Categoria: SAÚDE GOV

  • Zé Gotinha dá início à vacinação nas escolas do Rio Grande do Norte

    Zé Gotinha dá início à vacinação nas escolas do Rio Grande do Norte

    O Zé Gotinha acompanhou de perto, nesta segunda-feira (14), o início da campanha de vacinação nas escolas do Rio Grande do Norte. Com o tema “Minha Escola Nota 10”, o estado está incentivando ações de atualização das cadernetas de vacinação de alunos dos ensinos infantil e fundamental de todos seus 167 municípios. A ação faz parte do Programa Saúde na Escola (PSE), iniciativa do Ministério da Saúde e da Educação, que está acontecendo em todo o país.

    A abertura aconteceu no Instituto Estadual de Educação Profissional, Tecnologia e Inovação do RN (IERN), em Natal, e contou também com a participação da governadora Fátima Bezerra e do diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunização (DPNI), Eder Gatti, além de autoridades locais e estaduais.

    Em sua fala, Eder Gatti destacou a importância do DPNI ao longo da história para eliminar algumas doenças e controlar outras, revolucionando a saúde pública brasileira. “Nós tivemos quedas de cobertura vacinal dos anos de 2016 a 2022 e graças aos esforços do atual governo, a partir de 2023 iniciamos um processo de resgate do Programa Nacional de Imunizações, com recuperação da cobertura vacinal; e a estratégia de vacinação na escola veio para contribuir para a proteção de crianças e adolescentes”, afirmou Gatti. 

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    Foto: Raiane Miranda/Assecom-RN

    Programa Saúde na Escola (PSE)

    O PSE é uma iniciativa da Saúde e da Educação voltada para alunos de até 15 anos de idade. Entre os dias 14 e 25 de abril, o governo federal espera vacinar 27,8 milhões de alunos de 109,8 mil escolas públicas do Brasil, em 5.544 municípios. Isso representa 80% das instituições da rede pública de ensino e representa a maior adesão da história do programa criado em 2007. 

    Conforme a faixa etária de indicação da vacina, serão aplicadas doses das vacinas contra febre amarela, tríplice viral (sarampocaxumba rubéola), DTP (tríplice bacteriana)meningocócica ACWY e HPV

    As ações contam com a participação dos profissionais do SUS, cujas equipes vão vacinar no ambiente escolar ou as instituições de ensino levarão os  estudantes até uma Unidade Básica de Saúde (UBS), sempre com a autorização dos responsáveis. Há ainda checagem das cadernetas de vacinação para alertar pais e responsáveis sobre a necessidade de atualização.  

    Swelen Botaro e Simone Sampaio
    Ministério da Saúde

  • Enfermeiras são formadas para inserção de DIU na Ilha de Marajó, no Pará

    Enfermeiras são formadas para inserção de DIU na Ilha de Marajó, no Pará

    O Ministério da Saúde realizou a formação de 12 enfermeiras da Ilha de Marajó, no Pará, para habilitação prática em inserção do Dispositivo Intrauterino (DIU) de cobre, como uma estratégia de promoção da saúde sexual e saúde reprodutiva para mulheres. Na ação, foram realizados 271 atendimentos de mulheres do município de Breves, entre elas, mulheres ribeirinhas. As profissionais habilitadas também atuam em outros municípios paraenses como Afuá, Gurupá, Soure, Bagre e Curralinho.

    Enfermeiras e enfermeiros podem inserir DIU no Sistema Único de Saúde (SUS), desde que devidamente capacitados conforme disposições da resolução do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). Em 2023, o Ministério da Saúde publicou uma nota técnica que reconhece a importância e a capacidade técnica de enfermeiras e enfermeiros para inserção e ampliação do acesso ao DIU.

    “A ação no território do Marajó vai subsidiar a formulação de uma proposta de educação permanente para nortear outros estados e municípios na organização local de suas iniciativas de formação. O objetivo é que a qualificação da enfermagem para inserção de DIU esteja pautada pelos princípios do SUS e pelos princípios éticos e científicos da profissão”, destacou Renata Reis, coordenadora-geral de Atenção à Saúde das Mulheres do Ministério da Saúde.

    Esta foi a primeira ação da pasta em território, sendo parte da estratégia de formação para ampliação do acesso a Métodos Contraceptivos de Longa Duração (LARC – sigla em inglês) no SUS. A iniciativa foi da Coordenação-Geral de Atenção à Saúde das Mulheres, em parceria com o Conselho de Secretários Municipais de Saúde, a Secretaria de Saúde do Estado do Pará, a Secretaria Municipal de Saúde de Breves, a Universidade Estadual do Pará (UEPA) e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

    Outra estratégia em desenvolvimento é o projeto de implantação dos Centros de LARC, que tem como principal objetivo a formação de médicos e enfermeiros em saúde sexual e saúde reprodutiva. Atualmente, participam deste projeto os estados de Pernambuco, Pará, Amazonas, Amapá, Bahia e Rondônia.

    O Ministério da Saúde fornece DIU para todo território nacional, estando no rol de insumos estratégicos para saúde da mulher, assim como demais os contraceptivos: preservativo externo e interno; contraceptivo oral combinado; pílula oral de progestagênio; injetáveis hormonais mensal e trimestral; além das cirurgias de laqueadura tubária bilateral e vasectomia. O DIU de cobre é o único método que é reversível, de alta eficácia e longa duração. Além disso, é considerado um insumo estratégico das políticas de saúde para a redução da gravidez na adolescência e da gravidez indesejada.

    Saiba mais sobre Contracepção 

    Andreia Ferreira
    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde fecha compra de 57 milhões de doses da vacina contra a Covid-19

    Ministério da Saúde fecha compra de 57 milhões de doses da vacina contra a Covid-19

    O Ministério da Saúde fechou a compra de 57 milhões de doses da vacina contra a Covid-19. O contrato, assinado em 11 de abril, garante a continuidade da vacinação e a proteção da população diante de novas variantes. As entregas serão feitas de forma parcelada, conforme a adesão à imunização no país, garantindo a oferta no SUS da versão mais atualizada da vacina aprovada pela Anvisa.  

    A expectativa é que a primeira remessa, de 8,5 milhões de doses, seja entregue entre abril e maio deste ano. As novas parcelas serão solicitadas conforme a necessidade. A previsão para este ano é aplicar mais de 15 milhões de doses, com investimento na ordem de R$ 700 milhões. 

    A vacina, ofertada pela Pfizer, é para o público a partir de 12 anos de idade, abrangendo adolescentes e adultos. A empresa assumiu a contratação após a Zalika, inicialmente responsávelpor esta oferta, ter a atualização da sua vacina reprovada pela Anvisa. Dessa forma, a segunda colocada foi convocada. 

    A medida reforça o compromisso do Ministério da Saúde com a proteção da população brasileira e recuperação das coberturas vacinais. Estima-se que 86% da população brasileira recebeu ao menos duas doses da vacina. 

    Contrato garante abastecimento por até dois anos

    A compra faz parte de uma ata de registro de preços finalizadano final de 2024, com previsão de execução em até dois anos. Todas as aquisições previstas seguirão critérios de atualização tecnológica, com a entrega das versões mais recentes disponíveis, desde que licenciadas pela Anvisa e solicitadas pelo Ministério da Saúde. A medida assegura que o fornecimento seja feito de forma gradual e com os produtos mais atualizados do mercado. 

    Apesar da validade de dois anos, os valores previstos na ata podem ser integralmente utilizados antes do prazo, caso haja necessidade e disponibilidade orçamentária. 

    Quem deve se vacinar contra Covid-19

    Crianças menores de 5 anos, idosos, gestantes e grupos especiais, como imunocomprometidos, ribeirinhos, quilombolas, pessoas com comorbidades e outros. 

    Agora, assim como a vacinação de crianças, a vacina Covid-19  integra o calendário nacional para gestantes e idosos. Gestantes receberão uma dose por gestação, e idosos, uma dose a cada seis meses.  

    Os demais grupos prioritários serão considerados vacinação de grupos especiais, realizada periodicamente em qualquer sala de vacina. Os grupos especiais recebem uma dose periódica, sendo a cada 6 meses para imunocomprometidos e a cada ano para os demais grupos.

    Edjalma Borges
    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde pedirá incorporação da vacina contra Chikungunya no SUS

    Ministério da Saúde pedirá incorporação da vacina contra Chikungunya no SUS

    Após a aprovação do registro da vacina contra Chikungunya pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Saúde vai solicitar a sua incorporação no SUS. O pedido será encaminhado à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) para adoção das medidas imediatas necessárias para dar seguimento à avaliação da oferta do novo imunizante na rede pública de saúde. 

    A expectativa é que, uma vez aprovada, e com capacidade produtiva, a vacina seja incorporada ao Programa Nacional de Imunizações, fortalecendo as ações de combate à doença no Brasil. “Toda vez que surge a notícia de uma nova vacina registrada, é uma boa notícia para a saúde pública — ainda mais quando envolve duas instituições fundamentais do SUS: a Anvisa e o Instituto Butantan. Vacinar é sempre defender a vida. Garantir a vacinação é o primeiro passo para salvar vidas em nosso país”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

    A vacina contra Chikungunya foi desenvolvida pelo laboratório Valneva, em parceria no Brasil com o Instituto Butantan e representa um avanço significativo no enfrentamento de arboviroses. A iniciativa reforça o compromisso do Ministério da Saúde com a proteção da população brasileira, assegurando o acesso a tecnologias seguras, eficazes e inovadoras por meio do SUS. 

    “Chikungunya é uma doença que vem crescendo no Brasil, ao longo dos anos. O fato de se ter uma vacina que é segura e eficaz, traz alento para a sociedade. A partir do registro pela Anvisa, o Ministério da Saúde começa os passos para a incorporação da vacina no SUS”, destaca a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão. 

    A Chikungunya é uma arbovirose transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, também vetor da dengue e da Zika. A doença causa febre alta e dores intensas nas articulações, podendo evoluir para dor crônica em alguns casos. O vírus foi introduzido no Brasil em 2014 e, atualmente, todos os estados registram casos. Até 14 de abril deste ano, o Brasil registrou 68,1 mil casos da doença, com 56 óbitos confirmados. 

    Tecnologia Nacional

    A vacina contra Chikungunya aprovada pela Anvisa foi desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório austríaco Valneva. A vacina da Valneva já havia sido aprovada por importantes agências regulatórias internacionais, como a FDA (Estados Unidos) e a EMA (Agência Europeia de Medicamentos), para uso em adultos. 

    O imunizante é uma vacina recombinante atenuada, de dose única, indicada para pessoas a partir de 18 anos que estejam em risco elevado de exposição ao vírus. É contraindicada para gestantes e indivíduos imunocomprometidos. 

    A produção inicial será feita na Alemanha, pela empresa IDT Biologika GmbH, com previsão de transferência de tecnologia para fabricação futura no Brasil pelo Instituto Butantan. 

    Estudos apontam eficácia e segurança

    A Anvisa concedeu o registro após análise do dossiê apresentado, que incluiu dados clínicos, de produção e qualidade. Estudos demonstraram que a vacina induz uma resposta robusta de anticorpos neutralizantes com segurança. 

    Para a autorização, foi firmado um Termo de Compromisso entre Anvisa e Instituto Butantan, que prevê estudos adicionais de efetividade, segurança e farmacovigilância ativa no Brasil.

    Vanessa Rodrigues
    Ministério da Saúde

  • Força Nacional do SUS ultrapassa 700 atendimentos a brasileiros repatriados dos EUA

    Força Nacional do SUS ultrapassa 700 atendimentos a brasileiros repatriados dos EUA

    A Força Nacional do SUS (FN-SUS) completou mais de 700 atendimentos médicos aos brasileiros repatriados dos EUA. Ao todo, já foram realizados 199 atendimentos médicos, 489 apoios psicossociais e 34 atendimentos em saúde mental. Coordenada pelo Ministério da Saúde, a operação de acolhimento mobiliza diferentes frentes de assistência. A FN-SUS atua desde o desembarque dos repatriados em Fortaleza — principal ponto de entrada no Brasil — até o acompanhamento dos passageiros no voo da Força Aérea Brasileira (FAB), com destino a Belo Horizonte (MG), garantindo cuidados de saúde ao longo de todo o trajeto.

    O coordenador-geral da FN-SUS, Rodrigo Stabeli, reforça o papel fundamental da Força Nacional na missão. “A atuação da Força Nacional do SUS nesta missão reforça nosso compromisso em garantir um atendimento humanizado e eficiente para brasileiros em situação de vulnerabilidade. Nossa presença no acolhimento dos retornados foi fundamental para oferecer assistência médica e suporte psicossocial, assegurando os cuidados necessários desde o momento da chegada. Essa ação articulada entre diferentes órgãos evidencia a importância da resposta integrada em situações de emergência.”

    Ação interministerial

    A operação é parte de uma iniciativa do governo federal que reúne diversos órgãos públicos para garantir acolhimento digno e seguro aos repatriados. Além do Ministério da Saúde, a Polícia Federal conduz os procedimentos migratórios e de segurança aeroportuária.

    Em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDH), foi instalado no Aeroporto de Fortaleza o Posto Avançado de Atendimento Humanizado ao Migrante (PAAHM), que oferece suporte imediato aos brasileiros repatriados.

    Já em Belo Horizonte, os passageiros contam com o Posto de Acolhimento aos Repatriados, onde têm acesso gratuito à internet, carregadores de celular e orientação sobre serviços públicos, como saúde, assistência social e oportunidades de trabalho.

    A missão evidencia o compromisso do Estado brasileiro com os direitos humanos e com a garantia de um retorno seguro, digno e acolhedor aos cidadãos em situação de vulnerabilidade. “A Força Nacional do SUS atua oferecendo assistência emergencial e prestando os primeiros cuidados psicológicos, buscando assegurar um atendimento acolhedor e humanizado aos brasileiros retornados dos Estados Unidos”, destaca Amanda Dantas, enfermeira e ponto focal da Força Nacional do SUS na missão.

    Acolhimento em números

    • 2º Voo (07/02/2025)
      Passageiros: 111
      Atendimentos Médicos: 32
      Saúde Mental: 15
      Apoios Psicossociais: 126
    • 3º Voo (21/02/2025)
      Passageiros: 94
      Atendimentos Médicos: 49
      Saúde Mental: 2
      Apoios Psicossociais: 74
    • 4º Voo (15/03/2025)
      Passageiros: 127
      Atendimentos Médicos: 56
      Saúde Mental: 6
      Apoios Psicossociais: 94
    • 5º Voo (28/03/2025)
      Passageiros: 104
      Atendimentos Médicos: 39
      Saúde Mental: 6
      Apoios Psicossociais: 107
    • 6º Voo (11/04/2025)
      Passageiros: 96
      Atendimentos Médicos: 23
      Saúde Mental: 5
      Apoios Psicossociais: 88
    • Total
      Passageiros: 532
      Atendimentos Médicos: 199
      Saúde Mental: 34
      Apoios Psicossociais: 489

    Ministério da Saúde

  • Em Marília (SP), ministro da Saúde inaugura nova ala da Santa Casa para tratamento do câncer

    Com o objetivo de reduzir o tempo de espera no Sistema Único de Saúde (SUS) para o início do tratamento oncológico, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, inaugurou neste sábado (12), em Marília (SP), uma nova ala de radioterapia na Santa Casa da cidade. Com tecnologia de ponta e capacidade para realizar até 600 procedimentos por ano, o serviço reforça o cuidado especializado e humanizado para pacientes com câncer de toda a região. Na cidade, que é um dos 80 municípios de alta prioridade para ações de enfrentamento à dengue, o ministro anunciou a construção de uma nova Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas que vai expandir a capacidade de atendimentos na rede de saúde do município.

    Investimento federal fortalece rede de alta complexidade na região

    A entrega foi viabilizada com investimento superior a R$ 12,5 milhões do Governo Federal, por meio do Plano de Expansão da Radioterapia do SUS (PERSUS). A nova estrutura beneficiará pacientes de 62 municípios, aproximando o acesso à alta complexidade e consolidando a Santa Casa de Marília como a maior prestadora pública de oncologia da região, com atendimento para mais de 1,3 milhão de pessoas.

    “A visita a Marília é muito importante para reforçar as ações do Ministério da Saúde em parceria com o município e o estado. Estamos aqui para garantir que os pacientes da região tenham acesso ao tratamento do câncer no tempo adequado”, afirmou Padilha.

    Tecnologia de ponta e portaria de habilitação prevista para esta semana

    “O novo serviço de radioterapia, com acelerador linear de última geração, permite reduzir pela metade o número de sessões em alguns casos, como o de câncer de mama. Já nesta semana vamos publicar a portaria de habilitação para que os atendimentos possam começar imediatamente”, acrescentou o ministro.

    Santa Casa terá 10 novos leitos de UTI habilitados

    Padilha também anunciou a habilitação de 10 novos leitos de UTI na Santa Casa e de uma UPA 24 horas. “Esses leitos são fundamentais para o cuidado de alta complexidade, inclusive em casos cirúrgicos e pacientes graves. É uma entrega que fortalece a estrutura da Santa Casa e amplia o atendimento especializado”, ressaltou.

    Enfrentamento à dengue: Marília entre os municípios prioritários

    Ainda em Marília, o ministro visitou o Polo Central de Hidratação da cidade, uma das ações emergenciais para o enfrentamento da dengue. A unidade faz parte da rede montada pela prefeitura, que já realizou mais de 25 mil atendimentos em apenas dois meses. A cidade está entre os 80 municípios prioritários que recebem apoio do Ministério da Saúde no combate à doença.

    “Embora o Brasil tenha registrado uma queda significativa nos casos e óbitos por dengue este ano, o estado de São Paulo concentra mais de 70% dos casos e 80% das mortes. Marília é uma das cidades prioritárias nessa resposta”, disse Padilha. “Nossa equipe da Força Nacional do SUS já está atuando no apoio ao centro de hidratação, que tem feito um trabalho exemplar.”

    Na ocasião, Padilha anunciou a construção de uma nova Unidade de Pronto Atendimento (24h), a primeira da região Sul, que, com impacto anual de R$ 2,1 milhões em investimentos do Governo Federal.

    UNIMAR reforça estrutura regional de oncologia com PET-CT

    A agenda também incluiu visita ao Hospital Oncológico da Universidade de Marília (UNIMAR), que em abril passou a atender pacientes do SUS com o moderno equipamento PET-CT, capaz de detectar precocemente tumores e monitorar o avanço do tratamento. “Marília se consolida como um polo regional com três grandes centros de tratamento oncológico: na Santa Casa, na Unimar e no hospital ligado à Famema”, destacou Padilha.

    Campanha Sangue Corinthiano reforça solidariedade da torcida

    Antes de chegar a Marília, o ministro participou em São Paulo da Campanha de Doação de Sangue Corinthiano, iniciativa que mobiliza torcedores em prol da solidariedade. “A torcida corinthiana mostra que joga junto dentro e fora de campo. Doar sangue é um ato de amor e pode salvar vidas”, ressaltou Padilha, que na oportunidade fez doação de sangue.

    A campanha é uma das maiores do país e, junto ao aplicativo Hemovida — disponível no Meu SUS Digital —, facilita a localização de hemocentros e o registro de doações, promovendo o engajamento da população em ações que fortalecem o SUS.

    Edjalma Borges

    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde reforça assistência oncológica no SUS com cinco novos aceleradores lineares

    Ministério da Saúde reforça assistência oncológica no SUS com cinco novos aceleradores lineares

    Durante agenda em São Paulo, nesta sexta-feira (11), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reforçou o compromisso do Ministério da Saúde com a assistência oncológica ao anunciar a aquisição de novos equipamentos destinados ao tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). São cinco aceleradores lineares e dois aparelhos de braquiterapia, adquiridos por meio do Plano de Expansão da Radioterapia (PER-SUS), que vão fortalecer a rede pública de saúde e ampliar a oferta de radioterapia em todas as regiões do país.

    “Com a chegada dos novos aceleradores lineares e aparelhos de braquiterapia, nossa expectativa é ampliar a cobertura e reduzir o tempo de espera para o tratamento oncológico no SUS. Isso significa salvar mais vidas. Esses equipamentos modernos vão permitir mais atendimentos, em menos tempo, funcionando inclusive em três turnos em algumas unidades”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

    Ao todo, sete estados serão contemplados: Rio de Janeiro, Pernambuco, Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Amapá e Bahia. Os equipamentos, que serão armazenados inicialmente em Guarulhos, no galpão da empresa FocusLog, entrarão em funcionamento no segundo semestre de 2025, conforme a conclusão das obras de instalação.

    Ao comentar as estratégias mais amplas da pasta para fortalecer o cuidado oncológico no país, o ministro ressaltou que o Governo Federal está trabalhando em todas as frentes para consolidar a maior rede pública gratuita de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer do mundo.

    “Isso inclui desde o diagnóstico – com apoio à realização e análise de biópsias, muitas vezes via telemedicina – até o início do tratamento, seja quimioterapia ou radioterapia”, explicou o ministro.

    O ministro afirmou que, durante o ano de 2025, serão entregues 35 novos aceleradores. Além disso, Padilha informou que a pasta está investindo na formação de profissionais especializados: médicos, enfermeiros, físico-médicos. “Sem esses profissionais, não conseguimos consolidar a rede de atendimento em cada canto do país. A estrutura é fundamental, mas o cuidado especializado é o que garante um tratamento digno e no tempo certo”, ressaltou o ministro.

    O investimento total na ação ultrapassa R$ 90 milhões, somando custos com obras, equipamentos, projetos e fiscalização. Apenas os equipamentos representam R$ 20,8 milhões. A iniciativa faz parte do novo PER-SUS, relançado em 2024 por meio do Novo PAC, com foco na modernização do parque tecnológico e na substituição de 56 aparelhos obsoletos de radioterapia em hospitais de todo o Brasil.

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    Um dos destaques da agenda foi o trabalho do Instituto do Coração, o InCor. (Foto: Walterson Rosa/MS)

    Compromisso com a ciência e o cuidado

    Também nesta sexta-feira, em São Paulo, o ministro da Saúde, acompanhado da secretária de Informação e Saúde Digital, Ana Estela Haddad, participou de uma reunião com membros do Conselho do Instituto do Coração (InCor) e integrou a Sessão Temática da Congregação da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Realizados mensalmente por docentes da instituição, os encontros discutem temas estratégicos para o fortalecimento do SUS.

    O ministro Padilha reforçou, ainda, a importância da parceria com o complexo hospitalar da Faculdade de Medicina da USP, considerado o maior centro de formação de especialistas da área médica no país. Durante reunião com docentes e profissionais de saúde, Padilha discutiu estratégias para reduzir o tempo de espera por atendimentos e tratamentos no Sistema Único de Saúde (SUS), com foco em ampliar o alcance das ações para todas as regiões do Brasil.

    Um dos destaques da agenda foi o trabalho do Instituto do Coração (InCor), que já atua no apoio remoto ao manejo de casos em UTIs de diferentes estados. A experiência tem mostrado resultados expressivos: redução de 20% na taxa de mortalidade em UTIs gerais e de mais de 40% em UTIs materno-infantis.

    “Saio muito feliz desse primeiro dia, porque vejo o envolvimento direto de especialistas e instituições altamente qualificadas, como o Hospital das Clínicas e o InCor, no esforço de acelerar os atendimentos e garantir que o tratamento aconteça no tempo adequado. Isso salva vidas — não só em São Paulo, mas em cada canto do país”, avaliou Padilha.

    Ainda na agenda, Padilha se encontrou com a presidência e diretoria do Hospital Sírio-Libanês, uma das instituições parceiras do SUS em projetos de inovação e formação em saúde.

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    Ministro Alexandre Padilha e secretária de Informação e Saúde Digital, Ana Estela Haddad, em visita ao Hospital Sírio-Libanês, uma das instituições parceiras do SUS (Foto: Walterson Rosa/MS)

    No sábado (12), o ministro segue para Marília (SP), onde inaugura a nova ala de radioterapia da Santa Casa e visita o Hospital Beneficente Unimar (HBU). Durante a passagem, acompanha atendimentos em quimioterapia e consultórios especializados, além de visitar um polo de hidratação para pacientes com dengue.

     Edjalma Borges
    Ministério da Saúde

  • Em reunião do Conselho consultivo do Inca, Padilha destaca potencial que o Brasil possui no cuidado com o câncer

    Em reunião do Conselho consultivo do Inca, Padilha destaca potencial que o Brasil possui no cuidado com o câncer

    Ao participar da primeira reunião do Conselho Consultivo da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer e do Instituto de Câncer (Consinca), realizada na quinta-feira (10), em Brasília, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse acreditar que o Brasil tem potencial para ser um exemplo mundial no cuidado do câncer. “Estou convencido de que temos tudo para consolidar a maior rede pública de promoção, prevenção, diagnóstico e tratamento da doença no mundo”, declarou. 

    Padilha destacou ainda a importância de envolver os mais diversos atores nessa ‘construção’, incluindo a sociedade civil, voluntários, instituições públicas e privadas. “Envolvendo outros segmentos, podemos transformar o câncer em um tema de mobilização da sociedade brasileira”, disse. 

    Também presente ao encontro do Consinca, o secretário de Atenção Especializada à Saúde (Saes), Mozart Sales, citou a importância da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (PNPCC), que deve estar mais presente nos territórios, reforçando a necessidade de diagnóstico em tempo oportuno. Entre as ações em execução na secretaria para alcançar esses objetivos, o secretário destacou o programa Mais Acesso a Especialistas e os Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACONs). 

    “A gente precisa construir efetivamente uma rede de CACONs estruturada, organizada, qualificada, com capacidade de construir e estabelecer referencial, prática de gestão, modelo assistencial em rede. Os centros de assistência precisam ser instrumentos importantíssimos da política de câncer, ser ‘ponta de lança’”, observou Mozart. 

    Já o coordenador-geral da PNPCC no Ministério da Saúde, José Barreto, apresentou os avanços e desafios da área, afirmando que criar uma rede de cuidado da doença é fundamental. “Essa rede é um sucesso enorme, já teremos reflexos nesse ano e nos próximos”, assegurou. 

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    Foto: Erasmo Salomão/MS

    Sobre o Consinca 

    Instituído pela Portaria 1.390, de 28 de setembro de 2023, o Conselho Consultivo tem como objetivo assessorar o ministério nas propostas de formulação, regulamentação e supervisão da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer. 

    Integram o colegiado, órgãos e autoridades do Ministério da Saúde, o Instituto Nacional de Câncer (Inca), os conselhos Nacional de Secretários de Saúde (Conass), e de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), as entidades técnico-científicas especializadas na prevenção e controle do câncer, as entidades de prestadores de serviços ao SUS, dentre outros.

    Pedro José Sibahi
    Ministério da Saúde

  • Caderneta de Saúde da Criança agora está disponível no aplicativo Meu SUS Digital

    Caderneta de Saúde da Criança agora está disponível no aplicativo Meu SUS Digital

    A partir de hoje, pais e responsáveis podem acessar a versão digital da Caderneta de Saúde da Criança pelo aplicativo Meu SUS Digital. A iniciativa anunciada nesta quinta-feira (10) visa facilitar o acesso a informações sobre os cuidados na infância. De forma inédita, as famílias poderão acompanhar o histórico de vacinas, com previsão para as próximas doses e envio de notificações com lembretes para a hora de vacinar a criança. Os dados serão lançados em tempo real por meio da Rede Nacional de Dados em Saúde

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou os avanços e praticidade da tecnologia e pontuou como ela vai facilitar o dia a dia das famílias brasileiras e fortalecer o cuidado infantil. “São duas novidades que vêm com a caderneta digital, duas grandes vantagens para os pais. A primeira é o simples fato de ela existir: aquela situação em que o pai ou a mãe chega à unidade de saúde ou à escola e esquece a caderneta física, agora está resolvida — ela estará disponível no aplicativo. A outra é que a caderneta digital terá mensagens ativas, ou seja, vai enviar alertas para o responsável informando que chegou a hora de vacinar ou de tomar uma dose de reforço”, explicou Padilha. 

    “A caderneta da criança sempre foi uma aliada das famílias brasileiras. Agora, com a transformação digital do SUS, ela se torna mais moderna, interativa, acessível, e vem apoiar mães, pais, cuidadores e profissionais de saúde em todo o país no cuidado com as nossas crianças”, destacou a secretária de Informação e Saúde Digital, Ana Estela Haddad. 

    A versão digital da caderneta não subsistiu a versão física que vai continuar a ser distribuída nas unidades de saúde. Ela é uma ferramenta adicional para que os pais, mães, responsáveis e cuidadores famílias tenham acesso a informações essenciais sobre os cuidados e o desenvolvimento das crianças desde os primeiros dias de vida. O documento reúne duas áreas fundamentais de atenção à saúde infantil: Registros de Saúde e Cuidados da Família. 

    A funcionalidade de registro de saúde da Caderneta Digital traz ferramentas práticas para acompanhamento da vacinação, crescimento e desenvolvimento infantil, além do histórico clinico com informações sobre consultas e atendimentos realizados. 

    A secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas, destacou a possibilidade de participação ativa das famílias que poderão inserir informações no aplicativo, como observações e alertas sobre a saúde da criança. 

    “Por exemplo, é possível registrar que um dentinho está para cair. Essa informação fica salva no aplicativo e, no dia da consulta, mesmo que a caderneta física tenha sido esquecida, ela estará acessível para os profissionais de saúde. Pai, mãe e responsáveis terão, na palma da mão, dados importantes sobre a criança, que poderão ser apresentados durante o atendimento e também compartilhados com outros serviços de saúde, se necessário”, explicou Caldas. 

    Já a área de Cuidados da Família oferece conteúdos interativos e educativos, com orientações práticas sobre amamentação, alimentação saudável, prevenção de acidentes, uso consciente de eletrônicos, combate à violência, prematuridade e outros aspectos essenciais para o bem-estar infantil. Todos os conteúdos educativos da versão física da Caderneta agora também estão disponíveis de forma digital e interativa, em um espaço exclusivo no app.  

    Como acessar a Caderneta Digital de Saúde da Criança

    O acesso à Caderneta Digital de Saúde da Criança no aplicativo ‘Meu SUS Digital’ é simples e permite que pais e responsáveis acompanhem de perto a saúde e o desenvolvimento infantil. Para utilizar o serviço, é necessário que tanto o responsável quanto a criança possuam contas ativas no Gov.br. 

    Confira o passo a passo para utilizar o serviço

    1. Instale o aplicativo

    Baixe o aplicativo Meu SUS Digital gratuitamente nas lojas oficiais: 

    2. Entre na sua conta 

    • Abra o aplicativo Meu SUS Digital
    • Faça login com seu CPF e senha do Gov.br 

    3. Acesse a Caderneta da Criança 

    • Na tela inicial, vá até a seção Miniapps
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    Simone Sampaio
    Ministério da Saúde

  • Ministro Padilha vacina lideranças indígenas durante visita ao Acampamento Terra Livre, em Brasília

    Ministro Padilha vacina lideranças indígenas durante visita ao Acampamento Terra Livre, em Brasília

    O esforço do Ministério da Saúde para recuperar e ampliar a cobertura vacinal no Brasil tem dado resultados expressivos, especialmente entre a população indígena. Em 2024, a meta de cobertura foi superada em 6 vacinas importantes: BCG, pentavalente, poliomielite, pneumocócica, meningocócica e febre amarela. Em visita à 21ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL), em Brasília, nesta quarta-feira (9), o ministro Alexandre Padilha conversou com indígenas presentes ao local e, inclusive, vacinou algumas lideranças deste público contra a gripe, entre eles o secretário de Saúde Indígena da pasta, Weibe Tapeba.

    A campanha nacional de vacinação contra a influenza começou na segunda (7) e a meta é vacinar mais de 1 milhão de indígenas, considerando o calendário nacional e as especificidades climáticas da região Norte, onde a campanha será iniciada no segundo semestre. Ao todo, serão distribuídas cerca de 73,6 milhões de doses de vacina em 2025 — sendo 67,6 milhões no primeiro semestre, para as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste; e outras 5,9 milhões no segundo semestre, destinadas à região Norte.

    No evento, Padilha reforçou que os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) estão preparados para vacinar as pessoas: “Sabemos das dificuldades para chegar a todos os lugares, por isso pedimos a colaboração de todos os territórios para levar vacina a todos”, disse. “Quantos indígenas já não foram salvos nesse país desde que começamos as campanhas de vacinação? A vacina salva vidas! Contem com o ministério para a gente melhorar a saúde dos povos indígenas”, conclamou o ministro.

    Ainda durante a visita ao ATL, o ministro destacou as ações estratégicas da pasta para fortalecer os atendimentos nas regiões mais remotas do país e o cuidado do Governo Federal com a saúde e o bem viver dos povos originários.

    “Estar aqui, no maior encontro de luta e resistência dos povos originários, é muito mais que um compromisso de governo — é um compromisso de vida, de respeito e de justiça com cada povo, cada cultura e cada território indígena desse país. Temos muitos desafios e, dentre as prioridades, queremos melhorar a qualidade de atendimento nas ações de promoção e prevenção à saúde indígena”, observou o titular da pasta da Saúde.

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    Foto: Karina Zambrana/OPAS

    Alta cobertura

    No ano passado, a cobertura vacinal entre os indígenas chegou a 86,6% — um índice acima da média nacional, com destaque para as crianças de 2 a 4 anos, que registraram 92,7% de cobertura.

    Além da campanha anual contra a gripe, o Ministério da Saúde realizará, entre 25 de abril e 24 de maio, o Mês de Vacinação dos Povos Indígenas (MVPI), com ações intensificadas em territórios indígenas de todas as regiões do Brasil. Em 2024, o MVPI alcançou 34 DSEIs, aplicando cerca de 67,7 mil doses em mais de 50 mil pessoas.

    Outro iniciativa é a Operação Gota, estratégia conjunta entre os ministérios da Saúde, da Defesa e a Força Aérea Brasileira (FAB), que levará vacinas a áreas de difícil acesso na Amazônia Legal, entre junho e novembro deste ano. Estão previstas 12 missões em sete distritos sanitários, beneficiando além dos indígenas, ribeirinhos, quilombolas e moradores de áreas rurais do Acre, Amapá, Amazonas e Pará. O investimento federal na Operação Gota este ano é de R$ 56,4 milhões.

    Monitoramento da febre amarela

    O monitoramento da febre amarela em áreas indígenas também foi reforçado, especialmente em Roraima, onde estão localizados os DSEIs Yanomami e Leste de Roraima. Apesar de não haver casos registrados da doença entre a população, a vigilância epidemiológica permanece ativa. Em 2025, já foram enviadas mais de 1,1 milhão de doses da vacina contra a doença para a região Norte, garantindo a proteção da população em áreas de risco.

    Acampamento: espaço de conquistas

    Realizado desde 2004, o ATL é a maior mobilização indígena do Brasil, e reúne este ano entre 6 mil e 8 mil indígenas de mais de 200 povos em Brasília.  Entre as principais conquistas do acampamento ao longo de sua história estão a criação da Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, a Sesai, da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e do Conselho Nacional da Política Indigenista (CNPI).

    Ana Freire
    Ministério da Saúde