Categoria: SAÚDE GOV

  • Ministério da Saúde reforça estratégias com laboratórios oficiais

    Ministério da Saúde reforça estratégias com laboratórios oficiais

    Para reduzir vulnerabilidades no Sistema Único de Saúde (SUS) e ampliar o atendimento à população, o Ministério da Saúde reuniu laboratórios oficiais, ou seja, aqueles órgãos públicos, fundações e empresas que fornecem produtos para a saúde do SUS, para apresentar metas e critérios de governança na produção de medicamentos e dispositivos médicos.

    O encontro foi promovido por meio da 2ª Oficina de Governança com os Laboratórios Oficiais, realizada em Brasília neste mês, e serviu para pactuar processos da nova fase de implementação do Programa de Aprimoramento da Governança, Integridade e Gestão Produtiva dos Laboratórios (ProLab-SUS).

    A organização está alinhada à Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Ceis) e reuniu representantes de 23 laboratórios que fazem parte da Associação dos Laboratórios Oficiais do Brasil (Alfob) e autoridades da pasta.

    Governança e fortalecimento da produção nacional

    Leandro Pinheiro Safatle, secretário adjunto da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Sectics), destacou a importância do segundo encontro, como mais um desdobramento de todo processo de reconstrução institucional e articulação política que deram sustentação às ações de fortalecimento do Ceis. “Essa segunda oficina de governança segue esse caminho de trabalho constante para o aprimoramento da governança, que é algo que a gente pode sempre estar melhorando, sempre avançando porque a gente está num processo de continuidade do caminho que foi reconstruído até aqui”, lembrou.

    O presidente da Alfob, Jorge Mendonça, ressaltou que o fortalecimento da governança é essencial para a política industrial do setor. “Nenhuma política industrial se constrói do dia para a noite. A governança dos laboratórios e a implementação de práticas de integridade são passos fundamentais. Cada laboratório precisa desenvolver suas próprias ações a partir desse diagnóstico, promovendo boas práticas desde a produção até a gestão, incluindo a preocupação ambiental”, disse Mendonça.

    Já o especialista em estratégia e governança, Fábio Lazzarini, responsável por conduzir as discussões da oficina, destacou a importância do encontro para estruturar ações concretas nos laboratórios oficiais. “Discutimos desafios do dia a dia, anseios para o futuro e ações de melhoria. O próximo passo é consolidar essas informações e elaborar um plano de ação para apoiar os laboratórios na governança, tecnologia e gestão de pessoas”, afirmou.

    oficina governança gestão produtiva ms.jpg
    Foto: Tais Nascimento/MS

    Investimentos no Complexo Econômico-Industrial da Saúde

    A diretora do Departamento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde e de Inovação para o SUS (Deceiis), Gabriela Maretto, destacou a importância do Programa para Ampliação e Modernização de Infraestrutura do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (PDCEIS) para fortalecer a capacidade produtiva do SUS.

     “O PDCEIS é uma iniciativa para garantir segurança jurídica e fortalecer o setor no médio e longo prazo. Já aprovamos 42 projetos, totalizando R$ 4,2 bilhões, e estamos abrindo uma nova chamada para mais R$ 1,8 bilhão, chegando ao total de R$ 6 bilhões previstos. Além disso, estamos avançando na formalização dos instrumentos necessários para a execução desses projetos”, afirmou Gabriela Maretto.

    Sobre o PDCEIS

    O Ministério da Saúde lançou o PDCEIS para fortalecer a infraestrutura de produção de medicamentos, vacinas e insumos essenciais para o SUS, reduzindo a dependência de importações. O programa faz parte da Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Ceis, que busca garantir maior autonomia ao Brasil na produção de insumos estratégicos para a saúde.

    O financiamento do PDCEIS vem do ministério, com recursos do PAC e do orçamento da área de Ciência, Tecnologia e Inovação. Além disso, o governo pode firmar parcerias nacionais e internacionais para fortalecer a execução dos projetos.

    Principais ações do programa:

    • Apoio à inovação e tecnologia – investimentos para modernizar a produção de insumos para a saúde;
    • Fortalecimento da indústria nacional – ampliação da capacidade produtiva de instituições públicas e privadas sem fins lucrativos;
    • Parcerias estratégicas – recursos destinados a projetos alinhados às prioridades do SUS;
    • Seleção rigorosa – projetos devem atender às necessidades do SUS, ter impacto comprovado e seguir critérios técnicos;
    • Monitoramento e transparência – instituições parceiras precisarão prestar contas e demonstrar avanços. 

    Taís Nascimento e Mônica Olis
    Ministério da Saúde

  • Em Minas Gerais, mutirão de cirurgias e exames vai reduzir tempo de espera no SUS

    No compromisso de ampliar a assistência em todo o Brasil e reduzir o tempo de espera por atendimento no SUS, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cumpre agenda em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde anunciou um mutirão de cirurgias, exames e diagnósticos em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares. No total, a meta do projeto “Ebserh em Ação” neste ano é ampliar em 40% a oferta de cirurgias eletivas. Neste sábado (29), o Hospital das Clínicas da UFMG realiza 40 procedimentos com foco na saúde da mulher, entre cirurgias ginecológicas de alta complexidade, mamografias e outros exames. Uma simulação de cirurgia torácica também será realizada, marcando a retomada dos transplantes de pulmão na unidade.

    As mulheres beneficiadas com o mutirão deste sábado geralmente esperariam 47 dias por um procedimento, mas com a iniciativa terão acesso mais rápido ao tratamento necessário. “Nós vamos usar toda a força da saúde brasileira para reduzir o tempo de espera por atendimento especializado no SUS. Essa é a minha obsessão. O Hospital das Clínicas da UFMG é um dos hospitais que já integram esse esforço, inclusive com atendimento noturno e aos sábados, em que geralmente só se fazem cirurgias de urgência emergência, mas agora realizando também cirurgias eletivas, nesse esforço de reduzir o tempo de espera”, detalhou o ministro da Saúde.

    Padilha explicou que, em março, mês das mulheres, o Ministério da Saúde deu o primeiro passo para “enterrar de vez a tabela SUS, buscando uma nova forma de remunerar, com valores maiores, desde que os procedimentos sejam feitos no prazo adequado”, em referência às ofertas de cuidado integrado (OCI) que estão sendo implementadas em todo o país.

    “Dessa forma nós vamos reorganizar a estrutura da rede de saúde, não pagando mais por procedimentos isolados, mas garantindo um pacote com tudo que o paciente precisa, com prazo pré-estabelecido para realização, acabando, portanto, com a peregrinação daquela pessoa e superando a tabela SUS”, detalhou o ministro Padilha.

    O formato integra consultas e exames, permitindo que, em áreas de grande demanda, como cardiologia, otorrinolaringologia, ortopedia, oftalmologia e oncologia, o diagnóstico seja feito de forma mais rápida e eficiente. Nesse modelo, tudo acontece de maneira mais ágil: consultas, exames e diagnósticos são realizados em um único fluxo, garantindo maior efetividade no atendimento. Em Minas Gerais, o Ministério da Saúde garantiu adesão de todos os 853 municípios.

    Foto: João Risi/MS
    Foto: João Risi/MS

    Ebserh em Ação 2025

    Os 45 hospitais da Rede Ebserh de todo o país participam da ação ao longo de 2025, incluindo as quatro unidades de Minas Gerais. Com o aumento de 40% nos procedimentos, mais de 75 mil cirurgias adicionais devem ser realizadas, totalizando 261 mil cirurgias na rede, um avanço significativo para garantir assistência eficaz e redução do tempo de espera.

    Desse quantitativo, 12 mil cirurgias eletivas a mais serão realizadas nos quatro hospitais de Minas Gerais. Na edição de 2025, o projeto vai priorizar cirurgias oncológicas, ortopédicas, cardiológicas, urológicas, oftalmológicas, ginecológicas e de cirurgia geral. Em 2024, os hospitais da Ebserh realizaram mais de 186,9 mil cirurgias eletivas em todo o Brasil, sendo quase 73% em mulheres (136,5 mil).

    Retomada dos transplantes de pulmão

    No início do ano, 23 profissionais do Hospital das Clínicas da UFMG, ligados à cirurgia do tórax e que vão atuar com a retomada dos transplantes de pulmão no estado mineiro, participaram de um treinamento prático ofertado pela Faculdade de Medicina da universidade. Neste sábado (29), um simulado acontece na unidade, já prevendo a retomada definitiva dos transplantes de pulmão. A previsão é os procedimentos desse tipo sejam retomados integralmente no segundo semestre.

    O Brasil possui o maior programa público de transplante de órgãos, tecidos e células do mundo, que é garantido a toda a população por meio do SUS. Ano passado, 93 transplantes de pulmão foram realizados em todo o país, um procedimento raro e complexo. A partir do avanço anunciado hoje, o estado de Minas Gerais terá garantida estrutura para realização desse tipo de transplante.

    Telessaúde

    O ministro Alexandre Padilha também visitou, neste sábado (29), o Núcleo da Rede Brasileira de Telessaúde do Hospital das Clínicas da UFMG, referência em inovação tecnológica e que atende mais de 1.400 municípios, alcançado 45 milhões de brasileiros, especialmente em regiões remotas e vulneráveis. Essa é uma das maiores e mais bem-sucedidas iniciativas públicas de telessaúde do mundo. Os resultados são expressivos: mais de 10,4 milhões de eletrocardiogramas foram interpretados remotamente nos últimos anos, com impacto direto na redução de tempo diagnóstico e detecção precoce de infartos e arritmias.

    “A força e o impacto desse núcleo estão comprovados. O Ministério da Saúde tem investido em modelos como esse em Minas Gerais e em todo o país, para ampliação da telessaúde, essencial na nossa obsessão pela redução do tempo de espera”, disse o ministro. O núcleo adota um modelo inovador de implementação em telessaúde, baseado em ciclos estruturados que envolvem: identificação de necessidades locais, desenvolvimento e teste de soluções tecnológicas no âmbito da pesquisa, incorporação de intervenções bem-sucedidas ao sistema público de saúde e expansão com sustentabilidade. Esse processo garante intervenções baseadas em evidências científicas.

    Os três núcleos de telessaúde de Minas Gerais – Faculdade de Medicina da UFMG, Hospital das Clínicas da UFMG e Fundação Educacional Lucas Machado – operacionalizam o projeto do Ministério da Saúde para incorporação de teleconsultorias no fluxo do atendimento especializado no estado. Em Belo Horizonte, três filas de especialidades estão sendo enfrentadas com a teleconsultoria antes do encaminhamento presencial dos pacientes para o atendimento especializado: endocrinologia, gastroenterologia e pneumologia. Como resultado, os municípios já registram diminuição das filas em cerca de 70%. No projeto piloto no município de Betim, a fila de espera para primeira consulta nessas especialidades registrou diminuição de 81,9%.

    Foto: João Risi/MS
    Foto: João Risi/MS

    Tecnologia nacional

    Para fortalecer a produção nacional de insumos estratégicos em saúde no país, uma prioridade do Governo Federal, o ministro Alexandre Padilha aproveitou a agenda no estado de Minas Gerais para visitar a empresa Tacom Mobilidade, conhecida por ter desenvolvido e homologado um ventilador pulmonar de classe 3, equipamento inovador e de tecnologia nacional, durante a pandemia de Covid-19, para auxiliar no enfrentamento da doença e salvar vidas.

    Em mais uma estratégia para expandir a produção nacional de tecnologias em saúde, a empresa está desenvolvendo uma máquina de hemodiálise que reduz o processo médio de 4 para 2 horas. “Podemos romper a fronteira de ter a primeira produção de máquina de hemodiálise no Brasil. E vem mais coisa nova por aí: melhoramento dos ventiladores, adaptação de ventilação em casa ou home care e produtos para hemodiálise”, disse Padilha durante a visita. Hoje, o Brasil conta com 39 mil máquinas de hemodiálise. Dessas, 34 mil atendem aos pacientes SUS.

    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde anuncia início da integração do Hospital Federal da Lagoa com a Fiocruz

    Ministério da Saúde anuncia início da integração do Hospital Federal da Lagoa com a Fiocruz

    Um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para iniciar a integração do Hospital Federal da Lagoa com o Instituto Fernandes Figueira foi assinado nesta sexta-feira (28) pelo ministro Alexandre Padilha e o presidente da Fiocruz, Mario Moreira. O acordo é mais um passo do Plano de Reestruturação dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro, na missão de melhorar a qualidade da assistência e reduzir o tempo de espera por atendimento no SUS. Pelos próximos 60 dias, profissionais das duas instituições vão estabelecer um diagnóstico da unidade e detalhar a estratégia de integração. 

    Segundo o ministro Padilha, o acordo vai potencializar e fortalecer cada vez mais a instituição, com foco no atendimento de mulheres, crianças e adolescentes. “Estamos juntando duas grandes potências da nossa história, num esforço de qualificação e diagnóstico de como podemos avançar. O hospital vai sair mais forte. O SUS vai sair mais forte e o Instituto Fernandes Figueira também”, destacou. “Se tem uma coisa que me deixa feliz ao voltar ao Ministério da Saúde é estar perto da Fiocruz”, completou o ministro ao ressaltar o papel colaborativo da instituição. 

    O Hospital Federal da Lagoa é reconhecido no Rio de Janeiro pelo cuidado oncológico em adultos e, particularmente, pela excelência oncopediátrica. Voltada ao atendimento de média e alta complexidade, a unidade atende especialidades como mastologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, cirurgia vascular e cirurgia de mão. “Queremos fortalecer a atenção à saúde da criança e da mulher, uma prioridade da minha gestão”, complementou o ministro. 

    Após o estudo diagnóstico, será possível detalhar sobre a reabertura de leitos, contratação de trabalhadores e expansão dos serviços para a população que necessita da unidade. A primeira reunião do Grupo de Trabalho das instituições envolvidas deve acontecer na primeira semana de abril. 

    O presidente da Fiocruz, Mario Moreira, declarou que a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na instituição é um sinal da inequívoca importância que a pasta dá ao impulsionamento dos projetos da Fiocruz. “Esta é uma discussão que vem se desenvolvendo há alguns anos e, finalmente, hoje estamos dando um passo concreto”, declarou. 

    Quatro unidades estão com ações em andamento do Plano de Reestruturação dos Hospitais Federais do Rio de Janeiro do Ministério da Saúde: Bonsucesso (HFB), Andaraí (HFA) e Cardoso Fontes (HFCF) já iniciaram a descentralização da gestão. O Hospital dos Servidores do Estado (HFSE) está em processo de transição para a EBSERH, em etapa final de estudos. 

    ministro qq rio hospitais federais.jpg
    Foto: João Risi/MS

    R$ 24 milhões para fortalecer assistência em 75 maternidades de todo o país

    Outra medida anunciada nesta sexta-feira (28) pelo ministro Alexandre Padilha foi a criação de Planos de Ação para melhoria de processos de gestão em 75 maternidades de todos os estados brasileiros. Essas unidades concentram a maior parte de óbitos maternos e, por isso, a qualificação da assistência é fundamental para reduzir a mortalidade de mães e bebês no país. 

    Das 75 unidades, 25 maternidades da EBSERH já começaram o processo. As demais 50 unidades de gestões estaduais e municipais começarão agora. “A gente precisa da força de instituições como a Fiocruz para qualificar, acompanhar e ajudar a desenvolver essas maternidades”, defendeu Padilha. 

    Por dois anos, profissionais do Ministério da Saúde e do IFF/Fiocruz, em parceria, vão elaborar, implementar e monitorar esses Planos de Ação em cada maternidade, todas unidades do SUS. Na prática, serão garantidas melhorias nos processos de trabalho, como a segurança do paciente, o fluxo de leitos, a regulação, no acolhimento, na assistência ao parto e ao nascimento e na qualificação das ações nas UTIs. 

    O público-alvo são as equipes técnicas e gestoras de maternidades, contemplando profissionais de saúde das áreas clínicas e de saúde coletiva, bem como a parceria com as instâncias de gestão do SUS dos estados e municípios e representantes dos movimentos sociais. 

    Ministério da Saúde

  • Na CIT, ministro da Saúde destaca importância do diálogo com estados e municípios para o avanço do SUS

    Na CIT, ministro da Saúde destaca importância do diálogo com estados e municípios para o avanço do SUS

    “Para mim, é uma alegria estar de volta à CIT. Aqui é um espaço de diálogo com estados e municípios onde, por meio de debates e pactuações, expandimos e aprimoramos o SUS. Tudo isso para levar saúde integral e de qualidade para a população”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante a sua participação na 3ª reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), nesta quinta-feira (27), na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), em Brasília. 

    Além de ressaltar a importância do diálogo com estados e municípios para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS), Padilha reforçou que as pactuações feitas no colegiado auxiliam no acesso integral à assistência à saúde. Representantes dos conselhos nacional de Secretários de Saúde (Conass) e de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) também fizeram parte dos debates. 

    Estiveram presentes também na reunião da CIT os seguintes secretários: Executivo, Adriano Massuda; de Saúde Indígena, Weibe Tapeba; de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Sales; de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde, Felipe Proenço; além das secretárias de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas; e de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, Fernanda de Negri. Também participou Rivaldo Cunha, representando a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA)

    Debates 

    Na reunião, gestores e representantes dos estados e municípios abordaram os seguintes temas: 

    Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) 

    • Atualização sobre dengue e outras arboviroses;
    • Ações estratégicas de vacinação nas escolas e atualização da caderneta;
    • Apresentação da estratégia de vacinação contra a influenza;
    • Ampliação da estratégia de vacinação contra o HPV

    Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (Saes) 

    Secretaria Executiva (SE)

    • Balanço das atividades da CIT nos anos de 2023 e 2024. 

    Assista a 3ª Reunião da Comissão Intergestores Tripartite na íntegra: 

     

    Camilla Nunes
    Ministério da Saúde

  • Para reforçar importância da vacinação, Ministério da Saúde busca apoio de todas as religiões

    Para reforçar importância da vacinação, Ministério da Saúde busca apoio de todas as religiões

    Pela defesa da vida, em um movimento de união entre todos os brasileiros, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil – Ministério de Madureira (Conamad). Nesta quinta-feira (27), durante o encontro, o ministro reforçou o compromisso do Governo Federal de buscar apoio em todas as frentes da sociedade e de todas as religiões no incentivo à vacinação e proteção à vida por meio dos imunizantes. 

    Ao reiterar a importância da ciência, o ministro Padilha lembrou do período em que a poliomielite, conhecida como paralisia infantil, dizimava a vida das crianças brasileiras. “Vacina é vida. O Zé Gotinha é fruto da sabedoria, do conhecimento, da ciência e de estudos testados ao longo de tantos anos”, disse o ministro. 

    A agenda de Padilha em São Paulo acontece na semana em que o Ministério da Saúde iniciou a distribuição de 35 milhões de doses de vacinas contra a gripe para todos os estados das regiões Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Sudeste – incluindo o estado de São Paulo. A previsão para o início da campanha de reforço da vacinação é 7 de abril, para todo o público prioritário. Para a vacinação de 2025, a pasta adquiriu 73,6 milhões de doses. Dessas, aproximadamente 20 milhões devem ser aplicadas no estado de São Paulo.

    “Uma coisa eu gostaria de pedir: continuem nos ajudando a salvar vidas e a apoiar o trabalho dos agentes comunitários de saúde, que trabalham com a população, de porta em porta”, completou o ministro da Saúde, que esteve na convenção ao lado do advogado-geral da União, ministro Jorge Messias. 

    A parceria e ampla adesão às campanhas de vacinação busca evitar cenários como o vivido a partir de 2016, de graves quedas nas coberturas vacinais e risco de reintrodução de doenças no Brasil, como a própria poliomielite. O Ministério da Saúde reforça, no entanto, que o país reverteu essa tendência de queda

    Nos últimos dois anos, o Brasil avançou significativamente na cobertura vacinal da população brasileira. Em 2024, o país saiu da lista dos 20 países com mais crianças não vacinadas no mundo – em 2021, o Brasil ocupava o 7º lugar no ranking da Unicef/OMS. Além disso, ano passado, foi possível recuperar o certificado de eliminação do sarampo como problema de saúde pública no Brasil, concedido pela OPAS/OMS – o país perdeu o título em 2019. 

    Zé Gotinha entrou em campo pela vacinação

    Em São Paulo, na noite de quinta-feira (27/03), a Neo Química Arena recebeu um jogo clássico: Corinthians e Palmeiras se enfrentaram para o duelo final do Campeonato Paulista de futebol masculino. Antes da partida, Zé Gotinha entrou em campo e chamou a torcida paulista para manter a caderneta de vacinação em dia. O chamado vale para adultos e crianças. 

    O ministro Alexandre Padilha participou da mobilização com a torcida no estádio. “A ideia de trazer o Zé Gotinha para as torcidas uniformizadas e nos espaços esportivos é mostrar para todo mundo que, se hoje estamos aqui, protegidos e com a possibilidade de torcermos e vibrarmos com o nosso time – sem qualquer tipo de distanciamento – é porque as vacinas nos protegeram”, destacou o ministro da Saúde. 

    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde entrega mais 156 novas ambulâncias do SAMU 192 para ampliar atendimento de urgência e reduzir o tempo de espera no SUS

    Para reduzir o tempo de espera em casos de urgência e emergência, o Ministério da Saúde entregou 156 novas ambulâncias do SAMU 192 para ampliar a frota em 114 municípios de 15 estados. Dessas cidades, 94 vão receber uma ambulância pela primeira vez. São mais de 2 milhões de brasileiros e brasileiras que, a partir dessa entrega, passam a ter acesso a assistência e atendimento especializado no momento que mais precisam. Com mais esta iniciativa, o total de ambulâncias entregues pelo Governo do presidente Lula ultrapassa 2,2 mil unidades e o SAMU 192 chega a quase 90% da população em todo o país, um avanço histórico no compromisso de garantir saúde pública para todos. 

    Na cerimônia de entrega das ambulâncias, nesta quinta-feira (27), em Brasília, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou o trabalho que vem sendo feito pelo governo para levar o SAMU 192 a todos os cantos do país.“O que estamos fazendo aqui hoje é fortalecer esse serviço que salva vidas e reduz o tempo de espera por atendimento. É mais do que entregar ambulâncias. Nossa meta, desde o início do governo do presidente Lula, é universalizar o SAMU. Queremos garantir esse equipamento em 100% do território nacional, respeitando as especificidades de cada local”, ressaltou.

    O ministro falou ainda sobre a qualidade do serviço – estruturado para atender as mais diversas situações de emergência. “Hoje, o SAMU tem medicamentos que salvam vidas, como os trombolíticos, que mudaram completamente o atendimento a infartos e outras emergências. Foi o SAMU o responsável por organizar o sistema de urgência e emergência do Brasil”, observou. Na ocasião, Padilha adiantou também que uma nova entrega de ambulâncias será feita em abril, no estado de Minas Gerais.

    Recurso do Novo PAC

    Cavalcante (GO) é uma das cidades que recebe ambulância pela primeira vez na história. O município abriga a terceira maior população quilombola do país, com 4,7 mil pessoas autodeclaradas. São Lourenço do Piauí, com 4,4 mil habitantes, e outra cidade que até então não possuía uma ambulância do SAMU 192. 

    Essa entrega foi viabilizada por meio do Novo PAC, com investimento de mais de R$ 50,4 milhões. No dia 14 de março, o Ministério da Saúde entregou a maior quantidade de ambulâncias desde 2023. Foram 789 novos veículos para expansão e renovação da frota em 559 cidades de 21 estados. Dessa entrega, 86 ambulâncias eram Unidades de Suporte Avançado (USA), conhecidas como UTI Móveis. O Governo Federal não entregava unidades desse tipo desde 2018.

    Confira o total de ambulâncias por estado

    Confira os municípios contemplados nesta entrega de 156 ambulâncias

    Governo Lula: mais de 6 milhões de pessoas passaram a ter acesso ao SAMU 192

    Ao todo, o Governo Federal garantiu 2.222 novas ambulâncias do SAMU 192 — volume seis vezes maior que o registrado entre 2019 e 2022, quando 366 unidades foram entregues à população. Com essa expansão, mais de 6,1 milhões de pessoas passaram a ter acesso ao atendimento de urgência. Atualmente, o SAMU 192 conta com mais de 4,3 mil veículos em circulação e chega a 188,6 milhões de brasileiros em 4.143 municípios. 

    Também houve uma importante renovação dos veículos em circulação. Da entrega total desta gestão, 1.917 unidades renovaram a frota dos estados e municípios, representando 49,6% dos veículos habilitados e em atividade. São ambulâncias que estavam com 15 anos de uso e necessitando de manutenção, mas agora estão novas, seguras e prontas para atendimento de qualidade. 

    Com planejamento e investimento contínuo, o Ministério da Saúde trabalha para universalizar o SAMU até o fim de 2026. A meta é entregar mais 2,3 mil ambulâncias até 2026, sendo 1,3 mil previstas para 2025. O Ministério da Saúde reforça que o Novo PAC está com inscrições abertas até 31 de março para que gestores estaduais e municipais solicitem a renovação ou ampliação da frota.                                                            

    Edjalma Borges
    Ministério da Saúde

  • “Queremos uma agenda compartilhada”, disse Padilha para gestores de estados e municípios

    “Queremos uma agenda compartilhada”, disse Padilha para gestores de estados e municípios

    Nesta quarta-feira (26), o ministro Alexandre Padilha participou da 3ª Assembleia do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e da Reunião do Conselho Nacional de Representantes Estaduais (Conare), em mais uma iniciativa de diálogo com estados e municípios. “Nosso objetivo é construir uma agenda compartilhada. Temos um desafio complexo a ser enfrentado, por isso precisamos aproveitar este ambiente de legitimidade e de fortalecimento do SUS em benefício da sociedade brasileira”, afirmou. 

    Na assembleia do Conass, o ministro da Saúde ressaltou a importância do alinhamento de objetivos em prol da saúde em todos os estados. “Nosso esforço é o de entender e atender às demandas. Precisamos trabalhar todos os pleitos para que tenhamos uma agenda compartilhada e eficiente”, complementou Padilha, reforçando aos secretários estaduais de saúde o momento de reconstrução que o Brasil vive atualmente e lembrando os desafios impostos pela pandemia da Covid-19.

    Durante a agenda, foi anunciada a eleição da nova presidente do Conass para a gestão 2025-2026. Tânia Mara Coelho, secretária de saúde do Ceará, foi escolhida pelos pares em assembleia. Ela substitui o atual presidente, Fábio Baccheretti, titular da Saúde do estado de Minas Gerais. A posse será no final de abril.

    Na reunião do Conare, o ministro Padilha apresentou os novos secretários do Ministério da Saúde aos representantes do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Desde que assumiu o comando da pasta, Padilha tem reforçado a importância do trabalho conjunto com os estados e municípios. Para ele, a parceria é um esforço de reconstrução diante do desmonte do governo anterior. “Precisamos reconstruir os fluxos, as equipes e enfrentar os desafios que a pandemia trouxe, além dos novos desafios que surgem pelo nosso modo de viver e por determinantes sociais”, observou. 

    padilha reunião conare.jpg
    Foto: Taysa Barros/MS

    Presente à reunião, o presidente do Conasems, Hisham Mohamad Hamida, reiterou a mensagem de Padilha. “Vamos continuar o fortalecimento do nosso sistema e trabalhar juntos pelo SUS”, declarou. 

    Estiveram presentes nas reuniões os secretários Executivo, Adriano Massuda; de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde, Felipe Proenço; de Saúde Indígena, Weibe Tapeba; de Ciência, Tecnologia, Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, Fernanda de Negri; de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Sales; e de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas. 

    Ana Freire e Rafael Secunho
    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde abre discussão sobre primeiro hospital inteligente do Brasil

    Tecnologias avançadas, como inteligência artificial, telemedicina e conectividade integrada tem grande potencial de aprimoramento dos processos da rede pública de saúde, auxiliando em pesquisas, tratamentos e procedimentos. Nesse sentido, o ministro Alexandre Padilha coordenou uma reunião para tratar da implementação de um hospital digital e inteligente junto ao Complexo do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). 

    A criação de um hospital desse porte é uma iniciativa inédita no Brasil, que acompanha tendências de diversos países. No início de março, o ministro Padilha já havia apresentado essa ideia ao Banco dos BRICS, para viabilização do projeto. 

    “De forma totalmente inovadora, vamos utilizar ferramentas de inteligência artificial para resolver problemas de saúde, de urgência e emergência.  A criação de um hospital digital reforça nosso compromisso em reduzir o tempo de espera no SUS e, com isso, salvar vidas”, destacou o ministro Alexandre Padilha, reforçando que a ideia é expandir a iniciativa, no futuro, para todo o país. 

    Com a presença dos ministros da Fazenda, Fernando Haddad; da Gestão e Inovação, Esther Dweck; da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias; a responsável pelo projeto, Ludhmila Hajjar; e o professor e reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti, foram definidos os próximos passos para viabilizar a proposta, como o detalhamento do modelo de gestão e a apresentação do projeto. 

    Ministério da Saúde

  • Mais de 450 atendimentos foram realizados pela Força Nacional do SUS a brasileiros repatriados dos EUA

    Mais de 450 atendimentos foram realizados pela Força Nacional do SUS a brasileiros repatriados dos EUA

    A Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS) participou, no último dia 15, de mais uma operação de acolhimento organizada pelo governo federal, prestando assistência a brasileiros repatriados dos Estados Unidos. Somados os quatro voos que chegaram ao Brasil, foram realizados pela FN-SUS, este ano, 454 atendimentos a 332 brasileiros repatriados, sendo: 137 atendimentos médicos, 294 apoios psicossociais e 23 atendimentos em saúde mental.  

    Além do acolhimento em Fortaleza, porta de entrada dos repatriados dos Estados Unidos, a FN-SUS acompanha os passageiros no voo da Força Aérea Brasileira (FAB) até Confins (MG), garantindo suporte à saúde durante toda a viagem. 

    O coordenador-geral da FN-SUS, Rodrigo Stabeli, destacou a importância da ação coordenada pelo Ministério da Saúde: “A atuação da Força Nacional do SUS nesta missão reforça nosso compromisso com um atendimento humanizado e eficiente para brasileiros em situação de vulnerabilidade. Nossa presença é essencial para oferecer assistência médica e suporte psicossocial, garantindo que cada pessoa receba os cuidados necessários ao chegar ao Brasil. Esse trabalho coordenado entre diferentes órgãos e a assistência social demonstra a relevância da resposta integrada em emergências”, explicou. 

    Quarto voo: 156 atendimentos 

    No dia 15 de março, um sábado, mais um grupo de 127 brasileiros desembarcou no Aeroporto Pinto Martins, na capital cearense. Na ocasião, a Força realizou 156 atendimentos, sendo 56 médicos, 94 apoios psicossociais e 6 voltados à saúde mental.

    A ação contou com a mobilização de 36 profissionais de saúde, incluindo 9 médicos, 9 enfermeiros, 7 psicólogos, 9 integrantes da gestão da FN-SUS, além de representantes da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) e da Secretaria Executiva (SE) do Ministério da Saúde.

    A pasta mobilizou a Força Nacional para assistência em três eixos: a equipe de acolhimento, responsável por dar as boas-vindas; a equipe de urgência e emergência, posicionada estrategicamente para atender casos imediatos; e a equipe de atendimento psicossocial. 

    atendimento fn sus repatriados nova.jpg
    Foto: divulgação/MS

    Ação interministerial

    A operação de acolhimento do governo federal envolve diversas instituições para garantir a recepção e o apoio adequado tanto em Fortaleza quanto em Belo Horizonte. Enquanto a Polícia Federal atua nos procedimentos migratórios e de segurança aeroportuária, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDH) oferece suporte por meio do Posto Avançado de Atendimento Humanizado ao Migrante (PAAHM), instalado no Aeroporto de Fortaleza. 

    Já em Belo Horizonte, há um Posto de Acolhimento aos Repatriados, onde os passageiros têm acesso gratuito à internet, carregadores de celular e meios para contato com familiares. 

    Vanessa Rodrigues
    Ministério da Saúde

  • Curso de aprimoramento em equidade na gestão do trabalho na saúde é lançado pelo Ministério da Saúde

    Na quarta-feira (19), foi realizada a cerimônia de abertura e aula inaugural do Curso de Especialização e Aprimoramento em Equidade na Gestão do Trabalho e da Educação no SUS, que formará 800 pessoas para a implementação de estratégias de justiça social no trabalho na saúde. A solenidade foi realizada na sede do Ministério da Saúde, em Brasília, com transmissão ao vivo, e é um marco histórico por inserir a discussão sobre desigualdades e violências nas diversas esferas de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS).

    Na ocasião, o secretário adjunto da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps), Jerzey Timoteo, destacou que a formação nasce com o compromisso inegociável de colocar equidade na pauta. Para ele, não se faz universalidade e integralidade sem equidade, ressaltando que essa temática é por vezes esquecida ou subestimada nos debates sobre o SUS. “Esse curso é para ajudar o SUS a romper essas barreiras que impedem que ele seja realmente equânime e justo. Essa qualificação foi concebida e será ministrada 100% por mulheres mestras e doutoras, negras, brancas, indígenas e trans, refletindo a pluralidade que precisa ser fortalecida no SUS”, destacou Timóteo, que estava no encontro representando a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES).

    A coordenadora de Projetos de Responsabilidade Social do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), Camila Tavares, reforçou que a jornada de construção desse curso iniciou em 2023 e foi fruto de um trabalho coletivo conduzido majoritariamente por mulheres. “Começamos essa jornada com muitos sonhos e vontades, com um time composto por mulheres, refletindo a diversidade que queremos ver no SUS”, afirmou. Segundo ela, esse é um passo importante para fortalecer a inclusão e a representatividade na saúde pública.

    Compromisso com a transformação

    Durante a aula de abertura, que discutiu a relação entre equidade e saúde mental, com destaque para as violências no ambiente de trabalho, a professora Jeane Tavares, docente da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB), instigou os participantes a refletir sobre as dificuldades enfrentadas por populações vulnerabilizadas e a compreender como desigualdades sociais afetam diretamente o acesso e a qualidade dos serviços de saúde.

    A professora ressaltou que os princípios do SUS não podem ser plenamente efetivados sem a compreensão e a promoção da equidade, refletindo que “priorizar quem tem menos, quem está em condições de maior vulnerabilidade é promover equidade”. Também foi enfatizado pela pesquisadora como desigualdades raciais, de gênero e socioeconômicas se refletem na saúde mental de trabalhadores do sistema público de saúde “a privatização e a misoginia estão destruindo a saúde mental e física das trabalhadoras do SUS”.

    A pressão por metas, assédio e condições precárias também foram apontados por Jeane como fatores que desgastam a saúde mental das trabalhadoras. Ela alertou sobre o aumento das violências simbólicas e estruturais, especialmente contra mulheres negras, indígenas e trans e que, para mudar, é preciso educação e luta coletiva.

    curso equidade na gestão.jpg
    Foto: divulgação/MS

    Proadi-SUS

    O curso, que integra o Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras do SUS, é fruto de uma parceria entre o Ministério da Saúde com o HAOC através do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) e conta com uma metodologia inovadora que utiliza cenas do cotidiano, vídeos disparadores e materiais didáticos aprofundados para estimular a reflexão crítica e a construção de estratégias concretas para enfrentar as desigualdades na saúde pública brasileira. 

    Assista à aula inaugural 

    Ministério da Saúde