Categoria: SAÚDE GOV

  • Ministério da Saúde disponibiliza visitas mediadas à exposição dos 35 anos do SUS

    Ministério da Saúde disponibiliza visitas mediadas à exposição dos 35 anos do SUS

    Estão abertas três turmas de visitação guiada à exposição SUS 35 anos: Universalidade, Equidade, Integralidade, em cartaz no Espaço Cultural Dona Ivone Lara, na sede do Ministério da Saúde, em Brasília. As datas são: 17/12, às 14h; 13/01, às 10h; e 28/01, às 14h. É necessário fazer inscrição prévia. A atração é gratuita e as vagas são limitadas.

    Produzida pelo Centro Cultural do Ministério da Saúde, a mostra reúne arte, poesia e memória ao longo de 160 metros de exposição. A poesia de cordel encontrou a força da saúde pública: palavra e política pública, arte e acolhimento, tudo em um só propósito – cuidar de todas e todos. 

    Inaugurada no dia 20 de outubro, a exposição celebra as três décadas e meia do Sistema Único de Saúde (SUS), ressaltando sua trajetória, conquistas e desafios. Ao adotar a linguagem popular do cordel, a mostra aproxima o público da história e dos valores do SUS, reconhecido como um dos maiores e mais complexos sistemas públicos de saúde do mundo. 

    Entre os destaques estão os cordéis de Elias José da Silva, Cristine Nobre Leite e Anne Karolynne, profissionais da saúde que também são poetas e cordelistas. Os versos inéditos se entrelaçam a imagens históricas, marcos legais e registros da diversidade que marcam o legado do Sistema. As obras de Radilson Carlos Gomes, fotógrafo e servidor do Ministério da Saúde, revelam o SUS em diferentes regiões do País, enquanto uma linha do tempo apresenta os principais avanços da saúde pública brasileira. 

    A exposição inclui ainda o módulo interativo Todo mundo usa o SUS, que convida cada visitante a reconhecer, de forma lúdica, como o Sistema está presente no cotidiano, desde o atendimento médico até ações de vigilância sanitária, vacinação e segurança alimentar. 

    Ministério da Saúde

  • Saúde e Fazenda lançam Observatório Saúde Brasil de Apostas Eletrônicas para ações integradas de prevenção à dependência

    Saúde e Fazenda lançam Observatório Saúde Brasil de Apostas Eletrônicas para ações integradas de prevenção à dependência

    Com o objetivo de promover estratégias de prevenção e cuidado com a saúde de pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas, os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Fazenda, Fernando Haddad, assinaram, nesta quarta-feira (03), um Acordo de Cooperação Técnica. A iniciativa cria o Observatório Saúde Brasil de Apostas Eletrônicas, um canal permanente de troca de dados entre as pastas e ações integradas que apoiem esses usuários a buscarem os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Uma das iniciativas é que, a partir do dia 10/12, a população contará com uma ferramenta para excluir e bloquear o acesso a todos os sites de apostas autorizados, com acesso a orientações sobre como buscar ajuda na rede pública.

    “Estamos dando um passo histórico ao criar o Observatório Saúde Brasil de Apostas Eletrônicas. Pela primeira vez, teremos informação qualificada para identificar comportamentos de risco, acionar as equipes do SUS e oferecer cuidado e acolhimento a quem sofre com a compulsão por jogos – um problema silencioso, mas que destrói vidas e famílias”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

    A plataforma de autoexclusão centralizada é um sistema do Ministério da Fazenda que vai permitir que o apostador solicite o bloqueio de acesso aos sites de apostas, bem como deixe seu CPF indisponível para novos cadastros e recebimento de publicidades. Pessoas que não apostam também poderão realizar sua exclusão voluntária. A ferramenta disponibilizará informações sobre pontos de atendimento do SUS, direcionando o usuário para o Meu SUS Digital e a Ouvidoria do SUS.

    “O SUS será fundamental para transformar informação em cuidado. A partir da cooperação entre o Fazenda e Saúde, podemos agir de forma preventiva, responsável e coordenada, protegendo crianças, jovens e adultos, e oferecendo caminhos reais de apoio para quem desenvolveu dependência. Esse é mais um passo de um governo que trabalha de maneira integrada para enfrentar problemas complexos com seriedade e compromisso com a vida”, reforçou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. 

    Para a oferta de assistência a esse público, o Ministério da Saúde lança também a Linha de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas. O material reúne, pela primeira vez, orientações clínicas e prevê atendimento presencial e online como forma de reduzir as barreiras de acesso ao cuidado em saúde mental. A partir de fevereiro de 2026, a rede pública vai ofertar teleatendimentos em saúde mental com foco em jogos e apostas por meio de parceria com o Hospital Sírio-Libanês dentro do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional (Proadi-SUS) e uma parceria com o Hospital Sírio-Libanês.

    Inicialmente, serão 450 atendimentos online por mês com expectativa de aumentar gradativamente a partir da demanda. Essa assistência funcionará de forma integrada e como parte da rede do SUS e, sempre que necessário, esses pacientes serão conduzidos ao atendimento presencial.

    “O SUS estará preparado para chegar até essas pessoas com apoio presencial, telessaúde e o SUS Digital. O recado é claro: ninguém precisa enfrentar isso sozinho. O SUS está aqui para ajudar e proteger”, reiterou o ministro Padilha. 

    Foto: Flávio Sales/MS
    Foto: Flávio Sales/MS

    O atendimento em saúde mental no SUS, que inclui pessoas com problemas relacionados a jogos e apostas, é realizado pelas Unidades Básicas de Saúde e serviços especializados, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). O atendimento também pode ser realizado nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e hospitais gerais, além do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) para os casos de emergência. 

    A partir desta semana, foram abertas também as inscrições para a qualificação de 20 mil profissionais. O curso “Jogos de aposta: cuidado na rede de Atenção Psicossocial foi elaborado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Fiocruz Brasília. O treinamento é gratuito e direcionado, principalmente, a quem atua na Rede de Atenção Psicossocial 

    Orientações para a população sobre jogos e apostas  

    A tecnologia vai contribuir com o acesso a materiais informativos sobre jogos e apostas. Quatro conteúdos já estão disponíveis no Meu SUS Digital, trazendo sinais de alerta, prevenção e impacto da prática na saúde mental. Além disso, a Ouvidoria do SUS está treinada e preparada para orientações sobre o tema. Os profissionais atendem pelo telefone 136, por teleatendimento, via formulário, WhatsApp ou chatbot no site do Ministério da Saúde. 

    Para reflexões sobre a relação com jogos e apostas e orientações de onde procurar apoio do SUS, o Autoteste de Saúde Mental também pode ser acessado nos canais da Ouvidoria e do Meu SUS Digital. Este teste não é para diagnóstico, é um instrumento de apoio para que as pessoas procurem ajuda. 

    Expansão da rede de atendimento 

    O investimento do Ministério Saúde em saúde mental cresceu 70% de 2022 a 2025, passando de R$ 1,7 bilhão para R$ 2,9 bilhões. O SUS conta com uma das maiores redes de saúde mental do mundo, com 6.272 pontos de atenção, incluindo 3 mil Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). 

    De 2023 a 2025, foram habilitadas 653 novas unidades da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), um aumento de 10% na cobertura nacional. O SUS também habilitou 6,2 mil novas equipes multiprofissionais paras as UBS, ampliando presença de profissionais de saúde mental. De janeiro a junho de 2025, foram realizados 1.951 atendimentos relacionados a jogos e apostas. 

    Ana Célia Costa 
    Ministério da Saúde 

  • “Meu filho vai nascer sem HIV”: a história que mostra o marco brasileiro na eliminação da transmissão vertical

    “Meu filho vai nascer sem HIV”: a história que mostra o marco brasileiro na eliminação da transmissão vertical

    Maria Clara Tavares nasceu com HIV por transmissão vertical, de mãe para filho, algo que a marcou, mas que não a impediu de ter uma vida tranquila. Agora, aos 21 anos, a jovem está grávida há 26 semanas do primeiro filho. Ela vive um momento importante, já que o Brasil alcançou a eliminação da transmissão vertical da doença.

    Por muito tempo, a transmissão vertical foi considerada um problema de saúde pública no país. Com ações e estratégias desenvolvidas pelo Ministério da Saúde, a taxa de infecção se manteve abaixo de 0,5 caso por mil nascidos vivos, fazendo com que a transmissão vertical passasse a ser controlado no Brasil.

    Ela faz uso de antirretrovirais fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde os quatro meses de idade e atualmente está com carga viral indetectável, ou seja, não corre o risco de transmitir o vírus para o bebê. Assim que descobriu a gravidez, iniciou o pré-natal na Unidade Básica de Saúde. Maria conta que seu acompanhamento é feito com muito cuidado: “As médicas da UBS me explicaram tudo sobre a transmissão vertical. Estou muito bem informada”, explica.

    Na última segunda-feira (1°), o Ministério da Saúde anunciou que o país alcançou a menor taxa de mortalidade por aids em 32 anos, com queda de 13% entre 2023 e 2024, o que resultou em mais de mil vidas poupadas. Os dados são reflexo dos avanços na oferta de prevenção, diagnóstico e tratamentos no SUS.

    Com isso, foram registrados queda de 7,9% nos casos de gestantes com HIV e de 4,2% no número de crianças expostas ao vírus. Além disso, houve redução de 54% no início tardio da profilaxia neonatal.

    O Brasil também atingiu mais de 95% de cobertura em pré-natal, testagem para HIV e oferta de tratamento às gestantes que vivem com o vírus. Isso significa que o país interrompeu, de forma sustentada, a infecção de bebês durante a gestação, o parto ou a amamentação, atingindo integralmente as metas internacionais. Os resultados estão em linha com os critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    “Não tive receio em nenhum momento, sabia que meu filho nasceria sem HIV, já que eu faço todo o tratamento com os antirretrovirais e levo uma vida saudável, praticando esportes”, conta a Maria, que está esperando Nikolas.

    Cuidado ampliado

    A rede pública de saúde disponibiliza diferentes métodos para reduzir o risco de infecção pelo HIV, como a distribuição gratuita de preservativos e PrEP e PEP, que são responsáveis por reduzir o risco de infecção antes e depois da exposição ao vírus. Além disso, para reforçar o uso de proteção para os mais jovens, o Ministério da Saúde lançou camisinhas texturizadas e sensitivas.

    O SUS oferta também gratuitamente a terapia antirretroviral e acompanhamento a todas as pessoas diagnosticadas com HIV. Ao todo, mais de 225 mil utilizam o comprimido único de lamivudina mais dolutegravir, combinação de alta eficácia, melhor tolerabilidade e menor risco de efeitos adversos a longo prazo.

    Desta forma, o país se aproxima das metas globais 95-95-95, que preveem que 95% das pessoas vivendo com HIV conheçam o diagnóstico, 95% delas estejam em tratamento e 95% das tratadas alcancem supressão viral. Duas das três metas já foram cumpridas pelo país.

    40 anos de história da resposta brasileira à aids

    O Ministério da Saúde lançou em Brasília, a exposição “40 anos da história da resposta brasileira à aids” e também a campanha “Nascer sem HIV, viver sem aids”, que reforçam o compromisso contínuo do país no enfrentamento ao HIV. Instalada no SESI Lab, a exposição reúne relatos de vida, documentos, obras e conteúdos que retratam quatro décadas de políticas públicas, produção científica, mobilização social e conquistas que consolidaram o Brasil como referência mundial na resposta ao HIV e à aids.

    A campanha marca o início do Dezembro Vermelho 2025, mês dedicado à conscientização sobre HIV e aids. A visitação segue aberta ao público até 30 de janeiro de 2026.

    Camilla Nunes
    Ministério da Saúde

  • Saúde e Fazenda lançam Observatório Brasil Saúde e Apostas Eletrônicas para ações integradas de prevenção à dependência

    Saúde e Fazenda lançam Observatório Brasil Saúde e Apostas Eletrônicas para ações integradas de prevenção à dependência

    Com o objetivo de promover estratégias de prevenção e cuidado com a saúde de pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas, os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Fazenda, Fernando Haddad, assinaram, nesta quarta-feira (03), um Acordo de Cooperação Técnica. A iniciativa cria o Observatório Brasil Saúde e Apostas Eletrônicas, um canal permanente de troca de dados entre as pastas e ações integradas que apoiem esses usuários a buscarem os serviços do SUS. Uma das iniciativas é que, a partir do dia 10/12, a população contará com uma ferramenta para excluir e bloquear o acesso a todos os sites de apostas autorizados, com acesso a orientações sobre como buscar ajuda na rede pública.

    A plataforma de autoexclusão centralizada é um sistema do Ministério da Fazenda que vai permitir que o apostador solicite o bloqueio de acesso aos sites de apostas, bem como deixe seu CPF indisponível para novos cadastros e recebimento de publicidades. Pessoas que não apostam também poderão realizar sua exclusão voluntária. A ferramenta disponibilizará informações sobre pontos de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), direcionando o usuário para o Meu SUS Digital e a Ouvidoria do SUS.

    Para a oferta de assistência a esse público, o Ministério da Saúde lança também a Linha de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas. O material reúne, pela primeira vez, orientações clínicas e prevê atendimento presencial e online como forma de reduzir as barreiras de acesso ao cuidado em saúde mental. A partir de fevereiro de 2026, a rede pública vai ofertar teleatendimentos em saúde mental com foco em jogos e apostas por meio de parceria com o Hospital Sírio-Libanês dentro do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional (Proadi-SUS) e uma parceria com o Hospital Sírio-Libanês.

    Inicialmente, serão 450 atendimentos onlines por mês com expectativa de aumentar gradativamente a partir da demanda. Essa assistência funcionará de forma integrada e como parte da rede do SUS e, sempre que necessário, esses pacientes serão conduzidos ao atendimento presencial.

    O atendimento em saúde mental no SUS, que inclui pessoas com problemas relacionados a jogos e apostas, é realizado pelas Unidades Básicas de Saúde e serviços especializados, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). O atendimento também pode ser realizado nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e hospitais gerais, além do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) para os casos de emergência. 

    A partir desta semana, foram abertas também as inscrições para a qualificação de 20 mil profissionais. O curso “Jogos de aposta: cuidado na rede de Atenção Psicossocial foi elaborado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Fiocruz Brasília. O treinamento é gratuito e direcionado, principalmente, a quem atua na Rede de Atenção Psicossocial.  

    Essas ações são desdobramentos do plano de ação do Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) de Saúde Mental e de Prevenção e Redução de Danos do Jogo Problemático, 

    Orientações para a população sobre jogos e apostas  

    A tecnologia vai contribuir com o acesso a materiais informativos sobre jogos e apostas. Quatro conteúdos já estão disponíveis no Meu SUS Digital, trazendo sinais de alerta, prevenção e impacto da prática na saúde mental. Além disso, a Ouvidoria do SUS está treinada e preparada para orientações sobre o tema. Os profissionais atendem pelo telefone 136, por teleatendimento, via formulário, WhatsApp ou chatbot no site do Ministério da Saúde. 

    Para reflexões sobre a relação com jogos e apostas e orientações de onde procurar apoio do SUS, o Autoteste de Saúde Mental também pode ser acessado nos canais da Ouvidoria e do Meu SUS Digital. Este teste não é para diagnóstico, é um instrumento de apoio para que as pessoas procurem ajuda. 

    Expansão da rede de atendimento 

    O investimento do Ministério Saúde em saúde mental cresceu 70% de 2022 a 2025, passando de R$ 1,7 bilhão para R$ 2,9 bilhões. O SUS conta com uma das maiores redes de saúde mental do mundo, com 6.272 pontos de atenção, incluindo 3 mil Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). 

    De 2023 a 2025, foram habilitadas 653 novas unidades da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), um aumento de 10% na cobertura nacional. O SUS também habilitou 6,2 mil novas equipes multiprofissionais paras as UBS, ampliando presença de profissionais de saúde mental. 

    A população tem acesso à assistência por meio da RAPS, que inclui CAPS, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Unidades Básicas de Saúde (UBS).  De janeiro a junho de 2025, foram realizados 1.951 atendimentos relacionados a jogos e apostas. 

    Ana Célia Costa 
    Ministério da Saúde 

  • Ministério da Saúde anuncia mestrado e debates temas importantes sobre saúde coletiva

    Ministério da Saúde anuncia mestrado e debates temas importantes sobre saúde coletiva

    O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (02), durante o Abrascão em Brasília, a abertura do processo seletivo para a sexta turma do Mestrado Profissional em Saúde da Família (PROFSAÚDE). Serão ofertadas 600 vagas, sendo 400 destinadas aos médicos do Programa Mais Médicos e 200 vagas multiprofissionais, distribuídas em 45 Instituições de Ensino Superior (IES) localizadas em todas as regiões do Brasil. O curso é realizado em parceria com a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). As inscrições vão de 05 de janeiro a 06 de março de 2026 e os candidatos deverão atender aos requisitos estabelecidos no edital.

    Já a secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde participou da na mesa redonda “Tecnologia e Inovação na Gestão de Emergências em Saúde Pública”. Em sua fala, a secretária reforçou porque o Brasil precisa de uma política de Estado para enfrentar emergências. “A escala das emergências em saúde no mundo está aumentando devido a diversos fatores, como degradação ambiental, urbanização desordenada, viagens facilitadas, comércio internacional, crises humanitárias, mudanças climáticas, entre tantos motivos. O que estamos apresentando aqui é o trabalho de um coletivo de pessoas que pensa no assunto e avalia como podemos nos sair melhor no debate e nas ações. Estamos construindo uma política pública efetiva, segura e baseada em evidências”, pontuou Mariângela.

    A Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), por sua vez, foi a responsável pela mesa-redonda “Monitoramento e Avaliação em Saúde Indígena: desafios para sua implementação no Sasi-SUS e para o enfrentamento à desinformação”. A atividade, coordenada pelo representante Daniel Canavese, apresentou as estratégias estruturantes sobre o tema desenvolvidas pela Sesai, que têm consolidado uma cultura institucional de uso de dados e fortalecimento da gestão da informação. A conferência ainda destacou experiências bem-sucedidas do DSEI Alagoas e Sergipe, que estruturou ações relacionadas diretamente nos pólos-base, fortalecendo a gestão territorial e o diálogo com as equipes de saúde indígena.

    A Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES) esteve presente na mesa Rede de Prevenção e Controle do Câncer, contribuindo com debates estratégicos para o fortalecimento das ações de prevenção, controle e cuidado oncológico no SUS. Representando o Departamento de Atenção ao Câncer (DECAN), o diretor José Barreto Carvalheira coordenou a discussão reunindo referências nacionais e internacionais para aprofundar temas como vigilância, promoção da saúde, integração da rede e desafios da abordagem interdisciplinar no enfrentamento ao câncer.

    Também nesta tarde, Rodrigo Oliveira, diretor do Departamento de Expansão das Estratégias de Qualificação da Atenção Especializada, participou do debate “Integração Estratégica entre APS e Atenção Especializada Caminhos para qualificar o Cuidado e Fortalecer o SUS”. O debate aprofundou reflexões sobre organização da rede, integração entre níveis de atenção, qualificação das ofertas assistenciais e estratégias para fortalecer o cuidado no SUS.

    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde realiza cirurgias oftalmológicas em indígenas do Vale do Javari

    Ministério da Saúde realiza cirurgias oftalmológicas em indígenas do Vale do Javari

    Nesta terça-feira (2), o Ministério da Saúde finalizou mais uma ação do Programa Agora Tem Especialistas (ATE), desta vez, no Território Indígena Vale do Javari. Ao todo, 33 pacientes indígenas do povo Kanamari foram beneficiados com cirurgias oftalmológicas.

    “Com o ATE, o Ministério da Saúde contribui diretamente para a redução da demanda reprimida por atenção especializada nas aldeias e diminui a necessidade de deslocamentos de grandes distâncias para centros urbanos. Queremos fortalecer cada vez mais a rede de atenção à saúde nos territórios e garantir que os povos originários tenham acesso à saúde com respeito às especificidades culturais”, pontuou o secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Weibe Tapeba.

    Os procedimentos foram realizados no Hospital de Guarnição de Tabatinga (HGUT), no Amazonas, e ocorreram através de parceria do Ministério com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), com o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Vale do Javari e a Associação Médicos da Floresta (AMDAF).

    Esta é a segunda etapa da ação. A primeira ocorreu entre os dias 1º e 6 de setembro, nos polos-base Massapê e Morada Nova, quando foram realizados os atendimentos clínicos e a triagem dos pacientes que agora concluíram a parte cirúrgica.

    Durante a primeira fase do mutirão voltado ao território do Vale do Javari, foram registradas 866 consultas médicas nas especialidades de oftalmologia, ginecologia, obstetrícia, pediatria e clínica geral. Também foram realizados 138 exames, entre ultrassonografias obstétricas, ultrassonografias transvaginais e exames de prevenção do câncer do colo do útero, além da distribuição de óculos.

    Intérpretes indígenas

    O Território Indígena Vale do Javari é um dos maiores do país e abriga cerca de 25 povos e grupos étnicos, incluindo a maior presença de povos indígenas isolados do mundo. A região é marcada por grandes distâncias entre aldeias e centros urbanos, acesso predominantemente fluvial e aéreo, além de barreiras linguísticas que dificultam o acesso regular a serviços de média e alta complexidade.

    Além da equipe médica em oftalmologia, a ação contou com intérpretes indígenas, que asseguraram a comunicação adequada entre profissionais e pacientes, e com equipe administrativa responsável pelo registro da produção assistencial, organização dos atendimentos e apoio logístico.

    Leidiane Souza
    Ministério da Saúde

  • Protagonismo brasileiro na resposta ao HIV e à aids é destaque em programação do Sesi Lab

    Protagonismo brasileiro na resposta ao HIV e à aids é destaque em programação do Sesi Lab

    No próximo dia 5 de dezembro, o SESI Lab será palco do evento “O Brasil e o SUS como referências internacionais na resposta à aids”. A atividade integra as celebrações dos 40 anos da resposta brasileira à epidemia e reunirá ex-ministros, representantes de organismos internacionais e do governo federal para revisitar o legado do Sistema Único de Saúde (SUS) e projetar os próximos passos rumo às metas de 2030.

    A programação, que ocorre das 15h30 às 17h30, está dividida em quatro painéis estratégicos que conectam saúde, diplomacia e direitos humanos. O objetivo central é destacar como os pioneirismos nacionais, entre eles o acesso universal e gratuito à terapia antirretroviral (Tarv), a quebra de patentes (licença compulsória) e o forte ativismo social, tornaram o Brasil uma referência global na resposta ao HIV e a à aids.

    “SUS e pioneirismos brasileiros” será o primeiro painel e abordará a fundação nacional da resposta à aids. A mesa contará com a presença de José Gomes Temporão (ex-ministro da Saúde) e Mariângela Simão (secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente), sob moderação de Cristian Morales Fuhrimann (Opas/OMS).

    Na sequência, os blocos “Diplomacia da vida” e “Cooperação e liderança solidária” debaterão o papel do Brasil na governança internacional e a cooperação técnica com outros países. Entre os confirmados estão o embaixador Ruy Carlos Pereira (Agência Brasileira de Cooperação) e Emmanuel Lenain (embaixador da França no Brasil), além de representantes do Itamaraty e do Ministério da Saúde.

    O encerramento ficará por conta do painel “Rumo a 2030: urgências do futuro e inovações”, focado nas novas tecnologias de prevenção e tratamento. A discussão contará com Nísia Trindade (membra do Conselho Global sobre Desigualdades, Aids e Pandemias) e Andrea Boccardi Vidarte, representante do Unaids no Brasil. A moderação ficará por conta de Draurio Barreira, diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi/MS).

    A atividade integra a programação alusiva ao Dezembro Vermelho – mês e cor internacionais de conscientização sobre HIV e aids 2025 e da exposição “40 anos da resposta brasileira à aids”. O evento é aberto ao público. Para participar é necessário realizar inscrição. As vagas são limitadas.

    Exposição 40 anos da resposta brasileira à aids

    Em 2025, o Ministério da Saúde comemora oficialmente os 40 anos da resposta nacional à epidemia de aids. Muitos foram os avanços da pauta, além dos diversos desafios ao longo dessas quatro décadas. Para marcar esta data, o Ministério da Saúde realiza, no Sesilab, a exposição 40 anos da resposta brasileira à aids.

    A mostra é um convite para reviver a história, resgatando as ações, estratégias, projetos e políticas públicas que colocaram o Brasil como referência global, destacando a parceria fundamental com a sociedade civil. A Exposição é aberta ao pública e poderá ser visitada entre os dias 2 de dezembro de 2025 e 30 de janeiro de 2025. Acesse a programação completa da exposição.

    Ministério da Saúde

  • Ministérios da Saúde e da Pesca lançam estratégia para ampliar o cuidado às comunidades costeiras, ribeirinhas e marítimas

    Ministérios da Saúde e da Pesca lançam estratégia para ampliar o cuidado às comunidades costeiras, ribeirinhas e marítimas

    Em ação inédita, o Ministério da Saúde e o Ministério da Pesca e Aquicultura lançaram a estratégia Mais Saúde para as Mulheres das Águas para fortalecer o cuidado e o acesso à saúde de pescadoras artesanais, ribeirinhas e populações costeiras e marítimas. O lançamento aconteceu nesta terça-feira (2), em Itapissuma, no litoral norte de Pernambuco (PE), com a presença da primeira-dama, Janja Lula da Silva, do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e do ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula. 

    A estratégia Mais Saúde para as Mulheres das Águas atende a uma reivindicação histórica dessas comunidades por ampliação do acesso à saúde e por equipes preparadas para atuar nesses territórios, demanda apresentada à primeira-dama Janja em agosto de 2025, durante visita à Colônia Z-10. “Essa é uma pauta de luta de 50 anos das mulheres das águas, e hoje estamos resgatando esse compromisso graças à sensibilidade e à capacidade de transformar a vida das pessoas”, afirmou a primeira-dama Janja. 

    “Conheci muita colônia de pescadores na Amazônia, onde trabalhei durante muitos anos, mas esta aqui é a primeira liderada por mulheres que eu já vi na minha vida. As necessidades de um posto de saúde de Recife são diferentes das de uma cidade como Itapissuma. A gente precisa ter um posto de saúde, uma equipe de saúde, um médico, uma enfermeira, um agente comunitário de saúde diferente para cuidar da realidade das mulheres que trabalham nas águas”, defendeu o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

    Durante o evento, a primeira-dama lembrou que o Brasil tem vivido um momento difícil para as mulheres e que a iniciativa reafirma o compromisso do governo federal com as demandas das mulheres das águas. “As pessoas querem dignidade, mas nós estamos pedindo para ficar vivas. Eu quero que as mulheres das águas sigam vivas. Sigam vivas para usufruir de tudo isso”, declarou. 

    O investimento no Mais Saúde para as Mulheres das Águas será progressivo. Para o ano de 2026, com a alteração de tipologia de 72 Equipes de Saúde da Família Ribeirinha, serão investidos R$ 33,8 milhões. Nos anos seguintes, à medida em que mais equipes forem credenciadas, o montante pode ultrapassar R$ 260 milhões até 2028. Esta mudança significa mais profissionais, mais estrutura e mais cuidado. 

    “Esta ação é fruto de um governo que escuta as pessoas, que envolve as pessoas para as quais nós trabalhamos para construir as saídas que resolvem os problemas delas. Isso está acontecendo porque as mulheres que estavam lá dentro deram o testemunho, trouxeram uma sugestão e estão em conjunto com o presidente Lula, transformando para melhor a vida dos homens e mulheres que vivem nas águas”, reforçou o ministro da Pesca, André de Paula. 

    A portaria também amplia as possibilidades de composição das equipes ribeirinhas e fluviais, permite aumento de até 50% do limite de profissionais, equipamentos logísticos, e atualiza incentivos financeiros.  

    O evento em Pernambuco marcou, ainda, a assinatura de memorando de interesses entre os ministros da Saúde e da Pesca, para a criação de uma agenda permanente de cooperação, incluindo ações de saúde ocupacional; logística integrada para acesso à saúde; formação continuada das equipes; ações de vigilância em saúde; campanhas específicas no território e ações voltadas à saúde das mulheres da pesca. 

    Adaptação e fortalecimento do cuidado  

    As Equipes de Saúde da Família Ribeirinha são a principal resposta do Ministério da Saúde para garantir que a Atenção Primária à Saúde – que é a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) – chegue até os locais onde o deslocamento é fluvial, superando os desafios como rios largos e a ausência de estradas. 

    Cada equipe é composta por, no mínimo, um médico, um enfermeiro, um auxiliar ou técnico de enfermagem, mas podem incluir outros profissionais como psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas e outros especialistas. 

    Para garantir o atendimento em comunidades remotas, os municípios podem solicitar recursos ao Ministério da Saúde para garantir pontos de apoio, que são locais fixos nas comunidades, com infraestrutura para atendimento, eliminando a necessidade de deslocamento dos moradores até a UBS de referência. Também podem ser custeados veículos e embarcações de pequeno porte para a locomoção dos profissionais de saúde e para a realização de atendimentos domiciliares. 

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    J.Fleck 
    Ministério da Saúde 

  • Pesquisa inédita sobre segurança alimentar de indígenas será realizada no Brasil

    Pesquisa inédita sobre segurança alimentar de indígenas será realizada no Brasil

    Uma pesquisa inédita, com o objetivo levantar e analisar as condições de soberania e segurança alimentar dos povos indígenas, terá início em todo o país. A Pesquisa Nacional sobre Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Indígenas no Brasil (PENSSAI) foi apresentada, pela Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, a nutricionistas dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI).

    A partir da pesquisa, o Governo Federal pretende compreender os determinantes e as consequências da insegurança alimentar sobre as realidades sociais e de saúde dos povos indígenas brasileiros. Com os resultados obtidos, será possível conhecer o cenário de acesso a alimentos, com informações de contexto cultural, social e ambiental relevantes para a formulação ou revisão de políticas públicas voltadas a esses povos e para o exercício do controle social.

    “Essa é uma iniciativa muito importante, pois, por meio da divulgação das informações coletadas, poderemos fomentar a criação de políticas públicas que promovam a segurança alimentar e nutricional dos povos originários. Relembramos que é importante garantir a ampla participação de toda a sociedade, dos distritos e, especialmente, a colaboração de profissionais de saúde indígena que atuam na ponta e conhecem de perto a realidade dos territórios”, afirmou a diretora do Departamento de Saúde Indígena da Sesai, Putira Sacuena.

    A apresentação foi realizada na última semana de novembro, em Brasília. Na ocasião, uma oficina foi realizada para alinhar ações e estratégias do estudo.

    Pesquisa inédita

    A pesquisa tem como instituição coordenadora e executora a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional – Rede PENSSAN.

    Com previsão de duração de quatro anos, o estudo será dividido em duas etapas. A primeira, qualitativa, contará com a realização de mais de oito mil entrevistas com gestores e lideranças indígenas, visando principalmente à análise das políticas públicas. A segunda fase, quantitativa, consiste na elaboração de um inquérito de base populacional, com abrangência nacional e amostra de comunidades em 858 aldeias, representativas de todos os Distritos Sanitários.

    As atividades de campo serão divididas em microrregiões, sendo 8 na Amazônia Legal, 4 no Nordeste, 2 no Sudeste, 1 no Centro-Oeste e 1 no Sul. Haverá um comitê externo para o acompanhamento da pesquisa, prevendo ampla participação de representações indígenas.

    Além de disponibilizar aporte financeiro complementar, a Sesai contribuirá com a definição dos pontos focais nos territórios, apoio técnico e logística dos DSEI para o acesso às lideranças e aos territórios, bem como para a realização das atividades de campo.

    O estudo conta também com apoio do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), do Ministério do Desenvolvimento, Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

    Leidiane Souza
    Ministério da Saúde

  • Comitê Técnico Assessor de Tuberculose debate estratégias para fortalecer a resposta nacional à doença

    Comitê Técnico Assessor de Tuberculose debate estratégias para fortalecer a resposta nacional à doença

    A 3ª Reunião Ordinária do Comitê Técnico Assessor em Tuberculose (CTA-TB) reuniu, nesta quinta-feira (27), em Brasília, especialistas, pesquisadores, gestores e representantes da sociedade civil para discutir avanços e estratégias de enfrentamento da tuberculose no Brasil. O encontro, promovido pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) do Ministério da Saúde, teve como foco o aprimoramento das ações de prevenção, diagnóstico e cuidado, com destaque para os desafios relacionados à população privada de liberdade, tuberculose drogarresistente e tratamento preventivo para tuberculose.

    A reunião foi aberta pela coordenadora-geral de Vigilância da Tuberculose, Micoses Endêmicas e Micobactérias Não Tuberculosas, Fernanda Dockhorn, que reforçou o papel do comitê no fortalecimento das políticas públicas. “A consolidação das evidências e o alinhamento entre diferentes setores são fundamentais para garantirmos estratégias eficazes de prevenção e cuidado, especialmente em contextos de maior vulnerabilidade”, afirmou.

    Entre os principais debates do dia, ganhou destaque o cenário da tuberculose no sistema prisional. Dados apresentados mostram que, entre 2014 e 2019, os casos em pessoas privadas de liberdade triplicaram, passando de cerca de 5 mil para mais de 9 mil notificações. A incidência ultrapassou 1.200 casos por 100 mil pessoas, número muito superior ao observado na população geral. Em 2020, durante a pandemia, houve queda nas notificações, semelhante ao observado na população geral. Em 2024, o número voltou a crescer, superando 7 mil casos — 8,2% de todas as notificações do país.

    O comitê discutiu fatores estruturais que agravam a transmissão da doença nos presídios, como superlotação, insuficiência de exames de raio-X e alta rotatividade, com pessoas chegando a ser transferidas 30 vezes durante o período de cumprimento de pena. Estudos recentes ainda mostram que a infecção latente é elevada nas prisões, com positividade de até 30% em unidades masculinas.

    A ampliação do Tratamento Preventivo da Tuberculose (TPT) foi outro eixo central das discussões. O Ministério da Saúde vem ampliando o acesso ao TPT desde 2018, incluindo novos esquemas terapêuticos, e a partir de 2024, autorizando sua prescrição por enfermeiros e farmacêuticos.

    Durante a reunião, foram discutidas propostas relacionadas à elaboração de uma recomendação nacional específica para o TPT em pessoas privadas de liberdade e das diretrizes para a sua oferta em contatos de pessoas com TB drogarresistente. Além disso, foram discutidas as diretrizes da terceira fase do Plano Nacional pelo Fim da TB como problema de saúde pública.

    O encontro reforçou o compromisso conjunto do Ministério da Saúde e das instituições parceiras com o fortalecimento da vigilância, da prevenção e da assistência, essenciais para avançar nas metas de controle da tuberculose no país.

    João Moraes
    Ministério da Saúde