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  • Câmara aprova Lei da Reciprocidade; texto vai à sanção

    Câmara aprova Lei da Reciprocidade; texto vai à sanção

    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (2), em votação simbólica, a chamada Lei da Reciprocidade. O projeto permite que o governo brasileiro adote medidas de retaliação contra países ou blocos econômicos que criem barreiras comerciais aos produtos do Brasil. O texto, já aprovado no Senado, segue agora para sanção do presidente Lula.

    A proposta ganhou força após o anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre novas tarifas de importação, que afetam inclusive produtos brasileiros. O projeto é considerado prioritário pelo governo federal e recebeu apoio de diferentes frentes, incluindo grupos dentro da oposição e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

    Plenário da Câmara dos Deputados durante a aprovação simbólica da Lei da Reciprocidade, nesta quarta-feira (2)

    Plenário da Câmara dos Deputados durante a aprovação simbólica da Lei da Reciprocidade, nesta quarta-feira (2)Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

    Medidas previstas

    O projeto autoriza a aplicação de tarifas sobre bens e serviços de países que adotem restrições contra o Brasil, além da suspensão de concessões relativas a direitos de propriedade intelectual firmados em acordos internacionais. A adoção das medidas deve ser precedida de consulta pública e análise técnica, exceto em situações classificadas como excepcionais, quando o Executivo poderá agir de forma imediata.

    Apoio do agro e discurso de união

    A proposta foi relatada no Senado pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), que classificou o texto como um “instrumento de defesa” para o Brasil em tempos de acirramento nas disputas comerciais. Na Câmara, o relator foi o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), que manteve integralmente o texto aprovado pelos senadores.

    “Essa matéria não é partidária, ideológica ou de governo. É de interesse nacional”, disse Jardim.

    O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), também defendeu a proposta como um gesto de unidade. Para ele, a crise com os Estados Unidos exige que o Parlamento atue acima das divisões políticas.

  • Crédito consignado já soma R$ 2,8 bi para 452 mil trabalhadores

    Crédito consignado já soma R$ 2,8 bi para 452 mil trabalhadores

    Aplicativo CTPS Digital

    Aplicativo CTPS DigitalAdriana Toffetti/A7 Press/Folhapress

    Até o dia 1º de abril, o programa Crédito do Trabalhador liberou mais de R$ 2,8 bilhões em empréstimos consignados, beneficiando 452.442 trabalhadores. Segundo dados do Dataprev e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), foram firmados 453.494 contratos, com parcela média de R$ 349,20 e prazo médio de 18 meses. O valor médio do crédito concedido por trabalhador foi de R$ 6.240,57.

    A iniciativa é voltada para trabalhadores com carteira assinada, incluindo empregados de microempreendedores individuais (MEI), trabalhadores rurais e domésticos. O programa permite a concessão de crédito consignado, desde que os interessados não possuam outra operação do tipo vinculada ao mesmo emprego. A expectativa é de que até 47 milhões de trabalhadores possam ser contemplados.

    O Governo Federal recomenda que os trabalhadores comparem as taxas de juros antes da contratação, utilizem o crédito com cautela e deem prioridade à quitação de dívidas. Grandes bancos, como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, já oferecem a modalidade com taxas mais baixas.

    O aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) está disponível gratuitamente para smartphones Android na Play Store e para iPhone na App Store.

    Até o dia 31 de março, quando R$ 2,3 bilhões haviam sido liberados, cerca de R$ 402,9 milhões beneficiaram mais de 104 mil trabalhadores com renda de até dois salários mínimos. Outros R$ 656,9 milhões atenderam mais de 117 mil pessoas com ganhos entre dois e quatro salários mínimos. Trabalhadores que recebem de quatro a oito salários mínimos contrataram R$ 472,9 milhões, distribuídos entre 72.678 beneficiários. Para aqueles com renda acima de oito salários mínimos, foram liberados R$ 801,1 milhões, contemplando 76.361 trabalhadores.

    Caso o trabalhador deseje cancelar o empréstimo após a assinatura do contrato, ele terá um prazo de sete dias corridos, a partir do recebimento do crédito, para devolver o valor integral à instituição financeira. Além disso, se já tiver contratado o Crédito do Trabalhador e encontrar uma oferta mais vantajosa em outra instituição, poderá migrar sem prejuízos.

  • Zucco pede HC coletivo para presos dos atos de 8 de janeiro

    Zucco pede HC coletivo para presos dos atos de 8 de janeiro

    Dep. Zucco (PL - RS)

    Dep. Zucco (PL – RS)Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

    O deputado federal Zucco (PL-RS), líder da Oposição na Câmara dos Deputados, protocolou nesta quarta-feira (2) um habeas corpus coletivo no Supremo Tribunal Federal (STF). A medida tem como objetivo beneficiar réus e condenados pelos atos ocorridos em 8 de janeiro de 2023 que ainda se encontram presos, provisória ou definitivamente.

    O pedido, com caráter coletivo e liminar, requer a extensão dos efeitos de duas decisões recentes do ministro Alexandre de Moraes. Em 28 de março de 2025, o magistrado autorizou a conversão da prisão preventiva em domiciliar para a ré Débora Rodrigues dos Santos, com base no artigo 318 do Código de Processo Penal (CPP), e, no mesmo dia, determinou o cumprimento da pena em regime domiciliar para Jaime Junkes, com base no artigo 117 da Lei de Execução Penal (LEP).

    Segundo o parlamentar, o mesmo tratamento deve ser conferido aos demais detidos nas mesmas condições jurídicas e pessoais.

    Leia a íntegra do pedido.

    Fundamentação constitucional e legal

    Na petição, Zucco argumenta que a Constituição Federal e o Regimento Interno do STF garantem a qualquer pessoa a legitimidade para impetrar habeas corpus, inclusive de forma coletiva. O pedido é fundamentado nos artigos 5º, 102 e 189 do Regimento Interno do Supremo, com destaque para o inciso LXVIII da Constituição, que assegura o habeas corpus sempre que houver ameaça à liberdade de locomoção por ilegalidade ou abuso de poder.

    O deputado também pede a superação da Súmula 606 do STF, que limita o cabimento de habeas corpus originário contra decisões das turmas ou do plenário da Corte em casos semelhantes. De acordo com a argumentação, esse entendimento estaria em desacordo com os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da ampla proteção à liberdade individual.

    Contexto dos pedidos

    O habeas corpus coletivo tem como foco réus ainda não julgados definitivamente e que permanecem presos há mais de dois anos, bem como condenados que cumprem pena em regime fechado. O parlamentar cita que cerca de 200 pessoas ainda estão encarceradas em decorrência dos eventos de 8 de janeiro.

    Zucco destaca denúncias recebidas por seu gabinete e por entidades da sociedade civil, como a Associação dos Familiares e Vítimas do 8 de Janeiro (ASFAV), que relatam situações envolvendo pessoas com doenças graves, idosos, mães de crianças pequenas e indivíduos sem antecedentes criminais, que estariam em condições legais de receber o benefício da prisão domiciliar.

    Entre os exemplos citados no documento está o do empresário Cleriston Pereira da Cunha, que faleceu no Complexo Penitenciário da Papuda após sofrer mal súbito. Segundo o texto, o preso já tinha parecer favorável do Ministério Público Federal para migração ao regime domiciliar, com base em laudos médicos.

    Pedidos ao Supremo

    O parlamentar formula quatro pedidos principais ao STF:

    • O recebimento do habeas corpus e sua distribuição a um relator, com julgamento pelo Plenário da Corte;
    • A concessão de liminar para análise individualizada dos casos, com base no artigo 318 do CPP (prisão preventiva) e no artigo 117 da LEP (pena definitiva);
    • A confirmação da liminar para réus que aguardam julgamento e que se enquadrem nos critérios legais para conversão da prisão preventiva em domiciliar;
    • A extensão definitiva da decisão que concedeu domiciliar a Jaime Junkes aos demais condenados em condições semelhantes.

    O parlamentar afirma que o objetivo da medida é garantir tratamento isonômico aos detentos, assegurar o devido processo legal e aplicar os princípios da individualização da pena e da dignidade da pessoa humana.

    Próximos passos

    O pedido será distribuído a um ministro relator no STF, que decidirá sobre a admissibilidade do habeas corpus e, eventualmente, sobre a concessão da liminar. Não há prazo legal fixado para a apreciação do pedido, mas a urgência alegada pode influenciar na tramitação do caso.

  • Bolsonaro apoia “tarifaço” de Trump e contraria bancada do agronegócio

    Bolsonaro apoia “tarifaço” de Trump e contraria bancada do agronegócio

    O ex-presidente Jair Bolsonaro defendeu publicamente o pacote tarifário anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e criticou a possibilidade de o Brasil reagir com medidas semelhantes. A declaração foi publicada nesta terça-feira (2), nas redes sociais. Segundo ele, a resposta do governo brasileiro deveria ser a extinção da mentalidade socialista que impõe grandes tarifas aos produtos americanos.

    Na mensagem, Bolsonaro afirma que Trump “protege seu país de um vírus socialista” e que uma escalada de tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos “não é uma estratégia inteligente e que preserva os interesses do povo brasileiro”. Ele defende a redução de impostos a produtos americanos e uma tentativa de um acordo comercial com Trump.

    Ex-presidente critica reação do governo e diz que confronto comercial com os EUA seria um erro estratégico.

    Ex-presidente critica reação do governo e diz que confronto comercial com os EUA seria um erro estratégico.Mateus Bonomi/AGIF/Folhapress

    Projeto da reciprocidade

    A posição contrasta com a defendida por parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), grupo historicamente alinhado a pautas do ex-presidente. O presidente da frente, deputado Pedro Lupion (PP-PR), defendeu a aprovação urgente do projeto de lei 2088/2023, que autoriza o governo brasileiro a aplicar contramedidas contra barreiras comerciais unilaterais.

    “Precisamos de uma lei. Os grandes players do comércio mundial têm instrumentos legais para proteger seus interesses. O Brasil, não”, disse Lupion na terça (1º). A proposta já foi aprovada no Senado por unanimidade e está na pauta da Câmara dos Deputados. Caso o requerimento de urgência seja aprovado, o texto poderá ser votado ainda nesta semana.

    A previsão é de que a proposta seja relatada pelo vice-presidente da FPA, Arnaldo Jardim (Cidadania-SP).

    Liberation Day

    O pacote tarifário americano, batizado por Trump de “Dia da Libertação”, rompe com o modelo multilateral promovido pela Organização Mundial do Comércio (OMC) e institui a prática de tarifas recíprocas ou seja, os EUA aplicarão às importações os mesmos encargos cobrados pelos países de origem dos produtos. Anteriormente, Trump assinou um decreto impondo uma tarifa de importação de 25% sobre todo o aço e alumínio, medida que acionou o alerta entre produtores siderúrgicos brasileiros.

    O governo brasileiro tenta responder em duas paralelas: de um lado, endossa o projeto no Congresso para responder contra tarifas estrangeiras unilaterais. De outro, uma força-tarefa encabeçada pelos ministérios das Relações Exteriores e de Comércio e Serviços busca uma saída dialogada junto aos Estados Unidos. Caso não seja possível esse acordo, será aberta uma representação na OMC.

  • Moraes cobra PGR sobre pedido de prisão de Jair Bolsonaro

    Moraes cobra PGR sobre pedido de prisão de Jair Bolsonaro

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou à Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido para que se manifeste sobre a solicitação de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em despacho assinado em 18 de março, o magistrado estipulou o prazo de cinco dias para resposta.

    Pedido de prisão preventiva foi encaminhado ao STF por vereadora e assessor; Moraes aguarda manifestação da PGR

    Pedido de prisão preventiva foi encaminhado ao STF por vereadora e assessor; Moraes aguarda manifestação da PGRPedro Ladeira/Folhapress

    A ação foi apresentada pela vereadora Liana Cirne (PT), de Recife (PE), e por Victor Pedrosa, integrante de seu gabinete. Eles protocolaram uma notícia-crime no STF, atribuindo ao ex-presidente supostos crimes de obstrução da Justiça, incitação contra instituições democráticas e coação durante o andamento de investigações.

    De acordo com o processo, a PGR foi notificada no dia 19 de março, data a partir da qual o prazo começa a contar. Até o momento, porém, não houve posicionamento oficial.

    O documento solicita, além da prisão preventiva, que a PGR avalie eventuais irregularidades cometidas por Bolsonaro nos dias 9, 10 e 14 de março de 2025. Liana afirma que o ex-mandatário convocou apoiadores, por meio das redes sociais e de falas públicas, para participar de manifestações em defesa da anistia a envolvidos nos atos extremistas de 8 de janeiro.

    A vereadora alega que há fundamento para a prisão preventiva com base no artigo 312 do Código de Processo Penal, que trata da preservação da ordem pública e do andamento das investigações. A notícia-crime também solicita a imposição de medidas cautelares que impeçam novas convocações públicas por parte do ex-presidente.

    Leia aqui a íntegra do documento

  • Câmara aprova urgência para votação do PL da reciprocidade

    Câmara aprova urgência para votação do PL da reciprocidade

    A Câmara dos Deputados aprovou na tarde desta quarta-feira (2) o requerimento de urgência para votação do projeto de lei 2.088/2023, que cria mecanismos de retaliação a tarifas impostas unilateralmente por países ou blocos à importação de produtos brasileiros. O requerimento foi aprovado por 361 votos a favor e 10 contrários.

    Deputados aprovam urgência de projeto que prevê retaliação a tarifas sobre produtos brasileiros.

    Deputados aprovam urgência de projeto que prevê retaliação a tarifas sobre produtos brasileiros.Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

    A proposta é uma resposta ao pacote tarifário apresentado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que prevê tarifas a todos os países que tributam itens americanos. A medida acionou o alerta em todos os setores de exportação brasileiros, em especial da produção siderúrgica e agropecuária.

    Leia também: Trump anuncia “tarifaço” com 10% de taxa para produtos brasileiros

    Com a aprovação do requerimento, o texto poderá ser votado já na mesma sessão. O relator designado é o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária.

  • Trump anuncia “tarifaço” com 10% de taxa para produtos brasileiros

    Trump anuncia “tarifaço” com 10% de taxa para produtos brasileiros

    Trump anunciou tarifas globais.

    Trump anunciou tarifas globais.Reprodução

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (2) a aplicação de uma tarifa de 10% sobre todos os produtos importados do Brasil. A medida faz parte de um novo pacote de políticas comerciais apresentado como parte da estratégia de tarifas recíprocas, adotada pelo governo norte-americano.

    Segundo Trump, a nova política estabelece que os EUA aplicarão metade da alíquota que outros países cobram sobre produtos norte-americanos. A iniciativa foi descrita pelo presidente como um esforço para equilibrar o tratamento comercial entre os EUA e seus parceiros e fortalecer a indústria doméstica.

    “Se eles fazem isso conosco, nós faremos isso com eles”, afirmou Trump durante a coletiva de imprensa. Ele classificou o anúncio como um dos dias mais importantes na história americana e declarou que se trata de uma declaração de independência econômica.

    Leia também: Câmara aprova urgência para votação do PL da reciprocidade

    Batizado de Dia da Libertação pelo republicano, o 2 de abril marcou o início de uma série de mudanças na política tarifária do país. Além da nova taxa sobre produtos brasileiros, entraram em vigor nesta data outras tarifas previamente anunciadas, como:

    • Tarifa de 25% sobre automóveis importados pelos EUA;
    • Tarifa de 25% sobre exportações que não estejam cobertas pelo USMCA, acordo comercial entre Estados Unidos, México e Canadá.

    Trump disse que, embora as tarifas sejam amplas, está aberto a negociações com países interessados em estabelecer acordos comerciais bilaterais.

    A medida pode impactar diversos setores exportadores brasileiros, como os de aço, alumínio, produtos agrícolas e manufaturados, que já enfrentam oscilações no mercado internacional. Até o momento, o governo brasileiro não se pronunciou oficialmente sobre o anúncio.

  • Moraes manda prender Léo Índio, que fugiu para Argentina

    Moraes manda prender Léo Índio, que fugiu para Argentina

    Léo Índio no Congresso Nacional em 8 de janeiro

    Léo Índio no Congresso Nacional em 8 de janeiroReprodução/Instagram

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (2) a prisão de Leonardo Rodrigues de Jesus, conhecido como Léo Índio, sobrinho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    A ordem atende a um pedido apresentado na terça-feira (1º) pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, após a confirmação de que Leonardo deixou o Brasil e está na Argentina. Ele é réu no STF por suposto envolvimento nos atos ocorridos em 8 de janeiro de 2023.

    Na semana passada, Léo Índio concedeu entrevista à Rádio Massa FM, de Cascavel (PR), e afirmou que está no país vizinho há cerca de 20 dias, justificando a saída por receio de ser preso.

    Leia também: Defesa de Léo Índio confirma que ele está na Argentina

    Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República, ele participou diretamente das invasões aos prédios dos Três Poderes e teria feito publicações nas redes sociais durante os eventos.

    Com a aceitação da denúncia, Léo Índio passou a responder por tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, associação criminosa, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, além de deterioração de bem tombado.

    Durante o julgamento, a defesa negou a prática de crimes e pediu a rejeição da denúncia. Na última semana, os advogados confirmaram que ele deixou o país.

  • CCJ do Senado inicia discussão do novo Código Eleitoral

    CCJ do Senado inicia discussão do novo Código Eleitoral

    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) começa a discutir nesta quarta-feira (2) o projeto de lei complementar 112/2021, que atualiza do Código Eleitoral. Na sessão, está marcada a leitura do parecer do senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator da proposta na Casa.

    O senador Marcelo Castro (MDB-PI) é o relator do Novo Código Eleitoral no Senado.

    O senador Marcelo Castro (MDB-PI) é o relator do Novo Código Eleitoral no Senado.Geraldo Magela/Agência Senado

    “Este agora é o quarto relatório que eu apresento. Neste dois anos, eu recebi e estive a disposição de toda a sociedade brasileira, especialmente os senadores e deputados”, disse o senador no início da sessão.

    O texto relatado por Marcelo Castro busca unificar, em uma única lei, toda a legislação eleitoral dispersa no Código Eleitoral e em uma série de leis que estabelecem regras eleitorais e partidárias. O relator do projeto disse ainda defender que a comissão conceda vista coletiva (mais tempo para que os senadores analisem o projeto) por um “prazo mais dilatado”

    O novo Código Eleitoral já foi aprovado na Câmara dos Deputados. Se for aprovado na CCJ, ele segue para o plenário do Senado. Depois de passar pelo crivo dos senadores, ainda precisa voltar ao plenário da Câmara, que vai deliberar sobre as mudanças no texto feitas pelo Senado.

  • Jovens puxam queda na aprovação do governo

    Jovens puxam queda na aprovação do governo

    A queda na aprovação do governo registrada em pesquisa Quaest foi puxada pela população mais jovem. Segundo o levantamento, a taxa de desaprovação a Lula dentre as pessoas de 16 a 34 anos subiu 12 pontos de janeiro a março de 2025, de 52% para 64%. A aprovação, no mesmo período, desceu de 45% para 33%.

    Leia abaixo as taxas de aprovação do governo por faixa etária.

    A pesquisa Quaest entrevistou 2004 brasileiros por entrevistas presenciais no período de 27 a 31 de março. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para um nível de confiança de 95%.

    Estudantes no Projeto Jovem Senador.

    Estudantes no Projeto Jovem Senador.Lia de Paula/Agência Senado