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  • 2ª parcela do auxílio emergencial tem previsão de pagamento na segunda, 18

    O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou que o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial começa a ser feito na próxima segunda-feira, 18.

    O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 14, em uma transmissão ao vivo com o presidente Jair Bolsonaro. Segundo Guimarães, a liberação do crédito seguirá de forma escalonada, tendo como base a data de nascimento dos beneficiários.

    O cronograma com todas as datas está previsto para ser divulgado nesta sexta-feira, 15, às 15h. O presidente da Caixa também informou que o banco vai pagar, entre esta sexta e sábado, mais um lote referente à primeira parcela.

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    Não foi divulgado o número de pessoas que receberão nesta semana, mas é esperado que recebam aqueles que tiveram inconsistências no cadastro. Guimarães também não disse se haverá outros pagamentos da primeira parcela durante as próximas semanas.

    Os brasileiros que solicitaram o auxílio de R$600 podem acompanhar e consultar a situação do requerimento através de uma nova ferramenta disponível nos sites do Ministério da Cidadania e da Dataprev

    + Nova ferramenta permite acompanhar pedido do auxílio emergencial

     

    Pedro Guimarães
    Presidente da Caixa vai dar mais detalhes do pagamento nesta sexta
    (Foto: Agência Brasil)

     

    Caixa vai modificar pagamento da segunda parcela

    Na última semana, Pedro Guimarães informou que haverá modificações no pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$600. Segundo o presidente, o pagamento deverá ser mais espaçado entre os dias.

    “No segundo pagamento, poderemos pagar de uma maneira diferente. Estamos debatendo com o Ministério da Cidadania. A maioria terá essa organização com data espaçadas”, disse.

    Guimarães contou que o segundo pagamento terá um planejamento melhor. Neste primeiro mês, o dinheiro foi sendo liberado conforme a Dataprev ia analisando as solicitações.

    “Em 20 dias, 50 milhões de brasileiros receberam, desde a montagem do aplicativo, análise do aplicativo e o pagamento efetivo”, explicou Guimarães.

    + Projetos de deputados prorrogam auxílio emergencial por até um ano

    Ao todo, foram quase 100 milhões de inscritos para receber o benefício. Destes, 26 milhões não têm direito e 12 milhões estão com inconsistências no cadastros, mas, neste caso, poderão fazer uma nova solicitação.

    Ainda há um lote de 6 milhões de inscritos para ser analisado pela Dataprev. De acordo com Guimarães, assim que forem liberados estas análises, a Caixa fará o pagamento dos valores a quem tem direito em até dois dias úteis.

    Por fim, o presidente da Caixa lembrou que o prazo para solicitação do auxílio emergencial vai até o dia 2 de julho. Os trabalhadores que tiverem direito ao benefício receberão os valores retroativos. 

  • Auxílio emergencial: 2ª parcela começa a ser paga nesta segunda, 18

    O governo federal anunciou nesta sexta-feira, 15, em publicação do Diário Oficial da União (DOU), o calendário de pagamentos e saques da segunda parcela do auxílio emergencial de R$600.

     

    Conforme a publicação, as mais de 58 milhões de pessoas já consideradas aptas a receberem o benefício, terão o dinheiro creditado em conta a partir do dia 20 de maio, conforme a data de nascimento do beneficiário.

    Os pagamentos acontecerão de forma escalonada até o dia 26:

    • Dia 20: Nascidos em janeiro e fevereiro;
    • Dia 21: Nascidos em março e abril;
    • Dia 22: Nascidos em maio e junho;
    • Dia 23: Nascidos em julho e agosto;
    • Dia 25: Nascidos em setembro e outubro; e
    • Dia 26: Nascidos em novembro e dezembro.

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    Contudo, os beneficiários do programa Bolsa Família serão os primeiros a receberem, iniciando o depósito a partir desta segunda-feira, dia 18, para aqueles com último dígito do NIS 1, encerrando no dia 29 para NIS com final 0.

    Já o saque em dinheiro do coronavoucher, como também é chamado, será autorizado a partir do dia 30 de maio até o dia 13 de junho, de acordo com a data de nascimento. Sendo o primeiro dia de saque para os nascidos em janeiro, dia 30, e o último, com nascimento em dezembro, dia 13.

    É importante ressaltar que o auxílio depositado nas contas indicadas pelo beneficiário poderá ser movimentado digitalmente sem o custo adicional de tarifas bancárias e que o calendário visa evitar a aglomeração em agências bancárias, conforme orientações de isolamento social contra o novo Coronavírus.

     

    Segunda parcela do auxílio emergencial começa
    a ser paga no próximo dia 20 (Foto: A7 Press)

     

    Caixa vai modificar pagamento da segunda parcela

    Na última semana, o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães informou que haverá modificações no pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$600. Segundo o presidente, o pagamento deverá ser mais espaçado entre os dias.

    “No segundo pagamento, poderemos pagar de uma maneira diferente. Estamos debatendo com o Ministério da Cidadania. A maioria terá essa organização com data espaçadas”, disse.

    Guimarães contou que o segundo pagamento terá um planejamento melhor. Neste primeiro mês, o dinheiro foi sendo liberado conforme a Dataprev ia analisando as solicitações.

    “Em 20 dias, 50 milhões de brasileiros receberam, desde a montagem do aplicativo, análise do aplicativo e o pagamento efetivo”, explicou Guimarães.

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    Ao todo, foram quase 100 milhões de inscritos para receber o benefício. Destes, 26 milhões não têm direito e 12 milhões estão com inconsistências no cadastros, mas, neste caso, poderão fazer uma nova solicitação.

    Ainda há um lote de 6 milhões de inscritos para ser analisado pela Dataprev. De acordo com Guimarães, assim que forem liberados estas análises, a Caixa fará o pagamento dos valores a quem tem direito em até dois dias úteis.

    Por fim, o presidente da Caixa lembrou que o prazo para solicitação do auxílio emergencial vai até o dia 2 de julho. Os trabalhadores que tiverem direito ao benefício receberão os valores retroativos. 

     

  • Fundação Estudar oferece cursos gratuitos durante a quarentena

    Muitas pessoas têm aproveitado o maior tempo em casa para realizar cursos online, seja com objetivo de capacitação profissional – para incrementar o currículo – ou para adquirir novos aprendizados e conhecimentos.

    A Fundação Estudar, organização sem fins lucrativos de incentivo à educação, está com um programa exclusivo com cursos gratuitos. A iniciativa tem como objetivo o desenvolvimento pessoal e profissional de jovens durante a quarentena.

    “Nossa missão é investir no potencial que os jovens têm de transformar o mundo. Como a aprendizagem em casa passou a ser uma realidade durante as últimas semanas, vamos oferecer, gratuitamente, a chance deles continuarem se desenvolvendo dentro de seus lares”, explica Anamaíra Spaggiari, diretora-executiva da Fundação Estudar.

    Além dos conteúdos, o programa também garante revisão de currículo. A instituição já contava com uma iniciativa de capacitação de jovens, chamada de “Estudar Na Prática”, que será remodelada para uma versão online.

    + 9 dicas para fazer um currículo perfeito que se destaca

    A ideia é que as pessoas indiquem amigos para conhecer os conteúdos. “Mais do que contribuir com a quarentena, ao participar dessa campanha de indicação, o jovem impacta positivamente outras pessoas ao seu redor e ainda ganha benefícios exclusivos”, afirma a executiva.

    Ao se inscrever no programa, a pessoa passa a ter acesso a metodologias e conteúdos. A cada indicação de amigo que ela fizer, passa a ter pontos que podem ser trocados por benefícios, como capacitações, orientações e workshops.

    O programa conta com cursos de autoconhecimento, produtividade e processos seletivos, além de workshops de autodesenvolvimento com especialistas da Fundação Estudar e revisão do currículo profissional feita por um mentor.

    Os interessados podem se inscrever até o dia 31 de maio pelo site da Fundação Estudar. Segundo a instituição, o programa é uma oportunidade de alavancar a carreira e, além disso, quanto mais amigos indicar, maior será a opção de conteúdos. 

    + Covid-19: qual perfil profissional o mercado vai exigir com a crise

    Fundação Estudar
    Fundação Estudar oferece cursos online durante quarentena
    (Foto: Divulgação)

     

    MEC oferta 8.330 vagas de educação profissional e tecnológica

    O Ministério da Educação (MEC) divulgou 8.330 vagas de educação profissional a distância por meio do Programa Novos Caminhos. As vagas dos cursos são gratuitas e estão distribuídas pelo Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE) e Universidade Federal de Viçosa (UFV). 

    Ao todo, são oferecidos 66 cursos que podem ser realizados gratuitamente por interessados de qualquer Estado do país. As vagas ofertadas são uma excelente oportunidade para quem deseja aproveitar a quarentena para estudar a fim de melhorar suas qualificações profissionais. 

    De acordo com uma nota técnica publicada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a educação profissional e tecnológica pode representar um aumento de cerca de 20% na renda do trabalhador.

    Já o Senai aponta que até 2023, o Brasil terá de qualificar 10,5 milhões de trabalhadores em diversas ocupações industriais. 

    + Confira os cursos ofertados pelo Programa Novos Caminhos!

    notícias de empregos

  • Bolsonaro sanciona com vetos lei que amplia auxílio emergencial

    O projeto de lei que amplia os beneficiários do auxílio emergencial foi sancionado, com vetos, pelo presidente Jair Bolsonaro. A sanção foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 15.

    Agora, mulheres menores de 18 anos que são mães poderão receber o auxílio emergencial. No entanto, o governo vetou a possibilidade de homens que são chefes de família monoparental receberem cota dupla do benefício (R$1.200).

    Pelas regras em vigências, apenas mães solos podem receber duas cotas de auxílio. Segundo a ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, a ampliação do benefício aos pais colocaria em risco o pagamento adicional às mães.

    Damares justificou dizendo que o Congresso não estabeleceu mecanismos que impeçam pais ausentes de receberem o dinheiro, de forma fraudulenta, no lugar das mães que realmente cuidam das crianças.

    + Projetos de deputados prorrogam auxílio emergencial por até um ano

    Bolsonaro também vetou a ampliação do auxílio emergencial a outros profissionais que não estão inscritos do Cadastro Único (CadÚnico). O texto do projeto especificava profissões que poderiam receber o dinheiro, como agricultores, motoristas de aplicativo e ambulantes. 

    Segundo o governo, a proposta feria o princípio da isonomia ao privilegiar algumas profissões em razão de outras. Outra justificativa para o veto foi a falta de especificações do Congresso sobre origem da verbo e o impacto nas contas públicas.

    Com a sanção, a lei passa a entrar em vigor imediatamente. Os vetos voltarão ao Congresso para serem analisados e os parlamentares poderão manter ou derrubar a decisão do governo.

    Além do presidente Bolsonaro e a ministra Damares, assinam a sanção os ministros Paulo Gueres (Economia), Onyx Lorezononi (Cidadania).

     

    Jair Bolsonaro
    Bolsonaro sanciona com vetos projeto que amplia beneficiários do auxílio
    (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

     

    Segunda parcela do auxílio começa a ser paga na próxima quarta, 20

    Apesar do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, ter informado que o pagamento da segunda parcela começaria na próxima segunda-feira, 18, uma publicação no Diário Oficial da União anunciou que os beneficiários vão receber o crédito a partir da quarta, 20.

    O cronograma de pagamentos e saques finalmente foi divulgado. Segundo a publicação, mais de 58 milhões de pessoas já são consideradas aptas para receber a segunda parcela do benefício.

    Conforme adiantado pela Caixa, a liberação do crédito seguirá os meses de nascimento do beneficiários. Portanto, os pagamentos serão feitos de forma escalonada até o dia 26. Confira:

    • 20/05: Nascidos em janeiro e fevereiro;
    • 21/05: Nascidos em março e abril;
    • 22/05: Nascidos em maio e junho;
    • 23/05: Nascidos em julho e agosto;
    • 25/05: Nascidos em setembro e outubro; e
    • 26/05: Nascidos em novembro e dezembro.

     

    Já o saque em dinheiro será autorizado a partir do dia 30 de maio até o dia 13 de junho. A liberação também será de acordo com a data de nascimento, sendo o primeiro dia de saque para os nascidos em janeiro (30/05) e o último para quem nasceu em dezembro (13/06).

    + Auxílio emergencial: dinheiro parado na conta digital voltará para o governo

     

    Os beneficiários que recebem o dinheiro na poupança digital da Caixa podem movimentar o dinheiro, sem custos, pelo aplicativo da Caixa Tem. Segundo o presidente da Caixa, o prazo para solicitar o auxílio vai até o dia 2 de julho.

    Veja também: Veja como baixar e usar o aplicativo do auxílio emergencial de R$600

  • Nube oferece 1.085 vagas de estágio para estudantes em diversos níveis

    Nesta semana, o Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) está ofertando 1.085 vagas de estágio em todo o país. As oportunidades são destinadas a estudantes do ensino médio, técnico, tecnólogo e superior.

    Há vagas para os cursos de Comunicação Social, Design, Direito, Engenharia Química, Ensino Médio, Farmácia, Gastronomia, Logística, Moda, entre outros. O valor da bolsa-auxílio varia de R$520 a R$1.827,33.

    + Super Estágios tem 48 vagas de estágio abertas no Nordeste

    Não há prazo estipulado para término das inscrições, portanto as vagas poderão ser encerradas a qualquer momento – a medida que forem sendo preenchidas. A recomendação do Nube é que os interessados realizem a inscrição o quanto antes.

    Todas as oportunidades são marcadas por um código OE, que significa “Oportunidade de Estágio”. O cadastro pode ser feito gratuitamente no site do Nube, basta pesquisar a vaga de acordo com o seu perfil ou através do código.

    Além disso, há a opção de se candidatar pelo telefone (11) 3514-9300. Confira nesta matéria algumas das vagas disponíveis!

    + Em busca do primeiro emprego?Confira 6 dicas para se preparar!

    Vagas de estágio
    Nube anuncia 1.085 vagas de estágio
    (Foto: Pixabay)

     

    Confira as oportunidades disponíveis

    Para estudantes de Administração – com conclusão prevista entre o 2º semestre de 2020 e o 2º semestre. de 2025 – há uma oportunidade de estágio com bolsa-auxílio de R$1.500. O código OE dessa vaga é: 186502. Confira outras chances:

    Curso: Comunicação Social
    Semestre desejável: conclusão do 2º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2022
    Bolsa-auxílio: R$1.000
    OE: 178938

    Curso: Design
    Semestre desejável: cursando o 6º semestre
    Bolsa-auxílio: R$1.000
    OE: 192735

    Curso: Direito
    Semestre desejável: cursando do 3º ao 7º semestre
    Bolsa-auxílio: R$700
    OE: 102074

    Curso: Engenharia Mecânica
    Semestre desejável: conclusão do 2º sem. de 2020 ao 2º sem. de 2022
    Bolsa-auxílio: R$750
    OE: 158145

    Curso: Engenharia Química
    Semestre desejável: conclusão do 2º sem. de 2020 ao 1º sem. de 2025
    Bolsa-auxílio: R$1.058,91
    OE: 188694

    Curso: Ensino Médio
    Semestre desejável: conclusão do 2º sem. de 2020 ao 2º sem. de 2022
    Bolsa-auxílio: R$1.000
    OE: 190699

    Curso: Farmácia
    Semestre desejável: cursando do 2º ao 8º semestre
    Bolsa-auxílio: R$1.827,33
    OE: 192570

    Curso: Gastronomia
    Semestre desejável: conclusão do 2º sem. de 2020 ao 2º sem. de 2022
    Bolsa-auxílio: R$1.200
    OE: 187528

    Curso: Moda
    Semestre desejável: conclusão do 2º sem. de 2020 ao 2º sem. de 2023
    Bolsa-auxílio: R$800
    OE: 192823

    Curso: Tecnologia da Informação
    Semestre desejável: conclusão do 2º sem. de 2021 ao 1º sem. de 2022
    Bolsa-auxílio: R$1.500
    OE: 183041

    → Confira as demais vagas no site do Nube

    Notícias de empregos

  • Evento ‘Ecommerce Carioca’ terá transmissão online no dia 28

    O evento ‘Ecommerce Carioca‘, que acontecerá online, está com inscrições abertas para a sua transmissão, marcada para o dia 28 de maio. Esta edição tem o objetivo de ajudar as empresas a entenderem como podem se transformar digitalmente e tirar seu e-commerce do papel, aprender de forma simples a vender através de marketplace e como escolher a sua plataforma de e-commerce para começar a vender online.

    O evento é organizado pela E-commerce RJ com apoio da Métricas Boss, BeL Partner, Abradi e Vtex, e terá apresentação das seguintes palestras: 

    Palestrante: Lucas Souza
    Tema: Tire seu ecommerce do papel

    Palestrante: Guilherme Bragança
    Tema: Vender no MarketPlace nunca foi tão simples

    Palestrante: Pedro Scripilliti
    Tema: Como escolher sua plataforma de ecommerce

    + Fundação Estudar oferece cursos gratuitos durante a quarentena

    “O intuito dessa edição é ajudar em diversos temas e não apenas em marketing. Sabemos que diversos empreendedores que estão montando seu ecommerce possuem diversas dúvidas sobre como montar o seu ecommerce por exemplo, e, por isso, o Lucas Souza que é professor e tem experiência com o tema irá palestrar”, disse Gustavo Esteves, diretor acadêmico do Ecommerce RJ e organizador do evento.

    Inscreva-se

    Evento ‘Ecommerce Carioca’ será online no dia 28 de maio
    (Foto: Divulgação)

     

    “Outra ideia foi falar sobre como vender através de marketplace de forma simples e sem mistérios como o Guilherme Bragança que tem uma vasta experiência na área falará, além da palestra ministrada por Pedro Scripilliti que já foi Head de diversos ecommerces e tem uma experiência gigante na área e em plataformas”, afirma.

    + E-commerce cresce 35% e você (ainda) não tem uma loja online?

    Em período de quarentena, saiba como criar sua loja online

    No período de quarentena pelo novo Coronavírus, a presença online se tornou fundamental para sobrevivência de diversos negócios. Com as lojas físicas fechadas, comerciantes tiveram que se lançar no mundo digital para garantir a renda do mês.

    O isolamento social impôs novos hábitos de consumo. De acordo com o Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises, 75% dos estabelecimentos comerciais do Rio de Janeiro não realizavam vendas online. O que aponta uma fragilidade do setor que é anterior à pandemia.

    Em entrevista exclusiva à FOLHA DIRIGIDA, o assessor da presidência da Fecomércio RJ, Marcelo Novaes, revelou detalhes desse cenário. Para ele, a necessidade de digitalização das empresas foi exposta apenas quando a maioria dos estabelecimentos foi impedida de abrir as portas.  

    + Auxílio emergencial: 2º parcela começa a ser paga na quarta, dia 20

    “Quem está bem inserido no ambiente virtual não somente se destaca, mas também tem mais chances de sobreviver a esta crise”, definiu.

    Com as restrições para sair de casa, se tornou mais cômodo e seguro fazer compras online. E a internet apresenta diferentes maneiras do consumidor chegar até o produto, seja com sites ou redes sociais.

    “As novas ferramentas de vendas online permitem não somente modernizar o seu negócio, como também aproximá-lo de seu público, criar promoções exclusivas. Hoje, quem não tem comércio online está muitos passos atrás dos que já trabalham com e-commerce”, explicou Novaes.

    Leia mais 

    notícias de empregos

     

  • ProUni e Fies: MEC publica novos editais para o 1º semestre de 2020

    O Ministério da Educação (MEC) publicou novos editais para o Programa Universidade Para Todos (ProUni) e para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o primeiro semestre de 2020. A medida foi necessária após a paralisação de atividades educacionais em diversos Estados e municípios por conta da pandemia do Coronavírus. 

    O ProUni tem como objetivo conceder bolsas integrais (100%) e parciais (50%) em instituições de ensino privadas de todo o país, enquanto o Fies é um programa do MEC que financia cursos superiores, em instituições particulares, a estudantes que não possuem condições de arcar com os custos. Ambas as seleções utilizam a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).  

    De acordo com os editais, a orientação do MEC é que as instituições de ensino que não puderem receber a documentação fisicamente disponibilizem um canal para envio dos documentos de forma digital, como endereço de e-mail ou número de WhatsApp. A determinação é válida para o ProUni e para o Fies. 

    + Enem 2020 já tem mais de 2,3 milhões de inscrições realizadas

    O período para envio da documentação do ProUni para estudantes que manifestaram interesse na lista de espera se encerra no dia 21 de maio. Já o registro da concessão de bolsa ou reprovação do candidato deverá ser efetuado pelas instituições até as 23h59 de 24 de maio. 

    A última pré-seleção dos candidatos do Fies será realizada até 22 de maio. Os estudantes pré-selecionados terão até três dias úteis para complementar as informações apresentadas na inscrição. Os candidatos precisam informar dados bancários do fiador e do seguro para pagamento da dívida em caso de morte. 

    Após a complementação de informações nos sistemas dos programas, os estudantes terão 30 dias úteis para comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino na qual fará o curso.

    + Fundação Estudar oferece cursos gratuitos durante a quarentena

    A CPSA tem até cinco dias úteis para validar as informações recebidas do aluno e emitir o Documento de Regularidade de Inscrição (DRI), que serve para formalizar a contratação do financiamento.

    Assim que o DRI for emitido, o candidato tem 30 dias úteis para ir à agência da Caixa Econômica Federal escolhida na hora da inscrição para formalização do contrato de financiamento.  

     

    teclado do computador
    Instituições devem disponibilizar canais online para alunos
    enviarem documentação (Foto: Pixabay)

     

    Sisu, ProUni e Fies para segundo semestre já possuem datas de inscrição

    O ministro da Educação, Abraham Weintraub, divulgou pelo Twitter na última segunda-feira, 11, as datas das inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e Programa Universidade para Todos (ProUni) para o segundo semestre de 2020. As duas seleções utilizam as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingresso no nível superior. 

    As inscrições para o Sisu, que é a principal porta de entrada para universidades públicas de todo o país, poderão ser feitas entre os dias 16 e 19 de junho. Já para o ProUni, que concede ao estudante bolsas de 50% e 100% em universidades privadas, terá inscrições abertas entre os dias 23 e 26 de junho. 

    + Bolsonaro sanciona com vetos lei que amplia auxílio emergencial

    Weintraub também disponibilizou o período de inscrição para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que oferece condições mais favoráveis do que as de mercado para que estudantes financiem cursos em instituições privadas de ensino superior. Para esses, as inscrições estarão abertas entre os dias 30 de junho e 3 de julho.  

    Em todos os processos seletivos que abrirão inscrição em junho, os estudantes podem utilizar a nota do último Enem, realizado em novembro de 2019. De acordo com o MEC, na última edição do exame cerca de 3,9 milhões de estudantes fizeram as avaliações. 

    + Leia mais

    notícias de empregos

     

  • Nubank já contratou 155 profissionais, mas ainda há oportunidades

    A Nubank, fintech com atuação digital, está com novas vagas de emprego abertas para São Paulo e México. Até o momento, 155 pessoas já se juntaram ao time desde que o trabalho remoto começou. 

    As contratações são para posições estratégicas para o negócio, por isso, de acordo com a assessoria, não é possível definir um número exato de vagas, pois, em muitas delas, a contratação depende de encontrar tanto profissionais qualificados quanto adequados para suportar o momento da empresa.

    Em São Paulo, há chances nas funções de parceiro de negócio de RH, analista de excelência do cliente, gerente de design de produto, designer de produto sênior, engenheiro de software móvel, líder global de mobilidade, chefe de remuneração, líder de PMO – projetos de RH e analista de teste de estresse. Já para o México, a vaga é na função de engenheiro de software. 

    O “onboarding” virtual de novos funcionários já foi realizado com pessoas de seis nacionalidades diferentes – incluindo um croata e um indiano, contratados para o escritório de Berlim – e de cinco Estados brasileiros, incluindo Rondônia. 

    + Bolsonaro sanciona com vetos lei que amplia auxílio emergencial

    Os novos “Nubankers” recebem em suas casas equipamentos para trabalhar, como notebook, mouse e adaptador, e um kit de boas-vindas, que contém camiseta, caneca, caneta e adesivos. Para garantir a integração, foram organizadas palestras por vídeo em horários que atendam ao fuso de todos os escritórios: Brasil, México, Argentina e Alemanha.

    Confira as vagas abertas na Nubank

    Nubank
    Nubank abre novas vagas de emprego
    (Foto: Divulgação)​​​​​​

     

    Em meio à pandemia, 10 empresas ofertam mais de 150 vagas de emprego

    Boa notícia para quem procura recolocação no mercado. Mesmo durante a crise do Coronavírus no país, cenário que tem causado bastante incerteza no setor econômico, algumas empresas continuam contratando novos funcionários. 

    Estima-se que o número de cargos ofertados chega a mais de 150 vagas divididas em diferentes regiões do país. Além disso, os processos seletivos e imersões acontecem totalmente online, trazendo mais segurança para profissionais e recrutadores. 

    + Auxílio emergencial: 2º parcela começa a ser paga na quarta, dia 20

    Confira, abaixo, a relação de empresas que estão contratando durante a pandemia! 

    Stark Bank

    A Stark Bank, fintech B2B líder em open banking no Brasil, está com mais de 20 vagas em aberto. As oportunidades são para as áreas de marketing, vendas, finanças e tecnologia. Desde o início da quarentena, a startup já contratou três pessoas com processo seletivo e integração totalmente online. 

    O cadastro para as vagas pode ser feito no Linkedin da Stark Bank.

    Pipo Saúde

    A Pipo Saúde, startup de gestão de benefícios que nasceu com o objetivo de otimizar e facilitar a relação do RH de empresas com planos e benefícios de saúde, está com duas vagas no setor de vendas e uma no na área de engenharia. Os principais clientes da Pipo são: OYO, Funcional, Anjo Gabriel, Caelum e Olga Ri. 

    Para se candidatar, basta acessar o site: http://pipo-saude.breezy.hr/

    M4U

    A M4U, empresa carioca de tecnologia líder no desenvolvimento de plataformas de pagamento e gestão, conta com 20 vagas abertas. Com a pandemia foi necessário digitalizar as soluções de pagamento para os clientes, o que gerou uma demanda de novos projetos. 

    Entre as vagas disponíveis estão: Estágio em Desenvolvimento, Software Developer, Development Engineer, Lead Developer, Product Owner e Delivery Manager. A empresa conta com política de full remote, por isso os candidatos não precisam ser necessariamente do Rio de Janeiro. 

    + Descubra mais empresas com vagas abertas

    notícias de emprego

     

  • PNAD trimestral registra aumento do desemprego em 12 Estados

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira, 15, novos dados sobre o desemprego no Brasil. De acordo com o levantamento do primeiro trimestre do ano, a taxa de desocupação subiu 1,3 pontos percentuais em relação ao período anterior. 

    No último trimestre de 2019, o desemprego era de 11%. Entre janeiro e março deste ano, índice subiu para 12,2%. Em relação ao primeiro trimestre do ano passado (12,7%), no entanto, houve uma queda de 0,5 pontos percentuais.

    Os dados foram obtidos por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), realizada trimestralmente pelo IBGE. Confira os Estados com as maiores taxas de desemprego:

    • Bahia (18,7%)
    • Amapá (17,2%)
    • Alagoas e Roraima (16,5%)

     

    Mas as maiores altas foram no Maranhão (3,9 pontos percentuais), Alagoas (2,9 p.p) e Rio Grande do Norte (2,7 p.p). Em 15 unidades da federação, o desemprego superou a média nacional, de 12,2%.

    Já no grupo das menores taxas, o Estado de Santa Catarina segue liderando. Além do Paraná e Mato Grosso do Sul:

    • Santa Catarina (5,7%)
    • Mato Grosso do Sul (7,6%)
    • Paraná (7,9%)

    notícias de empregos

    A tradução desses números: 12,9 milhões de pessoas sem trabalho no Brasil. Mas a analista da pesquisa, Adriana Beringuy, já havia observado, em abril, que não houve surpresa nos resultados: 

    “Esse crescimento da taxa de desocupação já era esperado. O primeiro trimestre de um ano não costuma sustentar as contratações feitas no último trimestre do ano anterior. Essa alta na taxa, porém, não foi a das mais elevadas. Em 2017, por exemplo, registramos 1,7 pontos percentuais.”

    Desigualdade de gênero e raça se manteve

    Em relação a gênero e raça, as discrepâncias nos índices de desemprego se mantiveram neste trimestre. A desocupação foi estimada em 10,4% para os homens e 14,5% para as mulheres. 

    Entre pessoas que se declararam brancas o percentual foi de 9,8%, ficando abaixo da média nacional. Mas, o das pretas (15,2%) e a das pardas (14,0%) manteve-se acima e superior ao do grupo de pessoas brancas.

    132 anos pós-abolição: a luta contra o racismo no mercado de trabalho

    Vale lembrar que em função da pandemia de Covid-19 e, de acordo com as orientações do Ministério da Saúde, o IBGE interrompeu a coleta presencial de todas as pesquisas no dia 17 de março. 

    Desde então, foi instituído um plano de contingência para manter a realização da coleta das informações das pesquisas por telefone. A taxa de resposta da PNAD Contínua, no último mês, foi 61,3%, menor que nos meses anteriores (em janeiro foi de 88,4% e fevereiro 87,9%).

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    Fila de emprego
    Em meio à pandemia, desemprego no Brasil preocupa
    (Foto: Rovena Rosa/ Agência Brasil)

     

    Pandemia afetou poder de compra de 40% dos brasileiros

    Já é esperado que os índices de desempregos sofram quedas mais significativas nos próximos meses, devido à crise causada pelo novo Coronavírus, somada à crise econômica na qual o país já se encontrava.

    E os primeiros dados divulgados após a chegada da pandemia no Brasil, além da PNAD, já permitem perceber isso. Uma pesquisa divulgada no início de maio pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), por exemplo, revelou como está o poder de compra dos brasileiros. 

    Os dados, divulgados pela Agência Brasil, mostram que a perda do poder de compra já atingiu quatro em cada dez brasileiros desde o início da pandemia. Do total de entrevistados, 23% perderam totalmente a renda e 17% tiveram redução no ganho mensal.

    A pesquisa também mostrou que o impacto na renda e o medo do desemprego levaram mais da metade dos consumidores a reduzir o consumo durante o período de isolamento social. 

    “Ou seja, de cada quatro brasileiros, três reduziram seus gastos. Apenas 23% dos entrevistados não reduziram em nada suas compras, na comparação com o hábito anterior ao período da pandemia.”

  • Auxílio emergencial: senadores querem derrubar vetos à expansão

    O presidente Jair Bolsonaro vetou parte do projeto que amplia os beneficiários do auxílio emergencial. Logo após o anúncio da sanção, senadores protestaram nas redes sociais contra a decisão. Os parlamentares querem a derrubada do veto e pedem ao Congresso Nacional a deliberação do assunto.

    A primeira manifestação veio do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP): “Bolsonaro lava suas mãos em uma bacia de sangue! Quantos desses trabalhadores e quantas dessas famílias sofrerão, além da crise, com a fome e a falta de recursos? Covarde! Vamos lutar pela derrubada desses vetos!”, afirmou. 

    Além do veto à inclusão de mais profissionais, como motoristas de aplicativo e agricultores, o senador lembrou que Bolsonaro também vetou a possibilidade de acúmulo do benefício com o Bolsa Família. 

    “Ele vetou a possibilidade de acumulação com o Bolsa Família, vetou todas as categorias! Vetou o pai sozinho, que é chefe de família, as fintechs [bancos virtuais], a extensão a alguns trabalhadores com contrato intermitente e as restrições à cessação de aposentadorias e pensões durante a pandemia”, acrescentou. 

    + AO VIVO! Governo detalha pagamento do auxílio emergencial

    O senador Major Olimpio (PSL-SP) também se manifestou contrário ao veto. Em sua conta no Twitter, ele lamentou a decisão: “Irresponsabilidade, insensatez, vergonha o que o governo fez”, disse em vídeo.

     

    Senador Major Olimpio (PSL-SP) se manifesta em rede social
    (Foto: Reprodução)

     

    O presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH), senador Paulo Paim (PT-RS), disse que os parlamentares devem deliberar o veto, pois milhões de pessoas dependem do dinheiro do auxílio emergencial.

    “É urgente que o Congresso delibere os vetos ao PL 873, que estende a outras categorias o auxílio emergencial de R$ 600. Milhões dependem desse recurso para satisfazer as necessidades mais básicas e enfrentar a pandemia da Covid-19”, disse no Twitter. 

    Segundo o senador Humberto Costa (PT-PE), “o Congresso agiu rápido para resguardar aqueles trabalhadores que estavam sem qualquer lastro nesta grave crise. Jair Bolsonaro foi lá e empurrou todos eles para fora”. 

    O parlamentar Jean Paul Prates (PT-RN) também se manifestou em rede social. Segundo o senador, ao vetar que mais categorias profissionais recebam o benefício, Bolsonaro despreza vidas.

     

    Senador Jean Paul Prates (PT-RN) manifesta contradição ao veto
    (Foto: Reprodução)

     

    “Bolsonaro não governa para os brasileiros”, lamentou o senador Paulo Rocha (PT-PA). O parlamentar afirmou que o auxílio emergencial, que é um direito da população, foi negado a milhões de trabalhadores.

    “Ele alega não haver fontes de recursos para estender o benefício para pescadores artesanais, motoristas de aplicativos e outros. Balela! Essa crueldade é mais uma tentativa de forçar a saída do povo do isolamento. A crueldade desse ser não tem limites”, completou Paulo Rocha.

    O líder da bancada do PDT no Senado, senador Weverton Rocha (PDT-MA), também se manifestou. “É indignante a falta de sensibilidade deste governo. Recebemos a lamentável notícia de que o presidente Bolsonaro vetou o auxílio emergencial de R$ 600 para uma série de categorias profissionais”

    “São pessoas que estão sem ter como trabalhar e se alimentar na crise causada pelo coronavírus. São vidas! Vamos trabalhar no Congresso para derrubar esse vetos e fazer justiça com essas famílias”, concluiu.

     

    Senado Federal
    Senadores pedem derrubada de veto de Bolsonaro
    (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)

     

    Entenda o que foi vetado

    O projeto de lei que amplia os beneficiários do auxílio emergencial foi sancionado, com vetos, pelo presidente Jair Bolsonaro. A sanção foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 15.

    Agora, mulheres menores de 18 anos que são mães poderão receber o auxílio emergencial. No entanto, o governo vetou a possibilidade de homens que são chefes de família monoparental receberem cota dupla do benefício (R$1.200).

    Pelas regras em vigências, apenas mães solos podem receber duas cotas de auxílio. Segundo a ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, a ampliação do benefício aos pais colocaria em risco o pagamento adicional às mães.

    Damares justificou dizendo que o Congresso não estabeleceu mecanismos que impeçam pais ausentes de receberem o dinheiro, de forma fraudulenta, no lugar das mães que realmente cuidam das crianças.

    Bolsonaro também vetou a ampliação do auxílio emergencial a outros profissionais que não estão inscritos do Cadastro Único (CadÚnico). O texto do projeto especificava profissões que poderiam receber o dinheiro, como agricultores, motoristas de aplicativo e ambulantes. 

    Segundo o governo, a proposta feria o princípio da isonomia ao privilegiar algumas profissões em razão de outras. Outra justificativa para o veto foi a falta de especificações do Congresso sobre origem da verbo e o impacto nas contas públicas.

    Com a sanção, a lei passa a entrar em vigor imediatamente. Os vetos voltarão ao Congresso para serem analisados e os parlamentares poderão manter ou derrubar a decisão do governo.

    Além do presidente Bolsonaro e a ministra Damares, assinam a sanção os ministros Paulo Gueres (Economia) e Onyx Lorezononi (Cidadania).