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  • ALPB participa de Sessão no Senado em homenagem aos 160 anos de nascimento de Epitácio Pessoa

    Notícias

    Publicado em 22 de maio de 2025

    O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado Adriano Galdino, representou o parlamento estadual na sessão especial realizada na manhã desta quinta-feira (22), no Plenário do Senado Federal, em homenagem aos 160 anos de nascimento de Epitácio Pessoa — ex-presidente da República, ex-senador pela Paraíba, jurista, advogado, professor e promotor de Justiça. A solenidade foi proposta pelo senador paraibano Efraim Filho (União-PB), por meio do Requerimento nº 23/2025. Os deputados estaduais Cicinho Lima e Tovar Correia Lima também participaram da homenagem.

    A mesa da sessão solene reuniu importantes autoridades da esfera nacional e representantes da Paraíba. Além de Galdino, compuseram o dispositivo o ministro Herman Benjamin, presidente do Superior Tribunal de Justiça; o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho; o embaixador Carlos Alberto Pessoa Pardelas, neto do homenageado; o procurador-geral do Ministério Público de Contas da Paraíba, Marcílio Toscano Franca Filho; e o vereador de João Pessoa, Milanez Neto, representando a capital paraibana.

    Durante a cerimônia, os presentes assistiram a um vídeo institucional que destacou a trajetória e o legado de Epitácio Pessoa. Foram lembradas realizações marcantes como sua participação na fundação da Liga das Nações, a construção de mais de 200 açudes no Nordeste — importantes para o combate à seca — e sua atuação nos Jogos Olímpicos Sul-americanos, além da histórica presença na Conferência de Paz de Versalhes, após a Primeira Guerra Mundial.

    Adriano Galdino usou a tribuna para enfatizar a relevância histórica de Epitácio Pessoa para a Paraíba e para o Brasil. “É uma alegria imensa estar aqui representando a Assembleia Legislativa da Paraíba nesta justa homenagem ao maior de todos os paraibanos. Epitácio é símbolo de superação, inteligência e compromisso com o povo nordestino. Órfão aos oito anos, enfrentou dificuldades imensas, mas soube transformar conhecimento em instrumento de mudança social e política”, destacou.

    Galdino também criticou o que chamou de “injustiça orçamentária” praticada historicamente contra o Norte e o Nordeste. “Mesmo sendo o único brasileiro a ter presidido os três poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário — Epitácio não se esqueceu de sua origem e governou com olhar voltado para os mais humildes. Se estivesse vivo, certamente estaria levantando a bandeira contra o desequilíbrio na distribuição de recursos federais”, afirmou.

    Ao abrir a sessão, o senador Efraim Filho destacou a grandeza do legado deixado por Epitácio Pessoa. “Nos reunimos hoje para celebrar uma das figuras mais insignes da história da Paraíba e do Brasil. Um homem cuja trajetória pública transcendeu seu tempo e cujas ações ecoam até os dias atuais. O primeiro nordestino a ocupar a Presidência da República deixou marcas profundas no combate à seca, na consolidação jurídica do país e na projeção internacional do Brasil”, declarou.

    Já o embaixador Carlos Alberto Pessoa Pardelas, neto do ex-presidente, trouxe ao plenário um relato emocionado sobre a vida pessoal e pública do avô. “Órfão desde os oito anos, Epitácio venceu pela educação. Conquistou bolsa no Ginásio Pernambucano, estudou com brilhantismo na Faculdade de Direito do Recife, foi promotor, advogado e professor. Sua ascensão à Presidência se deu por mérito, esforço e compromisso com o Brasil”, contou.

    A homenagem – que contou também com um repente especial, cantado pelo deputado Cicinho Limare – forçou a importância de preservar a memória de líderes que moldaram o país com visão republicana, compromisso público e ação efetiva. Epitácio Pessoa, que governou o Brasil de 1919 a 1922, foi lembrado não apenas como estadista, mas como símbolo de resistência, superação e amor ao Nordeste.

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  • São João: MP-Procon e organizadora firmam TAC para ordenamento do Parque do Povo

    São João: MP-Procon e organizadora firmam TAC para ordenamento do Parque do Povo

    O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba (MP-Procon) celebrou um termo de ajustamento de conduta com a empresa Arte Produções, organizadora do São João de Campina Grande, com uma série de medidas a serem providenciadas no fornecimento de produtos e serviços, para garantir o cumprimento de todas as normas do consumidor. 

    O TAC foi assinado pelo diretor regional do MP-Procon de Campina Grande, promotor Osvaldo Lopes Barbosa, pelo administrador da Arte Produções, Marcelo Pinto; e pelo representante jurídico da empresa, Natanael Cortez. A assinatura ocorreu durante audiência realizada na quarta-feira (21/05), que contou com a presença de representantes da Prefeitura de Campina Grande, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar.

    Camarotes

    Em relação aos camarotes, a empresa deverá afixar placa informando a capacidade máxima do espaço, conforme estabelecido pelo Corpo de Bombeiros. Os bares e restaurantes localizados no interior dos camarões devem afixar cartaz com a indicação de todos os produtos e serviços fornecidos, com seus respectivos preços.

    A empresa se comprometeu ainda a não aumentar preços de produtos e serviços, em virtude do dia ou das atrações musicais, durante todo o período do São João, salvo caso fortuito ou força maior, devidamente justificado ao MP-Procon.

    Além disso, a empresa se comprometeu a comercializar apenas o número limite de mesas indicado pelo Corpo de Bombeiros. Bebidas quentes devem ser exclusivamente fornecidas em garrafas de plásticos e não podem ser cobrados valores pela disponibilização de copos de plástico, exceto os que forem personalizados e de aquisição facultativa por parte dos consumidores. Também deverão ser disponibilizados banheiros em quantidade suficiente para atender a capacidade de público do espaço. 

    Mesas

    Ficou ajustado ainda que as mesas que foram comercializadas no interior dos camarotes, diretamente pelos garçons, só poderão ter acrescidas em seus valores originalmente previstos no cardápio, a taxa de serviço, devendo a organizadora fiscalizar a conduta dos garçons, excluindo-os do evento em caso de descumprimento. 

    Área gastronômica

    O TAC estabelece ainda que a empresa não aumentará sem justa causa o preço de produtos e serviços, sobretudo em relação às bebidas comercializadas pela distribuidora da própria organizadora, devendo aplicar a média de preços do mercado na venda realizada aos barraqueiros.

    A organizadora também deverá fixar placas com a quantidade máxima de pessoas permitidas nos camarotes e na área comum do Parque do Povo, indicando a totalidade de pessoas permitidas em cada espaço, em conformidade com as normas do Corpo de Bombeiros. Também vai orientar que todos os barraqueiros disponibilizem cardápios com os preços dos produtos e serviços bem como os meios de pagamentos.

    Controle de incêndio

    Até o próximo dia 29, a empresa deverá entregar cópia do projeto do São João 2025. Também deverá dispor de hidrantes provisórios para a parte superior do Parque do Povo e caminhões-pipa na parte inferior, em quantidade indicada pelo Corpo de Bombeiros. 

    A empresa se comprometeu ainda a fiscalizar a existência de extintores em todas as barracas e restaurantes, devendo suspender a atuação daqueles que não cumprirem a obrigação. Caso haja show pirotécnico no palco, a organizadora deve buscar autorização dos bombeiros.

    Controle sanitário

    A empresa organizadora do São João também se comprometeu a fiscalizar o cumprimento do controle higiênico e sanitário por parte dos bares, restaurantes e barracas. Esse controle abrange o uso de equipamento de proteção individual pelos fornecedores que manipulem alimentos, existência de água para limpeza de utensílios usados nas barracas, correto acondicionamento de alimentos e utilização de revestimento impermeável e de fácil limpeza nas barracas.

  • Pesquisa de Clima Organizacional e Qualidade de Vida 2025 Última atualização: 22/05/2025 às 07:38:00

    Você já observou que a maioria das pessoas passa a maior parte do seu dia entre atividades e colegas de trabalho? É fundamental, portanto, que este ambiente seja seguro, saudável e respeitoso.  

    Por isso, a Justiça Federal quer saber: qual o nível de satisfação com seu ambiente de trabalho? Você acha que tem qualidade de vida no âmbito profissional? O clima organizacional é bom? É ruim?  Se você quer um Judiciário mais humanizado, fique atento(a): vem aí a Pesquisa da Clima Organizacional e Qualidade de Vida 2025! Sua opinião é valiosa!  

    O levantamento será realizado no período de 2 a 23 de junho. Participe!

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Presidente da Fenafisco defende prerrogativas do Fisco e alerta para risco de invasão de competências na reforma tributária

    Presidente da Fenafisco defende prerrogativas do Fisco e alerta para risco de invasão de competências na reforma tributária

    Durante debate sobre o PLP 108/2024, Francelino Valença reforça a importância da separação de funções entre Fisco e Procuradorias, conforme previsto na Constituição Federal

    Nesta terça-feira (20), o presidente da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), Francelino Valença, participou da primeira audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado para debater o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, que regulamenta o novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

    Durante sua participação, Francelino reforçou a importância de preservar as competências legais da Administração Tributária, previstas na Constituição Federal e no Código Tributário Nacional. “O lançamento do tributo é uma atribuição do Fisco, definida na Constituição e no Código Tributário Nacional. Preservar essa competência é essencial para garantir segurança jurídica e eficiência na arrecadação”, destacou.

    A audiência tratou de infrações, penalidades, encargos moratórios e regras para o processo administrativo tributário do IBS. O presidente da Fenafisco chamou atenção para interpretações equivocadas que tentam atribuir às Procuradorias funções que, segundo ele, são exclusivas da Administração Tributária. “Há um esforço para associar o lançamento tributário a uma atividade jurídica. Isso não tem previsão constitucional”, afirmou.

    Valença ressaltou que o debate não é uma disputa entre carreiras, mas sim uma questão de organização institucional. “Não se trata de disputa entre carreiras, mas de assegurar que cada instituição exerça suas funções com clareza e responsabilidade. O novo sistema tributário precisa nascer com bases sólidas”, explicou.

     

    Outro ponto importante levantado pelo presidente foi a necessidade de agilidade no contencioso tributário para evitar que seja utilizada a demora nos processos para postergar o pagamento. “Temos que garantir celeridade. A lentidão do processo pode ser usada para discutir o crédito por anos, e no fim não paga os juros. Isso é inaceitável”, alertou.

    Francelino também apresentou uma proposta para a transação tributária, sugerindo que a Administração Tributária possa conduzir as negociações nos primeiros 12 meses após a constituição do crédito, com a Procuradoria assumindo a partir da execução fiscal. “Nossa proposta é que, nos primeiros 12 meses após a constituição do crédito, a Administração Tributária conduza a negociação. Depois do início da execução fiscal, a responsabilidade passa para a Procuradoria. Isso garante eficiência e respeita o papel de cada carreira”, explicou.

    Ao final, o presidente reafirmou o compromisso da Fenafisco em contribuir para a construção de um sistema tributário eficiente e justo, respeitando as competências de cada órgão. “Não estamos pleiteando prerrogativas alheias. Mas também não vamos aceitar interferências indevidas”, concluiu.

    Além da Fenafisco, participaram da audiência representantes da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária, da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), do Grupo de Estudos Tributários Aplicados (Getap), da Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal (Anape), da Associação Nacional das Procuradoras e Procuradores Municipais (ANPM), do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP). A reunião foi conduzida pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto.

    Clique aqui e assista ao vídeo

     

    Fenafisco

  • ALPB debate ações em defesa de pessoas com lúpus, fibromialgia e doenças raras

    Notícias

    Publicado em 21 de maio de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), através da Comissão de Direitos Humanos, realizou, nesta quarta-feira (21), audiência pública para debater políticas públicas mais eficientes e inclusivas para o diagnóstico, tratamento, acompanhamento e garantia de direitos das pessoas acometidas por Lúpus, Fibromialgia e Doenças Raras. O evento, proposto pela deputada Cida Ramos, reuniu especialistas no assunto, entidades civis e pessoas portadoras de necessidades especiais.

    “Essas pessoas clamam para que as ações, os serviços e os programas tragam resultados. A Assembleia tem feito o seu papel de promover projetos e debates como o de hoje, e este evento é para ecoar esse grito e garantir que possamos tirar encaminhamentos que efetivem leis já existentes, inclusive de nossa autoria”, destacou a deputada Cida Ramos.

    “A audiência pública foi um passo importante para promover a voz das pessoas afetadas por essas condições e buscar soluções concretas que melhorem suas vidas e garantam seus direitos”, a crescentou a deputada.

    Durante a audiência, o médico Alexandre César ressaltou a necessidade de um olhar mais atento para as pacientes com fibromialgia. “Esses pacientes precisam de uma atenção diferenciada e são estigmatizados ao longo do tempo. Precisamos quebrar esse paradigma. Um paciente com fibromialgia requer atenção multidisciplinar, incluindo psiquiatras e reumatologistas. Reconhecer a fibromialgia como uma deficiência é crucial para entender que esses pacientes precisam de atenção prioritária”, explicou.

    Fernanda Silva, presidente da Associação dos Fibromálgicos da Paraíba, também fez um apelo por melhores condições. “A questão do reconhecimento como Pessoas com Deficiência (PCD) é fundamental. Precisamos que o governo alinhe esforços junto às prefeituras para garantir que nossos atendimentos tenham mais qualidade”, enfatizou.

    Cida Ramos reafirmou o compromisso da Assembleia Legislativa em trabalhar em prol da inclusão e proteção das pessoas acometidas por Lúpus, Fibromialgia e Doenças Raras.

    Também participaram da audiência os vereadores de João Pessoa, Guga Moov Jampa, Marcos Henrique e Tarcísio Jardim; a conselheira Estadual da OAB-PB, Patrícia Apolinario; a secretária de Saúde de Duas Estradas, Geveralda Farias; e a superintendente estadual do Ministério da Saúde, Joelma Lira.

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  • Juízes(as) com competência em Infância e Juventude devem participar de formação sobre a PSE

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    Magistrados e magistradas responsáveis pelas varas com competência em Infância e Juventude no Estado deverão participar da capacitação sobre a nova Plataforma Socioeducativa (PSE), promovida a partir de parceria entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio do Grupo de Monitoramento e Fiscalização dos Sistemas Carcerário e Socioeducativo (GMF) e a Escola Superior da Magistratura (Esma). 

    A plataforma entra em vigor no dia 6 de junho, substituindo o Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL).

    O ato da Presidência do TJPB com a indicação das unidades judiciárias convocadas para a formação será publicado no Diário de Justiça Eletrônico, devendo o(a) magistrado(a) indicar ainda um(a) servidor(a) e um(a) assessor(a) para participação. 

    O Judiciário paraibano é o terceiro do país a adotar a plataforma, que foi desenvolvida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ferramenta funciona de forma integrada ao PJe e representa um salto tecnológico para a área socioeducativa, trazendo indicadores gráficos detalhados, notificações para prazos processuais, entre outras vantagens. 

    Para o juiz coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização dos Sistemas Carcerário e Socioeducativo (GMF), Hugo Gomes Zaher, a PSE possibilitará o aprimoramento do controle e do monitoramento das medidas socioeducativas, a geração de dados confiáveis sobre esta área e o tratamento contínuo das informações. 

    INSCRIÇÕES – As inscrições para a formação seguem até o dia 27 de maio e devem ser realizadas por meio de FORMULÁRIO. A lista com as inscrições homologadas será divulgada no dia 29 de maio.

    CAPACITAÇÃO – A capacitação acontecerá entre os dias 2 e 6 de junho e será conduzida por membros da Comissão de Implantação da Plataforma Socioeducativa (PSE) do CNJ.

    De 2 a 5 de junho, a formação será oferecida na modalidade virtual (EaD) para os integrantes das unidades especializadas em Infância e Juventude de Entrância Inicial.

    Já no dia 6 de junho, a capacitação será obrigatoriamente presencial, destinada às unidades da área infantojuvenil das comarcas de Entrância Final, incluindo as sedes de circunscrições e a região metropolitana de João Pessoa. Participarão dessa etapa as comarcas de João Pessoa (1ª e 2ª Varas da Infância e Juventude – Acervo A e B), Bayeux, Cabedelo, Santa Rita, Campina Grande, Cajazeiras, Guarabira e Patos.

    Também haverá turmas específicas de capacitação voltadas aos plantonistas cíveis. Poderão se inscrever um(a) magistrado(a), um(a) assessor(a) e um(a) servidor(a) de cada unidade plantonista, com prioridade para aqueles que emitem Guia de Internação Provisória. A inscrição é feita por meio de formulário específico – clique AQUI.  


     

    Por Gabriela Parente

     

  • XIII Concurso de Redação sobre adoção para estudantes de escolas públicas será lançado na 2ª

    A Corregedoria-Geral do Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), vai promover o XIII Concurso de Redação, com o tema ‘adoção’. A iniciativa é voltada a estudantes das escolas públicas estaduais e municipais de João Pessoa e Região Metropolitana, com o objetivo de incentivar os(as) alunos(as) a expressarem seus conhecimentos e sentimentos sobre a adoção de crianças e adolescentes. 

    O concurso será lançado nesta segunda-feira (26), às 10h,  Escola Estadual de Ensino Fundamental Francisco Campos, no Bairro Anatólia, na Capital. As inscrições vão até 13 de outubro. Podem participar alunos(as) do 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental e estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA). De acordo com o Edital publicado no Diário da Justiça eletrônico (DJe) desta quarta-feira (21), e assinado pelo corregedor-geral de Justiça, desembargador Leandro Santos, os interessados poderem participar com apenas um texto, o qual poderá ser dissertativo, narrativo, descritivo, ou em forma de poesia.

    O texto deverá ser manuscrito, em papel próprio fornecido pela Ceja, e com letra legível. Em cada escola os trabalhos serão julgados por uma equipe de professores, a critério da Direção, que selecionará e enviará as redações, por série. Os trabalhos selecionados pelas escolas deverão ser remetidos à Comissão Estadual Judiciária de Adoção da Corregedoria-Geral, localizada na Rua Abelardo da Silva Guimarães Barreto, S/N, Jardim Altiplano Cabo Branco, João Pessoa-PB. CEP: 58.046-060. O material também pode ser entregue presencialmente, ou encaminhado pelo ceja@tjpb.jus.br.

    A data limite para a entrega dos trabalhos será o dia 13 de outubro de 2025. Ainda conforme o Edital, para efeito de participação, será considerada a data do envio ou entrega. O não cumprimento desta data limite desclassifica automaticamente a redação. Na etapa final, as redações serão julgadas pela Comissão Estadual Judiciária de Adoção e por sua equipe técnica. Será considerada irrevogável a decisão da comissão julgadora, não cabendo nenhum tipo de ação recorrente. O texto tem que ser original, inédito, criativo, coerente, pertinente ao tema de adoção e deverá ter entre 20 e 25 linhas.

    Fica assegurado à Comissão Estadual Judiciária de Adoção o direito de publicar as redações vencedoras através de meios de divulgação, como rádio, televisão, jornal, redes sociais, internet, faixas e demais meios que considerar adequados.

    Premiação – Serão premiados os primeiros e segundos lugares de cada série. A entrega dos prêmios ocorrerá em evento a ser, posteriormente, estabelecido e divulgado pela Ceja, que se encarregará de comunicar os vencedores – aluno e escola. Em caso de impossibilidade de comparecimento do aluno, ou responsável, será estipulado um prazo de até seis meses, contados a partir da data da premiação, para recebimento do prêmio e, após este período sem o comparecimento, a Ceja poderá dispor do referido prêmio para futuros concursos. Ao se inscrever, a escola, o aluno e seus pais, ou responsáveis, aceitam plenamente às normas expressas neste Edital.

    Por Fernando Patriota

     

  • MPPB acompanha calendário de reformas de escolas estaduais

    MPPB acompanha calendário de reformas de escolas estaduais

    Promotora inspecionou unidade que está sendo reformada sem paralisação de aulas; solução pode ser adotada em outras escolas

    A promotora de Justiça Maria Edlígia Chaves Leite, que atua na defesa da educação de João Pessoa (rede pública estadual), inspecionou, na manhã desta terça-feira (21/05), a reforma da Escola Sesquicentenário, em João Pessoa. A visita integra as diligências de procedimento extrajudicial (Notícia de Fato 002.2025.011323) instaurado para acompanhar o calendário de obras nas escolas estaduais. O objetivo principal é garantir que as escolas não fechem e  que os estudantes continuem tendo atividades presenciais, enquanto o Estado faz a melhoria da infraestrutura de sua rede de ensino. 

    No Sesquicentenário, a representante do MPPB foi recebida por uma equipe formada por representantes da escola, da Secretaria de Estado da Educação e da Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado (Suplan). Ela conheceu as instalações provisórias montadas pelo Estado no terreno da unidade de ensino. São estruturas modulares que substituem espaços como salas de aula, cozinha e banheiros. Essa alternativa foi usada de forma experimental como solução para unidades que dispõem de terreno e em localidades nas quais não seja viável alocar alunos em outros prédios. A Promotora recebeu a informação de que os módulos serão usados em outra escola de Campina Grande. 

    “Quando o Estado vai reformar uma unidade, há algumas opções: reformar a escola com os estudantes dentro, que é o pior modelo que se tem; interdita uma parte da escola e vai fazer a reforma em outro setor, mas essas duas opções perturbam  o ensino; uma terceira opção é alugar um espaço físico em outro local próximo para alocar os alunos, o que seria o ideal, mas nem sempre há esse espaço para atender essa necessidade; ou coloca os estudantes em ensino remoto, uma alternativa que se mostrou ineficaz na educação básica. Então, a opção que eles estão usando agora é essa adotada no Sequicentenário: alugar essa estrutura modular. Vão fazer isso em algumas escolas de Paraíba”, relatou Maria Edligia. 

    A promotora lembrou que os alunos do Sesquicentenário foram colocados em ensino híbrido (parte presencial e parte remota) e isso resultou em um procedimento na Promotoria de Justiça de João Pessoa. Mas, desde abril do ano passado, as aulas estão sendo integralmente presenciais, graças à montagem dessa estrutura. A previsão é de conclusão da obra até o meio deste ano.

    “O Governo do Estado vai fazer obras em mais de 30 escolas. Estamos acompanhando esse planejamento para evitar danos pedagógicos à comunidade escolar. Eu gostei demais dessa alternativa encontrada. A estrutura em si é boa, inclusive por ser climatizada.  No Sesquicentenário, usaram o espaço de um campo de futebol. Vamos continuar acompanhando o processo em outras unidades”, disse a promotora de Justiça.

  • MPPB lança ‘Protocolo de Promotoria’ para uniformizar e otimizar atuação

    MPPB lança ‘Protocolo de Promotoria’ para uniformizar e otimizar atuação

    A Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), a Corregedoria-Geral (CGMP) e os centros de Apoio Operacional (CAOs) lançaram, na tarde desta quarta-feira (21/05), o ‘Protocolo de Promotoria’ para uniformizar e otimizar o trabalho do Ministério Público da Paraíba (MPPB), nas várias áreas de atuação, respeitando a autonomia dos promotores e promotoras de Justiça. O lançamento foi organizado pelo Centro de Estudos de Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf/MPPB) e realizado, por videoconferência, através da Plataforma Google Meet. 

    Na ocasião, o procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto, explicou que a iniciativa atende a uma demanda da Corregedoria Nacional do Ministério Público e ressaltou que o Protocolo tem como propósito a atuação institucional integrada. “Esse é um evento muito esperado porque é o lançamento de algo que vai impactar a instituição como um todo. Nossa intenção é proporcionar uma atuação cada vez mais unificada para que o MPPB atinja uma unidade institucional. O Protocolo tem como objetivo facilitar a atuação do membro, com uma linha de atuação que foi estudada, organizada e preparada pela coordenação dos CAOs e solicitada pela Corregedoria. É algo que a instituição almejava. Desejamos a todos um excelente evento, que possa servir para um melhor aprimoramento, conhecimento e utilização desse protocolo”, disse, agradecendo o empenho de todos.

    O diretor do Ceaf, o procurador de Justiça João Geraldo Barbosa, ressaltou a inovação do uso da tecnologia para reunir, por videoconferência, todos os promotores e promotoras de Justiça, otimizando tempo e recursos. “Esse evento é importante porque trata do acervo de informações, orientações e boas práticas advindas de promotores e promotoras da instituição e destinadas aos demais colegas. Que a sociedade seja o grande resultado do uso desse Protocolo que está sendo lançado hoje”, falou.

    Já o corregedor-geral, Francisco Antônio Sarmento, reiterou que o documento tem como objetivo aperfeiçoar e profissionalizar ainda mais as atividades dos promotores e promotoras de Justiça, a partir da identificação de gargalos e das demandas sociais prioritárias, da definição de objetivos a serem alcançados e da sugestão de operacionalização das atividades. “O lançamento deste ‘Protocolo’ representa um avanço significativo na excelência de nossa atuação. Surgiu para atender uma demanda muito relevante da Corregedoria Nacional, em parceria com a Seplag e os CAOs, para identificar hipóteses de atuação e demandas sociais mais urgentes nas diversas áreas e visa orientar padrões qualitativos de atuação, respeitando a autonomia dos membros. Servirá também como parâmetro para as atividades correicionais da Corregedoria. O ‘Protocolo de Promotoria’ é um instrumento que transformará a prática diária de atuação, com processos mais claros e com resultados mais eficientes. Ele é fruto do diálogo constante e da colaboração dos setores, representando uma união de esforços para o aprimoramento do trabalho ministerial”, explicou.

    O Protocolo

    O ‘Protocolo de Promotoria’ teve seu conteúdo elaborado e revisado pelos CAOs (Cível, Família, Cidadania e Direitos Fundamentais; Consumidor, Criança e Adolescente, Criminal, Educação, Meio Ambiente, Patrimônio Público e Saúde) e foi diagramado pela Assessoria de Imprensa do MPPB. Ao longo de 79 páginas, são apresentadas sugestões de ações fiscalizatórias, de temas e problemas prioritários a serem tratados em audiências públicas, por exemplo. São apresentadas também sugestões de ações visando ao fomento de políticas públicas e ao atendimento de recomendações do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em cada área social, dentre outros. 

    Durante o lançamento da publicação online, cada coordenador de Centro de Apoio fez uma explicação sobre o conteúdo apresentado para as áreas temáticas. Todos destacaram que o documento tem como finalidade auxiliar o trabalho dos promotores e promotoras de Justiça, respeitando a sua autonomia funcional. 

    A promotora de Justiça Liana Carvalho falou do protocolo para as áreas da cidadania e direitos fundamentais, cível e família. A promotora Fábia Cristina Dantas apresentou os protocolos para as áreas da criança e adolescente e educação. A promotora de Justiça Fabiana Lobo apresentou o protocolo para a área da saúde; a promotora de Justiça Danielle Lucena, para as áreas do consumidor e meio ambiente; o promotor de Justiça, Ricardo Alex Lins falou sobre o protocolo elaborado para a área criminal e o promotor de Justiça Carlos Davi Lima, sobre o protocolo para a área do patrimônio público. 

    Para ler o Protocolo na íntegra, clique AQUI

  • Gabinetes dos novos desembargadores funcionam no Fórum Regional de Mangabeira

    Fachada do Fórum Regional de Mangabeira – João Pessoa

    Enquanto as obras no Anexo Administrativo do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) não são concluídas, os gabinetes dos sete novos desembargadores seguem funcionando no Fórum Regional de Mangabeira ‘Des. José Flóscolo da Nóbrega’, localizado na região sul da Capital.

    No segundo piso funcionam os gabinetes com as respectivas assessorias dos desembargadores Onaldo Queiroga, Francisco Seráphico, Túlia Neves, Carlos Eduardo Lisboa, José Guedes, Anna Lopes, Lilian Cananéa e Horácio de Melo.

    A decisão de acomodar os novos desembargadores no Fórum Regional de Mangabeira visa garantir a continuidade dos serviços do 2º Grau de Jurisdição, o bom andamento dos processos, sem prejuízo do atendimento ao público. 

    O Fórum Regional de Mangabeira está situado na Rua Hilton Souto Maior, s/n, no bairro de Mangabeira e funciona de segunda à sexta-feira, no horário das 7h às 13h. Para entrar em contato, o cidadão tem os seguintes números à sua disposição: (83) 3612-8400/99145-0559

     

    Por Lila Santos