Autor: admin

  • CNJ promove curso on-line sobre Justiça Penal e Justiça Juvenil Última atualização: 10/11/2025 às 15:09:00

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) iniciou, nesta segunda-feira (10/11), o curso on-line “Justiça Penal e Justiça Juvenil atualizadas: Resoluções do CNJ na prática”. O treinamento é promovido pelo CNJ com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Ministério da Justiça.  

    A capacitação acontece em dois módulos: Socioeducativo, que acontece nos dias 10, 12 e 13/11, das 14h às 16h, e Penal, nas datas 13, 17, 19 e 24/11, das 10h às 12h. Quem tiver interesse, ainda dá tempo para se inscrever

    O objetivo é aprofundar o conhecimento sobre as resoluções do Conselho, fomentar sua aplicação uniforme e contribuir para o cumprimento do Plano Pena Justa (ADPF 347). Além disso, a iniciativa busca enfrentar um dos principais desafios identificados no eixo 4 do Plano Pena Justa: a necessidade de implementação de políticas de não-repetição do estado de coisas inconstitucional no sistema penitenciário brasileiro, bem como a superação de situações de inobservância de atos normativos editados pelo CNJ. 

    Mais informações estão disponíveis no site do CNJ.

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Concurso para Juiz Federal Substituto: divulgadas as notas da prova prática Última atualização: 10/11/2025 às 17:34:00

    Aconteceu, na tarde desta segunda-feira (10/11), a Sessão Pública virtual para identificação e divulgação das notas da prova prática (sentenças) do XV Concurso Público para Ingresso na Carreira da Magistratura do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5.

    O encontro ocorreu na sala da Turma Norte, no edifício-sede do TRF5, com transmissão pela plataforma Zoom, e foi conduzido pelo presidente da comissão do concurso, desembargador federal Fernando Braga.

    As notas já estão disponíveis na área destinada a concursos de magistrados no site do TRF5

    Mais informações sobre o concurso podem ser consultadas no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV)

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • TRF5 realiza oficina sobre práticas antirracistas no atendimento ao público Última atualização: 10/11/2025 às 17:43:00

    Quase 170 servidores e servidoras da Justiça Federal da 5ª Região participaram, nesta segunda-feira (10/11), do primeiro dia de aula da oficina formativa “Letramento Racial e Práticas Antirracistas no Atendimento ao Público Interno e Externo”. A ação é uma das atividades previstas para o Mês da Consciência Negra no Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, integrando o ciclo de eventos “Letramento para Equidade Racial” e o Plano Regional de Capacitação.

    A oficina foi conduzida pela especialista em direitos humanos Suzana Coelho. Ela abordou o conceito de letramento racial, raça, racismo e racismo estrutural, apontando, ainda, alguns marcos sociais do racismo no Brasil. Para ela, a questão do letramento racial ainda está em desenvolvimento no Brasil. “Ninguém está 100% letrado racialmente. Estamos em processo de construção. Eu acredito no trabalho coletivo de desconstrução de padrões que foram impostos para nós ao longo do tempo e nós nunca questionamos. Precisamos romper esses estereótipos, esses padrões, para construir um mundo mais acessível e equânime”.

    Suzana pontuou, ainda, que o tema racismo interage com vários outros assuntos. “Não podemos falar da pauta racial sem interseccionalidade. Está relacionada à acessibilidade e inclusão; à tratativa com comunidade LGBTQIAPN+; pessoas neurodivergentes”.

    Durante a apresentação, foram exibidos dados estatísticos sobre a situação das pessoas negras no que diz respeito à educação, saúde, mercado de trabalho, representatividade na mídia, mobilidade humana, cultura, entre outras áreas.

    Para a diretora da Divisão de Desenvolvimento Humano (DDH) do TRF5, Isaura Rodrigues, a oficina é uma semente que está sendo plantada agora, com frutos que serão colhidos no futuro. “Essas ações que estamos realizando no Mês da Consciência Negra são alguns aperitivos, para tentarmos fazer, no futuro, uma formação mais aprofundada desse tema que é tão valioso para todos e, principalmente, para quem trabalha dentro do serviço público”.

    A oficina segue até esta terça-feira (11/11), através da plataforma Zoom.

    As ações do Mês da Consciência Negra são uma iniciativa do Comitê da Equidade Racial (COER) e da Gestão do Pacto pela Equidade Racial. Além da oficina, a programação do Novembro Negro conta com palestras, exposições e um webinário.

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5 (com informações do Diario de Pernambuco)


  • Expediente do TRF5 será remoto no dia 21/11 Última atualização: 10/11/2025 às 17:50:00

    Em virtude do feriado do Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, que é comemorado no dia 20/11 (quinta-feira), a Presidência do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 determinou que o expediente do dia 21/11 (sexta-feira) acontecerá na modalidade remota (teletrabalho). A decisão está prevista no Ato nº 628/2025.

    Com isso, o atendimento ao público será realizado através do Balcão Virtual, e-mail ou telefone.

    Confira abaixo os canais de atendimento:

    Balcão virtual

    Lista telefônica e de e-mails

    Plantão judicial no dia 20/11

    No dia 20/11, não haverá expediente no TRF5, funcionando apenas o plantão judicial. O atendimento será realizado pelo telefone (81) 98726.6053 ou através do e-mail plantao@trf5.jus.br.   

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • TRF5 funcionará em regime de plantão no feriado da Consciência Negra Última atualização: 10/11/2025 às 17:54:00

    No próximo dia 20 de novembro, o Brasil celebra o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. Com a publicação da Lei nº 14.759/2023, a data passou a ser feriado nacional e, por isso, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 informa que funcionará em regime de plantão na quinta-feira (20/11). Prazos processuais que iniciem ou terminem na data serão prorrogados para a sexta-feira (21/11).

    Durante o plantão judicial, o atendimento será realizado pelo telefone (81) 98726.6053 ou através do e-mail plantao@trf5.jus.br.

    Expediente remoto no dia 21/11

    Já na sexta-feira (21/11), o atendimento ao público será realizado de forma remota. A medida está prevista no Ato nº 628/2025, da Presidência do TRF5. Na data, os serviços serão prestados através do Balcão Virtual, e-mail ou telefone.

    Canais de atendimento:

    Balcão virtual

    Lista telefônica e de e-mails

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Tribunal de Justiça da Paraíba é representado no 13º Encontro Nacional do Colégio de Ouvidores

    XIII_Encontro_Nacional_do_Colegio_de_Ouvidores_Judiciais_06_11_2025_14.jpg

    -

    13º Encontro Nacional do Colégio de Ouvidores Judiciais

    O desembargador Aluizio Bezerra Filho, ouvidor de Justiça Substituto do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), representou a instituição no 13º Encontro Nacional do Colégio de Ouvidores Judiciais (Cojud), realizado entre os dias 5 e 8 de novembro, em Manaus (AM).

    O evento reuniu 43 representantes de tribunais de 23 estados brasileiros, que discutiram boas práticas e a uniformização de procedimentos na gestão das ouvidorias judiciais. O objetivo foi fortalecer um Poder Judiciário mais eficiente, colaborativo, transparente e ético, com foco no aprimoramento do relacionamento entre as instituições e os cidadãos.

    Durante o encontro, o desembargador Abraham Peixoto Campos Filho, ouvidor-geral do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), foi aclamado novo presidente do Cojud, sucedendo o desembargador Altair de Lemos Júnior, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), que esteve à frente da entidade por uma década.

    Criado em março de 2015, o Colégio de Ouvidores Judiciais congrega magistrados que exercem a função de ouvidor nos tribunais de todo o país, com a missão de promover a integração e o fortalecimento das Ouvidorias Judiciais.

    Para o desembargador Aluizio Bezerra Filho, a troca de experiências entre os representantes das ouvidorias é essencial para o fortalecimento institucional. “Eventos como este reafirmam o compromisso das ouvidorias com a transparência, o diálogo e o aprimoramento contínuo do serviço público. A sociedade confia no Judiciário e a Ouvidoria é um dos canais mais importantes para aproximar o cidadão da Justiça”, destacou o magistrado.

    A Ouvidoria de Justiça do TJPB é composta pela desembargadora Fátima Maranhão, ouvidora de Justiça, e pelo desembargador Aluizio Bezerra Filho, Ouvidor de Justiça Substituto.

    Por Lenilson Guedes
     

  • TJPB amplia rede de convênios: 7 novas empresas se juntam e total chega a 67 parceiros

    Nesta segunda-feira (10), o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Diretoria Administrativa, anunciou a inclusão de sete novas empresas no programa de convênios voltado a magistrados e servidores. Com essas adesões — nas áreas de saúde, autocuidado, fitness, gastronomia e vestuário — o programa passa a reunir 67 empresas conveniadas.

    A iniciativa, criada durante a transição entre a gestão anterior e a atual, tem o objetivo de reconhecer e valorizar o trabalho dos profissionais do Poder Judiciário estadual, além de fomentar a economia local e ampliar a qualidade de vida dos servidores. Os benefícios abrangem setores como alimentação, saúde, lazer, educação, vestuário e serviços variados.

    A relação completa de parceiros está disponível na intranet do TJPB, na aba “Convênios”. Para acessar as ofertas, o servidor deve baixar o aplicativo TJPB Servidor (disponível gratuitamente para Android e iOS), realizar o cadastro com o e-mail institucional e, ao utilizar a loja conveniada, apresentar a identidade funcional disponível no próprio app.

    Empresas interessadas em integrar o programa podem solicitar adesão a qualquer momento por meio do formulário de adesão: https://forms.gle/TMcBJ5bg9eEweo4i7

    Mais informações pelo e-mail gecon.convenios@tjpb.jus.br ou pelo telefone/WhatsApp (83) 98658-3886.
     

  • Coordenadora da Mulher do TJPB é eleita vice-presidente do COCEVID

    Foto de magistradas na abertura do evento
    Foto de magistradas e magistrados na abertura do evento

    Durante reunião, nesta segunda-feira (10), em São Luís do Maranhão, o Colégio de Coordenadores de Violência Doméstica do Brasil (COCEVID) elegeu a juíza Graziela Queiroga, coordenadora da Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), para o cargo de 1ª Vice-presidente da instituição. O mandato terá início em março de 2026.

    A eleição ocorreu no contexto do XVII Fórum Nacional de Juízas e Juízes de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Fonavid), que acontece de 10 a 14 de novembro, na capital maranhense, tendo como tema “Como a educação e a comunicação podem ser instrumentos para a erradicação da violência doméstica e familiar contra as mulheres?”.

    Além da magistrada Graziela Queiroga, também participam do evento a juíza do 1º Juizado de Violência Doméstica da Comarca de João Pessoa, Gabriella de Britto Lyra, e a servidora da Coordenadoria da Mulher do TJPB, Ângela Ramalho.
    O encontro reúne magistradas e magistrados de todo o país para discutir políticas judiciárias e estratégias de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, promovendo o fortalecimento da rede de proteção e o aprimoramento das práticas no âmbito do Poder Judiciário.

    A magistrada Graziela Queiroga destacou ter recebido a missão com muita humildade e responsabilidade. Segundo pontuou, o COCEVID é um Órgão importante e muito respeitado no enfrentamento a violência doméstica contra a Mulher. Ela enfatizou que o Poder Judiciário estadual, por meio da mesa diretora, tem demonstrado compromisso com ações de combate à violência de gênero. 

    “Ter a Coordenadoria da Mulher do nosso Judiciário atuando nesse posto é motivo de honra e também do reconhecimento das demais Coordenadorias, de que estamos no caminho certo no avanço das nossas boas práticas e que podemos contribuir nessa temática para o país como um todo. Agradecida e comprometida a fazer o melhor para as mulheres vítimas de violência doméstica do nosso Estado e do Brasil”, exaltou a magistrada.

    Sobre o Fonavid – O Fórum Nacional de Juízas e Juízes de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Fonavid) foi criado em 31 de março de 2009, durante a III Jornada da Lei Maria da Penha realizada em parceria entre o Ministério da Justiça, SPM e Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    O objetivo do Fórum é garantir a efetividade nacional da Lei 11.340/2006, promovendo ações que resultem na prevenção e no combate eficaz à violência doméstica e familiar contra a mulher, por meio do aperfeiçoamento e da troca de experiências entre os(as) magistrados(as) que o compõem, e integrantes das equipes multidisciplinares, para participação ativa junto aos órgãos responsáveis pelas políticas públicas que dizem respeito à matéria.

    Desde 2009, os Tribunais de Justiça Estaduais vêm assumindo o compromisso de organizar e realizar o Fonavid, incumbindo às Coordenadorias Estaduais da Mulher em Situação de Violência Familiar apoiar a sua realização.

    O Poder Judiciário, por meio do(a) magistrado(a) com atuação nos juizados de violência doméstica e familiar contra a mulher ou varas com competência na matéria, com apoio de equipes multidisciplinares, ao aplicar as leis em nome do Estado com o objetivo de reparar as relações sociais e jurídicas violadas, cumpre sua finalidade de guardião dos direitos e deveres individuais e coletivos, assegurando os meios e os caminhos para a construção de uma sociedade saudável, justa e solidária, na proteção aos direitos humanos das mulheres.

    Por Lila Santos com informações do CNJ
     

  • ALPB concede medalha de Mérito Jurídico ao juiz Salvador de Oliveira Vasconcelos

    Notícias

    Publicado em 10 de novembro de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, na tarde desta segunda-feira (10), sessão solene para conceder a Medalha de Mérito Jurídico Tarcísio de Miranda Burity ao juiz Salvador de Oliveira Vasconcelos. A homenagem, proposta pelo deputado Bosco Carneiro, aconteceu no Plenário da Casa e contou com a presença de autoridades, amigos e familiares do homenageado.

    Salvador de Oliveira atua como magistrado na comarca de João Pessoa, na Vara de Execução de Penas Alternativas. O deputado Bosco Carneiro ressaltou que são mais de 30 anos do homenageado no Judiciário, protegendo direitos fundamentais e promovendo a equidade social.

    “É um momento de muita alegria para todos nós, uma honra sempre ter aqui em plenário pessoas que representam o bem, que representam os bons propósitos. A medalha Tarcísio de Miranda Burity é a homenagem que a Assembleia presta pela sua atuação jurídica. Doutor Salvador faz jus a esta honraria, tendo em vista seu grau de contribuição, realizando um trabalho louvável na Paraíba”, destacou o parlamentar.

    A deputada Silvia Benjamin, que presidiu a solenidade, além de reconhecer o trabalho do juiz, ressaltou que a honraria também contribui para o fortalecimento de um bom exemplo para os novos profissionais. “É uma justa homenagem a um homem que é um estudioso do Direito e que tem um currículo admirável. Que esse reconhecimento também sirva para que as pessoas se espelhem em exemplos como ele, para que façam valer a pena a sua vida profissional”, explicou.

    Emocionado, Salvador de Oliveira Vasconcelos destacou que ser homenageado pelo Poder Legislativo paraibano é motivo de muita alegria e satisfação.

    “Reconheço que muitos colegas também são merecedores desta medalha, mas receber esta comenda desta Casa Legislativa, onde a democracia se manifesta, é um momento de grande felicidade para mim e para minha família. Esta homenagem coroa minha trajetória, desde os tempos de faculdade, passando pela Polícia Civil, onde ingressei por concurso público. Após três anos e dez meses, fui aprovado em concurso para a magistratura, e minha atuação se estendeu pelo Sertão, Brejo, Cariri, finalizando no Litoral, em Cabedelo, e atualmente, na Capital”, disse o juiz.

    Mais sobre o homenageado

    Sua história é marcada por mais de 30 anos dedicados ao serviço público. Iniciou sua carreira como delegado de polícia. Como magistrado atuou nas seguintes comarcas: Bonito de Santa Fé (exerceu jurisdição eleitoral e diretoria do fórum), Serra branca – remoção por merecimento (exerceu jurisdição eleitoral e diretoria do fórum), Cajazeiras – promoção por merecimento, Esperança – remoção por merecimento (exerceu jurisdição eleitoral e diretoria do fórum), Cabedelo – remoção por antiguidade (atuou por mais de 22 anos – exerceu jurisdição eleitoral e diretoria do fórum), e atualmente João Pessoa.

    Multimídia

    Imagens em alta resolução

    9bacbec3-e7e5-4909-84c7-09296c6bf54a 25c778fb-688d-475a-bed5-5ae53b9e9c45

    ≪ Voltar para a Agência de Notícias

  • Políticas públicas para a saúde dos povos indígenas são debatidas em congresso de medicina

    Políticas públicas para a saúde dos povos indígenas são debatidas em congresso de medicina

    A temática “Mudanças climáticas e impactos nas doenças tropicais” recebeu um olhar voltado aos povos originários durante o congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT). O 60º MEDTROP promoveu um alerta sobre o clima e a justiça social e se consolidou como o maior evento multidisciplinar em medicina tropical da América Latina. A edição deste ano contou com mais de quatro mil inscrições e uma grade científica com 416 atividades. Em um debate que toca os povos indígenas, o Ministério da Saúde marcou presença, por meio da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai). O evento ocorreu entre os dias 2 e 5 de novembro, na capital paraibana, João Pessoa.

    “As mudanças climáticas impactam a saúde de todos, mas evidentemente, em graus diferentes, dado os contextos das populações, como localização geográfica, clima predominante, estruturas locais, acesso à saúde, e outros”, afirmou o secretário de Saúde Indígena, Weibe Tapeba. O representante apresentou entregas da política pública do Governo Federal voltada aos povos indígenas, como a criação do Comitê de Respostas a Eventos Extremos na Saúde Indígena (CRESI) e a realização do primeiro Seminário Nacional de Saúde Indígena e Mudanças Climáticas.

    “A Secretaria de Saúde Indígena tem se especializado por meio de ações estratégicas, com salas de situação, com o próprio CRESI, com as ações emergenciais realizadas a partir das enchentes no Rio Grande do Sul, das secas no Norte e das queimadas em diversos territórios ocupados pelos povos indígenas. Nós temos feito um trabalho forte, com articulações que promovem troca de informações diárias, monitoramento de áreas e povos, tomadas de decisões e realizações de ações que visam prevenir e combater os efeitos negativos das mudanças climáticas nas nossas populações”, destacou Weibe Tapeba.

    A realização, pela atual gestão, de seminários regionais também foi lembrada pelo secretário. Os eventos  contemplaram as cinco regiões do Brasil, reunindo profissionais de saúde, lideranças indígenas, organizações e instituições parceiras, além da expressa participação de usuários do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS). A partir dos seminários, houve uma atualização da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas (PNASPI), que já apresenta novidades como as “medicinas indígenas”, que reconhece os conhecimentos ancestrais como tratamentos de saúde física, mental e espiritual, além de considerar o território e a comunidade de forma indissociável à saúde integral dos povos indígenas.

    “Em um país tão diverso em biomas, climas, povos, línguas, tradições e costumes, discutir as mudanças climáticas na saúde indígena tem sido prioridade nesta gestão da secretaria, que tem contribuído com seus colaboradores desde o chão da aldeia até as instituições de ensino e pesquisa parceiras. Não é possível discutir mudanças climáticas e saúde sem ouvir os povos indígenas e o Ministério da Saúde está tendo um papel importantíssimo em tudo isso, atuando de forma respeitosa e necessária”, completou o secretário.

    Durante o congresso, Weibe abordou as ações da secretaria e os avanços da pauta nos últimos anos, reforçando que uma gestão feita “por indígenas e para indígenas” tem apresentado ganhos significativos para o público atendido, ao compreender e gerir melhor as especificidades dos povos distribuídos nos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), espalhados por todo o território nacional.

    Sílvia Alves
    Ministério da Saúde