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  • Seplag lança formulário de avaliação de risco de violência doméstica no MPVirtual

    Seplag lança formulário de avaliação de risco de violência doméstica no MPVirtual

    A Secretaria de Planejamento e Gestão do Ministério Público da Paraíba (Seplag),  em parceria com a Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), lançou mais uma ferramenta para auxiliar os membros do Ministério Público com atribuição em matéria de violência doméstica. Trata-se da inserção do Formulário Nacional de Avaliação de Risco no sistema MPVirtual.

    De acordo com a secretária de Planejamento e Gestão, promotora Cristiana Vasconcellos, a inserção do formulário no sistema permitirá extrair relatórios que nortearão outras medidas, inclusive para fomentar políticas públicas na área de atuação objeto do formulário. No MPVirtual está disponível um manual orientando o processo de preenchimento do formulário.

    Formulário

    O Formulário Nacional de Avaliação de Risco é um instrumento de prevenção e de enfrentamento de crimes e demais atos praticados no contexto da violência doméstica e familiar contra as mulheres, e possibilita diagnosticar e identificar se a mulher se encontra em situação de risco. Ele foi instituído no âmbito do Poder Judiciário e do Ministério Público por meio da Resolução Conjunta CNJ/CNMP n. 5, de 3 de março de 2020 e Lei n. 14.149/2021.

    “Assim, os profissionais que atuam no contexto da violência doméstica e familiar podem tomar decisões ou medidas de prevenção da violência com o objetivo de evitar que novas agressões ocorram”, explicou a secretária..

    De acordo com a Resolução Conjunta CNJ/CNMP n. 5/2020,e com a Lei n. 14.149/2021,, o documento deve ser aplicado preferencialmente pela Polícia Civil, no momento do registro da ocorrência policial. Na impossibilidade, pela equipe do Ministério Público ou do Poder Judiciário, por ocasião do primeiro atendimento à mulher vítima de violência doméstica e familiar. Considerando que o ciclo da violência não finda com a fase de investigação na seara da polícia civil, e que a vítima pode aportar diretamente no Ministério Público, com o intuito de tão somente lograr alguma medida protetiva, é que foi idealizado uma melhor forma de apurar e avaliar o risco, contanto que haja substrato mínimo para requerer a medida protetiva mais adequada ao caso.

  • Termina prazo para heteroidentificação de candidatos aos exames da magistratura e cartórios

    Encerra-se às 23h59 desta sexta-feira (29) o prazo para que candidatos autodeclarados negros (pretos e pardos), domiciliados na Paraíba, realizem a inscrição no procedimento de heteroidentificação referente ao 4º Exame Nacional da Magistratura ((Enam 2025.2) e ao 2º Exame Nacional dos Cartórios (Enac 2025.2), ambos organizados pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam).

    A regulamentação está prevista em dois editais publicados pela Comissão Permanente de Heteroidentificação do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), que estabelecem as regras para validação das autodeclarações dos candidatos.

    Para participar, é necessário preencher o formulário eletrônico disponível nos links divulgados em cada edital: Enam (https://forms.gle/w2t7eDNRvv34QufR8) e Enac (https://forms.gle/QMjmNKW7o6fHJ6ir6) e anexar três fotografias recentes (frontal, perfil direito e perfil esquerdo), comprovante de residência na Paraíba, formulário de autodeclaração preenchido e assinado, além dos dados de contato. Os arquivos devem estar em formato PDF, JPEG ou JPG, com até 5MB.

    A avaliação será feita exclusivamente com base em critérios fenotípicos, como tom de pele, cabelo, nariz, boca e traços faciais. Em caso de dúvida, o candidato poderá ser convocado para uma etapa complementar de averiguação telepresencial.

    Segundo os editais, não serão considerados documentos ou registros anteriores de outros concursos, nem vínculos de parentesco. 

    O resultado preliminar será publicado no Diário da Justiça Eletrônico da Paraíba (DJe). Candidatos não reconhecidos poderão recorrer nos dias 24 e 25 de setembro de 2025, em formato eletrônico. O resultado final será igualmente divulgado no DJe, e o certificado será enviado por e-mail.

    Por Lenilson Guedes

     

  • Revista Cognitio lança 7ª edição e amplia alcance internacional com novas indexações

    A Revista Cognitio, publicação da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), acaba de lançar sua 7ª edição, marcando um novo ciclo para a pesquisa científica na área do Direito. Esta edição reforça o compromisso da revista com a excelência acadêmica, ao apresentar artigos criteriosamente selecionados e revisados por seu conselho editorial.

    O periódico também celebra mais um reconhecimento internacional ao ser indexado na plataforma indiana Root Society for Indexing and Impact Factor Service, com sede em Ahmedabad, além de passar a integrar a base brasileira https://livre.cnen.gov.br/ConsultaPorPalavras.asp, fortalecendo sua presença em plataformas de relevância no cenário científico global.

    Entre os autores desta edição, destacam-se nomes de projeção internacional, como Joseph Weiler, da Faculdade de Direito da Universidade de Nova York; João Proença Xavier, vinculado às universidades de Coimbra e Salamanca; e Daniela Sales, advogada do Ministério das Finanças da Holanda.

    Para a professora e editora-chefe da publicação, Milena Barbosa de Melo, a Revista Cognitio se apresenta, mais uma vez, como instrumento que visa disseminar e fortalecer aspectos científicos das Ciências Jurídicas e a inclusão na plataforma indiana amplia a visibilidade e o alcance dos estudos publicados.

    “Os textos apresentados nesta edição são resultados de reflexões realizadas por pesquisadores, pesquisadoras e demais profissionais ao redor do mundo e, portanto, ao longo das leituras, é possível identificar a diversidade das trajetórias acadêmicas dos autores e autoras. Disso resulta uma participação profícua e plural das reflexões aqui trazidas, configurando verdadeira fortuna crítica das disciplinas abordadas, em alinhamento ao propósito científico que a Esma-PB assumiu”, avaliou Milena Barbosa.

    A nova indexação reforça a credibilidade da Cognitio e se soma a outros importantes diretórios e repositórios nacionais e internacionais, como Google Acadêmico, Miguilim, Latindex, Academic Resource Index, BSZ, ZDB, DRJI, Diadorim, LatinREV, ISSN, EZB, IBICT e ESJI.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Curso sobre Linguagem Simples capacita magistrados e servidores do TJPB e TRT

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    Curso sobre Linguagem Simples realizado na Esma

    O uso da linguagem simples na magistratura é fundamental para ampliar o acesso à justiça, fortalecer a transparência e a confiança nas decisões judiciais, além de garantir a inclusão de pessoas com diferentes níveis de escolaridade e necessidades. Alinhado a esse propósito, magistrados(as), residentes e assessores(as) do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e magistrados(as) e assessores(as) do Tribunal de Regional do Trabalho (TRT), da 13ª Região, estão participando, nesta sexta-feira (29), do curso ‘Transformando a justiça com linguagem simples: oficina de comunicação e escrita judicial simplificada’.

    A formação ofertada pela Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB) alinha-se ao Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples, proposto pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), enfatizando a importância de adotar uma linguagem direta e compreensível. O curso foi ministrado pelo juiz da 2ª Vara Mista de Esperança, Natan Figueredo Oliveira.

    De acordo com o Natan Figueiredo, na formação se busca construir verdadeiras pontes entre o cidadão e o Poder Judiciário, garantindo que as comunicações destinadas ao público sejam, de fato, compreendidas e aplicadas. “O nosso propósito hoje é compartilhar boas práticas, incentivar os profissionais e conscientizá-los sobre a importância da linguagem”, disse.

    Natan Figueiredo também ressaltou os avanços institucionais nessa área. “Um exemplo é que, ainda em 2004, o Tribunal de Justiça da Paraíba aderiu ao Pacto Nacional pela Linguagem Simples, proposto pelo CNJ. A partir disso, fomos contemplados com o nosso Conselho de Linguagem Simples e, desde então, temos avançado no processo de conscientização e na aplicação das diretrizes dessa política”, afirmou.

    A diretora adjunta da Esma-PB e também cursista, juíza Antonieta Nóbrega, destacou a importância em receber os colegas do TRT da 13ª Região, com quem há cooperação para implementar a linguagem simples no Tribunal. “Este curso é maravilhoso, pois nos sensibiliza a melhorar a comunicação com o jurisdicionado, tornando nossas decisões mais claras e acessíveis”, afirmou.

    A magistrada destacou, ainda, que no ano passado a Esma-PB foi finalista na 5ª edição do Prêmio de Inovação J.Ex, um dos maiores encontros jurídicos do país, justamente com este curso do juiz Natan Figueiredo, a quem parabenizou pela excelência do conteúdo e didática.

    Para a juíza Andréa Carla Mendes Nunes Galdino, da 5ª Vara Mista de Sousa, o curso é de grande importância, pois evidencia a necessidade de usar uma linguagem mais acessível na elaboração dos atos judiciais, decisões e sentenças. “Essa prática possibilita uma melhor compreensão não apenas por advogados e especialistas em Direito, mas também pelos jurisdicionados e pela sociedade em geral”, comentou.

    Para Eduardo Melo, servidor do TRT, o formalismo anterior não se adapta mais à nossa realidade atual. “Então, essa simplicidade da escrita jurídica, quanto mais simplificada, mais o judiciário vai manter um acesso mais conciso com a comunidade”, observou.

    Ao final do curso, os(as) participantes estarão aptos a aplicar princípios de linguagem simples na elaboração de textos com linguagem acessível à sociedade em geral, contribuindo para um sistema de justiça mais inclusivo.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Dez unidades judiciárias iniciam uso da ferramenta de IA Integrada ao PJe em fase piloto

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    O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) já deu início à fase piloto de uso da  ‘IA Generativa Integrada ao PJe’ – ferramenta de Inteligência Artificial voltada a auxiliar magistrados e assessores na elaboração de minutas e na otimização do fluxo de trabalho nas unidades judiciais. Nesta etapa, dez unidades judiciárias vão testar a inovação tecnológica, com previsão de duração de um mês.

    A experiência iniciada na quarta-feira (27) promete contribuir, de forma confiável, com a celeridade na entrega da jurisdição, entre outros ganhos.

    A iniciativa abrange varas do 1º e 2º Grau nas comarcas de João Pessoa, Campina Grande, Bananeiras, Piancó, São João do Rio do Peixe, Esperança e Queimadas. As unidades em questão serão responsáveis por validar a ferramenta e fornecer subsídios para possíveis ajustes e aprimoramentos.

    Ao lançar a ferramenta, o presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, destacou que o mecanismo tem como objetivo facilitar o trabalho de magistrados e servidores, além de agilizar a entrega da prestação jurisdicional sem comprometer a qualidade do trabalho judicial.

    Tecnologia a serviço da cidadania

    De acordo com o juiz auxiliar da Vice-Presidência do TJPB, Max Nunes, a tecnologia deve estar a serviço das pessoas, potencializando o trabalho humano e assegurando que a inovação seja um instrumento de cidadania e de fortalecimento da democracia.

    Sobre a escolha das unidades para o piloto, o magistrado informou: “Levou-se em consideração a experiência prévia de magistrados e assessores com o uso de ferramentas de inteligência artificial”.

    A expectativa é de que, após avaliação da fase piloto, o uso da ferramenta seja expandido para todas as unidades do Estado, a partir de outubro do corrente ano.

    Pioneirismo no Judiciário

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    Max Nunes – juiz auxiliar da Vice-Presidência do TJPB

    Segundo o diretor de Tecnologia da Informação do TJPB, Daniel Melo, a ferramenta é capaz de responder rapidamente consultas relacionadas aos processos judiciais, disponibilizando informações de forma célere e absolutamente confiáveis.

    O projeto coloca o TJPB na vanguarda entre os tribunais brasileiros ao adotar a inteligência artificial generativa integrada diretamente ao Sistema de Processo Judicial Eletrônico.

    “Queríamos contemplar unidades de diferentes áreas, como o 1º e o 2º grau de jurisdição, assim como Juizado, Varas Cível, Criminal e Única, então foi escolhida uma de cada”, pontuou. A ideia é avaliar a ferramenta em diferentes contextos.

    O diretor informou, também, que a iniciativa do TJPB, com a adoção da nova ferramenta, ocorre em atenção às normas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no que diz respeito às ações da área da tecnologia.

    Confira as unidades escolhidas para a fase piloto:

    • 7° Juizado Especial Cível da Capital
    • 3° Juizado Especial Cível de Campina Grande
    • 1a Vara da Fazenda Pública de Campina Grande
    • Vara Única de Bananeiras
    • 1a Vara Mista de Piancó
    • 2a Vara Mista de São João do Rio do Peixe
    • 2a Vara Mista de Esperança
    • 2a Vara Mista de Queimadas
    • Turma Recursal de Campina Grande
    • Vara de Entorpecentes da Capital
    • Gabinete do desembargador Wolfram da Cunha Ramos
    • Gabinete do desembargador Francisco Seráphico

    Por Gabriela Parente

    Arte: Jandi Soares

  • Mosquitos sem dengue? Entenda como funciona o método Wolbachia

    Mosquitos sem dengue? Entenda como funciona o método Wolbachia

    O método Wolbachia é uma das tecnologias adotadas pelo Ministério da Saúde para reduzir casos de dengue, Zika, chikungunya, febre amarela e outras arboviroses no Brasil. Como o próprio nome indica, a tecnologia consiste em inserir a bactéria Wolbachia, presente em 60% dos insetos, incluindo em alguns mosquitos, no Aedes aegypti. Essa bactéria impede que os vírus dessas doenças se desenvolvam dentro do mosquito, reduzindo sua capacidade de transmissão.

    Ao serem liberados no ambiente, os mosquitos com Wolbachia se reproduzem com os mosquitos selvagens, formando uma nova geração com menor capacidade de transmitir essas arboviroses. A longo prazo, o número de mosquitos com a bactéria aumenta, substituindo a linhagem original.

    Os mosquitos Aedes aegypti com a bactéria são chamados de Wolbitos. Eles não são transgênicos, ou seja, não tem nenhuma modificação genética. É importante destacar que a Wolbachia  não transmite doenças para humanos e outros mamíferos. O método é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e já foi adotado em 14 países.

    Em parceria com a Fiocruz, a Wolbito Brasil, o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) e o World Mosquito Program (WMP), o Ministério da Saúde inaugurou a maior biofábrica de Wolbachia do mundo.

    A nova biofábrica permitirá que sejam produzidos 100 milhões de ovos por semana. Antes, o alcance era de cerca de 5 milhões de pessoas, e agora saltará para 140 milhões, abrangendo aproximadamente 40 municípios com maiores incidências de casos da doença nos últimos anos.

    Foto: divulgação/MS

    Onde estão os Wolbitos?

    O método já está presente no Brasil há mais de dez anos. Niterói, no Rio de Janeiro, foi a primeira cidade a implementar o método. Dados mais recentes mostram que o município já reduziu em 88,8% o número de casos de dengue.

    Foto: divulgação/MS

    Ainda neste ano, Natal (RN), Uberlândia (MG) e Presidente Prudente (SP) devem implementar o método.

    João Vitor Moura
    Ministério da Saúde

  • Previdência: integrantes do MP podem agendar atendimento para posto de CG

    Membros e servidores do Ministério Público da Paraíba que atuam nas diversas Promotorias de Justiça localizadas no interior do Estado podem agendar para realizar o Censo Previdenciário no posto de atendimento montado na Promotoria de Justiça de Campina Grande. O posto funcionará na sede de CG até a próxima sexta-feira (5/09). O agendamento deverá ser feito por meio do link https://nuvem.agendacenso.com.br/paraiba.

    A abertura desse ponto de atendimento atende a uma solicitação formulada pelo coordenador da Promotoria de Justiça de Campina Grande, promotor de Justiça, Bertrand de Araújo Asfora. Ele explicou que a solicitação foi feita com o propósito de facilitar o acesso de membros e servidores de CG e municípios vizinhos ao procedimento, promovendo maior comodidade, eficiência e adesão ao censo, em consonância com os princípios da economicidade e otimização dos recursos públicos.

    Mais informações podem ser obtidas com a Coordenação da Promotoria de Justiça de CG, por meio do telefone 3321-2166.

    Censo

    De acordo com as regras estabelecidas pela PBprev, é necessário o comparecimento presencial do membro, servidor, aposentado ou pensionista.

    Esse período se refere à possibilidade de realização do censo de forma presencial na Procuradoria-Geral de Justiça. Para as demais localidades, a PBprev disponibilizará calendário com local e período de realização do censo.

    O Censo Cadastral Previdenciário é uma determinação legal e tem por finalidade a atualização e a consolidação da base de dados cadastral, previdenciária, funcional e financeira; sendo instituído pelo Decreto n° 46.472 de 25 de abril de 2025, e publicado no DOE n° 18.337 de 26 de abril de 2025.

     

    Os documentos necessários podem ser conferidos AQUI.

  • MPPB participa de encontro nacional sobre combate ao crime organizado

    MPPB participa de encontro nacional sobre combate ao crime organizado

    O Ministério Público da Paraíba, por meio do promotor de Justiça Daniel Dal Pont Adriano, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco/MPPB), participou do 3º Encontro Técnico da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). 
    O evento, promovido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ministério Público e Polícia Civil do Paraná para fomentar ações, boas práticas e articulação interinstitucional entre os principais atores do combate ao crime organizado no Brasil reuniu, em Curitiba, representantes do MP, poder judiciário, especialistas e profissionais da segurança pública de todo o país.
    Entre os dias 26 e 28 de agosto, eles debateram temas como a cadeia de custódia e vestígios digitais; uso da inteligência artificial na persecução penal; recuperação de ativos e gestão patrimonial; criptoativos e criminalidade econômica; operações interagências e redes colaborativas; e parcerias com instituições bancárias e plataformas digitais na investigação criminal.
    Uma das ferramentas apresentadas na capital paranaense foi o materializador de evidências digitais e informáticas desenvolvido pelo MP de Goiás (MPGO). Ele permite a coleta de imagens, vídeos, áudios, textos e conteúdos de redes sociais, aplicativos de mensagens, sites e e-mails como evidências digitais, para uso em investigações e processos judiciais.
    O promotor do MPPB Daniel Dal Pont destacou a importância das estratégias de atuação integrada para atingir um objetivo comum:  “o evento propiciou uma profunda integração entre os agentes combativos ao crime organizado, salientando a mentalidade colaborativa e cooperativa entre as instituições envolvidas. Também foram explanados e discutidos diversos aspectos práticos atinentes às atividades rotineiras dos Gaecos, como a garantia da integridade da cadeia de custódia e ferramentas pioneiras de investigação”.

    Com informações do MPRJ

  • MPPB emite orientação conjunta sobre atuação dos promotores em conflitos de posse

    MPPB emite orientação conjunta sobre atuação dos promotores em conflitos de posse

    O Ministério Público da Paraíba, por meio da Procuradoria-Geral de Justiça, da Corregedoria-Geral e dos Centros de Apoio Operacional da Cidadania e Direitos Fundamentais, do Meio Ambiente e do Patrimônio Público do emitiram a Orientação Técnica Conjunta nº 01/2025 aos promotores de Justiça acerca da adoção de medidas pertinentes a conflitos possessórios coletivos.

    A orientação é assinada pelo procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto; pelo corregedor-geral Francisco Antônio de Sarmento Vieira, pelos promotores corregedores Carlos Romero Lauria Paulo Neto e Ana Caroline Almeida Moreira; e pelos coordenadores dos CAOs, os promotores de Justiça Liana Espínola Pereira de Carvalho (Cidadania e Direitos Fundamentais), Danielle Lucena da Costa Rocha (Meio Ambiente) e Carlos Davi Lopes Correia Lima (Patrimônio Público). 

    Conforme o documento, os litígios coletivos previstos no Código de Processo Civil (CPC) são aqueles que têm tratamento de demandas individuais, porém com uma dimensão coletiva, na medida que se relacionam ao atendimento a direitos sociais, como o direito à moradia. E é justamente por conta da relevância e dos reflexos sociais da decisão desse litígio que se impõe a participação do MP.

    Ainda de acordo com a orientação, compete ao Ministério Público intervir nas ações que envolvam litígios coletivos pela posse de terra rural ou urbana e nas demais causas em que há interesse público ou social evidenciado pela natureza da lide ou qualidade da parte. Também há previsão específica de necessidade de intervenção do MP no que tange às ações possessórias “em que figure no polo passivo grande número de pessoas”.

    O documento apresenta medidas de atuação extrajudicial a serem tomadas pelos promotores de Justiça de Defesa da Cidadania e Direitos Fundamentais, do Patrimônio Público ou do Meio Ambiente e medidas a serem tomadas em atuação judicial pelos promotores que atuam nas Varas onde corre a ação sobre o conflito possessório.

    Ainda é destacado no documento que a falta de regulação e controle das ocupações irregulares em áreas urbanas pode gerar prejuízos ao patrimônio público, ampliar desigualdades sociais e agravar as condições de vida da população.

    A orientação enfatiza que a capacidade de resolver conflitos fundiários de maneira justa e sustentável assegura tanto a preservação dos ecossistemas quanto o respeito aos direitos humanos, traduz a gestão eficaz de uma unidade de conservação.

    Confira AQUI a orientação na íntegra.

  • Diretoria se reúne com a base e categoria mantém a unidade

    Diretoria se reúne com a base e categoria mantém a unidade

    A diretoria do Sindifisco-PB realizou, nesta semana (27 e 28/8), uma agenda de mobilização, reunindo-se com auditoras e auditores fiscais nas repartições localizadas no Shopping Tambiá e Centro Administrativo e, também, na ESAT.

    Os encontros foram uma oportunidade para a diretoria informar os colegas sobre a reunião com a Procuradoria-Geral do Estado. Durante esses encontros, a presidente do Sindicato, Helena Medeiros, também enfatizou a importância de a categoria continuar mobilizada até a próxima reunião com os representantes do Governo.

    Quanto às reuniões desta semana, a diretoria ficou bastante satisfeita com o nível de engajamento dos auditores e auditoras fiscais, que mostraram entender a relevância de manter a união em defesa dos interesses da categoria fiscal.

    O cronograma inicialmente divulgado sofreu alterações, para compatibilização de agenda. Na próxima semana serão realizadas reuniões em Campina Grande (dia 2/9) e na sede do sindicato (dia 3/9). Os colegas devem ficar atento às convocações, para garantir presença expressiva nos encontros agendados.