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  • Saque FGTS: golpe promete benefício em troca de compartilhamento

    O dfndr lab – laboratório especializado em segurança digital da PSafe – identificou um novo golpe, que está circulando na internet. Desta vez, a armadilha envolve o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

    Em uma página falsa, os golpistas solicitam dados pessoais das vítimas e, em seguida, para que o dinheiro seja liberado, pedem que seja feito o compartilhamento do link com os contatos de WhatsApp da vítima. 

    + Falsos apps enganam brasileiros em busca do auxílio emergencial

    “Quando a vítima informa seus dados no link malicioso, fica vulnerável ao vazamento dessas informações pessoais, que podem ser usadas pelo cibercriminoso para realizar a assinatura de serviços online e até para abrir contas em bancos com os dados roubados”, explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.

     

    Golpe FGTS
    Mensagem enviada pelos criminosos
    (Foto: Reprodução)

     

    Além do roubo de dados, essa tática de pedir o compartilhamento do site acaba fazendo com que o golpe se dissemine de forma mais rápida. Quando alguém recebe o link de um amigo ou familiar, por ser um contato de confiança, a chance de clicar e, consequentemente, repassar, é maior.

    “Outro problema é quando a vítima compartilha o link malicioso com seus contatos, ela torna-se um vetor de disseminação do golpe, o que garante aos cibercriminosos um crescimento acelerado dos ataques”, conta o diretor.

    Diferente de outros golpes, este redireciona a vítima para uma página que solicita permissão para envio de notificações. “Quando a vítima concede permissão para o envio das notificações, os criminosos podem utilizar dessa permissão para enviar propagandas, com as quais lucram, e até mesmo enviar novos golpes”, alerta Simoni. 

     

    Solicitação do envio de notificações
    (Foto: Reprodução)

     

    O dfndr lab deu algumas dicas para ficar protegido contra golpes de links maliciosos. Confira:

    1. Os aplicativos de conversa são os principais meios utilizados para disseminar golpes digitais. Utilize soluções de segurança no celular que disponibilizem proteção contra sites maliciosos;
    2. Evite fornecer seus dados pessoais sem antes saber se o site é oficial e confiável; e
    3. Tenha cuidado ao clicar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais. Antes de compartilhar informações, procure em veículos confiáveis e fontes oficiais, jornais e sites para confirmar se aquilo é realmente verdadeiro.

     

    FGTS
    Cibercriminosos prometem saque do FGTS em troca de compartilhamentos
    (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

     

    Em demissão por ‘força maior’, trabalhador poderá sacar FGTS

    A Caixa Econômica Federal alterou os procedimentos de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Agora, caso o empregado seja desligado da empresa por motivo de “força maior”, será possível retirar o benefício.

    Até o final do mês de abril, os trabalhadores demitidos com esta justificativa tinham que aguardar decisão da Justiça do Trabalho para retirar o FGTS. Enquanto isso, o dinheiro ficava retido. 

    Com a mudança, o saque do benefício pode ser realizado apenas com a apresentação do documento de identidade, CPF e Carteira de Trabalho. As regras foram estabelecidas pelo Circular 903/2020, publicado no Diário Oficial da União. 

    A demissão por “força maior” é um mecanismo previsto em lei. Com a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), esse tipo de desligamento vem sendo cada vez mais utilizado pelas empresas.

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    De acordo com a CLT, quando uma empresa precisa fechar por um motivo de força maior, é possível dispensar o quadro de funcionários alegando essa justificativa e, se ratificado pela Justiça do Trabalho, a multa sobre o saldo do FGTS cai de 40% para 20%.

    O saldo do benefício poderá ser consultado e movimentado, segundo a Caixa, pelo app FGTS. O aplicativo é gratuito e, através dele, o trabalhador poderá informar uma conta de qualquer banco para receber o dinheiro.

    Além disso, os trabalhadores relataram dificuldades para dar entrada no seguro-desemprego. Para tratar as pendências, será possível enviar e-mail para as Superintendências do Trabalho de cada Estado. 

    Saiba mais: Trabalhadores relatam dificuldades para solicitar benefício

  • Grupo Big Brasil abre 387 vagas de emprego para diversas funções

    O Grupo Big Brasil, empresa de comércio varejista, está com 387 vagas de empregos abertas para diferentes Estados. Há chances para o Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Minas Gerais, Fortaleza, Goiânia, Bahia, entre outros. 

    Dentre as oportunidades ofertadas, destacam-se os cargos de operador de loja, encarregado mercearia, técnico de manutenção, auxiliar de perecíveis, operador de televendas, auxiliar de estoque, assistente administrativo logístico, inspetor de qualidade. 

    A relação de todas as vagas de emprego disponíveis no Grupo Big Brasil, bem como os requisitos para cada cargo podem ser consultadas no site Connekt. 

    + Captalys oferece oportunidades em Tecnologia, Finanças e Comercial

    Os salários não foram divulgados, no além da remuneração, os profissionais poderão receber benefícios como vale trasporte, seguro de vida, assistência médica e odontológica e refeitório no local. 

    Os interessados podem se candidatar no site Connekt, após cadastro de currículo com informações pessoais, de escolaridade e experiência profissional. 

    + 90% dos supermercados paulistas devem manter ou contratar em maio

    Grupo Big Brasil
    Grupo Big oferta oportunidades em vários Estados
    (Foto: Divulgação)

     

    Coronavírus: Fesc abre 40 vagas para confecção de máscaras de tecido

    A Fundação Educacional São Carlos (Fesc), em São Paulo, recebe inscrições em 40 vagas para confecção de máscaras de tecido. O objetivo é fomentar a economia doméstica e, ao mesmo tempo, garantir a proteção da população diante do Coronavírus.

    A jornada de trabalho dos contratados será de quatro horas por dia, totalizando 20 horas semanais. O salário será de R$522,50. As máscaras produzidas serão encaminhadas à Prefeitura Municipal de São Carlos, que ficará responsável por distribuí-las.

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    Para se candidatar, é preciso ter experiência em costura, morar em São Carlos e comprovar renda familiar de até dois salários mínimos. Ou ainda estar desempregado.

    O contrato de trabalho terá vigência de até 90 dias, com possibilidade de prorrogação de acordo com a necessidade. Os laboratórios e maquinários da Universidade Aberta do Trabalhador da Fundação Educacional São Carlos serão utilizados como oficina de costura. Todos os materiais necessários ao trabalho serão fornecidos pela Fesc.

    As inscrições poderão ser feitas até domingo, 17 de maio, pelo site da Fesc. Os interessados devem anexar cópia dos seguintes documentos: RG, CPF e comprovante de endereço, comprovação de experiência (declaração, comprovantes e/ou cópia da carteira profissional).

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    O concorrente, de acordo com o edital publicado, poderá tirar fotografias da documentação e enviá-las pelo site da Fundação. Não é cobrada taxa para inscrição. A seleção terá feita por duas etapas:

    ► 1ª etapa: Análise de documentos pessoais – comprovação de residência no município de São Carlos, a 231 km de São Paulo capital.

    ► 2ª etapa: Comprovação de experiência – o candidato deverá comprovar sua experiência em serviços de confecção e terá pontuação atribuída conforme o tempo de serviço:

    • até um ano de experiência – 20 pontos;
    • de dois até quatro de experiência – 40 pontos;
    • de cinco até sete anos de experiência – 70 pontos;
    • de oito até 10 anos de experiência – 80 pontos;
    • mais de 10 anos de experiência – 100 pontos.

     

    Os critérios de desempate serão: número de filhos, renda per capita familiar, idade e estado civil. O processo seletivo terá validade de um ano.

    notícias de emprego

     

  • Empregabilidade trans ainda é um desafio para o mercado de trabalho

    No dia 17 de maio é comemorado o Dia Internacional da Luta contra a Homofobia, Transfobia e Biofobia. A data faz referência à decisão da Organização Mundial de Saúde (OMS) em descaracterizar a homossexualidade como um distúrbio mental. Em 2020, essa conquista completa 30 anos.

    No entanto, ao olhar para o mercado de trabalho e para o setor educacional, ainda há muito a ser feito para que a comunidade LGBTI+ conquiste um lugar de igualdade em relação aos demais. Apesar dos avanços nos últimos anos, ainda são perceptíveis inúmeras barreiras para ascensão profissional dessas pessoas, especialmente para os transexuais.

    De acordo com Ricardo Sales, CEO da Mais Diversidade — empresa que atua na consultoria, na elaboração, acompanhamento e avaliação de políticas de diversidade no ambiente de trabalho —, nos últimos cinco anos, as discussões acerca do tema diversidade cresceram muito no Brasil. 

    “Essa era uma discussão, que num primeiro momento, era muito restrita às multinacionais, mas temos percebido mais recentemente a entrada das empresas brasileiras nessa discussão, o que é algo muito interessante”, destacou.

    Apesar de reconhecer que esses avanços são consideráveis, Sales ressaltou que eles não vieram na extensão necessária, nem na mesma velocidade para todos. Isso porque a causa não deve ser enxergada como um bloco “os LGBTQI+”, pois a sigla engloba grupos com características e necessidades diferentes.

    • L: Lésbicas – mulheres que se identificam com seu gênero e tem preferência sexual por mulheres;
    • G: Gays – homens que se identificam com seu gênero e tem preferência sexual por homens;
    • B: Bissexuais – pessoas que têm preferência por dois ou mais gêneros;
    • T: Trans (engloba travestis, transexuais e transgêneros) – pessoas que não se identificam com os gêneros que lhes foram atribuídos na hora do nascimento, baseados em seus órgãos sexuais;
    • Q: Queer – pessoas que transitam entre os gêneros sem se identificar com rótulos;
    • I: Intersexuais – pessoas não definidas distintamente como homens ou mulheres (hermafroditas); e
    • +: outras letras, como A de assexual.

     

    Avanços a respeito do tema diversidade não foram iguais para todos os grupos

    O especialista explicou que a evolução é mais perceptível quando olhamos para lésbicas e gays. As principais demandas para esse grupo eram poder falar abertamente sobre sua orientação sexual no trabalho e saber que isso não seria um fator impeditivo para contratação. 

    De fato, houve uma melhora. Pesquisas apontam que metade das pessoas já conseguem falar abertamente sobre sua sexualidade no ambiente laboral. No entanto, ainda há o que avançar, considerando que a outra metade de lésbicas e gays ainda tem receios em abordar o assunto.

    “Quando olhamos para pessoas trans, por exemplo, os desafios são maiores porque não estamos falando mais de orientação sexual. Estamos falando sobre identidade de gênero e aí os desafios se intensificam”, explicou o CEO.

    Segundo Ricardo, a população trans ainda enfrenta questões muito significativas em relação ao ingresso e à ascensão ao mercado de trabalho. Isso porque uma vez que a pessoa consegue um emprego, ela ainda tem dificuldade de crescer na profissão. 

    + Está em busca do sucesso profissional? Saiba como chegar lá!

    “O fator principal por trás disso é o preconceito. Se olhar para a nossa realidade no Brasil, hoje, apesar do cenário de exclusão e de preconceito, você tem algumas pessoas trans que conseguiram superar essas barreiras e chegar à universidade, por exemplo. E aí elas descobrem que mesmo com diploma, isso não é garantia de que vão conseguir emprego, porque o preconceito passa à frente.”

     

    Ricardo Sales
    “Houve avanços? Sem dúvidas! Significativos. Mas esses avanços
    são insuficientes, ainda falta avançar e eles não aconteceram
    na mesma velocidade para todos”, Ricardo Sales
    (Foto: Arquivo pessoal)

     

    Faltam investimentos em políticas públicas para pessoas LGBTI+

    A falta de políticas públicas que incentivem a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho também é um problema. Para Sales, toda a evolução que o mercado apresentou em relação a essa pauta nos últimos anos é mérito quase que exclusivo da iniciativa privada: 

    “Quando olhamos para as políticas públicas, o que tivemos de avanço nos últimos anos? Nada! Sobretudo no último um ano e meio foi uma série de ataques aos direitos dessa população e zero iniciativas voltadas para empregabilidade.”

    Entre a comunidade, é comum o relato de pessoas que acabaram não conseguindo concluir os estudos por diversos fatores. O abandono familiar, o preconceito de colegas e professores e até mesmo da instituição onde estudam. Ainda faltam nas escolas e universidades orientações básicas, como:

    • Uso do nome pelo qual a pessoa se identifica ou nome social;
    • Garantia à pessoa trans em poder utilizar o banheiro do gênero com o qual ela se identifica;
    • Professores preparados para lidar com esses alunos;
    • Preparo dos demais estudantes para lidar com o colega trans;
    • Dentre outros fatores.

     

    “Carecemos de iniciativas maiores que, ao meu ver, deveriam vir de Brasília. Claro que temos iniciativas pontuais, mas os municípios e estados têm autonomia mais restrita. Isso deveria partir do Ministério da Educação, Ministério dos Direitos Humanos, Secretaria do Trabalho, nessa perspectiva de políticas públicas que se articulem com a inciativa privada”, argumenta.

    + Desigualdades impactam na saúde da mulher no ambiente de trabalho

    A consequência de todo esse despreparo é que, ao chegar ao mercado de trabalho, muitas pessoas trans carregam consigo diversas vulnerabilidades, que foram se construindo ao longo da vida. 

    Por que investir em uma empresa mais inclusiva?

    Na visão de Ricardo Sales, uma equipe de trabalho diversa garante benefícios às instituições. Entre eles:

    1. Inovação: se o ambiente é inclusivo, as pessoas se sentem mais à vontade para serem elas mesmas, mais acolhidas e respeitadas. Além disso, a organização tem uma capacidade maior de entender a sociedade, porque a sociedade está ali representada;
    2. Engajamento: as pessoas têm um empenho maior em relação ao trabalho e se sentem mais produtivas e engajadas; e
    3. Diminuição da rotatividade: quem se sente bem na empresa quer ficar e constrói um clima melhor na organização.

    “Diversidade deve ser visto como um compromisso ético das empresas. Nós vivemos em uma sociedade profundamente desigual e essa desigualdade nesse cenário de caos que estamos vivendo vai se aprofundar. As empresas não são planetas isolados da sociedade, então elas têm que atuar para que dentro da organização tenha um espaço que seja respeitoso e inclusivo”, afirma.

    A Mais Diversidade promove, neste ano, a sexta edição da Feira Diversa, evento que conecta estudantes e jovens profissionais lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexuais a empresas que desejam times mais diversos. 

    Será um evento online, entre os dias 1º e 6 de junho e outro presencial, marcado para o dia 3 de outubro. As inscrições devem ser feitas no site da Feira. Por enquanto, estão abertas as inscrições somente do evento online, as do presencial serão iniciadas em breve.

    Conheça a realidade e os desafios de pessoas trans para sair do lugar comum

    Brisa
    “As pessoas não estão acostumadas a lidar com os 
    corpos trans”, Brisa Alkimin.
    (Foto: Arquivo pessoal)

     

    Outro grande desafio para a comunidade trans é conseguir ocupar postos de trabalho que fogem aos lugares comuns, como vagas em telemarketing, salões de beleza ou até mesmo na prostituição. De acordo com dados da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), 90% da população trans tem como fonte de renda a prostituição. Outra boa parte atua no mercado informal, em diversas áreas.

    Ingressar em outras áreas é tarefa difícil e uma luta diária. Brisa Alkimin conhece as dificuldades do mercado de trabalho. Os desafios de conseguir um emprego formal já existiam antes mesmo de passar por seu processo de transição. Nessa época, a questão racial e o fato de morar na periferia eram os principais fatores que dificultavam as contratações.

    + 132 anos pós-abolição: a luta contra o racismo no mercado de trabalho

    Após a transição, Brisa começou a trabalhar em um brechó, exercendo a função de estoquista e, paralelamente, fazia serviços como diarista. Ambos serviços informais, sem carteira assinada. A realidade que encontrou, especialmente, nesse segundo emprego foi o que a motivou procurar outras oportunidades.

    “Fui trabalhar na casa de uma senhora que não esperava encontrar uma mulher trans. Ao longo do trabalho, ela fazia uma série de pressões e chantagens emocionais, inclusive, me comparando com antigas funcionárias, e ali vi que não queria aquilo para mim. Vi o reflexo mais nítido de um período escravocrata que estamos perpetuando”, lembra.

    O caminho foi buscar qualificação profissional. Então, no ano passado, Brisa iniciou um curso de Canto Lírico no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, Minas Gerais. O começo foi difícil. Tentava conciliar os trabalhos com as aulas do curso à tarde. Chegou a fazer uma pausa nos estudos e retomou esse ano, mas, no momento, as atividades encontram-se paralisadas por conta da pandemia do novo Coronavírus.

    Ingressar em um curso ligado à área artística não foi tarefa fácil. Brisa foi a primeira trans a ingressar na instituição: “é um ambiente com muito preconceito velado. Não é um curso com acesso fácil. É um lugar muito elitizado e as pessoas não estão preparadas para lidar com essa disparidade social.”

    Para o futuro são muitas incertezas. Especialmente pelo fato de que a classe artística é uma das que sofrem grandes impactos com a pandemia. No caso dos artistas trans, os desafios são ainda maiores.

    “As pessoas lembram do meu trabalho como artista e escritora em janeiro, quando se comemora o Dia da Visibilidade Trans, e, em novembro, no Dia da Consciência Negra. E  aí, eu pergunto: onde está minha arte o ano inteiro?”, questiona.

    Apesar dos desafios que enfrenta, ela reconhece que diferentemente de tantas outras mulheres e homens trans no país, teve a oportunidade de concluir o ensino médio e, agora, tem a chance de estudar canto.

    Por isso, ela aproveitou para deixar uma mensagem a todxs que enfrentam diversos desafios para garantir acesso a espaços que merecem ocupar por direito:

    “Acredito muito nas capacidades do corpo trans em se regenerar diante de tanta dor. Tenham força para continuar , mesmo querendo desistir.”

    Airys
    “As portas começam a se fechar a partir do momento em que
    você se coloca como uma pessoa trans”, Airys Luna de Paula.
    ​​​​​​(Foto: Arquivo p​​​​​essoal)

     

    “Muitas de nós não terminam nem o ensino médio”

    Airys Luna de Paula compartilha da mesma luta. A estudante do 3º período de Biblioteconomia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) também contou um pouco de sua experiência. 

    Seu primeiro emprego foi como jovem aprendiz em uma empresa de logística. Foi nessa época em que Airys iniciou sua transição. Ela fez um acordo com a empresa para encerrar as atividades pouco antes do fim do contrato e logo depois disso já começou a perceber os desafios que encararia pela frente. “Depois que eu saí de lá eu nunca mais tive um emprego de carteira assinada”, recorda.

    Foram dois anos trabalhando com freelas até ingressar na universidade. A estudante iniciou seu primeiro estágio na própria universidade, no segundo período da graduação. Essa foi sua primeira experiência de emprego já como uma pessoa trans e, segundo ela, todo o processo de seleção e no próprio estágio, a experiência foi humanizada e respeitosa.

    Atualmente, Airys estagia na prefeitura de Belo Horizonte e conta que, para eles, o fato de ser uma mulher trans nunca foi uma questão. “Eles sempre lidaram de forma muito natural”, destaca.

    Já na universidade, enquanto aluna, acaba acontecendo um estranhamento. “Somos minoria lá dentro, minoria da minoria, porque acaba que por questões da população trans, em geral, muitas de nós não terminam nem o ensino médio. Então é muito raro encontrar outras pessoas trans dentro das universidades.”

    O futuro, assim como Brisa, é encarado com incerteza. Na visão da universitária, não há como garantir avanços na sociedade e na política quando o assunto são as pautas LGBTQI+ e a insegurança a possíveis regressos.

    Uma possibilidade em relação à carreira é seguir na vida acadêmica. “Depois que eu entrei em uma universidade federal as coisas mudaram porque eu acho que tem mais portas no meio acadêmico e você tem outras opções. Até de continuar dentro da universidade, que é um espaço que a todo momento busca informação. Então há bem mais consciência sobre essas questões”, percebe.

    Sobre a evasão escolar e a prostituição, Airys chamou a atenção para o fato de que muitxs acabam nesse caminho por falta de opção e oportunidades. 

    “Essa evasão ocorre muito por conta da transfobia institucionalizada nos espaços. Você não ter direito a seu nome, evitar uso de banheiro, questões que você passa com alunos e professores na escola, isso tudo faz com que você meio que seja expulsa desses lugares”, comenta.

    Para finalizar, Airys deixa um conselho para quem está no seu processo de transição: “procure se fortalecer em comunidades com outras pessoas trans e iniciativas que apoiem essas causas. E se organizar também, porque se nos organizarmos politicamente e como comunidade, conseguimos muita coisa. E não desistir. No começo é muito difícil, mas, com o tempo, as coisas melhoram.”

    Por: Letícia Santos – leticia.santos@folhadirigida.com.br

  • Auxílio emergencial: confira o calendário de pagamentos da segunda parcela!

    Nesta semana, a Caixa Econômica Federal começa creditar a segunda parcela do auxílio emergencial de R$600. Segundo o governo, 58 milhões de pessoas estão aptas a receber o dinheiro.

    Quem é beneficiário do Bolsa Família vai começar a receber a partir desta segunda-feira, 18, pois o benefício possui um próprio calendário que segue o Número de Identificação Social – NIS. Recebem no primeiro dia aqueles com o final do NIS 1, seguindo até o dia 29 de maio da seguinte maneira:

    • NIS de final 1 – 18/05
    • NIS de final 2 – 19/05
    • NIS de final 3 – 20/05
    • NIS de final 4 – 21/05
    • NIS de final 5 – 22/05
    • NIS de final 6 – 25/05
    • NIS de final 7 – 26/05
    • NIS de final 8 – 27/05
    • NIS de final 9 – 28/05
    • NIS de final 0 – 29/05

    Saiba como a Leitura Dinâmica pode te ajudar no mercado 

    Para os inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) que não recebem o Bolsa Família, bem como os que se inscreveram pelo site ou pelo aplicativo da Caixa, o cronograma de pagamentos começa na quarta-feira, 20, e segue a liberação pela data de nascimento. Confira:

    • janeiro e fevereiro – 20/05
    • março e abril – 21/05
    • maio junho – 22/05
    • julho e agosto –  23/05
    • setembro e outubro – 25/05
    • novembro e dezembro – 26/05

    O auxílio emergencial será creditado na conta digital da Caixa, no entanto só estará disponível para pagamentos de boletos e operações com o cartão de débito virtual criado pelo banco. Há um terceiro calendário para liberação da transferência e saque em dinheiro., a partir do dia 30, que também segue o mês de nascimento:

    • janeiro – 30/05
    • fevereiro – 01/06
    • março: 02/06
    • abril – 03/06
    • maio: 4 de junho
    • junho: 5 de junho
    • julho: 6 de junho
    • agosto: 8 de junho
    • setembro: 9 de junho
    • outubro: 10 de junho
    • novembro: 12 de junho
    • dezembro: 13 de junho

     

    Primeira parcela

    No último sábado, 16, a Caixa creditou R$246 milhões para 405.163 pessoas ainda da primeira parcela. Entre os dias 19 e 29 de maio, mais de 8,3 milhões de beneficiários vão receber o primeiro pagamento do auxílio emergencial.

    Nesse novo lote de pagamento, quem desejar realizar o saque nas agências também deverá seguir um cronograma pelo mês de nascimento. Na terça-feira, 19, o pagamento atenderá os nascidos em janeiro. Confira o calendário:

    • janeiro – 19/05
    • fevereiro – 20/05
    • março – 21/05
    • abril – 22/05
    • maio, junho e julho – 23/05
    • agosto – 25/05
    • setembro – 26/05
    • outubro – 27/05
    • novembro – 28/05
    • dezembro – 29/05

     

    Caso o beneficiário não consiga ir ao banco no dia correspondente, poderá ir em algum dia posterior.  “Quem receber a primeira parcela nesse novo calendário não receberá a segunda parcela também. Senão, seria o caos”, disse Pedro Guimarães, presidente da Caixa, em coletiva na última sexta-feira, 15

     

    Calendário de pagamentos auxílio emergencial de R$600
    Pagamentos da 2ª parcela começam nesta semana
    (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

     

    Com vetos, Bolsonaro sanciona lei que amplia auxílio emergencial.

    Na última sexta-feira, 15, o projeto de lei que amplia os beneficiários do auxílio emergencial foi sancionado, com vetos, pelo presidente Jair Bolsonaro. Agora, mulheres menores de 18 anos que são mães poderão receber o auxílio emergencial.

    No entanto, o governo vetou a possibilidade de homens que são chefes de família monoparental receberem cota dupla do benefício (R$1.200). Pelas regras em vigências, apenas mães solos podem receber duas cotas de auxílio.

    Segundo a ministra Damares Alves, a ampliação do benefício aos pais colocaria em risco o pagamento adicional às mães. Ela justificou dizendo que o Congresso não estabeleceu mecanismos que impeçam pais ausentes de receberem o dinheiro, de forma fraudulenta, no lugar das mães que realmente cuidam das crianças.

    Bolsonaro também vetou a ampliação do auxílio emergencial a outros profissionais que não estão inscritos do Cadastro Único (CadÚnico). O texto do projeto especificava profissões que poderiam receber o dinheiro, como agricultores, motoristas de aplicativo e ambulantes. 

    Saiba mais: Senadores querem derrubar veto à expansão

    Segundo o governo, a proposta feria o princípio da isonomia ao privilegiar algumas profissões em razão de outras. Outra justificativa para o veto foi a falta de especificações do Congresso sobre origem da verbo e o impacto nas contas públicas.

    Com a sanção, a lei passa a entrar em vigor imediatamente. Os vetos voltarão ao Congresso para serem analisados e os parlamentares poderão manter ou derrubar a decisão do governo.

  • Curso de inglês oferece aulas gratuitas para iniciantes. Saiba mais!

    O curso online de inglês Hyper English – do mesmo grupo da Cultura Inglesa – está ofertando acesso gratuito ao nível iniciante de sua plataforma. Os alunos que obtiverem aproveitamento mínimo de 60% vão concorrer a bolsas de estudos para concluir os módulos seguintes.

    O curso tem carga horária de 40 horas, que poderão ser cursadas de acordo com a rotina do aluno. Além do conteúdo das aulas, os alunos também contam com um chat online para tirar dúvidas com os professores.

    Na parte gratuita do curso, os estudantes também poderão acessar o “Hyper Feed”, que é uma seleção atualizada de músicas, filmes e séries para treinar o idioma, e o “Hyper Missions”, que são desafios simples para inserir o inglês no dia a dia.

    “É uma chance para quem sempre quis começar um curso online de verdade com o tempo que tem disponível. Sentimos que, nesse momento, seria importante dar a oportunidade a mais gente e, por isso, adaptamos a nossa plataforma.  Esse é o momento de pensar no próximo e dar a oportunidade para mais pessoas falarem inglês”, afirma Ana Silva, Gerente do Hyper English.

    Os interessados podem se inscrever pelo site do Hyper English, sem a necessidade de inserir dados de pagamento para liberar o acesso. Todos os inscritos até 10 de junho que cursarem os módulos Starter 1 e Starter 2, com o aproveitamento mínimo de 60%, estarão automaticamente concorrendo a dez bolsas de estudo.

    A lista de vencedores será divulgada no dia 25 de junho pelo Instagram @hyperenglishoficial. Por conta da pandemia, o Hyper English lançou alternativas para que os estudos não sejam postergados. É possível conferir dicas e estudar gratuitamente de casa através de um grupo no Telegram e pelas redes sociais.

    + Covid-19: qual perfil profissional o mercado vai exigir com a crise

    Curso de inglês online grátis
    Hyper English disponibilizou o módulo iniciante gratuitamente
    (Foto: Divulgação)

     

    Fundação Estudar oferta cursos online gratuitos

    Muitas pessoas têm aproveitado o maior tempo em casa para realizar cursos online, seja com objetivo de capacitação profissional – para incrementar o currículo – ou para adquirir novos aprendizados e conhecimentos.

    A Fundação Estudar, organização sem fins lucrativos de incentivo à educação, está com um programa exclusivo com cursos gratuitos. A iniciativa tem como objetivo o desenvolvimento pessoal e profissional de jovens durante a quarentena.

    “Nossa missão é investir no potencial que os jovens têm de transformar o mundo. Como a aprendizagem em casa passou a ser uma realidade durante as últimas semanas, vamos oferecer, gratuitamente, a chance deles continuarem se desenvolvendo dentro de seus lares”, explica Anamaíra Spaggiari, diretora-executiva da Fundação Estudar.

    Além dos conteúdos, o programa também garante revisão de currículo. A instituição já contava com uma iniciativa de capacitação de jovens, chamada de “Estudar Na Prática”, que será remodelada para uma versão online.

    + Saiba mais

    notícias de empregos

  • Easynvest abre vagas de emprego em diferentes áreas de atuação

    A Easynvest, plataforma de investimentos independente do país, está com 20 novas vagas abertas. Desse total, dez são para a área de Tecnologia e as demais são divididas para as áreas de Operações e de Marketing

    As novas contratações, que devem acontecer até o final do mês, estão sendo feitas por processo seletivo remoto, obedecendo as medidas de distanciamento social para combater a pandemia do novo Coronavírus no país. 

    Simone Lima, gerente de RH Estratégico da Easynvest, destaca que o ritmo de contratações está mantido e que a empresa está priorizando algumas vagas estratégicas para o negócio. Além disso, a gerente diz que a organização está, neste momento, focando no bem estar dos colaboradores e preservando o trabalho de cada profissional, sem nenhum corte no quadro de funcionários. 

    Há vagas nas funções de Desenvolvedor Back End, Especialista de Investimento, DevOps Sênior, Social Media, Coordenador de Campanhas Digitais, Editor de Conteúdos Sr., Redator Júnior, Analista de CRM Pleno, Administrador de Sistemas Pleno, Product Manager e Analista de Remunerações. 

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    Para quem deseja aproveitar as oportunidades de trabalho abertas na Easynvest, Simone ressalta alguns requisitos: 

    “Buscamos pessoas que são fascinadas por encantar o cliente, trabalham de forma colaborativa, são focadas em gerar resultado com bastante censo de urgência e queiram se juntar ao nosso propósito de despertar o investidor em cada um dos brasileiros.” 

    Para se candidatar, o candidato precisa acessar a página de carreiras, no site da Easynvest. Após a aprovação do candidato, o onboarding será online e os materiais de trabalho, como notebook e kit boas-vindas, serão enviados ao endereço do novo colaborador.

    + Saque FGTS: golpe promete benefícios em troca de compartilhamento

    O processo seletivo é customizado a depender da área ou complexidade do perfil. O salário é compatível com cada cargo no mercado e o pacote de benefícios inclui:

    • Planos de saúde e odontológico;
    • Vale refeição;
    • Vale alimentação;
    • Vale transporte;
    • Dress code (vista-se como se sentir confortável);
    • Day off no mês do aniversário;
    • Gympass;
    • Subsídio para pós-graduação e cursos ou treinamentos, entre outros. 

     

    Para quem quiser indicar um amigo para a vaga, a empresa também lançou a campanha #IndiqueUmColega no LinkedIn, para que profissionais que perderam o emprego recentemente, principalmente devido à pandemia, possam encontrar mais facilmente oportunidades oferecidas pela Easynvest e outras companhias.

     

    Easynvest
    Easynvest abre vagas de emprego para diversas áreas 
    (Foto: Divulgação)

     

    Sobre a Easynvest

    Fundada em 1968, a Easynvest atualmente é a maior corretora independente do Brasil e está à frente no desenvolvimento de tecnologia e inovações em serviços financeiros, com mais de R$ 20 bilhões de ativos sob custódia e mais de 1 milhão de clientes.

    A corretora foi uma das primeiras a oferecer acesso online à bolsa no Brasil, em 1999, e a primeira a oferecer acesso por aplicativo mobile ao mercado de renda fixa, em 2016.

    Na plataforma 100% digital, os investidores individuais podem conhecer e analisar uma vasta gama de investimentos, incluindo títulos públicos, privados e fundos de investimento, além de comprar e vender ações, opções e futuros. A corretora também disponibiliza conteúdos de educação financeira em diversos canais digitais

    Grupo Big Brasil abre 387 vagas de emprego para diversas funções

    O Grupo Big Brasil, empresa de comércio varejista, está com 387 vagas de empregos abertas para diferentes Estados. Há chances para o Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Minas Gerais, Fortaleza, Goiânia, Bahia, entre outros. 

    Dentre as oportunidades ofertadas, destacam-se os cargos de operador de loja, encarregado mercearia, técnico de manutenção, auxiliar de perecíveis, operador de televendas, auxiliar de estoque, assistente administrativo logístico, inspetor de qualidade. 

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    A relação de todas as vagas de emprego disponíveis no Grupo Big Brasil, bem como os requisitos para cada cargo podem ser consultadas no site Connekt. 

    Os salários não foram divulgados, no além da remuneração, os profissionais poderão receber benefícios como vale trasporte, seguro de vida, assistência médica e odontológica e refeitório no local. 

    Os interessados podem se candidatar no site Connekt, após cadastro de currículo com informações pessoais, de escolaridade e experiência profissional. 

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    Notícias de empregos

     

  • Agência do Trabalhador em Cascavel, no Paraná, oferta 63 vagas

    A Agência do Trabalhador, em Cascavel, na região Oeste do Estado do Paraná, está com 63 vagas de emprego abertas para diferentes funções. A maior parte das oportunidades são para contratação urgente. Também há chances para o município de Toledo, localizado a 45km de Cascavel. 

    As vagas de emprego são para as funções de analista de suporte, serralheiro, vendedor, coordenador de turno de fast food, repositor, auxiliar de carga e descarga, técnico de segurança trabalho júnior, marceneiro, encanador industrial, auxiliar de produção, administrativo, controlador de acesso. 

    Há, ainda, chances para atendente, vendedor interno, vendas, marketing/relações públicas, eletricista industrial e mecânico industrial. 

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    Nem todas as vagas disponíveis possuem o tipo de contratação e a remuneração. No entanto, para as ofertas que disponibilizaram as informações, os salários variam de R$1.300 a R$2 mil, para contratação efetiva, no regime CLT. 

    Os interessados podem se inscrever no site da agência de emprego após realização de cadastro com e-mail ou CPF e senha. Os empregos ofertados não possuem prazo para candidatura, portanto, as vagas podem ser encerradas sem aviso prévio. 

    Agência do Trabalhador em Cascavel oferta mais de 60 vagas
    (Foto: Reprodução)

     

    Grupo Big Brasil abre 387 vagas de emprego para diversas funções

    O Grupo Big Brasil, empresa de comércio varejista, está com 387 vagas de empregos abertas para diferentes Estados. Há chances para o Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Minas Gerais, Fortaleza, Goiânia, Bahia, entre outros. 

    Dentre as oportunidades ofertadas, destacam-se os cargos de operador de loja, encarregado mercearia, técnico de manutenção, auxiliar de perecíveis, operador de televendas, auxiliar de estoque, assistente administrativo logístico, inspetor de qualidade. 

    A relação de todas as vagas de emprego disponíveis no Grupo Big Brasil, bem como os requisitos para cada cargo podem ser consultadas no site Connekt. 

    Os salários não foram divulgados, no além da remuneração, os profissionais poderão receber benefícios como vale trasporte, seguro de vida, assistência médica e odontológica e refeitório no local. 

    Os interessados podem se candidatar no site Connekt, após cadastro de currículo com informações pessoais, de escolaridade e experiência profissional. 

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    Entrevista de emprego: como passar a melhor primeira impressão?

    Você certamente já escutou a frase popular: “a primeira impressão é a que fica”. Apesar de não ser exatamente assim que as coisas funcionam, em uma entrevista de emprego o candidato acaba tendo pouco tempo para conquistar a simpatia do entrevistador. 

    Nesse caso, a melhor estratégia é, de fato, apostar em uma boa apresentação. Por isso, a diretora da Outliers Careers, Madalena Feliciano, separou algumas dicas para quem quer causar uma boa primeira impressão em entrevistas de emprego.

    A especialista destacou que é normal se sentir nervoso, mas o segredo é se preparar com antecedência. A ideia é que o candidato se antecipe e já tenha em mente quais possíveis perguntas podem ser feitas. Além de um bom currículo.

    “A primeira coisa a se fazer é estruturar bem seu currículo, com todos os dados e atribuições para torná-lo atraente e em linguagem comercial. Depois, pesquise sobre a empresa que deseja trabalhar, formulando respostas sobre o porquê você deve estar naquele cargo, como sua visão condiz com a do local e pode ajudar este a crescer”, aconselhou.

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    notícias de empregos

     

  • Conheça os direitos dos profissionais que atuam em home office

    O home office se tornou uma tendência entre as empresas mesmo após o término da pandemia do novo Coronavírus. Pensando nisso, a contadora Gisele Machioski listou os direitos garantidos aos trabalhadores nessa modalidade de trabalho.

    Gisele explica que a modalidade “Home Office” foi regulamentada na Reforma Trabalhista de 2017. Outros termos também utilizados são trabalho remoto ou teletrabalho. De acordo com as regras, nesse modelo de trabalho, os profissionais podem realizar suas atividades fora das dependências da empresa.

    Este ano foi publicada pelo Governo Federal a Medida Provisória 927/2020, que flexibiliza e dispensa algumas formalidades durante o estado de calamidade pública atual. É permitido, por exemplo, que o empregado e o empregador celebrem um acordo individual escrito, a fim de garantir a permanência do vínculo empregatício.

    Porém, devem ser respeitados alguns limites estabelecidos na Constituição, como:

    • Notificação ao empregado com antecedência de 48 horas, por escrito ou por meio eletrônico;
    • Dispensa registro prévio da alteração no contrato individual de trabalho;
    • Jornada de trabalho normal (44hs semanais, por exemplo), o funcionário não fica em regime de plantão, prontidão ou sobreaviso;
    • Horário de almoço e intervalos entre as jornadas continuam os mesmos.

    + Como deve ser o acompanhamento do estagiário em home office?

    De acordo com a contadora, a empresa poderá emprestar equipamentos, como computador, e pagar serviços de internet aos funcionários que não possuam equipamentos e infraestrutura adequada para realização das atividades em casa. No entanto, o fornecimento dessa infraestrutura não poderá ser considerado um salário.

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    Trabalhador em Home Office
    Profissionais devem cumprir mesmo horário que faziam presencialmente
    (Foto: Divulgação)

     

    Trabalhadores têm diversos direitos garantidos, mesmo durante o home office

    O vale transporte poderá ser suspenso, uma vez que, o funcionário não precisará se deslocar até o local de trabalho. Mas, os demais benefícios deverão ser mantidos, como auxílio creche, plano de saúde, previdência privada, vale cultura, vale-refeição, vale-alimentação e cesta-básica.

    “Embora o funcionário trabalhe em sua própria residência, a legislação determina que a empresa tem responsabilidade pelas condições de trabalho” explicou Gisele Machioski.

    Como a carga horária e intervalos continuam os mesmos, as empresas podem definir um meio de fazer o controle de horário e tarefas. Isso pode ser feito por meio de um sistema, sem a necessidade do funcionário “bater” cartão ponto.

    + 11 tipos de profissionais home office: qual deles é você?

    As horas extras devem ser computadas da mesma forma que aconteceria no trabalho presencial. No entanto, como não estão submetidos ao regime normal de trabalho, os profissionais não receberão por elas.

    Gisele esclareceu, ainda, que é permitida a adoção do regime de teletrabalho, trabalho remoto ou trabalho a distância para estagiários e aprendizes.

    Caso o trabalhador venha a ser diagnosticado com a Covid-19 este deverá comunicar à empresa seu estado de saúde e sobre a necessidade de interromper suas atividades temporariamente. Assim como no trabalho presencial, o funcionário deverá encaminhar ao gestor ou RH da empresa o atestado médico para abono de faltas.

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  • Especialistas falam sobre o Pronampe, destinado a micro e pequenas empresas

    No fim de abril, foi aprovado por unanimidade no Senado o projeto de lei que concede uma linha de crédito especial para pequenas e microempresas. O PL 1.282/2020 tem autoria do senador Jorginho Mello (PL-SC). A Lei nº 13.999, que institui o Pronampe foi sancionada com vetos pelo presidente Jair Bolsonaro e divulgada nesta terça-feira, 19, no Diário Oficial da União.

    Confira a publicação do Diário Oficial da União 

    O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) destina-se à empresas com receita bruta de até R$4,8 milhões ao ano, segundo definido no Estatuto da Micro e Pequena Empresa, com juros de 3,75%.  

    No caso de empresas com menos de um ano de funcionamento, o limite de empréstimo será de até 50% de seu capital social ou até 30% da média de seu faturamento mensal apurado desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso. Além disso, as empresas que tomarem os recursos ficarão impedidas de demitir trabalhadores por 60 dias.

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    Para Gilberto Braga, economista do IBMEC, o Pronampe será um sucesso, já que nunca houve um crédito tão acessível com tão poucas exigências de garantia:

    “Acho que a maior vantagem para o micro e pequeno empreendedor é que ele sempre teve muita dificuldade em obter crédito farto e barato por conta da burocracia ainda existente no Brasil. Para o país, acho o programa muito bem vindo, já que poderá garantir cerca de 20 milhões de empregos, de acordo com o SEBRAE, que também é favorável ao programa. O ponto negativo é se os recursos, por serem baratos, forem acessados por pessoas que não irão empregá-los de forma adequada nas suas empresas, desvirtuando a sua finalidade.”

     

    dinheiro
    Pronampe destina-se a empresas com receita bruta
    de até R$4,8 milhões ao ano (Foto: Pixabay)

     

    Crédito do Pronampe varia de acordo com o tamanho da empresa

    O crédito do Pronampe varia de acordo com o tamanho da empresa: microempresas que faturaram até R$360 mil, em 2019, terão limite de crédito de até 180 mil. Enquanto as pequenas empresas que faturaram de R$360 mil a R$4,8 milhões em 2019 terão limite de crédito de R$ 180 mil a R$1,4 milhões. 

    Segundo Pedro Leão Bispo, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o valor de empréstimo a ser solicitado pelo micro e pequeno empreendedor deve variar de acordo com suas reais necessidades e com sua realidade. 

    + Saque FGTS: golpe promete benefícios em troca de compartilhamento

    O professor define duas problemáticas para o recurso solicitado: 

    • Empréstimo olhando para trás; e
    • Empréstimo para frente. 

     

    O empréstimo “olhando para trás”, é solicitado para sobrevivência do negócio, ou seja, para pagar contas e clientes. Por isso, o micro e pequeno empreendedor precisa fazer a conta certa porque esse é um dinheiro, um empréstimo que não vai gerar benefício novo pra ele. 

    Já o “empréstimo para frente” é um dinheiro que pode ser usado para comprar mercadorias para vender, por exemplo. Nesse caso, é necessário avaliar a capacidade de vender o que será comprado. 

    “É importante que o micro e pequeno empreendedor, na hora de decidir quanto vai pegar de empréstimo e, se vai pegar o empréstimo, primeiro defina qual é o valor vai pegar para trás, para corrigir, para suprir alguma coisa que já aconteceu, tendo consciência que isso não trará benefício nenhum futuro para ele. Se for um empréstimo para comprar algo que dará um retorno financeiro e gerar benefícios, ele tem que decidir se será arrojado e comprar tudo o que tem de potencial ou se irá devagar. Cada um faz de acordo com a sua característica de ser mais ousado ou mais conservador”, explica.

    Em relação à conta de quanto poderá pagar nas parcelas do empréstimo, Pedro Leão diz que a conta é bem simples, já que o empreendedor precisa pegar tudo aquilo que já está comprometido mensalmente e avaliar os ganhos que terá nos próximos meses. Com isso, faz a conta com base na expectativa de disponibilidade futura. Veja o exemplo dado pelo professor:

    Imagine que ele já tem gastos de R$10 mil. Se ele avalia que terá um ganho de R$12 mil, ele pode comprometer até R$2 mil. Aí, ele pega a diferença disso e decide se pega um empréstimo que comprometa 30% desses R$2 mil ou se compromete metade, sendo R$1 mil. 

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    “Se vai pegar o empréstimo e o valor a ser pego, tem a ver com o fato de onde e para que será usado esse dinheiro.  Se for para consertar o passado, faça as contas e só pegue aquilo que for extremamente necessário. Se for uma visão de futuro, onde ele pode ter algum ganho com esse recurso, ele vai medir se ele quer ganhar muito ou pouco, é uma decisão de estilo. O quanto ele vai pagar desses empréstimos precisa ser estudado de acordo com a disponibilidade dele e da decisão do quanto ele quer comprometer dessa disponibilidade.”

    A pedido da FOLHA DIRIGIDA, o professor Pedro Leão Bispo fez uma simulação de empréstimo com os valores de R$20 mil, R$180 mil e R$2,4 milhões parcelados em 12, 24 e 36 meses. Confira! 

    Simulação de empréstimo - Pronampe

    Segundo estudiosos, PIB pode cair até 6% em 2020

    Independente do valor a ser solicitado e do forte período de recessão que podemos enfrentar, Gilberto Braga acredita que se a pandemia do Coronavírus durar mais tempo do que o necessário para que a média dos contemplados consigam cumprir os prazos, haverá uma nova regra com o alongamento dos prazos. 

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    “Não creio que esse ponto seja crucial diante do caráter emergencial da medida. De forma figurativa, não dá para tirar o paciente do CTI e deixar morrer quando for para a enfermaria por falta de medicamentos nessa ala”, ressalta. 

    Braga também comenta que, numa visão mais pessimista, grupo de estudiosos acreditam que o vírus da Covid-19 tenha expansão até junho e a flexão da curva só dará a partir de meados de julho, ocasionando uma queda de até 6% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020.

    “Esse ano é de recessão com certeza, será pior do que um ano perdido. O tombo PIB será acima de 2% ao ano e poderá ser muito maior quanto mais tempo demore para que os efeitos da pandemia sejam revertidos”, finaliza.

    notícias de empregos

     

  • Profissionais da saúde devem continuar em alta no pós-pandemia

    Uma pesquisa feita pelo site especializado em emprego e recrutamento, Glassdor, mostra que entre as 20 profissões mais procuradas durante o período de pandemia no país estão médicos, enfermeiros, biomédicos, farmacêuticos e psicólogos. Esses profissionais são responsáveis por conter o avanço da Covid-19 e fortalecer o atendimento em diversos hospitais e centros médicos. 

    A boa notícia é que a grande procura por profissionais da saúde deve se manter em alta mesmo após a crise do Coronavírus.

    O coordenador do curso de Psicologia do Centro Universitário Fametro, Diego Cavalcante, acredita que os reflexos da pandemia serão sentidos ainda durante muito tempo na sociedade, exigindo, portanto, profissionais capacitados para atender às necessidades da população em vários segmentos da saúde.

    Diego lembra que a Organização Mundial da Saúde (OMS) já considerava que doenças psicológicas, como a depressão e a ansiedade, teriam grande incidência nesse século. 

    “Com a atual situação de pandemia, a tendência é que essas doenças aconteçam com mais frequência. Já temos observado isso em pessoas que estão em isolamento social, em famílias que perderam parentes devido ao Covid-19”, ressalta Diego ao destacar que o papel do psicólogo no futuro estará muito ligado à prevenção a essas doenças, ajudando o indivíduo a aprender a ter controle sobre suas emoções. 

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    médico
    Profissões da área da Saúde permanecerão em alta pós pandemia
    (Foto: Pixabay)

     

    Biomedicina terá papel fundamental no futuro pós pandemia

    A biomedicina também está entre as profissões que terá um papel importante para o futuro. Além das áreas de disgnóstico e pesquisa, o biomédico terá importância no desenvolvimento de tecnologias que deem suporte à assistência dos pacientes.

    “Para quem se identifica com Ciência e Tecnologia, o curso de Biomedicina é uma área bastante promissora”, diz Diana Mota, coordenadora do curso de biomedicina na Fametro.

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    A coordenadora explica que a área possui um leque de opções para atuação. Durante a pandemia, o biomédico tem atuado fortemente em diagnóstico e pesquisa, seja para conhecer mais sobre as características e mecanismos do vírus, como também no impacto à saúde ou no desenvolvimento de vacina. 

    Na Medicina, uma das profissões mais requisitadas em todo o mundo nesse período de pandemia, o mercado também continuará aquecido. De acordo com a coordenadora do curso de Medicina da Fametro, infectologista Graça Alecrim, uma das áreas de atuação importantes e bastante promissoras, principalmente na Região Norte, é a estratégia da família, em que os profissionais atuam na prevenção e diagnóstico precoce de doenças.

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    A Fametro oferece os seguintes cursos na área da Saúde: 

    • Medicina;
    • Biomedicina;
    • Enfermagem;
    • Farmácia;
    • Fisioterapia;
    • Fonoaudiologia;
    • Nutrição;
    • Odontologia;
    • Psicologia; e
    • Educação Física.

    + Auxílio emergencial: confira o calendário de pagamentos da segunda parcela!

    O processo seletivo para o curso de Medicina está com inscrições abertas até o dia 25 de maio. O ingresso dos novos alunos pode ser feito por uma das quatro modalidades: por transferência de outras instituições de ensino; pontuação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem); portadores de diploma de graduação;  e participação no vestibular agendado. Acesse o site e saiba mais! 

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