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  • TRF5 define lista tríplice para promoção de juízas federais Última atualização: 21/10/2026 às 14:08:00

    O Pleno do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 definiu, nesta quarta-feira (21/10), a lista tríplice destinada exclusivamente à promoção de juízas federais ao cargo de desembargadora federal. As magistradas Isabelle Marne Cavalcanti de Oliveira Lima, Elise Avesque Frota e Amanda Torres de Lucena Diniz Araújo foram as mais votadas, com 22, 18 e 16 votos, respectivamente.

    A lista será encaminhada à Presidência da República, responsável pela escolha da nova desembargadora federal do TRF5. A magistrada ocupará, pelo critério de merecimento, a vaga decorrente da aposentadoria do desembargador federal Alexandre Luna.

    A formação da lista exclusivamente feminina atende à Resolução nº 525/2023, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece ações afirmativas de gênero para ampliar o acesso de magistradas aos tribunais de segunda instância.

    Conheça os perfis das magistradas que integram a lista tríplice:

    Isabelle Marne Cavalcanti de Oliveira Lima

    Natural de Maceió (AL), é graduada e mestre em Direito Público pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), doutora em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e especialista em Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET).

    Antes de ingressar na magistratura, atuou como técnica judiciária da Justiça Federal em Alagoas (JFAL) e defensora pública da União em Caruaru (PE) e Maceió (AL). Ingressou na magistratura federal em 2014, como juíza federal substituta da JFAL, e foi promovida a juíza federal titular em 2015.

    Ao longo da carreira, atuou como juíza auxiliar da Corregedoria, integrou a Comissão de Equalização de Demandas de Alagoas e o Centro de Inteligência da JFAL, além de ter exercido a direção da Subseção Judiciária de Arapiraca. Atualmente, é diretora do núcleo alagoano da Escola de Magistratura Federal da 5ª Região (Esmafe).

    Elise Avesque Frota

    Natural de Fortaleza (CE), é graduada em Direito pela Universidade Federal do Ceará (UFC), mestre em Direito pelo Centro Universitário Christus (Unichristus) e possui MBA em Poder Judiciário pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    Antes de ingressar na magistratura federal, atuou como procuradora do Município de Fortaleza, entre 2003 e 2005. Atualmente, exerce a função de juíza federal na 3ª Relatoria da 2ª Turma Recursal da Justiça Federal no Ceará (JFCE).

    Amanda Torres de Lucena Diniz Araújo

    Natural do Recife (PE), é graduada em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e mestre em Direito Social e Inovação pela Universidade Nova de Lisboa, em Portugal.

    Antes de ingressar na magistratura federal, foi servidora da Procuradoria da República em Pernambuco e procuradora federal da Advocacia-Geral da União (AGU).

    Ao longo da carreira, atuou em varas federais do Recife e de Caruaru, presidiu a 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais e exerceu a direção das Subseções Judiciárias de Petrolina e Caruaru. Também atuou como juíza auxiliar no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

    Atualmente, é diretora do Foro da Seção Judiciária de Pernambuco (SJPE).

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Servidora do TRF5 conquista 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026 Última atualização: 19/10/2026 às 13:49:00

    Um olhar sensível, que ultrapassa o tecnológico e alcança o ser humano. Essa é uma das premissas que permeia a dissertação do mestrado profissional da servidora Ana Cláudia Nunes de Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. Com o trabalho intitulado “Nada sobre nós sem nós: um estudo sobre a criação de diretrizes para a CESTA, um repositório de conhecimento colaborativo e cooperativo entre docentes do ensino superior e discentes TEA na CESAR School”, ela conquistou o 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026.  

    Os dois anos de pesquisas e estudos na Cesar School (escola de inovação do Recife) resultaram no desenvolvimento da CESTA (Comunidade de Ensino-Aprendizagem para Suporte de Transformação e Autonomia), uma plataforma multimídia orgânica, colaborativa, para compartilhamento de informações e conhecimento. O principal objetivo é solucionar as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente relacionadas à sobrecarga sensorial, dificuldades de interação social e barreiras pedagógicas. 

    A CESTA funciona como um repositório de conteúdos educacionais, servindo como ponto de conexão e conversação entre docentes e discentes das universidades, com espaços de interação, recursos de acessibilidade e personalização.    

    Além da tecnologia 

    A pesquisa foi escolhida entre mais de 1.700 trabalhos de universidades particulares e públicas em todo o país. Para Ana Cláudia, que atua na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do TRF5 como supervisora da área de acessibilidade e usabilidade, ao desenvolver um produto é necessário atenção às peculiaridades de cada usuário. “Eu sempre mexi com questões de interdisciplinariedade e transversalidade. Não vejo as coisas somente pelo olhar tecnológico, mas também preciso enxergar as questões humanas, porque trabalho com acessibilidade. Temos sempre que incluir o usuário no processo, porque é para eles que os produtos são desenvolvidos. O produto não pode ser voltado para a experiência do usuário com um único ponto de vista; tem que ser trabalhado sobre os diversos pontos de vista, principalmente daquelas pessoas que serão atendidas”.  

    A servidora também fez um agradecimento especial ao TRF5, pelo incentivo aos estudos. “Seguir a carreira acadêmica sempre foi meu sonho e eu só pude realizá-lo com a ajuda do Tribunal. Foi a partir dos incentivos do TRF5 que pude fazer minhas pós-graduações e esse mestrado profissional”.  

    O feito é motivo de orgulho, tanto para Ana Claudia como para colegas de equipe. “Ela é muito estudiosa e incansável. Merece esse reconhecimento, sabe muito sobre acessibilidade e inclusão”, declarou Jaydeth Aquino, supervisora da Seção de Aquisições e Contratos da DTI.   

    Currículo 

    Ana Cláudia é graduada em Ciência da Computação e pós-graduada em Design informacional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também tem pós-graduação em Design Instrucional pela Universidade de Itajubá (MG) e em Informática Educacional pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE). 

    Atualmente, é doutoranda em Engenharia de software pelo Cesar School.  

    Prêmio P&D de Design 2026 

    O Prêmio P&D Design reconhece e valoriza a excelência da produção científica em Design desenvolvida nos programas brasileiros de pós-graduação. Na edição de 2026, concorreram teses de doutorado e dissertações de mestrado, acadêmicas e profissionais, defendidas em 2024 e 2025. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Como funciona o recolhimento de IBS e CBS para lucro presumido?

    Como funciona o recolhimento de IBS e CBS para lucro presumido?

    Especialistas ouvidos pelo InfoMoney explicam o que muda e quais cuidados as empresas devem tomar

    Com a reforma tributária, empresas de diferentes portes e setores terão de se adaptar a novas regras de cobrança de impostos. Para quem está no lucro presumido, uma das principais dúvidas é como será o recolhimento do IBS e da CBS e o que muda em relação aos tributos atuais.

    A primeira questão é esclarecer uma confusão comum. “Lucro presumido é regime de imposto de renda, não de IBS e CBS”, explica Sabine Schuttoff, sócia tributária do DDSA.

    Ou seja, a escolha pelo lucro presumido continua definindo o cálculo do IRPJ e da CSLL, mas não determina o recolhimento dos novos tributos. Para IBS e CBS, as empresas seguirão outras regras, incluindo a possibilidade de descontar créditos sobre compras e despesas.

    Empresários e gestores financeiros precisarão acompanhar essas mudanças, especialmente seus efeitos sobre o fluxo de caixa. Pensando nisso, o InfoMoney conversou com especialistas em tributação para esclarecer o que muda e quais cuidados as empresas devem tomar.

     

    Cálculo e recolhimento do IBS e CBS no lucro presumido

    As empresas do lucro presumido passarão a apurar o IBS e a CBS pelo regime regular.

    Como explica João Henrique Gasparino, diretor executivo da NimbusTax, a empresa calcula o valor a recolher subtraindo os créditos das compras dos tributos incidentes sobre as vendas. Os percentuais de presunção utilizados no IRPJ e na CSLL não interferem nessa conta.

    A reforma estabelece quatro mecanismos para a apuração e o pagamento dos novos tributos:

    • Split payment: no momento da liquidação financeira da venda ou do serviço, o sistema de pagamento separa o IBS e a CBS e encaminha os valores ao Fisco. A empresa recebe o valor líquido.
    • Recolhimento pelo próprio contribuinte: a empresa paga diretamente os tributos devidos, especialmente durante a implantação gradual do split payment.
    • Recolhimento pelo adquirente: em determinadas situações, o comprador recolhe os tributos da operação, conforme as condições previstas na legislação.
    • Apuração assistida: a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS calculam os valores a partir das notas fiscais e apresentam as informações para conferência e eventuais ajustes pela empresa.

    A implantação será gradual, mas as primeiras exigências já estão em vigor.

    Em 2026, o IBS e a CBS estão em fase de testes, com alíquotas de 0,1% e 0,9%, respectivamente. As empresas ficam dispensadas de recolher esses valores desde que cumpram as obrigações exigidas, especialmente o preenchimento correto das notas fiscais.

    Em 2027, a CBS substituirá o PIS e a Cofins e começará a ser cobrada efetivamente. O IBS seguirá um calendário mais longo, com alíquotas reduzidas nos primeiros anos, até substituir integralmente o ICMS e o ISS em 2033.

    Enquanto o split payment não estiver plenamente implantado, as empresas continuarão recolhendo os valores devidos diretamente. Mesmo com a automação, terão de conferir a apuração e quitar eventuais diferenças, com o acompanhamento do contador.

     

    Quais despesas dão direito a créditos de IBS e CBS?

    Com o IBS e a CBS, as compras e despesas do negócio terão um peso maior no cálculo dos impostos. Sabine Schuttoff e João Henrique Gasparino explicam os principais pontos:

    • O que muda no aproveitamento dos créditos: no regime regular do IBS e da CBS, a empresa desconta os créditos das compras e dos serviços contratados dos tributos sobre suas vendas. Quanto mais aquisições gerarem créditos, maior será o valor disponível para abater do imposto devido.
    • Quais despesas entram e quais ficam de fora: mercadorias, energia elétrica, aluguel, softwares, serviços de terceiros e equipamentos geram créditos. A legislação exclui bens e serviços de uso ou consumo pessoal, além da folha de salários. A empresa também precisa observar o regime tributário dos fornecedores. Nas compras de optantes pelo Simples Nacional, o crédito fica limitado ao tributo recolhido nesse regime, salvo quando o fornecedor opta pela apuração regular do IBS e da CBS.
    • Quando os créditos podem ser utilizados: a empresa precisa conferir a nota fiscal e verificar se o fornecedor quitou o tributo da operação. Sabine explica que haverá uma regra transitória: enquanto o split payment e o recolhimento pelo adquirente não estiverem implementados, bastará o destaque correto do imposto na nota. Se os créditos superarem os débitos, a empresa poderá aproveitar o saldo nos períodos seguintes ou solicitar ressarcimento, conforme as regras legais.

    Para manter esse controle, a empresa deve organizar as notas fiscais de compras e conferir com o contador os créditos que entram na apuração. Também precisa acompanhar o tratamento tributário dos fornecedores, especialmente os que estão no Simples Nacional.

    Outro cuidado é o planejamento de caixa. Com o split payment, a empresa receberá o pagamento das vendas já descontado dos tributos. Por isso, será necessário revisar as previsões de recebimento e os recursos disponíveis para cobrir as despesas do negócio.

     

    InfoMoney

  • Servidora do TRF5 conquista 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026 Última atualização: 19/10/2026 às 13:49:00

    Um olhar sensível, que ultrapassa o tecnológico e alcança o ser humano. Essa é uma das premissas que permeia a dissertação do mestrado profissional da servidora Ana Cláudia Nunes de Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. Com o trabalho intitulado “Nada sobre nós sem nós: um estudo sobre a criação de diretrizes para a CESTA, um repositório de conhecimento colaborativo e cooperativo entre docentes do ensino superior e discentes TEA na CESAR School”, ela conquistou o 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026.  

    Os dois anos de pesquisas e estudos na Cesar School (escola de inovação do Recife) resultaram no desenvolvimento da CESTA (Comunidade de Ensino-Aprendizagem para Suporte de Transformação e Autonomia), uma plataforma multimídia orgânica, colaborativa, para compartilhamento de informações e conhecimento. O principal objetivo é solucionar as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente relacionadas à sobrecarga sensorial, dificuldades de interação social e barreiras pedagógicas. 

    A CESTA funciona como um repositório de conteúdos educacionais, servindo como ponto de conexão e conversação entre docentes e discentes das universidades, com espaços de interação, recursos de acessibilidade e personalização.    

    Além da tecnologia 

    A pesquisa foi escolhida entre mais de 1.700 trabalhos de universidades particulares e públicas em todo o país. Para Ana Cláudia, que atua na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do TRF5 como supervisora da área de acessibilidade e usabilidade, ao desenvolver um produto é necessário atenção às peculiaridades de cada usuário. “Eu sempre mexi com questões de interdisciplinariedade e transversalidade. Não vejo as coisas somente pelo olhar tecnológico, mas também preciso enxergar as questões humanas, porque trabalho com acessibilidade. Temos sempre que incluir o usuário no processo, porque é para eles que os produtos são desenvolvidos. O produto não pode ser voltado para a experiência do usuário com um único ponto de vista; tem que ser trabalhado sobre os diversos pontos de vista, principalmente daquelas pessoas que serão atendidas”.  

    A servidora também fez um agradecimento especial ao TRF5, pelo incentivo aos estudos. “Seguir a carreira acadêmica sempre foi meu sonho e eu só pude realizá-lo com a ajuda do Tribunal. Foi a partir dos incentivos do TRF5 que pude fazer minhas pós-graduações e esse mestrado profissional”.  

    O feito é motivo de orgulho, tanto para Ana Claudia como para colegas de equipe. “Ela é muito estudiosa e incansável. Merece esse reconhecimento, sabe muito sobre acessibilidade e inclusão”, declarou Jaydeth Aquino, supervisora da Seção de Aquisições e Contratos da DTI.   

    Currículo 

    Ana Cláudia é graduada em Ciência da Computação e pós-graduada em Design informacional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também tem pós-graduação em Design Instrucional pela Universidade de Itajubá (MG) e em Informática Educacional pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE). 

    Atualmente, é doutoranda em Engenharia de software pelo Cesar School.  

    Prêmio P&D de Design 2026 

    O Prêmio P&D Design reconhece e valoriza a excelência da produção científica em Design desenvolvida nos programas brasileiros de pós-graduação. Na edição de 2026, concorreram teses de doutorado e dissertações de mestrado, acadêmicas e profissionais, defendidas em 2024 e 2025. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Servidora do TRF5 conquista 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026 Última atualização: 19/10/2026 às 13:49:00

    Um olhar sensível, que ultrapassa o tecnológico e alcança o ser humano. Essa é uma das premissas que permeia a dissertação do mestrado profissional da servidora Ana Cláudia Nunes de Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. Com o trabalho intitulado “Nada sobre nós sem nós: um estudo sobre a criação de diretrizes para a CESTA, um repositório de conhecimento colaborativo e cooperativo entre docentes do ensino superior e discentes TEA na CESAR School”, ela conquistou o 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026.  

    Os dois anos de pesquisas e estudos na Cesar School (escola de inovação do Recife) resultaram no desenvolvimento da CESTA (Comunidade de Ensino-Aprendizagem para Suporte de Transformação e Autonomia), uma plataforma multimídia orgânica, colaborativa, para compartilhamento de informações e conhecimento. O principal objetivo é solucionar as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente relacionadas à sobrecarga sensorial, dificuldades de interação social e barreiras pedagógicas. 

    A CESTA funciona como um repositório de conteúdos educacionais, servindo como ponto de conexão e conversação entre docentes e discentes das universidades, com espaços de interação, recursos de acessibilidade e personalização.    

    Além da tecnologia 

    A pesquisa foi escolhida entre mais de 1.700 trabalhos de universidades particulares e públicas em todo o país. Para Ana Cláudia, que atua na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do TRF5 como supervisora da área de acessibilidade e usabilidade, ao desenvolver um produto é necessário atenção às peculiaridades de cada usuário. “Eu sempre mexi com questões de interdisciplinariedade e transversalidade. Não vejo as coisas somente pelo olhar tecnológico, mas também preciso enxergar as questões humanas, porque trabalho com acessibilidade. Temos sempre que incluir o usuário no processo, porque é para eles que os produtos são desenvolvidos. O produto não pode ser voltado para a experiência do usuário com um único ponto de vista; tem que ser trabalhado sobre os diversos pontos de vista, principalmente daquelas pessoas que serão atendidas”.  

    A servidora também fez um agradecimento especial ao TRF5, pelo incentivo aos estudos. “Seguir a carreira acadêmica sempre foi meu sonho e eu só pude realizá-lo com a ajuda do Tribunal. Foi a partir dos incentivos do TRF5 que pude fazer minhas pós-graduações e esse mestrado profissional”.  

    O feito é motivo de orgulho, tanto para Ana Claudia como para colegas de equipe. “Ela é muito estudiosa e incansável. Merece esse reconhecimento, sabe muito sobre acessibilidade e inclusão”, declarou Jaydeth Aquino, supervisora da Seção de Aquisições e Contratos da DTI.   

    Currículo 

    Ana Cláudia é graduada em Ciência da Computação e pós-graduada em Design informacional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também tem pós-graduação em Design Instrucional pela Universidade de Itajubá (MG) e em Informática Educacional pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE). 

    Atualmente, é doutoranda em Engenharia de software pelo Cesar School.  

    Prêmio P&D de Design 2026 

    O Prêmio P&D Design reconhece e valoriza a excelência da produção científica em Design desenvolvida nos programas brasileiros de pós-graduação. Na edição de 2026, concorreram teses de doutorado e dissertações de mestrado, acadêmicas e profissionais, defendidas em 2024 e 2025. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Servidora do TRF5 conquista 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026 Última atualização: 19/10/2026 às 13:49:00

    Um olhar sensível, que ultrapassa o tecnológico e alcança o ser humano. Essa é uma das premissas que permeia a dissertação do mestrado profissional da servidora Ana Cláudia Nunes de Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. Com o trabalho intitulado “Nada sobre nós sem nós: um estudo sobre a criação de diretrizes para a CESTA, um repositório de conhecimento colaborativo e cooperativo entre docentes do ensino superior e discentes TEA na CESAR School”, ela conquistou o 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026.  

    Os dois anos de pesquisas e estudos na Cesar School (escola de inovação do Recife) resultaram no desenvolvimento da CESTA (Comunidade de Ensino-Aprendizagem para Suporte de Transformação e Autonomia), uma plataforma multimídia orgânica, colaborativa, para compartilhamento de informações e conhecimento. O principal objetivo é solucionar as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente relacionadas à sobrecarga sensorial, dificuldades de interação social e barreiras pedagógicas. 

    A CESTA funciona como um repositório de conteúdos educacionais, servindo como ponto de conexão e conversação entre docentes e discentes das universidades, com espaços de interação, recursos de acessibilidade e personalização.    

    Além da tecnologia 

    A pesquisa foi escolhida entre mais de 1.700 trabalhos de universidades particulares e públicas em todo o país. Para Ana Cláudia, que atua na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do TRF5 como supervisora da área de acessibilidade e usabilidade, ao desenvolver um produto é necessário atenção às peculiaridades de cada usuário. “Eu sempre mexi com questões de interdisciplinariedade e transversalidade. Não vejo as coisas somente pelo olhar tecnológico, mas também preciso enxergar as questões humanas, porque trabalho com acessibilidade. Temos sempre que incluir o usuário no processo, porque é para eles que os produtos são desenvolvidos. O produto não pode ser voltado para a experiência do usuário com um único ponto de vista; tem que ser trabalhado sobre os diversos pontos de vista, principalmente daquelas pessoas que serão atendidas”.  

    A servidora também fez um agradecimento especial ao TRF5, pelo incentivo aos estudos. “Seguir a carreira acadêmica sempre foi meu sonho e eu só pude realizá-lo com a ajuda do Tribunal. Foi a partir dos incentivos do TRF5 que pude fazer minhas pós-graduações e esse mestrado profissional”.  

    O feito é motivo de orgulho, tanto para Ana Claudia como para colegas de equipe. “Ela é muito estudiosa e incansável. Merece esse reconhecimento, sabe muito sobre acessibilidade e inclusão”, declarou Jaydeth Aquino, supervisora da Seção de Aquisições e Contratos da DTI.   

    Currículo 

    Ana Cláudia é graduada em Ciência da Computação e pós-graduada em Design informacional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também tem pós-graduação em Design Instrucional pela Universidade de Itajubá (MG) e em Informática Educacional pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE). 

    Atualmente, é doutoranda em Engenharia de software pelo Cesar School.  

    Prêmio P&D de Design 2026 

    O Prêmio P&D Design reconhece e valoriza a excelência da produção científica em Design desenvolvida nos programas brasileiros de pós-graduação. Na edição de 2026, concorreram teses de doutorado e dissertações de mestrado, acadêmicas e profissionais, defendidas em 2024 e 2025. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Equipe do Ministério da Igualdade Racial realiza visita institucional ao presidente do TRF5 Última atualização: 20/10/2026 às 18:34:00

    O presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, desembargador federal Roberto Machado, recebeu, nesta terça-feira (20/10), uma visita institucional de representantes do Ministério da Igualdade Racial. A reunião foi realizada no Gabinete da Presidência e contou com a presença da desembargadora federal Gisele Sampaio, gestora do Pacto pela Equidade Racial no TRF5, além de integrantes da Procuradoria Regional Federal da 5ª Região. 

    A atenção aos povos de comunidades tradicionais, a implementação de cotas raciais nos concursos e o fortalecimento dos protocolos que tratam do tema no Judiciário foram alguns dos temas apresentados. A pauta também contemplou a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 973 (ADPF Vidas Negras), julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro do ano passado, na qual a Corte Suprema reconheceu a existência do racismo estrutural no Brasil e a ocorrência de graves violações a preceitos fundamentais. 

    A secretária executiva no Ministério, Bárbara Souza, destacou a importância de uma ação conjunta entre as instituições e a atuação do TRF5 no que diz respeito ao tema do combate ao racismo. “Foi uma honra essa conversa. Tratamos da relevância das cotas e da recomendação que o Tribunal de Contas da União (TCU) tem dado para que a implementação das cotas nos concursos seja unificada, monitorada, avaliada. O TRF5 tem papel chave e, inclusive, é citado no acórdão do TCU como exemplo positivo, porque, nos concursos, trouxe diversidade, pessoas com deficiência, mulheres, pessoas negras. Ou seja, o TRF5 já tem um olhar sensível para o tema”. 

    Já a desembargadora federal Gisele Sampaio disse acreditar nos resultados positivos da reunião. “Falamos sobre os temas comuns dentro da pauta da política da equidade racial e quais as colaborações que cada uma das nossas instituições pode dar, em especial nas áreas da formação, de letramento racial e de políticas públicas. Foi uma reunião muito proveitosa, e eu creio que haverá muitas parcerias exitosas dentro dessa temática”.  

    A procuradora-regional federal da 5ª Região, Larissa Suassuna, também classificou como proveitosa a reunião. “São demandas de extrema relevância, que discutem as políticas de cotas raciais, as bancas de heteroidentificação, o próprio reconhecimento de comunidades quilombolas. Ter a possibilidade de falar sobre essas agendas e ouvir o que o Tribunal já vem fazendo nessa pauta foi muito bom. O Judiciário precisa ter esse olhar de sensibilidade para as políticas públicas”.  

    Também acompanharam a reunião o representante jurídico do Ministério da Igualdade Racial, Silton Melo, o subprocurador-regional federal da 5ª Região, Henrique Varejão, e o subprocurador regional da União, Roberto Lemos.  

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • TRF5 realiza programação infantil com sessão de cinema e conversa sobre direitos das crianças Última atualização: 20/10/2026 às 18:51:00

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região- TRF5 promoveu, nesta terça-feira (20/10), uma programação especial em homenagem ao Dia das Crianças e à Constituição Federal. O público mirim lotou o auditório da Escola de Magistratura Federal da 5ª Região (Esmafe) com animação, simpatia, curiosidade e muitas propostas por um mundo melhor. 

    A desembargadora federal Gisele Sampaio deu as boas-vindas às crianças e, de forma didática, explicou sobre a Constituição Federal. A história de um país imaginário cujos habitantes eram pessoas bem diferentes e que precisava de regras, descritas no “Livro dos Combinados”, chamou a atenção das(os) pequenas(os). A magistrada comparou o documento fictício com a Constituição, explicando sobre direito à igualdade, saúde, educação, de brincar, entre outros. “A Constituição assegura o direito de vocês viverem, serem felizes, amados e amadas”.  

    Em seguida, a desembargadora convidou as crianças e escreverem e desenharem regras ou “combinados” que elas gostariam que todas as pessoas seguissem. As propostas revelaram a espontaneidade e consciência do mundo que as cerca: “paz e harmonia”; “férias todos os dias”; “menos feminicídio”, “não gastar muita água”; “igualdade social”; “todas as pessoas devem ter onde morar”; “escovar os dentes direitinho”; “não pode jogar lixo no chão”; “comer frutas”; “ajudar as pessoas” etc.  

    O material será compilado e encapado, passando a integrar o acervo da Biblioteca do TRF5.  

    Cine Família TRF5 

    A tarde também contou com a exibição do filme Toy Story 5, que propõe uma reflexão sobre o uso de telas na infância e as consequências da utilização excessiva dos eletrônicos. 

    Para acompanhar a sessão de cinema, as crianças ganharam um lanche especial. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Servidora do TRF5 conquista 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026 Última atualização: 19/10/2026 às 13:49:00

    Um olhar sensível, que ultrapassa o tecnológico e alcança o ser humano. Essa é uma das premissas que permeia a dissertação do mestrado profissional da servidora Ana Cláudia Nunes de Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. Com o trabalho intitulado “Nada sobre nós sem nós: um estudo sobre a criação de diretrizes para a CESTA, um repositório de conhecimento colaborativo e cooperativo entre docentes do ensino superior e discentes TEA na CESAR School”, ela conquistou o 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026.  

    Os dois anos de pesquisas e estudos na Cesar School (escola de inovação do Recife) resultaram no desenvolvimento da CESTA (Comunidade de Ensino-Aprendizagem para Suporte de Transformação e Autonomia), uma plataforma multimídia orgânica, colaborativa, para compartilhamento de informações e conhecimento. O principal objetivo é solucionar as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente relacionadas à sobrecarga sensorial, dificuldades de interação social e barreiras pedagógicas. 

    A CESTA funciona como um repositório de conteúdos educacionais, servindo como ponto de conexão e conversação entre docentes e discentes das universidades, com espaços de interação, recursos de acessibilidade e personalização.    

    Além da tecnologia 

    A pesquisa foi escolhida entre mais de 1.700 trabalhos de universidades particulares e públicas em todo o país. Para Ana Cláudia, que atua na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do TRF5 como supervisora da área de acessibilidade e usabilidade, ao desenvolver um produto é necessário atenção às peculiaridades de cada usuário. “Eu sempre mexi com questões de interdisciplinariedade e transversalidade. Não vejo as coisas somente pelo olhar tecnológico, mas também preciso enxergar as questões humanas, porque trabalho com acessibilidade. Temos sempre que incluir o usuário no processo, porque é para eles que os produtos são desenvolvidos. O produto não pode ser voltado para a experiência do usuário com um único ponto de vista; tem que ser trabalhado sobre os diversos pontos de vista, principalmente daquelas pessoas que serão atendidas”.  

    A servidora também fez um agradecimento especial ao TRF5, pelo incentivo aos estudos. “Seguir a carreira acadêmica sempre foi meu sonho e eu só pude realizá-lo com a ajuda do Tribunal. Foi a partir dos incentivos do TRF5 que pude fazer minhas pós-graduações e esse mestrado profissional”.  

    O feito é motivo de orgulho, tanto para Ana Claudia como para colegas de equipe. “Ela é muito estudiosa e incansável. Merece esse reconhecimento, sabe muito sobre acessibilidade e inclusão”, declarou Jaydeth Aquino, supervisora da Seção de Aquisições e Contratos da DTI.   

    Currículo 

    Ana Cláudia é graduada em Ciência da Computação e pós-graduada em Design informacional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também tem pós-graduação em Design Instrucional pela Universidade de Itajubá (MG) e em Informática Educacional pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE). 

    Atualmente, é doutoranda em Engenharia de software pelo Cesar School.  

    Prêmio P&D de Design 2026 

    O Prêmio P&D Design reconhece e valoriza a excelência da produção científica em Design desenvolvida nos programas brasileiros de pós-graduação. Na edição de 2026, concorreram teses de doutorado e dissertações de mestrado, acadêmicas e profissionais, defendidas em 2024 e 2025. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Servidora do TRF5 conquista 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026 Última atualização: 19/10/2026 às 13:49:00

    Um olhar sensível, que ultrapassa o tecnológico e alcança o ser humano. Essa é uma das premissas que permeia a dissertação do mestrado profissional da servidora Ana Cláudia Nunes de Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. Com o trabalho intitulado “Nada sobre nós sem nós: um estudo sobre a criação de diretrizes para a CESTA, um repositório de conhecimento colaborativo e cooperativo entre docentes do ensino superior e discentes TEA na CESAR School”, ela conquistou o 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026.  

    Os dois anos de pesquisas e estudos na Cesar School (escola de inovação do Recife) resultaram no desenvolvimento da CESTA (Comunidade de Ensino-Aprendizagem para Suporte de Transformação e Autonomia), uma plataforma multimídia orgânica, colaborativa, para compartilhamento de informações e conhecimento. O principal objetivo é solucionar as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente relacionadas à sobrecarga sensorial, dificuldades de interação social e barreiras pedagógicas. 

    A CESTA funciona como um repositório de conteúdos educacionais, servindo como ponto de conexão e conversação entre docentes e discentes das universidades, com espaços de interação, recursos de acessibilidade e personalização.    

    Além da tecnologia 

    A pesquisa foi escolhida entre mais de 1.700 trabalhos de universidades particulares e públicas em todo o país. Para Ana Cláudia, que atua na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do TRF5 como supervisora da área de acessibilidade e usabilidade, ao desenvolver um produto é necessário atenção às peculiaridades de cada usuário. “Eu sempre mexi com questões de interdisciplinariedade e transversalidade. Não vejo as coisas somente pelo olhar tecnológico, mas também preciso enxergar as questões humanas, porque trabalho com acessibilidade. Temos sempre que incluir o usuário no processo, porque é para eles que os produtos são desenvolvidos. O produto não pode ser voltado para a experiência do usuário com um único ponto de vista; tem que ser trabalhado sobre os diversos pontos de vista, principalmente daquelas pessoas que serão atendidas”.  

    A servidora também fez um agradecimento especial ao TRF5, pelo incentivo aos estudos. “Seguir a carreira acadêmica sempre foi meu sonho e eu só pude realizá-lo com a ajuda do Tribunal. Foi a partir dos incentivos do TRF5 que pude fazer minhas pós-graduações e esse mestrado profissional”.  

    O feito é motivo de orgulho, tanto para Ana Claudia como para colegas de equipe. “Ela é muito estudiosa e incansável. Merece esse reconhecimento, sabe muito sobre acessibilidade e inclusão”, declarou Jaydeth Aquino, supervisora da Seção de Aquisições e Contratos da DTI.   

    Currículo 

    Ana Cláudia é graduada em Ciência da Computação e pós-graduada em Design informacional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também tem pós-graduação em Design Instrucional pela Universidade de Itajubá (MG) e em Informática Educacional pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE). 

    Atualmente, é doutoranda em Engenharia de software pelo Cesar School.  

    Prêmio P&D de Design 2026 

    O Prêmio P&D Design reconhece e valoriza a excelência da produção científica em Design desenvolvida nos programas brasileiros de pós-graduação. Na edição de 2026, concorreram teses de doutorado e dissertações de mestrado, acadêmicas e profissionais, defendidas em 2024 e 2025. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5