem para menores de 16 Anos

    Juiz Hugo Zaher
    Juiz Hugo Zaher

    A Coordenadoria da Infância e Juventude (Coinju) do Tribunal de Justiça da Paraíba destacou como significativa a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em reforçar a obrigação do reconhecimento de firma em cartório nas autorizações de viagem para menores de 16 anos desacompanhados. 

    Para o coordenador da Coinju, juiz Hugo Gomes Zaher, a autorização para a viagem de crianças e adolescentes desacompanhados é uma medida essencial de proteção, garantindo a segurança do público infantoadolescente e evitando situações de vulnerabilidade, como o tráfico de pessoas ou deslocamentos sem o conhecimento dos responsáveis. 

    “Durante períodos de grande movimentação, como o Carnaval, esse controle se torna ainda mais relevante, pois há um aumento significativo no fluxo de viagens interestaduais e intermunicipais”, enfatizou o magistrado.

    Ele lembrou, ainda, que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece regras claras sobre essa autorização, sendo necessário que crianças e adolescentes menores de 16 anos que viajem desacompanhados dos pais ou responsáveis obtenham autorização judicial ou extrajudicial, que são emitidas em cartório ou por meio da Autorização Eletrônica de Viagem (AEV), regulamentada pelo CNJ.

    “A fiscalização dessas viagens é fundamental e cabe às empresas de transporte rodoviário, aeroportos e órgãos de segurança verificar se a documentação está regular. Além disso, é importante que os pais e responsáveis estejam atentos às exigências e realizem os procedimentos com antecedência, evitando transtornos no momento do embarque”, pontuou o coordenador da Coinju.

    O TJPB, por meio das Varas da Infância e Juventude, acompanha a emissão de autorizações judiciais nos casos excepcionais em que há necessidade e reforça a importância da adoção dessas medidas de segurança. “Nosso compromisso é garantir que as crianças e adolescentes possam viajar com tranquilidade, assegurando que seus direitos sejam preservados”, realçou o juiz Hugo Zaher.

    Como acessar – Para mais informações sobre quem precisa da autorização, onde obtê-la e quais os documentos necessários, os responsáveis podem acessar o site www.autoriza.net, plataforma criada pelos Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, o qual facilita o entendimento sobre os procedimentos e requisitos exigidos para as viagens de menores.

    “A recomendação é que, antes da viagem, os responsáveis consultem um cartório ou a unidade judiciária da infância mais próxima para esclarecer dúvidas e providenciar a documentação exigida, garantindo uma viagem segura e sem intercorrências para crianças e adolescentes”, reforçou o juiz Hugo Zaher.

    Por Lila Santos

    Com informações da Agência CNJ de Notícias