Categoria: CONCURSOS

  • Confira 7 dicas de etiqueta para executar o trabalho home office

    Muitas empresas adotaram o home office durante a pandemia do novo Coronavírus na tentativa de manter a rotina de trabalho das organizações, mesmo durante a quarentena. Dessa forma, os funcionários podem realizar o seu trabalho sem precisa sair de casa. 

    Apesar de ser um modalidade de trabalho pouco comum em nosso país, alguns estudos já demonstram que o home office deve se tornar uma prática mais habitual, após a estabilização do surto da Covid-19. A FGV, por exemplo, aponta que deve crescer 30%. 

    Apesar de trazer comodidade, a rotina do home office exige comprometimento, organização e profissionalismo. Afinal, mesmo de casa, o trabalho precisa ser entregue como se estivéssemos trabalhando nas dependências da empresa. Por isso, é importante que o trabalho remoto seja executado com dedicação. 

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    trabalho home office
    Trabalho home office exige comprometimento e dedicação
    (Foto: Divulgação)

     

    Confira as etiquetas do trabalho home office 

    As coordenadoras de seleção da Luandre, Luciana Santos e Larissa Gonçalves listam algumas situações que podem gerar dúvidas para os colaboradores que estão no trabalho home office. Confira! 

    1. Uso do computador da empresa por filhos

    No momento em que os filhos deixam de frequentar as aulas regulares, muitos pais se veem com a tarefa de proporcionar atividades a eles e isso pode incluir oferecer o computador para que vejam filmes e se distraiam ou ainda para que tenham aulas online. 

    Para a coordenadora de seleção, “muitos se esquecem que as empresas têm acesso às atividades realizadas em seus computadores, cedidos para o trabalho remoto, e algumas podem vir a estudar soluções junto ao RH ou ao jurídico para informar o colaborador sobre este monitoramento ou até mesmo criar advertências, até pelo cuidado do equipamento que é patrimônio da empresa e há valor agregado”. 

    Por isso, Luciana aconselha os pais com filhos em casa que forneçam outras atividades ou outro dispositivo a fim de evitar qualquer conflito.

    2. Trabalhar de pijama

    Sem a necessidade de trabalhar fora, seguir com as atividades corporativas, vestindo pijama ou roupas mais informais, parece tentador. Mas, não se preocupar com a etiqueta corporativa pode gerar uma interpretação equivocada ao se expor em videochamadas com colegas, superiores ou clientes. 

    “Todos sabem que o trabalho está sendo realizado de casa, mas demonstrar descuido pode passar a percepção de preguiça, desânimo ou até mesmo descaso, em reuniões, à distância”, diz Luciana. 

    Ela, ainda, chama atenção sobre a importância de ficar atento ao ambiente que será mostrado na câmera: o ideal é apresentar um “cenário” organizado e ter cuidado com os barulhos, na medida do possível.

    3. Outras atividades em horário de trabalho

    Um dos grandes desafios do home office é a disciplina. Muitos se sentem desmotivados por estarem sozinhos e procuram formas de distração, como filmes ou redes sociais. Larissa Gonçalves alerta que isso pode colocar até mesmo o emprego em risco, uma vez que o profissional torna-se improdutivo. 

    “Mesmo que o colaborador não use o computador da empresa que pode monitorar o login e o logout, por exemplo, o dia a dia vai demonstrar que as entregas não foram realizadas”.

    Ela também aconselha a fazer o trabalho no horário normal de expediente, tanto para manter a troca com a equipe da forma habitual, quanto pela saúde do próprio profissional: “postergar atividades e se ver obrigado a trabalhar de madrugada só vai adicionar ansiedade à rotina que já está alterada”.      

    Notícias de empregos

    4. Falta de estrutura

    Estar em home office é um novo modelo adotado por muitas empresas durante a quarentena porque os funcionários podem realizar as mesmas tarefas com o uso do computador, telefone e dispositivos que a grande maioria já possui hoje. “Mas, e se eu não tiver?”, alguns podem se questionar. Neste caso, segundo Larissa, é necessário comunicar os superiores diretos para identificar qual solução pode ser adotada para sanar a falta de um computador ou de uma rede de internet adequada.

    5. Desorganização

    “Trabalhar de casa não significa não ter planejamento”, explica Larissa. Ela pontua que claramente há vantagens, como não ter de pegar trânsito para ida e para a saída, o que otimiza o tempo do colaborador, mas isto não quer dizer que o cotidiano não tenha de ter uma agenda porque os compromissos têm de continuar a ser cumpridos.

    Além de organizar o tempo, a organização dos documentos também é algo que vale se atentar para facilitar a vida de todos os envolvidos. Assim, é importante conferir, ao final do dia, se os novos materiais estão disponíveis na nuvem ou sistema utilizado por sua empresa para os demais colegas.

    6. Conflito entre vida pessoal e profissional

    Cachorro latindo, filhos chamando, vizinhos gritando, são algumas situações que não só desconcentram o profissional, mas também podem ser mal vistas durante uma call ou videoconferência. 

    “Claro que há situações que são inevitáveis no home office, como uma reforma do vizinho de cima, que é algo que no período de quarentena não deve ser comum”, diz Luciana.

    A especialista chama atenção, no entanto, para todas as outras situações caseiras que vão contra a etiqueta corporativa e que podem ser evitadas.   

    7. Ficar incomunicável

    Uma vez que a presença física não é possível, neste momento, ficar incomunicável sem uma boa razão é uma das atitudes mais antiprofissionais que se pode ter. 

    “O colaborador pode ter sua hora de almoço e algumas pausas durante o dia, como acontece no ambiente de trabalho, mas passar muitas horas sem responder a e-mails ou WhatsApp é prejudicial a ele e à equipe”, finaliza.
     

  • Programa de Estágio Elanco: inscrições abertas até 4 de maio

    A Elanco Saúde Animal, uma das maiores empresas do segmento no mundo, está com vagas de estágio abertas para estudantes de nível superior. As inscrições  vão até o dia 4 de maio e os selecionados vão atuar na cidade de São Paulo.

    O Programa de Estágios 2020 é voltado a alunos de todas as universidades matriculados nos cursos de: Administração, Comércio exterior, Ciências contábeis, Economia, Engenharia, Recursos humanos, Jornalismo, Comunicação, Marketing, Relações internacionais, Medicina veterinária, Zootecnia e cursos afins.

    Para participar, é preciso estar a, pelo menos, dois anos de concluir a graduação. A empresa não exige experiência profissional prévia, apenas conhecimentos em pacote Office e Inglês.

    O nível de proficiência na língua inglesa exigido pode variar desde o conhecimento básico ao avançado, dependendo da vaga concorrida. Também não há um limite de idade para participação. 

    ♦ Áreas de Atuação: 

    – Treinamento de Vendas
    – Preços (Finanças)
    – Veterinária (Marketing Avicultura)

    ♦ Pré-Requisitos para inscrição:

    – Superior em andamento com previsão de conclusão a partir de junho de 2022 ou disponibilidade para estagiar por 2 anos (período matutino ou noturno)
    – Conhecimento do Pacote Office

    ♦ Início previsto:

    – Junho de 2020

    Duração do Programa de Estágio:

    – Dois anos

    Notícias de empregos

    Os selecionados vão receber uma bolsa auxílio no valor de R$2.300, além de benefícios como:

    • Vale refeição;
    • Vale transporte ou estacionamento;
    • Bonificação de fim de ano;
    • Seguro de vida em grupo;
    • Assistência médica;
    • Assistência farmacêutica (80% sobre medicamentos prescritos);
    • Gympass para o estagiário e dependentes; e
    • Subsídio para corridas de rua em todo o território nacional.

     

    Primeiras etapas do processo seletivo serão online

    As inscrições para o Programa de Estágios da Elanco Saúde Animal podem ser feitas online, pelo site da plataforma Bettha. No portal, o candidato deve pesquisar por “Elanco” e se inscrever até o dia 4 de maio.

    Além do cadastro, o interessado deverá realizar um teste de personalidade, que vai conectá-lo às vagas que tenham seu perfil. Devido à quarentena, a pré-seleção será realizada por meio de inteligência artificial, que dará “match” com o candidato, encaminhando-o diretamente para a entrevista.

    A fim de evitar que os candidatos se desloquem pela cidade por conta do surto de Coronavírus, todas as etapas do processo de seleção dos estagiários serão realizadas via plataforma virtual.

    Isso inclui uma entrevista gravada. Apenas a última fase poderá ser realizada pessoalmente, mas a data ainda será definida.

     

    Estagiários
    Elanco Brasil abre vagas de estágio de nível superior
    (Foto: Reprodução)

     

    A Elanco ressalta que o processo seletivo de estagiário está alinhado à política de equidade da companhia, que hoje conta com 51% de mulheres em seu quadro de funcionários e que elas têm ocupado 49% dos cargos de gestão. 

    A  analista sênior da área de Aquisição de Talentos da Elanco Brasil, Suélen Bauer, que ingressou na empresa como estagiária em 2014, falou um pouco sobre o que é esperado das novas contratações.

    “Na Elanco, desenvolvemos nossos estagiários para que tenham segurança ao desempenhar desde atividades básicas na área até gerar ideias e defendê-las frente à liderança. Queremos que se sintam preparados para inovar em processos e participar de projetos multifuncionais com outras equipes”, afirma.

    A multinacional acredita que é necessário ter produtos e processos inovadores para cumprir sua visão – “alimento e companheirismo enriquecendo a vida”. Por isso, promove uma cultura diversa, na qual as pessoas possam contribuir independentemente de raça, deficiência, gênero, orientação sexual e outras questões.

  • Com a pandemia, confiança dos empresários tem queda histórica

    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) registrou uma queda histórica em seu Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI). Apenas entre os meses de março e abril, o índice caiu 25,8 pontos.

    A escala é medida de 0 a 100 pontos e, desde o início do ano, o recuo acumulado foi de 30,8 pontos. O ICEI começou a ser medido em 2010 e, com essa queda, já é possível dizer que é a menor taxa da história.

    O índice atual é de 34,7 pontos dos 100 possíveis e essa redução se deve à crise causada pela pandemia do novo Coronavírus. Em uma comparação com a greve dos caminhoneiros, em 2018, a queda foi de 5,8 pontos.

    Carlos Adijaodi, diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, informou que esse cenário pode trazer graves consequências para a economia. “A queda na confiança dos empresários pode contribuir para a paralisação dos investimentos, ou seja, para o agravamento da crise econômica”, disse em comunicado.

    “Há dificuldades no fluxo de insumos, mercadorias e trabalhadores e as medidas de isolamento social e o consequente ‘desaparecimento do consumidor’ resultou em forte queda na receita das empresas”, completa.

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    + 60% dos pequenos negócios têm crédito negado, diz Sebrae

    O setor que tem o menor índice de confiança é o de produção de móveis (26 pontos), seguido de vestuário e acessórios (29,1), calçados (29,4), produtos têxteis (30), indústria de transformação (34,3), construção (34,8) e indústria extrativa (39,1).

     

    Pandemia do novo Coronavírus diminui confiança
    dos empresários ​​​​(Foto: Pixabay)

     

    Bens industriais têm queda de 1% no consumo aparente, diz Ipea

    Na comparação a janeiro, fevereiro teve queda de 1% no consumo aparente da indústria (que equivale à produção doméstica não exportada mais as importações). A informação foi divulgada nessa quarta, 15, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

    + 3,6 milhões de pessoas recebem o auxílio emergencial nesta quinta, 16

    Se comparada ao mês de fevereiro do ano passado, a demanda interna por bens industriais teve crescimento de 1,2%. Em janeiro deste ano, o indicador havia registrado alta de 11,1%, mas fechou o trimestre móvel, encerrado em fevereiro, com um recuo de 3,4%.

    De acordo com o Ipea, a demanda interna por bens industriais nacionais teve uma retração de 1,4%, enquanto as importações subiram apenas 0,2%. A indústria extrativa mineral, que teve avanço de 28,3% em janeiro, recuou 12,1%;

    Dos 22 segmentos da indústria de transformação, apenas dez tiveram aumento no consumo de bens. O destaque foi para o setor de máquinas e equipamentos, que cresceu 9,8% em fevereiro.

  • Câmara inclui mais categorias profissionais no auxílio de R$600

    O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 16, o projeto de lei (PL) 8723/20, que amplia as categorias profissionais que poderão receber o auxílio emergencial de R$600, o chamado ‘coronavoucher’.

    Antes restrito aos trabalhadores informais, MEIs, autônomos, desempregados e mães chefes de família, agora o benefício poderá atender a outros grupos sociais, como agricultores, taxistas, caminhoneiros, diaristas, esteticistas, entre outros. Mas, antes disso, o PL precisa retornar ao Senado para apreciação.

    + Coronoavoucher: 3,6 milhões de MEI devem receber o auxílio

    O texto aprovado, ainda, prevê que tanto pai ou mãe provedor de família monoparental receba duas cotas do auxílio emergencial, no valor de R$1.200. Até o momento, apenas mães de família tinham tal benefício.

    O deputado Carlos Veras (PT-PE) se mostrou preocupado no sentido de que as alterações feitas pela casa acabem atrasando o pagamento do auxílio emergencial. Entretanto, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o substitutivo aprovado será encaminhado imediatamente rapidamente ao Senado.

    + Mães chefes de família recebem R$1.200 do auxílio neste terça-feira, 14

     

    Taxistas, esteticistas, diaristas e outras categorias profissionais
    poderão receber o coronavoucher (Foto: A7 Press/Agência O Globo)

    Obrigatoriedade do CPF 

    Para evitar filas na Receita Federal, bem como atender às medidas de isolamento social, os deputados aprovaram o destaque que põe fim à proibição de que pessoas sem o CPF possam ter acesso ao auxílio. 

    Diante disso, o governo em indicar outros documentos, como carteira de trabalho ou certidão de nascimento, que possam ser conferidos na solicitação do benefício a fim de evitar fraudes.

    Em reportagem ao G1, o líder do governo na Câmara, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), afirmou que o governo, fará um anúncio nesta sexta-feira, 17, sobre as medidas que serão adotadas para resolver o problema. 

    “Esse problema, sendo efetivamente solucionado, nós possamos retirar do texto no Senado Federal, para que evite inclusive um veto na sequência”, disse. 

    O destaque  que prevê a regularização automática dos CPFs e proíbe a cobrança de quaisquer taxas bancárias também foi aprovado pelos parlamentares. 

    Na última quarta-feira, 15, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) derrubou a obrigatoriedade do CPF em situação regular para o recebimento do coronavoucher. Em entrevista coletiva, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que o Ministério da Cidadania irá recorrer da decisão. 

    Mais de 7 milhões de trabalhadores já receberam os R$600

    Nessa quinta-feira, 16, a Caixa Econômica Federal realizou o pagamento do auxílio emergencial a 2.282.321 pessoas inscritas Cadastro Único (CadÚnico) nascidas em maio, junho, julho e agosto. O crédito estará disponível em poupança digital.

    Além disso, também será feito o pagamento a 1.360.024 beneficiários do programa Bolsa Família. Nesse caso, os valores são creditados de acordo com o Número de Identificação Social (NIS), e nesta quinta recebem aqueles com NIS 1.

    Na sexta-feira, 17, vão receber o dinheiro 1.958.268 trabalhadores informais nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro, e 1.359.786 famílias beneficiárias do Bolsa Família com NIS 2.

    De acordo com a Caixa, até as 17h desta quarta-feira, 15, havia 36,7 milhões de cadastros finalizados e o dinheiro já foi creditado a 7,1 milhões de pessoas – totalizando um valor de R$4,7 bilhões.

    Suspensão de parcelas do FIES durante a pandemia

    A Câmara também aprovou a proposta de suspensão das parcelas adimplentes e inadimplentes do Fies durante a pandemia. Por enquanto, ficam suspensas somente duas parcelas, em caso de utilização ou carência do contrato ou quatro, para aqueles em fase de amortização.  

    Ainda assim, a União Nacional dos Estudantes (UNE) considera a aprovação uma vitória para os graduandos. 

    “Estamos no meio de uma crise de saúde jamais vista por conta da pandemia da Covid-19, a aprovação do Projeto de Lei é uma grande vitória aos estudantes, que dá oportunidades aos universitários e recém formados de não se endividarem e seguir com menos danos e dar continuidade à graduação”, afirma Iago Montalvão, presidente da UNE.

    Contudo, a instituição informou que vai lutar para que o prazo seja estendido a seis meses a fim de garantir que os jovens e suas famílias tenham um período maior para restabelecerem suas vidas financeiras ao final da crise provocada pela Covid-19.

     

  • Stone abre vagas de emprego para a área Comercial, no Rio de Janeiro

    A Stone, fintech de serviços financeiros e de pagamentos, abriu novas vagas de emprego. As oportunidades são para as áreas Comercial e de Atendimento, em Teresópolis e Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Os trabalhos são uma ótima oportunidade para quem busca uma recolocação durante a crise provocada pela pandemia do novo Coronavírus. 

    As vagas podem ser acessadas na página de recrutamento da Stone, no site Jobs.Kenoby. Não há prazo para término das inscrições. Portanto, as oportunidades podem ficar indisponíveis assim que forem preenchidas, sem aviso prévio. 

    Governo propõe salário mínimo de R$1.079 para o próximo ano

    Para a área Comercial, os salários variam a partir de R$3.254 (fixo + variável), relacionado ao cumprimento de metas. Além disso, a empresa oferece vale-alimentação e refeição, vale transporte, seguro saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio creche e auxílio academia. 

    Confira as vagas •

    Por conta da crise provocada pela pandemia, o processo seletivo está sendo conduzido de forma online. O novo processo de contratação inclui testes online e entrevistas por videoconferência, por exemplo, e não haverá a etapa presencial para conhecer as instalações da empresa. 

    Para Augusto Lins, presidente da Stone, o Rio de Janeiro é um polo estratégico para a companhia. Por isso, a empresa está investindo em oportunidades de emprego na região com o objetivo de continuar crescendo e atendendo bem os seus clientes.

    “Nosso modelo de atuação é diferenciado, pois sabemos que o Brasil vai muito além dos grandes centros. Somos movidos por empreendedores espalhados por todo o país. Precisamos reforçar ainda mais nossos times locais para atender com excelência nossos clientes da região.”

    Stone
    Stone abre novas vagas de emprego para cidades
    do Rio de Janeiro (Foto: Divulgação)

     

    Stone também oferta vagas home office na área de tecnologia

    A Stone também está com inscrições abertas para empregos na área de tecnologia. A novidade é que as vagas são para trabalho home office, modalidade que deixou de ser um benefício e se tornou a rotina de muitos profissionais durante a pandemia do Coronavírus. 

    De acordo com a instituição, são mais de dez vagas disponíveis. Os interessados podem optar pelo trabalho remoto de qualquer cidade do país. Quem não quiser exercer a função em home office, poderá trabalhar presencialmente nos escritórios do Rio de Janeiro ou São Paulo. Todas as contratações serão pelo regime CLT.

    + Pandemia eleva demanda por profissionais de tecnologia. Veja as vagas!

    MP 936: Dieese desenvolve calculadora de perda de rendimentos 

    As oportunidades estão relacionadas à construção da Conta Stone, uma conta de pagamento feita para empreendedores e estão disponíveis para os seguintes cargos: 

    • Data analyst;
    • Designer de produtos UX/UI – Researcher;
    • Designer de produto UX/UI;
    • DevOps;
    • Front-End developer;
    • iOS developer
    • Jr. Android developer;
    • QA Sênior;
    • Redator(a) – UX Copywriter; e
    • Software developer.

    Saiba mais

     

  • Covid-19: qual perfil profissional o mercado vai exigir com a crise?

    Com a crise provocada pela pandemia do novo Coronavírus, é esperado um aumento significativo no número de desemprego. Um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) aponta que, no cenário mais pessimista, é possível ter até 12,6 milhões desempregados.

    A taxa atual de desemprego já é de 11,6% e, nessa nova realidade, a taxa se elevaria a 23,8%. Em um cenário mais factível, os pesquisadores 6 milhões de novos desempregados, encerrando o ano com uma taxa de desemprego de 17,8% e, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), o PIB (Produto Interno Bruto) deverá encolher 5,3%.

    Apesar das medidas já anunciadas pelo governo federal para conter a crise econômica, haverá impactos nos empregos e até na renda média dos trabalhadores. Para Ladmir Carvalho, CEO da Alterdata, o varejo será um dos setores que mais sentirá com os efeitos dessa crise, “pois é altamente dependente do fluxo de pessoas pelas ruas, nos shoppings e nas calçadas”. 

    “As vendas online destas mesmas empresas, por mais que sejam ferramentas importantes, não substituirão o faturamento perdido”, explica o CEO. E com essa nova realidade, Ladmir acredita que também haverá mudanças no perfil dos funcionários que o mercado vai buscar, e a capacidade de produção em home office será uma característica importante.

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    “Os profissionais que conseguirem entregar o que se propõem trabalhando remotamente terão mais valor.  A Alterdata possui cerca de 1.800 colaboradores, e todos estão em home office, o que já dá para notar aqueles que estão trabalhando normalmente, e os que perderam produtividade”, conta.

    O CEO explica que essa “perda de produtividade” tem ligação com “foco e concentração”. Ele conta que muitos funcionários acabam dependendo de um líder para cobrar produção e que, quando estão em casa, sem a figura desse líder, muitos acabam não tendo o mesmo rendimento que tinham na empresa.

    “O profissional que tiver mais capacidade de fazer o que tem que ser feito com menos cobrança de uma supervisão terá mais valor neste novo cenário”, destaca.

    Para Ladmir, um exemplo de profissional que terá mudança no perfil exigido pelo mercado é o vendedor. Serão valorizados “os vendedores com capacidade de vender sem estar fisicamente ao lado dos clientes”.

    Segundo ele, “o tipo de argumentação, demonstração e transferência de credibilidade é completamente diferente no mundo online do que presencial, alguns se adaptarão e outros não”.

     

    Ladmir Carvalho, CEO da Alterdata Software, acredita que
    o mercado vai buscar por novos perfis profissionais 
    (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)

     

    Contenção da crise

    Na Alterdata, foram criadas diversas medidas para conter a crise. Segundo o CEO, um dos maiores desafios foi viabilizar que 1.800 colaboradores realizassem o trabalho remoto. “Isso foi um plano de guerra que envolveu ambientes técnicos, RH, Compliance e outros setores”.

    Ele explica que realizaram treinamentos com supervisores e gerentes, além da criação de novos indicadores de performance e mudanças de rotinas. Na empresa foi criado um grupo de gestão de crise para levantar mecanismos que possam ajudar os clientes a continuar operando. 

    “Criamos em três dias um software de delivery para ajudar os clientes a venderem online, estamos fazendo dezenas e dezenas de horas de treinamento aos clientes para ajudar a levar mais conteúdo relevante”, conta.

    “Outro elemento importante foi o redesenho total do marketing, focando todas as energias para o mundo digital, aumentando expressivamente a visibilidade da empresa, o que fez este setor ser mais vital do que já era em nossa estrutura”, completa.

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    O mercado pós-pandemia

    “Assim que as empresas estiverem abertas e operando, nenhuma delas voltará ao passado como era”, explica o CEO. Ele acredita que o trabalho home office passe a fazer parte de várias atividades, mudando as dinâmicas e as formas nas entregas de resultado.

    “Não acredito que toda empresa será totalmente online daqui para frente, mas creio que alguns setores poderão ser, e acho ainda que alguns setores serão híbridos, ou seja, poderão ser tipo três vezes na semana em home office, ou outras possibilidades”, conta.

    Ladmir, ainda, pontua que as leis trabalhistas acabarão se adaptando a essa nova realidade. “Ou seja, todos terão de se adaptar, começando pelos profissionais, as empresas, passando pela legislação e chegando aos governos, que também terão de adotar novas práticas e rotinas”.

     

    Home office foi adotado por empresas durante período de isolamento
    (Foto: Divulgação)

     

    No entanto, a crise, segundo o CEO, pode ser um momento de reinvenção: “Acho importante que os profissionais entendam que onde há alguém chorando tem alguém vendendo lenço, ou seja, onde há uma crise, também há oportunidade”.

    “Neste momento, as profissões estão sendo reinventadas, e as pessoas que estão entrando no mercado de trabalho estão com uma chance imensa de terem muito destaque por estarem com uma nova forma de pensar, o que é mais difícil de um antigo profissional se reinventar”, ressalta.

    Ladmir aconselha que as pessoas tentem ser autodidatas e adquiram conhecimentos por conta própria, sem esperar por treinamentos formais. Ele também destaca a importância de saber gerir o tempo.

    + UFRPE e FGV divulgam cursos online para fazer durante a quarentena

    “O importante daqui para frente é a pessoa conseguir entregar de casa os trabalhos que precisam ser feitos sem a cobrança de um líder, é importante ser um excelente gestor do seu próprio tempo para conseguir não perder o foco das missões que lhe são dadas”, pondera.

    Por fim, a dica que ele dá é “saber usar as tecnologias a seu favor, como redes sociais, web conference, acesso remoto e outros, pois atualmente é possível estar em casa ao mesmo tempo que está com o grupo de trabalho, tudo virtual.  Não dá mais para brigar contra algo que já é realidade”, conclui.

  • 45,2 milhões de cadastrados já têm direito ao coronavoucher

    O Dataprev registrou, até o momento, que 45,2 milhões de cadastrados no portal e aplicativo da Caixa Econômica Federal já estão aptos a receberem o auxílio emergencial.  

    Desse total, 37,8 milhões de CPFs já foram homologados pelo Ministério da Cidadania e estão com a Caixa Econômica Federal (CEF) para pagamento, o que representa 70% do público inicialmente estimado, de 54 milhões, para ser atendido pelo programa.

    A Dataprev dividiu os CPFs já homologados em três grupos. O lote 1 do Grupo 1 (composto pelos microempreendedores individuais (MEIs), contribuintes individuais (CIs) e trabalhadores informais, cadastrados no aplicativo ou portal da Caixa Econômica Federal, corresponde a 16,4 milhões de um total de 23 milhões.

    Os outros 19,2 milhões são do Grupo 2 (CadÚnico – inscritos no Bolsa Família) e, por último, o Grupo 3, que são os inscritos no CadÚnico, mas não beneficiário do programa de renda, que corresponde a 9,6 milhões de CPFs.

    Segundo o presidente da Dataprev, Gustavo Canuto, o órgão já finalizou 100% da análise dos CPFs dos Grupos 2 e 3. Agora, a estatal centra os trabalhos na verificação dos dados do Grupo 1. “Nossa intenção é garantir o pagamento a quem precisa. A preocupação do presidente Jair Bolsonaro sempre foi atender aqueles que realmente têm direito e os três níveis de análise de filtros garantem que o recurso pago está de acordo com a Lei”, ressaltou.

    A expectativa é que os pagamentos referentes a esses requerimentos sejam realizados na próxima semana, de acordo com o Ministério da Cidadania. 

    “Nenhum país do mundo fez uma operação deste porte, com este grau de dificuldade. Por determinação do presidente Jair Bolsonaro, estamos fazendo com segurança e agilidade. É um programa do Governo Federal, executado pelo time de ministros, Caixa e com o trabalho extraordinário da Dataprev”, destacou Canuto. 

    + Coronavoucher: Governo sanciona auxílio emergencial sem mudanças

    + ‘Coronavoucher’: confira o calendário para pagamento dos R$600

    App da caixa
    Dos 23 milhões de cadastrados do Grupo 1, 16,4 milhões já têm
    direito ao auxílio emergencial (Foto: Agência Brasil)

     

    Confira quem tem direito ao benefício do Coronavoucher

    O auxílio emergencial, no valor de R$ 600, será pago durante três meses a trabalhadores maiores de 18 anos, com CPF regularizado, e que não possuam emprego formal. Para receber, o requerente não deve ser titular de benefício previdenciário ou assistencial, do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, exceto o Bolsa Família.

    Além disso, é preciso ter renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos. Os trabalhadores não podem ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.

    Estão aptos a realizar o cadastro, os trabalhadores que se encontram nas seguintes condições:

    • Microempreendedor individual (MEI);
    • Contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social e que trabalhe por conta própria;
    • Trabalhador informal empregado, autônomo ou desempregado;
    • Intermitente inativo
    • Inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), até 20 de março de 2020;
    • Os que se encaixam nos critérios de renda familiar mensal mencionados, sendo necessário fazer uma autodeclaração de renda no site do governo.
    • Mulheres mãe e chefe de família e estiver dentro dos demais critérios poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês.

    Mais de R$3,5 bilhões referentes ao auxílio já foram pagos

    A Secretaria Especial do Desenvolvimento Social divulgou na última terça-feira, dia 14, o valor do auxílio que já foi repassado aos beneficiários do Cadastro Único.  Um total de R$ 3,582 bilhões já foram pagos. 

    Só no dia 14, o auxílio emergencial de R$ 600 foi pago a 3,371 milhões de inscritos no Cadastro Único. Esses beneficiados se somam aos mais de 2,5 milhões que receberam na última quinta-feira, dia 9. 

    “São 3,371 milhões de pessoas nesse primeiro lote, que receberam hoje pela abertura de poupança digital. Então, temos 5,971 milhões de brasileiros, sendo que boa parte foi bancarizada, porque não tinha conta nos bancos e agora estão com poupança digital aberta na Caixa Econômica Federal”, destacou o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.

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    Também, na última terça-feira, iniciaram os pagamentos das mães chefes de família monoparentais. Ou seja, que criam seus filhos com menos de 18 anos sozinhas. São 3, 019 milhões de mulheres, que no total vão mobilizar R$ 2, 829 bilhões em recursos.

    Onyx Lorenzoni disse, ainda, que a partir de quinta-feira, dia 16, os beneficiários do Bolsa Família começam a receber o auxílio. O pagamento será feito para os casos em que o valor é mais vantajoso que o recebido pelo programa de transferência de renda.

     “Entre quem recebe o Bolsa Família e esses dois grupos do Cadastro Único, até sexta-feira, teremos 11,7 milhões de brasileiros com esse crédito depositado no Banco do Brasil ou na Caixa”, explicou Lorenzoni.

    O ministro aproveitou para elogiar os esforços da Dataprev no processamento dos dados cadastrados no aplicativo e no site da Caixa:

    “Cadastramos aproximadamente 35 milhões de pessoas. Essa primeira leva de 23 milhões está passando pelos sistemas de base de dados da Dataprev. Para cada um desses grupos, são 33 bilhões de informações processadas”, apontou Lorenzoni. “Não há nenhum país no mundo que tenha feito uma operação desse porte, com este grau de dificuldade. Nós, por determinação do presidente Jair Bolsonaro, estamos fazendo isso com segurança e agilidade.”

  • Auxílio emergencial será creditado a 3,3 milhões de pessoas nesta sexta, 17

    A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira, 17, o auxílio emergencial de R$600 a mais de 3,3 milhões de pessoas. O crédito estará disponível na conta poupança digital da Caixa aberta pelo banco.

    O pagamento será feito a 1.359.786 beneficiários do Bolsa Família cujo último dígito do Número de Identificação Social (NIS) é igual a 2. Além de 1.958.268 de pessoas inscritas no Cadastro Único (que não recebem Bolsa Família) nascidas nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro.

    O governo estima que, nesta semana, cerca de 9,4 milhões de pessoas recebam o benefício. Até as 10h desta quinta-feira, 16, a informação da Caixa é de que 7,1 milhões de brasileiros já haviam sido beneficiados.

    O auxílio emergencial também tem um calendário para o saque em dinheiro, que começa no próximo dia 27. As pessoas só poderão retirar o dinheiro em uma data estipulada de acordo com o mês de nascimento.

    Confira o calendário para saque em dinheiro

    O dinheiro poderá ser retirado sem a necessidade de cartão, e o saque poderá ser feito em casas lotéricas e em caixas eletrônicos. A Caixa reforça que não há necessidade de sacar o dinheiro, pois, na conta poupança digital, o mesmo pode ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem.

     

    Nesta semana, 9,4 milhões de pessoas devem receber o auxílio
    ​​​​​​(Foto: A7 Press/Agência O Globo)

     

    Câmara aprova inclusão de categorias no auxílio

    Nesta quinta-feira, 16, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei (PL) 8723/20, que amplia as categorias profissionais que poderão receber o auxílio emergencial de R$600 – apelidade de ‘coronavoucher’.

    Antes restrito aos trabalhadores informais, MEIs, autônomos, desempregados e mães chefes de família, agora o benefício poderá atender a outros grupos sociais, como agricultores, taxistas, caminhoneiros, diaristas, esteticistas, entre outros. Mas, antes disso, o PL precisa retornar ao Senado para apreciação.

    O texto aprovado, ainda, prevê que tanto pai ou mãe provedor de família monoparental receba duas cotas do auxílio emergencial, no valor de R$1.200. Até o momento, apenas mães de família tinham tal benefício.

    O deputado Carlos Veras (PT-PE) se mostrou preocupado no sentido de que as alterações feitas pela casa acabem atrasando o pagamento do auxílio emergencial. Entretanto, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o substitutivo aprovado será encaminhado imediatamente rapidamente ao Senado.

    Exigência de CPF regular é suspensa

    Para evitar filas na Receita Federal, bem como atender às medidas de isolamento social, os deputados aprovaram o destaque que põe fim à proibição de que pessoas sem o CPF possam ter acesso ao auxílio. 

    A expectativa é de que, sem a exigência, mais pessoas consigam ter o cadastro aprovado para o recebimento do auxílio emergencial de R$600. No entanto, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que estão trabalhando para recorrer da decisão.

     “O Ministério da Cidadania trabalha para que a AGU recorra da decisão, porque toda e qualquer abertura no sistema financeiro é baseada no CPF. Então, vamos ter que quebrar isso em nome do quê? Vamos oferecer uma porteira para fraude”, questiona.

    Em entrevista ao G1, o líder do governo na Câmara, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), afirmou que o governo fará um anúncio nesta sexta-feira, 17, sobre as medidas que serão adotadas para resolver o problema. 

     

  • Nube seleciona para 615 vagas de estágio em todo o país

    Nesta semana, o Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) está selecionando estudantes para 615 vagas de estágio em todo o país. As oportunidades são para alunos do ensino médio, técnico, tecnólogo e superior.  

    Há chances para diversos cursos, como Administração, Comunicação Social, Direito, Engenharia, Farmácia, Recursos Humanos, entre outros. O valor da bolsa-auxílio varia de R$520 a R$1.800

    As vagas poderão ser preenchidas e encerradas a qualquer momento, pois não há um prazo estipulado para o fim das inscrições. A recomendação é que os interessados façam a inscrição o quanto antes.

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    Todas as oportunidades são marcadas por um código OE, que significa “Oportunidade de Estágio”. O cadastro pode ser feito gratuitamente no site do Nube, basta pesquisar a vaga de acordo com o seu perfil ou através do código. Além disso, há opção de se candidatar pelo telefone (11) 3514-9300. 

     

    Vagas de estágio
    Nube seleciona para 615 vagas de estágio em todo o país
    (Foto: Pixabay)

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    Confira as oportunidades abertas

    Para estudantes do curso de Marketing, com formação entre o primeiro semestre de 2021 e o segundo semestre de 2023, há uma oportunidade de estágio com bolsa-auxílio de R$1.250. 

    As vagas são marcadas por um código intitulado de OE (Oportunidade de Estágio). No caso dessa vaga mencionada acima, o código é o número 191290. Confira outras chances:

    Curso: Administração
    Semestre desejável: cursando do 2º ao 6º semestre
    Bolsa-auxílio: R$1.800
    OE: 184184

    Curso: Agronomia
    Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2021 ao 2º semestre de 2022
    Bolsa-auxílio: R$1.600
    OE: 190587 

    Curso: Comunicação Social
    Semestre desejável: cursando do 2º ao 6º semestre
    Bolsa-auxílio: R$1.000
    OE: 171539

    Curso: Direito
    Semestre desejável: cursando do 3º ao 7º semestre
    Bolsa-auxílio: R$700
    OE: 102074

    Curso: Engenharia de Produção
    Semestre desejável: cursando do 3º ao 10º semestre
    Bolsa-auxílio: R$1.300
    OE: 191807

    Curso: Logística
    Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2020 ao 2º semestre de 2021
    Bolsa-auxílio: R$1.600
    OE: 171651

    Curso: Música
    Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2020 ao 2º semestre de 2023
    Bolsa-auxílio: R$520
    OE: 113665

    → Confira as demais vagas no site do Nube

    Lei do Estágio

    Os programas de estágio crescem a cada ano no Brasil. Muitas vezes, são eles a porta de entrada de muitos jovens no mercado de trabalho. Assim como os empregados celetistas, os estagiários também têm direitos e deveres, por meio da Lei do Estágio.

    De acordo com a legislação, o estágio é um “ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de estudantes”.

    + Conheça a Lei do estágio e saiba quais são seus direitos e deveres

  • Enem 2020: prazo para pedidos de isenção encerra nesta sexta, 17

    Iniciado no último dia, 6, o prazo para pedidos de isenção do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) termina nesta sexta-feira, 17. As solicitações podem ser feitas através da página do participante.

    Poderão solicitar a isenção:

    • Estudantes do terceiro ano do ensino médio em escola da rede pública;
    • Alunos que tenham cursando o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e têm renda familiar, por pessoa, igual ou menor que um salário mínimo e meio.
    • Pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, comprovada por ser membro de família de baixa renda que possua Número de Identificação Social (NIS), e com renda familiar, por pessoa, de até meio salário mínimo, ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

    O resultado da solicitação de isenção será divulgado no dia 24 de abril. Para quem tiver a solicitação negada, o período para interposição de recursos será entre os dias 27 de abril e 1º de maio. A previsão é de que os resultados finais sejam liberados no dia 7 de maio.

    No entanto, a aprovação do pedido de isenção não garante a inscrição no exame. O candidato deverá se inscrever na página do participante das 10h do dia 11 de maio até às 23h59 do dia 22 de maio. Para aqueles que não conseguirem a isenção, o valor da taxa é de R$85

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    Enem terá provas digitais

    Neste ano, pela primeira vez, o Enem contará com provas digitais, que serão aplicadas nos dias 11 e 18 de outubro. Já as provas impressas acontecerão nos dias 1 e 8 de novembro.

    Essa modalidade digital será apenas para estudantes de terceiro ano ou que já concluíram o ensino médio, com exceção de pessoas que necessitam de atendimentos especiais. Até 100 mil candidatos poderão fazer a prova digital.

    Outra mudança no Enem 2020 é a obrigatoriedade de enviar uma foto digital no ato de inscrição.

     

    Pedidos de isenção do Enem são aceitos até esta sexta, 17
    (Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil)

     

    Prazo para justificativa de ausência também começa nesta segunda

    O Enem tem uma punição para os estudantes que solicitam isenção e não realizam o exame: o corte do benefício no ano seguinte. Portanto, aqueles que foram isentos em 2019, e não compareceram, precisam justificar a ausência para conseguir isenção neste ano. 

    Para quem não vai realizar o Enem 2020, a justificativa não é necessária. O prazo para justificar ausência é o mesmo da isenção (6 a 17 de abril) e a solicitação deve ser acompanhada de documentos que comprovem o motivo da ausência.

    Os motivos aceitos são: acidente de Trânsito; assalto ou furto; casamento; morte na família; acompanhamento de cônjuge; saúde ou emergência médica; maternidade; paternidade; privação de liberdade (prisão); trabalho; intercâmbio acadêmico; e atividade curricular.

    Veja também:

    Calendário do Enem 2020 pode ser suspenso se projetos de lei forem aprovados

    Os senadores estão avaliando dois projetos de lei que suspendem o calendário de provas do Enem 2020. Entre os motivos apontados, segundo a Agência Senado, estão os problemas na aplicação de matérias e perda de tempo de preparação pelos alunos devido à pandemia do novo Coronavírus

    Um dos PL é o de nº 1.277/2020 da senadora Daniella Ribeiro (PP/PB), que altera as diretrizes e bases da educação nacional para permitir que, em períodos de situação de emergência ou calamidade pública, todas as aulas possam ser ministradas por meio de ensino a distância (EaD).

    Mas, a parlamentar também propõe a prorrogação automática das atividades escolares para ingresso às universidades em caso de calamidade pública:

    O outro projeto (137/2020) foi apresentado pelo senador Izalci Lucas (PSDB-DF), para suspender os editais do governo federal que determinam as datas para a realização das provas deste ano. 

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