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  • Sessão Solene homenageia os cursos de Direito da UFPB 

    Sessão Solene homenageia os cursos de Direito da UFPB 

    Notícias

    Publicado em 14 de agosto de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quinta-feira (14), uma sessão especial conjunta com a Câmara Municipal de João Pessoa e a Câmara Municipal de Santa Rita para celebrar datas significativas para o ensino jurídico no estado: os 76 anos do curso de Direito da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), os 36 anos do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ/UFPB) e os 16 anos do curso de Direito em Santa Rita. A iniciativa foi proposta pela deputada Cida Ramos e pelo vereador da Capital, Odon Bezerra.

    A sessão foi um momento de reconhecimento à excelência acadêmica e à contribuição dos cursos de Direito para a formação de profissionais e para o desenvolvimento da sociedade paraibana.

    A deputada Cida Ramos ressaltou a importância da UFPB na formação de juristas. “É motivo de grande satisfação constatar o destaque da UFPB na formação de juristas, um feito que merece ser reconhecido e celebrado. Como membro da comunidade universitária, oriundo da própria instituição, sou testemunha da valiosa contribuição da UFPB para a minha formação. A presença da Universidade em momentos como este, juntamente com a Câmara de Vereadores, fortalece os laços com a sociedade e permite homenagear o curso de Direito por sua notável trajetória”, disse.

    Já o vereador de João Pessoa, Odon Bezerra, destacou a relevância da celebração e a importância dos profissionais do Direito. “A celebração se torna ainda mais especial por ocorrer em um mês significativo, no qual comemoramos o Dia do Jurista, em 11 de agosto. É fundamental que reconheçamos a importância e a relevância dos cursos de Direito para o desenvolvimento do Brasil. A Universidade Federal da Paraíba, assim como outras instituições de ensino superior do estado, tem um papel fundamental na formação de renomados profissionais do Direito”, frisou.

    Representando o Centro de Ciências Jurídicas da UFPB, a diretora Ane Augusta Alencar celebrou os resultados alcançados pelo curso. “É motivo de celebração o sucesso do curso na formação de profissionais para o mercado de trabalho, com excelentes resultados. Agradecemos a oportunidade de celebrar este momento festivo no Poder Legislativo da Paraíba e do Município de João Pessoa”, ressaltou.

    A sessão conjunta reforçou a parceria entre as casas legislativas e a UFPB, reafirmando o compromisso com a educação de qualidade e o reconhecimento das instituições.

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  • Informativo do MP reforça obrigatoriedade do julgamento com perspectiva de gênero

    Informativo do MP reforça obrigatoriedade do julgamento com perspectiva de gênero

    Proteção Integral: MPPB salienta dever de todos os atores do sistema de justiça na prevenção à revitimização de vítimas

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB), por meio de uma ação conjunta do Núcleo de Apoio às Vítimas de Crimes (Navic) e do Núcleo de Gênero, Diversidade e Igualdade Racial (Gedir), publicou um informativo para todos os membros, reforçando a necessidade da aplicação obrigatória do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero em processos criminais. A medida, alinhada à recente orientação do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), busca transformar a cultura do sistema de justiça, garantindo que vítimas de violência, especialmente mulheres, sejam tratadas como sujeitos de direito e não como meros objetos de prova.

    O informativo é assinado pelos promotores de Justiça Ricardo Alex Almeida Lins, Coordenador do Navic, Rodrigo Silva Pires de Sá, Coordenador Auxiliar do Navic, e Liana Espínola Pereira de Carvalho, Coordenadora do Gedir, com a colaboração dos assessores Márcia Trindade Crispim e Maurício Acioli Gomes Ferreira Filho. O documento detalha como a Resolução nº 492/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Lei nº 14.245/2021, conhecida como Lei Mari Ferrer, impõem uma mudança de paradigma. Além disso, o informativo sustenta que a aplicação do protocolo não é uma faculdade, mas uma obrigação legal.

    Imposição normativa

    O coordenador do Navic, promotor de Justiça Ricardo Lins, destaca que a nova diretriz transcende a fase da sentença e deve permear todo o processo. “O documento não é mera orientação facultativa, mas uma imposição normativa”, afirma. Segundo ele, “sempre que o processo envolver questões relacionadas à desigualdade, à discriminação ou à violência de gênero, o magistrado deve obrigatoriamente observar essa perspectiva em todos os atos processuais. Isso inclui despachos, decisões interlocutórias, audiências, análise de provas e qualquer outra manifestação no curso processual”. 

    Essa nova rotina processual visa combater a chamada “revitimização”, que ocorre quando a vítima, ao buscar justiça, é submetida a novas humilhações e constrangimentos. O informativo esclarece que a responsabilidade de zelar pela integridade física e psicológica da vítima e das testemunhas é compartilhada entre todos os sujeitos do processo, incluindo promotores, juízes, advogados e defensores.

    Papel proativo

    A coordenadora do Gedir, promotora Liana Espínola, ressalta o papel proativo que o Ministério Público deve assumir. “Considerando a Resolução CNJ nº 492/2023 e a Lei nº 14.245/2021 (Lei Mari Ferrer), o(a) promotor(a) de Justiça possui o dever jurídico de atuar, de forma proativa, na defesa da integridade física e psicológica da vítima e das testemunhas, sobretudo em casos de violência doméstica e crimes contra a dignidade sexual”, explica a promotora. Ela acrescenta que os membros e as membras do MPPB devem intervir ativamente, para impedir perguntas ou manifestações que atentem contra a dignidade da vítima, durante as audiências. 

    Aprimoramento

    O documento também se ampara em uma decisão histórica do Supremo Tribunal Federal (STF), que, na ADPF 1107, declarou inconstitucional a prática de questionar a vida sexual ou o modo de vida da mulher na apuração e no julgamento de crimes de violência. Tal prática, segundo o STF, perpetua a discriminação, configura dupla vitimização e representa uma expressão do machismo estrutural que não será mais tolerada pelo Poder Judiciário. 

    Com a ampla divulgação do informativo, o Ministério Público da Paraíba reafirma seu compromisso com a evolução da legislação e da jurisprudência, enviando uma mensagem clara à sociedade: o sistema de justiça está se aprimorando, para garantir que as vítimas de crimes tenham sua dignidade e seus direitos plenamente respeitados em todas as fases da persecução penal.

    CLIQUE AQUI para acessar a íntegra do Informativo.

  • Projetos arquitetônicos de Policlínicas do PAC Saúde recebem aval da Anvisa e aceleram a execução das obras

    Projetos arquitetônicos de Policlínicas do PAC Saúde recebem aval da Anvisa e aceleram a execução das obras

    O Ministério da Saúde avança na construção de um Sistema Único de Saúde (SUS) mais robusto e moderno. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o projeto arquitetônico de referência para a construção de Policlínicas, uma das modalidades do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A decisão, que é resultado de uma força-tarefa entre o Ministério e a Anvisa, junto ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), visa acelerar a execução das obras e garantir que as novas unidades sejam construídas com alto padrão de qualidade e segurança sanitária.

    A aprovação do projeto de referência para as Policlínicas é um marco importante, pois permite que estados, municípios e o Distrito Federal tenham um modelo seguro e já validado para a construção dessas unidades. A análise da Anvisa assegura que o projeto cumpre todas as resoluções e normas sanitárias da Anvisa, especialmente a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 50/2002. Com isso, as autoridades sanitárias municipais, estaduais e do Distrito Federal passam a ter mais segurança na análise final, o que facilitará a execução das obras e a oferta de serviços pelo SUS, economizando tempo e recursos.

    “A Policlínica é um novo serviço na rede de atenção à saúde, e há muito tempo não tínhamos projetos referenciados para esse tipo de estabelecimento. É um projeto que atende às diretrizes da atual Política Nacional da Atenção Especializada, sendo um importante componente para o Programa Agora tem Especialistas, com uma configuração do espaço físico que agiliza o atendimento. O trabalho com a Anvisa foi fundamental, pois a agência validou esse projeto inovador nas normas técnicas e de biossegurança, dando segurança para as vigilâncias locais fazerem suas análises”, afirmou Mirela Pilon Pessatti, arquiteta responsável pelos projetos do PAC da Saúde.

    Benefícios para a população e a gestão

    A utilização dos projetos de referência do PAC Saúde traz vantagens significativas. Eles facilitam a celeridade nas licitações e agilizam a aprovação junto aos órgãos competentes, garantindo que as novas Policlínicas cheguem mais rapidamente à população. Essas unidades, com infraestrutura adequada e alinhada à Política de Saúde, beneficiam tanto os profissionais de saúde quanto os usuários do SUS.

    O conjunto de arquivos e documentos, que está sendo disponibilizado pelo Ministério da Saúde, inclui projetos de arquitetura e engenharia, memoriais, relatórios técnicos e planilhas orçamentárias. Todos os projetos foram desenvolvidos na metodologia BIM (Building Information Modeling), que utiliza modelos 3D para otimizar o planejamento e a execução das obras, resultando em mais qualidade e agilidade em todo o processo de construção.

    A Anvisa já havia aprovado, em 2024, os projetos de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e reafirmou seu compromisso de continuar apoiando o Ministério da Saúde na avaliação técnica preliminar das demais modalidades do PAC Saúde. 

    Acesse os projetos

    Veja o Ofício da ANVISA

    Ministério da Saúde

  • ALPB realiza Sessão Especial em homenagem às famílias Bezerra Cavalcanti e Gabínio

    ALPB realiza Sessão Especial em homenagem às famílias Bezerra Cavalcanti e Gabínio

    Notícias

    Publicado em 13 de agosto de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, na tarde desta quarta-feira (13), uma sessão especial para homenagear as famílias paraibanas Bezerra Cavalcanti e Gabínio. A solenidade, proposta pelo deputado Hervázio Bezerra, celebrou o legado e as contribuições dessas famílias para o desenvolvimento do estado.

    O deputado Hervázio Bezerra justificou a homenagem ressaltando o profundo apreço pelo legado familiar. “A justificativa para esta homenagem reside no profundo apreço por uma família que, com seu legado, contribuiu significativamente para o desenvolvimento do estado. Com grande satisfação, reconheço que nossa família, ao longo de décadas, tem oferecido valiosas contribuições ao Brasil, à Paraíba e, especialmente, a esta Casa”, ressaltou.

    O vice-prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra, expressou a honra de participar do evento. “Fico feliz em estar presente nesta homenagem à família Bezerra, bem como aos familiares de Gabínio. A presença numerosa e a atuação em diversas esferas de nossa sociedade, incluindo o âmbito social, estadual e executivo, demonstram a importância desta família para a Paraíba. Sou imensamente grato por fazer parte deste momento histórico, reconhecendo o legado de crescimento e a história da família Bezerra, Cavalcante e Gabínio”, disse.

    O vereador Odon Bezerra enfatizou a importância de tais iniciativas para a preservação da memória familiar. “Acredito que todos deveriam realizar iniciativas semelhantes com suas famílias, pois o tempo pode levar ao esquecimento. Este evento ficará marcado na história e servirá para que as futuras gerações reconheçam os laços, não apenas sanguíneos, mas também de amizade, que unem as famílias”, afirmou.

    Também representando a família a desembargadora Fátima Bezerra emocionou os presentes ao traçar um paralelo entre as famílias e a natureza. “Considero que todos nós somos como um jardim, somos rosas de um mesmo jardim, cada uma com suas pétalas e com caule e raízes. Essa é a história de toda a família da Paraíba, do Nordeste, do Brasil e do mundo”. Ela destacou a união entre as famílias Bezerra, Cavalcante e Gabínio com outros importantes sobrenomes, como Moraes, Dantas, Maia e Castro, formando uma linhagem de pessoas ilustres e batalhadoras. “São gerações nas quais devemos nos espelhar, para que nossos filhos e netos saibam que lutar com dignidade e decência vale a pena”, finalizou.

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  • Gestão de crises em redes de franquias

    Gestão de crises em redes de franquias

    Como franqueadores podem transformar conflitos em oportunidades

    Conflitos entre franqueados e franqueadores são inevitáveis em qualquer rede de franquias bem estruturada. Afinal, reunir dezenas, centenas ou até milhares de unidades — cada uma gerida por empreendedores com histórias, perfis e expectativas diferentes — gera desafios naturais. Nesse contexto, o que diferencia um bom franqueador não é a ausência de crises, mas sim a forma como ele as reconhece, administra e resolve. Dessa maneira, é possível preservar tanto a reputação da marca quanto a saúde da rede.

    Por que conflitos surgem entre franqueador e franqueado

    A relação franqueador-franqueado é única: trata-se de um contrato empresarial sustentado por pessoas. Por isso, conflitos entre franqueados e franqueadores são inevitáveis, mesmo em redes de franquias bem estruturadas. Afinal, muitos franqueados investem suas economias e depositam altas expectativas no negócio. Essa interdependência, aliada a contratos de longa duração e à intensa interação diária, torna o relacionamento propenso a atritos. Se esses conflitos não forem bem gerenciados, podem escalar rapidamente, comprometendo a saúde da rede como um todo.

     

    Principais causas de crises em redes de franquias

    1. Desalinhamento de expectativas na entrada
      Franqueados podem imaginar um modelo de “gestão assistida” ou “semi-automático”, o que raramente condiz com a realidade do franchising. Uma comunicação clara, que inclua desafios e não apenas projeções otimistas, é essencial — prática conhecida como “anti-venda”.
    1. Quebra de padrões operacionais
      Alterar cardápios, coleções, comunicação visual ou processos sem autorização pode prejudicar a identidade da marca. O franqueador deve equilibrar padronização e sensibilidade às particularidades regionais.
    1. Problemas de suporte e supervisão
      A falta de preparo dos supervisores ou a ausência de canais de escuta eficientes pode aumentar insatisfações. Treinamento e comunicação empática são fundamentais.
    2. Falhas no fornecimento de produtos
      Quando a rede depende exclusivamente de itens da marca, atrasos ou erros na logística têm impacto direto no desempenho das unidades.
    3. Canibalização de território
      Sobreposição de unidades franqueadas e próprias exige atenção estratégica para evitar concorrência interna.
    4. Problemas financeiros do franqueado
      Dificuldades pessoais podem afetar diretamente o negócio, demandando ações rápidas de suporte.
    5. Amplificação de conflitos pela mídia e redes sociais
      Uma crise pontual pode se espalhar pela rede, gerando um “efeito contágio” que engaja franqueados não diretamente afetados.

    Estratégias para uma gestão eficaz de conflitos em Redes de Franquias

    • Treinamento contínuo: manter franqueados e equipes alinhados às melhores práticas.
    • Clusters de atendimento: suporte personalizado, como “berçários de operação” para iniciantes e núcleos de recuperação para unidades em dificuldade (“UTI de franqueados”).
    • Canais institucionais de escuta: promover convenções e espaços de diálogo genuíno.
    • Preparação jurídica: manter documentação, registros de suporte e histórico de não conformidades para eventuais litígios.

    Conclusão

    A gestão de crises em franquias não se baseia em evitá-las a qualquer custo, mas em estruturar sistemas capazes de identificá-las cedo e solucioná-las com técnica, empatia e transparência. Redes que lidam bem com conflitos fortalecem vínculos internos, preservam a reputação da marca e garantem um crescimento sustentável para franqueador e franqueados.

  • Prefeitura de Congo PB abre concurso com 32 vagas

    Prefeitura de Congo PB abre concurso com 32 vagas

    A Prefeitura de Congo, na Paraíba, lançou um novo concurso público visando a contratação de profissionais de nível médio e superior.

    O concurso oferece um total de 32 vagas para diversos cargos, incluindo Assistente Social, Digitador, Enfermeiro, Farmacêutico, Fiscal de Tributos, Médico, Monitor de Creche, Motorista, Nutricionista, Odontólogo, Pedagogo, Professores em diversas licenciaturas, Psicólogo, Recepcionista e Técnico em Enfermagem.

    No Qconcursos, todo mundo pode ir mais longe com o plano que cabe na sua jornada. Acesse e confira o seu!

    Os salários variam entre R$ 1.518 e R$ 12.000, com jornadas de trabalho entre 20 e 40 horas semanais. Para se candidatar, é necessário possuir a escolaridade exigida para cada função, que pode ser nível médio completo, nível superior completo ou licenciatura plena, além de outros requisitos como registro no conselho de classe e CNH categoria ‘D’.

    VEJA O EDITAL

    Saiba como se candidatar

    As inscrições estarão abertas de 13 de agosto a 13 de setembro e devem ser realizadas através do site da FACET Concursos. A taxa de inscrição está entre R$ 95 e R$ 115, podendo ser solicitada isenção nos dias 13 e 14 de agosto.

    O processo seletivo será composto por prova objetiva, agendada para 19 de outubro, além de prova prática e avaliação de títulos. O conteúdo das provas incluirá questões de língua portuguesa, matemática, conhecimentos gerais e específicos.

    O concurso terá validade de dois anos, com possibilidade de prorrogação por mais dois anos.

  • Para aumentar uso de preservativos no país, Ministério da Saúde diversifica oferta de camisinhas no SUS

    Para aumentar uso de preservativos no país, Ministério da Saúde diversifica oferta de camisinhas no SUS

    O Ministério da Saúde iniciou a distribuição gratuita de dois novos modelos de camisinha. Além da tradicional, estarão disponíveis no SUS as versões texturizadas e fina. A novidade busca aumentar a adesão ao uso de preservativos, especialmente entre jovens, e reforçar a prevenção contra o HIV, hepatites virais, sífilis e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). O uso de preservativos também evita gestações não planejadas.

    A diversificação da oferta visa estimular o uso contínuo e correto do preservativo, tornando-o mais atraente e atendendo às diferentes preferências da população. Essa ação responde a desafios identificados nos últimos anos: a queda no uso de preservativos, sobretudo entre jovens — apontada por dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/IBGE 2019) e por relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS/2024) — e a baixa solicitação desses insumos por estados e municípios após a pandemia de Covid-19.

    Ambas as versões têm embalagens modernas, mantendo a mesma eficácia de proteção dos modelos anteriores. A expectativa é de distribuição de 400 milhões de unidades neste ano. Até então o SUS oferecia dois tipos de camisinha: a externa, feita de látex, e a interna, de látex ou borracha nitrílica.

    A ação integra a estratégia de Prevenção Combinada, que associa diferentes métodos para ampliar a proteção contra o HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis. Entre eles estão: uso de preservativos, gel lubrificante, profilaxias pré e pós-exposição (PrEP e PEP), diagnóstico e tratamento do HIV e de outras IST’s, vacinação e ações de promoção da saúde sexual e reprodutiva.

    Os preservativos são distribuídos gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde, sem exigência de documentos de identificação e sem restrições de quantidade, facilitando o acesso de todas as pessoas.

    59% das pessoas com mais de 18 anos dizem não usar preservativo

    Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), entre pessoas com 18 anos ou mais que tiveram relação sexual nos 12 meses anteriores à data da entrevista, 22,8% relataram usar preservativo em todas as relações sexuais. Outras 17,1% afirmaram usar às vezes, e 59% dos entrevistados relataram não usar nenhuma vez. O estudo foi feito em 2019.

    As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos, sendo transmitidas, principalmente, por meio de relações sexuais sem o uso de preservativo, caso um dos parceiros esteja infectado.

    O uso da camisinha em todas as relações sexuais é o método mais eficaz para a proteção contra o HIV e outras IST. O Ministério da Saúde reforça que preservativos podem ser retirados gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde.

    Amanda Milan
    Ministério da Saúde

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    gestao-crises-franquias-conflitos-franqueador

    Gestão de Crises em Redes de Franquias

    Mais importante do que evitar conflitos é saber resolvê-los com maturidade e estratégia.

    Quando Conflitos São Normais

    Conflitos em redes de franquias não indicam falhas gerenciais. Redes que englobam dezenas ou milhares de unidades, cada uma com perfil, expectativa e contexto diferentes, inevitavelmente enfrentam divergências. A relação de franquia é humana — o franqueado investe suas economias e expectativas pessoais, o que torna a relação, principalmente, entre pessoas. Portanto, a maturidade da rede está em como os conflitos são identificados e resolvidos.

    Franqueador e Franqueado: Parceria Complementar

    Franqueador e franqueado são legalmente independentes, porém interdependentes. É uma parceria onde um não prospera sem o outro. Contratos de longo prazo e envolvimento diário tornam essa relação suscetível a atritos — se mal gerenciados, podem comprometer toda a reputação da rede.

    Causas Frequentes de Crises em Redes de Franquias
    • Desalinhamento inicial de expectativas: franqueados que esperam “gestão assistida” ou enxergam a franquia como “pré-aposentadoria” falham desde o início. Estratégia: adotar uma abordagem de “anti‑venda”, apresentando desafios e não apenas resultados.
    • Desvios operacionais: alterações não autorizadas afetam a marca. Franqueadoras devem equilibrar identidade da rede e sensibilidade regional (ex.: produtos inadequados ao clima local).
    • Falhas de suporte: supervisão ineficaz agrava conflitos. A comunicação alinhada é essencial para evitar frustrações.
    • Quantidade e logística de produtos: falhas no abastecimento comprometem operações, especialmente quando produtos são exclusivos da marca franqueada.
    • Canibalização territorial e problemas pessoais dos franqueados: exigem resposta rápida e personalizada.
    Conflitos Amplificados pela Mídia

    A mídia e redes sociais podem amplificar insatisfações, gerando uma atm osfera de contágio. Franqueados emocionalmente carregados podem ser impactados pelo espaço coletivo de reclamações — requer atenção redobrada das franqueadoras.

    Estratégias para Evitar Crises e Proteger a Marca
    1. Treinamentos contínuos e alinhamento de expectativas desde a seleção e ao longo da relação.

    2. Suporte segmentado por perfil ou fase de vida do franqueado.

    3. Clusters de atendimento: segmentos como “berçários de operação” e “UTI de franqueados” para redes grandes.

    4. Canais de escuta e diálogo real: convenções, feedbacks e comunicação bidirecional.

    5. Preparação jurídica: documentação organizada, histórico de suporte e não conformidades para defender a franqueadora em eventuais litígios.

    Conclusão

    A gestão eficaz de crises em redes de franquias vai além de evitar conflitos: é saber identificá-los cedo, tratá-los com empatia e técnica, e proteger a reputação da marca e da rede com transparência, beneficiando franqueadores e franqueados.

  • ALPB aprova prioridade em exames de mamografia para mulheres a partir dos 40 anos na rede pública de saúde

    ALPB aprova prioridade em exames de mamografia para mulheres a partir dos 40 anos na rede pública de saúde

    Notícias

    Publicado em 13 de agosto de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, por unanimidade, na sessão desta quarta-feira (13), o Projeto de Lei 2.272/2024, de autoria do deputado Luciano Cartaxo, que estabelece prioridade para a realização de exames de mamografia em mulheres de 40 a 70 anos. A proposta também inclui no grupo prioritário aquelas que necessitam de avaliações periódicas, estejam em tratamento oncológico ou apresentem urgência para o exame, desde que haja prescrição médica ou comprovação documental.

    O parlamentar argumentou que a medida busca reduzir o tempo de espera e ampliar as chances de diagnóstico precoce, fundamental para aumentar as possibilidades de cura. “O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres e, infelizmente, muitas ainda aguardam meses para realizar a mamografia. Com essa lei, queremos garantir que quem tem mais risco de desenvolver a doença seja atendida com prioridade, evitando diagnósticos tardios e salvando vidas”, destacou Luciano Cartaxo.

    Os deputado também aprovaram o projeto de Lei 4.169/2025, de autorria da deputada Camila Toscano, que institui a Política Estadual de Prevenção da Violência Escolar Associada ao Uso Excessivo de Telas por Crianças e Adolescentes. A proposta prevê ações integradas entre educação, saúde, assistência social, psicologia e segurança pública para diagnosticar, prevenir e mitigar comportamentos agressivos e distúrbios de socialização relacionados ao uso abusivo de dispositivos digitais, como celulares, tablets, computadores e videogames.

    “Precisamos reconhecer que o uso excessivo de telas tem impactos diretos na saúde emocional, no desempenho escolar e nas relações interpessoais dos nossos jovens. Esta política quer oferecer ferramentas para que famílias, escolas e profissionais de diferentes áreas atuem juntos na prevenção e no cuidado com nossas crianças e adolescentes”, destacou a parlamentar.

    Pandemia 

    Os deputados aprovaram também o PL 4.798/2025, enviado ao Legislativo pelo Governo do Estado, que Institui o Programa Paraíba que Acolhe, voltado para promoção de ações de proteção social, incluindo auxílio financeiro para crianças e adolescentes de famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica que se tornaram órfãos em razão do óbito de seus genitores e os responsáveis legais em decorrência da Covid-19.

    De acordo com o projeto apresentado pelo Poder Executivo, o Programa Paraíba que Acolhe tem o objetivo de garantir a proteção social continuada de crianças e adolescentes em situação de orfandade por efeito da Covid-19, assegurando acesso às políticas públicas, preservando o seu pleno desenvolvimento, além de prestar auxílio financeiro a crianças e adolescentes, até que atinjam a maior oportunidade civil de 18 anos, reduzindo os impactos sociais e econômicos em suas vidas, em decorrência da orfandade ocasionada pela pandemia.

    A população paraibana pode acompanhar todas as matérias apresentadas na ALPB, assim como, sessões ordinárias, visitas técnicas, reuniões de comissões, solenidades e debates através da TV Assembleia, pelo canal 8.2, e também pelo canal TV Assembleia PB no Youtube.

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  • Webinar vai discutir atuação do MP no enfrentamento ao feminicídio

    Webinar vai discutir atuação do MP no enfrentamento ao feminicídio

    O Ministério Público da Paraíba realizará, no dia 22 de agosto, a partir das 9h, o webinar “Atuação do Ministério Público no Enfrentamento ao Feminicídio”, com o objetivo de aprimorar a atuação no combate ao feminicídio. O evento é promovido pelo Centro de Apoio Operacional em Matéria Criminal (CAOCrim), em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf).

    As inscrições estão abertas (Clique AQUI) para membros, assessores e servidores do Ministério Público e demais operadores do Direito, com possibilidade de participação de integrantes de outros Estados.

    A iniciativa atende a uma diretriz do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que, por meio do Selo “Respeito e Inclusão no Combate ao Feminicídio”, busca certificar as unidades do Ministério Público brasileiro que investem na qualificação de seus integrantes. A participação no webinar será reconhecida com anotação elogiosa nos cadastros funcionais, um incentivo proposto pela Corregedoria do CNMP e acolhido  pela Corregedoria-Geral do MPPB.

    O evento visa a capacitar membros(as), assessores(as) e servidores(as) da instituição para uma atuação com perspectiva de gênero e contará com exposições da escritora Carla Madeira e das promotoras de Justiça Ticiane Louise Santana Pereira (MPPR) e Simone Sibílio do Nascimento (MPRJ). A mediação caberá à 1ª subprocuradora-geral, Vasti Cléa Lopes. 

    O coordenador do CAOCrim e do Núcleo de Apoio às Vítimas de Crimes (Navic), Ricardo Alex Almeida Lins, ressalta a relevância do evento. “O enfrentamento ao feminicídio exige do Ministério Público uma atuação, cada vez, mais técnica, especializada e sensível às complexidades da violência de gênero. Trata-se de uma oportunidade de buscarmos instrumentos para a efetiva proteção de mulheres e de meninas em situação de violência. O evento contará com exposições de renomados profissionais e abordará desde a contextualização da violência de gênero, pela escritora Carla Madeira, até estratégias de atuação em plenário. O que se busca é que o Ministério Público da Paraíba se consolide como uma instituição de vanguarda na defesa dos direitos humanos e no combate a essa grave violação”.

     

    Confira a programação:

    9h: Abertura 

    Procurador-geral de Justiça, diretor do Ceaf, corregedor-geral do MPPB e coordenador do CAOCrim.

     

    9h15: Mediação e Apresentação 

    Vasti Cléa Soares Marinho, Procuradora de Justiça do Ministério Público da Paraíba

     

    9h20: Contextualização da violência de gênero com a escritora Carla Madeira

     

    9h40: Exposição sobre “O papel da atuação em rede do Ministério Público no enfrentamento ao feminicídio”

    Ticiane Louise Santana Pereira, promotora de Justiça do Ministério Público do Paraná

     

    11h: Exposição sobre “Estratégias de atuação do Ministério Público em plenário e na instrução de feminicídio” 

    Simone Sibílio do Nascimento, promotora de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro