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  • MPPB decreta luto oficial pela morte de procurador de Justiça aposentado

    MPPB decreta luto oficial pela morte de procurador de Justiça aposentado

    O Ministério Público da Paraíba está de luto pela morte do procurador de Justiça aposentado Manoel Henrique Serejo Silva, nesta quinta-feira (25/09), aos 80 anos de idade. O procurador-geral de Justiça, Leonardo Quintans Coutinho, lamentou a perda e se solidarizou com a família do membro do MPPB, nesse momento de dor e luto. 

    Natural da capital paraibana, Manoel Serejo ingressou no Ministério Público em 12 de fevereiro de 1988, atuando, ao longo da carreira no MP em várias Promotorias de Justiça do estado, com destaque para os municípios de Serraria, Solânea, Itabaiana, Santa Rita, Pilar e Campina Grande. Em fevereiro de 2015, assumiu o cargo de procurador de Justiça e, em março do mesmo ano, depois de 27 anos servindo à instituição, se aposentou.

    O procurador-geral de Justiça, Leonardo Quintans, determinou luto oficial de três dias na instituição. A Portaria nº 1524/2025, que declara o ato simbólico – marcado pelo hasteamento das bandeiras a meio-mastro nos prédios da instituição em todo o estado, em sinal de pesar – será publicada nesta quinta-feira (25/09) no Diário Oficial Eletrônico do MPPB. O procurador-geral lamentou a partida de Manoel Serejo, reconhecendo os serviços prestados por ele à instituição e desejando conforto à família do procurador de Justiça.

    O velório ocorrerá na Funerária São João Batista, a partir das 19h, e o sepultamento será nesta sexta (26/09), às 16h, no Cemitério Senhor da Boa Sentença, em João Pessoa. 

  • MPPB recomenda que Câmara de Emas declare extinção de mandato de vereador

    MPPB recomenda que Câmara de Emas declare extinção de mandato de vereador

    O Ministério Público da Paraíba recomendou ao presidente da Câmara Municipal de Emas, no Sertão do Estado, que declare imediatamente a extinção do mandato do vereador Graciliano Kalino Angelim Rodrigues, sem a necessidade de instauração de procedimento político-administrativo, em razão de suspensão de direitos políticos por condenação criminal. A recomendação foi expedida pelo promotor de Justiça, Caio Terceiro Neto Parente Miranda.

    De acordo com o promotor Caio Terceiro Neto, a Justiça Eleitoral informou ao MPPB que o vereador Graciliano Rodrigues, eleito em 2024 para a Câmara Municipal de Emas, encontra-se com os direitos políticos suspensos em decorrência de condenação criminal definitiva proferida no Processo nº 0800426-54.2022.4.05.8205, com trânsito em julgado ocorrido em 22 de novembro de 2024. A decisão condenatória foi devidamente comunicada à Justiça Eleitoral pela 14ª Vara Federal de Patos.

    Conforme o promotor, a Constituição Federal determina expressamente que a condenação criminal transitada em julgado acarreta, durante a vigência de seus efeitos, a suspensão dos direitos políticos do cidadão, circunstância que impossibilita juridicamente o desempenho das funções de parlamentar.

    Além disso, o Supremo Tribunal Federal já decidiu que, nestes casos de condenação criminal, a Câmara de Vereadores não tem competência para iniciar e decidir sobre a perda de mandato. Basta uma comunicação ao Legislativo Municipal e o presidente, de imediato, declarará a extinção do mandato.

    Também é destacado que a regra de suspensão dos direitos políticos prevista na Constituição é autoaplicável, tratando-se de consequência imediata da sentença penal condenatória transitada em julgado, conforme decidido pelo STF.

    Mais medidas recomendadas

    O MPPB recomendou ainda que a Câmara de Emas proceda à convocação imediata do respectivo suplente para assumir a vaga, nos termos da legislação eleitoral aplicável; suspenda imediatamente o pagamento de subsídios, verbas indenizatórias e demais vantagens ao vereador com direitos políticos suspensos; e adote todas as demais providências administrativas necessárias à regularização da situação jurídica identificada.

  • Trabalho integrado: Centros de Apoio se unem para auxiliar MPPB na defesa da sociedade

    Trabalho integrado: Centros de Apoio se unem para auxiliar MPPB na defesa da sociedade

    Os coordenadores dos Centros de Apoio Operacional (CAOs) do Ministério Público da Paraíba se reuniram na tarde desta quarta-feira (24), na sede da instituição, para alinhar expectativas, metas e estratégias de trabalho para esta gestão, que começou no último dia 1º de setembro e compreende o biênio 2025-2027. 

    A reunião foi aberta pelo procurador-geral de Justiça, Leonardo Quintans Coutinho, que enfatizou a confiança depositada em cada escolhido para compor a equipe e explicou o que espera do grupo, à frente dos nove CAOs existentes atualmente. “Escolhemos cada um pela competência, pelo compromisso com o Ministério Público e com temas que afetam diretamente a vida da sociedade. Queremos uma atuação finalística do Ministério Público cada vez mais forte e, para isso, temos que oferecer todo o suporte necessário aos membros. Vamos adotar uma linha comum de trabalho e o que eu quero pedir a vocês é que sejam unidos e apoiem, da melhor forma, cada colega que recorrer ao Centro de Apoio”, disse o PGJ. Uma das estratégias para nortear o planejamento será percorrer o estado, escutando os promotores, para descobrir do que eles precisam de suporte, nessa busca por uma atuação ainda mais eficiente.

    O 1º subprocurador-geral, Luis Nicomedes de Figueiredo Neto; o secretário-geral, João Benjamim Delgado Neto e o coordenador da Assessoria Técnica, Carlos David Lopes, também deram as boas-vindas aos colegas, nas suas novas atribuições e reafirmaram a promessa de parceria no trabalho diário. 

    Depois, os coordenadores dos CAOs usaram a palavra. Eles ressaltaram o desafio que têm pela frente, a sede de aprender e transformar a sociedade, a vontade de trabalhar e vencer as dificuldades para ajudar o MPPB a ser cada vez mais atuante e bem sucedido na defesa da sociedade.

    O encontro, que teve a participação, ainda, do diretor Administrativo, Marcus Vinícius Ferreira Cesário; e do diretor de Planejamento e Gestão, Jonatha Vieira de Sousa,  tratou, ainda, de outras questões práticas, como a estrutura física para acomodar todos os Centros de Apoio em um mesmo lugar, e a intenção de desburocratizar e trazer mais simplicidade, objetividade e transparência à área de planejamento, para auxiliar os membros.

    A tarde foi encerrada com um novo compromisso marcado: no próximo dia 7 de outubro, todos se reúnem, mais uma vez, agora para apresentar e discutir, em grupo, seus planos de ação nas respectivas áreas.

    Os Centros de Apoio Operacional

    Os CAOs foram criados pela Lei Complementar 97/2010 (Lomp) e funcionam como órgãos auxiliares da atividade funcional e de políticas institucionais. Atuam, principalmente, na elaboração de notas e orientações técnicas e na produção de modelos de peças jurídicas (TACs, recomendações, ACPs) sobre um determinado assunto. Os coordenadores dos centros também atendem a demandas individuais de membros respondendo a consultas feitas sobre matérias específicas da sua área. 

    Também estão entre as atribuições dos coordenadores dos centros de Apoio Operacional: representar o Ministério Público nos órgãos afins perante os quais tenha assento; manter contato permanente com os poderes legislativos, inclusive acompanhando o trabalho das comissões técnicas encarregadas do exame de projetos de lei afetos às suas áreas; e manter contato permanente e intercâmbio com entidades públicas ou privadas que, direta ou indiretamente, se dediquem ao estudo ou à proteção dos bens, valores ou interesses que lhes incumbe defender. 

    O Ministério Público da Paraíba mantém, atualmente, nove centros de Apoio Operacional (CAOs) aos promotores de Justiça. Os órgãos, ligados à procuradoria-geral de Justiça, orientam os membros e as membras que atuam nas áreas do meio ambiente, consumidor, criminal, criança e adolescente, educação, cidadania, patrimônio público,  saúde e mulher (esta última, no recém-criado CAO de Defesa das Mulheres).

    CAOs e seus coordenadores:

    Consumidor – procurador Sócrates Agra

    Patrimônio Público – promotor Arthur Magnus Dantas de Araújo

    Criminal – promotor Uirassu de Melo Medeiros

    Educação – promotor Raniere da Silva Dantas

    Criança e Adolescente – promotora Fernanda Pettersen de Lucena

    Meio Ambiente – promotora Cláudia Cabral Cavalcante

    Cível e Família e Cidadania e Direitos Fundamentais – promotora Anne Emanuelle Malheiros

    Saúde – promotor Leonardo Pereira de Assis

    Defesa das Mulheres – promotora Dulcerita Alves

  • “Lei do Gabarito”: Pedido do MPPB é deferido e edifício não deve ser ocupado, nem locado

    “Lei do Gabarito”: Pedido do MPPB é deferido e edifício não deve ser ocupado, nem locado

    O Juízo da 4ª Vara da Fazenda Pública de João Pessoa deferiu o pedido do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e determinou que a Construtora Cobran Ltda se abstenha de proceder qualquer ocupação do imóvel “Edifício Way”, inclusive locações. A decisão, proferida nessa quarta-feira (24/09), diz ainda que, caso alguma unidade ou outro espaço do empreendimento se encontre ocupado, deverá ser feita a desocupação no prazo de 10 dias, sob pena de multa diária de R$ 5 mil. 

    A determinação judicial atende ao pedido formulado pela 43ª promotora de Justiça da Capital, Claudia Cabral Cavalcante, que atua na defesa do meio ambiente. Segundo ela, foi constatado que o empreendimento ‘Way’, localizado na orla de João Pessoa, embora esteja embargado e não disponha de licença de operação, nem de licença de habitação (‘habite-se’), tem sido utilizado de forma ampla e irrestrita, inclusive para locações de temporada. “Tal conduta configura flagrante descumprimento das determinações administrativas e judiciais, evidenciando manifesta afronta à ordem legal. Essa situação encontra respaldo em fontes públicas, como os anúncios veiculados em plataformas de hospedagem, a exemplo de Booking e Airbnb, cujos links de acesso foram devidamente mencionados nos autos”, argumentou.

    Cláudia Cabral destacou ainda que o Edifício Way é alvo do Inquérito Civil Público 001.2023.098352 e que foi constatado o não atendimento às exigências urbanísticas e ambientais, pois a construção infringe a “Lei do Gabarito”, ao ultrapassar a altura máxima permitida para edificações localizadas na faixa de orla marítima. Foi constatado também que o empreendimento havia obtido licença de operação junto à Prefeitura de João Pessoa, apesar de não ter o certificado do “habite-se”. 

    Para corrigir a infração administrativa, a promotora requisitou à Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) o cancelamento da licença de operação, o que foi feito. Além disso, a Diretoria de Fiscalização da Secretaria de Planejamento de João Pessoa (Seplan) determinou o embargo da obra. “A concessão da licença de operação, à revelia do Certificado de ‘Habite-se’, não apenas caracteriza uma infração administrativa, mas também expõe o meio ambiente e a segurança pública a riscos significativos, ao comprometer o cumprimento de normas destinadas à proteção ambiental e à segurança estrutural das edificações”, justificou Cláudia Cabral, que enfatizou que o inquérito civil público sobre a construção ainda está em tramitação. 

    Entenda o caso

    A promotora de Justiça esclareceu também que a Construtora Cobran Ltda ingressou com uma ação ordinária na Justiça, pedindo a liberação do “Habite-se” do edifício e que, em sede liminar, o Juízo de 1º grau concedeu o habite-se, sem ouvir o Ministério Público. 

    Ao tomar ciência, a promotora de Justiça se habilitou nos autos como terceiro interessado e fiscal da lei e recorreu da decisão. “Nesse momento, impetrei Agravo de Instrumento, pedindo que o Tribunal de Justiça cassasse a liminar. A desembargadora relatora não atendeu ao pedido do MP e por isso, impetrei um pedido de suspensão da decisão do juiz e da desembargadora para o presidente do TJPB, por se tratar de matéria de ordem pública. O presidente suspendeu a liminar que autorizava o ‘habite-se’. Nesse ínterim, o edifício passou a ser ocupado. Em dezembro, tomei conhecimento dessa situação e entrei com uma petição nos autos da ação proposta pela construtora, comuniquei que o prédio estava sendo usado, mesmo sem ‘habite-se’ e pedi providências para determinar a desocupação do imóvel e aplicar multa diária, em caso de descumprimento, o que foi deferido ontem”, detalhou. 

    Cabral informou ainda que a Construtora recorreu da decisão que suspendeu a liminar ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O recurso foi negado e o STJ manteve a decisão do TJPB favorável ao pedido do Ministério Público (saiba mais).

  • História do Judiciário é compartilhada com estudantes da UFPB durante visita ao TJPB

    Foto do pesidente Fred com alunos de Direito
    Presidente Fred com alunos durante visita ao Museu do TJPB

    Na tarde desta quinta-feira (25), estudantes de duas turmas do Curso de Direito da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) realizaram uma visita ao Museu do Poder Judiciário da Paraíba. A atividade foi conduzida pelo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho, que acompanhou os alunos pelos espaços do museu, compartilhando relatos sobre a história do Judiciário paraibano. 

    O desembargador-presidente, Fred Coutinho, reforçou a máxima de que o Judiciário deve estar sempre próximo do povo. De acordo com o presidente, as visitas ao Museu do Poder Judiciário simbolizam a abertura da Justiça à sociedade, promovendo maior aproximação com a população.

    “Especialmente em ocasiões como esta, em que alunos do curso de Direito — futuros profissionais do mundo jurídico — vêm conhecer a história da nossa Justiça. Quem sabe, no futuro, serão eles que estarão de volta aqui, ocupando espaços neste Tribunal”, destacou.

    No roteiro, eles conheceram o Museu do Judiciário, a Exposição da Preta Gertrudes, a Galeria dos ex-presidentes do TJPB, a Sala de Sessões do Pleno do Tribunal, a sala de sessão  do Pleno Histórico, o Salão Nobre e o Museu e Cripta de Epitácio Pessoa.

    O professor da disciplina de Direito Eleitoral, Renato Carneiro, explicou que a visita é uma oportunidade dos alunos vivenciarem a prática do direito, conhecendo o funcionamento do tribunal e se familiarizando com o ambiente de trabalho futuro. “Essa experiência complementa as aulas teóricas e proporciona um aprendizado valioso”, ressaltou.

    Foto do presidente Fred com o aluno Ricardo Douglas
    Ricardo Douglas com Fred Coutinho

    Acessibilidade – Dentre os estudantes, o aluno Ricardo Douglas, que é surdo, realizou a visita acompanhado pelo profissional tradutor e intérprete de libras, Evaristo Júnior. Para o universitário, que vivencia essa experiência pela primeira vez, foi um momento significativo. Ele destacou a preservação da memória da justiça e a aproximação do judiciário da sociedade, tornando-o acessível e promovendo conhecimento. 

    “É muito importante o Poder Judiciário está acessível, inclusive de forma comunicacional; conhecermos os artefatos e a história da Justiça da Paraíba”, enfatizou. 

     

    Por Lila Santos

    Foto: Ednaldo Araújo

     

  • Justiça em Números 2025 destaca recorde na produtividade e melhorias no desempenho do TJPB

    Banner alusivo ao justiça em números

    O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) segue numa linha ascendente de performance operacional e registrou, em 2024, a maior produtividade de sua história, de acordo com o relatório Justiça em Números 2025, divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Publicada em 24 de setembro de 2025, a pesquisa aponta que o desempenho médio dos Tribunais de Justiça estaduais apresentou avanços significativos em 2024, com queda histórica da taxa de congestionamento e Índice de Atendimento à Demanda (IAD) acima de 100% – indicador que revela a capacidade dos tribunais de baixar mais processos do que os ingressados no período.

    No TJPB, os resultados revelam um salto expressivo de desempenho. O Índice de Produtividade dos Magistrados (IPM), que considera conjuntamente o 1º e o 2º graus de jurisdição, passou de 1.418 em 2023 para 1.869 em 2024, o que representa um crescimento de 31,80%.

    O desempenho do 2º grau também merece destaque: os desembargadores baixaram, em média, 2.598 processos por magistrado, consolidando o TJPB entre os tribunais mais produtivos do país nesta instância. O tribunal ainda atingiu 97% no IPC-Jus, índice que mede a eficiência comparada entre os tribunais.

    Os servidores do Judiciário estadual também apresentaram ganhos significativos de desempenho. O Índice de Produtividade dos Servidores (IPS) da área judiciária – que em 2024 ficou em 172 – registrou um crescimento de 29,93% em relação ao ano anterior — quando já havia sido observada uma alta de 12,95%.

    Além do crescimento consistente, chama atenção o fato de que a evolução na produtividade dos servidores foi mais que o dobro do crescimento percentual de anos anteriores, evidenciando um avanço estrutural na eficiência operacional.

    Para o presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, os números refletem um conjunto de ações coordenadas e bem-sucedidas ao longo das gestões.

    “Esses resultados são frutos de um esforço coletivo, que envolve a reestruturação das unidades judiciárias, investimentos em tecnologia, capacitação contínua dos magistrados e servidores, além de uma gestão baseada em planejamento estratégico e compromisso com a excelência na prestação jurisdicional. Estamos colhendo os frutos de um trabalho que vem sendo construído com responsabilidade e visão de futuro”, concluiu o presidente.

     

    Por Gabriela Parente

     

  • ALPB discute regulamentação e fiscalização de esteticistas na Paraíba

    Notícias

    Publicado em 25 de setembro de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou uma sessão especial, nesta quinta-feira (25), para debater a regulamentação e a fiscalização das atividades dos profissionais de estética no estado. A iniciativa, proposta pelo deputado Luciano Cartaxo, reuniu representantes da categoria, órgãos de vigilância sanitária, entidades de classe e representantes do Poder Executivo, em busca de um debate aprofundado sobre o tema.

    O deputado Luciano Cartaxo destacou a importância do evento para a saúde pública. “Considero esta sessão de grande importância, pois promoveu um debate crucial sobre a regulamentação e a fiscalização do exercício da atividade de esteticista no estado da Paraíba. Embora já exista uma lei federal, que reconhece essa categoria, é necessário estabelecer mecanismos de fiscalização para garantir a saúde pública da população, que será atendida por profissionais altamente qualificados e aptos a atuar no mercado. Pretendemos também fortalecer o processo de fiscalização por parte da vigilância sanitária”, disse.

    Segundo dados da Associação Nacional da categoria, no Brasil há mais de 480 mil profissionais de estética em atuação. Na Paraíba, esses dados ainda estão sendo catalogados.

    A presidente da Associação das Esteticistas da Paraíba, Zenaide Chaves, lembrou da luta da categoria pelo reconhecimento. “Nosso objetivo é sermos reconhecidos e respeitados como profissionais da saúde, cada um em sua área de atuação. A associação busca a regulamentação estadual, para que, na Paraíba, a atuação profissional se dê em conformidade com as normas da vigilância sanitária, respeitando as particularidades de cada profissional e, assim, oferecer à população uma estética de qualidade”, disse.

    A discussão visa preencher lacunas na legislação atual, assegurando que os serviços de estética sejam prestados com segurança e qualidade, em benefício tanto dos profissionais quanto da população paraibana.

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  • Decisão do TRF5 sobre território indígena Xukuru é tema de artigo científico Última atualização: 25/09/2025 às 15:15:00

    O voto proferido pela desembargadora federal Cibele Benevides no julgamento do caso do território indígena Xukuru do Ororubá, em 2023, ganhou destaque em um artigo científico que compõe a obra “Pessoas e Grupos Vulneráveis no Sistema Interamericano de Proteção dos Direitos Humanos”, da Editora B. A autoria do artigo é de Ellen de Nazaré dos Santos Mendes e Thiago Oliveira Moreira. 

    Em dezembro de 2023, o Pleno do Tribunal Regional Federal da 5ª Região -TRF5 extinguiu uma ação rescisória proposta pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e concluiu que a Aldeia Caípe, localizada no município de Pesqueira (PE), é território indígena Xukuru do Ororubá. O colegiado considerou desnecessária a rescisória, acompanhando o entendimento do desembargador federal Leonardo Resende e de outros membros, entre eles Cibele Benevides. 

    De acordo com o artigo “A Aplicação do Direito Interamericano dos Direitos Humanos no Tribunal Regional Federal da Quinta Região: Uma Análise do Voto da Desembargadora Federal Cibele Benevides no Caso do Povo Indígena Xukuru”, o voto da magistrada observou, de modo satisfatório, o direito interamericano, dialogando com a Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) e reconhecendo o dever de implementar a decisão daquela Corte, no que diz respeito a sentença prolatada no caso. 

    Os autores destacam que os argumentos de Benevides para votar a favor da extinção da ação rescisória foram baseados na força vinculante da decisão da Corte IDH, que reconheceu o direito coletivo à propriedade da Comunidade Indígena Xukuru sobre seu território e determinou que o Estado brasileiro garantisse esse direito de forma imediata e efetiva. 

    A publicação ressalta, ainda, o esforço institucional do Estado para promover a efetivação dos tratados e convenções internacionais de direitos humanos no âmbito do Poder Judiciário brasileiro e conclui que o voto da desembargadora federal demonstra um entendimento claro e comprometido com os princípios e deveres que envolvem as obrigações internacionais do Estado. 

     

    Por: Divisão de Comunicação Social TFR5


  • Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TRF5 promove campanha de sensibilização interna Última atualização: 25/09/2025 às 15:44:00

    Quanto mais informação, menos preconceito, menor o capacitismo. É nesse sentido que a Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão (CPAI) do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 realiza uma campanha de sensibilização junto aos membros da Corte. Afinal, disseminar conhecimento sobre o tema da acessibilidade também é uma forma de fortalecer o respeito entre as pessoas e despertar a empatia.

    A ação faz parte das atividades da 4ª Semana Regional de Acessibilidade e Inclusão da Justiça Federal da 5ª Região (JF5) que, este ano, traz como tema central “Acessibilidade atitudinal – quando eu mudo, o mundo muda”. A ideia é apresentar a acessibilidade para além das barreiras físicas e mostrar que a atitude das pessoas é capaz de transformar preconceito em inclusão.

    A iniciativa busca promover o diálogo com servidoras e servidores de diferentes setores do TRF5, levando reflexões sobre atitudes que impactam direta ou indiretamente na inclusão de pessoas com deficiência. Além das conversas, serão afixados cartazes com orientações práticas para tornar os espaços institucionais mais acolhedores, respeitosos e igualitários.

    O primeiro dia de visitas foi coordenado por Isaura Rodrigues, diretora da Divisão de Desenvolvimento Humano (DDH) e integrante da CPAI. Para ela, palavras e ações são fundamentais. “Não adianta derrubarmos as barreiras físicas enquanto as atitudes das pessoas continuam sendo não inclusivas. Incluir é, primeiro, uma atitude individual e, depois, ela se espalha para o coletivo. Usamos expressões que nos acostumamos a usar, mas elas foram sedimentadas a partir de preconceitos, o que nós chamamos de capacitismo”.

    A supervisora do Setor de Sustentabilidade e Acessibilidade do TRF5, Tatiana Toraci, que também integra a CPAI, acompanhou a ação, reforçando a importância de se refletir sobre atitudes que promovam a inclusão.

    Semana Regional de Acessibilidade e Inclusão

    A 4ª Semana Regional de Acessibilidade e Inclusão da JF5 conta com ações em toda a 5ª Região da Justiça Federal, durante o período de 22 a 26/09. Este ano, a programação presencial ocorre na Justiça Federal da Paraíba (JFPB), com palestras, oficinas, apresentações culturais, exposições, além de outras atividades.

    O TRF5 esteve representado nas ações presenciais realizadas na Seccional paraibana. Estiveram presentes na programação dos dias 22 e 23/09 o desembargador federal Edvaldo Batista, presidente da CPAI; a desembargadora federal Cibele Benevides; Isaura Rodrigues, o coordenador da Escola de Magistratura Federal da 5ª Região (Esmafe), Luiz Albuquerque, as servidoras Rebeca Araújo, Marcela Lustosa, Laura Araújo, e o servidor Guilherme Farias.     

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Roberto Machado recebe Comenda Banco do Nordeste de Integridade Última atualização: 25/09/2025 às 17:24:00

    O Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, desembargador federal Roberto Machado, recebeu, na tarde da última quarta-feira (24/09), a Comenda Banco do Nordeste de Integridade, pelos serviços prestados à magistratura e à Justiça Brasileira.

    A homenagem foi entregue pelo presidente do Banco do Nordeste e ex-governador de Pernambuco, Paulo Câmara, durante o VIII Fórum Banco do Nordeste de Integridade. A oitava edição do evento discutiu a ética, a transparência e a governança das instituições públicas. 

    Por: Divisão de Comunicação Social TFR5