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  • MPPB participa de lançamento do Observatório de Violência Doméstica do TJPB

    MPPB participa de lançamento do Observatório de Violência Doméstica do TJPB

    O Ministério Público da Paraíba participou, nesta sexta-feira (13/06), da solenidade de lançamento do Observatório de Violência Doméstica do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). O observatório é uma ferramenta estratégica disponibilizada pelo tribunal, tanto para magistrados e servidores, por meio de uma plataforma interna, quanto para o público externo, especialmente profissionais que atuam na rede de enfrentamento à violência contra a mulher. O MPPB foi representado pela promotora de Justiça que atua junto ao 1º Juizado de Violência Doméstica de João Pessoa, Rhomeika Porto.

    A partir dos dados que serão divulgados, será possível acessar, por exemplo, o quantitativo de medidas protetivas e ações penais em tramitação relacionadas à violência doméstica, organizadas por comarca. Os dados informativos servirão de base para orientar e qualificar o trabalho, tanto internamente quanto para subsidiar a formulação, aprimoramento e criação de políticas públicas.

    A promotora Romeika Porto afirmou ter ficado muito feliz em saber da criação do observatório. “Isso muito irá nos ajudar a reconhecer e enfrentar os números crescentes e assustadores de atos de violência de gênero contra a mulher, de forma mais efetiva, bem como mostrar à sociedade paraibana a realidade da demanda desse tipo de violência, que tanto nos aflige”, disse.

    Além do MPPB, participaram da solenidade representantes do TJPB, do Ministério Público Federal e da Defensoria Pública da Paraíba, da Ouvidoria da Mulher da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba, da Secretaria de Estado da Mulher e Diversidade Humana (SEMDH).

    A procuradora regional dos Direitos do Cidadão, Janaina Andrade, que representou o MPF no evento, destaca que o observatório é uma ferramenta importante de prevenção à violência contra a mulher. Segundo ela, além de servir como objeto de pesquisa e estudo, o portal do observatório ainda funciona como fonte de integração entre as instituições governamentais e não-governamentais, além de auxiliar na implementação de políticas públicas.

    Segundo Janaina, a solenidade também é importante para reflexão acerca dos dados trazidos pelo Mapa da Segurança Pública de 2025, apontando que quatro mulheres são mortas por dia no Brasil, apenas pela sua condição de mulher (feminicídio). Ela lembrou, ainda, que a ideia de mulher como propriedade, típica de sociedades patriarcais, leva à violência, como o crime de feminicídio praticado na cidade de Solânea, no Brejo da Paraíba, na última quarta-feira (11). “Para mudar a espiral exponencial de violência contra a mulher, precisamos de um olhar e ações de toda sociedade”, enfatizou a procuradora.

    O presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, ao parabenizar os profissionais que desenvolveram o Observatório de Violência Doméstica, disse que esse trabalho é voltado às mulheres paraibanas e aos juízes e juízas que atuam com essa demanda. “A cidadania tem mais um instrumento para fazer suas consultas, suas pesquisas. Isso é um ganho para toda a rede de proteção ao público feminino”, declarou Fred Coutinho, acrescentando que “o observatório fortalece a transparência e o monitoramento da atuação do Judiciário”.

    A coordenadora da Mulher do TJPB, juíza Graziela Queiroga, afirmou que o observatório chega em excelente momento e foi implementado nos moldes do Painel de Violência Doméstica do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no entanto, respeitando a realidade paraibana.

    “O observatório vem auxiliar tanto aos magistrados e magistradas, servidores e servidoras, quando acessarem o perfil interno, quanto o público externo, trazendo dados e quantitativos de cada unidade judiciária. Então, as pessoas podem ter esse acesso, como forma de contribuir para as políticas públicas, para o entrelaçamento ainda melhor da rede de proteção à mulher”, destacou a magistrada. Graziela lembrou que a Paraíba está na média nacional das estatísticas da análise de medidas protetivas, que é de 48 horas.

    A ouvidora da Mulher da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Renata Quintans, ressalta que a ferramenta proporcionará informações concretas para uma ação mais eficiente. “Acreditamos na máxima de que ‘o que não pode ser medido não pode ser gerenciado’, e precisamos cada vez mais profissionalizar os trabalhos de combate à violência doméstica”, declarou a advogada, parabenizando o TJPB pela iniciativa.

    Para a secretária de Estado da Mulher e da Diversidade Humana, Lidia Moura, o observatório é um instrumento muito valioso. “Está de parabéns o Tribunal de Justiça da Paraíba, que dá um importante passo. Os dados que o observatório vai reunir, vão possibilitar, inclusive, estudos que podem resultar em compreensão dos limites e da inteireza dessas violências, para que possamos elaborar projetos e fazer políticas públicas. Então é algo que faz toda a diferença, muito importante e que vai ajudar no enfrentamento às violências contra as mulheres”.

    Dentre outras autoridades presentes na solenidade, conduzida pelo presidente do TJPB, Fred Coutinho, participaram o vice-presidente do tribunal, João Batista Barbosa, o coordenador-adjunto da Coordenadoria da Mulher do TJPB, Andre Ricardo de Carvalho Costa e a juíza do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de João Pessoa, Gabriella de Britto Lyra Leitão Nóbrega.

    Também estiveram presentes a senadora Daniella Ribeiro, a coordenadora estadual do Projeto Antes que Aconteça, Camila Mariz, a coordenadora das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, delegada Maria Sileide de Azevedo, a defensora pública-geral da Paraíba, Madalena Abrantes, a representante da Secretaria Estadual da Mulher e da Diversidade Humana, Joyce Borges, além de representantes da Rede Estadual de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência (Reamcav) e a equipe de tecnologia da informação do tribunal.

    Com Ascom/MPF

  • MPPB e órgãos criarão Comitê Permanente para definir ações sobre o Rio Jaguaribe

    MPPB e órgãos criarão Comitê Permanente para definir ações sobre o Rio Jaguaribe

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) promoveu, na manhã desta sexta-feira (13/06), a primeira audiência pública realizada com diversos órgãos governamentais e com a sociedade civil organizada para definir estratégias de atuação conjunta em relação ao Rio Jaguaribe. Dentre as medidas deliberadas estão a criação de um Fórum Permanente para aprofundar o debate sobre o diagnóstico da situação do rio e definir ações a curto, médio e longo prazos para resolver, efetivamente, o problema socioambiental provocado pela degradação do rio.

    Também foram sugeridas medidas relacionadas à elaboração de um cronograma de execução de campanhas educativas, de ações e serviços públicos relacionados ao rio e a instauração de procedimento no MPPB para averiguar o cumprimento da Política Nacional de Recursos Hídricos em João Pessoa e Cabedelo. 

    A audiência foi presidida pelos promotores de Justiça que atuam na defesa do meio ambiente em João Pessoa e em Cabedelo, Edmilson de Campos Leite Filho e Francisco Bergson Gomes Formiga Barros, respectivamente. Participaram representantes das secretarias municipais de Meio Ambiente de João Pessoa e Cabedelo; da Companhia de Água e Esgoto do Estado da Paraíba (Cagepa); do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Universidade Federal da Paraíba e de diversas organizações não governamentais, a exemplo do Movimento Esgotei, do Coletivo em Defesa do Meio Ambiente (CDMA-PB) e a Associação dos Pescadores e Marisqueiros de Cabedelo, dentre outros.

    Diálogo e cooperação

    Os promotores de Justiça agradeceram a presença de todos e explicaram que o objetivo da audiência pública é iniciar um processo de diálogo e cooperação interinstitucional, com o apoio da sociedade civil organizada, para o enfrentamento de um problema complexo que já dura décadas: a degradação do Rio Jaguaribe. 

    O promotor de Justiça Edmilson Campos destacou a decisão ministerial de tentar construir, democraticamente, uma solução, evitando a sua judicialização do caso. “Nosso objetivo foi ouvir os órgãos ambientais e governamentais e as entidades e movimentos sociais para ter um diagnóstico preciso sobre um problema que afeta não só o Rio Jaguaribe, mas todos os rios urbanos do País. Nessa audiência, que será a primeira de muitas, tivemos algumas conclusões e providências. Não adianta deixar o rio limpo e virar as costas para as comunidades ribeirinhas, por exemplo. Vamos procurar resolver o problema da melhor forma possível, ainda que demore. Queremos resolver isso, trazendo a população, a sociedade e os órgãos governamentais e ambientais para a Promotoria de Justiça. Se não estivermos integrados, tudo não passará de discurso”, argumentou o promotor Edmilson Campos, que há seis meses passou a atuar na defesa do meio ambiente.

    O promotor de Justiça Bergson Formiga, por sua vez, destacou a importância da fiscalização e da atuação do poder público. “Temos uma grande problemática relacionada às ocupações irregulares e ao despejo de esgoto clandestino no rio. A ação do poder público tem que ser mais presente. O mais importante é ter uma fiscalização permanente. Espero que, a partir de agora, possamos começar a ter um trabalho que tenha resultados efetivos. Vamos precisar muito do apoio de todos”, disse.

    Órgãos governamentais e ambientais

    Durante a audiência, os órgãos ambientais e governamentais falaram sobre ações já adotadas em relação ao assunto. O Ibama informou que há 20 anos lida com as ocupações desordenadas e irregulares, que colaboram para a degradação do Rio Jaguaribe. Para o órgão federal, a poluição e a degradação do rio são problemas complexos e preocupantes – sobretudo em razão da proximidade do período chuvoso -, que exigem a união de esforços para tentar mitigá-los. O instituto reiterou seu compromisso em ajudar a resolver a situação; falou da possibilidade de alocação de recursos financeiros advindos de multas aplicadas contra infratores poluidores (pessoas físicas ou jurídicas que direta ou indiretamente causam ou contribuem para a poluição do meio ambiente) para o financiamento de projetos voltados à recuperação do Rio Jaguaribe e se colocou à disposição do MPPB.

    Já o representante da Prefeitura Municipal de João Pessoa falou sobre as ações de regularização fundiária e de habitação popular que vem promovendo junto às comunidades ribeirinhas e sobre as ações de desassoreamento e dragagem realizadas no Rio Jaguaribe. Segundo ele, essas ações fazem parte do Programa “JP Sustentável”, que vem sendo implementado no Baixo e Médio Jaguaribe. 

    Ele reconheceu que o principal e mais urgente problema socioambiental está “Leito Morto do Rio Jaguaribe” (área que vai do Retão de Manaíra até o maceió de Intermares, em Cabedelo), o qual não está sendo assistido pelo programa. Segundo o representante, embora 800 famílias que vivem em comunidades nessa área tenham acesso à rede coletora de esgoto, há famílias que vivem em moradias irregulares, que não possuem esgotamento sanitário e despejam esgoto no rio. 

    O Município informou ainda que possui uma programação com ações de curto, médio e longo prazos relacionadas ao Rio Jaguaribe e que pretende desenvolver campanhas de educação ambiental, para promover a conscientização e a mudança comportamental da população sobre o assunto. 

    O representante do Município de Cabedelo parabenizou a iniciativa e a decisão do MPPB de fomentar um processo estrutural para construir uma solução para o problema, envolvendo todas as instituições e entidades. Ele também disse que, apesar do avanço legal, a Paraíba não vem implementando a Política Nacional de Recursos Hídricos, já que os comitês de Bacias Hidrográficas não estão funcionando. 

    A Cagepa, por sua vez, informou que foi criado um Grupo de Trabalho para regularizar, de forma prioritária, o lançamento de esgoto no Leito Morto do Rio Jaguaribe e que serão necessárias soluções não convencionais e alternativas – como a construção de fossas ecológicas e tubulações expostas – para mitigar a poluição do rio. Também informou que a companhia pretende avançar em obras de esgotamento sanitário no bairro Cruz das Armas, onde há muito lançamento clandestino de esgoto no Médio Jaguaribe. Falou ainda sobre as obras que estão sendo feitas no Retão de Manaíra e em Cabedelo para comportar o esgoto gerado na região da Praia e do financiamento de 50 milhões de euros para financiar obras, em todo o Estado, para universalizar o acesso ao saneamento básico até 2033, conforme estabelece a Lei 14.026/2020 (Novo Marco Civil do Saneamento Básico). 

    Sociedade Civil

    Representantes da sociedade civil organizada contribuíram para o debate e apresentaram sugestões. A representante da UFPB falou do interesse da universidade em participar do trabalho, colaborando através de pesquisa e extensão. Segundo ela, a ideia é monitorar a qualidade do rio, com a instalação de 15 pontos de coleta de amostras de água para realização de análises semestrais. Esses estudos deverão nortear políticas públicas e ações governamentais relacionadas ao Jaguaribe.

    Já o representante da CDMA-PB destacou a importância de convidar representantes do Governo Federal para tratar da alocação de recursos que financiem serviços e ações relacionadas à despoluição e recuperação ambiental do rio.

    A Associação dos Pescadores e Marisqueiros de Cabedelo, por sua vez, destacou que a poluição do Rio Jaguaribe tem prejudicado pescadores e as inúmeras famílias que vivem em comunidades ribeirinhas, por omissão do poder público quanto à oferta de serviços essenciais. “Quatro mil famílias que precisam do Rio Jaguaribe e do Rio Sanhauá estão sofrendo com a diminuição dos peixes e dos mariscos e com o aumento da poluição do rio. Gostaria que vocês não olhassem só para a Praia. Faço um apelo para que não acusem os ribeirinhos”, disse, destacando a existência de empreendimentos econômicos que causam a poluição no rio. 

    Representantes do movimento “Esgotei” também cobraram soluções e providências quanto à situação de vulnerabilidade das comunidades ribeirinhas; defenderam a necessidade de projetos e estudos sobre a degradação do Rio Jaguaribe e a importância da atuação integrada dos órgãos governamentais para não haver “retrabalho” e ações isoladas e esparsas. Eles também agradeceram a sensibilidade e a força do MPPB e falaram da credibilidade da instituição. 

  • Saúde alerta sobre aumento de casos de gripe e libera mais R$ 50 milhões para reforçar atendimento no SUS

    Saúde alerta sobre aumento de casos de gripe e libera mais R$ 50 milhões para reforçar atendimento no SUS

    Diante do aumento de casos de vírus respiratórios no país, comum nesta época do ano, o Ministério da Saúde liberou R$ 50 milhões para fortalecer o atendimento a adultos com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no SUS. A portaria com o incentivo foi publicada no Diário Oficial da União  desta quinta-feira (12). A vacinação contra a gripe é crucial para evitar hospitalizações, especialmente entre crianças, idosos e gestantes.

    Em maio deste ano, o ministério já havia disponibilizado R$ 100 milhões para o atendimento de crianças hospitalizadas. Os estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina solicitaram o incentivo para o público infantil e receberam R$ 28,5 milhões: R$ 14,26 milhões para 88 leitos em MG (cobrindo 32% dos leitos do SUS); R$ 12,63 milhões para 78 leitos no RS; e R$ 1,62 milhão para 10 leitos em SC. Com a nova portaria, o total de recursos temporários chega a R$ 150 milhões.

    “A vacinação é a melhor forma de evitar hospitalizações neste período de maior circulação de vírus respiratórios. Por isso, é fundamental que estados e municípios reforcem a imunização de crianças, idosos e gestantes”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

    Para prevenir os casos, a campanha de vacinação contra a gripe foi iniciada em abril e está ativa em todo o país, com a distribuição de mais de 65 milhões de doses. O Ministério da Saúde recomenda que estados e municípios realizem busca ativa dos grupos prioritários e vacinem todas as pessoas que procurarem as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), desde que haja doses disponíveis e conforme a situação epidemiológica local.

    Além da vacinação, medidas como higienização das mãos, evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados ajudam a reduzir a transmissão de doenças respiratórias. Também é importante cobrir o rosto ao tossir ou espirrar, não compartilhar objetos de uso pessoal e buscar atendimento médico em caso de sintomas.

    Cobertura vacinal

    Em 2025, até o dia 12 de junho, mais de 36,4 milhões de doses foram aplicadas em todo o país, com cobertura vacinal de 38,43% entre o público prioritário (gestantes, crianças e idosos). A vacinação está disponível nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. No Norte, a campanha ocorre no segundo semestre, considerando a sazonalidade dos vírus respiratórios na região.

    Embora recém-nascidos não possam ser vacinados diretamente, a imunização de gestantes é fundamental para proteger os bebês nos primeiros meses de vida. O imunizante oferece proteção contra casos graves e óbitos causados pelos vírus Influenza A e B, os mais comuns no país. Os casos de bronquiolite também podem ser reduzidos com a vacina da influenza. 

    Cenário epidemiológico

    De janeiro a maio, de acordo com o Informe Vigilância das Síndromes Gripais, 25 estados brasileiros apresentam incidência elevadas de SRAG (AC, AL, AP, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MA, MT, MG, PR, PB, PA, PE, RN, RS, RJ, RO, RR, SC, SE, SP e TO). Nas últimas duas semanas, o VRS foi responsável por 42% dos casos e 12% dos óbitos. Já Influenza foi responsável por 37% dos casos e 69% dos óbitos por SRAG. Até maio deste ano, o Brasil registrou 82.201 casos e 4.126 óbitos por SRAG. No momento, SRAG por VSR apresenta tendência de queda, enquanto por Influenza está em aumento.

    João Vitor Moura
    Ministério da Saúde

  • ALPB concede Medalha Epitácio Pessoa ao jornalista Marcus Alves

    ALPB concede Medalha Epitácio Pessoa ao jornalista Marcus Alves

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quinta-feira (12), sessão solene com para entregar a Medalha Epitácio Pessoa ao secretário de Cultura do Município de João Pessoa, jornalista Antônio Marcus Alves de Souza. A homenagem foi proposta pelo deputado João Gonçalves e contou com a presença do vereador da Capital, Luís da Padaria, do secretário de Ação Governamental de João Pessoa, Rouger Guerra, além de amigos e familiares do homenageado.

    O deputado João Gonçalves destacou que à frente da Funjope Marcus Alves tem formulado e executado uma política pública de cultura contínua, plural e acessível, promovendo importantes eventos que compõem o calendário cultural da capital paraibana, a exemplo do Carnaval Tradição, da Paixão de Cristo, do São João, do Festival de Quadrilhas Juninas, da Fecha das Neves e das Festividades Natalinas.

    Segundo o parlamentar, a concessão da maior comenda da Assembleia Legislativa da Paraíba é um reconhecimento, não apenas à trajetória individual de Marcus Alves, mas também ao impacto coletivo de sua atuação à frente da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope).

    “Marcos Alves é, acima de tudo, um expoente da cultura hoje, em João Pessoa. Ele conseguiu fazer uma transformação na vida das pessoas ligadas ao nosso mundo cultural e de eventos. Ele foi extremamente feliz ao formar sua equipe para atuar na Funjope, para desenvolver a cultura na Capital paraibana. O mestre e amigo Marcus Alves é um homem que promove e faz com que o povo de João Pessoa e da Paraíba sinta-se homenageado e representado no meio artístico-cultural”, afirmou o deputado.

    Para o vereador Luís da Padaria, Marcus Alves realizou e tem realizado mudanças significativas na Cultura da Capital, através de ações que valorizam não só os artistas, mas todos aqueles envolvidos com a arte e que merecem, por parte do Poder Público, um olhar especial. “Marcus Alves é uma pessoa que desde que chegou a Funjope mudou a cultura de João Pessoa. É uma pessoa que tem um outro olhar, que conhece a necessidade da cultura de João Pessoa e vem fazendo a diferença. Eu fico muito feliz, pois essa Medalha que o deputado João vai proporcionar a Marcus é de grande valia pelo trabalho que ele faz na cidade de João Pessoa e na cultura do estado”, disse.

    Ao receber a mais alta comenda concedida pelo Poder Legislativo, o poeta e jornalista Marcus Alves disse estar feliz, pois celebra sua trajetória dedicada à cultura paraibana e sua atuação à frente da Funjope, onde promoveu importantes avanços na política cultural do município. Emocionado, o homenageado destacou o caráter coletivo da conquista.

    “Para mim, essa homenagem representa muita emoção, a certeza de que a Paraíba e João Pessoa reconheceram o meu trabalho à frente da Funjope e, principalmente, uma questão importantíssima para a minha história. Assim, mais do que ser uma coisa pessoal, é o reconhecimento de uma política de cultura que deu certo na cidade de João Pessoa. Eu dedico essa homenagem a toda a minha equipe, de verdade, de coração, e à comunidade de artistas da Capital, porque sem que essas pessoas acreditassem na gente, a gente não faria”, declarou.

    A população paraibana pode acompanhar todas as matérias apresentadas na ALPB, assim como, sessões ordinárias, visitas técnicas, reuniões de comissões, solenidades e debates através da TV Assembleia, pelo canal 8.2, e também pelo canal TV Assembleia PB no Youtube.

  • MP firma TACs para evitar acúmulo ilegal de cargos públicos em Caaporã e Pitimbu

    MP firma TACs para evitar acúmulo ilegal de cargos públicos em Caaporã e Pitimbu

    O Ministério Público da Paraíba firmou termos de ajustamento de conduta (TACs) com os os Municípios de Caaporã e Pitimbu para garantir que não haja acumulação indevida de vínculos públicos dos servidores municipais. Os TACs foram assinados pelo promotor de Justiça de Caaporã, Eduardo Luiz Cavalcanti Campos; pelo prefeito de Caaporã, Francisco Nazário de Oliveira; e pela prefeita de Pitimbu, Adelma Passos.

    Os municípios se comprometeram a, no processo de nomeação, designação ou contratação de servidores, realizar uma consulta ao portal do Tribunal de Contas do Estado, especificamente nos paineis de acompanhamento e acumulação de vínculo público, que possuem dados que indicam possível ocorrência de acumulação ilegal.

    Além disso, os municípios deverão exigir apresentação de declaração por parte do servidor ou contratado de que não acumula outro cargo incompatível, a nomeação, designação ou contratação só ocorrerá caso não haja acumulação ilícita de cargo. Caso seja detectado que o servidor acumula cargos de forma ilícita, o município notificará o servidor para realizar a opção e não obtendo resposta promoverá o desligamento dele. 

    Também ficou definido dos TACs que, para comprovar o cumprimento das cláusulas estabelecidas, os municípios deverão enviar ao MPPB cópia do Diário Oficial do Município com a publicação decreto que regulamentará as obrigações previstas no termo a serem cumpridas no âmbito da administração pública municipal, bem como o envio de projeto de lei à Câmara Municipal para que tais rotinas se tornem perenes no ente municipal. O Município de Caaporã tem prazo de 60 dias para esse envio; já Pitimbu deverá fazer o encaminhamento em até 120 dias.

    De acordo com o promotor de Justiça, os termos de ajustamentos foram celebrados em razão de denúncias recebidas pela Promotoria de Justiça de Caaporã de acumulação ilícita de cargos por parte de servidores dos dois municípios. Em caso de descumprimento será aplicada multa diária de R$ 2 mil por obrigação descumprida.

  • Estados e municípios já podem aderir ao Mais Médicos Especialistas

    Estados e municípios já podem aderir ao Mais Médicos Especialistas

    O Ministério da Saúde publicou, nesta quinta-feira (12), o edital de adesão de estados, municípios e Distrito Federal ao programa Agora Tem Especialistas, que visa reduzir o tempo de espera por consultas, exames, cirurgias e tratamentos no Sistema Único de Saúde (SUS).

    Etapa que precede a abertura das 500 bolsas de educação pelo trabalho para médicos já especialistas, esse edital visa verificar a demanda pelo atendimento nas áreas prioritárias para o SUS. Isso significa que os gestores interessados terão até o dia 30 de junho para indicarem os estabelecimentos de saúde aptos a participar do programa. Será preciso informar as condições necessárias de infraestrutura – como equipamentos, salas de atendimento, insumos, medicamentos -, além da quantidade de vagas disponíveis.

    Depois da conclusão desse mapeamento, um novo edital será lançado para selecionar 500 profissionais que já especialistas. Eles vão atuar, com prática assistencial, nos locais mapeados, ou seja, em hospitais regionais, policlínicas e ambulatórios do SUS. Para serem selecionados, esses médicos precisam ser certificados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) ou titulados pela Associação Médica Brasileira (AMB).

    A previsão é que o chamamento do médicos seja publicado na primeira quinzena de julho, com início das atividades para setembro deste ano. 

    Mentoria com profissionais de excelência

    Essa será uma oportunidade para médicos especialistas atuarem no SUS com a mentoria de profissionais de instituições de excelência do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS). É o caso do Hospital Sírio-Libanês, da Beneficência Portuguesa de São Paulo, do AC Camargo Câncer Center, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, do Albert Einstein, do HCor, do Hospital Moinhos de Vento e dos hospitais universitários da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH).

    Essas instituições funcionam como polos formadores, oferecendo suporte técnico, imersões presenciais, mentoria e acompanhamento pedagógico. 

    Anna Iung
    Ministério da Saúde

  • Arraiá Arretado: TV Assembleia faz cobertura especial do São João 2025

    Arraiá Arretado: TV Assembleia faz cobertura especial do São João 2025

    Notícias

    Publicado em 13 de junho de 2025

    Se tem zabumba, tem TV Assembleia! O São João 2025 mal começou, mas a animação já está garantida com uma cobertura de deixar qualquer matuto orgulhoso. A TV Assembleia da Paraíba prepara um verdadeiro “Arraiá Arretado” para acompanhar as festas juninas mais tradicionais do estado, de norte a sul, levando o calor humano, a fé e o forró diretamente para a casa dos paraibanos.

    Mais do que uma transmissão, é um projeto de comunicação pública que une cultura, cidadania e identidade regional. A cobertura especial vai percorrer os principais polos juninos da Paraíba, como Campina Grande, Patos, Santa Luzia, Bananeiras, Monteiro, Cabaceiras, Sousa, Cajazeiras, Pocinhos e Santa Rita, mostrando de pertinho os shows, os trios de forró, as quadrilhas, os artistas locais, a fé do povo e até o cheirinho da canjica e da pamonha que tomam conta das ruas.

    Valorização cultural

    “A TV Assembleia quer mais do que mostrar uma festa. Queremos valorizar a cultura popular, documentar os saberes e fazeres do nosso povo, eternizar a tradição junina que atravessa gerações e reforçar os laços entre a Assembleia e a sociedade paraibana”, destaca Marcos Weric, diretor de Comunicação da ALPB. “O São João é parte da alma do nosso estado, e a TV Assembleia tem o compromisso de colocar essa alma na tela, com emoção, respeito e responsabilidade”, completa.

    O projeto contará com uma equipe técnica dedicada exclusivamente à cobertura, com cinegrafistas, repórteres e produtores espalhados pelas cidades-polo. A estrutura inclui transmissões ao vivo, reportagens especiais, flashes direto dos arraiais, entrevistas com deputados, prefeitos, artistas e, claro, com o povo que mantém viva essa tradição centenária. Tudo isso em uma cobertura multiplataforma, que vai do sinal aberto da TV ao conteúdo digital para as redes sociais.

    Cultura como política pública

    Mais do que entreter, o Arraiá Arretado da TV Assembleia reforça o papel do poder público na valorização da cultura como direito e como símbolo de identidade coletiva.

    A expectativa é que o projeto se consolide como uma das maiores coberturas juninas do estado, ampliando o alcance da TV Assembleia e fazendo jus à grandiosidade do São João paraibano — que é, sim, um dos maiores e mais autênticos do Brasil.

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  • Adriano destaca importância do Projeto Caminho das Águas em visita ao Sertão Paraibano

    Adriano destaca importância do Projeto Caminho das Águas em visita ao Sertão Paraibano

    Notícias

    Publicado em 12 de junho de 2025

    O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado Adriano Galdino, esteve presente na agenda do ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, nesta quinta-feira (12), no Sertão paraibano, para acompanhar as obras do Projeto Caminho das Águas. Este projeto é essencial para as cidades da Paraíba que estão ligadas à Transposição do Rio São Francisco e representa uma das maiores iniciativas de infraestrutura hídrica do Nordeste, impactando diretamente a vida de milhares de paraibanos.

    Adriano reafirmou o compromisso com a implementação de políticas públicas que garantam água de qualidade, dignidade e desenvolvimento para o povo paraibano. “Se hoje estamos aqui vendo a água chegar ao Sertão, é porque tivemos coragem lá atrás. Essa coragem teve nome e sobrenome, Luiz Inácio Lula da Silva. Quando todo mundo era contra, quando diziam que era impossível, Lula insistiu”, disse.

    O presidente da ALPB expressou sua honra em acompanhar a concretização desse sonho. Junto ao deputado federal Murilo Galdino, outras autoridades e o ministro Waldez Goes, ele celebrou um momento histórico para a Paraíba.

    “Ver a água da Transposição do Rio São Francisco avançando pelo nosso estado é motivo de orgulho e emoção. Essa conquista é fruto de união, trabalho sério e compromisso com quem mais precisa,” finalizou Adriano Galdino.

    Salão do Artesanato

    Na noite de dessa quarta-feira (11), o presidente participou da abertura do 40° Salão do Artesanato Paraibano, realizado em Campina Grande, ao lado do governador João Azevêdo. O evento celebrou a força cultural e o talento dos artesãos paraibanos, que mantêm viva a identidade do povo nordestino.

    “Estamos aqui para valorizar a criatividade, a cultura e a força do nosso povo. Viva o artesanato paraibano e todos que fazem essa arte acontecer”, declarou Galdino.

    Adriano também esteve ao lado do ministro Márcio França, representante do governo do presidente Lula. Galdino reforçou o compromisso de Lula com o povo nordestino, destacando que, mesmo diante de ataques e narrativas artificiais, o presidente continua sendo considerado por muitos como o maior presidente da história do Brasil.

    “Obras como a Adutora do Pajeú mostram que água é vida e que o Nordeste está no centro das prioridades do nosso governo. Estou ao lado do nosso presidente, em defesa do Brasil e do nosso povo. Seguimos juntos na luta!” concluiu Adriano Galdino.

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  • Mãe agradece em verso à juíza que garantiu tratamento para o filho

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    Juíza Kátia Daniela, coordenadora do 2º Núcleo de Saúde

    Em meio à batalha silenciosa de um jovem contra o diabetes, a esperança veio não só na forma de medicamentos, mas também em poesia. Uma mãe emocionada transformou sua gratidão em versos para homenagear a juíza Kátia Daniela, coordenadora do 2º Núcleo de Saúde do Tribunal de Justiça, após uma decisão judicial que garantiu o fornecimento de insumos essenciais ao tratamento de seu filho.

    Na poesia, a mãe descreve com sensibilidade a angústia que viveu e a força que encontrou na atuação do Judiciário. “Surge a esperança com rosto de amor”, diz um dos versos, referindo-se à decisão que trouxe alívio para a família.

    Kayo, um jovem em plena juventude, enfrentava dificuldades com o controle da glicemia. A situação exigia providências urgentes, e foi por meio da atuação célere do 2º Núcleo de Saúde que a resposta veio. A juíza Kátia Daniela foi citada como uma “mulher de luz” que, com a caneta, conduziu um direito e transformou um pedido em um ato de cuidado e dignidade.

    “Agora, o futuro sorri para o meu filho”, diz a mãe, emocionada, ao destacar que cada insumo recebido representa vida e esperança. A poesia termina como começou: com gratidão – não só à juíza, mas a todos os servidores que, nos bastidores, trabalham por uma Justiça que salva vidas.

    “Não conheço o Kayo, nem sua mãe, mas assevero que receber essa homenagem é lembrar do nosso papel na terra. É receber forças para, em meio a tantas adversidades da profissão, manter o foco na entrega da justiça a quem dela necessita. Essas palavras são bálsamo para a alma, um lembrete de que a esperança e a fé podem superar obstáculos. Agradeço por compartilhar sua emoção e gratidão de forma tão sincera e tocante. E que essa homenagem se estenda a todos os colegas, juízes e servidores, que diuturnamente se doam e fazem seu trabalho com esmero. Essa poesia não é apenas uma expressão de agradecimento, mas também um reflexo da sua força e resiliência diante das adversidades”, destacou a juíza Kátia Daniela.

    A poesia

    Em tempos de angústia, no silêncio da dor,
    Surge a esperança com rosto de amor.
    Entre papéis, ações e prontidão,
    Ergue-se a Justiça com o bem em sua mão.

    No 2º Núcleo, corações atentos,
    Servidores movidos por justos intentos.
    Na corrida da vida, um gesto, uma ação,
    Transforma o medo em libertação.

    Meu filho, Kayo, jovem em flor,
    Travava em silêncio seu nobre labor.
    A glicemia, inquieta, pedia cuidado,
    E a resposta veio: um ato abençoado.

    Dra. Kátia Daniela, mulher de luz,
    Com sua caneta, um direito conduz.
    Fez do ofício um gesto de fé,
    Tornou possível o que antes não é.

    Agora, o futuro sorri para o meu filho,
    Com saúde, esperança, trilha e brilho.
    Cada insumo é vida, é respiro, é calor,
    É Deus se fazendo presente no amor.

    Gratidão eterna, sem fim nem medida,
    A todos que lutam pela digna vida.
    Que o bem que semeiam retorne em flor,
    Em paz, em saúde, em bênçãos e amor.

    Por Lenilson Guedes

  • Tribunal de Justiça da Paraíba lembra o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil

    O Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil é celebrado em 12 de junho. O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) lembra a data para reforçar a luta contra a exploração do trabalho de crianças e adolescentes no país, destacando que combater o trabalho infantil é um dever coletivo. 

    O juiz Adhailton Lacet, titular da 1ª Vara da Infância e da Juventude da Comarca de João Pessoa,  falou sobre a importância de lembrar a data. “Ainda é alarmante o número de crianças e adolescentes que são exploradas para o trabalho infantil. O ECA proíbe qualquer tipo de trabalho para menores de 14 anos,  exceto na qualidade de aprendiz, e com jornada reduzida. Precisamos combater esse tipo de exploração e sensibilizar a sociedade para que denuncie casos dessa natureza”, declarou o magistrado.

    Criada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), a data chama a atenção da sociedade, governos, empresas e sindicatos para a urgência de erradicar o trabalho infantil, que ainda atinge milhões de crianças no Brasil e no mundo.

    De acordo com a Organização, denunciar situações de exploração é um passo essencial para proteger a infância e garantir os direitos de milhares de crianças.

    Dados do IBGE (2022) apontam que  mais de 1,9 milhão de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos estavam em situação de trabalho infantil no Brasil. Grande parte delas em atividades perigosas ou degradantes, que colocam em risco sua saúde e seu futuro.

    Governo federal divulga dados positivos

    Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Inspeção do Trabalho, divulgou na última segunda-feira (9) os dados consolidados das ações de fiscalização realizadas entre 2023 e abril de 2025, como parte da Semana de Combate ao Trabalho Infantil. No período, 6.372 crianças e adolescentes foram retirados de situações de trabalho infantil em todo o país, com foco prioritário nos casos enquadrados nas piores formas de exploração. 

    Trabalho Infantil – Trabalho infantil é toda forma de trabalho realizado por crianças ou adolescentes abaixo da idade mínima permitida pela legislação brasileira (16 anos em regra, e 14 anos apenas na condição de aprendiz). Esse tipo de exploração compromete o desenvolvimento físico, psicológico e educacional, além de violar os direitos fundamentais da infância.

    Por Valter Nogueira