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  • SUS vai ofertar novos tratamentos para reduzir progressão da endometriose e melhorar qualidade de vida das pacientes

    SUS vai ofertar novos tratamentos para reduzir progressão da endometriose e melhorar qualidade de vida das pacientes

    Mulheres com endometriose – condição ginecológica inflamatória crônica que ocasiona o crescimento do tecido que reveste o útero fora da cavidade uterina – vão contar com mais duas opções de tratamento de base hormonal no Sistema Único de Saúde (SUS). Recém-incorporados na rede pública pelo Ministério da Saúde, o Dispositivo Intrauterino Liberador de Levonogestrel (DIU-LNG) e o desogestrel trarão benefícios importantes para as pacientes. 

    O DIU-LNG suprime o crescimento do tecido endometrial fora do útero, sendo uma opção para mulheres com contraindicação ao uso de contraceptivos orais combinados (COCs). A nova tecnologia pode melhorar a qualidade de vida das pacientes, uma vez que sua troca só é requerida a cada cinco anos, o que contribui para aumentar a adesão ao tratamento. 

    Já o desogestrel pode reduzir a dor e dificultar a progressão da doença. Trata-se de um anticoncepcional hormonal que atua principalmente inibindo a ovulação. Ele age bloqueando a atividade hormonal, que impede o crescimento do endométrio fora do útero. Esse medicamento poderá ser usado como primeira linha de tratamento, ou seja, pode ser prescrito já na avaliação clínica até que o diagnóstico se confirme por meio de exames. 

    “Mais do que inovação, estamos falando de garantir cuidado oportuno e eficaz para milhares de mulheres que convivem com a dor e o impacto da endometriose em seu dia a dia. A oferta desses dois tratamentos representa, acima de tudo, qualidade de vida para as pacientes e um avanço relevante na atualização tecnológica do SUS — fruto de um processo criterioso, conduzido com base nas melhores evidências científicas pela Conitec”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

    O DIU-LNG e o desogestrel foram incorporados pelo Ministério da Saúde, por meio da Portaria SECTICS/MS N° 41/2025 e da Portaria SECTICS/MS N° 43/2025, depois de receberem recomendação favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). Vale destacar que, para estarem disponíveis na rede pública de saúde, é necessário o cumprimento de etapas necessárias, como a atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Endometriose. 

    Atendimentos na Atenção Primária e Especializada 

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a endometriose afeta cerca de 10% das mulheres e meninas em idade reprodutiva no mundo todo, representando mais de 190 milhões de pessoas. No Brasil, o SUS oferece atendimento integral a pacientes com a doença, tendo registrado um aumento de 30% na assistência relacionada ao diagnóstico da endometriose na Atenção Primária na comparação entre 2022 (115.131 atendimentos) e 2024 (144.97). Nos dois últimos anos (2023-2024), foram mais de 260 mil atendimentos. 

    Já na Atenção Especializada, o SUS registrou aumento de 70% no número de atendimentos por endometriose, passando de 31.729 em 2022 para 53.793 em 2024. Nos dois últimos anos (2023 e 2024), foram registrados 85,5 mil atendimentos. Também houve um aumento de 32% nas internações pela doença, que passaram de 14.795 em 2022 para 19.554 em 2024. No mesmo período (2023 e 2024), o total foi de 34,3 mil internações. 

    Saiba o que o SUS já oferece  

    Na rede pública de saúde, as mulheres contam com tratamento clínico e cirúrgico.  

    No primeiro caso, é ofertada terapia hormonal, como o uso de progestágenos e medicamentos hormonais, como contraceptivos orais combinados (COCs) e análogos do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH). Além disso, analgésicos e anti-inflamatórios podem ser utilizados para controle da dor. Vale destacar que as mulheres também contam com acompanhamento multidisciplinar. 

    Nos casos em que a cirurgia é indicada, estão disponíveis procedimentos como videolaparoscopia, técnica minimamente invasiva para a remoção de focos de endometriose, também usada para diagnóstico quando necessário; a laparotomia, cirurgia aberta para casos mais complexos; e a histerectomia, que consiste na remoção do útero, sendo recomendada apenas em situações específicas e após avaliação criteriosa. 

    Nas mulheres que têm a doença, o tecido semelhante ao endométrio (que reveste o útero) cresce fora do útero em órgãos como ovários, intestino e bexiga, o que causa reações inflamatórias. Cólica menstrual intensa, dor pélvica crônica, dor durante a relação sexual, infertilidade e queixas intestinais e urinárias com padrão cíclico estão entre os principais sintomas da endometriose. 

    Ministério da Saúde

  • SUS vai ofertar novos tratamentos para inibir progressão da endometriose e melhorar qualidade de vida das pacientes

    SUS vai ofertar novos tratamentos para inibir progressão da endometriose e melhorar qualidade de vida das pacientes

    Mulheres com endometriose – condição ginecológica inflamatória crônica que ocasiona o crescimento do tecido que reveste o útero fora da cavidade uterina – vão contar com mais duas opções de tratamento de base hormonal no Sistema Único de Saúde (SUS). Recém-incorporados na rede pública pelo Ministério da Saúde, o Dispositivo Intrauterino Liberador de Levonogestrel (DIU-LNG) e o desogestrel trarão benefícios importantes para as pacientes. 

    O DIU-LNG suprime o crescimento do tecido endometrial fora do útero, sendo uma opção para mulheres com contraindicação ao uso de contraceptivos orais combinados (COCs). A nova tecnologia pode melhorar a qualidade de vida das pacientes, uma vez que sua troca só é requerida a cada cinco anos, o que contribui para aumentar a adesão ao tratamento. 

    Já o desogestrel pode reduzir a dor e dificultar a progressão da doença. Trata-se de um anticoncepcional hormonal que atua principalmente inibindo a ovulação. Ele age bloqueando a atividade hormonal, que impede o crescimento do endométrio fora do útero. Esse medicamento poderá ser usado como primeira linha de tratamento, ou seja, pode ser prescrito já na avaliação clínica até que o diagnóstico se confirme por meio de exames. 

    “Mais do que inovação, estamos falando de garantir cuidado oportuno e eficaz para milhares de mulheres que convivem com a dor e o impacto da endometriose em seu dia a dia. A oferta desses dois tratamentos representa, acima de tudo, qualidade de vida para as pacientes e um avanço relevante na atualização tecnológica do SUS — fruto de um processo criterioso, conduzido com base nas melhores evidências científicas pela Conitec”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

    O DIU-LNG e o desogestrel foram incorporados pelo Ministério da Saúde, por meio da Portaria SECTICS/MS N° 41/2025 e da Portaria SECTICS/MS N° 43/2025, depois de receberem recomendação favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). Vale destacar que, para estarem disponíveis na rede pública de saúde, é necessário o cumprimento de etapas necessárias, como a atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Endometriose. 

    Atendimentos na Atenção Primária e Especializada 

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a endometriose afeta cerca de 10% das mulheres e meninas em idade reprodutiva no mundo todo, representando mais de 190 milhões de pessoas. No Brasil, o SUS oferece atendimento integral a pacientes com a doença, tendo registrado um aumento de 30% na assistência relacionada ao diagnóstico da endometriose na Atenção Primária na comparação entre 2022 (115.131 atendimentos) e 2024 (144.97). Nos dois últimos anos (2023-2024), foram mais de 260 mil atendimentos. 

    Já na Atenção Especializada, o SUS registrou aumento de 70% no número de atendimentos por endometriose, passando de 31.729 em 2022 para 53.793 em 2024. Nos dois últimos anos (2023 e 2024), foram registrados 85,5 mil atendimentos. Também houve um aumento de 32% nas internações pela doença, que passaram de 14.795 em 2022 para 19.554 em 2024. No mesmo período (2023 e 2024), o total foi de 34,3 mil internações. 

    Saiba o que o SUS já oferece  

    Na rede pública de saúde, as mulheres contam com tratamento clínico e cirúrgico.  

    No primeiro caso, é ofertada terapia hormonal, como o uso de progestágenos e medicamentos hormonais, como contraceptivos orais combinados (COCs) e análogos do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH). Além disso, analgésicos e anti-inflamatórios podem ser utilizados para controle da dor. Vale destacar que as mulheres também contam com acompanhamento multidisciplinar. 

    Nos casos em que a cirurgia é indicada, estão disponíveis procedimentos como videolaparoscopia, técnica minimamente invasiva para a remoção de focos de endometriose, também usada para diagnóstico quando necessário; a laparotomia, cirurgia aberta para casos mais complexos; e a histerectomia, que consiste na remoção do útero, sendo recomendada apenas em situações específicas e após avaliação criteriosa. 

    Nas mulheres que têm a doença, o tecido semelhante ao endométrio (que reveste o útero) cresce fora do útero em órgãos como ovários, intestino e bexiga, o que causa reações inflamatórias. Cólica menstrual intensa, dor pélvica crônica, dor durante a relação sexual, infertilidade e queixas intestinais e urinárias com padrão cíclico estão entre os principais sintomas da endometriose. 

    Ministério da Saúde

  • Mutirão do Agora Tem Especialistas realiza em um único dia mais de 12 mil atendimentos para pacientes do SUS

    Com 12,4 mil atendimentos realizados em um único dia, o Mutirão do Agora Tem Especialistas superou as expectativas. Realizada no âmbito do programa do governo federal, que visa reduzir o tempo de espera por serviços especializados, a iniciativa aconteceu no último sábado (5/7), Dia E – Ebserh em Ação, em 45 hospitais universitários federais 100% SUS. A estimativa inicial era a oferta de 10,3 mil consultas, exames e cirurgias eletivas para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) previamente agendados. 

    Realizado pelos Ministérios da Saúde e da Educação e pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), o Mutirão do Agora Tem Especialistas realizou de forma simultânea, em 36 municípios de todas as regiões do país, 10.160 exames, 1.244  consultas e 1.060 cirurgias. Mais de dois mil médicos, professores, residentes, estudantes de graduação e outros trabalhadores da saúde da Rede Ebserh participaram da iniciativa, que priorizou áreas essenciais para o SUS como oncologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia e saúde da mulher

    Entre os atendimentos ofertados, estão procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade, consultas especializadas e exames de imagem, como radiologia convencional, ressonância magnética, tomografia, ultrassonografia, mamografia, endoscopia, colonoscopia e biópsias.

    Mutirão do Agora Tem 1.png
    Foto: João Risi/MS

    Parceria fortalece o programa 

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ressaltou que o mutirão realizado entrou para a história dos atendimentos no Brasil. “Já tivemos mutirão de um procedimento específico ou de um tipo de exame. Este foi o mais diversificado já realizado nacionalmente na história do SUS”, afirmou. Para Padilha, “o envolvimento dos hospitais universitários federais, coordenados pela Ebserh, é decisivo para garantir a formação de novos especialistas e a ampliação da capacidade de atendimento à população”. 

    Já o ministro da Educação, Camilo Santana, reforçou que o objetivo é garantir que esses atendimentos possam ser realizados o mais rápido possível, reduzindo filas e o tempo de espera em todo o país. “Essa ação no programa Agora Tem Especialistas representa uma integração estratégica entre o Ministério da Educação e o Ministério da Saúde. Estamos mobilizando toda a rede federal. O MEC está à disposição para construirmos juntos esse esforço histórico em defesa da saúde pública brasileira”, afirmou Santana. 

    Maior mutirão do SUS 

    A medida permitiu a ampliação do atendimento e a redução do tempo de espera na rede pública de saúde. Além disso, promoveu a aprendizagem dos estudantes da área da saúde, que puderam testar seus conhecimentos supervisionados pelos professores e demais profissionais da Rede Ebserh. 

    O presidente da Ebserh, Arthur Chioro, explicou que o Dia E está alinhado ao programa Agora Tem Especialistas. “É isso que mobiliza para que a gente possa ajudar esse esforço do Brasil de garantir – da consulta à cirurgia – as necessidades da população”, comentou. 

    “É o maior mutirão do SUS já feito no Brasil inteiro e o mais diverso. Já teve situação de fazer mutirão de uma cirurgia, um tipo de procedimento. Nós fizemos em todo o Brasil, de Norte a Sul, com 45 hospitais, 1.060 cirurgias e mais de 10 mil procedimentos de diagnóstico, de consulta. É um movimento que não para”, afirmou. 

    Arthur Chioro ressaltou que a orientação para os hospitais universitários federais é para que ampliem o horário de funcionamento com um terceiro turno, incluindo atendimentos aos sábados e domingos. Desde março, hospitais geridos pela estatal já realizaram 166 mutirões pelo país. Outro esforço concentrado nacional está previsto para setembro.

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    Foto: João Risi/MS

    União pela saúde dos brasileiros 

    Durante o Dia E, oito ministros de Estado, além de reitores, parlamentares, prefeitos e secretários municipais e estaduais de saúde, participaram das ações nos hospitais universitários. Na capital fluminense, a primeira-dama, Janja Lula da Silva, acompanhou o mutirão no Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CH-UFRJ), acompanhada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pela ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, e pelo presidente da Ebserh, Arthur Chioro. 

    Também acompanharam o mutirão, em outros estados, os ministros Camilo Santana (Educação), Macaé Evaristo (Direitos Humanos e Cidadania), Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), Gleisi Hoffmann (Secretaria de Relações Institucionais), Margareth Menezes (Cultura), Márcia Lopes (Mulheres) e Márcio Macedo (Secretaria Geral da Presidência da República).

  • Campanha do Ministério da Saúde incentiva testagem para diagnóstico precoce de hepatites no Brasil

    Campanha do Ministério da Saúde incentiva testagem para diagnóstico precoce de hepatites no Brasil

    No mês de conscientização sobre as hepatites virais, o Ministério da Saúde lança a campanha “Um teste pode mudar tudo” para conscientizar sobre a importância do diagnóstico precoce e tratamento. O novo Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais aponta expressiva redução da mortalidade causada pela doença nos últimos dez anos, mas dados apontam ainda a necessidade de ampliar a testagem e a adesão ao tratamento, principalmente nos casos de Hepatite B.   

    “O Brasil conta com o maior e mais abrangente sistema público de vacinação, que garante a oferta de terapias e testagem. Desde a implementação dos testes rápidos no SUS, avançamos no enfrentamento das hepatites virais. É importante reforçar: temos vacinas, testes e orientações claras disponíveis sobre o enfrentamento das hepatites. Por isso, quero chamar a atenção da população para a importância do diagnóstico precoce”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

    Entre 2014 e 2024, o Brasil reduziu em 50% os óbitos por hepatite B – que registrou coeficiente de mortalidade de 0,1 óbito por 100 mil habitantes. Em relação a hepatite C, a queda foi de 60% no período, com coeficiente de 0,4 óbito por 100 mil habitantes. O avanço aproxima o país da meta da Organização Mundial da Saúde (OMS), que prevê uma redução de 65% nas mortes por hepatites B e C até 2030.

    Entre crianças menores de 10 anos, a redução nos casos de hepatite A foi de 99,9% no período. Houve também redução da transmissão vertical de hepatite B: 55% de queda na detecção em gestantes e 38% de queda nos casos em menores de cinco anos. Em 2024, o Brasil registrou 11.166 casos de hepatite B e 19.343 casos de hepatite C.

    Para a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, o Brasil está no caminho certo para eliminação das hepatites. “Os dados do boletim, do painel e a campanha lançada hoje mostram que é possível avançar mais no enfrentamento das hepatites. A hepatite B ainda não tem cura, mas pode ser controlada com a vacina, que é segura, eficaz e ofertada gratuitamente pelo SUS. As vacinas no Brasil são certificadas pela Anvisa e têm eficácia comprovada por estudos”, declarou.

    Painel inédito permite busca ativa e acompanhamento da adesão ao tratamento

    De forma inédita, o Ministério da Saúde apresenta uma plataforma de monitoramento que permite identificar, por estado e município, quantas pessoas foram diagnosticadas com hepatites B e C, quantas iniciaram o tratamento e qual o tempo médio desse cuidado. O modelo é inspirado na estratégia histórica de combate ao HIV no Brasil.

    Dados consolidados de 2024 indicam que 115,3 mil pessoas foram indicadas para tratamento contra a hepatite B. Dessas, 58,8 mil iniciaram o tratamento e 14,8 mil o interromperam. É importante destacar que nem todas as pessoas diagnosticadas têm indicação para iniciar o tratamento. Em relação à hepatite C, 12,5 mil pessoas receberam indicação para tratamento, e 9,1 mil já iniciaram o cuidado.

    Com a nova plataforma, o Ministério da Saúde busca dobrar o número de pessoas atualmente em tratamento para hepatite B, alinhado à meta da Organização Mundial da Saúde (OMS), que prevê alcançar 80% de cobertura. Além disso, ao permitir o monitoramento do cumprimento de metas, a ferramenta ajudará gestores a planejarem estratégias de cuidado adaptadas às realidades regionais. A expectativa é superar os desafios da baixa procura por tratamento e ampliar o acesso em tempo oportuno em todo o país.

    Campanha incentiva testagem para diagnóstico precoce e início do tratamento

    A campanha publicitária nacional com o tema “Um teste pode mudar tudo” busca conscientizar e alertar a população sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento.

    A testagem é gratuita no SUS e pode ser feita por meio de testes rápidos ou laboratoriais, conforme indicação. A busca pelo diagnóstico deve feita ao menos uma vez por pessoas com mais de 20 anos. Os testes são gratuitos e estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

    Para tratamento da hepatite B, estão disponíveis os medicamentos: alfapeginterferona, o tenofovir desoproxila (TDF), o entecavir e o tenofovir alafenamida (TAF). Já o tratamento da hepatite C é feito com os chamados antivirais de ação direta (DAA), que apresentam taxas de cura de mais 95%.

    A vacinação contina sendo a principal forma de prevenção. A vacina contra a hepatite A é aplicada em dose única aos 15 meses de idade. Para pessoas acima de 1 ano com condições clínicas especiais, está disponível nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), em esquema de duas doses.

    Já a vacina contra a hepatite B segue o esquema de quatro doses: uma ao nascer (vacina hepatite B isolada) e outras aos 2, 4 e 6 meses (vacina pentavalente). Para adultos não vacinados, são recomendadas três doses.

    Além da vacinação, o Ministério da Saúde reforça medidas complementares de prevenção, como o uso de preservativos, higienização das mãos e o não compartilhamento de objetos que possam ter contato com sangue. O SUS oferece gratuitamente vacinas, testes rápidos e preservativos em todo o país.

    SUS amplia vacinação contra hepatite A em 2025

    Em maio deste ano, o Ministério da Saúde ampliou a oferta da vacina contra a hepatite A para usuários da PrEP.  A iniciativa visa conter surtos na população adulta e atende a uma mudança no perfil epidemiológico da doença. A ampla vacinação de crianças no país levou a uma redução de mais de 95% dos casos nesse público.

    A meta é vacinar 80% de todas as pessoas que utilizam a PrEP, que somam atualmente mais de 120,7 mil usuários no Sistema Único de Saúde (SUS). A imunização será realizada com duas doses, com intervalo de seis meses, garantindo proteção duradoura. Para receber as doses, é necessário apresentar a receita da PrEP. O local para a vacinação será informado pelos serviços de referência onde cada um é atendido para receber os medicamentos.

    Com a inclusão da vacina contra hepatite A no SUS em 2014, o número de casos da doença teve uma queda contínua no país todo, passando 6.261 casos em 2013 para 437, em 2021 – ou seja, 93% a menos considerando todas as faixas etárias.

    Com a aplicação de doses em meninos e meninas a partir de 12 meses de idade e menores de 5 anos, a incidência da doença caiu bastante entre as crianças. No comparativo de 2013 a 2023, os registros diminuíram 97,3%, entre menores de 5 anos, e 99,1%, na faixa etária de 5 a 9 anos.

    No mesmo mês, foi lançado o Guia de Eliminação das Hepatites Virais, que orienta estados e municípios sobre ações de prevenção e eliminação da doença e prevê a concessão de selos de reconhecimento. Até o momento, 18 municípios já foram certificados, nas categorias Ouro, Prata e Bronze, conforme critérios técnicos.

    Acesse a Apresentação da Coletiva 

    Assista a Coletiva na íntegra 

    Ministério da Saúde

  • Concurso SEE PB tem 70 mil candidatos convocados para as provas

    Concurso SEE PB tem 70 mil candidatos convocados para as provas

    As provas do concurso SEE PB estão confirmadas para o próximo domingo, 13 de julho. No total, 70.595 candidatos estão convocados para a etapa.

    Os locais de aplicação já estão disponíveis para consulta no site do Idecan, organizador do concurso.

    As cidades-sede das Gerências Regionais de Educação (CRE) serão locais de prova, como João Pessoa, Guarabira, Campina Grande, Cuité, Monteiro, Patos, Itaporanga, Catolé do Rocha, Cajazeiras, Sousa, Princesa Isabel, Itabaiana, Pombal, Mamanguape, Santa Rita e Queimadas.

    As avaliações serão realizadas em dois turnos, a depender do cargo e da área. Confira:

    Turno da manhã (das 8h às 12h):

    • Professor de Educação Básica IV: Artes, Biologia, Matemática e Língua Portuguesa.

    Turno da tarde (das 15h às 19h):

    • Professor de Educação Básica IV: Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Língua Espanhola, Língua Inglesa, Química e Sociologia.

    Os concorrentes deverão comparecer aos locais de prova, com antecedência mínima de uma hora do horário fixado para o início da aplicação, munidos de:

    • caneta esferográfica de tinta azul ou preta, feita de material transparente;
    • Cartão de Confirmação de Inscrição (CCI); e
    • documento de identidade original com foto.

    Provas do concurso SEE PB serão realizadas no domingo, 13

    (Foto: Agência Brasil)

    Não será permitida, durante a realização das provas, a comunicação entre os candidatos nem a utilização de aparelhos eletrônicos, celulares, calculadoras e/ou similares.

    Além da consulta a livros, anotações, impressos ou qualquer outro material, e uso de protetor auricular, lápis, borracha ou corretivo.

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    Provas do concurso SEE PB terão 100 questões

    As provas objetivas do concurso para professores do Estado da Paraíba contarão com 100 questões, com pesos 1,0 e 2,0 sendo:

    Conhecimentos Gerais

    • Língua Portuguesa: 15 questões;
    • Legislação: 15 questões;
    • Fundamentos Teóricos e Legais da Educação: 10 questões;
    • Raciocínio Lógico Matemático: 10 questões; e
    • Informática: 10 questões.

    Conhecimentos Específicos

    • Conteúdo específico do componente curricular correspondente ao cargo: 40 questões.

    Será classificado o candidato que obtiver, no mínimo, 50% dos pontos no total da prova e não zerar em nenhuma disciplina.

    O concurso ainda terá prova de títulos para os classificados nas provas objetivas até três vezes o número de vagas.

    Concurso SEE PB oferta 2 mil vagas para professores

    O edital da Secretaria de Educação da Paraíba oferece 2 mil vagas para professores efetivos nas seguintes áreas:

    • Artes: 165 vagas;
    • Biologia: 98 vagas;
    • Educação Física: 201 vagas;
    • Filosofia: 69 vagas;
    • Física: 86 vagas;
    • Geografia: 161 vagas;
    • História: 177 vagas;
    • Língua Espanhola: 103 vagas;
    • Língua Inglesa: 127 vagas;
    • Língua Portuguesa: 319 vagas;
    • Matemática: 347 vagas;
    • Química: 76 vagas; e
    • Sociologia: 71 vagas.

    Os candidatos devem ter o nível superior. O salário inicial do aprovado será de R$6.944,09.

    Apesar do número inicial de vagas, até 6 mil candidatos poderão ser aprovados.

    Conforme indicado no item 10 do edital, para a etapa de análise de títulos, serão convocados os candidatos aprovados na prova objetiva em até três vezes o número de vagas ofertadas.

    Com isso, até 6 mil candidatos poderão ser classificados e convocados ao longo do prazo de validade do concurso SEE PB, que será de dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez e por igual período.

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  • MPPB celebra TAC para regularizar quadro de servidores de Mataraca

    MPPB celebra TAC para regularizar quadro de servidores de Mataraca

    O Ministério Público da Paraíba celebrou um termo de ajustamento de conduta com o Município de Mataraca para a regularização do quadro de servidores. O TAC foi assinado, nessa segunda-feira (07/07), pelo 4º Promotor de Justiça de Mamanguape, Ítalo Mácio de Oliveira Sousa; pelo prefeito de Mataraca, Eymar Pedrosa; pelo o Procurador-Geral do Município, Bruno Viana Carvalho e pelo Subprocurador Municipal, Pedro Madruga da Silva.

    Ficou definido no TAC que a prefeitura vai promover, no prazo de 30 dias, o levantamento das vagas de provimento efetivo disponíveis no serviço público municipal e a regularização legal do quadro de servidores do Poder Executivo através do encaminhamento, à Câmara de Vereadores, de norma que estabeleça o quantitativo de cada cargo de provimento efetivo e em comissão (nesse último caso observando a obrigatoriedade legal de que tais funções destinem-se a hipóteses de direção, chefia ou assessoramento).

    Nesse mesmo prazo, deverá realizar a rescisão dos contratos e extinção dos cargos que se mostrarem desnecessários à continuidade do serviço público, obrigando-se a enviar ao Ministério Público cópia da Lei Municipal em até 10 dias após sua eventual aprovação.

    No prazo de 60 dias, o Município deverá realizar a contratação da banca examinadora com expertise reconhecida para realizar concurso público para preenchimento das vagas efetivas disponíveis. A prova objetiva do certame deverá ser realizada em até 90 dias após a assinatura do TAC.

    Além disso, ficou ajustado que o Município vai nomear servidores somente através de convocação de candidatos aprovados em concurso público, com prévio levantamento da real necessidade do serviço, de modo a evitar nomeações desnecessárias que onerem indevidamente o erário, respeitando rigorosamente a quantidade de cargos efetivamente existente nos quadros do Poder Executivo e do Fundo Municipal de Saúde.

    Também ficou definido que o Município deve apresentar ao Ministério Público, em até 75 dias da assinatura do TAC, a comprovação do cumprimento dessas medidas, mediante documentação contendo as exonerações e rescisões realizadas, a legislação com o organograma e quantitativos atualizados de cargos públicos no município e a contratação da banca examinadora com o respectivo edital do certame. Também deverá informar a quantidade, finalidade e local de trabalho de eventuais servidores contratados por excepcional interesse público que permaneceram integrando os quadros da Prefeitura de Mataraca. Em caso de não cumprimento do TAC, será aplicada multa diária de R$ 500,00.

     

  • CONTA NOTARIAL VINCULADA”: Inovação trazida pelo Provimento nº 197/2025 do CNJ

    CONTA NOTARIAL VINCULADA”: Inovação trazida pelo Provimento nº 197/2025 do CNJ

    No último dia 13 de junho, a Corregedoria Nacional de Justiça instituiu, por meio do Provimento nº 197/2025, o serviço de conta notarial vinculada, uma nova ferramenta que amplia as atribuições dos Tabelionatos de Notas, que poderão receber, custodiar e administrar valores vinculados a negócios jurídicos privados, por meio de contas específicas abertas em instituições financeiras conveniadas ao Colégio Notarial do Brasil (CNB) para essa finalidade.

    Do ponto de vista estratégico e institucional, a criação da conta notarial vinculada representa um avanço significativo rumo à modernização dos serviços notariais, além de oferecer uma alternativa segura ao uso de contas privadas ou depósitos judiciais.

    Já sob o ponto de vista prático, espera-se que a medida seja adotada como uma opção vantajosa — e, em muitos casos, até mesmo como medida de viabilidade — para diversos tipos de transações no âmbito privado, desde operações mais simples até as mais complexas e estruturadas. A inovação trazida pelo provimento garante segurança jurídica e maior agilidade, por exemplo, no aporte/depósito de valores, retenções financeiras ou administração de receitas em contas vinculadas, cuja movimentação estará condicionada à comprovação de etapas ou condições específicas de cada negócio.

    Por esse motivo, é fundamental atentar-se à forma de disposição das condições, etapas/fases, obrigações e demais fatores que servirão de base para a liberação de valores ou gestão de receitas. Para evitar contratempos e interpretações divergentes, os critérios adotados devem ser objetivos, claros e bem definidos, assegurando previsibilidade e segurança na tomada de decisões à época da verificação de cada evento de movimentação/liberação.

    Entre outras vantagens destacamos que a redação do Provimento prevê a ausência de cobrança direta ao usuário, ou seja, não haverá custos adicionais às partes, sendo a remuneração notarial viabilizada por meio dos convênios com as instituições financeiras, bem como a garantia de sigilo e confidencialidade, uma vez que todo o mecanismo deve ser estruturado para proteger informações sensíveis negociadas entre as partes.

    Embora o Provimento já esteja em vigor, sua implementação ainda depende da formalização de convênios entre o CNB e as instituições financeiras.

    Seguimos acompanhando de perto essa importante evolução normativa, suas discussões e, inclusive, eventuais normas complementares que poderão ser editadas pelas próprias Corregedorias-Gerais da Justiça Estaduais para disciplinar os aspectos operacionais em suas respectivas jurisdições.

  • “Botão do Pânico” e Lei Maria da Penha: inovações trazem mais proteção para a mulher

    “Botão do Pânico” e Lei Maria da Penha: inovações trazem mais proteção para a mulher

    Avanço na lei permite cumulação de monitoramento eletrônico e medidas protetivas

    A proteção às mulheres em situação de violência doméstica na Paraíba ganha novos contornos com a recente inovação trazida pela Lei nº 15.125/2025, que altera a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006). A lei avança, ao possibilitar a cumulação de medidas protetivas de urgência com o monitoramento eletrônico do agressor e ao prever a disponibilização de um dispositivo de segurança que alerta a vítima sobre a aproximação do autor da violência. Essa medida, conhecida como “botão do pânico”, representa um avanço significativo na proteção e na prevenção de novos ataques. Em razão disso, o Centro de Apoio Operacional Criminal (CAOCrim) e o Núcleo de Gênero, Diversidade e Igualdade Racial (Gedir) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) emitiram a Orientação Técnica Conjunta nº 4 analisando, em detalhes, as inovações e seu impacto na atuação dos promotores de Justiça.

    Um marco na proteção da mulher

    Conforme o documento, a nova legislação introduz o monitoramento eletrônico do tipo “front door monitoring”, aplicado desde o início da intervenção judicial, antes de eventual condenação. Essa medida, que reforça a eficácia das medidas protetivas de urgência, visa a garantir a proteção da vítima e de seus dependentes. 

    O promotor de Justiça e coordenador do CAOCRIM, Ricardo Alex Almeida Lins, destaca a natureza jurídica do novo dispositivo: “A monitoração eletrônica, agora prevista expressamente na Lei Maria da Penha, caracteriza-se como um instrumento hábil a assegurar as medidas protetivas de urgência, e não como uma medida protetiva propriamente dita, sendo a primeira espécie de monitoramento com natureza cível no direito brasileiro, um marco na proteção da integridade da mulher”. 

    Ainda segundo a orientação, essa nova espécie de monitoração eletrônica é um marco no direito brasileiro, concebida para maximizar a efetividade das medidas protetivas de urgência. A concessão das medidas protetivas de urgência, inclusive, independe da existência de inquérito policial ou ação penal, conforme reforçado pela Lei nº 14.550/2023.

    Esforços conjuntos e desafios futuros

    A Paraíba registrou a concessão de 4.172 medidas protetivas entre janeiro e 16 de junho de 2025, com 3.132 medidas ativas em todo o Estado. Esses números mostram a urgência da situação. A promotora de Justiça e coordenadora do Núcleo de Gênero, Diversidade e Igualdade Racial, Liana Espínola Pereira de Carvalho, complementa o posicionamento do MPPB: “A imposição dessa restrição adicional deve ser fundamentada, contextualizada e necessária à luz do caso concreto. O monitoramento eletrônico não é uma regra geral, mas sim uma ferramenta complementar a ser utilizada, de modo seletivo e justificado, sempre que as circunstâncias se revelarem particularmente graves ou quando os demais mecanismos protetivos se mostrarem insuficientes para garantir a efetiva tutela da vítima”.

    O documento também aborda desafios práticos, como a necessidade de disponibilização do dispositivo de alerta à vítima. Embora a presença do “botão do pânico” ou aplicativo equivalente potencialize a eficácia preventiva da medida, o monitoramento eletrônico do agressor pode ser concedido de forma excepcional e temporária, mesmo sem a disponibilidade imediata do dispositivo. O Poder Público, no entanto, não pode alegar ausência de recursos para não conceder esses dispositivos, pois o direito à integridade física das mulheres integra o núcleo do mínimo existencial, de acordo com o Supremo Tribunal Federal.

    Segundo a orientação, a recusa do agressor em utilizar o equipamento de monitoração pode justificar a decretação da prisão preventiva. A violação da monitoração eletrônica, por si só, não caracteriza o crime de desobediência, mas pode ensejar a decretação da prisão preventiva. Essa união entre a evolução da ciência e a evolução legislativa, focada na proteção da mulher e de seus dependentes, traz uma nova esperança para a prevenção do feminicídio e para o combate à violência doméstica.

    O material foi produzido com a colaboração dos assessores Márcia Trindade Crispim e Maurício Acioli Gomes Ferreira Filho. 

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  • Conselho Superior escolhe novo procurador de Justiça do MPPB

    Conselho Superior escolhe novo procurador de Justiça do MPPB

    Em mais uma sessão histórica, com 15 horas de duração, o Conselho Superior do Ministério Público da Paraíba promoveu, pelo critério de merecimento, o promotor de Justiça Antônio Hortêncio Rocha Neto ao cargo de 7º procurador de Justiça, decorrente da aposentadoria da procuradora Maria Lurdélia Diniz. Também foram homologadas três remoções para promotorias de entrância final e inicial. As votações ocorreram durante a 10ª sessão ordinária realizada, nesta segunda-feira (07/07), na sede do MPPB, na Capital paraibana. 

    A sessão foi presidida pela procuradora-geral em substituição, Vasti Cléa Marinho da Costa Lopes, e teve a participação do corregedor-geral, Francisco Sarmento, e dos conselheiros José Guilherme Soares Lemos, Sócrates da Costa Agra, Francisco Glauberto Bezerra, Alexandre César Fernandes Teixeira e Luís Nicomedes de Figueiredo Neto, além da secretária-geral em exercício, Liana Espínola Pereira de Carvalho. 

    Na sessão, o CSMP apreciou a pontuação de 11 candidatos ao cargo de procurador. Ao final, Antônio Hortêncio Rocha Neto obteve 613,30 pontos. A lista tríplice foi composta ainda pelos promotores Carlos Romero Lauria Paulo Neto, com 588,08 pontos, e Manoel Cacimiro Neto, com 569,60 pontos.

    A procuradora-geral em substituição, Vasti Cléa Lopes, fez um agradecimento especial a toda a equipe da Corregedoria-Geral pelo trabalho realizado na elaboração dos relatórios dos candidatos que serviram de base para a votação dos conselheiros, com destaque para promotora Ana Caroline Almeida Moreira que, em razão dos outros dois promotores corregedores serem candidatos no certame, foi a responsável por toda a análise das anotações cadastrais e das impugnações. Vasti Cléa Lopes também registrou o alto nível dos concorrentes, cujos cadastros orgulham o MP paraibano.

    O promotor Antônio Hortêncio, que atualmente é o chefe do MPPB como procurador-geral de Justiça, cujo mandato termina no dia 30 de agosto, agradeceu ao Conselho Superior pela promoção, destacando a qualidade dos concorrentes. “É uma alegria muito grande. Só tenho a  agradecer a esse colegiado. O que acho bonito de toda essa avaliação é o Conselho poder observar o merecimento, o trabalho de cada um. Quero agradecer a todos e a Deus por ter me trazido até aqui e me dado forças para trabalhar muito pelo Ministério Público da Paraíba. Espero contribuir ainda mais, desta feita no 2º grau, como procurador de Justiça”, disse após a promoção. 

    Remoções

    Ainda na sessão, o Conselho Superior ainda homologou três remoções de promotores de Justiça, sendo duas para entrância final e uma para entrância inicial. Para o cargo de 4º promotor de Justiça de Guarabira, foi removido, pelo critério de antiguidade, o promotor de Justiça Dennys Carneiro Rocha dos Santos. 

    A promotora Cláudia de Souza Cavalcanti Bezerra foi removida, pelo critério de antiguidade, ao cargo de 9º promotor de Justiça de Campina Grande. Já o promotor Charles Duanne Casimiro de Oliveira foi removido, pelo critério de merecimento, ao cargo de promotor de Justiça de Pocinhos.

  • CREF 10 abre concurso para agente de fiscalização na Paraíba

    CREF 10 abre concurso para agente de fiscalização na Paraíba

    O Conselho Regional de Educação Física da 10ª Região (CREF10), com sede na Paraíba, abriu inscrições para um concurso público destinado ao preenchimento de quatro vagas no cargo de Agente de Orientação e Fiscalização.

    Para concorrer, é necessário possuir graduação em Educação Física, CNH categoria B e registro no conselho de classe correspondente. Há vagas reservadas para candidatos de categorias específicas, conforme critérios do edital.

    Os profissionais selecionados atuarão em jornadas de 40 horas semanais e receberão salário de R$ 4.436,65.

    EDITAL DE ABERTURA

    CREF 10 abre concurso para agente de fiscalização na Paraíba (Foto: Divulgação)

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    Como participar

    As inscrições podem ser feitas exclusivamente pela internet, das 0h do dia 10 de julho até as 23h59 do dia 10 de agosto, no site oficial da organizadora. A taxa de inscrição é de R$ 115,00, com possibilidade de solicitação de isenção entre os dias 10 e 11 de julho.

    O processo seletivo contará com prova escrita objetiva, prevista para o dia 31 de agosto, com questões de língua portuguesa, raciocínio lógico e conhecimentos específicos. O concurso terá validade de um ano, podendo ser prorrogado por igual período.