Autor: admin

  • Conta Zap tem chances para chatbot, financeiro e tecnologia

    A Conta Zap, primeira conta digital gerenciada pelo aplicativo WhatsApp, está com novas vagas de emprego. Ao todo, são ofertadas 15 oportunidades para as áreas de Chatbot, Finanças e Tecnologia.

    As vagas de trabalho destinam-se a candidatos que tenham graduação completa ou estejam cursando. Para participar do processo seletivo, os interessados devem enviar currículo e resumo da trajetória profissional para o e-mail: vagas@contazap.com.  

    Por conta da pandemia do novo Coronavírus, o processo de seleção dos novos funcionários acontecerá de forma 100% online. Além disso, quando contratados, os colaboradores executarão suas tarefas em trabalho remoto, ou seja, em home office

    A vaga de TI exige profissionais com conhecimento em desenvolvimento de software com, pelo menos, dois anos de experiência. A empresa trabalha com Java desenvolvendo API’s que se integram tanto com os canais digitais quanto backoffice, e, também com o desenvolvimento do sistema interno de retaguarda operacional, utilizando angular. 

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    Nesta função, serão aceitos candidatos nos seguintes níveis: 

    • Júnior: entre 1 e 2 anos de experiência;
    • Pleno: entre 2 e 4 anos de experiência; e
    • Sênior: acima de 5 anos de experiência.

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    Para concorrer, é preciso ter conhecimento em Java, SQL, banco de dados nosql, Rabbit MQ, Spring boot e experiência em times rodando com metodologia ágil como Scrum e XP, por exemplo. Os salários variam de R$2,8 mil a R$8 mil

    A área de Chatbot destina-se a profissionais com conhecimento em Zenvia ou Watson, ou alguma outra plataforma de aplicação conversacional. A remuneração varia de R$1,8 mil a R$3 mil

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    Já na área de Administrativo/Financeiro, as oportunidades estão disponíveis para profissionais que já tenham tido experiências em departamento de compras, pagamentos a fornecedores e processamento de folhas salariais. Será um diferencial os candidatos que tenham conhecimento da plataforma Matera. O salário varia de R$2,5 mil a R$6 mil

     

    Aplicativo conta Zap
    Conta Zap oferta 15 vagas de emprego remoto
    (Foto: Divulgação) 

     

    Confira vagas de emprego para representante comercial em home office 

    O classificado online de vagas ‘Trabalha Brasil’ está com diversas oportunidades de emprego para o cargo de representante comercial. Destas, 57 permitem que o profissional trabalhe de forma remota (home office).

    A função exige que o candidato tenha perfil proativo. Há chances nos estados de Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Segundo informações divulgadas em algumas das vagas, o salário varia de R$2.500 a R$3 mil, além das comissões.

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    Os interessados podem se inscrever pelo site do Trabalha Brasil. Como há estipulado nenhum prazo para o término das inscrições, as vagas poderão ser encerradas a qualquer momento, conforme forem sendo preenchidas ou mediante necessidade das empresas contratantes.

    A plataforma oferece outras oportunidades para a área de Vendas em todo o país. Há vagas para os cargos de atendente, assistente comercial, consultor de vendas, promotor de vendas e vendedor (externo e interno).

    Notícias de empregos

     

  • Enem 2020: prazo de pagamento da taxa de inscrição é prorrogado

    O prazo de pagamento da taxa de inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi prorrogado até o dia 10 de junho. A informação foi dada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), nesta terça-feira, 2.

    A decisão de prorrogar o prazo foi justificada pelo cenário de pandemia de novo Coronavírus. Segundo o Inep, cerca de 300 mil candidatos ainda não efetuaram o pagamento da taxa.

    A partir desta quarta-feira, 3, os estudantes poderão emitir um novo boleto bancário para garantir a participação no exame. O instituto informou que os boletos gerados anteriormente perderam a validade e que 5,7 milhões de pessoas tiveram suas inscrições confirmadas.

    Ao todo, segundo dados do Inep, são 6.121.363 inscritos. Desse total, 65% já concluíram o ensino médio, 23% são concluintes e 12% são estudantes que não estão concluindo, mas fazem a prova como treinamento.

    O valor da taxa de inscrição é de R$85. Lembrando que não pagam aqueles se enquadram nos critérios de isenção (estudantes do último ano do ensino médio e membros de família baixa renda) e tiveram o pedido deferido.

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    Por conta da pandemia, essa já é a terceira mudança no cronograma do exame. Além do adiamento do prazo de inscrição em cinco dias, o Ministério da Educação, sob pressão, havia decidido postergar indefinidamente a data da prova.

     

    Enem 2020
    Prazo para pagamento da taxa vai até o dia 10 de junho
    (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

     

    Inscritos serão consultados sobre nova data do Enem

    O adiamento do Enem aconteceu após pressão por parte dos estudantes, professores e parlamentares. Segundo o Inep e o MEC, o prazo de adiamento será “de 30 a 60 dias em relação ao que foi previsto nos editais”.

    A prova estava prevista para os dias 1º e 8 de novembro, em sua versão tradicional, e 22 e 29 de novembro, na nova versão digital. A decisão foi anunciada um dia após o Senado Federal ter aprovado um projeto que adiava a realização do exame.

    O texto-base teve 75 votos favoráveis e apenas um contrário, do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). O projeto aguardava aprovação no Congresso e precisava ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro.

    No entanto, ainda não foi definido quando serão realizadas as provas. Após a confirmação do adiamento, o governo afirmou que fará uma enquete com os participantes para definir as novas datas. 

  • Em campanha, Sebrae estimula MEIs a se reinventarem na crise

    A nova campanha do Sebrae “MEI. Reinvente. Repense. Recrie”, lançada no dia 18 de maio, já acumula mais de 250 mil acessos na sua página, ajudando microempreendedores a lidarem com a crise causada pela pandemia. 

    É um ambiente exclusivo para o MEI, dentro do Portal do Sebrae, onde estão disponíveis gratuitamente diversos conteúdos criados especificamente para a categoria. Isso inclui diversas ferramentas para que o empreendedor possa se reinventar e continuar em operação, por meio de mudanças estratégicas e planejadas. São ofertados:

    • cursos online gratuitos;
    • consultorias especializadas online;
    • atendimentos via chat e e-mail;
    • dicas de remodelagem de negócios;
    • de renegociação de dívidas;
    • de como buscar crédito;
    • como mudar o foco do negócio; e
    • cases de sucesso, entre outros conteúdos. 

    Curso do Sebrae orienta sobre o acesso ao microcrédito consciente

    De acordo com o Sebrae, em virtude do isolamento social para conter o avanço da Covid-19, muitos dos 10 milhões de MEI precisaram paralisar temporariamente suas atividades. De acordo com pesquisa da empresa, 58% tiveram que suspender suas vendas durante a pandemia e 31% mudaram a forma de funcionamento.

    Por isso, foi lançada a campanha com o objetivo de apoiar esses microempreendedores. O presidente do Sebrae, Carlos Melles, salientou a importância dos MEI’s para o país, neste momento, como oportunidades de geração de renda e de emprego

    E a campanha é um reconhecimento do Sebrae ao papel fundamental que esses 10 milhões de empreendedores têm na economia brasileira:

    “Neste momento, oferecer suporte à categoria é primordial para que o país supere a crise e retome seu crescimento. Por meio dessa campanha, estamos disponibilizando todo o corpo técnico especializado do Sebrae para auxiliar o MEI na reinvenção de respostas para os problemas que estão sendo enfrentados.”

     

    Empreendedor
    Campanha do Sebrae disponibiliza conteúdos exclusivos para MEI’s
    (Foto: Reprodução/ Pixabey)

     

    Casos de sucesso do Sebrae estimulam outros empreendedores

    Um dos tipos de conteúdo da nova campanha que merece destaque são os cases de sucesso na crise. Microempreendedores que transformaram a forma de gerar renda usando informações disponibilizadas pelo Sebrae. 

    Entre o público cativo que tem consumido os cursos, lives e demais informações gratuitas, está Sandra Costa, que atua como MEI há mais de 10 anos, e Maria Cristina, dona de uma pequena empresa com 30 anos de mercado. 

    Ambas adquiriram novas habilidades para encarar a crise causada pela pandemia do novo Coronavírus. A terapeuta holística Sandra Costa é proprietária da Zyon Terapias há 30 anos e atua formalmente como MEI desde 2009, em São Paulo. 

    Com as medidas de isolamento social, a empresária suspendeu os atendimentos e ficou 40 dias sem pacientes. Antes da pandemia, mesmo possuindo redes sociais, sua atuação era basicamente presencial. 

    “Esse tempo sem atender serviu para mergulhar e repensar o meu negócio. Comecei a atuar mais ativamente nas redes, oferecendo conteúdo relacionado às terapias diariamente para meu público. Também usei a rede de contatos com pacientes para convidá-los a iniciar os atendimentos virtuais. Apesar da resistência inicial, considero um sucesso, retomei os atendimentos e os feedbacks têm sido muito positivos”, diz a terapeuta.

    Segundo a profissional, o Sebrae foi fundamental neste redirecionamento. Ela conta que o último conteúdo que consumiu foi o webinar com Rafael Somera, falando sobre técnicas de vendas. 

    “(…) Simplesmente incrível, ele escreveu o livro ‘O Homem que aprendeu a vender’. Na live tivemos a oportunidade de aprender técnicas que nos diferenciam substancialmente no mercado. Dicas de atendimento personalizado, tratamento com cliente e pós-venda, tudo gratuito.”

    No Paraná, Maria Cristina Scheidt é outra empresária que está aproveitando os conteúdos da campanha para transformar sua atuação e amenizar os efeitos da crise. Ela é dona de uma pousada, que paralisou os serviços há mais de 60 dias. 

    Para manter a proximidade com os clientes, decidiu criar páginas nas redes sociais com informações sobre a hospedagem. Apesar de já ter perdido o período de alta temporada, ela avalia que a iniciativa pode ajudar a conseguir novos clientes: 

    “Trabalho nesse ramo há 30 anos, nunca vivi uma crise como essa. Nunca tivemos que fechar a pousada por tanto tempo. Mas há males que vêm para o bem, eu cresci com isso, iniciei nossa atuação nas redes sociais e espero que colabore com a divulgação da nossa pousada.”

    A microempresária afirma que já realizou um curso de gestão financeira e consultorias por meio do Sebrae, que sempre considerou como um parceiro do seu negócio:

     “(…) Meu objetivo é pegar dicas de como atuar nas redes sociais para chamar atenção dos clientes para a nossa ilha (Ilha do Mel). Espero que a pandemia passe logo, que a situação seja normalizada e possamos voltar a receber as pessoas.”

  • Mercado deve demorar mais de 9 meses para se normalizar

    A Federação do Comércio, Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio DF) solicitou uma sondagem ao Instituto de Opinião e Informação Estratégica, em parceria com a Sphinx Brasil, sobre o impacto da pandemia do novo Coronavírus na economia brasiliense. Os dados são referentes aos dias 25 e 29 de maio.

    Durante esse período, 105 empresários foram ouvidos. Uma das perguntas feitas ao grupo foi sobre a percepção de tempo dos empresários para a volta do mercado à normalidade. Na média, os entrevistados acreditam que a retomada vai demorar mais 9 meses e meio.

    Do total de participantes, 33,7% respondeu que a normalidade só deve voltar após 10 meses ou mais. Já os mais otimistas (5,8%) acreditam que será preciso um prazo de 8 a 9 meses para a situação normalizar. 

    Um grupo ainda menor, correspondente a 3,5% dos entrevistados, apostou em um período de 4 a 5 meses. Para outros 27,9%, tudo deve voltar ao normal em menos de 4 meses. 

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    Sobre o fluxo de clientes nos estabelecimentos após a reabertura, os entrevistados também se mostraram cautelosos. Para esse quesito foram computadas as seguintes respostas: 

    • 13,3% responderam que as vendas aumentarão em função da demanda reprimida; 
    • 12,4% disseram que voltará a ser como antes da COVID-19; 
    • 30,5% afirmaram que o fluxo diminuirá por conta do medo do contato social; 
    • 40% responderam que a falta de dinheiro será preponderante para os clientes não irem às lojas; e 
    • 3,8% não souberam avaliar.

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    O presidente da Fecomércio DF, Francisco Maia, avaliou que os resultados refletem o entendimento dos empresários sobre o atual momento de crise. Além disso, eles estão tomando todos os cuidados necessários para que os funcionários e clientes estejam protegidos contra a contaminação do vírus.

    “No dia 27 de maio, a Fecomércio acompanhou a reabertura dos shoppings da cidade. Notamos um movimento abaixo do esperado e os empresários cumpriram todas as determinações de segurança: uso de máscaras, álcool em gel, aferição de temperatura e distanciamento. Acredito que com o tempo, essas medidas gerarão confiança nas pessoas, para que voltemos à normalidade”, explicou. 

     

     

    Calculadora
    Empresas buscam novos meios de chegar até os clientes e
    manter atividades (Foto: Pixabay)

     

    Empresários adotam medidas de prevenção

    Na própria pesquisa há dados sobre os cuidados tomados pelos empresários. Em uma pergunta de múltipla escolha, sobre as medidas que estão sendo tomadas, 97,1% afirmaram disponibilizar máscaras para todos os colaboradores. Além disso, 86,7% responderam ter álcool em gel na entrada da loja e próximo ao caixa, enquanto outros 25,7% afirmaram dar luvas aos colaboradores; e 21% aumentaram a limpeza constante do ambiente. 

    Ainda de acordo com o estudo, 62,9% dos empresários entrevistados acreditam que haverá uma queda no faturamento no primeiro mês depois que os estabelecimentos reabrirem. Sobre as demissões, 27,6% tiveram que cortar o vínculo empregatício dos funcionários

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    Por fim, o estudo ainda aponta que os empresários já planejam novas formas de chegar até seus clientes. Segundo a sondagem elaborada pela Fecomércio, 14,6% das empresas estão investindo em delivery; 15,8% acrescentaram a retirada no balcão; 12,9% entraram no mundo digital e 17% já realizavam alguns desses serviços. 

    Do total de empresas entrevistadas, 81,2% responderam que pretendem continuar com essas modalidades após a pandemia. O sócio da Opinião Informação Estratégica, o estatístico Alexandre Garcia, destacou a importância do empresário se reinventar. Segundo ele, a digitalização é indiscutível e vai mudar a jornada de muitos produtos e serviços. 

    “Se tivermos que conviver com o Coronavírus ainda por muito tempo, isso provocará mais mudanças sociais do que já estamos enxergando. A partir do momento em que se gera uma adaptação, com um modo mais seguro e conveniente, não tem motivos para voltar a ser como antes”, destacou.

  • Auxílio emergencial: 11 milhões de pedidos aguardam análise, diz Caixa

    O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, informou que até a manhã desta terça-feira, 2, cerca de 11 milhões de brasileiros ainda estavam aguardando a análise do pedido do auxílio emergencial.

    Desse total, 5,7 milhões de pessoas ainda estão na primeira análise e 5,3 foram marcados como inelegíveis e esperam pela reanálise. Segundo Guimarães, o banco vai efetuar os novos pagamentos a partir de 48 horas após o recebimento dos dados processados pela Dataprev.

    Da análise ao saque, auxílio emergencial é marcado por problemas

    Um balanço realizado pela Caixa informa que foram feitos 106,9 milhões de cadastros. Desse total, 101,2 milhões foram processados. Para os beneficiários do Bolsa Família, 19,2 milhões foram considerados elegível, enquanto 700 mil ficaram como inelegíveis.

    Dos 32,1 milhões de cadastros do CadÚnico, 10,5 milhões foram marcados como aptos a receber o benefícios, já os outros 21,6 milhões não receberam. A maior demanda veio de inscritos no aplicativo ou site: 54,9 milhões de cadastros.

    Nesse caso, 49,2 milhões de cadastros foram processados. Ao todo, são 29,3 milhões de pessoas elegíveis, 19,9 inelegíveis (5,3 milhões em reanálise) e 5,7 milhões aguardando a primeira análise.

    Segundo o governo federal, os pedidos serão analisados num prazo máximo de 20 dias. Após ação apresentada pela Defensoria Pública da União, a AGU fechou um acordo com o Ministério da Cidadania e com a Caixa para que, em caso de atraso, a liberação fosse automática.

    É possível consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site. Também é possível acompanhar o pedido pelos sites do Ministério da Cidadania e Dataprev.

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    Nesta terça-feira, 2, a Caixa também liberou as transferências e os saques em dinheiro da segunda parcela do auxílio para os 2,7 milhões de beneficiários nascidos em março. O benefício já havia sido depositado na poupança digital.

     

    Auxílio emergencial
    11 milhões de brasileiros aguardam análise do auxilio emergencial
    (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

     

    Beneficiários poderão ter que devolver auxílio

    Por conta de uma alteração feita na lei do auxílio emergencial, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, os beneficiários que se recuperarem financeiramente ao longo do ano terão que devolver o dinheiro recebido

    Caso a pessoa receba em 2020 um valor superior ao limite de isenção do Imposto de Renda (IR), será necessário efetuar a devolução integral do auxílio – inclusive o dos dependentes, se for o caso. 

    Atualmente, é isento do IR quem recebe até R$28.559,70 no ano inteiro. Esse valor pode sofrer alteração, mas não é atualizado desde 2015. Lembrando que, nessa conta, não entrará o dinheiro recebido do auxílio emergencial.

    IR 2020:

    O benefício exclui quem recebeu mais do que esse valor em 2018. Após o pagamento da primeira parcela, a Câmara e o Senado aprovaram um projeto que retirava esse critério, mas, em contrapartida, adicionava a devolução para pessoas com valor superior em 2020.

    Esse foi um acordo entre o Legislativo e o governo, no entanto, segundo o senador Esperidião Amin (PP-SC), o combinado não foi cumprido. Bolsonaro sancionou o projeto, mas, usando o poder do veto, manteve a exclusão de pessoas com renda do IR não isenta em 2018.

    Especialistas criticam a redação do artigo, pois transforma o auxílio emergencial em uma espécie de ‘empréstimo’. De acordo com Amin, relator do projeto, o texto foi proposto pela equipe econômica do governo.

    A lei vai obrigar que os contribuintes paguem o valor integral do auxílio junto com a contribuição do imposto de renda. A Receita Federal disse que “está em estudo como a medida será operacionalizada”.

  • Quais serão os efeitos da pandemia no mercado de trabalho?

    A pandemia do novo Coronavírus fez com que profissionais em todo o mundo passassem a trabalhar de maneira remota. Com essas práticas de produção à distância, surgem questionamentos de como será a lógica do trabalho no futuro.

    Em entrevista a equipe de jornalismo das Nações Unidas, Susan Hayter, consultora técnica sênior sobre o futuro do trabalho na Organização Internacional do Trabalho (OIT), falou sobre como será o mercado de trabalho pós-pandemia.

    Susan explica que, antes mesmo da Covid-19, já havia discussões sobre como a tecnologia afetaria o futuro do trabalho. Segundo ela, esse futuro não é pré-determinado, portanto cabe aos profissionais moldá-lo.

    Mas ela conta que essa interferência da tecnologia acabou chegando antes do previsto. “As reuniões virtuais remotas agora são comuns e a atividade econômica aumentou em várias plataformas digitais”.

    A grande questão é: quando passar as restrições, o home office será considerado o “normal”? A consultora responde que grandes empresas já estudam um modelo de colaboração remota, de forma opcional, como um novo padrão.

    “Algumas grandes empresas das economias desenvolvidas já disseram que o que tem sido um piloto não planejado – o teletrabalho remoto – se tornará a maneira padrão de organizar o trabalho. Os trabalhadores não precisarão se deslocar novamente, a menos que optem por fazê-lo”, conta.

    Home office e isolamento social: saiba como cuidar da saúde mental

    Para Susan, essa mudança seria positiva tanto para as pessoas, como para o planeta. “Mas a ideia do fim do escritório é certamente exagerada. A OIT estima que, em países de alta renda, 27% dos trabalhadores possam trabalhar de casa. Mas isso não significa que eles vão continuar trabalhando remotamente”, explica.

    O ponto que a consultora levanta é de como será possível adaptar as práticas de trabalho e colher os benefícios do home office, mas sem perder o valor social e econômico do trabalho presencial.

    “Ao celebrar as inovações na organização do trabalho que apoiaram a continuidade dos negócios durante a crise de saúde, não podemos esquecer que muitos perderam o emprego ou fecharam os negócios, pois a pandemia paralisou algumas indústrias”, alerta.

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    Para quem retorna ao trabalho presencial, é preciso ter um local seguro. “O grau de confiança dos trabalhadores nas medidas adotadas pelos empregadores para tornar os locais de trabalho seguros sem dúvida terá um impacto no retorno”, explica, e acrescenta a importância de envolver, se for o caso, os representantes sindicais nessas decisões.

    Essa segurança abrange muitas coisas, pede protocolos de distanciamento social até equipamento de proteção individual. Além disso, a consultora fala sobre alguns grupos, como motoristas de aplicativos, em que o local de trabalho é a própria atividade realizada.

    “A pandemia revelou a falsa escolha entre flexibilidade e segurança de renda. Esses trabalhadores podem não ter ou ter acesso inadequado a licenças médicas e benefícios de seguro-desemprego. Precisamos garantir que seu trabalho seja realizado em condições seguras”, enfatiza.

     

    Home office
    Home office não é opção para todos os profissionais
    (Foto: Pixabay)

     

    Home office x desigualdade

    Segundo a OIT, é estimado que aconteça, no primeiro mês da crise, um declínio de 60% nos ganhos de quase 1,6 bilhão de trabalhadores informais. “Esses trabalhadores simplesmente não conseguem trabalhar remotamente e enfrentam a escolha impossível de arriscar a vida ou o sustento”, explica.

    As mudanças adotadas durante a pandemia terão efeitos a longo prazo e levarão que muitos setores repensem seus modelos de trabalho. Entretanto, a consultora chama atenção para o desemprego que será sentido imediatamente.

    “Desigualdades na prontidão digital podem inibir ainda mais os países de aproveitar essas oportunidades”, pontua. Ou seja, não dá para pensar em trabalho remoto se as pessoas não possuem acesso à tecnologia em casa.

    Um ponto positivo do home office, segundo a consultora, é ter permitido “que muitas empresas continuassem operando e garantissem a saúde e a segurança de seus funcionários” durante a pandemia.

    “Aqueles que puderam fazer a transição para o trabalho remoto durante a crise de saúde tiveram a oportunidade de compartilhar refeições com suas famílias. O trabalho tornou-se centrado no ser humano para acomodar a educação em casa e os cuidados com crianças e idosos”, conta.

    Mas nem tudo são flores. Susan explica que, em muitos casos, o tempo de trabalho e o tempo pessoal acabaram se entrelaçando – o que causou um aumento no estresse dos funcionários e riscos para a saúde mental.

    Com a desaceleração econômica e aumento do desemprego, a consultora informa sobre a possibilidade de mudar a organização do trabalho, com novos esquemas que permitam flexibilidade e salvem empregos.

    notícias de empregos

    “Isso pode significar semanas de trabalho mais curtas ou acordos de compartilhamento de trabalho para evitar folgas em períodos com menos funcionários, ao mesmo tempo em que é reformulado o regime de expedientes para obter melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal no longo prazo”, sugere.

    O trabalho remoto possibilita que trabalhadores mais velhos e mais experientes prolonguem a vida profissional, além de tornar possível o trabalho para aqueles que estão comunidades rurais com acesso à internet.

    “No entanto, para muitos outros, significou isolamento e uma perda de identidade e propósito. O valor social do trabalho e a dignidade e pertencimento derivada dele não podem ser substituídos por salas virtuais, por mais casuais que sejam”, contrapõe.

    A pandemia colocou luz em desigualdades já existentes: “Os que estão entre os escalões de renda mais altas têm maior probabilidade de optar por trabalhar remotamente, enquanto aqueles nos mais baixos não têm escolha, terão que se deslocar e perderão mais tempo com esse deslocamento”.

    Futuramente, com o aumento da digitalização do trabalho, a consultora acredita que a demanda por profissionais qualificados irá subir junto com seus salários. Além disso, ela prevê que os profissionais da Saúde e outras áreas essenciais serão mais valorizados.

    Em contrapartida, os trabalhadores que já são mal remunerados, “provavelmente verão suas rendas serem corroídas ainda mais à medida que as fileiras dos desempregados aumentam”.

    “Historicamente, choques econômicos, pandemias e guerras exacerbaram a desigualdade. A questão é se essa será uma mudança tectônica com crescente instabilidade política e social, ou um choque que nos levará a reforçar os fundamentos de sociedades justas e os princípios de solidariedade e tomada de decisão democrática que movem sociedades, mercados de trabalho e locais de trabalho na direção da igualdade”, conclui.

  • Auxílio emergencial: como saber se o CPF foi fraudado? Descubra!

    O Governo Federal espera que 113 milhões de cidadãos poderão ser beneficiados pelo auxílio emergencial. Até o momento, mais de 58 milhões de brasileiros já receberam os R$600. Contudo, tem havido muitas reclamações de pessoas que tiveram os dados, como o CPF, utilizado na solicitação do benefício.

    Segundo tutorial publicado na Agência Brasil, aqueles que suspeitarem deste tipo de fraude, podem entrar na página do benefício e verificar as informações após informar CPF, nome completo, nome da mãe e data de nascimento.

    Para consultar a situação, cinco respostas podem ajudar a esclarecer se houve ou não fraude. São elas:

    Benefício aprovado
    O trabalhador teve seu pedido aprovado e irá receber o auxílio emergencial. Entretanto, o pagamento do benefício obedecerá o calendário da Caixa.

    Benefício não aprovado
    O cidadão não é elegível a receber. Na mesma tela, a pessoa pode verificar qual critério não foi atendido, motivo que causou a sua inelegibilidade ao benefício.

    Requerimento não encontrado
    Ocorre nos casos em que a Dataprev ainda não tenha recebido a solicitação.

    Requerimento retido
    Quando a equipe de homologação do Ministério da Cidadania encontra complexidade de cenários e cruzamentos dos dados, o pedido fica retido para ser novamente analisado pela Dataprev.

    Dados inconclusivos

    Caso o sistema identifique problemas nos dados do cidadão que impeçam a análise para concessão do benefício. Nesta situação, o sistema vai orientar que se realize um novo requerimento no site da Caixa para complementar ou confirmar os dados cadastrais.

    + Auxílio emergencial: Caixa libera saques para nascidos em março

    Tutorial ajuda cidadãos a analisar se CPF já foi utilizado no cadastro
    (Foro: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

    + Auxílio emergencial: pedido têm falhas e fraudes. Saiba como agir!

    Se depois deste teste, o cidadão observar que se trata de um caso de fraude, segundo o Ministério da Cidadania, deve-se registrar denúncia no sistema Fala.Br (Plataforma integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação da Controladoria Geral da União – CGU), disponível na internet ou pelos telefones 121 ou 0800 7070 2003.

     

    Mais de 11 milhões aguardam análise

    O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, informou que até a manhã desta terça-feira, 2, cerca de 11 milhões de brasileiros ainda estavam aguardando a análise do pedido do auxílio emergencial.

    Desse total, 5,7 milhões de pessoas ainda estão na primeira análise e 5,3 foram marcados como inelegíveis e esperam pela reanálise. Segundo Guimarães, o banco vai efetuar os novos pagamentos a partir de 48 horas após o recebimento dos dados processados pela Dataprev.

    Da análise ao saque, auxílio emergencial é marcado por problemas

    Um balanço realizado pela Caixa informa que foram feitos 106,9 milhões de cadastros. Desse total, 101,2 milhões foram processados. Para os beneficiários do Bolsa Família, 19,2 milhões foram considerados elegível, enquanto 700 mil ficaram como inelegíveis.

    Dos 32,1 milhões de cadastros do CadÚnico, 10,5 milhões foram marcados como aptos a receber o benefícios, já os outros 21,6 milhões não receberam. A maior demanda veio de inscritos no aplicativo ou site: 54,9 milhões de cadastros.

    Nesse caso, 49,2 milhões de cadastros foram processados. Ao todo, são 29,3 milhões de pessoas elegíveis, 19,9 inelegíveis (5,3 milhões em reanálise) e 5,7 milhões aguardando a primeira análise.

    Segundo o governo federal, os pedidos serão analisados num prazo máximo de 20 dias. Após ação apresentada pela Defensoria Pública da União, a AGU fechou um acordo com o Ministério da Cidadania e com a Caixa para que, em caso de atraso, a liberação fosse automática.

    É possível consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site. Também é possível acompanhar o pedido pelos sites do Ministério da Cidadania e Dataprev.

  • Mercado de estágio deve reaquecer em meados de julho

    Os números de casos do novo Coronavírus seguem crescendo no país. Segundo o diretor de emergências da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, o Brasil ainda não chegou ao pico da transmissão. Enquanto isso, o mercado de trabalho e, principalmente o de estágio, segue registrando queda no número de vagas.

    Mas será que o número de oportunidades de estágio 2020 não voltará a crescer ainda este ano? Como os estudantes que sonham em ingressar no mercado de trabalho podem se preparar ou devem lidar com a pandemia?

    Essas e outras questões foram apresentadas por FOLHA DIRIGIDA a dois especialistas da área de Estágios: a gerente de treinamento do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), Yolanda Brandão; e o diretor da Cia de Estágios, Tiago Mavichian.

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    Segundo eles, antes da pandemia do novo Coronavírus, o mercado de estágios era promissor para este ano. No entanto, com a situação de emergência em todo o país, tanto o Nube quanto a Cia de Estágios registraram queda no número de vagas.

    “Antes do início da pandemia, em janeiro, o mercado de estágios estava aquecido. No primeiro trimestre, nossa expectativa era de 44,6 mil novas oportunidades para os jovens. Seria um aumento de 14,1% em relação ao mesmo período de 2019”, revelou Yolanda Brandão.

    Segundo Tiago Mavichian, entre fevereiro e março deste ano, a média de vagas de estágio estava em torno de 380 novos postos. Já no Nube, semanalmente, eram abertas, em média, 5.500 oportunidades.

    Como fica o mercado de estágio no pós-pandemia?

    Atualmente, o Nube tem registrado cerca de 700 vagas de estágio, por semana. No entanto, muitas destas oportunidades não são novas, mas sim remanescentes, segundo a gerente de treinamento.

    A queda de 80% no número de vagas no Nube também foi sentida pela Cia de Estágios. Segundo Tiago Mavichian, foram registradas menos 35,4% vagas no primeiro  semestre deste ano, em comparação ao mesmo período de 2019.

    Mas como fica o mercado de estágio 2020 no pós pandemia? De acordo com Yolanda Brandão, o Nube trabalha com uma previsão de retomada para meados de julho – quatro meses de início das quarentenas propostas pelos estados.

    “Então agosto terá entre 50% a 70% das vagas do início de março. Daí em diante, voltaremos a ter até 80% das vagas de antes da crise ao longo de 2021”, revela a gerente.

    Na Cia de Estágios, no entanto, ainda não é possível falar sobre a retomada do mercado de estágios em 2020. No entanto, a empresa acredita que áreas voltadas à Inovação, Tecnologia, Alimentação e Saúde tendem a ser mais procuradas no pós-pandemia. 

    “Será necessário um novo modelo de trabalho, mais dinâmico, online e rápido”, explica Tiago Mavichian.

    Já a gerente de Treinamento da Nube revela que o ramo Administrativo deve contratar mais por ser um curso versátil e necessário em praticamente todas as empresas.

    “O setor de Tecnologia também está e deve permanecer em alta, principalmente com o uso do home office. Muitas empresas precisaram se adaptar rapidamente e isso mostrou algumas fragilidades e necessidade de mais investimento”, afirma.

     

    Estágio 2020 (Foto: Pixabay)
    Especialistas falam sobre as oportunidades de estágio 2020
    no pós-pandemia (Foto: Pixabay)

     

    Veja também:

    Como se preparar para o mercado de estágio 2020?

    O Brasil ainda possui muitos estados e municípios em quarentena. Sem o retorno das atividades, se preparar para uma vaga de estágio em 2020 pode ser um desafio para muitos estudantes.

    No entanto, tanto o Nube quanto a Cia de Estágios revelam que saber aproveitar este momento pode ser decisivo em um processo seletivo. Segundo Yolanda Brandão, é preciso ter calma e compreender que esse é um momento sem precedentes na história recente e que demanda a necessidade de adaptação.

    “Os jovens, portanto, precisam prioritariamente cuidar de sua saúde mental e também ajudar as pessoas próximas a fazer o mesmo. Estabelecer uma rotina – horário para acordar, estudar, cuidar das tarefas de casa – dormir bem, se possível realizar alguma atividade física podem proporcionar maior bem estar”, orienta.

    Segundo ela, estabelecer um plano de estudo, aproveitar para ler, aprimorar um idioma ou um conhecimento específico também pode contribuir para a inserção no momento da retomada de vagas de estágio.

    “A pandemia acelerou muitas mudanças as quais vinham acontecendo de forma lenta, mas progressiva. Preparar-se para o futuro, portanto, implica olhar para a carreira. Onde quer chegar? Qual o lugar no mundo pretende construir para si? Ao refletir sobre a carreira, se compreende quais habilidades são necessárias à profissão ou trabalho almejado, permitindo traçar estratégias para desenvolvê-las”, esclarece. 

    Yolanda Brandão revela ainda que muitos jovens têm perguntado se é possível planejar a carreira em um cenário pandêmico, no qual não temos clareza como será o futuro. A resposta é: sim, é possível. 

    “Poucas vezes na história recente fomos tão impelidos à reflexão. Portanto, aproveitar esse momento para estabelecer um projeto de carreira e traçar planos de ação para concretizá-lo pode ser bastante proveitoso”, diz.

    Prepare-se para o mercado de estágio

    Já Tiago Mavichian afirma que existem vagas abertas e processos acontecendo. Segundo ele, a dica é não desanimar, continuar buscando e aproveitar esse momento para se preparar melhor!

    “Nunca houve, como hoje, tantas plataformas abrindo conteúdos de educação de qualidade e gratuitamente ao mesmo tempo! Podemos focar na nossa formação! Lembre-se: o que você está fazendo agora na crise vai determinar seu pós-crise! Essa sem dúvida será uma pergunta que você terá que responder em uma futura entrevista de emprego”, revela o diretor da Cia de Estágios.

    Tanto Tiago Mavichian quanto Yolanda Brandão, acreditam que, neste período de crise, o ideal é realizar cadastros em sites de empresas e consultorias, buscar vagas por redes sociais (principalmente o LinkedIn) e fazer cursos online, por exemplo.

    “Conhecer as plataformas com oferta de vagas, realizar os testes on-line com atenção e preencher adequadamente os perfis são ações capazes de aumentar as chances de recolocação”, conclui Yolanda.

  • Startups têm 175 vagas de emprego abertas com seleção remota

    Em todo país, startups estão com 175 vagas de emprego abertas para diferentes cargos. Em função do Coronavírus e das orientações de distanciamento social, o processo seletivo será realizado de forma remota.

    Uma das consequências da pandemia foi a recessão econômica, que ocasionou fechamento de empresas e demissões. Porém, há setores que estão na contramão do mercado e continuam com a contratação de novos profissionais.

    As empresas têm encontrado maneiras viáveis de garantir uma admissão segura de funcionários. Na maioria dos casos, todo o processo de recrutamento e integração está adaptado ao ambiente digital e tem sido realizado de forma remota.

    A seguir, confira as seis startups que estão com mais de 170 vagas abertas durante o período de crise:

    Sinqia

    Empresa líder em tecnologia para o mercado financeiro, a Sinqia oferece 60 vagas para diversas áreas de atuação. As oportunidades são para contratação imediata nas cidades de São Paulo SP, Belo Horizonte MG e Curitiba PR.

    A oferta disponível é para as áreas de Business Consulting, Contratos, IT Quality & Assurance e IT Software. A companhia foi certificada pelo Great Place to Work, no ano passado, como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

     

    Processo seletivo online
    Todo processo seletivo será feito de forma remota e online
    (Foto: Divulgação)

     

    Além disso, foi eleita como uma das 100 maiores fintechs do mundo em 2017, 2018 e 2019, pelo IDC. As inscrições podem ser feitas pelo site

    English Live

    A EF English Live, maior escola online do mundo, também está com vagas de emprego abertas. São mais de 30 chances para contratação na equipe de Vendas e Pós-Vendas. Todo o processo seletivo (com testes e dinâmicas) será feito de forma remota.

    Por estar incluída no online, a empresa já desfrutava dos recursos digitais durante suas seleções. Porém, o uso da tecnologia foi intensificado com a pandemia do Coronavírus.

    A empresa alega que treinamento e integração também serão realizados de forma digital. Para se candidatar, é preciso acessar o portal.

    Mycon

    O Mycon é a primeira fintech de consórcios que funciona sem vendedores humanos e que tem a menor taxa do mercado. Ela tem 60 vagas de emprego abertas em diversos setores, em áreas como Customer Success, SDR / Inside Sales, Especialista em A.I., Full Stack Developer, Full Mobile Developer, Especialista em ChatBot, Assistente ADM e RH Pleno.

    As entrevistas e contratações, nesse momento de pandemia, ocorrem de forma online. As inscrições devem ser feitas pelo link.

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    Uffa.com.vc

    Já o Uffa.com.vc, um marketplace híbrido de negociação de dívidas, está em busca de profissionais para contratação imediata. A oferta é para os cargos de Analista de Business Intelligence e Analista de Marketing.

    Atualmente, a empresa tem 20 vagas abertas para que autônomos trabalhem em modelo home office no atendimento aos clientes. Os interessados devem enviar o currículo para rh@uffa.com.vc e incluir “TBOGH” no assunto do e-mail.

    M2M

    A Mark2Market (M2M), dona do M2M Monitor – o único software de gestão financeira e riscos SaaS do mercado -, está com oportunidades de emprego para área de Analista de Controles Internos e para Analista de Marketing.

    A fintech também tem um banco de talentos para os interessados deixarem seu currículo. As inscrições estão disponíveis no site.

    Vitta

    A Vitta, uma das maiores empresas de tecnologia em saúde do Brasil, é outra que está com vagas abertas. Ao todo, são cinco chances para as áreas de Desenvolvimento, Enfermagem, Estágio em Sales development.

    Além de estágio em faturamento e Estágio em relacionamento com o cliente. As oportunidades são para trabalhar de forma remota em regime de contratação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Os interessados devem se candidatar pelo link.

  • Auxílio emergencial: governo vai propor duas parcelas de R$300

    Na última terça-feira, dia 2, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que já está acertado o pagamento de mais duas parcelas do auxílio emergencial. No entanto, diferentemente, das primeiras três parcelas, essas terão um valor menor que R$600, que ainda deverá ser definido.

    Segundo publicação no G1, o governo já decidiu que o benefício será estendido aos trabalhadores em duas parcelas no de R$300. Inicialmente, a equipe econômica do governo trabalhava com o valor de R$200 para cada parcela. Contudo, o presidente achou a quantia muito baixa. A proposta ainda será encaminhada ao Congresso para aprovação.

    As informações são do jornal Brasil Econômico. De acordo com o portal, Bolsonaro falou sobre o assunto ao chegar no Palácio do Alvorada na terça-feira .

    “Muita coisa foi feita. Esse próprio auxílio emergencial de R$ 600, que tá quase certo a quarta e quinta parcela, de valores menores um pouco, que tá sendo ajustado pelo Ministério da Economia, ajudou a evitar problemas sociais”, disse o presidente.

    O presidente ainda mencionou que o Ministro da Economia, Paulo Guedes, quer retomar o Programa Verde e Amarelo. A proposta prevê incentivos à contratação de jovens, na faixa etária de 18 a 29 anos, além de pessoas com mais de 55 anos, sem vínculo empregatício formal.  A ideia, segundo ele, é garantir às pessoas que não receberam o auxílio, algo mais “concreto”. 

    “Ele quer voltar agora com a carteira (de trabalho) verde e amarela. É uma maneira de reaquecer o emprego no Brasil. É uma preocupação enorme. A gente não pode acabar com o auxílio emergencial e não ter algo já de concreto na praça, para atender milhões de pessoas, em especiais da informalidade, que ficaram desempregadas”, destacou Bolsonaro.

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    Auxílio-emergencial
    Novas parcelas terão novo valor, menor que R$600 (Foto: Divulgação)

     

    Senado avaliará prioridade de pagamento do auxílio emergencial para mães chefes de família

    Também nessa terça-feira, dia 2, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que garante prioridade de recebimento do auxílio emergencial pela mulher provedora de família uniparental (chefe de família), quando o pai também informa ser o responsável pelos dependentes. Agora, a proposta será analisada pelo Senado Federal.

    O projeto é da deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e outros parlamentares. A ideia surgiu após a deputada tomar conhecimento de casos em que mulheres não tiveram acesso às duas cotas de R$ 600, porque os ex-cônjuges fizeram o cadastro primeiro, incluindo os filhos como dependentes, como se tivessem a guarda deles.

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    Se a proposta for aprovada, ficará determinado que em casos de conflitos entre as informações prestadas pela mãe e pelo pai, a preferência de recebimento das duas cotas de R$ 600 será da mãe. Isso mesmo que sua autodeclaração na plataforma digital tenha ocorrido depois daquela feita pelo pai.

    Caso o homem que tenha a guarda unilateral ou seja responsável, de fato, pela criação dos filhos, este poderá contrariar as informações da ex-mulher na mesma plataforma e receber uma das cotas de R$ 600, até que a situação seja esclarecida pelo órgão competente.

    O texto aprovado na Câmara ainda prevê o pagamento retroativo a que fariam jus a mãe ou o pai que tiveram seu benefício subtraído ou recebido indevidamente por outro genitor ou genitora. Além disso, o texto determina que os pagamentos indevidos do benefício, ou aqueles feitos em duplicidade, por causa de informações falsas prestadas deverão ser ressarcidos ao poder público por quem os recebeu indevidamente.