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  • XIV Encontro Nacional dos Usuários do PJe é encerrado com balanço positivo no TJPB

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    Foto dos Participantes do evento

    Evento reuniu representantes de mais de 20 tribunais e do CNJ

    Após uma manhã dedicada a palestras sobre aprimoramento e automatização de fluxos no Processo Judicial Eletrônico (PJe), o XIV Encontro Nacional dos Usuários do PJe foi encerrado com sucesso na tarde desta sexta-feira (24), no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), em João Pessoa.

    O evento reuniu representantes de mais de 20 tribunais brasileiros e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), promovendo o diálogo sobre inovações tecnológicas, integração de sistemas e intercâmbio de experiências entre as instituições.

    O encerramento foi conduzido pelo juiz auxiliar da Vice-Presidência do TJPB, Max Nunes, que agradeceu aos integrantes do Comitê, aos representantes do CNJ, aos tribunais participantes e à equipe da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec) pelo empenho e pelas contribuições apresentadas durante os dois dias de atividades.

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    Juiz Max Nunes (Centro) fez o encerramento do evento

    “Foram momentos de integração e convivência que evidenciaram a importância de mantermos essa rede colaborativa. Que as ideias aqui nascidas possam ser

    efetivadas e que a Paraíba tenha inspirado não apenas a vontade de retornar, mas também de produzir, inovar e avançar”, destacou o magistrado.

    O diretor de Tecnologia da Informação do TJPB, Daniel Ayres de Melo, ressaltou que o encontro foi uma verdadeira maratona de discussões sobre inovação.

    “Passamos dois dias inteiramente dedicados ao PJe, que é um patrimônio do Brasil. Os tribunais que trouxeram seus trabalhos estão de parabéns, vimos

    projetos inovadores que serão compartilhados e certamente vão enriquecer todo o ecossistema do PJe”, avaliou.

    Já o presidente do Comitê Nacional do PJe, juiz Diego Cabral, fez um balanço positivo do evento e destacou os avanços alcançados. 

    “Os objetivos que tinham sido traçados para o evento foram todos atingidos. Voltamos para casa motivados a seguir desenvolvendo novas soluções”, concluiu.

    Os temas abordados podem ser consultados na PROGRAMAÇÃO – clique aqui

    Por Gabriela Parente

    Fotos Ednaldo Araújo 

  • Ministério da Saúde apresenta resultados do Inquérito Nacional de Incapacidades da Hanseníase

    O Ministério da Saúde (MS) disponibilizou, na terça-feira (21), a publicação “Análise das Incapacidades Provocadas pela Hanseníase no Brasil: um Inquérito Nacional”. O documento apresenta a investigação realizada nos anos de 2022 a 2024, além de um panorama detalhado sobre as condições de saúde e de incapacidades relacionadas à hanseníase em 2.711 pacientes diagnosticados entre 2015 e 2019, de 217 municípios de todas as unidades federativas, que receberam alta por cura. O estudo é uma ferramenta importante na compreensão dos impactos pós-alta da doença e no subsídio a políticas públicas de mitigação. 

    As informações organizadas no inquérito apontaram para a prevenção de incapacidades como um dos maiores desafios no contexto da hanseníase, uma vez que exige diagnóstico precoce e vigilância contínua e eficaz. A necessidade de atenção ocorre tanto durante quanto após o tratamento, considerando que as deficiências podem surgir em diferentes etapas do processo. Além disso, os dados apresentam como importante o fortalecimento das ações de prevenção, estratégias para controle, vigilância de episódios reacionais e acompanhamento pós-tratamento, fundamentais para atenuar progressões de incapacidades e promover a inclusão social. 

    O Grau de Incapacidade Física (GIF) indica a existência de perda da sensibilidade protetora, força muscular e/ou deformidades visíveis em face, membros superiores e inferiores, com graduação que varia entre 0, 1 e 2 (sendo esta última, reconhecida como sinal de diagnóstico tardio), segundo detalhes constantes em material publicado pelo Ministério da Saúde em 2020 intitulado “Hanseníase no Brasil – Caracterização das Incapacidades Físicas”. 

    Em dezembro de 2024, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, assinou o Decreto nº 12.312, que regulamenta a Lei nº 11.520/2007 sobre a concessão de pensão especial para vítimas da hanseníase submetidas a isolamento e internação compulsória. 

    Evento nacional para apresentação dos resultados 

    Para fortalecer as ações de vigilância, cuidado e inclusão das pessoas acometidas pela hanseníase, o Departamento de Doenças Transmissíveis do MS realizou de 21 a 23 de outubro, o encontro “Inquérito Nacional das Incapacidades Decorrentes da Hanseníase no Brasil (2022–2024)”. O evento reuniu representantes de secretarias do Ministério da Saúde, do Ministério dos Direitos Humanos, da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS), de instituições de pesquisa, entidades da sociedade civil e da sociedade científica, e movimento social. A programação abordou temas relacionados à situação da hanseníase no Brasil e no mundo, os resultados do Inquérito Nacional de Incapacidades, além de estratégias voltadas ao cuidado integral das pessoas afetadas pela doença. Em destaque estão os debates sobre enfrentamento do estigma e da discriminação, reabilitação, prevenção de incapacidades e inclusão social. 

    Estiveram presentes na mesa de abertura, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão; a secretária nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Anna Paula Feminella; o presidente da Sociedade Brasileira de Hansenologia, Marco Andrey Frade; a assessora internacional da Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil, Maria Jesus Sanchez; a coordenadora de Apoio à Imunização e Monitoramento das Coberturas Vacinais, Flávia Alvarenga; o assessor técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, Alessandro Chagas; a coordenadora do Departamento de Hanseníase da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Carla Pires; e o coordenador nacional do Movimento  de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase, Elenilson de Souza. 

    Mariângela Simão destacou a importância do diagnóstico precoce e da promoção de ações de conscientização e prevenção. Segundo ela, a doença é complexa e exige alto grau de investigação, análise de dados e planejamento de ações concretas que alcancem à população afetada. “Medimos aquilo que valorizamos, mas só medir não é suficiente. É importante pensar o que faremos com esses dados para irmos além do diálogo e podermos chegar a ações que nos ajudem a tratar a saúde das pessoas quando mais precisam. Estamos aqui para ouvir, após esse evento e a interpretação dos números, o que podemos fazer, como governo, firmes no compromisso de eliminar a hanseníase enquanto problema de saúde pública”, disse a secretária da SVSA. 

    Em sua apresentação sobre os resultados do inquérito, a coordenadora-geral de Vigilância da Hanseníase e Doenças em Eliminação, Jurema Guerrieri, explicou que o documento apresenta uma visão abrangente das condições clínicas, sociodemográficas e das deficiências decorrentes da doença a partir dos resultados do estudo. Para ela, os três dias de evento são uma oportunidade de disseminar essas informações. “Trata-se de um espaço de diálogo e cooperação entre os diversos atores envolvidos na eliminação da hanseníase e na promoção de políticas públicas que assegurem cuidado integral, reabilitação e inclusão social”, argumentou. 

    A doença 

    A hanseníase é uma doença crônica causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que compromete principalmente a pele e os nervos periféricos. Entre os sintomas mais comuns estão manchas com perda de sensibilidade, formigamento e fraqueza muscular. A transmissão ocorre pelas vias respiratórias, em situações de contato próximo e prolongado com pessoas infectadas que ainda não iniciaram o tratamento. O diagnóstico é realizado nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), e o tratamento — disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) — é eficaz e garante a cura. 

    A hanseníase acomete pessoas de ambos os sexos e de qualquer idade. Entretanto, é necessário um longo período de exposição à bactéria, sendo que apenas uma pequena parcela da população infectada realmente adoece. As lesões neurais decorrentes conferem à doença um alto poder de gerar deficiências físicas e configuram-se como principal responsável pelo estigma e discriminação. 

    Os determinantes sociais da saúde, como condições de moradia, saneamento básico, alimentação, renda, escolaridade e acesso aos serviços de saúde, influenciam diretamente no risco de adoecimento e no diagnóstico tardio da hanseníase. Em comunidades mais vulneráveis, onde há maior desigualdade social, essas barreiras se somam e dificultam o acesso e qualidade da informação, bem como o tratamento, contribuindo para a manutenção da transmissão. 

    Em caso de suspeita, a orientação é procurar a UBS mais próxima e relatar os sintomas. O diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento são essenciais para interromper a transmissão, evitar incapacidades e garantir a cura.

    Suellen Siqueira
    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde investe R$ 25 milhões para ampliar rede Amigo da Criança com foco na redução da mortalidade materna e neonatal

    Para ampliar o cuidado desde o nascimento e reduzir as mortes maternas e neonatais, o Ministério da Saúde anuncia, nesta sexta-feira (24), em Brasília, a habilitação de 18 hospitais da Iniciativa Hospital Amigo da Criança. A medida integra a estratégia nacional de qualificação da atenção à gestante e ao bebê, com aumento do investimento anual de R$ 12 milhões para R$ 25 milhões. O anúncio também foi realizado na Bahia, em Pernambuco e no Paraná.

    No Hospital Universitário de Brasília (HUB), o ministro Alexandre Padilha, ressaltou a importância do cuidado com as crianças desde o nascimento. “O Hospital de Brasília é, de fato, um exemplo de hospital amigo da criança. Aqui vemos o cuidado humanizado em cada detalhe, a dedicação das equipes e a formação de profissionais comprometidos com o acolhimento. A pediatria nos ensina muito sobre empatia e escuta, desde se abaixar para falar com a criança até entender o papel da família nesse cuidado. Hoje, junto com o HUB, são mais 18 hospitais que passam a integrar essa rede de acolhimento e humanização no SUS, fortalecendo o presente e o futuro das nossas crianças.”, afirmou.

    Atualmente, o Brasil conta com 317 Hospitais Amigo da Criança habilitados em 26 estados e, agora, serão mais 18 novas unidades. Além disso, 56 hospitais passam por atualização de código de habilitação, processo que amplia o escopo da rede de hospitais ao incluir o Cuidado Amigo da Mulher, garantindo a permanência da mãe e do pai junto ao recém-nascido de risco.

    Essa atualização reconhece práticas de cuidado humanizado que fortalecem a atenção integral desde o parto até os primeiros dias de vida, etapa fundamental para a redução da mortalidade materna e neonatal. Em 2023, o país registrou 1.325 mortes maternas e 40.025 mortes neonatais. A razão de mortalidade materna chegou a 117 por 100 mil nascidos vivos em 2021 por conta do impacto da pandemia, e o índice passou para 55,3 em 2023. Os números reforçam a importância de ampliar e qualificar a rede de atenção à saúde da mulher e da criança em todo o território nacional.

    Integrada a outras ações do Ministério da Saúde, como a Rede Alyne, lançada em 2024, com a meta de reduzir em 25% as mortes maternas até 2027, e que já investiu mais de R$ 400 milhões na ampliação de exames de pré-natal e no financiamento de leitos e bancos de leite humano, a iniciativa Hospital Amigo da Criança foi criada em 1992, integra a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança e é referência na promoção do aleitamento materno e do cuidado humanizado no parto e no nascimento.

    Esses hospitais seguem os “10 passos para o sucesso do aleitamento materno”, definidos pela OMS e pelo Unicef, e cumprem as normas brasileiras de comercialização de alimentos para lactentes.

    Avanço no tratamento da hemofilia infantil

    O Ministério da Saúde mobiliza o país em defesa da ampliação do uso do medicamento Emicizumabe no Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento de crianças de 0 a 6 anos com hemofilia A. O medicamento já é disponibilizado pelo SUS para outras faixas etárias e tem potencial para beneficiar 1.038 pacientes, reduzindo em mais de 90% os episódios de sangramento, diminuindo hospitalizações, prevenindo sequelas articulares e garantindo mais conforto, segurança e qualidade de vida às crianças e suas famílias.

    “Hoje damos mais um passo importante no cuidado às nossas crianças com hemofilia A. Com a mudança no protocolo, será possível oferecer um tratamento mais moderno, seguro e humanizado, com aplicação subcutânea semanal, evitando o sofrimento de procedimentos endovenosos frequentes. Essa medida, somada a novos investimentos em hemocentros e equipamentos, reforça o compromisso do SUS com o tratamento especializado e com a qualidade de vida das crianças e de suas famílias.”, ressaltou o ministro Alexandre Padilha.

    O Emicizumabe é aplicado por via subcutânea, de forma semanal, substituindo o tratamento intravenoso frequente com o Fator VIII recombinante. A proposta de incorporação do Emicizumabe já foi analisada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), que emitiu parecer preliminar favorável à oferta do medicamento. Durante a consulta pública, a sociedade civil e entidades de pacientes enviaram contribuições positivas. O processo segue agora para análise final da comissão, prevista para novembro.

    Em apoio à decisão, o Ministério da Saúde promoveu, nesta sexta-feira (24), uma mobilização nacional com a participação de hemocentros, associações de pacientes e profissionais de saúde em seis estados, Pernambuco, Ceará, Paraná, Rio de Janeiro, Pará e Bahia, além do Distrito Federal, reforçando o compromisso do SUS com a inovação, a equidade e o cuidado integral à infância.

    Entrega de novo acelerador linear

    O Ministério da Saúde anunciou, nesta sexta (24), a entrega de um novo acelerador no município de Guaratinguetá (SP), ampliando o acesso ao tratamento oncológico no SUS. A ação do Programa Agora Tem Especialistas representa R$ 13,1 milhões em investimentos federais e beneficiará mais de 600 pacientes por ano, fortalecendo a capacidade da rede pública de oferecer radioterapia moderna e de qualidade.

    O programa Agora Tem Especialistas deve entregar 121 novos aceleradores lineares até o final de 2026.

    Edjalma Borges e Isabela Nóbrega
    Ministério da Saúde

  • Grupo Executivo Regional de Acessibilidade e Inclusão aprova Diretrizes de Acolhimento de Pessoas com Deficiência na JF5 Última atualização: 24/10/2025 às 10:40:00

    O Grupo Executivo Regional de Acessibilidade e Inclusão da Justiça Federal da 5ª Região (JF5) realizou, ontem (23/10), sua terceira reunião ordinária. O encontro foi marcado pela aprovação das Diretrizes de Acolhimento de Pessoas com Deficiência.

    O material aprovado é fruto da oficina “Nada Sobre Nós Sem Nós”, construída de forma participativa com pessoas com deficiência e, posteriormente, enriquecida pelos encontros e colaborações do grupo de trabalho regional. O material, elaborado por equipe multidisciplinar, foi também apresentado em evento científico nacional de Administração, como referência em práticas inovadoras de gestão inclusiva.

    As diretrizes seguem como recomendação para as ações realizadas no âmbito da 5ª Região, reafirmando o compromisso da JF5 com a acessibilidade, diversidade e inclusão, e em conformidade com a Resolução nº 401/2021, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que institui as diretrizes de Acessibilidade e Inclusão no Poder Judiciário. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Inscrições abertas para o evento “Experiência JCP: inovação centrada nas pessoas” Última atualização: 24/10/2025 às 11:24:00

    A Justiça Federal no Ceará (JFCE), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), realizará no dia 17 de novembro de 2025, na sede da JFCE em Fortaleza (Praça Murilo Borges, Centro), o evento “Experiência JCP: Inovação Centrada nas Pessoas”.

    A iniciativa integra o Projeto Justiça Centrada nas Pessoas (JCP), uma ação pioneira voltada a redesenhar serviços judiciais com base em evidências, escuta ativa, inovação e foco nas necessidades reais das pessoas usuárias, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade.

    O evento será um espaço dinâmico de integração entre Justiça Federal, academia, sociedade civil e órgãos do sistema de Justiça, reunindo palestras, oficinas, exposições e atividades interativas que promovem o pensamento crítico, a troca de experiências e a co-criação de soluções inovadoras.

    Durante a programação, serão apresentados resultados e produtos do Projeto JCP e de outros orgãos espalhados pelo Brasil, com destaque para ações de inovação desenvolvidas no Judiciário estadual, regional e nacional. O público também poderá interagir com especialistas e representantes de organizações, participar de workshops temáticos e vivenciar experiências imersivas voltadas à transformação da Justiça.

    O Experiência JCP contará com oficinas sobre design thinking, prototipagem de serviços, diversidade, inteligência artificial, cultura maker e ética digital, além de painéis, JudTalks, exposições, atividades culturais e estandes interativos.

    A participação é aberta a servidores(as), magistrados(as), estudantes, profissionais, pesquisadores(as), representantes de órgãos públicos, instituições de ensino e organizações da sociedade civil.

    Por que participar?

    Certificação para estudantes e professores, com carga horária válida para atividades de extensão;

    Participação em um ambiente de inovação voltado para a Justiça centrada nas pessoas;

    Palestras, oficinas e estandes interativos dedicados aos eixos do projeto: experiência do usuário, tecnologia, conhecimento, gestão de pessoas, governança e eficiência;

    Oportunidade de networking com especialistas, magistrados, servidores, estudantes e instituições parceiras;

    Acesso ao conteúdo e à cultura de inovação da Justiça Federal no Ceará.

    A JFCE, o TRF5 e o PNUD reforçam seu compromisso com uma Justiça que coloca as pessoas no centro e convida a comunidade acadêmica, servidores, parceiros e a sociedade a fazer parte desse movimento.

    Inscrições

    As inscrições são gratuitas e já estão abertas. Devem ser realizadas pela plataforma Doity até o dia 09 de novembro. Mais informações estão disponíveis no novo site oficial do Projeto Justiça Centrada nas Pessoas: justicacentradanaspessoas.jfce.jus.br.

    :: Serviço

    📅 Data: 17 de novembro de 2025

    📍 Local: Justiça Federal no Ceará – Praça Murilo Borges, Centro, Fortaleza/CE

    🔗 Inscrições: https://doity.com.br/experiencia-jcp

    🌐 Mais informações: https://justicacentradanaspessoas.jfce.jus.br/ 

    Por: Ascom/JFCE


  • Projeto Justiça Centrada nas Pessoas lança site oficial com informações, produtos e notícias sobre inovação no Judiciário Última atualização: 24/10/2025 às 11:29:00

    A Justiça Federal no Ceará (JFCE) lançou hoje o site oficial do Projeto Justiça Centrada nas Pessoas (JCP), uma plataforma criada para divulgar as ações, resultados e iniciativas voltadas à inovação, efetividade e humanização da JFCE. O endereço é justicacentradanaspessoas.jfce.jus.br.

    O site reúne informações completas sobre o projeto, seus seis eixos de atuação, as equipes envolvidas e os principais produtos desenvolvidos em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5). Também será um espaço de transparência e colaboração, com atualizações sobre editais, eventos, publicações, campanhas e resultados das ações do projeto.

    Com um design moderno, acessível e alinhado aos princípios de linguagem simples e comunicação inclusiva, o portal reforça o compromisso da Justiça Federal com a centralidade nas pessoas, promovendo uma experiência digital intuitiva e informativa.

    Entre os destaques, o site traz uma seção de notícias e oportunidades, o acesso direto ao Guia Prático de Atendimento a Pessoas em Situação de Rua na Justiça Federal no Ceará, e a página especial do evento “Experiência JCP: Inovação Centrada nas Pessoas”, que ocorrerá no dia 17 de novembro de 2025, na sede da JFCE, em Fortaleza.

    O lançamento do portal representa um marco na estratégia de comunicação e transparência do Projeto JCP, aproximando o público das ações de transformação institucional desenvolvidas pela Justiça Federal do Ceará com o apoio do PNUD e do TRF5.

    “O portal reforça o compromisso da Justiça Federal do Ceará com a inovação e a transparência e marca um ponto de encontro entre a Justiça e a sociedade. Ele traduz, em linguagem acessível, o espírito do Projeto JCP: inovação a serviço das pessoas”, destacou o juiz federal Julio Coelho, diretor do foro da JFCE.

    :: Acesse agora:

    🌐 https://justicacentradanaspessoas.jfce.jus.br/

    :: Sobre o Projeto

    O Justiça Centrada nas Pessoas (JCP) é uma iniciativa da JFCE, do TRF5 e do PNUD, que busca redesenhar e melhorar os serviços judiciais com base em evidências, escuta ativa e inovação, especialmente com foco em grupos em situação de vulnerabilidade. O projeto atua em seis eixos temáticos, que envolvem experiência da pessoa usuária, tecnologia, conhecimento, gestão de pessoas, governança e efetividade institucional. 

    Por: Ascom/JFCE


  • Protocolo para Julgamento com Perspectiva Racial já está disponível no site do TRF5  
		Última atualização:  24/10/2025 às 13:23:00

    Protocolo para Julgamento com Perspectiva Racial já está disponível no site do TRF5 Última atualização: 24/10/2025 às 13:23:00

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 publicou em seu site o Protocolo para Julgamento com Perspectiva Racial, documento que orienta a aplicação das diretrizes da Resolução nº 598/2024, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

    A medida estabelece parâmetros para que magistradas e magistrados brasileiros considerem a realidade racial e as particularidades de grupos historicamente discriminados em seus julgamentos, garantindo decisões judiciais mais justas e sensíveis às desigualdades sociais. 

    A publicação aborda conceitos como raça, etnia, racismo e vieses inconscientes e propõe etapas de trabalho com sensibilidade racial, a exemplo de escuta qualificada, análise de contexto e eliminação de preconceitos. O documento aplica-se a diferentes áreas da Justiça: família, cível, infância e juventude, penal, trabalhista, previdenciária e eleitoral. 

    O texto é resultado das atividades realizadas pelo Grupo de Trabalho instituído pela Portaria CNJ nº 73/2024, que elaborou o protocolo com base em tratados internacionais, no Estatuto da Igualdade Racial e no Pacto Nacional do Judiciário pela Equidade Racial, compromisso firmado pelo Poder Judiciário. 

    A Resolução determina, ainda, que os tribunais promovam cursos de formação e capacitação sobre direitos humanos, gênero, raça e etnia, de forma contínua, com o apoio das escolas da magistratura. Esses conteúdos passam a integrar os critérios de avaliação para o Prêmio CNJ de Qualidade. 

    Clique aqui e acesse o texto completo do Protocolo para Julgamento com Perspectiva Racial.  

     

    Confira abaixo a íntegra da Resolução CNJ nº 598/2024:  

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5

  • 2ª Pesquisa sobre Percepção e Avaliação do Poder Judiciário Brasileiro vai até 14/11 Última atualização: 24/10/2025 às 13:24:00

    Cidadãs e cidadãos brasileiros tem até o dia 14/11 para responder a 2ª Pesquisa sobre Percepção e Avaliação do Poder Judiciário Brasileiro. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio do Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ), está realizando estudo com base na percepção do público quanto aos serviços prestados pelo Poder Judiciário e seu funcionamento.

    A consulta pretende obter informações sobre o acesso ao sistema de justiça, o acompanhamento processual e a efetividade dos serviços jurisdicionais prestados, possibilitando o planejamento e desenvolvimento de melhorias para o Poder Judiciário.

    O estudo relaciona-se aos indicadores de desempenho do Macrodesafio “Fortalecimento da Relação Institucional do Judiciário com a Sociedade”, que se encontra no escopo da Estratégia Nacional do Poder Judiciário 2021-2026.

    Os questionários de pesquisa serão destinados a quatro públicos diferentes: cidadãos(ãs) que já tenham sido parte em algum processo judicial nos últimos cinco anos, advogados(as), defensores(as) públicos(as) e membros do Ministério Público.

    A coleta das respostas ocorrerá até 14 de novembro de 2025, mediante preenchimento de formulário online.

    Clique aqui, acesse o formulário e contribua com o aprimoramento do Judiciário brasileiro. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5

  • Promotora de Justiça chega à entrância final e é empossada em cargo de Santa Rita

    Promotora de Justiça chega à entrância final e é empossada em cargo de Santa Rita

    O procurador-geral de Justiça Leonardo Quintans deu posse, na manhã desta sexta-feira (24/10), à promotora de Justiça Gardênia Cirne de Almeida no 7º cargo da Promotoria de Justiça de Santa Rita, com atribuições na defesa do consumidor, saúde e na Execução Penal.  Gardênia foi promovida ao cargo de entrância final na carreira, pelo critério de merecimento, na sessão itinerante do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP), realizada na última segunda-feira (20/10), em Cajazeiras. 

    O termo de posse foi lido pelo secretário-geral do MPPB, João Benjamin Delgado Neto. Prestigiaram o evento o 1º subprocurador-geral de Justiça, Luís Nicomedes; a 2ª subprocuradora-geral de Justiça, Ana Lúcia Torres; o corregedor-geral, Francisco Sarmento; o diretor do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), João Geraldo Barbosa;  a ouvidora da Mulher, Anita Bethânia Rocha; a secretária de Planejamento e Gestão, Ana Maria França; os procuradores de Justiça José Farias; Sócrates Agra; Antônio Hortêncio Rocha Neto; e os promotores de Justiça Alcides Amorim, Alley Escorel; Otacílio Cordeiro; Darcy Leite Ciraulo; Alexandre Jorge Amaral, Carlos Davi Lopes; Antônio Barroso e Salete Porto.  

    Quintans saudou os presentes, parabenizou a empossada e desejou a ela sucesso no novo cargo. “Hoje, é um dia muito especial e de muita alegria. Acompanhei seu processo de promoção e vi como desejou esse momento e se motivou para essa missão. Gardênia chega no momento certo à Promotoria de Justiça de Santa Rita e com uma vontade de ocupar o cargo que contagia. Chega em um ambiente de trabalho muito bom. Tenho certeza que você vai desenvolver um belo trabalho em Santa Rita, um local que precisa muito da atuação do Ministério Público”, disse. 

    A promotora de Justiça Ana Maria França – a quem Gardência vai suceder no cargo – falou em nome da Associação Paraibana do Ministério Público (APMP). “Passei 10 anos na Promotoria de Justiça de Santa Rita e foi muito honroso trabalhar para aquela população. Foi muito gratificante. Você foi para o melhor lugar para começar a sua entrância final. Desejo, como promotora que fui de lá, que você faça o melhor em Santa Rita, que seu sucesso seja grandioso e que consiga iluminar com sua luz a cidade e a Promotoria”, disse.

    Os procuradores de Justiça Antônio Hortêncio, João Geraldo Barbosa, Ana Lúcia, Luís Nicomedes, assim como o corregedor-geral, o secretário-geral e a Ouvidora da Mulher, Anita Rocha, a qual atuou 13 anos como promotora de Justiça do patrimônio público em Santa Rita, também parabenizaram Gardênia pela conquista de chegar à entrância final da carreira de promotor de Justiça; destacaram seu profissionalismo, competência e dedicação com o Ministério Público e desejaram a ela sucesso na nossa missão. 

    Emocionada, a empossada falou da sua trajetória no MPPB, ao longo dos 25 anos de carreira, onde atuou como promotora de Justiça em Boqueirão, Patos, Prata, Ingá, Campina Grande, e como auxiliar em João Pessoa, dentre outros. 

    Em sua fala, ela agradeceu ao CSMP pela homologação da promoção e a todos os membros presentes pelo reconhecimento do seu trabalho. Na ocasião, comprometeu-se a ser uma promotora de Justiça dedicada e eficiente. “É com muita alegria que tomo posse no 7° cargo de Santa Rita, e assim, foram 25 anos de trajetória dentro do Ministério Público. Vinte e cinco anos de dedicação à causa, trabalhando em prol da sociedade, e hoje é o reconhecimento desse meu trabalho. Estou com uma energia muito positiva para exercer o novo cargo em Santa Rita. Tenho afinidade com as matérias, gosto muito da saúde, pra mim é novidade o consumidor, e já tenho uma grande experiência na parte de execução penal, já que eu trabalhei quatro anos na execução penal da Capital. Meu pensamento, a partir de agora, é dar o meu máximo à sociedade, como sempre dei, com muita dedicação, com muito zelo, com muito respeito à população”, disse.

  • Em Campina Grande: MPPB consegue condenação de réu a 81 anos de reclusão

    Em Campina Grande: MPPB consegue condenação de réu a 81 anos de reclusão

    O Ministério Público da Paraíba conseguiu a condenação de Gilmar Andrade dos Santos a 81 anos, quatro meses e 15 dias de reclusão, pelo homicídio qualificado do vigilante Diego Oliveira Mendonça e por tentativas de homicídio qualificado contra três policiais penais, em 2018, durante tentativa de resgate de preso em Campina Grande. O julgamento ocorreu nessa quinta-feira (23/10), no Tribunal do Júri de Campina Grande e teve a atuação dos promotores de Justiça Ernani Lucas Menezes e Osvaldo Lopes Barbosa.

    Conforme a denúncia do MPPB, Gilmar Andrade, preso pela prática de diversos crimes, era o detento que tentaram resgatar, no dia 25 de junho de 2018, quando estava numa clínica no bairro da Prata, para tratamento de saúde. 

    Ainda de acordo com o MPPB, a trama criminosa fora arquitetada pelo apenado Gilmar Santos, que contou com a participação de sua companheira, que ficou encarregada de transmitir suas ordens aos seus demais participantes e de realizar a marcação do exame laboratorial, na clínica.

    No dia do fato, os participantes chegaram na clínica em dois carros e abriram fogo contra os agentes penitenciários que escoltavam Gilmar Andrade dos Santos. Durante o ataque, o vigilante Diego Oliveira, que estava em uma guarita na entrada da clínica, foi atingido na cabeça e faleceu no local devido ao ferimento. Os disparos atingiram ainda diversos veículos que ali estavam, inclusive a viatura penitenciária, a porta e parede da clínica, ocasionando diversas avarias ao patrimônio público e particular.

    Após a ação, os denunciados fugiram e tentaram destruir os instrumentos do crime, puseram fogo em um dos veículos e seguiram caminhando, sendo interceptado pela Polícia Militar ainda nas proximidades. Efetuada a prisão, dois foram reconhecidos pelas vítimas como sendo as pessoas que desceram de um dos veículos atirando.

    O MPPB denunciou 10 pessoas pelos crimes, das quais seis já foram condenadas, em júri realizado em abril de 2023, a penas que chegaram a 78 anos de reclusão.

    Julgamento

    No Júri dessa quinta-feira, foram submetidos a julgamento os réus Gilmar de Andrade Santos e Thalles William Fonseca de Farias. O Conselho de Sentença acatou a tese do Ministério Público e condenou Gilmar de Andrade Santos pelo crime de homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima) e às três tentativas de homicídio, totalizando uma pena de 81 anos, quatro meses e 15 dias de reclusão. O réu também foi condenado pelos crimes de evasão mediante violência contra pessoa dano qualificado totalizando uma pena de dois anos, quatro meses e dois dias de reclusão e a 100 dias multa.

    Já em relação ao réu Thalles Farias, o MPPB pediu a absolvição por falta de provas, pedido acatado pelo Conselho de Sentença. Outros dois réus seriam julgados nessa quinta, mas pediram adiamento.