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  • ALPB homenageia Igreja Assembleia de Deus de Alhandra pelos seus 80 anos

    ALPB homenageia Igreja Assembleia de Deus de Alhandra pelos seus 80 anos

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    Publicado em 10 de abril de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quinta-feira (10), sessão solene em homenagem aos 80 anos da Igreja Assembleia de Deus de Alhandra. O evento proposto pelo deputado Branco Mendes contou com a presença do deputado Jutay Meneses e com a apresentação do Coral Maestro Pedro Santos.

    Fundada em 1945, a Igreja Evangélica de Alhandra teve início como ambiente de louvor a Deus em uma simples casa de taipa coberta com palhas. Ao longo dos anos, assistiu perseguições a seus fieis, vistos como os primeiros crentes de Alhandra. A fé, assim como o templo, resistiu e prosperou, até que no ano de 1957, com o apoio da Assembleia de Deus da Paraíba, os evangélicos do município conseguiram realizar a compra de um terreno, onde iniciaram a construção do que veio a ser seu primeiro, inaugurado em 15 de dezembro daquele ano.

    O deputado Branco Mendes ressaltou sua identificação com a Igreja Batista de Alhandra e declarou que a homenagem prestada pela ALPB é um reconhecimento importante à contribuição que a instituição tem prestado aos moradores da cidade. “Tenho uma identificação muito grande com a Igreja Assembleia de Deus de Alhandra desde quando cheguei, em 1987, naquela cidade. Esta igreja tornou-se um templo de referência na Igreja Evangélica do estado da Paraíba. Estamos aqui para prestar essa homenagem aos 80 anos de um trabalho desenvolvido pelos pastores que ali passaram e fizeram parte do seu crescimento, assim como, do desenvolvimento da cidade. Temos que parabenizar a igreja por essa data tão importante”, argumentou o deputado Branco.

    Já o deputado Jutay Meneses disse que a celebração marca o reconhecimento da importância histórica e social da igreja, que há oito décadas tem atuado na transformação de vidas e no fortalecimento da fé cristã na região. O parlamentar elogiou a iniciativa e reforçou o papel da igreja na sociedade paraibana. “Sem sombra de dúvidas acho que a Assembleia Legislativa da Paraíba, por meio do deputado Branco Mendes, faz um grande reconhecimento ao trabalho que os evangélicos fazem no Brasil. E a Paraíba tem essa representatividade através da igreja Assembleia de Deus, em Alhandra, que tem papel fundamental em poder acolher os mais necessitados, os sofridos, os aflitos, tem um papel social e isso só faz engrandecer”, afirmou.

    Para Pastor Rosildo Ferreira, atual responsável pela igreja, a homenagem prestada pelo Poder Legislativo paraibano é motivo de muita alegria, pois reconhece a história de luta, persistência e resistência da comunidade evangélica no município, iniciado por aqueles que vieram a ser os primeiros crentes na região do Litoral Sul da Paraíba.

    “Para nós, que fazemos parte da Assembleia de Deus em Alhandra, este momento que estamos vivendo é único. São 80 anos de bênçãos, 80 anos de evangelização, 80 anos de muita persistência através do Evangelho e da palavra de Deus. Agradecemos a Deus pela vida dos pioneiros que enfrentaram as dificuldades, que lutaram, que batalharam, para que hoje a Assembleia de Deus em Alhandra seja um marco, uma referência naquela cidade com quase 4 mil membros e congregados”, comemorou o pastor.

    A solenidade contou ainda com a presença de pastores, evangelistas, diáconos, presbíteros e membros congregados da Igreja Assembleia de Deus de Alhandra.

    É possível acompanhar todas as matérias apresentadas na ALPB, assim como, sessões, visitas técnicas, reuniões, solenidades e debates através da TV Assembleia, pelo canal 8.2, e também pelo canal TV Assembleia PB no Youtube.

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  • MPPB e DPE ajuízam ação para renomear espaços que homenageiam ditadura, em JP

    MPPB e DPE ajuízam ação para renomear espaços que homenageiam ditadura, em JP

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) e a Defensoria Pública do Estado (DPE-PB) ajuizaram uma ação civil pública para que a Prefeitura de João Pessoa e a Câmara Municipal adotem, no prazo de 90 dias, as medidas necessárias, por lei ou por decreto, para alteração dos nomes de logradouros, vias de transporte, edifícios e instituições públicas que homenageiam figuras ligadas à ditadura militar. O objetivo é garantir o direito à memória e à verdade e promover uma reparação simbólica.

    A ação civil tramita na 5ª Vara de Fazenda Pública da Capital com o número 0819909-41.2025.8.15.2001. É assinada pela 46ª promotora de Justiça da capital, Fabiana Maria Lobo da Silva; pelo 47º promotor de Justiça da Capital, Francisco Lianza Neto; pela promotora de Justiça coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Cidadania e Direitos Fundamentais/MPPB, Liana Espínola Pereira de Carvalho. Pela DPE, assinam a ACP as defensoras públicas Fernanda Peres da Silva e Fernanda Apolônio Nóbrega, coordenadora e subcoordenadora, respectivamente, do Núcleo da Cidadania e Direitos Humanos (Necidh).

    Os espaços a serem renomeados

    Na ação, os membros do MPPB e da DPE pedem a alteração da nomenclatura do Bairro Castelo Branco, Bairro Costa e Silva,  Bairro Ernesto Geisel, Avenida General Aurélio de Lyra Tavares, Avenida Presidente Castelo Branco, Praça Marechal Castelo Branco, Rua Presidente Médici, Rua Presidente Ranieri Mazzilli, Travessa Presidente Castelo Branco, Loteamento Presidente Médici e Escola Municipal Joacil de Brito Pereira. Também pede aplicação de multa pessoal ao prefeito e ao presidente da CMJP de R$ 3 mil por dia em caso de descumprimento.

    Ainda na ação, é destacado que, mesmo após 40 anos da redemocratização do país e as recomendações das Comissões Nacional, Estadual e Municipal da Verdade, o Município de João Pessoa continua, até o presente momento, homenageando diversos espaços públicos homenageando figuras relacionadas à ditadura militar. Além disso, é destacado que a Lei Municipal nº 12.302/2012 veda expressamente a homenagem em espaços públicos a pessoas envolvidas com a ditadura militar. 

    Inquérito

    A ação é resultado do Inquérito Civil 002.2025.004218, instaurado pela Promotoria de João Pessoa. Em janeiro deste ano, após a instauração do inquérito, a Promotoria de Justiça já havia cobrado da Câmara Municipal e do Município as providências para a alteração dos nomes dos logradouros, por meio de ofício aos seus representantes (Saiba mais AQUI). Mas a câmara não respondeu e a prefeitura alegou falta de atribuição.

    Em março, o MPPB e a DPE expediram recomendação à Prefeitura e à câmara para que promovessem a alteração dos nomes (Veja mais AQUI). Conforme a ação, o município alegou novamente a falta de atribuição para a modificação de nomes de espaços públicos que ainda homenageiam figuras envolvidas com a ditadura militar, afirmando ser competência exclusiva do Poder Legislativo, nos termos do art. 3°, III, da Lei Municipal n° 12.302/2012, que veda a alteração por decreto.

    “Por conseguinte, tornou-se necessária a interposição da presente ação civil pública para compelir o Município de João Pessoa, assim como a Câmara Municipal.órgão da estrutura municipal, a modificar os nomes dos bairros, ruas, avenidas, praças, travessas, loteamento e escola que continuam enaltecendo pessoas apontadas como responsáveis por graves violações de direitos humanos no período não tão distante da ditadura militar”, destacam os membros do MPPB e da DPE na ação.

    Alteração

    Os membros do MPPB e da DPE afirmam ainda que o dever de alteração dos nomes decorre diretamente dos princípios constitucionais, nos quais se respaldam as recomendações das Comissões Nacional, Estadual e Municipal da Verdade (como instrumentos da Justiça de Transição), assim como de texto expresso de Lei Municipal n° 12.302/12, com alteração conferida pela Lei Municipal n° 12.626/13.

    “Com efeito, a manutenção dessas homenagens, 40 anos após a redemocratização do país, representa uma afronta aos princípios do regime democrático e da dignidade humana, eixo de estruturação do Estado Democrático de Direito, tanto no tocante às vítimas e a seus familiares, como a toda coletividade atingida por um passado de terror provocado pelo próprio estado brasileiro”, asseveram os membros que assinaram a ação.

    Além disso, é destacado que a mudança de nomes de bairros e ruas não gera custo à população, a exemplo do ocorreu com a mudança do do Bairro do Bessa, na Capital, dividido pela Lei Municipal nº 1574/1998, nos bairros do Aeroclube e Jardim Oceania, sem que acarretasse qualquer despesa para os moradores.

  • Último dia: inscrições para webinário sobre Canabidiol terminam nesta quarta-feira

    A Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB) encerra nesta quarta-feira(9) as inscrições para o webinário “Efeitos do Tema 1.234 da repercussão geral (STF) na competência jurisdicional para julgamento de ações envolvendo fornecimento de canabidiol”, que será realizado na quinta-feira(10), às 9 horas, com transmissão pelas plataformas Zoom e Youtube.  Os interessados devem se inscrever por meio do link https://forms.gle/fxupcRMmWcXGRybBA.

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    Desembargadora Anna Carla Lopes

    O evento está sendo organizado pelo Comitê Estadual do Fórum Nacional da Saúde do CNJ, que tem como coordenadora a desembargadora Anna Carla Lopes. “O webinário faz parte da nossa programação da Semana Nacional de Saúde, que representa um avanço significativo no compromisso do Judiciário com a promoção da saúde integral de seus membros e servidores”, declarou.

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    Juiz federal João Andrade

    O juiz federal João Pereira de Andrade Filho, vice-coordenador do Comitê Estadual  do Fórum Nacional da Saúde do CNJ, e um dos palestrantes do webinário, afirmou que sem dúvida alguma, o tema 1.234 do STF trouxe clareza acerca de uma matéria de grande relevo (direito à saúde), ao fixar de maneira inovadora diversos parâmetros para balizar o julgamento das ações de saúde. “Há, contudo, diversas questões que ainda demandam um melhor amadurecimento e nos chamam à reflexão. Um desses temas diz respeito às demandas pelo fornecimento de canabidiol. O debate que se propõe consiste fundamentalmente em definir, à luz do tema 1.234 do STF, qual seria o foro competente para o processamento dessas ações: justiça federal ou estadual”, observou.

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    Juíza Vanessa Moura Pereira

    A juíza titular da 4ª vara da Comarca de Patos, Vanessa Moura Pereira de Cavalcante, que também será palestrante no evento, destacou que a Escola da Magistratura da Paraíba, atenta à relevância e complexidade das demandas envolvendo judicialização de medicamentos não incorporados ao SUS, apresenta essa importante ferramenta de debate e reflexão sobre o tema. 

    “A crescente demanda por decisões judiciais para o fornecimento de medicamentos não registrados na Anvisa, dos quais destaco em especial, o Canabidiol, impõe desafios significativos tanto para o sistema de saúde quanto para o judiciário.

    Neste ponto, revela-se importante a reflexão do tema a ser tratado no webinário que será realizado pela Esma nesta quinta-feira”, destacou a juíza Vanessa Cavalcante.

    A magistrada disse que para se ter uma ideia, o fornecimento de canabidiol pelo poder público, via Sistema Único de Saúde (SUS) e, por consequência, via judicialização, tem sido uma questão importante de saúde pública e também jurídica no Brasil, posto ser o canabidiol, derivado da Cannabis sativa, utilizado no tratamento de diversas condições médicas. “Embora já exista produto à base de Cannabis Sativa com registro na Anvisa, a maioria dos fármacos não foram incorporados às listas de medicamentos fornecidos pelo SUS, o que tem levado muitos cidadãos a buscarem a via judicial”, esclareceu.

    Por Walquiria Maria

  • CNJ e TJPB definem plano de trabalho para implantação da Plataforma Socioeducativa PSE

    O plano de trabalho para a implantação da Plataforma Socioeducativa do CNJ no âmbito do Judiciário estadual paraibano foi apresentado nesta quarta-feira (9) em reunião com os integrantes do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (DMF) do CNJ e a equipe do TJPB envolvida com a medida. A previsão é que a ferramenta passe a funcionar a partir do dia 6 de junho do corrente ano.

    A PSE funcionará dentro do PJe e, por meio da nova ferramenta, serão emitidas as guias de execução de medida socioeducativa, em substituição ao Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL). Haverá, também, a implementação de novas interfaces para atender necessidades especiais de magistrados e magistradas, como a emissão de alertas e prazos.

    Apresentado pelo coordenador da PSE, Edson Orivaldo Lessa Junior, o plano propõe reuniões regulares e semanais para discutir capacitações, fluxos, estratégias, bem como aspectos técnicos sobre o próprio ambiente da Plataforma.

    Além disso, os participantes trataram sobre as diversas ações contempladas no cronograma de trabalho, como a criação do Comitê da PSE no Tribunal; a assinatura do Acordo de Cooperação Técnica pelo CNJ e pelo TJPB (prevista para o mês de maio); capacitações; divulgação; suporte após a implantação, entre outras.

    Para o coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF), juiz Hugo Gomes Zaher, a Plataforma trará mais funcionalidade ao trabalho de magistrados e servidores que atuam com adolescentes em cumprimento de medidas, permitindo, ainda, uma melhor produção de dados estatísticos e políticas judiciárias mais efetivas para este grupo.

    Por Gabriela Parente

     

  • Coinju/TJPB prestigia entrega de certificados às famílias acolhedoras na comarca de Guarabira

    Evento contou com a presença do juiz Hugo Zaher do TJPB
    Evento contou com a presença do juiz Hugo Zaher do TJPB

    A solenidade de entrega de certificados às famílias acolhedoras da 2ª Região Geoadministrativa, que engloba a Comarca de Guarabira, realizada nesta quarta-feira (9), contou com a participação do coordenador da Infância e Juventude, juiz Hugo Gomes Zaher. Na ocasião, o magistrado representou o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). 

    O evento foi promovido pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (SEDH), com a presença da secretária Yasnaia Pollyanna Werton. O magistrado Hugo Gomes destacou a atuação das famílias acolhedoras como relevante à proteção integral da infância. 

    Ele pontuou que a família acolhedora representa a chance de garantir um ambiente seguro, afetivo e temporário para crianças e adolescentes afastados do convívio familiar. “É uma medida protetiva preferencial ao acolhimento institucional que respeita sua dignidade, promove vínculos e potencializa os estímulos necessários para esse público, enquanto aguarda os encaminhamentos do Poder Judiciário voltados à reintegração familiar ou à adoção”, realçou.

    O coordenador da Coinju enfatizou, ainda, que ao participar do evento, a Justiça estadual reafirma o compromisso com a efetivação da Recomendação Conjunta nº 2/2024, que orienta a integração de esforços entre Judiciário, Executivo e sociedade civil para o fortalecimento do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora em todo o país.

    A juíza titular da 2ª Vara Mista, que tem competência na área da Infância e Juventude, e diretora do Fórum da Comarca, Andressa Torquato, que também participou do evento, salientou que a Recomendação Conjunta do CNJ prioriza o Serviço de Família Acolhedora (SFA), tendo em vista ser mais benéfico e  menos impactante  para uma criança ou adolescente em medida protetiva. 

    “Estamos avançando nessa seara e o apoio da Coinju/TJPB é importante e necessário, pois demonstra alinhamento no ideal de proteção que almejamos no judiciário paraibano. É imprescindível o trabalho integrado e conjunto com toda a rede de apoio à infância e juventude, de forma, que possamos dar respostas mais rápidas e que impactem positivamente a vida dessas crianças e adolescentes”, evidenciou a magistrada. 

    Entrega de certificados às famílias acolhedoras
    Entrega de certificados às famílias acolhedoras

    Já a coordenadora da SFA da região de Guarabira, Edjane Bertone, comentou que o polo de Guarabira vem avançando no Serviço de Acolhimento Familiar,  por meio da parceria com a rede de proteção, o sistema de justiça e diálogos com prefeitos secretários e trabalhadores do suas em prol da garantia de direitos. “Atendemos 23 municípios vinculados ao nosso polo e hoje certificamos um número significativo de famílias que fizeram o curso de formação. O nosso objetivo é expandir o diálogo com TJPB, através da Coinju, para que possamos juntos avançar em ações que garantam os direitos na defesa das crianças e dos adolescentes”, realçou.

    Por sua vez, a psicóloga Maria Gorete de Rezende, que integra a equipe da Comarca de Guarabira, disse ser “uma satisfação participar deste evento porque, apesar de termos, na região, uma Instituição de Acolhimento bastante respeitada e reconhecida pelo trabalho de excelência que presta aos acolhidos, muitas crianças e adolescentes que necessitavam desta medida protetiva, ficavam desassistidas porque ela nem sempre conseguia atender a demanda”. 

    Também participaram da cerimônia os servidores da 2ª Vara Mista de Guarabira: a psicóloga, Layslla Galvão Galdino Neves, a assistente social, Maria Cristina Ferreira Lima e o assessor, Joelson Machado Ferreira.

    Gecom/TJPB

     

  • Tribunal de Justiça cria Núcleo Especializado de Depoimento Especial

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    Sessão administrativa do Órgão Especial do TJPB

    O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) deu um importante passo na proteção dos direitos das crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência. Em sessão administrativa realizada nesta quarta-feira (9), presidida pelo desembargador Fred Coutinho, o Órgão Especial aprovou o Projeto de Resolução que cria o Núcleo Especializado de Depoimento Especial (NEDESP) e regulamenta o funcionamento do Depoimento Especial no âmbito do Judiciário estadual.

    A iniciativa foi desenvolvida no contexto do Projeto “Infância Protegida”, uma ação conjunta do Comitê Gestor Local da Primeira Infância do TJPB e da Gerência de Projetos e Gestão Estratégica (GEPRO). 

    O objetivo central da resolução é garantir a estruturação adequada do depoimento especial, alinhando a prática do Judiciário paraibano à legislação nacional — em especial à Lei nº 13.431/2017 e à Resolução CNJ nº 299/2019, que estabelecem o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente Vítima ou Testemunha de Violência.

    Com a criação do NEDESP, vinculado à Coordenadoria da Infância e Juventude (COINJU), o Tribunal passa a contar com uma estrutura especializada para apoiar as comarcas na realização dos depoimentos especiais. O Núcleo será responsável por organizar o fluxo de atendimento, supervisionar os profissionais que conduzem as entrevistas, promover formações em parceria com a Escola da Magistratura (ESMA), manter o cadastro de entrevistadores forenses qualificados e articular com os demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos para assegurar um atendimento padronizado e acolhedor às crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência.

    Hugo Zaher
    Juiz Hugo Zaher, coordenador da Infância e Juventude do TJPB

    Segundo o juiz Hugo Gomes Zaher, coordenador da Infância e Juventude do TJPB, a criação do NEDESP representa um avanço significativo. “A criação do Núcleo e a aprovação da resolução preenchem uma lacuna histórica no nosso Tribunal.  A partir de agora, temos uma política judiciária clara e institucionalizada para o depoimento especial, com regras sobre formação, credenciamento, fluxo de atuação, remuneração e supervisão dos profissionais envolvidos. Isso garante mais segurança jurídica, qualidade na produção da prova e, sobretudo, mais proteção às crianças e adolescentes em situação de violência”, destacou o magistrado.

    Por Lenilson Guedes

     

  • Treinamento em Pernambuco fortalece o enfrentamento ao Aedes aegypti em comunidades indígenas

    Treinamento em Pernambuco fortalece o enfrentamento ao Aedes aegypti em comunidades indígenas

    Com foco na prevenção e controle do mosquito Aedes aegyptitransmissor de doenças como dengue, Zika e chikungunya, o Ministério da Saúde promoveu um treinamento para agentes indígenas de saúde no município de Pesqueira, localizado no Agreste de Pernambuco, entre os dias 2 e 4 de abril.

    Ao todo, 25 agentes indígenas participaram do treinamento, que foi conduzido por equipes técnicas da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), da organização social Moscamed Brasil, da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) e da gestão municipal de Pesqueira.

    No encontro, os participantes receberam orientações sobre medidas de prevenção e controle do mosquito e foram apresentados a tecnologias de monitoramento entomológico. Entre os destaques, estava o uso de ovitrampas, armadilhas simples que ajudam na detecção e controle do vetor.

    Como parte das atividades práticas, foram instaladas 22 ovitrampas e 4 armadilhas para captura de mosquitos adultos nas áreas indígenas do município. Essas ferramentas permitem monitorar a presença do Aedes aegypti, avaliar a eficácia das medidas de controle e reduzir a quantidade de ovos e mosquitos no ambiente, contribuindo para a diminuição da transmissão das arboviroses.

    Qualificação e formação profissional

    Para reduzir casos graves e óbitos, o Ministério da Saúde anunciou, na terça-feira (8), novas ações de enfrentamento à dengue. Entre as propostas, está o investimento em formação profissional. São 50 mil novas vagas para o curso autoinstrucional de Dengue da Universidade Aberta do SUS (Una-SUS), para melhorar o atendimento em todo o país.

    Nos próximos 100 dias, serão enviados conteúdos informativos e educativos para 50 mil agentes comunitários de saúde (ACSs), profissionais do Mais Médicos e residentes. E com a tecnologia a favor, a pasta vai reunir lideranças do Programa Mais Médicos em webinário para disseminar estratégias de combate e prevenção da doença, com alcance previsto de 20 mil pessoas.

    João Moraes
    Ministério da Saúde

  • TRF5 abre inscrições para o curso “Licitações e Contratos Administrativos” Última atualização: 09/04/2025 às 15:36:00

    Estão abertas as inscrições para o curso “Licitações e Contratos Administrativos”, que acontecerá nos dias 23,24,29 e 30/04, das 14h às 16h, na Sala Capibaribe (edifício-sede do TRF5). A ação educativa integra a proposta do Plano Anual de Capacitação de Servidores e Servidoras do Tribunal Regional Federal 5ª Região (TRF5) para o ano de 2025 e visa à formação e ao aperfeiçoamento dos servidores e servidoras que já atuam ou atuarão na área de licitações e gestão de contratos. 

    O treinamento será ministrado pela assessora jurídica do TRF5, Fedra Simões, exclusivamente na modalidade presencial, e serão disponibilizadas 60 vagas, a serem preenchidas por ordem de inscrição.

    As inscrições devem ser realizadas através do link: https://forms.office.com/r/MjE6cLXkBp

    Confira a programação:

    23/04: “Dispensa e inexigibilidade de licitação”; “Sanções administrativas’; “Alterações dos contratos e dos preços”.

    24/04: “Licitações públicas”; “Fase preparatória”; “Da instrução do processo licitatório”; Estudos Técnicos Preliminares: Mapa de Riscos”; “Termo de Referência”; Divulgação do Edital”; “Do julgamento”; “Encerramento da licitação”; “Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP)”. 

    29/04: “Modalidades de licitação”; “Pregão eletrônico”; “Procedimentos auxiliares: credenciamento, pré-qualificação, manifestação de interesse, sistema de registro de preços e registro cadastral”. 

    30/04: “Dos contratos administrativos: formalização, garantias, alocação de riscos, prerrogativas da administração, duração, execução, gestão, fiscalização e extinção.

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5


  • Presidente do TRF5 recebe visita de representantes da Rejufe Última atualização: 09/04/2025 às 17:35:00

    Integrantes da Associação dos Juízes Federais da 5ª Região (Rejufe) realizaram, nesta quarta-feira (09/04), visita institucional ao presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, desembargador federal Roberto Machado. Participaram do encontro o presidente, o vice-presidente e o diretor da Escola da Ajufe, respectivamente, juízes federais Diego Fernandes Guimarães, Marcos Antônio Maciel Saraiva e Luiz Bispo. 

    Na pauta, assuntos referentes a decisões que aguardam ratificação no Conselho da Justiça Federal (CJF), como o pagamento da gratificação por exercício cumulativo de jurisdição durante o gozo da licença-gestante e a licença compensatória nos períodos de compensação de plantão. 

    Na ocasião, o presidente do TRF5 foi convidado para participar do São João da Rejufe, que acontece nos dias 6 e 8 de junho, em Campina Grande/PB.  

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • MPPB reúne órgãos e empresa para tratar da segurança no São João de Campina Grande

    MPPB reúne órgãos e empresa para tratar da segurança no São João de Campina Grande

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) realizou, na manhã desta quarta-feira (9/04), uma reunião com representantes das forças de segurança do Estado, de secretarias e órgãos do Município de Campina Grande e com o jurídico da empresa Arte Produções, responsável pela organização do São João no município, para tratar da segurança no evento. 

    A reunião integra o Procedimento 002.2025.016346, instaurado pelo promotor de Justiça Osvaldo Lopes Barbosa, gestor da Região Integrada de Segurança Pública e Defesa Social (Reisp), pelo MPPB. Segundo ele, foram discutidas questões de logística, monitoramento por câmeras; protocolos de cumprimento das normas de segurança; planos de controle de entradas e saídas, de emergência e de contingência, assim como a atuação das polícias civil, militar, federal, rodoviária federal, da Secretaria Municipal de Saúde e da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos, no São João de Campina Grande, que acontecerá no período de 30 de maio a 6 de julho, em vários pontos do município. 

    O promotor de Justiça explicou ainda que essa foi a primeira reunião preparatória, da qual deverá ser elaborado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). “O MPPB se preocupa com a população e não mede esforços para garantir a segurança e a tranquilidade a um evento tradicional tão importante para o município e que reunião milhões de pessoas, como é o São João”, disse. 

    Encaminhamentos

    O promotor de Justiça determinou que a empresa Arte Produções anexe o layout do evento no prazo de cinco dias e que apresente informações, até 30 de abril, sobre 11 quesitos, dentre eles a localização dos postos de comando; a projeção de público estimado para a programação, com base no projeto atualizado e cálculo do Corpo de Bombeiros Militar; instalação de câmeras de segurança; protocolos de cumprimento das normas de segurança de controle de incêndio e pânico; data da simulação de evacuação; apresentação das RT´s (Responsabilidades Técnicas) do Corpo de Bombeiros, Crea e relatório estrutural da Energisa e cronograma de adequação do cadastro de barraqueiros pela Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma). 

    Ficou estabelecido ainda que a empresa deverá informar previamente, até 23 de abril, a data de apresentação dos projetos de Campina Grande, São José da Mata, Galante e Catolé de Boa Vista e apresentar os contratos com a empresa de segurança privada.

    O promotor de Justiça também determinou ao comandante do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social informação sobre os pontos de câmeras e estudo de monitoramento de pontos sensíveis e a apresentação de relatório de inteligência sobre o monitoramento eletrônico, até 12 de maio. 

    Nova audiência e TAC

    O promotor de Justiça destacou que todas as medidas deliberadas na reunião deverão ser adotadas sob pena de crime de desobediência, previsto no artigo 330 do Código Penal Brasileiro e de nova recomendação com medidas de intervenção. Uma nova audiência sobre o assunto e para a celebração do TAC foi designada para 30 de abril, às 9h.