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  • Presidente da Fenafisco defende prerrogativas do Fisco e alerta para risco de invasão de competências na reforma tributária

    Presidente da Fenafisco defende prerrogativas do Fisco e alerta para risco de invasão de competências na reforma tributária

    Durante debate sobre o PLP 108/2024, Francelino Valença reforça a importância da separação de funções entre Fisco e Procuradorias, conforme previsto na Constituição Federal

    Nesta terça-feira (20), o presidente da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), Francelino Valença, participou da primeira audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado para debater o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, que regulamenta o novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

    Durante sua participação, Francelino reforçou a importância de preservar as competências legais da Administração Tributária, previstas na Constituição Federal e no Código Tributário Nacional. “O lançamento do tributo é uma atribuição do Fisco, definida na Constituição e no Código Tributário Nacional. Preservar essa competência é essencial para garantir segurança jurídica e eficiência na arrecadação”, destacou.

    A audiência tratou de infrações, penalidades, encargos moratórios e regras para o processo administrativo tributário do IBS. O presidente da Fenafisco chamou atenção para interpretações equivocadas que tentam atribuir às Procuradorias funções que, segundo ele, são exclusivas da Administração Tributária. “Há um esforço para associar o lançamento tributário a uma atividade jurídica. Isso não tem previsão constitucional”, afirmou.

    Valença ressaltou que o debate não é uma disputa entre carreiras, mas sim uma questão de organização institucional. “Não se trata de disputa entre carreiras, mas de assegurar que cada instituição exerça suas funções com clareza e responsabilidade. O novo sistema tributário precisa nascer com bases sólidas”, explicou.

     

    Outro ponto importante levantado pelo presidente foi a necessidade de agilidade no contencioso tributário para evitar que seja utilizada a demora nos processos para postergar o pagamento. “Temos que garantir celeridade. A lentidão do processo pode ser usada para discutir o crédito por anos, e no fim não paga os juros. Isso é inaceitável”, alertou.

    Francelino também apresentou uma proposta para a transação tributária, sugerindo que a Administração Tributária possa conduzir as negociações nos primeiros 12 meses após a constituição do crédito, com a Procuradoria assumindo a partir da execução fiscal. “Nossa proposta é que, nos primeiros 12 meses após a constituição do crédito, a Administração Tributária conduza a negociação. Depois do início da execução fiscal, a responsabilidade passa para a Procuradoria. Isso garante eficiência e respeita o papel de cada carreira”, explicou.

    Ao final, o presidente reafirmou o compromisso da Fenafisco em contribuir para a construção de um sistema tributário eficiente e justo, respeitando as competências de cada órgão. “Não estamos pleiteando prerrogativas alheias. Mas também não vamos aceitar interferências indevidas”, concluiu.

    Além da Fenafisco, participaram da audiência representantes da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária, da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), do Grupo de Estudos Tributários Aplicados (Getap), da Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal (Anape), da Associação Nacional das Procuradoras e Procuradores Municipais (ANPM), do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP). A reunião foi conduzida pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto.

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    Fenafisco

  • ALPB debate ações em defesa de pessoas com lúpus, fibromialgia e doenças raras

    Notícias

    Publicado em 21 de maio de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), através da Comissão de Direitos Humanos, realizou, nesta quarta-feira (21), audiência pública para debater políticas públicas mais eficientes e inclusivas para o diagnóstico, tratamento, acompanhamento e garantia de direitos das pessoas acometidas por Lúpus, Fibromialgia e Doenças Raras. O evento, proposto pela deputada Cida Ramos, reuniu especialistas no assunto, entidades civis e pessoas portadoras de necessidades especiais.

    “Essas pessoas clamam para que as ações, os serviços e os programas tragam resultados. A Assembleia tem feito o seu papel de promover projetos e debates como o de hoje, e este evento é para ecoar esse grito e garantir que possamos tirar encaminhamentos que efetivem leis já existentes, inclusive de nossa autoria”, destacou a deputada Cida Ramos.

    “A audiência pública foi um passo importante para promover a voz das pessoas afetadas por essas condições e buscar soluções concretas que melhorem suas vidas e garantam seus direitos”, a crescentou a deputada.

    Durante a audiência, o médico Alexandre César ressaltou a necessidade de um olhar mais atento para as pacientes com fibromialgia. “Esses pacientes precisam de uma atenção diferenciada e são estigmatizados ao longo do tempo. Precisamos quebrar esse paradigma. Um paciente com fibromialgia requer atenção multidisciplinar, incluindo psiquiatras e reumatologistas. Reconhecer a fibromialgia como uma deficiência é crucial para entender que esses pacientes precisam de atenção prioritária”, explicou.

    Fernanda Silva, presidente da Associação dos Fibromálgicos da Paraíba, também fez um apelo por melhores condições. “A questão do reconhecimento como Pessoas com Deficiência (PCD) é fundamental. Precisamos que o governo alinhe esforços junto às prefeituras para garantir que nossos atendimentos tenham mais qualidade”, enfatizou.

    Cida Ramos reafirmou o compromisso da Assembleia Legislativa em trabalhar em prol da inclusão e proteção das pessoas acometidas por Lúpus, Fibromialgia e Doenças Raras.

    Também participaram da audiência os vereadores de João Pessoa, Guga Moov Jampa, Marcos Henrique e Tarcísio Jardim; a conselheira Estadual da OAB-PB, Patrícia Apolinario; a secretária de Saúde de Duas Estradas, Geveralda Farias; e a superintendente estadual do Ministério da Saúde, Joelma Lira.

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  • Juízes(as) com competência em Infância e Juventude devem participar de formação sobre a PSE

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    Magistrados e magistradas responsáveis pelas varas com competência em Infância e Juventude no Estado deverão participar da capacitação sobre a nova Plataforma Socioeducativa (PSE), promovida a partir de parceria entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio do Grupo de Monitoramento e Fiscalização dos Sistemas Carcerário e Socioeducativo (GMF) e a Escola Superior da Magistratura (Esma). 

    A plataforma entra em vigor no dia 6 de junho, substituindo o Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL).

    O ato da Presidência do TJPB com a indicação das unidades judiciárias convocadas para a formação será publicado no Diário de Justiça Eletrônico, devendo o(a) magistrado(a) indicar ainda um(a) servidor(a) e um(a) assessor(a) para participação. 

    O Judiciário paraibano é o terceiro do país a adotar a plataforma, que foi desenvolvida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ferramenta funciona de forma integrada ao PJe e representa um salto tecnológico para a área socioeducativa, trazendo indicadores gráficos detalhados, notificações para prazos processuais, entre outras vantagens. 

    Para o juiz coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização dos Sistemas Carcerário e Socioeducativo (GMF), Hugo Gomes Zaher, a PSE possibilitará o aprimoramento do controle e do monitoramento das medidas socioeducativas, a geração de dados confiáveis sobre esta área e o tratamento contínuo das informações. 

    INSCRIÇÕES – As inscrições para a formação seguem até o dia 27 de maio e devem ser realizadas por meio de FORMULÁRIO. A lista com as inscrições homologadas será divulgada no dia 29 de maio.

    CAPACITAÇÃO – A capacitação acontecerá entre os dias 2 e 6 de junho e será conduzida por membros da Comissão de Implantação da Plataforma Socioeducativa (PSE) do CNJ.

    De 2 a 5 de junho, a formação será oferecida na modalidade virtual (EaD) para os integrantes das unidades especializadas em Infância e Juventude de Entrância Inicial.

    Já no dia 6 de junho, a capacitação será obrigatoriamente presencial, destinada às unidades da área infantojuvenil das comarcas de Entrância Final, incluindo as sedes de circunscrições e a região metropolitana de João Pessoa. Participarão dessa etapa as comarcas de João Pessoa (1ª e 2ª Varas da Infância e Juventude – Acervo A e B), Bayeux, Cabedelo, Santa Rita, Campina Grande, Cajazeiras, Guarabira e Patos.

    Também haverá turmas específicas de capacitação voltadas aos plantonistas cíveis. Poderão se inscrever um(a) magistrado(a), um(a) assessor(a) e um(a) servidor(a) de cada unidade plantonista, com prioridade para aqueles que emitem Guia de Internação Provisória. A inscrição é feita por meio de formulário específico – clique AQUI.  


     

    Por Gabriela Parente

     

  • XIII Concurso de Redação sobre adoção para estudantes de escolas públicas será lançado na 2ª

    A Corregedoria-Geral do Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), vai promover o XIII Concurso de Redação, com o tema ‘adoção’. A iniciativa é voltada a estudantes das escolas públicas estaduais e municipais de João Pessoa e Região Metropolitana, com o objetivo de incentivar os(as) alunos(as) a expressarem seus conhecimentos e sentimentos sobre a adoção de crianças e adolescentes. 

    O concurso será lançado nesta segunda-feira (26), às 10h,  Escola Estadual de Ensino Fundamental Francisco Campos, no Bairro Anatólia, na Capital. As inscrições vão até 13 de outubro. Podem participar alunos(as) do 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental e estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA). De acordo com o Edital publicado no Diário da Justiça eletrônico (DJe) desta quarta-feira (21), e assinado pelo corregedor-geral de Justiça, desembargador Leandro Santos, os interessados poderem participar com apenas um texto, o qual poderá ser dissertativo, narrativo, descritivo, ou em forma de poesia.

    O texto deverá ser manuscrito, em papel próprio fornecido pela Ceja, e com letra legível. Em cada escola os trabalhos serão julgados por uma equipe de professores, a critério da Direção, que selecionará e enviará as redações, por série. Os trabalhos selecionados pelas escolas deverão ser remetidos à Comissão Estadual Judiciária de Adoção da Corregedoria-Geral, localizada na Rua Abelardo da Silva Guimarães Barreto, S/N, Jardim Altiplano Cabo Branco, João Pessoa-PB. CEP: 58.046-060. O material também pode ser entregue presencialmente, ou encaminhado pelo ceja@tjpb.jus.br.

    A data limite para a entrega dos trabalhos será o dia 13 de outubro de 2025. Ainda conforme o Edital, para efeito de participação, será considerada a data do envio ou entrega. O não cumprimento desta data limite desclassifica automaticamente a redação. Na etapa final, as redações serão julgadas pela Comissão Estadual Judiciária de Adoção e por sua equipe técnica. Será considerada irrevogável a decisão da comissão julgadora, não cabendo nenhum tipo de ação recorrente. O texto tem que ser original, inédito, criativo, coerente, pertinente ao tema de adoção e deverá ter entre 20 e 25 linhas.

    Fica assegurado à Comissão Estadual Judiciária de Adoção o direito de publicar as redações vencedoras através de meios de divulgação, como rádio, televisão, jornal, redes sociais, internet, faixas e demais meios que considerar adequados.

    Premiação – Serão premiados os primeiros e segundos lugares de cada série. A entrega dos prêmios ocorrerá em evento a ser, posteriormente, estabelecido e divulgado pela Ceja, que se encarregará de comunicar os vencedores – aluno e escola. Em caso de impossibilidade de comparecimento do aluno, ou responsável, será estipulado um prazo de até seis meses, contados a partir da data da premiação, para recebimento do prêmio e, após este período sem o comparecimento, a Ceja poderá dispor do referido prêmio para futuros concursos. Ao se inscrever, a escola, o aluno e seus pais, ou responsáveis, aceitam plenamente às normas expressas neste Edital.

    Por Fernando Patriota

     

  • MPPB acompanha calendário de reformas de escolas estaduais

    MPPB acompanha calendário de reformas de escolas estaduais

    Promotora inspecionou unidade que está sendo reformada sem paralisação de aulas; solução pode ser adotada em outras escolas

    A promotora de Justiça Maria Edlígia Chaves Leite, que atua na defesa da educação de João Pessoa (rede pública estadual), inspecionou, na manhã desta terça-feira (21/05), a reforma da Escola Sesquicentenário, em João Pessoa. A visita integra as diligências de procedimento extrajudicial (Notícia de Fato 002.2025.011323) instaurado para acompanhar o calendário de obras nas escolas estaduais. O objetivo principal é garantir que as escolas não fechem e  que os estudantes continuem tendo atividades presenciais, enquanto o Estado faz a melhoria da infraestrutura de sua rede de ensino. 

    No Sesquicentenário, a representante do MPPB foi recebida por uma equipe formada por representantes da escola, da Secretaria de Estado da Educação e da Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado (Suplan). Ela conheceu as instalações provisórias montadas pelo Estado no terreno da unidade de ensino. São estruturas modulares que substituem espaços como salas de aula, cozinha e banheiros. Essa alternativa foi usada de forma experimental como solução para unidades que dispõem de terreno e em localidades nas quais não seja viável alocar alunos em outros prédios. A Promotora recebeu a informação de que os módulos serão usados em outra escola de Campina Grande. 

    “Quando o Estado vai reformar uma unidade, há algumas opções: reformar a escola com os estudantes dentro, que é o pior modelo que se tem; interdita uma parte da escola e vai fazer a reforma em outro setor, mas essas duas opções perturbam  o ensino; uma terceira opção é alugar um espaço físico em outro local próximo para alocar os alunos, o que seria o ideal, mas nem sempre há esse espaço para atender essa necessidade; ou coloca os estudantes em ensino remoto, uma alternativa que se mostrou ineficaz na educação básica. Então, a opção que eles estão usando agora é essa adotada no Sequicentenário: alugar essa estrutura modular. Vão fazer isso em algumas escolas de Paraíba”, relatou Maria Edligia. 

    A promotora lembrou que os alunos do Sesquicentenário foram colocados em ensino híbrido (parte presencial e parte remota) e isso resultou em um procedimento na Promotoria de Justiça de João Pessoa. Mas, desde abril do ano passado, as aulas estão sendo integralmente presenciais, graças à montagem dessa estrutura. A previsão é de conclusão da obra até o meio deste ano.

    “O Governo do Estado vai fazer obras em mais de 30 escolas. Estamos acompanhando esse planejamento para evitar danos pedagógicos à comunidade escolar. Eu gostei demais dessa alternativa encontrada. A estrutura em si é boa, inclusive por ser climatizada.  No Sesquicentenário, usaram o espaço de um campo de futebol. Vamos continuar acompanhando o processo em outras unidades”, disse a promotora de Justiça.

  • MPPB lança ‘Protocolo de Promotoria’ para uniformizar e otimizar atuação

    MPPB lança ‘Protocolo de Promotoria’ para uniformizar e otimizar atuação

    A Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), a Corregedoria-Geral (CGMP) e os centros de Apoio Operacional (CAOs) lançaram, na tarde desta quarta-feira (21/05), o ‘Protocolo de Promotoria’ para uniformizar e otimizar o trabalho do Ministério Público da Paraíba (MPPB), nas várias áreas de atuação, respeitando a autonomia dos promotores e promotoras de Justiça. O lançamento foi organizado pelo Centro de Estudos de Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf/MPPB) e realizado, por videoconferência, através da Plataforma Google Meet. 

    Na ocasião, o procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto, explicou que a iniciativa atende a uma demanda da Corregedoria Nacional do Ministério Público e ressaltou que o Protocolo tem como propósito a atuação institucional integrada. “Esse é um evento muito esperado porque é o lançamento de algo que vai impactar a instituição como um todo. Nossa intenção é proporcionar uma atuação cada vez mais unificada para que o MPPB atinja uma unidade institucional. O Protocolo tem como objetivo facilitar a atuação do membro, com uma linha de atuação que foi estudada, organizada e preparada pela coordenação dos CAOs e solicitada pela Corregedoria. É algo que a instituição almejava. Desejamos a todos um excelente evento, que possa servir para um melhor aprimoramento, conhecimento e utilização desse protocolo”, disse, agradecendo o empenho de todos.

    O diretor do Ceaf, o procurador de Justiça João Geraldo Barbosa, ressaltou a inovação do uso da tecnologia para reunir, por videoconferência, todos os promotores e promotoras de Justiça, otimizando tempo e recursos. “Esse evento é importante porque trata do acervo de informações, orientações e boas práticas advindas de promotores e promotoras da instituição e destinadas aos demais colegas. Que a sociedade seja o grande resultado do uso desse Protocolo que está sendo lançado hoje”, falou.

    Já o corregedor-geral, Francisco Antônio Sarmento, reiterou que o documento tem como objetivo aperfeiçoar e profissionalizar ainda mais as atividades dos promotores e promotoras de Justiça, a partir da identificação de gargalos e das demandas sociais prioritárias, da definição de objetivos a serem alcançados e da sugestão de operacionalização das atividades. “O lançamento deste ‘Protocolo’ representa um avanço significativo na excelência de nossa atuação. Surgiu para atender uma demanda muito relevante da Corregedoria Nacional, em parceria com a Seplag e os CAOs, para identificar hipóteses de atuação e demandas sociais mais urgentes nas diversas áreas e visa orientar padrões qualitativos de atuação, respeitando a autonomia dos membros. Servirá também como parâmetro para as atividades correicionais da Corregedoria. O ‘Protocolo de Promotoria’ é um instrumento que transformará a prática diária de atuação, com processos mais claros e com resultados mais eficientes. Ele é fruto do diálogo constante e da colaboração dos setores, representando uma união de esforços para o aprimoramento do trabalho ministerial”, explicou.

    O Protocolo

    O ‘Protocolo de Promotoria’ teve seu conteúdo elaborado e revisado pelos CAOs (Cível, Família, Cidadania e Direitos Fundamentais; Consumidor, Criança e Adolescente, Criminal, Educação, Meio Ambiente, Patrimônio Público e Saúde) e foi diagramado pela Assessoria de Imprensa do MPPB. Ao longo de 79 páginas, são apresentadas sugestões de ações fiscalizatórias, de temas e problemas prioritários a serem tratados em audiências públicas, por exemplo. São apresentadas também sugestões de ações visando ao fomento de políticas públicas e ao atendimento de recomendações do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em cada área social, dentre outros. 

    Durante o lançamento da publicação online, cada coordenador de Centro de Apoio fez uma explicação sobre o conteúdo apresentado para as áreas temáticas. Todos destacaram que o documento tem como finalidade auxiliar o trabalho dos promotores e promotoras de Justiça, respeitando a sua autonomia funcional. 

    A promotora de Justiça Liana Carvalho falou do protocolo para as áreas da cidadania e direitos fundamentais, cível e família. A promotora Fábia Cristina Dantas apresentou os protocolos para as áreas da criança e adolescente e educação. A promotora de Justiça Fabiana Lobo apresentou o protocolo para a área da saúde; a promotora de Justiça Danielle Lucena, para as áreas do consumidor e meio ambiente; o promotor de Justiça, Ricardo Alex Lins falou sobre o protocolo elaborado para a área criminal e o promotor de Justiça Carlos Davi Lima, sobre o protocolo para a área do patrimônio público. 

    Para ler o Protocolo na íntegra, clique AQUI

  • Gabinetes dos novos desembargadores funcionam no Fórum Regional de Mangabeira

    Fachada do Fórum Regional de Mangabeira – João Pessoa

    Enquanto as obras no Anexo Administrativo do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) não são concluídas, os gabinetes dos sete novos desembargadores seguem funcionando no Fórum Regional de Mangabeira ‘Des. José Flóscolo da Nóbrega’, localizado na região sul da Capital.

    No segundo piso funcionam os gabinetes com as respectivas assessorias dos desembargadores Onaldo Queiroga, Francisco Seráphico, Túlia Neves, Carlos Eduardo Lisboa, José Guedes, Anna Lopes, Lilian Cananéa e Horácio de Melo.

    A decisão de acomodar os novos desembargadores no Fórum Regional de Mangabeira visa garantir a continuidade dos serviços do 2º Grau de Jurisdição, o bom andamento dos processos, sem prejuízo do atendimento ao público. 

    O Fórum Regional de Mangabeira está situado na Rua Hilton Souto Maior, s/n, no bairro de Mangabeira e funciona de segunda à sexta-feira, no horário das 7h às 13h. Para entrar em contato, o cidadão tem os seguintes números à sua disposição: (83) 3612-8400/99145-0559

     

    Por Lila Santos

     

  • TJPB escolhe advogada para recompor lista do TRE e remove sete juízes por merecimento e antiguidade

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    Desembargador Fred Coutinho, presidente do TJPB

    Por unanimidade, o Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba votou e aprovou o nome da advogada Larissa de Azevêdo Bonates Souto para recompor a lista tríplice e preenchimento de vaga de membro suplente, na categoria de jurista, do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). A escolha aconteceu em sessão administrativa realizada na tarde desta quarta-feira (21), conduzida pelo desembargador Fred Coutinho, presidente do Poder Judiciário estadual.

    Larissa de Azevêdo Bonates Souto vai substituir o então indicado George Salomão Leite, e vai preencher a vaga decorrente do término do biênio do jurista Saulo Medeiros da Costa Silva. Já integram a lista tríplice o advogado Venâncio Viana de Medeiros Neto e a advogada Eliana Christina Caldas Alves.

    Já em sessões Ordinária e Suplementar do Órgão Especial do TJPB, o Pleno removeu, a pedido e pelos critérios de merecimento, juízes e juízas do Judiciário paraibano. Por merecimento, o Tribunal aprovou os nomes da juíza Iêda Maria Dantas, para a 2ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande; o juiz Henrique Jorge Jácome de Figueirêdo, para o Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Campina Grande; o magistrado Alexandre José Gonçalves Trineto, para 2ª Vara Mista da Comarca de Sousa; e a juíza Giuliana Madruga Batista de Souza Furtado, para a Vara de Entorpecentes da Capital

    No critério de antiguidade, foram aprovados o nome do magistrado Perilo Rodrigues de Lucena, para Juizado Especial Criminal de Campina Grande; da juíza Flávia de Souza Batista, que vai assumir o Tribunal do Júri de Campina Grande; e o de Fabrício Meira Macedo, para a 2ª Turma Recursal Mista de Campina Grande

    Epitácio Pessoa – No final da sessão administrativa, o presidente Fred Coutinho fez um convite ao Colegiado para solenidade que presta homenagem a Epitácio Pessoa, pelo transcurso dos 160 anos de seu nascimento, comemorado neste dia 23 de maio de 2025. O evento acontece às 10h desta sexta-feira (23), na Sala do Tribunal Pleno. 

    Para marcar a data – como parte da primeira etapa das comemorações –, será proferida uma palestra da desembargadora federal Margarida Cantarelli, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

    Por Fernando Patriota

    Foto: Ednaldo Araújo

     

  • TJPB celebra nesta sexta os 160 anos de nascimento de Epitácio Pessoa

    Epitácio Pessoa assumiu cargos nos três poderes da República

    Nesta sexta-feira (23), o Tribunal de Justiça da Paraíba vai celebrar os 160 anos de nascimento do magistrado, diplomata, professor universitário, jurista e político brasileiro que chegou à Presidência da República, Epitácio Pessoa. O ilustre paraibano, natural de Umbuzeiro, figura entre as grandes personalidades históricas do Brasil por ter ocupado relevantes cargos de todos os Poderes da República e construído um legado que ainda hoje é lembrado e respeitado.

    Na primeira etapa das comemorações, haverá uma conferência proferida pela  desembargadora federal Margarida Cantarelli, às 10h, na Sala de Sessões do Pleno do TJPB, na Capital paraibana.

    O evento é uma iniciativa da Presidência do TJPB e da Comissão de Cultura e Memória do Poder Judiciário estadual, esta última, presidida pelo desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque.

    O Palácio da Justiça do TJPB abriga, hoje, o Museu e Cripta de Epitácio Pessoa – um espaço que conta a história, expõe fotografias, documentos e objetos que pertenceram a Epitácio Pessoa e sua esposa Mary Sayão Pessoa. Também no local repousam os restos mortais do paraibano homenageado, desde 1965.

    O recinto é uma fonte de pesquisas, estudos e reflexões para historiadores, estudantes, professores e demais interessados na História da Paraíba e do Brasil. O local é aberto à visitação e tem recebido escolas com frequência, mediante agendamento.

    Com uma trajetória marcada pela dedicação ao país, Epitácio Pessoa foi presidente do Brasil, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), procurador-geral da República, senador e juiz na então Corte Permanente de Justiça Internacional. Morreu em 13 de fevereiro de 1942, na cidade de Petrópolis, Rio de Janeiro.

     

    Por Gabriela Parente

    Imagem: Ednaldo Araújo

     

     

  • MPPB vai participar das audiências concentradas da Semana da Escuta Protegida

    MPPB vai participar das audiências concentradas da Semana da Escuta Protegida

    O Ministério Público da Paraíba vai participar das mais de 250 audiências da Semana da Escuta Protegida, que será realizada pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, no período de 2 a 13 de junho. A iniciativa está sendo promovida pela Coordenadoria da Infância e Juventude (Coinju) e pelo Centro de Inteligência, Inovação e Governança do Poder Judiciário estadual (CEIINGov) do TJPB. O objetivo é concentrar a promoção de audiências de depoimento especial de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência, garantindo celeridade, proteção integral e efetividade processual.

    De acordo com a coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Criança e do Adolescente do Ministério Público da Paraíba, promotora Fábia Cristina Dantas Pereira, o CAO tem um procedimento de acompanhamento para a implementação da lei do depoimento sem dano no estado e, juntamente com o CAO Criminal e o PGJ realizou reuniões com o Tribunal de Justiça para fomentar a regularização da oitiva de crianças e adolescentes vítimas de testemunhas na forma como determina a Lei 13.431/2017.

    “Também realizamos a articulação para fazer essa semana entre o Tribunal, por meio da Coinju, e o MPPB, por meio do CAO da Criança e do Adolescente, para que fossem disponibilizados os promotores de Justiça que vão participar das duas semanas de audiências concentradas”, acrescentou a promotora Fábia Dantas.

    Conforme informações do TJPB, a Semana da Escuta Protegida é inspirada no modelo da ‘Semana pela Paz em Casa’, e mais de 250 audiências previamente agendadas, em dezenas de comarcas paraibanas, com a participação de magistrados, promotores de Justiça, defensores públicos e entrevistadores forenses capacitados. As oitivas são conduzidas de acordo com o Protocolo Brasileiro de Entrevista Forense, respeitando os princípios da escuta qualificada e da não revitimização. As audiências serão realizadas tanto presencialmente quanto por meio de links organizados pela Coinju, com o suporte do Gabinete Virtual (GV), para o cumprimento dos atos processuais. Além do MPPB, a ação conta com o apoio da Defensoria Pública, da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), da Diretoria de Apoio Operacional (Geapo), da Escola Superior da Magistratura (Esma) e das diretorias de fóruns.

    A Semana da Escuta Protegida é coordenada em articulação com a Resolução nº 17/2025 do TJPB, que criou o Núcleo Especializado de Depoimento Especial (Nedesp) e regulamentou a escuta protegida no Estado. Além disso, as atividades da Semana estão alinhadas à Lei nº 13.431/2017 e à Resolução nº 299/2019 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que instituiu o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência.

    A Coinju tem como coordenador-geral, o juiz Hugo Gomes Zaher. Já o Centro de Inteligência é coordenado pelo juiz Jeremias de Cássio Carneiro de Melo. Ainda de acordo com o TJPB, a expectativa é consolidar a Semana da Escuta Protegida como uma política permanente do tribunal, promovendo escutas qualificadas em ambiente seguro, com estrutura adequada, e respeitando o tempo emocional e processual de cada criança envolvida.

     

    Com Gecom/TJPB